AI DOS QUE AO MAL CHAMAM O BEM E AO BEM QUE CHAMAM O MAL - Sérgio da Fonseca [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 23/09/2025 (há 6 meses) 1:04:45 235 visualizações

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Transcrição

Senhor, estou aqui para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi Meus irmãos, boa noite. Aqueles que aqui vem pela primeira vez, sejam bem-vindos e aqueles que nos prestigiam sempre com a sua presença, receba também o nosso abraço fraterno. Eh, sempre fazemos a leitura antes da preeste. O livrinho é a vida por linhas certas. Não espere. Não espere um sorriso para ser gentil. Não espere ser amado para amar. Não espere ficar sozinho para reconhecer o valor de um amigo. Não espere ficar de luto para reconhecer quem hoje é importante em sua vida. Não espere o melhor emprego para começar a trabalhar. Não espere a queda para lembrar-se do conselho. Não espere a enfermidade para reconhecer quão frágil é a vida. Não espere a pessoa perfeita para então apaixonar-se. Não espere a mágoa para pedir perdão. Não espere a separação para buscar a reconciliação. Não espere elogios para acreditar em si mesmo. Não espere ter tempo para servir. Não espere que o outro tome iniciativa. Se você foi o culpado. Não espere ter dinheiro aos montes para então contribuir. Não espere o dia de dar a Deus sem antes contar que amava. Não espere chegar à morte para só então perceber que sobreviveu sem desfrutar a sobrevivência. Nós aproveitamos um instante para pedir a Deus, o criador universal de todas as coisas, pedir a Jesus, o tutor das nossas almas, e pedir a esses abnegados amigos espirituais, especialmente os nossos anjos guardiães, ao mentor espiritual desta casa, o Dr. Bezer de Menezes para que nos abençoe. Abençoe também, Senhor, aqueles que estão na nossa tela mental, aqueles que nos parece de tão difícil convivência e aqueles, Senhor, que estão a vagar pelas ruas, tão somente em busca do pão material. que possamos levares o lenitivo da prece, dizendo: Pai nosso que estais no céu, santificado seja o vosso nome,

ia e aqueles, Senhor, que estão a vagar pelas ruas, tão somente em busca do pão material. que possamos levares o lenitivo da prece, dizendo: Pai nosso que estais no céu, santificado seja o vosso nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade aqui na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje, Senhor. Perdoa as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido. E não nos deixes cair em tentação, mas livra-nos de todo o mal. E que assim seja. Saudamos também aqueles que nos ouvem, nos assistem pela TV Rádio Web Comunhão e pedimos aqueles que tm celular, que eu acho que são pouquíssimos as pessoas que o tm, né, que eu mantenha no modo silêncio, eu desliguem, por favor. Nós vamos passar a palavra do nosso irmão Sérgio da Fonseca, que vai nos brindar hoje com ai dos que ao mal chamam o bem e ao bem chamam o mal. Boa noite, queridos irmãos, queridas irmãs, que a paz do meigo Rabi da Galileia, o amorável Jesus em nossos corações. O tema nos vai fazer refletir muito a respeito da conduta do nosso comportamento, de como temos enfocado o comportamento da própria humanidade. Porque o tema fala: Ai dos que ao mal chamam o bem e ao bem chama o mal. é uma inversão de valores. Nós vamos dar um enfoque interessante, porque essa frase é uma passagem bíblica do livro de Isaías, lá no capítulo 5, versículo 20. E aí descreve um julgamento severo contra aqueles que distorcem a verdade e a moral. inverte os valores do bem e do mal, valorizando o que é corrupto e opondo-se ao que é justo e verdadeiro. Bom, só essa introdução já nos faria pensar quando nos deparamos com a panorâmica que defrontamos cotidianamente quando olhamos a humanidade que aí transita dentro de processos aflitivos, agudos, cuja moral deixa muito a desejar. Lembrando o codificador Kardec, ele definindo o verdadeiro espírita, ele o define da seguinte forma: o verdadeiro espírita se conhece pela sua transformação moral e pelos esforços que em vida para podar as suas mais inclinações.

ec, ele definindo o verdadeiro espírita, ele o define da seguinte forma: o verdadeiro espírita se conhece pela sua transformação moral e pelos esforços que em vida para podar as suas mais inclinações. Esse é o roteiro. Isso. Esse binômio nos remete ao processo que buscamos dentro de uma graduação espiritual, qual seja caminhar sob a proteção do Altíssimo e alcançarmos a felicidade relativa possível de ser alcançada no atual estágio de planeta de provas e expiações. graduando-se para um processo de regeneração. Não há dúvida quanto a esse roteiro. Por que eu enfatizo felicidade relativa? Porque a felicidade absoluta só quem a detém é a própria divindade. Nós estamos, evidentemente, nos referindo a Deus. Nós dentro dos padrões em que nos encontramos, imperfeitos que somos, obras inacabadas, ainda estamos submetidos aos processos agudos da dor como forma de voltarmos para dentro de nós mesmos e dentro de uma situação que se coloca à luz da doutrina como reencarnar para reparar. Nós estamos nessa situação. Então essa frase de Isaías reflete justamente esse julgamento que devemos ter em relação àqueles que invertem a verdade, que tomam o mal por bem e o bem por mal. Esta é um momento crucial em que nós vivemos. Como o planeta Terra é um planeta dual, o que significa dizer que nós nos defrontamos com o bem e com o mal e temos condições de eleger o roteiro que desejamos. Isto está sustentado no nosso livre agir, conhecido nos postulados como livre arbítrio. Nós podemos fazer o que desejarmos, nada nos será impedido. Contudo, uma observação se faz necessária. As consequências também arcamos com elas. Como somos tendenciosos quando nos deparamos com situações em que precisamos escolher e nós escolhemos todos os dias as situações que nos convém. Invariavelmente nós caminhamos para processos mais agudos, duvidosos, insidiosos, que nos levam ao processo da dor e do sofrimento. Nós somos aprendiz, estamos numa escola, escola chamada terra. Então, nós temos muita dificuldade de

ara processos mais agudos, duvidosos, insidiosos, que nos levam ao processo da dor e do sofrimento. Nós somos aprendiz, estamos numa escola, escola chamada terra. Então, nós temos muita dificuldade de definir, de colocar bem se é bem, isso é mal, porque nós estamos sustentados num passado pela ignorância, hoje pela influência de ideias equivocadas que nos são transmitidas e até pelas nossas motivações egoístas. Quando a espiritualidade vem e discerra, né, a visão da morada espiritual, diz: "Cuidado com orgulho e o egoísmo". Evidentemente se referindo a duas chagas que marcam de forma indeléve o espírito em aprendizado. Nós nos deparamos invariavelmente com esse processo. Então, nós precisamos eleger situações que nos favoreçam, não aquelas que nos prejudicam. Então, eu gostaria de questionar, de trazer a lume a reflexão, portanto, de cada um, as seguintes questões: qual a verdadeira intenção que se esconde por detrás da conduta humana? Uma, a ignorância, influência de ideias equivocadas, motivações egoístas. Bem, se analisarmos friamente a esse tríplice aspecto, concluiremos que nós estamos dentro desses processos todos. Nós agimos por ignorância porque absorvemos ideias que nos transmitem de forma equivocada. E, por outro lado, existe em nós, sem dúvida, motivações egoístas. Nós só pensamos, pensamos no universo nosso. O que nos favorece, ótimo, é por aqui que eu vou. Mas o mundo em que vivemos tem mostrado cada vez, cada dia mais hostil e refratário aos valores divinos. Então nós olamos a legislação humana e elas estão sempre moldadas, adaptadas para justificar e discriminar práticas reprováveis. Essa é uma realidade. Não há compromisso com a verdade e que liberta o ser em trânsito neste planeta Terra. E então nós descortinamos paisagens paradisíacas felizes. Não. Olhando o planeta Terra e a humanidade que está envolvida nos processos da sua evolução espiritual, o que se constata a toda a prova é uma humanidade infeliz. A humanidade que procura a todo custo encontrar o roteiro da felicidade e não

de que está envolvida nos processos da sua evolução espiritual, o que se constata a toda a prova é uma humanidade infeliz. A humanidade que procura a todo custo encontrar o roteiro da felicidade e não encontra. Então, o que está sustentado, o que está o que estamos abraçando, em que nós estamos imantados, né? é no é no desejo de tudo possuir e então nós só pensamos em nós. Então essa passagem ai dos que mal que ao mal chama o bem e ao bem que chama ao mal, ela mostra a nossa capacidade de de ser um camalhão. Nós estamos sempre camuflando as nossas verdadeiras intenções. É aí que vem a advertência de Isaías, porque trata-se a toda prova de uma distorção da realidade. Não é a realidade. Nós não vivemos a realidade. Se pararmos para pensar, o mundo físico é um mundo ilusório. Nós vivemos iludidos, acreditando o que está à nossa volta, que nosam, é o verdadeiro, é a verdadeira posse do espírito. Ao demandarmos ao plano espiritual, constatamos para a nossa infelicidade que tudo que nos apegamos não diz nada a respeito do espírito imortal. Ao contrário, é tudo do mundo. Então, quando voltamos à pátria espiritual, deixamos esse legado ao qual estamos vivamente interessado, as posses, ah, tudo que brilha, é o tapete vermelho, são as atenção, atenções, a vaidade excessiva, o culto desmesurado do do nosso corpo físico. É tudo isso que a humanidade se liga ao deparar-se com a sua verdadeira realidade, constata ao final que é infeliz. Bom, Jesus já enfatizara, ele dissera: "Por seus frutos os conhecereis, porventura colhe-se uvas dos espinheiros ou figos abrolhos. Assim, toda a árvore boa produz bons frutos e toda árvore má produz frutos maus. Não pode a árvore boa dar maus frutos, nem a árvore má dar frutos bons. Toda a árvore que não dá bom fruto, corta-se e lança-se no fogo. Ora, que árvores somos nós? Que frutos nós estamos estamos produzindo? Será que somos a árvore que produz os bons frutos? É uma questão que devemos formular, refletir, debruçarmos sobre esse assunto de suma importância.

mos nós? Que frutos nós estamos estamos produzindo? Será que somos a árvore que produz os bons frutos? É uma questão que devemos formular, refletir, debruçarmos sobre esse assunto de suma importância. Jesus destaca nessa passagem extraordinária, na narrativa de Mateus, lá no capítulo 7, versículo 16 a 19, mostrando a importância do discernimento em sabermos em que roteiros estamos caminhando, em que estrada estamos pisando, a estrada do bem ou a estrada do mal. Se as nossas ações, as nossas palavras estão dando bons frutos. Ora, porque isso revela a nossa natureza espiritual. É uma árvore boa ou uma árvore má? Então, a o fruto demonstra, né, as nossas intenções. São as nossas intenções, os frutos. Nosso coração é bom, está direcionado para o bem, então a doutrina vem em nosso socorro. Estou com dificuldade, penso eu, em saber, será que eu estou sei o que eu estou fazendo é bom, o que eu não estou fazendo mau? Porque a determinação divina, poucos se assenhoram deste problema, porque eu ouço muitas vezes e equivocadamente a ideia de que eu não faço mal a ninguém. Logo conclui, o encalto viajou. Eu estou bem morrendo. Eu estou nas nos processos de felicidade nesses céus, esse reino dos céus tão decantado por Jesus. Verdade, mentira. É uma ideia equivocada. Alguém pensar que não fazer o mal basta. Não basta. É preciso, é imperativo fazer o bem. Esta é a determinação. Fora da caridade não há salvação. Ora, se fora da caridade não há salvação, mistério se faz. É o objetivo do ser humano fazer o bem. Não tenhamos dúvida quanto a isso. A nossa omissão, e aí é um caso de omissão, nos leva a processos terríveis de sofrimento, porque chegando lá imaginamos que vamos justificar com a esta assertiva. Eu não fiz mal a ninguém, logo conclui, estou dentro de um processo avançado, harmonioso. Então, nós concluímos que não é verdade. Então, como define a doutrina, o bem diz que a nossa conduta ideal está em conform, nós, queridos irmãos, está em conformidade com a lei. Que lei é essa?

ioso. Então, nós concluímos que não é verdade. Então, como define a doutrina, o bem diz que a nossa conduta ideal está em conform, nós, queridos irmãos, está em conformidade com a lei. Que lei é essa? Lei de Deus é imensa, mas uma realça sobre todas as leis primordiais de Deus. É aquela que define como lei maior, que diz: "Ame a Deus sobre todas as coisas e ame ao próximo como a ti mesmo." Pronto, basta. Ela supre todas as, as lei de amor, a lei de justiça, a lei do trabalho, a lei do progresso. Porque está falando primeiro em gratidão. Quando fala amar a Deus sobre todas as coisas, eu falo em amor ao próximo, que é o nosso roteiro. Esqueçam, eu quero ser feliz. Deus me dê a felicidade. Não, isso é uma tolicice. A felicidade é conquistada, ela é mérito. Como imaginar Deus fazendo concessões, benéces temporâneas a espírito que precisam aprender. E nós somos aprendizes, mal aprendizes, muitas vezes, porque somos reprovados. E a reprovação nos força a voltar muitas e muitas e muitas vezes até acertarmos. Por isso que podemos falar bendita reencarnação, vidas sucessivas, porque nos faz voltar e trazer à realidade que nós erramos, nos equivocando, equivocamos. Então, o mal surge dos nossos equívocos, das nossas escolhas e sempre alimentadas por esse binômio. Egoísmo, orgulho. Egoísmo, orgulho. Abram o Evangelho. É enfático nesta colocação. É preciso nos depurar, burilar. Nós ouvimos muito essa palavra. transformação moral, burilamento, né? E o grande pensador da Grécia antiga, Sócrates, seu discípulo, Platão, já dizia: "Conhece-te a ti mesmo". É preciso então nos conhecer, porque não nos conhecemos. Se verdadeiramente nos conhecêssemos, nós não estaríamos nesta posição de indigentes espirituais. Esta é uma realidade, mas não desanimemos diante desta assertiva. Isso só servirá para nos motivar de dizer: "Ah, eu estou nesse estágio, mas eu não ficarei nele. Eu mudarei a minha conduta. Então, vamos fazer melhores escolhas, né? Porque a má conduta do aprendiz, que somos nós, gera males morais

de dizer: "Ah, eu estou nesse estágio, mas eu não ficarei nele. Eu mudarei a minha conduta. Então, vamos fazer melhores escolhas, né? Porque a má conduta do aprendiz, que somos nós, gera males morais gravíssimos. Então, ao invés de elegermos a nossa jornada através do amor como preconizado pelo mestre, e isso é uma realidade, é uma realidade, nós escolhemos caminhar sobre os processos da dor. Então, sofremos. Sofremos porque ouvidamos, eh, nos distanciamos da nossa fonte de luz, nosso criador, Deus. Mas não nunca devemos nos esquecer que temos a rubrica a chancela em nossa alma do criador. Então, não estamos perdidos. ao contrário. Isso nos concita, nos exorta a buscar a melhoria íntima, a transformação moral. Tá dizendo que há um determinismo que na doutrina não existe, mas aí existe um determinismo do amor, da felicidade que alcançaremos, da santificação que alcançaremos. Mas será que o nosso irmão Sérgio não está exagerando falando em santificação? Mas todos nós nos santificaremos. Não importa o tempo, os séculos. Este fanal, este objetivo é real. Não tem mentira nesse caminho, mas a necessidade de alcançá-lo através da nossa transformação moral, que é visto pela doutrina como um remédio para o progresso da humanidade, portanto, para o nosso progresso. O mal traz resultados e o aprendiz ou os aprendices que somos aprenderemos com os nossos próprios erros. Então urge a mudança agora rápido, né? E essa mudança, se analisarmos todo o roteiro messiânico deste avatar, que era o mestre Jesus, ele percorreu o seu curto período neste planeta Terra através do amor ao próximo. Isso, portanto, é um um roteiro inafastável. Se queremos alcançar as cumieiras, as elevações do processo evolutivo. Mas há uma ressalva que precisamos entender. conhecimento, eles têm que estar sustentado no amor, porque o conhecimento sem amor faz da criatura um ser frio, sem propósito e potencialmente perigoso, pois o amor é a força motriz que dá sentido à vida e o progresso espiritual da criatura. Nós

amor, porque o conhecimento sem amor faz da criatura um ser frio, sem propósito e potencialmente perigoso, pois o amor é a força motriz que dá sentido à vida e o progresso espiritual da criatura. Nós somos movidos a amor. Nosso combustível é o amor. Nunca se esqueçam disso. Jesus deixou delineado de forma clara. Não há dúvida a respeito desse roteiro. Então, o amor é essencial. Queridos irmãos, queridas irmãs, acordemos para a evolução e o amor nos permite acessar a nossa consciência divina. Se lá nos primórdios da civilização ainda engatinávamos, não tínhamos perfeita percepção desse Deus em nós, hoje não mais. Então, cresceremos e avançaremos através da caridade. É o que diz em sentença clara e inafastável dos postulados espíritas ao afirmar fora da caridade não há salvação. Não é fora da religião, não importa qual seja. O que importa é nós nos colocarmos afinados com o processo da nossa religiosidade, portanto, sentimentos que nos projeta para expungir aquilo que temos de melhor, que são as nossas virtudes. E volto a repetir, que nos santifica e nos aproxima de Deus, porque há em nós a luz, o dedo da criação sobre todos nós. Então, precisamos fazer escolhas e atitudes bem feitas, porque elas são centrais para o nosso aprendizado, a nossa evolução moral, portanto, que sustentado no livre arbítrio nos confere responsabilidade de decidir o nosso próprio destino, alinhando-nos com as leis universais, principalmente aquela Ela que determina, que fala semeadura livre, colheita obrigatória. A qual lei o nosso irmão está se referindo? A lei de causa e efeito. Hã? Aquilo que semeamos, nós colhemos. Portanto, precisamos amoldar o caminho, né? E buscando bem, refletindo sobre o bem. e termos a nossa consciência tranquila para evoluir e encontrar paz. Por que a consciência? Porque a consciência é o nosso juiz, é aquele que diz: "Você está no bom caminho". Ou você não está no bom caminho. É o nosso sensor íntimo. É a nossa consciência. Afastem a ideia das antigas ideologias cristãs

onsciência é o nosso juiz, é aquele que diz: "Você está no bom caminho". Ou você não está no bom caminho. É o nosso sensor íntimo. É a nossa consciência. Afastem a ideia das antigas ideologias cristãs que afirmam que Deus condena, que Deus absolve o que é um lê do engano. Porque Deus não faz nada disso. Deus abençoa a todos nós nos processos em que nos inserimos para nos libertar. Portanto, Deus não condena, ele não é censor, ele não absolve porque ele criou leis imutáveis, inderrogáveis. E Jesus o afirmou ao dizer: "Ele não derrogaria as leis formuladas, ou sejam criadas por Deus. Assim sendo, nós não podemos nos enganar". A liberdade de escolher é um dom divino. Nós, portanto, elegemos o caminho da nossa própria jornada, mas estamos submetidos à lei de causa e efeito, ou seja, também conhecida como a lei de retorno, porque aquilo que fazemos retorna à sua origem. bem diferente, né, do que falamos da lei de ação e reação. Muita gente confundem, falação, fala da lei de ação e reação como lei de causa e efeito. Kardec a ela não se referiu, a lei de ação e reação, que é a terceira lei física de Newton. Ele se referia à lei de causa e efeito em se referindo às ações humanas. Bom, vamos então à questão eh 1019 do livro dos espíritos, que diz assim: "O reinado do bem poderá implantar-se algum dia na terra?", perguntou Kardec. E os espíritos, a espirit espiritualidade responde: "O bem reinará na terra quando entre os espíritos que vem habitar os bons predominarem". Vejam, é pelo progresso moral e pela prática das leis de Deus que o homem atrairá para a terra os espíritos bons e dela afastará os maus. Olha que coisa linda. Estes, porém, só deixarão quando o homem tiver banido daí o orgulho e o egoísmo. Ou seja, os mal só sairão quando o orgulho e o egoísmo nós banirmos isso da nossa intimidade. Ora, enfatiza-se novamente, orgulho, egoísmo, como chagas da humanidade. Então, em o livro dos espíritos, Kardecroga se o reino dos céus, ou seja, aquele reino de beleza, de harmonia, de paz,

imidade. Ora, enfatiza-se novamente, orgulho, egoísmo, como chagas da humanidade. Então, em o livro dos espíritos, Kardecroga se o reino dos céus, ou seja, aquele reino de beleza, de harmonia, de paz, também conhecido como o reino de Deus, né? O reino dos céus, reino de Deus, poderá se realizar na terra. A resposta dos espíritos é afirmativa. Olha que coisa linda. Que tal evento ocorrerá quando os bons espíritos predominarem entre os que habitam o planeta. Não é o caso atual, mas nós estamos caminhando, nós estamos indo para um um processo de regeneração, ou seja, é um pulo acima do mundo de provas e expiações. Abaixo do nosso, só os mundos primitivos. Então, nós estamos nos graduando, não só os moradores do planeta Terra, como o próprio planeta que sofre na intimidade transformações necessárias para abraçar essa nova humanidade. Então, precisamos e nós temos um uma parcela muito importante de cooperadores nesse processo. Não basta apenas invocarmos a nossa condição de espírita, o que seria muito fácil, mas então e somente isto não nos coloca numa posição diferente. Precisamos ser conhecidos pelo amor que espalhamos e a justiça, o bem que proporcionamos aos outros, porque o outro é o nosso caminho, é o que nos liberta. Hum. Nunca se esqueçam, o outro é o nosso roteiro. Mas tudo isso acontecerá quando o progresso moral eh se instalar neste planeta Terra. O que significa prática das leis superiores, prática das leis de Deus, prática das leis naturais, que tudo é a mesma coisa. Então, nós vamos atrair os bons e afastar os maus, porque isso é um processo de sintonia, ou não é? Nós nos aliamos com aqueles que são simpáticos aos as nossas ideias, os nossos pensamentos, né? Os bons sempre procuram os bons e os maus procuram os maus. É da natureza. Então nós estamos temos que entender isso, né? E os espíritos que não se adaptarem à nova condição de amor e justiça serão exilados para mundos mais primitivos. Cumprirão, portanto, a sua condição espiritual. Então está incito, parece bastante claro

os espíritos que não se adaptarem à nova condição de amor e justiça serão exilados para mundos mais primitivos. Cumprirão, portanto, a sua condição espiritual. Então está incito, parece bastante claro esse roteiro. Tudo dito aqui nos conduzem à ideia que devemos viver segundo as lições do mestre. E viver segundo as lições do Mestre é conhecer a verdade. Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará. Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vai ao Pai senão por mim. Tá tudo aí explicado. É conhecer a verdade, porque quem vive nas trevas, na ignorância, hã, não caminha. Nós precisamos as luzes do eterno bem a nos guiar nesse processo. Portanto, os ditames, as lições do mestre é indeclinável. Não podemos buscar a verdade sem que a ela nos submetamos, porque somos espíritos imperfeitos. Ao vivenciar as lições do mestre, o aprendiz se liberta das cadeias opressoras, escravizantes da jornada terrena. Nós somos eternos escravos desse planeta. Imaginem um pássaro que voa livremente pela natureza e e alguém o aprisiona numa gaiola. É mais ou menos um exemplo para dar aos meus queridos irmãos. Nós não nos sentiremos felizes. Muitas vezes temos aquela sensação de tristeza, porque a tristeza significa aprisionamento. Nós estamos aprisionados nesse corpo de carne. Então, lembremos os ensinamentos que se seguem, que vocês vão ver como eles libertam. Nem todos que dizem: "Senhor, Senhor", entrarão no reino dos céus, mas sim os que fazem a vontade de meu Pai que está nos céus. Tá lá em Mateus, capítulo 7, versículo 21. "Portanto, tudo que quereis que os outros vos façam, fazei o mesmo também vós a eles." Nisso está a lei e os profetas. Mateus 7:1. Ora, como a doutrina explica isso? A entrada no reino dos céus não se dá pela repetição de palavras. Senhor, Senhor, é o desespero que toma conta do ser humano, da humanidade. Então, acha que repetindo as palavras será atendido, será ouvido. Ora nós seremos atentamente ouvidos pela prática sincera da lei do amor e da caridade, pelo esforço perseverante e

ano, da humanidade. Então, acha que repetindo as palavras será atendido, será ouvido. Ora nós seremos atentamente ouvidos pela prática sincera da lei do amor e da caridade, pelo esforço perseverante e contínuo na trajetória do desenvolvimento intelectual, moral e espiritual que se manifesta nas obras. Não adianta eu conhecer doutrina, falar: "Ah, doutrina maravilhosa, já li tantos livros, eu conheço do início ao fim o evangelho." Sim. E daí? Eis a questão. Não basta. Absolutamente é inóculo. Quando nós invocamos a nosso favor tal justificativa, ela não se compraz, ela não se materializa. É preciso fazer obras, mas e não apenas a fé ficar. Senhor, tô aqui, eu eu andei contigo, Senhor, eu realizei prodígios contigo. Fiz tudo isso. E daí? Bom, outra frase interessante. Assim, todo aquele que ouve minhas palavras e a põe em prática, será semelhante ao homem ajuizado que constrói sua casa sobre a rocha. Cai a chuva, corre as enchurradas, sopram os ventos, se lançam contra essa casa, mas ela não desaba porque está construída sobre rocha. Mateus também, capítulo 7, versículo eh 24 a 25. Esta parábola, vejam, compara as pessoas que ouve o ensinamento de Jesus a um homem prudente. Nós somos prudentes, ouvimos o que Jesus diz e constrói sua casa sobre a rocha, resistindo a todas as adversidades. Isso, evidentemente se trata de uma metáfora, de uma simbologia, de uma figuração para a construção, porque as tempestades das provações e desafios estão aí. Todos os dias somos desafiados a provar a nossa tenacidade, a nossa perseverança, para que a paz se estabeleça através das vivências, dos valores do evangelho de Jesus. Mas existe aqueles que apenas ouvem, não agem. É como homem insensato que diz a parábola, que constrói a casa sobre a areia, que inevitavelmente será destruída. A parábola realça a verdadeira sabedoria. Não está nas simples, no simplesmente escutar ou conhecimento da doutrina, mas na aplicação prática das lições do mestre. Esse é o roteiro seguro. Prática. Prática. Obrar. fazer obras, porque

bedoria. Não está nas simples, no simplesmente escutar ou conhecimento da doutrina, mas na aplicação prática das lições do mestre. Esse é o roteiro seguro. Prática. Prática. Obrar. fazer obras, porque se não o fazemos, seremos cobrados perante a nossa consciência. Então, essa é uma narrativa bastante interessante. Bom, a doutrina espírita, o que objetiva a doutrina? Além de conhecer a verdade, saber a consequência daquele que não se submete a essas verdade. Então, a doutrina para nós, ela objetiva educar o ser humano, o aprendiz ou os aprendizes que somos, esclarecê-los que o mal não cessa com a morte física das pessoas envolvidas nos seus dramas pessoais. a algo que fica, que remanece, que nós vamos chamar de desdobramentos, eh, dolorosos, vamos chamá-los assim. Isso vai pro plano espiritual, onde o espírito sofre as consequências dos atos praticados. Ora, como vamos reparar isso? Só de uma forma, reencarnando, voltando ao cenário terra, porque enquanto não ultrapassarmos as nossas limitações, os vícios, as viciações, portanto, já elas retornam até que nós cumpramos devidamente esse essa conduta de forma correta, fazendo deixa de existir o obice, o problema Por isso que repetimos, estamos repetindo a nossa jornada muitas vezes porque não superamos os dramas dolorosos, né? E só podemos fazê-lo, volto a repetir, através das reencarnações que corrigirão, repararão a ao longo de milenares eh milenares, seculares, reencarnações a o processo violador. Ou seja, nós violamos as leis superiores da vida e ela determina a reparação. Não há perseguição, não há censura, absolutamente nenhuma censura do pai, do criador em relação aos seus filhos, que seria de plano um absurdo. Então, nós precisamos entender isso. Então, nós estamos caminhando dentro desse processo e o tema da noite, ai dos que o mal chamam bem e ao bem chama o mal, expressa uma condenação divina contra aqueles que distorcem a verdade. E nós vivemos esses momentos. Nós estamos vivendo esse momento em que mentiras são conduzidas para

amam bem e ao bem chama o mal, expressa uma condenação divina contra aqueles que distorcem a verdade. E nós vivemos esses momentos. Nós estamos vivendo esse momento em que mentiras são conduzidas para entender como verdade. E verdades também, ao contrário que são mentiras. E então nós estamos invertendo os valores morais e espirituais, fazendo parecer bem o que é mal, mal o que é bom. uma inversão da moral, onde ações, ideias ou valores equivocados são visto como corretos ou desejáveis. O que é bom é visto como errado ou indesejável. Qual foi a atitude do Mestre Jesus à sua época? Ele repreendeu grupos religiosos por se comportarem de maneira piedosa e justa exteriormente. Você via eles falando, parecia que ele eram justo, piedosos, mas serem interiormente orgulhoso e cheio de iniquidade, pois não praticava o que lecionavam ao povo inculto, agindo com extrema hipocrisia. Então, esses que alegavam tudo saber, que conheciam da lei e conheciam, mas usavam em proveito próprio, ostentavam santidade e sabedoria, foi advertido por Jesus. que dissera Jesus: "Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas, hipócritas." Jesus era severo quando era preciso. Não havia meas palavras. Ele entendia o que estava por detrás do pensamento dos escribas e fariseus e o chamou claramente de hipócritas. Então não é diferente nos dias de hoje. Aí é que está na prática dos atos dia de hoje. Valorize ideias valores errados, visto como correto ou desejáveis. Contudo, o que é bom é visto como errado ou indesejável. é uma inversão, um desvio da moral que leva o ser à prática de injustiça, como a de justificar um ímpio, ou seja, aquele que pratica atos contrário às leis de Deus, que vivem à margem da sociedade e da vontade de Deus. E nos leva também a negar o justo que serve, que age de acordo com os princípios de roteiros divinos. É a inversão completa dos valores. Ai dos que ao mal chamam o bem e ao bem chamam mal. É uma expressão de condenação. Olha aqui, ó. Ai. Ai é uma advertência. Tá dizendo cuidado. Cuidado com o que

nos. É a inversão completa dos valores. Ai dos que ao mal chamam o bem e ao bem chamam mal. É uma expressão de condenação. Olha aqui, ó. Ai. Ai é uma advertência. Tá dizendo cuidado. Cuidado com o que faz. O ai é uma advertência. É uma interjeição que está nos dizendo para ter cuidado, atenção para o que fazemos, para o que falamos. É a atenção completa, indicando um caminho de ruína ou sofrimento para aqueles que adotam essa postura. A frase condena as pessoas que promovem a falsidade e a pervicidade, glorificando o que é prejudicial e condenando o que é benéfico, correto? Então, em síntese, tudo isso nos leva a um processo extraordinário. Estou convocando a todos os meus irmãos a despertar a sua consciência cósmica, a nossa consciência cósmica, a nossa consciência do divino, dessa coisa que tá em nós e que dormita na intimidade da alma e que precisa expungir, vir para fora para traduzir a nossa realidade. Então, aos espíritas cabe inteirar-se da verdade, o que implica no despertamento da sua consciência cósmica. É um processo de renovação íntima. Conheça ti mesmo, Burilamento, que busque entender a sua, a nossa identidade. Precisamos entender. Nós vivemos a personalidade. Eu me chamo João, Clara, Pedro, Carlos, enfim, isso é personalidade, mas eu preciso identificar a minha individualidade, o meu espírito, quem eu sou em essência divina. E então precisamos despertar. Temos como hoje objetivo alcançar esse estado de equilíbrio e ao fazê-lo nos aproximarmos mais de Deus. É um é um processo pessoal. Ninguém pode fazer esse roteiro por nós. É um rote é um é um processo interno impulsionado pela busca da moralidade que se manifesta através de uma visão mais profunda conectada à realidade. Porque nós não vivemos a realidade do espírito. Vivemos a ilusão do mundo físico. Precisamos transformar e buscar a nossa realidade espiritual. essa consciência universal, uma consciência maior que a base invisível da nossa realidade humana, que só é acessada e conquistada através do autoconhecimento.

ar e buscar a nossa realidade espiritual. essa consciência universal, uma consciência maior que a base invisível da nossa realidade humana, que só é acessada e conquistada através do autoconhecimento. Conhece-te a ti mesmo. prerrogativa eh invocada pelo filósofo da antiga Grécia, eh, Sócrates. Então, precisamos despertar a consciência que envolve a compreensão do que está além do plano material. Não é um local celestial, porque quando a gente fala em ampliar a a consciência, a gente precisa imagina como o céu de outrora, um lugar fixo num plano, né, espiritual, lar, uma casa construída. Não é bem assim. É tudo processo mental, porque nós circulamos neste mundo das emoções, dos sentimentos. Portanto, dentro de cada indivíduo, o despertar-se desenvolve, desenvolve a nossa maior maturidade, como diz a querida Joana, e responsabilidade pelos nossos atos, porque praticamos os atos concetâneos com os ideais do cristianismo. Há sinais. Há sinais comportamentais e mentais para os que buscam significado e propósito da vida. Será que nós já beiramos, nos abeiramos desses sinais? Então eu faço a seguinte pergunta aos queridos irmãos. Há em vocês um desejo profundo de viver uma vida com mais sentido, afastando-se do superficial e buscando um propósito maior com a sensação de que a vida normal é vazia? Hum, eu garanto que sim. Nós estamos nesse estágio, nós estamos procurando menos coisas materiais, pois há uma percepção de que a leveza aumenta com menos bem. Sente-se e compreende-se as emoções dos outros de forma mais intensa, o que leva a um desejo de ajudar e de desenvolver atividades, como, por exemplo, de caridade. Bom, encerrando, esses são os primeiros passos. Você está despertando, meu querido irmão, está despertando a sua consciência cósmica. Você não é mais aquele ser obtuso que via Deus no raio, que via Deus no trovão. Deus é muito maior, é de uma beleza extraordinária. Quem se aposta dessa consciência divina não retorna mais ao seu estado primitivo. Não há mais dúvida.

que via Deus no raio, que via Deus no trovão. Deus é muito maior, é de uma beleza extraordinária. Quem se aposta dessa consciência divina não retorna mais ao seu estado primitivo. Não há mais dúvida. caminharemos mais firmes e seguras. Aos espíritas é especial lembrar que a prática da caridade do esforço pelo aperfeiçoamento moral são essenciais para a evolução do espírito. Vejam, prática da caridade e o aperfeiçoamento moral. conhece-te a ti mesmo. Volto a repetir, nesse trajeto libertador, porém, não podemos esquecer o principal objetivo da jornada, o amor ao próximo. Que a paz do meigo Rab Galileia, o amorável Jesus. Seja sempre em nossos corações. Retorna em paz, que alegria é a alegria de servir. Em nome daquele que tudo mostrou através do amor e como recompensa foi crucificado. Lembrem-se disso. Nós temos muito mais. a pagar. Obrigado pela atenção e carinho de sempre. Que assim seja. Fazer a nossa prece. Nós queremos agradecer a Deus, a Jesus e agradecer esses abnegados amigos espirituais que aqui estiveram conosco nessa noite. Agradecer pela oportunidade de estarmos reunidos, Senhor. Agradecer pelo prato de comida que nos foi ofertado à mesa no dia de hoje. agradecer pelo teto que nos abrica, pela roupa que nos aquece o corpo, agradecer pela família que temos, agradecer, Senhor, por esta cidade que nos acolhe. Agradecemos também pelo dia de ontem, pelo dia de hoje e antecipadamente pelo dia de amanhã, mas que amanhã possamos ser melhores do que hoje e que assim seja. Aqueles que vão fazer uso do Páscoa, por favor, pode guardar sentados que já serão chamados. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas. mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções,

ficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas. mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra

inais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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