Para Viver o Evangelho 154 - Estudo da obra "Ave, Cristo!" Cap 6
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Amigos queridos, uma boa noite a todos, aos companheiros valorosos que estão aqui conosco presencialmente na sede central da FEB. Muita gratidão pela presença e pelo carinho de vocês. Aos companheiros que estão nos assistindo em tempo real pela internet também, nosso carinho, nossa gratidão e aqueles que assistirão depois de manhã, de tarde ou de noite, as nossas boas-vindas. Vamos dar seguimento ao nosso estudo do livro Avec Cristo do Espírito Emanuel pela psicografia de Chico Xavier. Antes vamos dar os nossos avisos habituais. O primeiro deles é o Congresso Espírita da Bahia, que vai acontecer de 30 de outubro a 2 de novembro agora, esse ano. As inscrições já estão abertas no site da FEB. Por favor, procurem se inscrever rapidamente pra gente saber. Inclusive tem um limite de espaço porque vai acontecer no Fiesta Convention Center e tem um limite de número de pessoas que a gente pode acolher, mas a gente gostaria que as pessoas se inscrevessem, as pessoas interessadas para que nós pudéssemos o mais rapidamente possível organizar o nosso a nossa recepção para vocês. Estamos já com a programação bastante adiantada. Daqui a alguns algumas semanas nós vamos poder conversar um pouco sobre a programação para eh estimular o interesse dos participantes. Nós temos também uma informação, na verdade é sobre o dia de amanhã. Amanhã completam-se 86 anos do desencarne de José Petitinga, um trabalhador de scol do movimento espírita na Bahia, uma pessoa muito querida, muito presente, uma figura histórica da maior relevância pro nós fazemos hoje, é que a gente não sabe, a gente reencarna, já encontra muita coisa em andamento. e não se pergunta muitas vezes como foi a construção disso. Então, o movimento espírita na Bahia, o trabalho federativo deve muito ao cuidado, ao amor, ao esforço de José Petitinga, que voltou à pátria espiritual em 25 de março de 1939. Portanto, amanhã vai fazer 86 anos, que ele já está do outro lado, liberto das injunções do corpo físico e trabalhando sempre pelo movimento espírita. Nossa
à pátria espiritual em 25 de março de 1939. Portanto, amanhã vai fazer 86 anos, que ele já está do outro lado, liberto das injunções do corpo físico e trabalhando sempre pelo movimento espírita. Nossa gratidão a José Pititinga, nossas vibrações de luz e de paz para ele. Nós estamos trabalhando hoje com o capítulo seis que se chama No Caminho Redentor. Esse capítulo seis, ele é o penúltimo da primeira parte do livro. Em dividi o livro em duas partes. Cada parte tem sete capítulos. Hoje é o sexto. A próxima semana que vai ser no dia 31 de março, a próxima segunda-feira, teremos o sétimo capítulo e no dia 7 de abril, que é a primeira segunda-feira de abril, ao invés de nós entrarmos diretamente na segunda parte, nós decidimos fazer aquela rodada de perguntas e respostas. Estamos convidando todos os participantes que desejarem a colocarem suas perguntas no chat e nós vamos então coletando para que no dia 7 seja possível aí um intercâmbio melhor, maior com os nossos queridos companheiros que participam conosco desse trabalho. Então, dúvidas, eh, questões que possam ser trazidas referentes a essa primeira parte. Tá certo? O capítulo de hoje é um capítulo longo do ponto de vista do número de folhas e é muito intenso porque acontecem muitas coisas e coisas muito importantes. Com certeza nós não daremos conta de abordar todos os detalhes. Convidamos os companheiros, como sempre, a lerem o capítulo, a refletirem, a pensarem com muita profundidade nele. Enquanto isso, vou passar a palavra para Marcel e mais adiante pra Jamile, para que eles comecem então a colocar suas reflexões. Meus amigos, caros internautas que nos acompanham à distância e os que estão aqui presencialmente no salão da FEB. Registrávamos pouco antes do nosso programa começar as três efemérides que nos caracterizam esse momento de profunda emoção. Esse capítulo que é o penúltimo da primeira parte tem 26 páginas e ele é profundamente dramático pelo desenrolar das personagens, pelos reencontros. As primeiras desencarnações de pessoas
unda emoção. Esse capítulo que é o penúltimo da primeira parte tem 26 páginas e ele é profundamente dramático pelo desenrolar das personagens, pelos reencontros. As primeiras desencarnações de pessoas que compunham os primeiros capítulos vão ocorrer neste e começa o martírio de Quinto Varro, o personagem que estamos acompanhando com infinito carinho ao mergulhar na matéria para socorrer o filho Taciano do materialismo, do paganismo, levando-o com amorosidade aos braços de Jesus. Recordamos também que amanhã estaremos recordando e evocando os 86 anos, como dito por nossa Nádia, do regresso ao plano espiritual de José Florentino de Sena, mais conhecido como José Piditinga, patrono da União Espírita Baiana, fundada por ele em 1915, hoje Federação Espírita do Estado da Bahia, teve como grande companheiro de jornada Manuel Filomeno Batista de Miranda, que o seguiu 3 anos depois, em 1942, e hoje são dois vultos inseparáveis no mundo espiritual, trabalhando pelo bem. Mas também evocamos aqui com subida emoção que na próxima semana, dia 30 de março, estaremos evocando o primeiro ano do regresso de André Luiz Peixinho ao plano espiritual, de onde agora inspira toda uma legião de trabalhadores. ele inspira e a gente transpira porque o trabalho prossegue e a atividade continua nesse programa inclusive do qual ele fez parte desde da primeira hora. No caminho Redentor. É um capítulo pujante com seus 26 páginas, porque retrata que a igreja de São João em Liona, França, a época as Galias Lugidonense vivia um período crítico. Como nós estamos relembrados, temos aí a problemática de um menino Silvano, que foi atingido por um cão, por um mastim, e o animal, sem piedade, de lacerou o pequeno, o matando. Quinto Varro, agora na personalidade de irmão Corvino, foi acusado, mas uma grande autoridade que tinha grande prestígio na cidade intercedeu e evitou piores consequências, que seria a prisão e depois o seu martírio, preservando-lhe a vida. Mas havia um outro adversário cruel, a peste. Era um período em
grande prestígio na cidade intercedeu e evitou piores consequências, que seria a prisão e depois o seu martírio, preservando-lhe a vida. Mas havia um outro adversário cruel, a peste. Era um período em que os imperadores estavam sucedendo, um atrás do outro vítimas de assassinato. E aí nós vamos ter Júlio César Vero Maximon Maximino sucedendo ao poder depois do assassinato do imperador anterior. Então, Roma entrava numa rota de profunda decadência moral, espiritual, educacional e política. Era o ano 235 da nossa era. O paganismo agonizava e a peste, que era constituída da varíula, fazia incontáveis vítimas. Estamos aqui falando de milhões de pessoas que despovoaram a Europa naquele período mortas pela varíula. Portanto, ela chegou à região e o os agrupamentos, especialmente da igreja de São João e Lyon, foi responsável por dar suporte, atendimento mínimo às vítimas, sendo que a maioria sucumbia a febre devoradora da doença implacável e insidiosa. Portanto, Corvino estava lá. Mas diante de tudo aquilo que lhe aconteceu, como como qualquer um que tem direito, ele entrou em depressão. É uma depressão. Todo aquele relato que a gente encontrou, ele mergulhou numa profunda depressão pelo menino. Valeria a pena viver longe do filho, Silvano, ceifado por um mastim, acusado, desprestigiado na cidade? Nem aquele homem de uma fé robusta, de uma determinação sincera, resistiu. Passou a estudar muito, a trabalhar muito, que era uma maneira de matar o organismo dele lentamente, mas o alto o amparava, porque do outro lado, muitos amigos estavam secundando a sua reencarnação. Seja aquele que autorizou Clódio, seja o próprio Corvino que ele adotou o nome para continuar a sua tarefa. Por isso, ele vai prosseguir buscando aproximar-se do filho, vendo modificações na imensa propriedade de Vetúrio, porque o filho acabava de chegar à cidade para casar-se com Helena. Diga-se de passagem, não eram irmãos. Helena era filha de Opílio, Vetúrio e Eliodora, a falecida esposa dele, que provavelmente Opílio mandou matar. O
bava de chegar à cidade para casar-se com Helena. Diga-se de passagem, não eram irmãos. Helena era filha de Opílio, Vetúrio e Eliodora, a falecida esposa dele, que provavelmente Opílio mandou matar. O livro deixa entender que ele foi o responsável. Enquanto Taciano era filho de Cíntia, segunda esposa de Opílio, com quinto varro, e com quanto admitisse nesse benfeitor o seu pai, Opílio Veturo, ele sabia que a descendência dele era de quinto varro, o pai que havia desaparecido, supostamente assassinado em um barco, amando de nazarenos, amando de cristãos rebeldes, ler da mentira que contaram. Ele só não sabe que tá tão perto do pai e o pai tá tão próximo dele. Mas isso é matéria para nossa Jamile. Boa noite a todos, a todos os espíritos que estão reunidos nesse momento, encarnados, desencarnados, não importa criaturas de Deus em torno dessa história tão, vamos dizer, envolvente ao mesmo tempo, que permite uma identificação com o que acontece nela, faz com que a gente se transforme em torcedor, além de leitor, em que a gente às vezes diga: "Tomara que não aconteça, espero que não veja. Espero que não alcance. E o quanto Naddia já trouxe isso, mas acho que nesse capítulo especialmente, talvez não só pelo tamanho, mas pela intensidade das ocorrências, dá uma sensação de que a gente não vai conseguir alcançar tudo. Mas vamos fazer uma tentativa junto com vocês. Eu vou destacar, Marcel já trouxe muito bem junto com Nádio o que acontece aqui no início, mas eu fiquei pensando na relação que os facilitadores, que os formadores espíritas, aí pode ser de um modo geral, mas aqui falando da nossa inserção, quando ele fala que ele sempre ensinou resistência moral, ele quinto varro e agora ele se sente frágil e enfermiço. Então ele pensa no amigo morto, ele relembra a criança e se tortura nesse sentido, né? Como é que eu que sempre recomendo as pessoas que tenham resistência, que suportem as situações entendendo que nelas há uma impressão da justiça divina e nesse momento ele não consegue encontrar
, né? Como é que eu que sempre recomendo as pessoas que tenham resistência, que suportem as situações entendendo que nelas há uma impressão da justiça divina e nesse momento ele não consegue encontrar forças? E isso é um questionamento profundo, mas isso também faz com que nós reflitamos que a condição de espíritas não nos lega perfeição e nem a condição de heróis imbatíveis, muito pelo contrário, a ideia é que saibamos nos conduzir diante dos reveses e dos desafios existenciais a partir de uma perspectiva consoladora de que nada nos acontece por acaso, no sentido que as experiências que temos são fruto das escolhas que fizemos em algum momento ou nesta vida ou em existências pretéritas. Então ele se entrega essa solidão aqui já descrita. Gostei também quando Emanuel faz uma observação de que ele primeiro se entrega à tortura, que é o estado que antecede o desalento. E o desalento aqui entendido como o estado de quem já está desanimado, cabis baixo, sem motivação no seu dia a dia. Então, primeiro ele se questiona, passa por todo um processo duro de sofrimento e até mesmo de questionar se o que ele fez foi válido ou não. Tem um uma pergunta que eu acho tão profunda na vivência dele, quando ele diz: "Será mesmo que eh ele não como pai, a devoção de um pai é um ato culposo?" E aí ele tá pensando nas consequências daquilo que ele fez em apresentar a criança e todas as consequências que nós já então vimos aqui. E Emanuel traz uma espécie de separação entre o que ele denomina como lágrimas serenas e o pranto convulso. E é nesse momento em que ele parte para o pranto convo, ele fala que as lágrimas serenas são oriundas da certeza, embora esteja triste com alguma situação de que aquilo é para o meu aprendizado. Já o pranto convulso, ele se aproxima ou de uma revolta ou de uma condição de insatisfação com aquilo que me ocorre, como se eu não merecesse aquela situação. Nesse estado em que, e aí todo mundo já está sabendo que Quinto Varro é irmão Corvino. Eh, ele aqui então é colocado,
e insatisfação com aquilo que me ocorre, como se eu não merecesse aquela situação. Nesse estado em que, e aí todo mundo já está sabendo que Quinto Varro é irmão Corvino. Eh, ele aqui então é colocado, ele tá no quarto sozinho, soluçando com a cabeça dobrada sobre os joelhos, consternado diante da situação. Vamos lembrar que aqui é descrito que antes ele começa a pensar no irmão Corvino, na falta paternal que ele faz. Ele tava precisando de alguém que o orientasse, alguém que o acolhesse. E aqui, nesse contexto, ele estava completamente achincalhado, responsável, inclusive sendo colocado como responsável pelas outras pessoas na condição de um feiticeiro, de quem fez tudo aquilo e colocou a vida da criança de Silvano em risco devido a esses rituais que ele então desenvolvia. E Nádia e Marcel e todo mundo que está aqui deve ter visto que eu achei interessante, que no iniciozinho do capítulo, Eustázio, que se dedica à perturbação nessa condição, ele gratifica a mãe Mércia. ninguém está invalidando o sofrimento dela, mas ainda assim ela se coloca nessa condição de quem aumenta um pouco a história por essa gratificação que ela então recebe. E aí a gente não vai eh fazer julgamento da situação dela, mas vejam o contexto em que ele estava inserido, porque a fala de uma mãe que perde o filho, perde e como a gente fala coloquialmente nessa situação aqui, claro que é uma fala que vai ter um peso significativo e isso depõe contra a condição eh de Corvino, no caso quinto varro. E aí vem, claro, o que eu acho interessante é que sempre é o exemplo da sintonia, da conexão e o socorro ou a resposta aos nossos pedidos acabam chegando. Eis que a aparição de Corvinho então acontece eh aí nesse iniciozinho do capítulo. E ele vai logo, então, ele fica surpreso com uma e com essa aparição que para ele é da ordem do maravilhoso, porque ele estava precisando desse apoio. Mas a primeira palavra, a primeira afirmação é: "Por que desanimas quando a luta apenas começa?" Aí pensa em vocês, né? Depois
ele é da ordem do maravilhoso, porque ele estava precisando desse apoio. Mas a primeira palavra, a primeira afirmação é: "Por que desanimas quando a luta apenas começa?" Aí pensa em vocês, né? Depois de tudo isso que ele passou, aí vem o espírito que tem a condição paternal, aquele que aconselho e pergunta: "Meu caro, esse seu pranto aí segure um pouquinho porque está começando o seu de sabor". Então venha refletir um pouco. Aí ele fala do divino amor das almas, do laço eterno e faz com que ele consiga recobrar suas forças diante do muito que eh está por vir. Então ele vai fazer eh considerações. E aqui eu vou deixar essa última observação para compartilhar a fala com Naddia, quando ele diz: "Taciano é filho do criador". Então esse tempo em que você mesmo que, claro, o seu clamor, a sua dor tenham eh validade, ele tem o seu livre arbítrio. Então ele escolhe o seu momento do despertar. por mais que você tente ajudá-lo, é justo com os outros que reclamam o teu cuidado e as tuas palavras. Então, ele é levado aqui a reflexão e traz a perspectiva: ninguém se faz amado por meio da exigência. Então, você não deve exigir que o outro lhe oferte aquilo que você quer no momento que você determina e especialmente sem as condições para tal. A imposição aqui poderia inclusive ser considerada uma violência ao não respeitar o tempo de maturação do outro. Então ele diz: "Dá tudo, mas dá a quem nesse momento requererá o teu amor, que nós vemos que é algo incomensurável, mas que tá seando ainda não tem condições de acolher." Essa descrição que Jamília acabou de fazer do encontro de eh Corvino, espírito desencarnado com o irmão Corvino, que era o Quinto Varro com o seu nome. Ela vai nos falar da dor profunda que Quinto Varro estava sentindo e acho que é um convite desse capítulo para nós refletirmos sobre a dor na nossa vida. Quinto Varro foi uma pessoa que estava se esforçando ao máximo para fazer o melhor. a gente viu, ele era cristão e ele desde jovem ainda, quando ele enfrentou a situação com a esposa, ele
nossa vida. Quinto Varro foi uma pessoa que estava se esforçando ao máximo para fazer o melhor. a gente viu, ele era cristão e ele desde jovem ainda, quando ele enfrentou a situação com a esposa, ele eh optou por uma atitude que fosse uma atitude em consonância com o evangelho, não uma atitude de vingança, de ódio, de retaliação, de orgulho pessoal. Então ele sempre fez isso, ele se dedicou ao serviço do bem e ali estava ele sofrendo desesperadamente. A primeira reflexão que eu proponho é que a gente pense duas, três, quatro vezes antes de dizer que a pessoa que é espírita não sofre. O ser humano sofre. Os espíritos vão nos ensinar que é uma característica do espírito imperfeito. A gente sofre. A gente não tem como ter uma felicidade plena, porque a gente não tem uma harmonia plena com a lei de Deus. Espíritos superiores, eles vão ter com certeza uma outra condição e uma outra forma de enfrentamento. Mas nós sofremos com as dores da vida e elas são oportunidades de aprendizado e crescimento para nós, tal como foram para quinto varro. E aí ele tem dois níveis de sofrimento que nós também conhecemos. Acredito que todas as pessoas que estão aqui, eu incluída, já sabem o que é a dor, já viveram sofrimentos, períodos de sofrimento, momentos de sofrimento na vida. É, é difícil uma pessoa viver e não ter eh essa experiência, a experiência da dor. Ele está num momento profundamente doloroso em nível pessoal. Eh, a gente vê claramente um processo de luto. Luto é uma condição de quem está vivendo uma perda. O conceito de perda aí pode ser uma perda física, um processo de desencarne e várias coisas. E no caso de Quinto Varro, ele tinha, eu identifico três lutos. O luto da do desencarne brutal do menino que ele amava. A gente lembra que ele, uma das tarefas dele era cuidar daquelas crianças. Ele era o responsável pelo lar das crianças. Então ele tinha um amor profundo pelo menino, que inclusive tinha perdido o pai. Ele e a mãe tinham sido acolhidos na igreja e ele era assim, uma criança pequena de 5 anos,
ável pelo lar das crianças. Então ele tinha um amor profundo pelo menino, que inclusive tinha perdido o pai. Ele e a mãe tinham sido acolhidos na igreja e ele era assim, uma criança pequena de 5 anos, eh, irmão Corvina adorava. E essa criança, ele assiste essa criança desencarnar de uma forma brutal. Isso é muito doloroso, isso é muito difícil. Ele tava lidando com essa dor. Ele tava lidando com um segundo luto que era eh devido a essa essa ação que fizeram, ele foi proibido de cuidar das crianças. do lar das crianças foi desfeito. Ele tinha colocado todo o amor que tinha pelo filho, ele tinha colocado ali dando-se aquelas crianças, eh, amando, cuidando. E ali ele não podia mais, porque ele foi considerado, eh, oficial, oficiosamente culpado pela morte do menino como alguém que fez bruxarias, etc., para fazer isso. Então, tem um segundo luto, ele perde o menino, ele perde o convívio e a possibilidade de amar e ser amado e cuidar daquelas crianças. E tem um terceiro luto que é muito interno. O pouco tempo que ele conseguiu ficar perto do filho. O filho não sabia que ele era o pai, mas ele sabia. Ele tava junto, ele usufruiu de conversas com o filho, ele viu a inteligência, o conhecimento filosófico, a capacidade de de falar sobre temas que ele também adorava, o filho também, gente, foi assim, matou a saudade que ele tinha desde a criança era pequena e ele de repente perde isso de uma forma brutal. Ele então entra num processo, Marcelo disse, um processo depressivo. E ele lutou muito, ele lutou muito para superar isso, para vencer isso. E ele teve uma coisa aí, vamos pensar assim, como a gente lida do ponto de vista espiritual, não tô falando psicologicamente, não tô falando do ponto de vista médico, não tô falando do ponto de vista espiritual. como a gente lida com tanta dor. Ele continuou o serviço, não podia mais ficar com as crianças, mas ele fez outras coisas. Ele continuou eh buscando a conexão com o alto, buscando a prece, mas ele tava muito ferido, muito machucado. E aí
continuou o serviço, não podia mais ficar com as crianças, mas ele fez outras coisas. Ele continuou eh buscando a conexão com o alto, buscando a prece, mas ele tava muito ferido, muito machucado. E aí aconteceu com ele uma coisa que acontece com todos nós. Ele recebeu o socorro do alto. Não é só porque ele era um homem muito bom, porque fazia o bem. Todos nós recebemos o socorro do alto. É que às vezes a gente não se abre para isso. E neste socorro que Jamile já descreveu, ele apresenta uma eh uma possibilidade de de banhar sua alma no amor de alguém. Ele era um homem que ele era responsável por outros. Ele vivia uma vida de doação, então ele não tinha, do ponto de vista físico, humano, alguém que cuidasse dele. E aí vem Corvino, porque nenhum de nós jamais está abandonado pelo alto. A gente pensa, a gente se desespera. Eh, a gente viu aqui, ah, ele tava vizinhança da vizinhança do desespero, ele tava muito mal. Então, nesse momento, a gente não percebe, mas o cuidado de Deus é permanente. Deus é amor. A lei de Deus é uma lei de amor. Nós temos eh o anjo guardião, que é um espírito elevado, que cuida do nosso processo de evolução espiritual, que nos ama. Nós temos bons espíritos que nos amam, que querem fazer o bem. Então ele conseguiu ter este encontro com Corvino. E aí Corvino diz a ele que não, meu bem, tá só começando. Corvino mostra a ele a dimensão espiritual da experiência dele, que é uma coisa que cura a gente de muitas dores. a gente ampliar o horizonte, o o luto, a dor, o desespero, a angústia, eles fazem a gente reduzir o nosso campo de percepção. A gente fica preso ali, ah, porque aconteceu isso comigo? Ele tinha dúvidas. Ele disse: "Mas vem cá, eu fiz isso por amor a meu filho. E agora quer dizer que então é um erro um pai amar um filho, ele entra nessas coisas humanas que a gente fica. Ah, eu, se eu fizesse isso, se eu fizesse aquilo e Corvino tira, Corvino tira e vai dizer: "Não, a mal começou, você tem uma tarefa. Você tem algo para viver. A qualquer um pode dizer assim:
nte fica. Ah, eu, se eu fizesse isso, se eu fizesse aquilo e Corvino tira, Corvino tira e vai dizer: "Não, a mal começou, você tem uma tarefa. Você tem algo para viver. A qualquer um pode dizer assim: "Mas Naddia, todos os sofrimentos, nunca vi um espírito na minha frente, eu não sou médium". Não precisa ser médium. A gente precisa somente se deixar envolver por esse amor. Seja uma outra pessoa que nada surge na nossa vida. Seja uma pessoa que sempre esteve, traz uma palavra, às vezes é uma mensagem, é sempre também durante o sono. Nós esquecemos de um capítulo do livro dos espíritos, que é a emancipação da alma. Todos nós, ao dormirmos, saímos do corpo e vamos para as experiências que com que nos afinamos. Então, a gente sempre tem a possibilidade desse socorro, dessa ajuda. dores pessoais profundas de quinto val agravadas pelas dores coletivas, que a gente pode falar mais pra frente, mas a solução sempre presente, conexão com o alto, manter a ação no bem e confiar que ninguém está só e que jamais seremos abandonados pela misericórdia divina, mesmo que precisemos experienciar coisas muito dolorosas pelo caminho que construímos. O capítulo parece nos recordar que aqueles, esses dias se parecem muito com aqueles, o período do testemunho das dificuldades, porque ao lado da varíula que atravessava as nações daquele período matando impiedosamente, não havia nenhum tipo de cura. Algumas pessoas conseguiam uma resistência e desenvolviam anticorpos, a maioria tombava. Nós temos a desestruturação de todo de toda a estrutura da casa de socorro vinculada à igreja de São João ali nas Galias em Lyon. O próprio Corvino, irmão Corvino, foi proibido pelas autoridades de voltar se aproximar das crianças. E como recolhia órfãs, os meninos foram lançados em residências outras que os acolheram. Então aquilo era uma dor profunda. Mas notamos a mediunidade como era exuberante na época. Ele na enxerga do seu quarto, no silêncio, nas suas meditações, ele recorda do venerando amigo que foi assassinado no lugar dele
a dor profunda. Mas notamos a mediunidade como era exuberante na época. Ele na enxerga do seu quarto, no silêncio, nas suas meditações, ele recorda do venerando amigo que foi assassinado no lugar dele e o amigo se materializa porque toda a narrativa dá a entender isso. Quintarro estava lúcido e o amigo se materializa a ponto de tocá-lo, de abraçá-lo, colocar a mão na cabeça dele. Volve do além. Mas que medidade exuberante para a época. Por que é que a gente não vive fenômenos hoje como aqueles? O que é que tá faltando aos médiuns, às pessoas que quando entram nesse olho do furacão cheio de conflitos, de amarguras, de problemas, quando se vê jogado no labirinto, a merced do minotauro, a pessoa entra em parafuso e parece que até as janelas para o além se lhe fecham a percepção. Aqueles dias em que o cristianismo permanecia começando a avançava sobre os corações, nós vamos encontrar a resposta de que o alto se valia de qualquer fator de natureza mediúnica e quintvarro era um médio natural para o inspirar e o encaminhar para o testemunho que ainda estava por vir. Aí o capítulo começa a nos dar notícia. Cíntia, a esposa dele, agora esposa de de Opílio Vetúrio, nunca mais foi a mesma depois que soube que o marido fora assassinado no mar. Aquilo produziu nela um grande impacto. Ela da mulher festeira, da mulher que andava nas rodas, na alta sociedade de Roma, se avastou completamente, se dedicou inteiramente ao lar os dois inteados. com uma boa madrasta ao filho pequeno órfão do pai biológico e foi apenas fazer isso, nunca mais. Opil achou uma maravilha ter uma esposa dentro de casa que ele servia, que ele era companhia. Mas foi naquela dor que Cinntia começou a produzir uma mudança dentro dela. Se afastou das figuras olímpicas, do culto a Didmini, a Minerva e logo logo se tornou cristã. E é nesse capítulo, mais uma vez tão longo, que em algum momento ela vai ter ser tida família junto aos a população em geral, a sociedade de Lyon, de que Cíntia tinha enlouquecido. Como louca tinha que ficar
se capítulo, mais uma vez tão longo, que em algum momento ela vai ter ser tida família junto aos a população em geral, a sociedade de Lyon, de que Cíntia tinha enlouquecido. Como louca tinha que ficar segregada dentro de casa. Até que um dia a vigilância sobre ela falhou, ela consegue fugir. E adivin ela vai? Atrás de Corvino, irmão Corvino, o então marido. Ela vai pedir uma aconselhamento a ele e pelo tom de voz reconhece o marido. Aí ela volta para casa já louca. completamente louco. Ou seja, quinto varro estava vivo, não recupera mais a sanidade mental, completamente perde e dali ela arruma para a desencarnação. Então é um capítulo de alta de alta combustão, de alta velocidade, porque de 26 páginas, Emanuel mostra como os personagens sofreram mudanças abruptas. Opílio Vetura agora vai ser um segundo viúvo profundamente recluso na sua dor. Taciano sabe que Jesus começa a penetrar-lhe o coração. Quinto varro, irmão Covino, vê tudo desmoronar em torno de si. A perseguição aos cristãos recrudece violentamente. O período de Júlio César Vero Maximino, foi um dos mais dramáticos para os cristãos. Ele mandou perseguir implacavelmente. E na cidade se desenvolveu um comportamento, uma atitude proposta por alguém em que os senhores deveriam submeter os seus escravos ao testemunho da fidelidade aos deuses. Pois não é que dentro da casa de Opílio Vetúrio, Rufus, que eu comentei aqui semana passada, o personagem Rufus de Av Cristo é o mesmo Eurípedes Barçarnulfo do ano de 1918, quando ele veio a óbito pela gripe espanhola aqui no Brasil. Rufus casado com duas filhas, não nega Jesus. Se afirma cristão e amarrado a um cavalo chucro que o despedaça pelos caminhos. E as mulheres piedosas da época foram recolher seus pedaços para o sepultar. Mas ele se mantém com o Cristo, negando a autoridade dos deuses de pedra. Então, são testemunhos, são páginas vibrantes de uma época cristã muito dolorosa, muito difícil de se permanecer fiel, porque uma das servas negou, olhando para o marido que era
e dos deuses de pedra. Então, são testemunhos, são páginas vibrantes de uma época cristã muito dolorosa, muito difícil de se permanecer fiel, porque uma das servas negou, olhando para o marido que era adepto do paganismo, pelo olhar, como quem disse, se você negar os deuses, quem lhe mata sou eu? Aí aquela serva teve que negar Jesus da boca para fora. No íntimo continuou com o Cristo. Mas o medo do marido, medo da morte, deixar os filhos, os parentes, como era difícil naqueles dias. E Emmanuel passa isso com toda a crueza, passa isso com toda a nitidez daqueles dias. E o capítulo se encerra dizendo: "E Nádia, o martírio de quinto varro vai começar. Estamos no seis. Vamos aguardar o set. E eu fico pensando, Marcel, em como de um capítulo pro outro as nossas emoções também vão variando. Eu lembro do comentário da semana retrasada de que alguns dos nossos irmãos participantes do programa eh colocaram a questão de que estavam com uma certa raiva de quinto barro, não conseguiram eh vamos dizer que administrar bem o que estavam sentindo em relação ao fato dele ter levado a criança, que seria um símbolo de sensibilização. Quando a gente lê o capítulo dessa semana, parece que a gente volta a experimentar a piedade em relação a quinto Virro, ainda mais com essa promessa de que tá apenas começando o suplício pelo qual ele iria eh passar. E isso é interessante porque quando nós estamos encarnados, a nossa ótica é de um aprisionamento, que é um constrangimento passar por determinadas situações, conviver com determinadas pessoas, mas vamos recordar que no mundo espiritual ele garantiu que estaria tudo bem, contanto que ele estivesse próximo ao seu filho Taciano. Então, a visão do espírito, e Kardec traz isso pra gente muito explicitadamente, fora do corpo, é uma, porque ela vem uma visão carreada por imortalidade. Mas aqui em que a restrição acaba nos acompanhando é muito mais difícil sustentar. Daí a necessidade da prece, das conexões, da retidão no bem e coisas que a gente já
visão carreada por imortalidade. Mas aqui em que a restrição acaba nos acompanhando é muito mais difícil sustentar. Daí a necessidade da prece, das conexões, da retidão no bem e coisas que a gente já conhece. como isso aqui fica muito presente nesse capítulo. Marcel trouxe essa a questão de como a loucura de Cíntia é abordada, além da beleza do que é desencarnar nos braços de Quinto Varro. E aí que a gente vê a amorosidade que ela ainda cultiva e a beleza desta pena de Emanuel a falar que ela reconhece pelo toque que era característico dele ao cumprimentá-lo, afagar, ou acarinhar. E na a energia e na voz, então ela não tem como não reconhecer que ali diante dela não era o irmão Corvino, mas sim Quinto Varro. Então tem toda um todo um envolvimento e uma atmosfera peculiar aos dois que fazem com que essas almas se encontrem. Quando a gente pensa, ela saiu em desatino, sem destino. Havia um destino orquestrado ali pela espiritualidade para que eles então voltassem a se encontrar. E gostei dessa ideia da loucura, porque todas as perguntas que ela fez a Quinto Varro e pensando então nessa condição do irmão Corvino, tudo aquilo que ela questiona e que é colocado como loucura seria, na verdade a grande normalidade do espírito. Então a loucura considerada ali pelo vulgo era na verdade a grande redenção daquela mulher. Cíntia não mais se encontrava nos festejos. Ela não tinha mais prazer em estar naquelas rodas. Vamos lembrar que a Cíntia mais jovem tinha isso como seu grande objetivo, participar das rodas sociais, estar entre as mulheres da alta cúpula. E agora tudo isso perdeu sentido. Quando então ela adoece, ela consegue então a partir de uma aproximação com o movimento cristão, a sua cura e a sua vida muda. Todo um sentido, ela consegue conceber. E vamos vendo as gradações desses espíritos, porque Cíntia faz uma mudança por completo na vida a ponto do seu esposo Opílio Vetúrio, perceber que ela tinha se transformado cristã. não tinha mais como a sua conduta eh não revelar o que
spíritos, porque Cíntia faz uma mudança por completo na vida a ponto do seu esposo Opílio Vetúrio, perceber que ela tinha se transformado cristã. não tinha mais como a sua conduta eh não revelar o que é que ela estava nutrindo no íntimo. Ele então consulta o filho, mas Taciano não consegue conter essa ira que ele vai cultivando. E é interessante como ela, aqui é descrito que ela não reconheceu o filho, ela recua diante da manifestação dele de cólera quando ela afirma: "Minha missão de mãe findou. Agora que você casa, eu irei conversar contigo como uma amiga. Era um pedido mínimo de compreensão que ele não conseguiu ter. E foi muito fácil para ambos denominá-la louca, trancar. Ela não tinha mais contato com a sociedade para não envergonhá-los. E é assim que ela então é tratada diante dos seus arrependimentos e de todas as situações internas. Eu lembrei do evangelho quando no capítulo 12, o trechinho que fala da cólera em que os espíritos dizem que se nós nos víssemos no momento de ira, ou ficaríamos envergonhados ou então nos assustaríamos conosco mesmo. Eu imagino o que é que ela não viu na expressão eh de cólera que Taciano demonstrou aqui nesse momento e que a loucura considerada eh a de Cíntia, na verdade foi a sua grande salvação. Mas eu fico pensando, Marcel já descreveu muito bem esse contexto. Quando a gente pensa em Flávio denominado aqui, a gente precisa também pensar que o livro foi escrito há uma época. A gente não usa coxo atualmente como expressão, mas aqui ele começa a recobrar. Vamos lembrar que foi ele quem matou Corvino com o instrumento, uma faca, enfim. Mas quando ele vê a mudança de Cíntia e principalmente quando ele lembra que Corvino não reclama diante do seu ato de violência, ele ficou profundamente marcado. Mas a gente nota que Flávio ainda titubeia em algumas atitudes, diferente do que Cíntia já conquistou. Então, as gradações vão alcançando a cada um de acordo com o seu conteúdo interno e não que todos serão salvos a um só momento. Então, cada um realmente
titudes, diferente do que Cíntia já conquistou. Então, as gradações vão alcançando a cada um de acordo com o seu conteúdo interno e não que todos serão salvos a um só momento. Então, cada um realmente segundo as suas obras. Mas é também eh interessante ver que Eustázio, que em nenhum momento a gente, inclusive ele tinha uma grande ogeriza, eu fico olhando o que é que um espírito perde tempo, claro que na minha visão, criando estratégias para prejudicar o outro. Como ele viu aqui que tinha uma figura importante que é o Artêmio que protege quinto varro no julgamento, ele diz: "Esse negócio tá muito devagar. Eu vou ajudar aqui a logo a conseguir o extermínio dos cristãos essa praga social. Já que tem uma defesa, a gente vai dizer logo, ó, vocês que nas suas casas identificarem que seus servos e escravos são cristãos, podem conferir a execução que não há nenhum problema. Isso lhes é consentido. E essa consequência chega e aí a gente viu o que aconteceu com Rufo, que mais uma vez é convidado ao testemunho e não a bijura. mas um testemunho muito doloroso diante de sua esposa e de suas duas filhas. Mas a todos vocês, a misericórdia divina é impressionante. Por que quando a gente vai lendo assim, ah, eh, chegou então alguém que era o comprador, esse, na verdade vai ser o ser que vai conseguir conferir a Rufo uma tranquilidade no íntimo, porque ele vai dizer no seu ouvido no momento em que ele já tá na, pensem, estar amarrado a um animal que vai trotar, nem trotar, vai galopar velozmente, você sabendo que seu corpo será destroçado, mas você tá ali com fé. pé, chega alguém, o anjo bersélio, e vai dizer no ouvido dele: "Tua família encontrará um lar em nossa casa de Aquitânia. Morre em paz, que eu também sou cristão. Foi suficiente para que ele morresse em paz. Isso é de uma beleza além da morte de Cíntia nos braços do homem que ela constata: "Sempre amei". E agora eu sinto toda essa vibração, mas que pena. Mas era o que ela podia, que no passado eu não via a beleza e o brilho do que você me apresentava do
braços do homem que ela constata: "Sempre amei". E agora eu sinto toda essa vibração, mas que pena. Mas era o que ela podia, que no passado eu não via a beleza e o brilho do que você me apresentava do movimento cristão, mas agora é o que me nutre, é o que me salva. E essa morte então de Rufo com Bersélio ao seu ouvido, entregando a sua existência em um trabalho para salvar aqueles que se entregavam em nome do Cristo. Realmente é uma beleza que até para traduzir fica difícil diante de uma bela escrita como a de Emana. fica difícil. Eh, como Marcel tinha falado, é um capítulo muito cheio de emoções, mas emoções que evocam em nós a conexão com o mais alto. Eu vou falar muito brevemente, a gente tá fechando e acredito que cada um de nós tenha uns 4 a 5 minutos. Me chama atenção a marca de Corvino nessas vidas. Eh, que coisa boa a gente lembrar que tudo que nós fazemos para o bem, com amor, seja para quem for, seja como for, marca vidas. Corvino foi um homem que viveu com a maior dedicação à a vivência do evangelho. A morte dele fez o seu assassino fazer reflexões. E a gente sabe que Flávio Súbrio não era exatamente uma criatura. muito filosófica. Ele não chegou a se tornar um cristão completo, mas ele se renovou cada vez que ele lembrava daquela vivência, a marca que Corvino deixou nele. Eh, na vida de Quinto Varro, não precisa dizer na vida de tantos outros e indiretamente assim na vida de Taciano. Ciano por enquanto, é dito no capítulo anterior, finalzinho do capítulo, Emmanuel vai dizer, ele agora ele parou de lutar contra o Cristo no ambiente externo e ele começa a lutar contra o Cristo dentro dele. Ele ainda tá resistindo. Tudo isso que foi dito aqui é a resistência dele. Tudo isso que foi dito aqui é o processo pelo qual ele eh sustenta a sua posição anterior, que ele não quer abrir mão. Mas agora a ação do pai dele, que ele não sabe que é o pai, quinto varro, vai fazer com que ele tenha, ele traz para dentro esse processo de conflito. E isso também é um efeito de corvino. E não posso deixar de
a ação do pai dele, que ele não sabe que é o pai, quinto varro, vai fazer com que ele tenha, ele traz para dentro esse processo de conflito. E isso também é um efeito de corvino. E não posso deixar de falar sobre a vida de Cíntia, né? O caminho que Cíntia fez. O Cíntia fez isso muito sozinha. Ela foi cuidada por cristãos lá atrás por um descuido, porque eu acho que Opílio Vetúrio não conseguiu ver. E depois ela não tinha cristãos pela vida cercada que ela vivia. Ela não tinha cristãos para confortarem, para eh orarem com ela, para ajudarem. Ela teve uma luta extraordinária, mas no final da encarnação ela encontra com o quinto varro. A gente pode dizer assim: "Ah, mas aí ela morreu, desencarnou". Mas o espírito aproveitou essa experiência que com certeza será inesquecível. Quase 2000 anos de cristianismo e os circo agora são teatros vazios. O coliseu é um amontoado de pedras. As feras estão completamente revestidas de pó. Os circos, as os cravos, as espadas e todos os instrumentos de morte daqueles dias jazem entre colecionadores e antiquários. Passou-se a época da perseguição em Clemente agora nós vislumbramos a mensagem de Jesus estender o seu manto e a sua influência sobre toda a terra. Já não há quem dele não tem ouvido falar. E o testemunho agora é íntimo. É a mudança de postura, é a mudança de conduta. Os adversários antes estavam fora, os césares enceeguecidos, a perseguição inclemente por parte de Roma na tentativa de silenciar nas catacumbas aqueles que se dedicavam a evocar o divino rabim da Galileia. Tudo isso agora são pedras sobre pedras no ouvido da história. Agora o adversário é interno. As paixões, o medo de servir, a fidelidade no momento e a traição ignominiosa em outro, a fuga deliberada dos deveres abraçados. E muitas vezes, diante da multidão de aflitos, de sedentos, o indivíduo possuidor de uma lamparina se recusa a dividir a déb claridade com os que caminham em sombras. Por isso, a mensagem continua ecuando do alto em direção à Terra. Outros quintos varros ainda mergulham no
ossuidor de uma lamparina se recusa a dividir a déb claridade com os que caminham em sombras. Por isso, a mensagem continua ecuando do alto em direção à Terra. Outros quintos varros ainda mergulham no corpo, tentando resgatar os tacianos equivocados de todos os tempos, porque o atual bezerro de ouro não é mais de Dimine, Minerva, Esculápio, Diana, Asclépios e outros. O bezerro de ouro agora são as novidades tecnológicas, a fuga do dever, a omissão diante do espírito de serviço, a abnegação, o receio de ir até as culminâncias, o medo da decepção e do filete agudo da ingratidão daqueles a quem se presta algum tipo de serviço. Espairando acima das inquietações humanas, o espírito do Cristo convoca os novos obreiros e das tumbas que pareciam vazias, ecoa a voz que repete os cristãos outrora, nos convidando ao sacrifício, à luta e as renúncias. Ave Cristo, os que aspiram a glória de te servir, te saúdam e te homenageiam hoje e sempre. Vejam estas palavras. Esta voz, esta voz, quem sois? Como soubestes meu nome sem que volo dissesse? Sereis acaso um fantasma que regressa do túmulo ou a sombra de um homem quem morreu sem nunca estar morto? O que é para quem tuvar ouvir esse questionamento? Isso deve ter mexido com as fibras mais íntimas de seu coração. E aí vem a parte que eu já tinha colocado para vocês. A resposta dele não veio por palavras. O missionário afagou-a com ternura e osculou-lhe os cabelos, copiando instintivamente os gestos da mocidade. E aqui a afirmação de que o seu olhar transpareceu a lucidez então pergida naquele momento. Ali era um reencontro de almas, não eram os corpos se reencontrando. Uma alma reconhece a outra. A despeito da loucura que o físico poderia então demonstrar. De fato, o amor é uma grande força mobilizadora. E ela então diz: "Varro". E na inflexão com que pronunciar aquele simples nome, olhe que beleza, colocara todo o amor e todo o assombro que era capaz de sentir. Emudecida, contemplou, mantendo na expressão fisionômica, a estática felicidade de quem encontra um tesouro a
les nome, olhe que beleza, colocara todo o amor e todo o assombro que era capaz de sentir. Emudecida, contemplou, mantendo na expressão fisionômica, a estática felicidade de quem encontra um tesouro a longo tempo acariciado. Aí a gente lembra dos romances a expressão de estarmos abobalhados. diante do outro, apesar da felicidade que ela sentia. E veja o que Emanu dizer. Um peregrino da fé religiosa que surpreendesse o paraíso não revelaria maior ventura que a daquela face transfigurada por suprema alegria interior. Vocês devem ter visto a descrição que foi feita da condição física de Cíntia. Ela estava ali uma mulher já com os cabelos encanecidos, com rugas, sem o vigor e a beleza da juventude. Mas isso aqui não era considerado. Era o amor entre as almas que vissejava nessa relação. Então Ctia morre de forma tão bela, reconhecendo o seu amado, e que no coração dele nenhuma mágoa ficou. Com certeza ou é possível entrever que ela então morre em paz. E destaco para me despedir de vocês hoje o mensageiro divinal que aparecem aqui. Olhe que tem personagens que elas não são centrais, mas que salvam a narrativa e a vida dessas personagens. quando então mensageiro de confiança encaminhado para o palácio de Vetúrio, mas ele só diz que encontrou Cíntia em um determinado lugar, não diz que ela estava em companhia de Corvino. Isso eu entendo que foi Emanuel acalmando os nossos corações para logo então dizer ao final que o inquérito foi então implantado. Querem saber o que aconteceu? Até segunda. Até segunda. Teremos muitas emoções ainda. Vamos aproveitar, né, as a a profundidade e a beleza da palavra de Emanuel. Vamos lembrar que os sofrimentos humanos, eles são os sofrimentos humanos. O que quebarro viveu? Não importa que o ambiente era diferente, que o contexto era diferente, que as coisas que aconteciam. Então, não acontecem hoje, mas o que acontece no coração humano é o de sempre. Não há mudança. Então, a gente pode aproveitar essas lições belíssimas, profundas, lições de
ue as coisas que aconteciam. Então, não acontecem hoje, mas o que acontece no coração humano é o de sempre. Não há mudança. Então, a gente pode aproveitar essas lições belíssimas, profundas, lições de transformação, lições de aprendizado, de aproveitamento, de conexão com o alto e trazer isso paraa nossa vida. Hoje, quando nós vivemos tempos muito dolorosos, eu falei dos sofrimentos eh pessoais de Quinto Varro, mas ele também tinha sofrimentos que eram coletivos. a além da peste que Marcel falou, a luta constante ali contra as dificuldades e as dores dos dos seres humanos em geral numa sociedade muito cruel, muito injusta, que escravizava as pessoas a as dores da perseguição, as pessoas ansiando por viver a beleza do evangelho e que, no entanto, elas eram continuamente agredidas e tratadas com crueldade por causa disso. A vivência de Rufo. Eu também achei muito lindo quando o rapaz disse a ele, porque o pessoal tava tentando fazer disso um motivo para ele renunciar ao Cristo. Olha aí, sua mulher e suas filhas vão ser escravizadas, vão ser separadas. Que vida horrível. E ele disse: "Não, eu sustento". E aí ele conseguiu ouvir que, ao contrário do que o Verdugo pensava, aquele era um irmão e agiria com amor e com cuidado com a família dele que ficava no mundo. Então são pequenos detalhes, cenas, personagens que tocam o nosso coração. A gente vive no mundo com muita dor, com muita crueldade, com muita dificuldade, mas onde muita gente tenta fazer o bem, muita gente busca fazer o bem. Sejamos nós aqueles que vivem de acordo com os ideais supremos do evangelho. Sejamos nós, na dimensão que pudermos, novos corvinos, para que a nossa vida traga felicidade para nós, paz e luz para nós. E que possa também acender mais do que uma lamparina bruxoleante, acender a luz da conexão com o alto na vida do nosso próximo. Semana que vem, capítulo 7, grandes emoções. Vamos concluir essa primeira parte e na semana seguinte vocês já vão desde hoje trazendo as perguntas que quiserem, porque nós vamos conversar.
so próximo. Semana que vem, capítulo 7, grandes emoções. Vamos concluir essa primeira parte e na semana seguinte vocês já vão desde hoje trazendo as perguntas que quiserem, porque nós vamos conversar. Muita paz.
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