Para viver o Evangelho 156 - Estudo da obra "Ave, Cristo!" Perguntas e respostas sobre a Parte I
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Meus amigos, minhas amigas, a todos que estão aqui no salão da FEB para assistir o programa para Viver o Evangelho presencialmente e para aqueles que remotamente toda segunda-feira nos acompanham ou por razões de compromissos deixarão para assistir o programa na terça, na quarta, já que ele fica depositado no YouTube. Como sempre, iniciamos com alguns avisos de natureza federativa, recordando que esse mês de abril nós temos um feriadão na semana, terceira semana é um feriado religioso e nós vamos aproveitar para realizar em Feira de Santana o CONEG, o Congresso de juventudes espíritas do Nordeste. virão comitivas dos nove estados do Nordeste para participar desse encontro de juventude. Então, será na Princesa do Sertão, nome que é dado carinhosamente à cidade de Feira de Santana. Em outubro, dia 30, uma quinta-feira à noite, teremos a abertura do nosso 21º Congresso Espírita da Bahia, que se estenderá até o domingo, por volta de 1 hora da tarde, dia 2 de novembro, de modo a passarmos esses dias de quinta noite até domingo pela manhã em um doce ágape, troca de experiências, reencontro de amigos de vários lugares da Bahia. E sempre temos caravanas que vem de outros estados vizinhos e até de estados do Sudeste, do Centro-Oeste e do Sul do Brasil para assistir nossos certames doutrinários. Se você é uma maneira de se inscrever neste congresso que já está aberto, procure o site da Federação Espírita do Estado da Bahia e lá nesse site você vai encontrar o link que vai lhe remeter para as informações, o questionário com aquelas perguntas básicas e o modelo de inscrição para este congresso. Não fique de fora, porque estamos aguardando você pra gente discutir nascer, viver, se desenvolver, morrer, renascer, progredir sempre. Tal é a lei. Portanto, é a nossa homenagem aos 160 anos do livro O céu e o inferno, que está completando o seu Sesc Centenário, mais 10 anos, 160 anos de publicação em Paris. Como é natural, as emoções na nossa noite estão em alta, porque durante s semanas, desde o dia 17 de fevereiro até
stá completando o seu Sesc Centenário, mais 10 anos, 160 anos de publicação em Paris. Como é natural, as emoções na nossa noite estão em alta, porque durante s semanas, desde o dia 17 de fevereiro até a data de segunda-feira próxima passada, nós examinamos, na medida do possível a extensão, a dramaticidade, o enredo de inúmeros personagens nos sete primeiros capítulos de AV. Cristo, a obra extraordinária de Emanuel, narrando a saga de um pai, descendo a terra para vestir matéria e socorrer o filho perdido no materialismo e nos enganos da mocidade. Agora nós encerramos e hoje dedicaremos a fazer uma análise, um Vale a Pena Ver de novo, por que não repassar os sete capítulos que se foram e nos prepararmos para semana que vem? adentrarmos nos sete capítulos que vão culminar com este livro de um impacto muito grande. Por isso mesmo, hoje nosso modelo vai se cingir a questões, a propostas, a um diálogo livre, de modo a examinarmos esses sete capítulos que nos levaram às lágrimas nas noites de maior emoção. Para isso, a nossa coordenação passa a ser agora de nossa companheira Jamille. Boa noite aos presentes, aos nossos internautas e como Marcel colocou, vamos hoje fazer algumas perguntas, tanto para Marcel quanto para Naja, para que relembremos esses momentos tão especiais apresentados por esse livro. Lembrando que os que estão aqui presencialmente podem deixar ali os papeizinhos com perguntas e os internautas também, se o desejarem no chat. A primeira pergunta, eu gostaria de relembrar o prefácio. É importante também que não estejamos apenas olhando para os capítulos. do prefácio também traz um grande aprendizado e nele a gente encontra a afirmativa trazida por Emanuel que a ideia divina requisita braços humanos. Além disso, ele apresenta o espiritismo como a revivescência do apostolado redentor do evangelho e clama desse modo por almas valorosas no sacrifício de si mesmas. Nesse sentido, eu pergunto a Naddia. Naddia, como nós, os espíritas podemos compreender e, acima de tudo,
olado redentor do evangelho e clama desse modo por almas valorosas no sacrifício de si mesmas. Nesse sentido, eu pergunto a Naddia. Naddia, como nós, os espíritas podemos compreender e, acima de tudo, concretizar esta afirmativa feita por Emanuel. Uma boa noite a todos os que estão aqui conosco, que estão nos assistindo pela internet. uma alegria podermos travar esse diálogo que fazemos periodicamente. Eh, acho que a primeira coisa que a gente precisa pensar em relação a isso, a essa colocação de Emanuel, é que ela se refere à lei de progresso que vige em todos os processos da criação. Então, no nível físico, no nível espiritual, no cosmos, no nosso planeta, a nossa humanidade, ela vem fazendo o seu processo evolutivo no nível de coletividade. Então, a Terra já foi um mundo primitivo, atualmente é um mundo de expiação e provas e, segundo todas as informações da espiritualidade, ela precisa avançar. E a Terra vai avançar quando a humanidade avançar. Então, se trata de um avanço na consciência de cada um de nós, seres humanos, formando um coletivo de seres mais evoluídos, de espíritos de segunda ordem. Então, o esforço é de evoluir. O evangelho, ele chega ao mundo num momento em que a humanidade estava pronta para recebê-lo. Jesus é o governador do planeta. Isso não é feito sem planejamento. Então, quando Jesus vem e traz a mensagem do evangelho, é porque naquele momento a humanidade estava pronta para receber o evangelho. Sabemos que isso se circunscreveu no momento às populações da Ásia e da Europa, né? Mas aí a gente tinha povos em outras partes, na África, na própria América, etc., que não foram afetados diretamente, mas se tratava de uma mensagem espiritual. Então o processo foi desencadeado, chega no século XIX e é o momento da doutrina espírita, da atuação da equipe do espírito de verdade, trazendo uma mensagem que agora sim havia conhecimento intelectual suficiente, havia experiência da humanidade também suficiente. Nós já tínhamos ali mil e tantos anos convivendo com a mensagem de
de, trazendo uma mensagem que agora sim havia conhecimento intelectual suficiente, havia experiência da humanidade também suficiente. Nós já tínhamos ali mil e tantos anos convivendo com a mensagem de Jesus, vivenciando da forma possível, mas criamos uma civilização que se dizia cristã e se diz cristã até hoje. A vivência do cristianismo, no entanto, ainda é difícil para seres que se colocam focados no interesse pessoal. Então, eh, quando, eh, você pergunta, Jamile, como é que a gente aplica essa mensagem de Emanuel hoje? Nós vamos, eh, trabalhar a partir da essência. Qual é a essência? É a transformação. Tal como os primeiros cristãos que reencarnaram no momento de transição, pode não parecer historicamente, mas hoje a gente sabe, o Império Romano estava, não é, se findando. Era uma era que se falava. depois vem a idade média, etc. Mas sobretudo eles estavam ali, os primeiros cristãos, para exemplificar a nova proposta, a boa nova, que é o evangelho. Hoje nós estamos aqui no momento em que precisamos fazer um avanço espiritual para exemplificar a boa nova que continua sendo o evangelho e que hoje nós temos o ensino dos espíritos que reúne os avanços intelectuais que a humanidade fez em termos de filosofia, em termos de ciência, aos processos das consequências morais, das consequências espirituais das leis divinas. O que é que a gente vai fazer? Nós vamos ficar pensando que vai ser igual? Não. Na forma nada nunca é igual. A essência é que nós precisamos, tal como os primeiros cristãos, vivenciar aquilo em que cremos. Esse é o ponto chave. Como é que nós vamos vivenciar a doutrina espírita na sua condição de cristianismo rediv vivo? Nós vamos conhecer a doutrina. A gente não vivencia uma coisa que a gente não sabe o que é, que está cheio de achismos e de repetições de padrões de séculos anteriores, de reencarnações anteriores. Vamos conhecer a doutrina, vamos conhecer a nós mesmos, porque conhece-se o verdadeiro espírita pela sua transformação moral e pelo esforço
padrões de séculos anteriores, de reencarnações anteriores. Vamos conhecer a doutrina, vamos conhecer a nós mesmos, porque conhece-se o verdadeiro espírita pela sua transformação moral e pelo esforço que emprega em dominar as suas más inclinações. Se eu não me conheço, como é que eu posso me transformar? Eu não sei o que é que tem que ser transformado. Então, o autoconhecimento, a honestidade consigo mesmo, a humildade de reconhecer as limitações e as necessidades de avanço e de programar isso, fazer o bem em todas as oportunidades, realizar o bem, a amor ao próximo, caridade no sentido que Jesus entendia e fazer a conexão com o alto. Porque tudo isso, todo esse processo é dirigido pela espiritualidade maior. No caso do nosso planeta, não é à toa que a gente diz que Jesus é o governador. Jesus é o espírito puro que tomou a si o cuidado com essa coletividade humana, pelo intenso amor que ele tem por nós e pela capacidade de sustentar a nossa caminhada evolutiva. Então, vamos viver o momento presente com toda a consciência de que é preciso exemplificar o novo. É preciso exemplificar o evangelho, é preciso exemplificar a doutrina dos espíritos, conhecendo a nós mesmos, conhecendo a doutrina, fazendo o bem e sempre nos ligando a Jesus. Muito bem, N. Obrigada, Marcel. Agora contigo, no capítulo um da obra AV Cristo tem diversos acontecimentos interessantes. Como a gente não pode ficar em um último capítulo porque a gente precisa rever algum modo os sete, eu destaco três pontos importantes e gostaria que você os rememorasse para todos nós. O primeiro é amizade entre Cláudio e Quinto Varro. O segundo, que era a grande aspiração de Quinto Varro em relação ao seu filho, Taciano. E o terceiro ponto, que é o fato de Taciano sentir o incômodo ou inquietação quando o pai dele se aproxima e estava então Taciano mergulhado em sensações de natureza inferior. Importante destacar que no capítulo 1, Emmanuel se refere à turbulência que o Império Romano enfrentava à época. Já eram 200 anos
a e estava então Taciano mergulhado em sensações de natureza inferior. Importante destacar que no capítulo 1, Emmanuel se refere à turbulência que o Império Romano enfrentava à época. Já eram 200 anos desde do aparecimento de Jesus na Terra. E o império atravessava aquele período truanesco em que os imperadores subiam num dia ao poder e eram derrubado ao cair da tarde. Geralmente assassinados. e de Nero aos antoninos, portanto aos antoninos que nos interessa, porque aí nós temos Caracala, depois eh Máximo Severos, um dos seus filhos, Maximino e outros que foram até o ano mais ou menos 250. Todos eles desenvolveram uma perseguição ao cristianismo implacável. Era a sensação de que o cristianismo, no obstante de Zemano, avançar no mundo e Roma começava a agonizar o paganismo, a perseguição e a mortandade eram implacáveis. Até Dioclesiano em 305. Ora, mas Emana diz algo exatamente que reflete. A primeira questão é enquanto a turbulência tomava conta do mundo, nas esferas espirituais, a dinâmica era intensa para acelerar o desenvolvimento do cristianismo na Terra. Quanto mais se matavam cristãos, mais cristãos se reencarnavam na Terra. E eles iam lentamente no trabalho de formiguinha, fragilizando o paganismo que ia sendo ouvidado, ia diminuindo a sua intensidade, os templos iam se convertendo em igrejas, de modo a não adorar mais os deuses de pedra da velha mitologia grega, transformada na mitologia romana com outros nomes. Deus lá, Júpiter, aqui Laba aqui, Dionísio, já ia modificando, La Posseidon, aqui Netuno e assim sucessivamente. Portanto, no mundo espiritual, em nas cidades mais próximas da Terra, havia uma efervescência de candidatos a descer à matéria. Espíritos redimidos, profundamente tocados pela mensagem de Jesus, que desejavam servir nas fileiras. De onde vem, portanto, o brado. Curioso que Emanuel fecha o prefácio com essa frase e fecha o livro com essa frase dita pelos lábios de Quinto Varro após a desencarnação. Ao lado do filho, outro personagem à época. Quinto
, o brado. Curioso que Emanuel fecha o prefácio com essa frase e fecha o livro com essa frase dita pelos lábios de Quinto Varro após a desencarnação. Ao lado do filho, outro personagem à época. Quinto Varro. Ave Cristo, aquele nós, aqueles que aspiramos à glória de te servir, te saudamos e te homenageamos. Esse era o brado. É quando então ocorre que um espírito desencarnado de envergadura espiritual muito nobre que entvarra o nosso personagem se encontra com o emissário das esferas maiores, que era seu amigo pessoal de muitas existências, Cláudio. E os dois naquele abraço de velhos amigos que se reencontram, um guindado à esfera mais alta e outro ainda vinculado aos círculos evolutivos da matéria, um tá na dependência do outro. Então Quintuvar faz o apelo: "Desejo voltar à matéria". E Clodio estranha o pedido, mas percebe que o amigo tem alguma coisa na retaguarda, um filho taciano. E ele tem a autoridade de conceder tempo e a reencarnação e concede sem tergiversar, sem mais discutir. Não adiantaria discutir com o amor de Quinto Varro, era incondicional por aquele filho. Ele dá 20 lustros, portanto, um prazo de 100 anos, de modo que ele pudesse utilizar. E paraa época, 100 anos era muito tempo, dava para se reencarnar três vezes, mais ou menos reencarnações de 30 anos. Hoje 100 anos é uma reencarnação só que estamos vivendo muito mais tempo, beirando já os 80 de idade. Portanto, quinto Varro se aproveita dessa oportunidade, coloca ela no seu no seu processo de imersão na matéria, mas antes vai visitar o filho, quando encontra ele num orgia e tocando-lhe psiquicamente, diminui aquelas aquela vibração, aquela sensação grosseira que o rapaz sentia. E ele se afasta para uma periferia de Roma, onde vai encontrar uma estátua do deus Hélios, que seria o equivalente ao Deus criador para a mitologia e o paganismo romano. E ali o jovem ora. O jovem sabe que é desencarnado, sabe que tá no mundo espiritual, mas não encontrou os campos elíse de Virgílio. Não encontrou os espaços maravilhosos do Olimpo. Ele tá
ismo romano. E ali o jovem ora. O jovem sabe que é desencarnado, sabe que tá no mundo espiritual, mas não encontrou os campos elíse de Virgílio. Não encontrou os espaços maravilhosos do Olimpo. Ele tá nas esferas mais grosseiras da Terra vivendo a bacanal de seu tempo desencarnado. Então ele sabe que muitos amigos reencarnaram. Por que não ele? Ele faz uma prece apelo, uma rogativa quase em desespero. É quando o pai surgindo no lugar da estátua diminui o próprio padrão vibratório e se materializa na faixa que pode ser visto e ouvido pelo filho. Da em diante, os dois confabulam e ele vaticina, que os dois mergulharão na matéria, se encontrarão mais tarde como pai e filho para tentar um trabalho de encontrar Jesus na intimidade profunda do coração. O sacrifício de quinto varro vai começar para Taciano virá uma das experiências mais amargas, mas ao mesmo tempo as mais decisivas do seu processo de evolução no além e na Terra. No capítulo dois, que nós com certeza lembramos, ficamos observando o drama vivido por Cíntia Júlia e por o nosso querido Quinto Varro. E lá Emanuel traz uma nomenclatura que nós achamos interessante quando ele fala do descompasso entre esses dois e ele denomina como distanciamento por afinidades psíquicas. O interessante é que nesse contexto os afims se atraem, estabelecem relações. Cínti Júlia se aproxima de Opílio, a gente vê que Quinto Varro se aproxima de Corvino. E vamos percebendo que as nossas relações, aquilo que a gente estabelece com o outro, vai nos trazer inevitavelmente consequências. Nesse sentido é que eu pergunto paraa Naddia: como é que você, Nad, analisa as aproximações que cada um de nós favorece em nossas existências, tomando por base as nossas personagens? É bem interessante reunir aí esse conjunto de seres e pensar em termos de sintonia, como é que a gente pode analisar as sintonias que nós atraímos para a nossa vida, né? Ah, você falou a as aproximações que favorecemos na nossa existência. Eu gostei dessa formulação porque assim, a gente favorece a
nte pode analisar as sintonias que nós atraímos para a nossa vida, né? Ah, você falou a as aproximações que favorecemos na nossa existência. Eu gostei dessa formulação porque assim, a gente favorece a aproximação de umas pessoas e não de outras. Vamos pensar enquanto crescemos. Nós temos vizinhos, criança, né? Nós temos vizinhos, nós temos amiguinhos, nós temos colegas de escola e alguns vão se tornar naturalmente mais próximos. Quem educou filhos ou observou o crescimento de crianças e adolescentes, eh, deve ter visto que à medida que vai chegando o final da adolescência, eh, as pessoas vão escolhendo amigos e muitas vezes os pais ficam inquietos, ficam desconfortáveis. Em geral, os pais acham que os maus exemplos vêm sempre dos filhos dos outros, nunca do deles, né? Isso aí é uma coisa genérica na do ser humano. Mas observe, sabemos que a medida que o o o indivíduo vai finalizando, a adolescência vai crescendo, ele vai assumindo cada vez mais as suas características como espírito. elas vão como que brotando agora sob a forma física, psicológica, eh afetiva, social, daquela encarnação, daquela família, daquele país, etc. mas eh permanecem as afinidades. Então, os amigos que a gente atrai no final da juventude, às vezes eles são aqueles que vão estar conosco em buscas espirituais, em esforços de crescimento acadêmico, estudo vestibular, não sei o quê, em experiências de trabalho ou em algazarras, em conflitos, em problemas e em desequilíbrios. Então, nós favorecemos determinadas sintonias. Contudo, o próprio eh capítulo vai nos mostrar uma coisa que a gente tenta não ver, que é o seguinte: a vida humana é muito mais complexa do que a gente percebe. Nós buscamos muito uma resposta simples, linear e uma explicação bem básica. Então é assim, é porque tem afinidade e pronto. Então por que que Quinto Varro casou com Cíntia? Porque que Cíntia, que casou com quinto Varro, tinha sintonia, gostava dele, ela se volta num momento da vida dela para ã Opílio Vetúrio, que era outro outra energia totalmente
Varro casou com Cíntia? Porque que Cíntia, que casou com quinto Varro, tinha sintonia, gostava dele, ela se volta num momento da vida dela para ã Opílio Vetúrio, que era outro outra energia totalmente diferente, a ponto de se incomodar com a presença de Quinto Varro. E porque essa mesma Cíntia, mais adiante na vida, ela guarda no coração o mesmo amor por quinto varro? É porque não é simples. Nós temos aspectos diversos, encarnações diversas, desenvolvemos determinadas qualidades, estimulamos determinados desvios de conduta e mantemos tudo isso dentro de nós. A gente quer muito que a pessoa seja boa ou má. Essa pessoa presta, essa pessoa não presta. Não é assim. Todos os seres humanos, no seu processo evolutivo, eles acumularam qualidades, elas existem. Eles acumularam equívocos, eles existem. O que acontece é que você vai fazendo escolhas ao longo da vida e a partir das suas escolhas você vai atraindo a as pessoas que t a ver com tal ou qual aspecto da sua personalidade. Na juventude, Cíntia não tinha paciência para a profundidade da busca espiritual de Quinto Varro. Ela estava inquieta, ela queria se divertir, ela queria o prazer, o prazer físico, o prazer social. o a beleza dela. E aí ela encontrava isso em Vetúrio. Mas à medida que eu talvez a perda, a morte de Quintuvarro que ela não esperava tenha sido um impacto para ela. Eu não conta, mas aparentemente eu acho que não foi o casamento com Vetúrio que fez ela fazer aquela mudança de comportamento. Eu acho que foi o choque da morte de Quinto Varro, de quem ela gostava. A gente vê isso nos momentos finais dela, dos dois inclusive. Mas ela naquele momento escolheu, naquela etapa da juventude, ela escolheu a alienação, ela escolheu o prazer, ela escolheu o imediatismo, ela deixou para lá tudo que foi compromisso, etc. inclusive nos critérios romanos de conduta. Mais para frente, ela vai então viver a vida e ela busca a espiritualidade que ela conhecia, não era o cristianismo. Ela se dedica aos deuses, ela é uma matrona romana
os critérios romanos de conduta. Mais para frente, ela vai então viver a vida e ela busca a espiritualidade que ela conhecia, não era o cristianismo. Ela se dedica aos deuses, ela é uma matrona romana seguindo todos aqueles critérios, todas aquelas virtudes. Repare, era busca de uma alma. mais adiante, eh, devido à contingências da vida, ela começa a se sentir tocada pelo cristianismo. Então, não é a forma, é o movimento do espírito. Já quarro, ele tem um foco espiritual que é o filho. Ele reencarnou para isso, como Marcel falou, ele nasceu para ajudar este espírito, ajudar este ser. E ele tinha uma busca espiritual como prioridade absoluta. Então, claro que ele gostava de Cíntia, claro que ele gostava da vida em família, etc., mas a prioridade dele era a busca espiritual. Essa escolha o direcionou em outros momentos. Aí ele encontra Corvino, porque ele tinha essa busca, ele encontra um ser que tinha essa vivência e pôde alimentar a alma dele. Então, a gente tem escolhas sempre. Nós temos dentro de nós possibilidades e caminhos diversos. A cada momento da vida, a gente é convidado a refletir, aprofundar em nós mesmos, fazer a conexão com o alto e escolher o que é a nossa prioridade. Mas a vida não acaba. Mais paraa frente vamos viver as consequências dessa escolha e teremos sempre novas escolhas para então atrair para nossa vida afinidades outras. Marcel Naj acaba de nos lembrar Corvino, personagem pela qual nos encantamos, aprendemos a admirar e de repente no capítulo três denominado compromisso do coração, ele vem a desencarnar, o que mexe com todos nós. Primeiro porque já tínhamos criado um laço de afetividade com ele. A gente vai vendo ali que tem uma vechatória urgidura onde a gente contra conta com quatro personagens centrais. Flávio Súbrio, Elcio Galo, que era então o pretô à época e o próprio Opílio Vetúrio. Então, Marcelo, que impressões o desencarne desse fiel seguidor do Cristo deixou em você? O capítulo retrata a uma figura quase que detestável, Opílio Vetúrio, porque
época e o próprio Opílio Vetúrio. Então, Marcelo, que impressões o desencarne desse fiel seguidor do Cristo deixou em você? O capítulo retrata a uma figura quase que detestável, Opílio Vetúrio, porque na aparência de um homem de bem, ele carregava pavorosos delitos por dentro da alma. O livro deixa a insinuação, Emmanuel, deixa insenuar que ele era acusado de ter matado a própria mulher, Ele. Ele era um serviçal de grandes autoridades de Roma, a quem essas autoridades mandava ele eliminar os adversários. Então, Opílio seria hoje o equivalente a um jagunço, um capais, um miliciano que armava as emboscadas e eliminava os indesejáveis de certas famílias romanas. Flávio Súbrio também farinha do mesmo saco. Apesar de possuidor de uma anomalia física eh herdada de uma guerra, ele agora servia como garoto propaganda, levar recado para um e para outro, de onde tirava o seu sustento, mas invariavelmente ele era a voz do sinistro, a voz da tragédia onde ele chegava. Ora, tudo tava armado. Quinto Var era é que era o inocente de toda a peça. Mas Opilo até tá longe de saber que dentro da sua própria família se esconde dramas. A filha Helena engravidou de Emiliano do próprio companheiro, e foi despojar essa menina numa herdade muito longe de casa, onde não se ficou sabendo do parto dela. E a menina sobreviveu para ser uma das personagens da segunda parte junto a outro personagem que vai adotá-la. Galba, um dos filhos de Opílio Vetúrio, era um devaço, absolutamente um libertino, que não queria compromisso com nada, a não ser com o prazer sexual e sensual e monetário de sua época. Quinto Varro, portanto, se deixa levar por esse rio de lodo desses personagens, mas ele tem amizade de Corvino, que o adota praticamente como um filho espiritual, embarca com ele numa embarcação mercantilho vetúrio, onde está destinado a que Quinto Varro morra. deve ser assassinado em alto mar e o corpo lançado aos tubarões. Mas o velho entrou na jogada. Foi o velho Corvino que estava ali. E parece que a gente poderia imaginar, né,
a que Quinto Varro morra. deve ser assassinado em alto mar e o corpo lançado aos tubarões. Mas o velho entrou na jogada. Foi o velho Corvino que estava ali. E parece que a gente poderia imaginar, né, Nad? Parece que o destino é meio caprichoso. Não, não é capricho do destino. São afinidades, são necessidades evolutivas, são fatos circunstanciais, mas que obedecem a princípios sutis da lei de causa e efeito. Vai Corvino. E ele é que é assassinado. Por quê? Porque Flávio Súbrio tinha uma dívida com o pai de Quinto Varro. E poupa aquele rapaz. Como o velho surgiu praticamente como uma bênção para o o planejamento de Flávio Súbrio, ele disse: "Pô, vou matar o velho". E poupa o rapaz é quem devo um favor ao pai dele, preservando a vida dele. Quinto Varro vive. Olha o alto já intercedendo, porque a missão de Quintarro, a gente recorda algo que Clódio disse a ele no mundo espiritual: "Determinaremos medidas para sua nova forma física". E você será sustentado por nosso lado. Lado de cá vai ver toda uma estrutura de amparo. Então Quintuvar não estava sozinho. Amigos de Cláudio o seguiam para garantir que ele realizasse a tarefa para o qual veio. Tanto que Clódio deixou bem claro de que tudo que ele grangeasse naquela reencarnação seria acreditado em esfera mais alta. Mas o que ocorresse a Taciano era a responsabilidade de quinto Varro. inteiramente tua responsabilidade fica por tua conta. Vamos ver o que é que vai dar no jogo do futuro, daqueles destinos que iam se encontrar. Por isso mesmo, Quinto Varro se envolve com esses personagens de boa fé e a boa fé o preserva. A boa fé parece que aquela música dos titanos, eu o acaso me, o acaso me protege, né? Ali o acaso parece que protegeu ele. É ptáfio a música dos titã. O o acaso ali, que não é acaso? Acaso é o pseudônimo que Deus usa quando não quer aparecer nos seus decretos. Deus lava os decretos e bota lá a palavra acaso. É o pseudônimo de Deus. Ele não quer aparecer. Quinto varro tem a vida preservada porque mais adiante
s usa quando não quer aparecer nos seus decretos. Deus lava os decretos e bota lá a palavra acaso. É o pseudônimo de Deus. Ele não quer aparecer. Quinto varro tem a vida preservada porque mais adiante ele vai substituir Corvino. Agora será irmão Corvino. E por isso mesmo a vida faz desenrolar. Vetúrio vai ficar muito bem casado com C, que encontrou uma companheira extraordinária e ela acaba adotando os dois filhos dele, mas não consegue mudar o comportamento, conseguem apenas casar. Os meio irmão, quase meio irmãos, né? Não eram irmãos consanguíneos. Não falamos aqui em relação incestuosa, porque Helena era filha de Eliodora e Opílio Vetúrio. E Taciano era de Cíntia com quinto varro. eram irmãos de criação, mas acabaram se vinculando para mais tarde nascer uma menina. Mas isso é blandina. Isso são cenas dos próximos capítulos. Vamos aos nossos comerciais. E aproveitando os comerciais, só trazendo Naj um comentário. Valdice trouxe no nosso chat. Ela concorda com o que você trouxe em relação à Cíntia. Ela também acredita a mudança à morte de Quinto Varro e não necessariamente ao casamento com o Opílio. Mas vamos aí falar de uma outra mulher também muito importante no nosso livro nesta obra. O capítulo 4 intitulado Aventura de Mulher vai nos trazer já uma cíntia mais retraída, reservada, voltada ao lar. nos traz a importância de Anacleta, aquela órfã que Opílio então traz da família de sua primeira esposa, que se torna a grande companheira de Helena. E Cinta, inclusive tem um comportamento protetivo e muito cuidadoso com Anacleta. Só que a gente vai ver depois que Helena engravida e essa gravidez nos permite entrever um contato estreito com o mundo espiritual. É nesse sentido que eu peço a Nádia que nos relembre o momento em que a gente vê Orósio e Emiliano entrarem nessa história. Conte um pouco para todos nós, Nadia, esses episódios. É um episódio muito interessante, porque esse capítulo ele segue aquilo que a gente vem falando. As pessoas mudam, as pessoas mudam ao sabor da
. Conte um pouco para todos nós, Nadia, esses episódios. É um episódio muito interessante, porque esse capítulo ele segue aquilo que a gente vem falando. As pessoas mudam, as pessoas mudam ao sabor da vida. As pessoas têm potenciais de mudança e vão fazendo escolhas, mesmo quando são muito jovens. A gente vê que Helena é bem jovenzinha, ela é tem nova, 9, 17, 18 anos, talvez, e ela eh tinha esse relacionamento com a Emiliano. Vamos lembrar que a sociedade romana, embora ela tivesse aqueles valores patriarcais, etc., Ela era também uma sociedade que naquele momento já tinha uma certa quantidade de liberdades, embora não fosse uma coisa explícita. Então, não há demonstração de que era estranho o envolvimento que Helena teve com Emiliano. E Emiliano ele ia casar com ela. Então, eu penso que os dois só não esperavam a gravidez e a morte. Aí entram aquelas circunstâncias da vida que a gente não sabe. Tem um provérbio antigo que diz: "O homem põe e Deus dispõe". A gente vai fazendo escolhas, vai fazendo plano, vou fazer isso, vou fazer aquilo, vai até a página dois, porque chega uma hora em que algo acontece que não estava no plano. Há sempre no movimento da vida, por causa da lei de progresso, uma como se fosse assim, um direcionamento para a evolução. As coisas que acontecem não são as que a gente planeja ou que a gente deseja. As coisas que acontecem são as que a gente precisa para aprender e avançar. A maioria de nós nem sabe disso, vai vivendo ao sabor do acaso, o pseudônimo de Deus. Mas a verdade é que se tudo fosse do jeito que a gente quer, tudo segui o planejamento, mas o que vai acontecer é o que é necessário. E aí Helena se depara com uma coisa para a qual ela não estava preparada pela faixa etária, pela vida protegida que sempre levou, pela falta de profundidade na reflexão sobre a a vida, sobre o bem e o mal, etc. Ela vivia a vida nas condições de uma moça rica que era amada, que era bonita, que o rapaz ia casar com ela, que a família queria, ele quando voltasse ia pedir em casamento, tava
e o bem e o mal, etc. Ela vivia a vida nas condições de uma moça rica que era amada, que era bonita, que o rapaz ia casar com ela, que a família queria, ele quando voltasse ia pedir em casamento, tava tudo resolvido, só que não tava. E aí ela se vê grávida, ele morreu, ela tava muito triste com a morte dele, ela gostava dele, mas ela tinha um problema muito pior do que a morte dele, que era o fato de que tava grávida. Como é que ela ia informar isso ao pai? Apesar que Opílio Vetúrio não parece ser aqueles eh patriarcas romanos muito, né? Eu não sei se ele teria uma reação muito estranha, não. Eu lembro de 50 anos depois o pai de Célia, quando pensou que ela tinha tido um filho, Ave Maria ia matar, ia fazer, ia acontecer. Foi uma situação, porque ele era uma pessoa muito embuída daqueles princípios. E aí Helena só quer se livrar do problema porque eh o que ela vivia pela idade, pela criação, era um problema pra gente se livrar. E aí como é que ela queria se livrar do problema? Ela queria abortar, não conseguiu. Aí entra Anacleta. Anacleta, mesmo sendo da mesma idade dela, tinha aparentemente uma percepção mais madura, era mais sensível às inspirações espirituais. Vamos ver que Anacleta dá umas ideias que são muito importantes pro andamento da vida de Helena, o futuro, o futuro da criança, etc. E então eles vão se parar lá num num adivinha, numa médium, né, que era como era o processo na época. E nós temos a presença da entidade que era o Emiliano. Esse espírito desencarnou na guerra. A grande preocupação dele era com Helena. Ele ele ele amava Helena. Ele era noiva dele, ele queria casar com ela e agora ele não podia fazer mais nada. Ele não compreendia o processo que estava vivendo, a realidade espiritual, tal como Marcel descreveu em relação a Taciano, desencarnado no início do livro. E mas aquela oportunidade mediúnica que não era o plano, ele aproveita e ele se manifesta e ele fala e ele se apresenta e ele revela a identidade dele. E ele estava pedindo muito que ela não fizesse o aborto, que
oportunidade mediúnica que não era o plano, ele aproveita e ele se manifesta e ele fala e ele se apresenta e ele revela a identidade dele. E ele estava pedindo muito que ela não fizesse o aborto, que ela ficasse com a criança. Ele vai e diz várias coisas. Ele diz que se ela ficasse, ela ia fazer um processo de avanço. Aquilo que eu disse, a experiência é o que eu preciso para crescer. Se ela enfrentasse aquilo de algum modo, segundo ele, essa criança ia ser assim uma bênção na vida dela e ajudá-la a avançar espiritualmente, etc. Mas ela não sustenta, ela não tem esse estofo. O máximo que ela consegue é não fazer o aborto. A experiência mediúnica, ela é universal, ela acontece em todos os lugares, em todas as épocas. Ela não é criada pela doutrina espírita, ela não é regida pela doutrina espírita. O que a doutrina espírita faz a partir do ensino dos espíritos superiores é compreender essa comunicação e utilizá-la para a evolução, para o serviço do bem, para a melhoria pessoal e da humanidade como um todo. Então esse encontro e depois tem um sonho também, né? tem uma outra, uma segunda oportunidade que ela ficou muito assustada ali na manifestação mediúnica e ele ele encontra em sonho. Eu fico imaginando que ele também era uma pessoa comum, assim como ela, era um homem jovem inclusive e mas e ele não tinha assim grandes evoluções espirituais, mas não era uma pessoa ruim. Então, provavelmente ele teve ajuda espiritual para sensibilizá-la. era uma forma dela receber ajuda. Então, o que a gente veja, Milly, é que a ajuda espiritual, os bons espíritos, anjo, guardião, eh, espíritos elevados, estão sempre buscando, estão sempre ao nosso redor, buscando inspirar sugestões de atividades, de ações e de escolhas que possam nos fazer crescer. Agora vamos passar para Marcel com a missão emocionante de nos relembrar o encontro entre pai e filho, quinto var e Taciano, mas passando pelo próprio adoecimento de Taciano, chegando até o ódio dele aos cristãos, aquele episódio trágico que vitimou Silvano e que tanto
rar o encontro entre pai e filho, quinto var e Taciano, mas passando pelo próprio adoecimento de Taciano, chegando até o ódio dele aos cristãos, aquele episódio trágico que vitimou Silvano e que tanto nos tocou, chegando até o primeiro testemunho de Rufo. Como diria peixinho? Aprofunde. É um momento emocionante porque o fenômeno, o reencontro das almas encarnadas vai se dar nas Galias Lugidonense, nome que tinha no passado a cidade hoje francesa de Lyon. mais tarde, 18 séculos depois, 16 séculos depois, a terra natal do codificador do espiritismo. Então, ali num local de temperaturas amenas, um lugar muito agradável que o imperador frequentemente ia passar temporadas, eis que os personagens começam a chegar primeiro chega quint chega Taciano para administrar as imensas herdades, as fazendas que Opílio Vetúrio tinha. O irmão Corvino já se encontrava na cidade, porque era ali que Corvino, o velho, tinha atuado. E agora o irmão Corvino, era praticamente uma celebridade na cidade por causa do atendimento e do acolhimento que ele dava às crianças órfãs. Então, os meninos o adoravam. Então, ele viu a oportunidade de se aproximar do filho como jardineiro, pedi um emprego de jardinagem na casa. Então, começou a cuidar do jardim, se familiarizou com o filho que não tinha memória com ele, porque ele abandonou o filho muito pequeno por força daquele daquele daquela viagem e o seu suposto assassinato. Então, temos aí entre 20 e 25 anos à frente. Portanto, Taciano não sabe da memória do pai, não pegou a voz dele, então não o reconhece. Os outros não. Flávio Súbrio, Cintia e Opílio Vetúrio reconheceriam quintvar em qualquer circunstância pela voz, mas não Taciano. Então ele toma a conta de que ele homem é um sábio, é um filósofo, tem ponderações. Só que irmão Corvino esconde ou pelo menos camufla-se de todos as maneiras possível para não revelar ao filho Ataciano que era cristão. Ele percebia a ogeriza, a hostilidade que o filho tinha ao cristianismo, mas o filho já suspeitava
lo menos camufla-se de todos as maneiras possível para não revelar ao filho Ataciano que era cristão. Ele percebia a ogeriza, a hostilidade que o filho tinha ao cristianismo, mas o filho já suspeitava esse velho com esse linguajar cheio de amor, trabalhando com criança. Ele não quer dizer, um parece que diz: "Eu sei, mas vou fingir que não sei". E o outro disse: "Eu também queria lhe dizer, mas vou fingir que não vou dizer". E nesse clima mantiveram uma larga amizade. Até que quando da chegada de Taciano, a cidade foi um princípio ali e uma festa que havia dentro da casa dedicada a uma divindade romana, eis que um menino elevado, Silvano, e o menino não foi esclarecido de que estava em um meio que não era o ideal. E ele coloca Jesus na prece. Jesus, divino amigo. Pronto, aquilo principia um conflito. Taciano praticamente é dominado pelas fúrias, manda soltar um mastim, um cão de grande porte. E o Silvano é atingido pelo cão de enorme proporção e tem sua vida ceifada. Dali começa o calvário de Corvino, porque Corvino, irmão Corvino, eh, quinto Varro, passa a ser mal visto na cidade e se recolhe para mais tarde sofrer a prisão e o julgamento arbitrário. E nesse período aí também dessa festa, vamos encontrar mais tarde um momento em que foi exigido que os escravos subalternos jurassem fidelidade a César e aos deuses de Roma. Mas um personagem é Rufus, mais tarde o nosso Eurípedes Bassarnfo hoje, na atualidade, esse mesmo personagem reencarnado. E ele nega, não nega Jesus e nega César. Não se curva nem a César e aos deuses. Não tem jeito. Deixa uma mulher e duas filhas na terra, mas aos cuidados de um homem que se diz cristão, ao ouvido dele, parte em paz. Ou seja, morra em paz. Tomarei conta de tua mulher e teu filho. Eu também sou cristão. Ele então se entrega ao holocausto. É amarrado a um cavalo chucro, a um corcel fogoso e seu corpo despedaçado pelas estradas por onde o animal o puxou. Mas mantenha a fidelidade. Teve uma servidora que negou com medo de morrer. Ao olhar o olhar do
a um cavalo chucro, a um corcel fogoso e seu corpo despedaçado pelas estradas por onde o animal o puxou. Mas mantenha a fidelidade. Teve uma servidora que negou com medo de morrer. Ao olhar o olhar do marido e o marido disse: "Negue para você ver, neg que eu lhe pego em casa. Se não lhe matarem aqui, eu lhe mato lá em casa. Aí a mulher disse: "Nego, nego tudo que quiser para preservar a família, o medo que se tinha à época. E nesse aí, nesse contexto, a sociedade se desenvolve, mas o crime provocado por alguém que soltou o animal, em em tese, foi Taciano. Momento que Taciano manda buscar um animal feroz, os meninos saem desabalada carreira, se ferindo entre as rosezeiras, cheias de espinho. Mas Silvano não tem a mesma sorte, foi alcançado pelo animal e despedaçado. Naturalmente que ele deveria ser indiciado, mas quem faria isso como um defensor intransigente de César e das divindades romanas? Ninguém. Ele se saiu como herói. A responsabilidade vai. Até porque a viúva, a mãe de Silvano depois contra irmão Corvino, que prejudicou mais ainda. Então ele vai ser preso invariavelmente e seguiremos para o próximo capítulo. Muito bem. Temos um, Marcelo relembrou pra gente muito bem a passagem de Rufo, mas também recordem, releiam, revivam o que foi o desencarne de Cíntia Júlia nos braços de Quinto Varro. Pena que a gente tem um tempo ainda muito curtinho, mas acho que vale a pena, Marcel, como você colocou no início, ouvir de novo um pouquinho desse desencarne antes de passarmos paraa Nádia. Realmente quando Naddia colocou que a mudança de Cíntia foi em função de que ela foi ficando isolada, foi ficando sozinha e acabou ficando demente, foi sendo tomada de uma espécie de loucura, de vertigem, e tiveram que encerrá-la em um cubículo sob vigilância, a ponto de, em algum momento do descuido do vigilante, ela foge, vai para as ruas como uma mulher demente, E parece que o seu faro, o hálito psíquico de quinto varro, hálito psíquico, expressão de André Luiz, né, que está na sua obra
escuido do vigilante, ela foge, vai para as ruas como uma mulher demente, E parece que o seu faro, o hálito psíquico de quinto varro, hálito psíquico, expressão de André Luiz, né, que está na sua obra Mecanismos da Mediunidade, nos domínios da mediunidade, mecanismos da mediunidade mesmo. Ela então vai buscar quem? Irmão Corvino. E ali ela pede ajuda espiritual, está doente, está aflita. Ele a ouve sem dizer uma palavra. Ele sabia que quando abrisse a boca pelo timbre de voz, Cíntia o reconheceria. E osculando os cabelos dela, que eram sedosos e muito bonitos, ele vem dizer: "Cíntia, é preciso que nós façamos isto, isto, isso para termos o reconhecimento de Deus". Essa voz ela desperta, só que o choque foi muito forte, destrambelhou o coração dela e ela vem desencarnar nos braços do primeiro marido. É um choque, mas se comunica a casa dela como se ela tivesse ainda viva. Ela sofreu uma síncope, tá mal, mas ela tava morta. Quinto Varro faz uma prece que é absolutamente comovedora junto ao corpo da primeira esposa, encomendando ela a Deus para que a recolha no mundo espiritual. Cíntia desencarnou sorrindo porque reencontrou o grande amor de sua vida, que foi quinto varro. E aí o corpo é recolhido e mais uma vez aí vetor não tem dúvida, mobiliza as autoridades, que ele tinha prestígio para isso. Mobiliza as autoridades para que Mão Corvino seja preso. A morte de Silvano e agora a morte de Cíntia era demais pra sociedade não fazer algo contra o irmão Corvino. Aí que ele é preso e vai a julgamento absolutamente arbitrário. Naddia, chegamos então contigo ao capítulo 6 e nele a gente viu também que as almas crédulas e dignas também passam por momentos de desalento. Foi o que aconteceu com o Quinto Varro, embora prece tenha sido uma estratégia muito importante para que ele conseguisse estabelecer uma conexão com Corvino. Uma outra alteração digna de nota foi a que aconteceu no íntimo de Cíntia Júlia, assim como com Flávio Súbrio. Gostaria, Nadia, que você analisasse para nós ou
sse estabelecer uma conexão com Corvino. Uma outra alteração digna de nota foi a que aconteceu no íntimo de Cíntia Júlia, assim como com Flávio Súbrio. Gostaria, Nadia, que você analisasse para nós ou trouesse as suas contribuições sobre esses três processos de mudança íntima. É interessante. Eu tava aqui pensando, eh, esse livro é um romance. O que que a gente pensa de romance? É para distrair, ah, emoções, paixões, ama, foi traído, não traiu, subiu, desceu. Mas é o romance de Emanuel, que é um espírito elevado e cujo objetivo não é distrair as pessoas. Ele traz eh eh experiências reais. Essas pessoas existiram, essas reencarnações existiram, esses fatos aconteceram. Eu acredito que há uma mudança no sentido do estilo. A a se a história fosse ser contada de um ponto de vista jornalístico, uma reportagem, foi isso, foi aquilo, foi aquilo outro, não teria essas nuances. Mas usando o estilo de romance, Emanuel consegue trazer a complexidade das pessoas, dos personagens, que são pessoas reais e que corresponde à complexidade da vida. Então, acho que a primeira análise eh que a gente pode fazer e que nós deveríamos refletir com muito cuidado, eh, vamos desistir da tentação de simplificar as coisas. A gente, apesar de Jesus dizer: "Não julgueis", a gente julga as pessoas. Por quê? Porque a gente simplifica, é mais fácil, é menos incômodo dizer: "Fulano faz isso porque não presta". do que compreender que a alma ali presente, ela tem nuances, ela tem complexidades, ela tem angústias, ela tem aspirações elevadas, mesmo que não reconheça. Então aqui nós vamos ter três pessoas que fizeram processos mais profundos. No romance a gente vê, pelo menos até agora, acho que daqui até o fim, Galba, coitado, não vai sair da platitude onde está. Galba é sempre uma pessoa fria, insensível, não tem aspirações espirituais, é um espírito ainda muito materializado. Eu acho que ele vai passar em branco, eu não lembro dele no fim do livro, mas é não vai sair daquilo não. No entanto, quando o espírito ele
rações espirituais, é um espírito ainda muito materializado. Eu acho que ele vai passar em branco, eu não lembro dele no fim do livro, mas é não vai sair daquilo não. No entanto, quando o espírito ele já está eh pelo menos inquieto para o processo evolutivo, a lei de progresso nele, ela vai produzir essas mudanças. Então, a de novo, a gente simplifica, ah, porque varro é evoluído. Se varro é evoluído, ele não tem defeito. Isso é falta de conhecimento da doutrina espírita. Se a gente estuda a a escala espírita que tá lá no livro dos esfíos, a partir da questão 100, nós vamos ver que tem degraus. A gente vai evoluindo aos poucos, tem categorias, não é? Só um espírito puro é que é completo. Jesus varro tá longe, léguas de ser um espírito puro. Então nós vamos ver também ele sofrendo. Ele ficou muito mal. Ele teve, como eu disse no dia, vários lutos. Foram muitas perdas. é muito doloroso pro ser humano. A principal perda que eu acho que doeu mais na alma dele foi a perda do filho, porque ele tava todo animado, coitado, que tinha conseguido conversar com o filho. Ele tinha esperança de pouco a pouco, mesmo que ele nem nunca dissesse que era pai, isso não era importante, mas trazer aquele filho para o evangelho e aquilo ele perdeu, porque o filho cometeu uma brutalidade horrorosa. Isso ninguém menciona porque ele era rico, nobre, sofisticado, mas ele acirrou um uma fera assassina, um cachorro muito violento contra uma criança e nem se desculpou por isso. Então ali foi muito difícil. É tanto que no fim do último do sétimo capítulo, ah, Cláudio vai dizer: "Taciano perdeu todas as oportunidades da juventude. Quer dizer o quê? tá perdido, perdeu a encarnação. Não, isso é bobagem. Enquanto a gente tá encarnado, a gente pode sim batalhar e trabalhar e fazer processos de crescimento espiritual. A espiritualidade não desiste. A gente que fica, será que eu perdi a encarnação? Meu amigo, você tem 20 anos, você tem 30 anos, perdeu que encarnação, pelo amor de Deus. É mais um pouco de preguiça
l. A espiritualidade não desiste. A gente que fica, será que eu perdi a encarnação? Meu amigo, você tem 20 anos, você tem 30 anos, perdeu que encarnação, pelo amor de Deus. É mais um pouco de preguiça também, de simplificação, mas seria mais fácil se ele tivesse aproveitado aquelas oportunidades enquanto era jovem, enquanto ele não tinha se comprometido. Agora ele cometeu um crime. Ele foi muito cruel, ele foi muito violento. Ele assustou a mãe com a violência dele. Ele assustou, não me lembro quem foi o outro personagem, o próprio Quinto Varro. Ele assustava as pessoas quando ele ficava furioso. Ele tinha uma violência muito significativa e ele deu margem e acabou na morte do menino, acabou na nas outras tragédias todas que se não tivesse aquilo tudo não tinha esse movimento todo de ter que eh chamar os escravos para eh cederem a César, nem nada disso. Nada disso teria acontecido. Então ali ele perdeu. O que que acontece com o Varro? Ele aproveitou todas as oportunidades. Quando a gente aproveita as oportunidades da vida, aproveita enquanto as coisas não estão complicadas, enquanto a gente pode seguir, isso é uma escolha do espírito. O espírito já tem um patrimônio e ele faz essa escolha. Que que acontece? você junta tesouros, tesouros de fortalecimento, tesouros de merecimento. Então, quando ele era casado com Cíntia, que descobriu o adultério, ele podia ter matado ela. A lei permitia. Ele não só não fez isso, como ele se recusou a fazer qualquer coisa que trouxesse sofrimento a ela. Ele sofreu, ele ficou procurando outras alternativas. Se não o tivessem matado, ele ia buscar em trabalho em outras áreas. Veja, ele fez a escolha de fazer o bem. Ele fez a escolha de não se vingar. Ele fez a escolha de não usar o que era um direito legal, apesar de ser uma barbaridade, mas era um direito legal. Ele não fez isso. Isso ele obteve, não é? Créditos morais, aprendizados, força espiritual. Depois, quando ele se viu afastado da família toda, o que que ele fez? Ele foi fazer o
era um direito legal. Ele não fez isso. Isso ele obteve, não é? Créditos morais, aprendizados, força espiritual. Depois, quando ele se viu afastado da família toda, o que que ele fez? Ele foi fazer o bem. Ele assumiu o lugar de Corvino. Marcel falou, ele fez, ele cuidou das crianças todas, ele fez todo o bem que podia. De novo, ele vai tendo ali créditos morais. Créditos morais, gente, é assim, ele vai fortalecendo-se espiritualmente. Fazer o bem para ele se torna cada vez mais fácil. Mas nesse momento, é isso que eu digo, é, não é um espírito puro, não é perfeito. Ele se angustiou demais. Como ele tinha todos esses créditos, foi possível a Corvino libertá-lo daquele processo depressivo profundo que ele estava. Ele conseguiu e conseguiu como? chamando a atenção dele para o que ele precisava avançar, o que ele precisava aprender, o que ele precisava fazer a mais. Lá quando ele desencarna no capítulo sete, a gente vai ver também que por um instante ele fica quase agarrado no filho. Ah, mas meu filho, meu filho. E aí a mensagem da espiritualidade é: "Não faça isso. Se lembre de algo a mais. O que que ele tá dizendo?" Vamos lá na escala espírita. Ele tá dizendo: espírito de terceira ordem só se interessa pelo pessoal. É meu filho, eu preciso ficar do lado dele. Você querendo evoluir, você tem que se interessar pelo coletivo, toda a comunidade cristã. E isso deu forças a ele. Não é a mesma coisa, obviamente, nem com Cíntia, nem com Fábio Súbrio. Por quê? Porque eles estão no momento evolutivo mais anterior do que o momento de eh de quinto varro, é óbvio. Cíntia ficou para lá e para cá e tal e coisa. Ela não tinha construção interna, ela não tinha a instrução que Quintarro tinha, porque as mulheres eh romanas também não eram muito instruídas, não tinham muito acesso à educação. Ela, eu tenho muita pena dela, sabe? Porque assim, Marcel disse assim: "Ah, ela ficou demente", etc. Como psicóloga, eu tenho algumas dúvidas. Eu tenho a impressão que o isolamento só piorava a situação dela e o fato de que
a dela, sabe? Porque assim, Marcel disse assim: "Ah, ela ficou demente", etc. Como psicóloga, eu tenho algumas dúvidas. Eu tenho a impressão que o isolamento só piorava a situação dela e o fato de que ela não conseguiu ter um cristão do lado dela para dar força a ela. Se ela tivesse ali uma escrava cristã, como em vários vários outros livros a gente vê, ela não tinha porque o pessoal dela tinha horror a cristãos. Uma cristão ali não ia abrir a boca. Então ela não teve suporte, ela ficou desorganizada, ela ficou nessa busca, mas a alma dela conseguiu encontrar isso. Ela mereceu encontrar Quinto Varro e receber a ajuda. Flávio Súbrio é pior ainda, porque pelo menos a gente não tem assassinatos cometidos por Cíntia. Flávio Súbrio vivia a vida como se não houvesse amanhã. Era um criminoso da pior espécie. e vamos em frente. Mas aí a morte de Corvino, ele matou Corvino. A forma como Corvino morreu marcou ele para sempre. Ali foi o ponto de virada dele. Só que ele não tinha, gente, nada acumulado. Ele não fazia o bem, ele não meditava, ele não refletia, ele não estudava os filósofos, nada. Ele só vivia pro imediato. O que é que acontece? Ele aí chega e ele não tem material para trabalhar o processo de transformação. Mesmo assim ele tentou. Então ele dava dinheiro pro paraas comunidades cristãs, ele ajudava e ficava ali na encolha, como se diz. Ele não demonstrava nada. Quando ele viu a situação que ele reviu o varro, ele se sentiu compelido a fazer alguma coisa. E claro, ele não, ele tava nos primeiros passos, ele não sabia o que fazer, ele acabou se matando, ele acabou fazendo uma pção de coisas bem desorganizadas que deu andamento à história, mas que ele ainda vai ter que fazer, ainda ia ter que fazer um grande caminho, porque ele tem muito para aprender. Então, a diferença é: vamos aprender em todas as oportunidades. em alguma hora a gente vai poder usar isso. E agradeço a NJ e a Marcel pelo valioso momento de rememorar os capítulos. O capítulo sete tá bem recente, que foi o
mos aprender em todas as oportunidades. em alguma hora a gente vai poder usar isso. E agradeço a NJ e a Marcel pelo valioso momento de rememorar os capítulos. O capítulo sete tá bem recente, que foi o da semana passada, passeamos pelos seis. E agora eu me despeço e passo para Marcel encerrar o nosso encontro de hoje. Espero que vocês tenham gostado, internautas aqui presentes, nessa nesse Vale a pena ver de novo, nesse Revival dos seis capítulos. Primeiro, semana que vem estaremos começando a segunda etapa com sete capítulos à frente, do 8 ao 14. Grandes emoções. Preparem lenços em casa. Até segunda-feira que vem.
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