Para Viver o Evangelho - 83

Mansão do Caminho 07/11/2023 (há 2 anos) 1:01:19 2,021 visualizações

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Transcrição

caros internautas estamos de volta com o nosso programa para viver o evangelho a equipe completa desta vez né tivemos algum tempo aí sem a possibilidade de Marcel está presente E hoje nós vamos tratar de um tema que de certa forma são eh lembranças do congresso Espírita da Bahia hum nós objetivamos entender o Centro Espírita com várias funções a função de acolhimento de hospital a função de Educandário a função de templo e a função de comunidade o nome já está dizendo comum unidade né É alguma coisa que vai além do que nós estamos acostumados de estarmos juntos em sociedade alguma coisa que aprofunda os vínculos das pessoas afetivos sociais espirituais econômicos e nos permite então Eh caminhar numa espécie de compreensão do que se chama hoje de unidade coletiva para chegarmos à Plenitude é necessário nós nos agregarmos isso eh faz parte desse processo dinâmico de construção de complexidades crescentes evolutivas Então nós vamos refletir sobre essa temática Lembrando que temos um relato histórico dos Atos dos Apóstolos escrito por Lucas que descreveu uma comunidade ou temos os livros de Emmanuel quatro dos romances que ele escreveu que tratam de microcom unidades em informação eh na época do cristianismo como nós pretendemos reviver o cristianismo nas suas origens colocamos uma pergunta para a nossa condição de espíritas da atualidade o que era mesmo viver na Eclésia é o termo de comunidade que alguns traduziram por igreja que depois foi deformado e passou a ser templo eh a construção de de pedra e Cal E por aí vai mas o que nos interessa mesm na noae para a plenit é como estab comunidade no século XX Então vamos refletir juntos aqui e deixamos em aberto as possibilidades de cada um comentar algum aspecto que parece pareça al significativo vamos comear por Marcel continuar com Nadia cementar com Jam nessas rodadas coloquiais vamos lá companheiros Caros Amigos que nos acompanham internautas que bom está de volta ao convívio Desde quinta-feira quando da abertura do nosso vio congresso o mais

om Jam nessas rodadas coloquiais vamos lá companheiros Caros Amigos que nos acompanham internautas que bom está de volta ao convívio Desde quinta-feira quando da abertura do nosso vio congresso o mais importante evento federativo do Estado da Bahia nós percebemos que naquelas quase 1200 pessoas havia uma Tima uma sede uma fome de reencontro o primeiro congresso presencial pós pandemia portanto as pessoas estavam sedentas de convivência o que já é um sintoma de qualquer comunidade quando está buscando a harmonia a convivência e por algum fator externo algum flagelo natural nós nos sentimos separados fica uma ânsia de reencontrar o outro permuta de novidades o abraço o afeto a troca de histórias as brincadeiras enfim aquelas 12 pessoas aproximadamente estavam ali se reintegrando na grande comunidade Espírita Estadual com gente de vários lugares do Brasil o sinal era o sintoma mais saudável de que a proposta o espírita no mundo o Espírita Vivendo em comunidade estava atraindo olhares atenções um colóquio muito bem coordenado onde a arte fez parceria com a ciência a ciência desembocou na filosofia a filosofia dialogou com a religião ou com a ética construindo aquela comunidade que estamos edificando pouco a pouco é certo que nos dias que se seguiram sexta o dia todo sábado o dia todo até domingo meio-dia tivemos extraordinários momentos de perceber que essa comunidade não está tão difícil de ser construída e em alguns lugares ela já desponta como uma realidade um sintoma saudável de que pessoas percebem a finalidade do Espiritismo muito maior do que apenas a prática dentro das quatro paredes da instituição o espiritismo parece algo pulsante que precisa de outdor ambulantes precisa de trabalhadores que possam levar para a loucura que tá nas ruas on é que est ansiedade a depressão o medo a solidão não só nas instituições no atendimento fraterno nas reuniões mediúnicas onde médiuns e Espíritos desencarnados confabulam as suas dores trocam as suas experiências a loucura a doideira como

a solidão não só nas instituições no atendimento fraterno nas reuniões mediúnicas onde médiuns e Espíritos desencarnados confabulam as suas dores trocam as suas experiências a loucura a doideira como diria José Raul Teixeira o medo a aflição estão nas calçadas nos ônibus nas viaturas nos metrôs nos aeroport nas vias dos supermercados nas feiras públicas onde as pessoas se entrechocam elas sentem falta de uma vida Comunitária mas por nós vivemos hoje Praticamente em verdeiros pombais os condomínios os imensos edifícios arranha céus onde cada um forja constrói a sua fortaleza de Aço de concreto de ferro de zinco de alumínio se afastando do outro e nós temos uma necessidade imensa de encontrar pessoas para dialogar foram os três anos difíceis da grande pandemia o congresso se propôs portanto a aprofundar aqueles conteúdos que nós analisamos aqui seja viajando pelo Paulo Estevão aquelas eclesias que o convertido de Damasco foi pontuando foi visitando foi fortalecendo foi abastecendo com epístolas quem Tia cartas naquela época escritas de punho próprio onde Saulo Paulo depois alimentaria com seu verbo inflamado com seu ardor aurid às portas de Damasco mais tarde as comunidades a que Kardec se referiu em obras póstumas no projeto 1868 e naquelas comunidades que que ele visitou em 1862 quando daquela viagem a Bordo de carruagens com rodas de ferro revestidas de madeira e o codificador foi ver a saúde foi ver a a fibratur do movimento Espírita que nascia na França Pois é entre quinta e ontem nós tivemos uma pequena amostra quão saudável é nosso movimento mas quanto ele pode ainda crescer para se tornar um grande organismo social preparando a era de regeneração pela qual todos nós ansiamos desde já é a formação da comunidade eh nas bases do Evangelho inspirada na comunidade dos primeiros cristãos relatada em Atos dos Apóstolos eu vou aproveitar esse momento para compartilhar uma reflexão que eu fiz lá atrás quando a gente estava trabalhando com o livro Paulo Estevão esse livro ele mostra a formação entre

Atos dos Apóstolos eu vou aproveitar esse momento para compartilhar uma reflexão que eu fiz lá atrás quando a gente estava trabalhando com o livro Paulo Estevão esse livro ele mostra a formação entre outras coisas mas ele mostra a formação dessa comunidade desde o seu iniciozinho ali quando eh Pedro Tiago e os outros eh tinham começado a a criar aquele aquele processo aquela não era ainda uma comunidade nesse sentido que a gente fala mas era já a comunidade daqueles que amavam e seguiam a Jesus e é interessante na ocasião eu quando a gente chegou no finalzinho que Tiago e Paulo se encontram já bem idosos com muitos anos de trabalho cristão e Paulo entende Tiago e Tiago entende Paulo e eles compreendem que na verdade o tempo todo estiveram fazendo parte de uma mesma construção a construção do Reino de Deus eu me lembrei disso porque na ocasião eu pensei assim a comunidade a gente percebe na Perspectiva enquanto você está fazendo e construindo você não tem como perceber isso essa é a minha percepção você não tem como perceber eu não acredito que aqueles seres estavam lá e diziam Olha que nós estamos vivendo uma comunidade cristã não eles estavam vivendo o ideal evangélico com toda a inteireza com todo o esforço e ao fazer isso dia após dia mês após mês ano após ano década após década eles conseguiram a a criação de Laços vibratórios laços eh espirituais muito profundos em torno do Cristo repare eu eu falei desse isso me veio na no encontro de Paulo e Tiago porque eles nunca se entenderam não só nunca se entenderam como se desentenderam várias vezes e o que impediu que ali eh surgisse um uma briga que desentendimento é uma coisa a outra que ali surgisse uma ruptura que ali surgisse um problema maior foi de um lado o fato de que eles estavam fazendo o seu melhor mas também porque eles tinham exatamente por isso o apoio do Cristo ali você tinha um Pedro que era assim um Simão Pedro que era acionado No momento um outro que chegava uma circunstância que vinha e aí eles

bém porque eles tinham exatamente por isso o apoio do Cristo ali você tinha um Pedro que era assim um Simão Pedro que era acionado No momento um outro que chegava uma circunstância que vinha e aí eles paravam eles respiravam eles ponderava eles cediam e eles iam construindo cada um mantendo o seu ponto de vista porque cada um tinha uma tarefa para sabe fazer então eu acho que para a gente construir essa Comunidade Cristã espírita na atualidade a gente precisa ter a mesma Dedicação à mensagem do mestre a mesma Dedicação à vivência da doutrina dia após dia mês após mês ano após ano década após década década e com issso estaremos criando e construindo através do cotidiano com seus embates suas dificuldades seus problemas aquela atitude Cristã aquela vivência Cristã mesmo com as nossas eh limitações e aí nós estaremos construindo juntos a primeira coisa que eu gostaria de dizer sobre isso é essa a perspectiva numa construção que necessariamente é através do tempo ela não é instantânea não é hoje vamos construir Hoje Somos uma comunidade ó que maravilha tem muita água para correr por baixo da ponte e quando você fala em tarefa n eu lembrei que quando Barnabé então em comunicação com Simão Pedro ele pede uma espécie de ajuda ou orientação e aí eh lembrando de Antioquia ele recebe então a sugestão de que procure eh Paulo dearo então para contribuir com o que ele sentia que faltava ali naquela comunidade e o que mais chama atenção em Antioquia Eh claro né Impossível não lembrar de Paulo Estevan e Emmanuel vai TR gente vai trazendo pra gente a ideia de sustentabilidade que é uma sustentabilidade em conhecimento então havia uma necessidade de ter aqueles que poderiam trazer o evangelho para os que vinham procurar algum consolo uma palavra palavra um despertamento ou algo parecido mas tinha também aqueles que estavam mais devotados ao trabalho do ponto de vista assistencial ou quaisquer outros até mesmo pensar naquela estrutura em como mantê-la e Antioquia tem essa tinha essa característica de

aqueles que estavam mais devotados ao trabalho do ponto de vista assistencial ou quaisquer outros até mesmo pensar naquela estrutura em como mantê-la e Antioquia tem essa tinha essa característica de ser um lugar que congregava eh os operários então ele vai ali descrevendo que essas pessoas que ali frequentavam a comunidade era do seu pró pró trabalho que elas tiravam o sustento da comunidade então não tinha uma espécie de falta tem afirmação havia riqueza mas era uma riqueza proveniente da Vontade que os integrantes da comunidade tinham de manter aquela eh vida e uma troca que tinha uma compensação que ela não está no campo monetário mas sim do que eles recebiam intimamente e era algo partilhado e lembrar que essa partilha ela não era eh sentida ou percebida por todos de uma forma igualitária tanto que Saulo quando ele é então convidado ele faz a a estabelece junto a Barnabé uma espécie de condição Eu posso ajudar nesse sentido aí de trazer entre aspas uma pregação lembrar que Paulo tinha essa possibilidade porque ele conhecia tanto o evangelho do mestre como a lei de Moisés então ele poderia dialogar com todos aqueles que ali estavam já era uma preocupação dos membros da comunidade de que embora a comunicação devesse ser feita e dirigida a todos ela precisava respeitar os diversos níveis de compreensão então não havia uma espécie de é melhor trazer Jesus ou não vamos mais abordar Moisés mas respeitar os pontos e os níveis trazendo o que havia de melhor em ambas as possibilidades de compreensão do divino Então já se percebe que a condução da comunidade busca então respeitar as características de quem ali se encontra mas também não comprometendo o que os ensinos vinham eh trazer e quando a gente vai pensar assim ah Saulo o grandioso e que de fato era ele opta por ser aquele que na comunidade que é o que nja foi trazendo é uma construção que ela vai acontecendo aos poucos ele primeiro eu começo a trabalhar Lembrar que no início ele não tinha ele não conseguia se expressar

que na comunidade que é o que nja foi trazendo é uma construção que ela vai acontecendo aos poucos ele primeiro eu começo a trabalhar Lembrar que no início ele não tinha ele não conseguia se expressar apesar da eloquência e da oratória que tinha então ele começou a trabalhar e só depois então é que ele consegue trazer esses ensinamentos ele ficou mais como um observador ali Barnabé mana inão mais esse papel de serem os destacados no momento de trazer o evangelho e ele continua trabalhando então na comunidade e se a gente eh fizer um um exercício de trazer isso paraas casas espíritas e pro nosso cotidiano tem uma mensagem de que na comunidade todos têm o seu lugar e seu espaço nem mais e nem menos privilegiado e não há privilégio assim encaixes para as construções evolutivas de cada um E todos contribuem com o sustento vibratório monetário arquitetônico daquele lugar que não é uma ideia de que eu preciso necessariamente manter faz parte da minha condição de quem preciso da comunidade sustentá-la sustentar a comunidade é sustentar também a mim na caminhada evolutiva então a comunidade é o meu próprio reflexo acho isso muito eh importante e gosto quando o Emanuel inclusive diz que a instituição de an tiquia na palavra dele é mais sedutora do que a de Jerusalém porque chegou o momento que a comunhão era tamanha e a entrega da comunidade por esse ideal se conformou que aqueles fenômenos das vozes diretas aconteciam de modo natural a inter existencialidade não era uma abstração ou será que acontece era um fato acontecia no dia a dia na partilha daquela comunidade e finalizo essa contribuição inicial Lembrando que Emmanuel faz uma espécie de listagem do que seriam as características da comunidade e ele traz confiança recíproca eu não tenho receio de críticas porque ali todos estão na mesma Faina e labuta por evolução então não tenho porque achir pedras porque eu tenho as minhas fragilidades e reconheço minhas potências os amigos são dedicados então eu posso contar com o apoio do

a mesma Faina e labuta por evolução então não tenho porque achir pedras porque eu tenho as minhas fragilidades e reconheço minhas potências os amigos são dedicados então eu posso contar com o apoio do outro na minha caminhada evolutiva e há uma boa compreensão e ele diz diz que esses três elementos são os alimentos que a alma precisa que esses alimentos estejam então em nossos centros espíritas e na vivência do dia a dia em comunidade bom prosseguindo essa reflexão eu retomo uma frase um um um trecho do Ato dos Apóstolos Lembrando que aquele grupo Inicial é descrito por Lucas como um só pensamento e um só coração ou algo semelhante né el tinham tudo em comum ora para nós estabelecermos um só pensamento parece-me que há um trabalho preliminar eh de eh construção do próprio conhecimento entre as pessoas hum é preciso que as pessoas tenham percepções pelo menos idênticas do ponto de vista eh do conhecimento que aquela comunidade vai exer tá para que a partir daí se derive condutas comportamentos atitudes em função dessa sabedoria estabelecida isso me parece que na instituição odierna é fundamental as pessoas se apropriarem desses saberes os saberes chamad espíritas é de uma forma consistente adequada eficiente e ao se apropriarem testarem testarem na própria vida o significado daquelas informações Esse é um primeiro ponto que me parece o mais fácil de se realizar para se estabelecer uma comunidade Ora como Nós aprendemos no pensamento Espírita A mesma leitura por diferentes pessoas em diferentes estos evolutivos gerará né algum tipo de compreensão diversa aí nos parece que nesse ponto é fundamental se estabelecer uma noção espectral evolucionista para que mesmo essas compreensões diversas elas não se situem no plano do eh antagonismo ou mesmo da eh lógica dualista do certo e errado que leva à supressão de uma de uma compreensão em relação à outra mas isso não elimina a necessidade e se ter uma compreensão muito clara do nível evolutivo de cada percepção da Leitura que se faz das

que leva à supressão de uma de uma compreensão em relação à outra mas isso não elimina a necessidade e se ter uma compreensão muito clara do nível evolutivo de cada percepção da Leitura que se faz das coisas parece-me que isso é fundamental E é claro que essa primeira aproximação que é de natureza intelectiva natureza do conhecimento ela vai de certa forma criar condições de aproximação por afinidades de percepções e isto vai favorecer esse trabalho de construção da comunidade há um conjunto de saberes que as pessoas os têm eh em comum e aí permite-se a possibilidade de fazer uma leitura da vida do mundo das circunstâncias com mais proximidade mais eh afinidade Como Eu mencionei anteriormente o que Vai facilitar de certa forma a a convivência agora isso não vai ocorrer eh de forma Universal eh de forma homogênea em todas as criaturas porque elas não estão no mesmo nível de maturação mas aí entra um facilitador eh da atualidade que é essa possibilidade de verificar qual é o nível de evolução que cada pessoa cada eh interpretação está permitindo e assimilá-la sem maiores problemas eh pelo fato de que podem coexistir diferentes níveis evolutivos no mesmo eh contexto na mesma eh ambiência no mesma comunidade como nós estamos pensando nessa história toda mas para fazer isso vai ser necessário então que hajam espaços eh trabalhos e convivências para saber os Como estão as pessoas e em que nível de maturação elas se encontram E é claro que esses agrupamentos não podem ser extremamente heterogêneos do ponto de vista de percepção da realidade nem de grande número de pessoas eh em princípio por quê porque simplesmente não haveria tempo e possibilidade eh de se escutar adequadamente cada cada criatura de se estabelecer vínculos que superem os medos e as inquietações eh decorrentes das eh condições das pessoas se exporem a toda uma cultura de receio em falar de si dos seus processos evolutivos principalmente porque as pessoas tendem a falar né dos seus modos interiores que levam a sofrimento angústia a

soas se exporem a toda uma cultura de receio em falar de si dos seus processos evolutivos principalmente porque as pessoas tendem a falar né dos seus modos interiores que levam a sofrimento angústia a inquietação e pode isso não ser aceita ela teme não ser aceita quando se desvela quando se mostra daí um célebre livre chamado porque tenho medo de dizer quem eu sou não é bem quem eu sou eh como eu estou evolutivamente e superar isso faz parte eh da construção existencial Comunitária para avançar um pouco mais esse é um tópico que me parece importante estarem juntos para compartilharem as experiências os saberes as vivências que tem eh em relação ao pensamento que deve uni-las de alguma sorte ao apagar das luzes do congresso ficou uma dúvida ficou Talvez uma interrogação seria possível na atualidade nesse mundo contemporâneo altamente tecnológico onde a cultura está quase toda centrada no virtual nós conseguirmos reproduzir o modelo daquelas comunidades daquelas eclesias de que fala os Atos dos Apóstolos e quatro principais romances de Emmanuel Esse é um Desafio porque vai necessariamente nós teremos que examinar variantes ou aspectos que identificavam que espelhavam aquelas comunidades de H 2000 anos para as de hoje o número de pessoas não deixa de ser um desafio quando numa instituição Você pode ter um atendimento Diário de 2 3.000 pessoas exigindo um corpo de voluntários de participantes que Beira aí a 300 500 pessoas e 500 pessoas juntas são 500 egos são 500 personalidades de distintas cada uma pensando em sua área nem sempre convergindo para a mesma ideia Já naqueles dias nós tínhamos a seiva nós tínhamos a substância do Evangelho unificando aquelas criaturas quando a comunidade do colegiado apostólico ficou sem Judas escariotes que era um personagem que divergia daquele grupo por acreditar que o triunfo do Cristo tinha que se dar em cima do carro da política do mundo após a saída dele e a inclusão de Matias que foi escolhido para o preencher recompondo os 12 nós notamos que aquela

ditar que o triunfo do Cristo tinha que se dar em cima do carro da política do mundo após a saída dele e a inclusão de Matias que foi escolhido para o preencher recompondo os 12 nós notamos que aquela comunidade estava muito unida eles conseguiam pensar cristianismo a mensagem de Jesus a orrida vivida diretamente com o mestre os 12 tiveram contato direto com ele Matias não há muita notícia que tenha conhecido Jesus pessoalmente mas é pelo menos aqueles 11 foram personagens que conviveram com ele e tínhamos um Pedro que era uma verdadeira balança era o apaziguador era o Pacificador se Tiago era um profundo defensor de que uma existisse uma ponte que ninguém ousasse derrubar nem implodir essa ponte entre o pensamento de Moisés e o o pensamento de Jesus mais tarde não teve jeito vai chegar o convertido de Damasco que não obstante Doutor da Lei formado dentro da mais profunda hermenêutica do Judaísmo pensava Jesus de um modo de expansão como levar Jesus para os gentios para os não judeus e o embate entre os dois é uma das páginas mais do Paulo Estevão porque houve um debate entre o pensamento de Tiago profundamente jidas de de judaico e o pensamento de Paulo que era um pensamento Progressista o outro era conservador Pois é a cisão o cisma da Igreja Cristã primitiva só não foi violenta al naquele período só não levou a comunidade ao arrasamento por causa da temperança de Pedro Pedro profundamente vinculado ao Espírito do Cristo pacificou um e pacificou outro não desautorizou Tiago não diminuiu o valor de Paulo convertido de Damasco apenas tentou dizer com palavras gentis e com diplomacia que era possível que as os dois pensamentos convivesse debaixo do mesmo teto à luz da caridade e da assistência aos filhos do Calvário aquilo diminuiu em Tiago o excessivo ardor o excessivo Zelo para com a mensagem de Moisés e fez Paulo entender de que o companheiro não obstante preso ao Torá era elemento importante daquela comunidade por ser elo entre aquela comunidade e o judaísmo que vigia ou que

m a mensagem de Moisés e fez Paulo entender de que o companheiro não obstante preso ao Torá era elemento importante daquela comunidade por ser elo entre aquela comunidade e o judaísmo que vigia ou que vigorava na sinagoga de Jerusalém de onde vi tinha muito suporte material para sustentar aquela casa é o próprio Emmanuel que dá notícia de que judeus influentes endinheirados tinham simpatia pelo trabalho caritativo que aquela casa produzia junto aos filhos do Calvário aos órfãos às viúvas aos doentes coisa que eles não faziam em Jerusalém a casa do caminho fazia daí em diante nós começamos a perceber que pode haver Pontes na área filosófica na área teológica na área da ciência absolutamente inexistente naquele passado eles não cogitavam de ciência mas como hoje nós temos o arcabouço a estrutura doutrinária do Espiritismo bem pensada por Allan Kardec que sonhou com aquela comunidade da Vila de segur pena que a desencarnação de Kardec impediu que ele materializasse aquela Vila uma espécie de domínio no coração de Paris onde os espíritas à medida que fossem envelhecendo fossem mergulhando no Crepúsculo da existência iriam habitar aquela comunidade Mas que coisa interessante seria uma comunidade de pessoas maduras de pessoas idosas todas pensando espiritismo nem o codificador conseguiu estagiar naquela comunidade porque a desencarnação o surpreendeu com 60 4 anos de idade 65 incompletos e ele não pôde ver aquela comunidade mas hoje temos alguns exemplos aí no Brasil em que tenta se instalar esta comunidade para pensar esse Evangelho não crido não comentado mas vivido experimentado onde um pensamento possa ser Unificado em torno de Jesus Cristo em torno daqueles que sofrem daqueles que estão mendigando estão atrás de uma revelação atrás de um consolo para suas aflições é vamos sonhar que daqui a 2 anos no 21º Congresso essa temática volte comunidade Espírita parte dois e com certeza é é desafiador eh para mim é muito claro que no nível evolutivo em que nos encontramos essa é uma uma tarefa

a 2 anos no 21º Congresso essa temática volte comunidade Espírita parte dois e com certeza é é desafiador eh para mim é muito claro que no nível evolutivo em que nos encontramos essa é uma uma tarefa fundamental primeiro e segundo essa é uma tarefa extremamente desafiadora Nós temos muitas eh muitos hábitos mentais a gente tem algumas fantasias de que as coisas podem ser bem fáceis e na verdade tudo é fácil depois que nós já conquistamos então depois que a gente atinge um certo nível de consciência dali para trás tudo é fácil porque é automático aquilo que nós queremos como um ideal significa que está no nível da casa mental que André luí colocou como o o último piso que é o superconsciente Né significa que é algo a ser construído no cotidiano então nós temos um esforço a fazer eh eh tem uma questão que André colocou a questão dos níveis de consciência tem questões que Jamile trouxe tem questões que Marcel trouxe agora eh Acho que todos concordamos que é fundamental E aí eu queria que a gente trouxesse da experiência de lá da casa do caminho onde houve desentendimentos conflitos partidos né quem é a favor de um quem é a favor de outro tudo isso muito familiar pra gente né tudo isso muito do nós da da nossa convivência porque seres humanos quando se reúnem eles tendem a eh ficar nessas miudezas então no caso da construção dessa comunidade ideal que nós almejamos o que seria o elemento que poderia digamos ancorar a construção a a doutrina espírita Mas na nossa ação seria a vivência da doutrina espírita eh através da mensagem do Cristo e quando eu falo vivência é um exercício cotidiano eu vou Recordar novamente a casa mental de André Luiz tudo que a gente não conquistou é preciso o uso da vontade para escolher fazer e a e da vontade para persistir até que esteja pronto Isso é muito difícil pra gente a gente se entus asma a gente se empolga e aí a gente começa a fazer as coisas e aí começa a ficar difícil porque temos dentro de nós o que Paulo chamou do homem velho temos dentro de nós aqueles

ente a gente se entus asma a gente se empolga e aí a gente começa a fazer as coisas e aí começa a ficar difícil porque temos dentro de nós o que Paulo chamou do homem velho temos dentro de nós aqueles hábitos e aquelas práticas que não facilitam a mudança então a gente fica tentado a desistir é difícil também porque vamos recordar das nossas experiências toda vez que a gente vê h mais de perto um projeto elevado amplo há uma tendência muito comum de que comecemos a cobrar dos outros aquilo nós vemos por exemplo muitas discussões muitas conversas sobre a amorosidade no centro espírita e eu pessoalmente nunca ouvi uma pessoa dizer assim olhe falta amorosidade no centro espírita porque eu não sou uma pessoa muito amorosa mas eu vou me esforçar e daqui por diante eu vou ser acolhedora eu vou não as pessoas começam falta amorosidade no centro espírita E aí diz porque Fulano Age dessa forma porque tal Centro Espírita faz de tal forma porque não faz tal outra coisa assim assim então não dá para construir uma comunidade espírito uma comunidade espiritual comunidade que reviva a comunidade dos primeiros cristãos se nós não começarmos do nosso próprio esforço repare que Jeziel entra na casa do caminho ele escuta ele traz ele aprende e ele se põe a trabalhar a fazer o melhor dele ali ele não começa a fazer uma lista do que é que tava faltando Ô Pedro por que não faz isso Tiago Por que não faz aquilo Fulano porque não faz aquilo outro eh a gente precisa parar de cobrar do outro o que nós achamos que é o melhor e pode ser que seja a vivência do evangelho ou você precisa ser mais fraterno você precisa ter mais paciência então Claro que precisa nesse planeta é difícil achar que não precisa isso mas aí se eu puder ser aquela pessoa que vai trazer mais Fraternidade mais paciência para as questões do dia a dia eu vou primeiro est muito ocupada para ficar observando o que é que os outros fazem eu deixo de fazer segundo eu vou trazer uma contribuição concreta efetivamente aquele Centro

s questões do dia a dia eu vou primeiro est muito ocupada para ficar observando o que é que os outros fazem eu deixo de fazer segundo eu vou trazer uma contribuição concreta efetivamente aquele Centro Espírita que supostamente não tinha pessoas amorosas vai ter pelo menos uma porque eu tô ali batalhando para ser amorosa e talvez nisso eu Descubra que não sou só eu que os outros também estão tentando que os outros também estão se empenhando então a vivência ela é fundamental no autoaperfeiçoamento contínuo na relação com as pessoas as relações individuais mesmo aquelas antipatias que a gente cultiva né aquelas aqueles aborrecimentos aqueles conflito zinhos que a gente mantém trabalhar isso do modo como nos ensinam os seguidores do mestre lá da primeira hora e na relação com o coletivo é interessante Marcel tava falando né da da das duas posições diferentes de Tiago e de Paulo as duas eram necessárias nenhuma das duas podia ser eliminada e a gente não tem essa perspectiva a gente pensa sempre que a opinião do outro a posição do outro precisa ser reformulada porque a minha é a melhor posição a minha pode ser uma ótima posição mas nunca vai ser a única tem que ter diversidade não existe comunidade com as pessoas iguais elas podem estar no mesmo nível evolutivo espiritualmente vibrar no mesmo ideal mas seram sempre pessoas diferentes com propostas diferentes e é isso que vai enriquecer a comunidade a gente precisa ter essa tolerância e essa aceitação no cotidiano na construção da vivência do evangelho e a questão da diversidade me lembra a própria escolha que Jesus fez quando ele então cria ali Digamos um seu grupo de trabalho a sua comunidade com os 12 apóstolos ele nem ele sabia que ele não podia fazer exigências descabidas porque cada um poderia ofertar determinada determinado resultado do seu próprio mundo interno a ideia do a cada um segundo as suas obras e tem algo em comunidade que eu acho de suma importância que é o fato de eu não poder pela minha própria condição

nado resultado do seu próprio mundo interno a ideia do a cada um segundo as suas obras e tem algo em comunidade que eu acho de suma importância que é o fato de eu não poder pela minha própria condição gregária estar no mundo sem que que o outro esteja ali junto comigo eu não estou falando de dependência eu estou falando de que toda a construção vai requerer esforço conjunto por mais que eu deseje por mais que eu anseie que eu sonhe eu vou precisar de outras pessoas de irmãos companheiros como queiramos denominar para que a gente consiga crescer junto quando a gente pensa assim Jesus é um espírito puro Ele trouxe o seu evangelho e a sua mensagem ele se bastaria Ok mas ainda assim ele precisou dos 12 e esses 12 foram precisando de outros e as comunidades se constituíram então por mais que tenhamos uma certa dificuldade ou que se constituia se constitua em desafio viver ou conviver com o outro Nós não temos outra saída vamos sempre precisar estar em conjunto em família com as pessoas no centro enfim a gente não tem escapatória e em não tendo esse exercício que é também uma tarefa evolutiva da convivência entre os diferentes é o que faz com que a gente eh cresça em respeito e até mesmo identificação daquilo que ainda pode causar no outro embaraço uma irritação às vezes eu tenho uma impressão eu não sei se é algo particular ou se vocês também eh refletem nesse sentido de que o fato de nos intitular noos espíritas já nos coloca num uma condição de superioridade ou de uma colocação súbita na condição de espíritos bons como nja sempre traz pra gente da escala a gente dá um salto e chega numa outra condição instantaneamente não é assim todos temos imperfeições temporárias isso já sabemos Mas vamos precisar aprender a lidar com o que cada um traz sabendo que se o outro me é antipático Eu também serei antipático para alguém mas também temos características a agradáveis e fazem com que a sintonia e afinidade se Estabeleça isso é vida em comunidade e não é só no centro is é na família em ambiente de

antipático para alguém mas também temos características a agradáveis e fazem com que a sintonia e afinidade se Estabeleça isso é vida em comunidade e não é só no centro is é na família em ambiente de trabalho em qualquer lugar em que um coletivo se reúna então quando a gente lembra da figura de Simão Pedro e até voltando para as nossas casas espíritas a gente vai ter uns perfis de liderança e nós vamos perceber que os perfis serão distintos assim como os trabalhadores isso não deveria se constituir em problema se voltássemos cada um para o seu mundo íntimo e lembrasse eu preciso fazer a minha parte a convivência a participação na comunidade são estratégias divinas para o meu crescimento evolutivo e não para me irritar e não para me perturbar não é Marcel que hoje acordou com a intenção de me pinçar não é isso Marcel é o que ele pode na condição evolutiva e na convivência eu vou buscar as formas de não me deixar levar a rodão por emoções de perseguição ou disso de aquilo discordar é natural a questão é que a gente não pode macular com isso a essência do Espiritismo nesse sentido é que a gente vai aprendendo que as coisas vão precisar de um certo eixo eu gostei de uma de uma expressão que tem eh em Paulo Estevão eh em que ele fala de um de uma ideia de que a liderança de Pedro ela trazia uma estrutura que ela não era não era passível de ser mexida mas ainda assim o seu silêncio e a observação das múltiplas manifestações não era algo que ele não se permitia todo mundo podia falar e expressar as suas ideias mas quando era preciso dizer nisso aqui a gente não mexe ele se colocava não com autoridade não com crítica não com uma postura de depreciar o que o outro D comunidade tem Esse aspecto uma comunidade para ser autêntica verdadeira e respeitosa ela não violenta ela não agride a linguagem é sempre da proatividade da consideração pelo que você é não preciso fazer com que o meu discurso e a minha postura para manter entre aspas a legitimidade do princípio doutrinário me leve a ser

guagem é sempre da proatividade da consideração pelo que você é não preciso fazer com que o meu discurso e a minha postura para manter entre aspas a legitimidade do princípio doutrinário me leve a ser aquele que se arvora a ser o agressor a ser o que causa as dissidências é sempre com uma postura de buscar trazer o outro para aquela minha condição mas insatisfação vai surgir irritação aquela sensação de que as coisas não caminham Mas isso é uma possibilidade de evolução no convívio para desmistificar também essa ideia de comunidade vai ter sempre o tempo inteiro aquela atmosfera de paz de Harmonia permanente estamos humanos em processo de burilamento então perceber que o outro Tem dificuldades faz parte da caminhada como cada um de nós também tem desafios a superar e Talvez nem consigamos nos dar conta do quanto o outro que às vezes até criticamos nos respeitam e suportam a imperfeições que talvez nós ainda não tenhamos eh tomado consciência disso e quando falo em perfeição é entender que é o estado evolutivo em que nos encontramos Mas uma vez reforçando que ele é temporário e nesse espelhamento ele pode então eh ou ser reduzido ou chegar a um ponto em que ele não mais exista e Marcel me trouxe uma reflexão Será que a questão virtual iria então superar E aí eu lhe digo Marcel e e Compartilho né com peixinho com Nádia e todos os que estão aqui com a gente o que eu mais ouvi principalmente dos participantes dos grupos de autoconhecimento virtual é o grupo é bom né Sempre tinha esse início com palavras variadas mas o complemento era mas não substitui o encontro e a convivência o abraço a escuta o toque o que o outro está ali comigo e que a nossa caminhada é próxima e é nisso que a gente se fortalece por um ideal que no nosso caso é o espiritismo tendo Jesus na condição de nosso modelo e guia bom parece-me que e essa questão de construir afinidades e criar uma nova unidade coletiva mais complexa e mais rica eh eh passa por uma superação da do aprisionamento das formas das contingências exteriores e do

e que e essa questão de construir afinidades e criar uma nova unidade coletiva mais complexa e mais rica eh eh passa por uma superação da do aprisionamento das formas das contingências exteriores e do jeito de fazer as coisas isso me parece bem importante eh enquanto nós estivermos numa situação eh egóica e pensadora de que a forma X ou Y é definitiva é permanente ou é apropriada e como única possibilidade então nós teremos problemas mas se a gente centrar na ideia de evolução no farol que ilumina essa evolução que é a Plenitude a sabedoria o Divino e mesmo tendo formas diferentes podemos estar caminhando eh processualmente para esse tipo de realização eu acho que isso reduziria drasticamente as as disputas as confusões as as querelas porque simplesmente o que interessa não é o jeito de fazer as coisas o que interessa é o processo dinâmico de aproximação com o Divino com o transcendente e a sua manifestação nã isso me me me remete a um conto de tostoi que falava de um Vigário que quis de um paroco que quis ensinar preces a uns indivíduos que eram nativos de uma ilha e que não sabiam eram analfabetos e chegando lá ensinou o Pai Nosso mas retornando verificou que enquanto ele estava na no barco no três pontos os Luminosos apareceram e se materializaram frente a ele ou se se projetaram frente a ele eram os três analfabetos que disseram olha esquecemos depois de vir a nós Qual é a frase do Pai Nosso ora aquele indivíduo que estava ali para ensinar viu que a forma era irrelevante porque aqueles outros na sua ignorância catequética eram superiores emem termos de manifestação eram capazes de levitar de se apresentar luminosos e a fórmula do Pai Nosso era uma fórmula que não era necessária para eles Foi aí que o pároco disse olha é melhor vocês rezarem como sempre o fizeram a forma é de pouca relevância eh quando comparada com a essência daquele processo daquela dinâmica evolutiva Ora se nós abstrair isto os os modos de operação de um modo geral e nos preocuparmos com e com aqui

é de pouca relevância eh quando comparada com a essência daquele processo daquela dinâmica evolutiva Ora se nós abstrair isto os os modos de operação de um modo geral e nos preocuparmos com e com aqui aquilo que é essencial que é o processo dinâmico evolutivo parece-me que será muito mais fácil conviver primeiro porque torna desnecessário esses julgamentos eh centrados na exterioridade Isso vai ser irrelevante segundo porque cada um saberá ver se é mais evoluído o espectro menos evoluído mas como uma espécie de eh modo existencial que vai ser superado e isso vai fazer desenvolver uma espécie de partilha de comunhão muito mais eh significativa e mais eficiente do que aquela que é centrada em hábitos em exterioridades em comportamentos que aparecem o que importa é o que é o transformismo de cada um eu acho que esse segundo esse esse ponto é fundamental tal para se construir uma uma comunidade que possa representar o evangelho em Plenitude na atualidade recordo aqui em forma de homenagem que quando um congresso se ergue muita gente nem pensa que por detrás dele um ano um ano e meio antes tinha uma comunidade pensando o tema os expositores a dinâmica o local os métodos os meios que vão se realizar a captação de recursos como foi a comunidade funcionando nos domingos à noite sempre pela internet as reuniões patrocinando de que aquela comunidade fosse apertando os laços em torno de realizar esse evento cujas luzes se apagaram ontem ao meio-dia e em 2025 vão voltar a ser acesas porque o ano que vem tem contto estadual e enquanto o congresso está sendo realizado muita gente nem se deu conta de que havia comunidades ali separadas um pouco separadas mais agregadas dando suporte em áreas específicas área médica eu estive lá no posto havia gente profundamente abnegada que não assistindo o congresso assistia o congressista doente o congressista com dor de cabeça o congressista com cólica com algum mal-estar até mesmo natureza psíquica e quando as luzes se apagaram ontem meio-dia a comunidade da turma que fica

ngressista doente o congressista com dor de cabeça o congressista com cólica com algum mal-estar até mesmo natureza psíquica e quando as luzes se apagaram ontem meio-dia a comunidade da turma que fica para desmontar o espetáculo não foi embora até no meio da tarde tinha gente empacotando livros tinha gente organizando os espaços para trazer tudo de volta para o prédio da feeb essa comunidade é que eu daqui reverencio o que mostra pessoas que estão Unidas vestindo a mesma camisa rosa lutando para que se fechasse da melhor maneira possível já seja talvez aí a base já seja o exemplo da comunidade que estamos sonhando porque emo diz que a melhor Diretoria de um Centro Espírita é composta de três pessoas três pessoas devem compor a diretoria de um Cent espírit segundo emano um ausente um doente e um presidente pouca conversa e muito trabalho e nisso prossegue a atividade para a realização então alguém se abn em comunidades menores Unidas por afinidade de trabalho a fim de garantir de sustentar que a comunidade maior se iluminasse e se rejubilar em Cristo Jesus eu vou colocar muito brevemente um aspecto que eu não tinha trazido mas é fundamental falamos de dificuldades de desafios de diferenças de esforços Mas tem uma coisa que uma comunidade dessa qualidade provê e que a comunidade cristã primitiva também provia que é a o alimento espiritual fazer parte dessa comunidade significa nunca estar só não no sentido de companhia no sentido de suporte de apoio de se ver envolvido amorosamente fazer parte dessa comunidade é receber uma qualidade espiritual que sozinho provavelmente a pessoa o indivíduo não conseguiria produzir mas fazendo parte daquele coletivo que conjuntamente se empenha na construção do Reino de Deus você recebe esse alimento das Almas que André Luiz é como André Luiz diz o amor alimento das Almas uma qualidade de amor espiritual recebe um fortalecimento recebe uma conexão com níveis mais altos que sozinho você não sustenta então sim é fundamental construir sustentar e

o amor alimento das Almas uma qualidade de amor espiritual recebe um fortalecimento recebe uma conexão com níveis mais altos que sozinho você não sustenta então sim é fundamental construir sustentar e participar de comunidades para a construção do bem para a vivência do do Evangelho da doutrina espírita porque difícil como seja desafiador como seja é onde nós conseguimos eh vislumbrar além daquilo que a gente sozinho consegue porque juntos somos com certeza muito mais fortes também serei breve seguindo exemplo de Nadia e trago duas frases ou duas afirmações também de Paulo ST uma é de Barnabé e uma passagem de Barnabé e Paulo em que a afirmação de que ambos haviam experimentado a dificuldade do serviços mais rudes muita vez se viram perplexos com os problemas intricados da empresa em troca da Dedicação fraternal haviam recebido Remo açoites e acus pérfidas Contudo não obstante o abatimento irradiavam ondas invisíveis de intenso júbilo espiritual que é o que Nadja nos trouxe deste alimento é que entre os espinhos da estrada escabrosa os dois companheiros logo comunidade não se constrói com alguém de forma isolada os dois des assombrados mantinham ereta a cruz divina e consoladora espalhando a mancheias as sementes benditas do Evangelho da Redenção e a última que traduz comunidade e pode ficar para nossa reflexão é do próprio Paulo quando diz o serviço é de Jesus e não nosso se cuidarmos muito de nós mesmos nesse capítulo de Sofrimentos não daremos conta do recado e se paralisarmos a marcha nos lances difíceis ficaremos com os tropeços e não com o Cristo agora que chegamos ao final desse encontro praticamente eu quero lhe Recordar que esse esforço é um esforço evolucionário que vem da ideia de que a fragmentação existente no Cosmos o múltiplo caminha pro um que aquele espírito gregário que nós encontramos na lei da sociedade escrita no Livro dos Espíritos é função dessa grande construção nós recordamos de vez em quando que esta um identificação de um com outro formando

rito gregário que nós encontramos na lei da sociedade escrita no Livro dos Espíritos é função dessa grande construção nós recordamos de vez em quando que esta um identificação de um com outro formando algo novo pode ser muito bem Vista lá na Química quando o hidrogênio se encontra com oxigênio e forma algo completamente inesperado em termos de qualidades quando se estuda os elementos que compõem a água né a água é um solvente Universal o oxigênio é um eh necessária a combustão o hidrogênio é algo que é combustível olhando um e outro não há possibilidade de se perceber a existência da água assim também nas comunidades quando se juntam pessoas com talentos diferentes eh reportagens de experiências pessoais significativas Pode surgir algo novo bastante criativo que nenhum dos indivíduos ali isoladamente alcançará E se nós pensarmos que o caminho da evolução é para a totalidade o um a comunhão com Deus então estabelecer propósitos comunitários é um passo significativo na ampliação da nossa consciência na nossa integração nesse nosso impulso evolucionário até chegarmos a essa Plenitude por isso que a gente insiste Na necessidade de caminharmos cada vez mais para essas complexidades que sabemos que são novidades existenciais porque estamos muito ainda na consciência autocentrada ou egóica para todos vocês que nos assistiram até aqui a reflexão de que caminhar é preciso até a unidade Total plena absoluta isso significa desvestirse do provisório do transitório da forma que limita da experiência que é restritiva para viver a amplitude eh a comunhão A bem-aventurança que é o nosso grande Anseio para aquelas pessoas que estão esperando qual vai ser o próximo livro aguardem né Vocês inclusive podem qual vai ser o próximo livro e vamos estudar plenamente como trabalharemos essa questão podemos tomar uma decisão Comunitária né a partir dos próprios pretendentes aos nossos estudos e a todos vocês bons sonhos comunitários afinal de contas Este é um passo evolutivo que vai nos atrair pela

demos tomar uma decisão Comunitária né a partir dos próprios pretendentes aos nossos estudos e a todos vocês bons sonhos comunitários afinal de contas Este é um passo evolutivo que vai nos atrair pela riqueza pela beleza pela possibilidade de expresarnos muito mais existência especialmente do que no isolacionismo ou nos pequenos grupos e que podemos existir ainda na atualidade Boa noite para todos vocês

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