Papo com o Autor: "A Natureza Humana e o Sentido da Vida” | Família no Ar
"A melhor escola ainda é o lar, onde a criatura deve receber as bases do sentimento e do caráter.” Emmanuel, O Consolador. Que tal debater sobre a Família à Luz do Espiritismo por meio de diversos temas relevantes para este momento de transformação e evolução da Terra? Vem com a gente para o "Família no Ar”, um programa da FEB Lives, o canal de transmissões ao vivo da Federação Espírita Brasileira! No dia 13 de novembro de 2024, abordaremos o tema "Papo com o Autor: "A Natureza Humana e...
k Olá amigos e amigas sejam bem-vindos ao nosso família no ar esse programa da Federação Espírita brasileira que trabalha temas sobre a família à luz da doutrina espírita E hoje é a segunda terça-feira do segunda quarta-feira do mês nós vamos ter um papo com o autor e escolhemos para estar compartilhando conosco esse trabalho o livro a natureza humana e o sentido da vida escrito por Carlos durgante e Elizabeth chu Ambos são da Federação Espírita do Rio Grande do Sul e da AM Rio Grande do Sul e vamos então receber para estar aqui conosco a nossa querida Elizabeth ch seja bem-vinda Bet Obrigada boa noite a todos é um prazer poder estar aqui com vocês conversar um pouquinho sobre essa obra tão querida pra gente Hum muito bem a elizabe é psicoterapeuta trabalha com família trabalha eh com vários né Tem uma experiência longa de consultório de muitos anos ela é escritora palestrante instrutora TR atuante na no movimento espírita no Estado do Rio Grande do Sul e é membro do departamento de família da AM Brasil e ela vai estar aqui conosco como autora dessa obra tão boa porque afinal de contas quem nunca se perguntou se a minha vida tá indo na direção correta será que é isso realmente que eu tenho que fazer então é sobre isso que nós vamos conversar ao longo dessa noite e eu queria pra gente começar esse nosso bate-papo perguntar pra Bet como é que surgiu a ideia desse livro Bet Tá certo eh essa obra quem eh começou a escrever alguns tópicos e e aparece bastante na parte do durgan que é um geriatra né e que também trabalha com famílias e ele me ligou uma noite e perguntou se eu não queria escrever essa obra a quatro mãos eh no sentido de eh ele falando com essa parte mais do da experiência dele do consultório e eu trazendo alguns casos do meu consultório linc com a com a doutrina e com o sentido da vida e eu acho que ele se baseou bastante na essa inspiração ele teve através de um sonho com Leo Denis que que falava do sentido da vida que a gente precisava rever isto E aí a
ina e com o sentido da vida e eu acho que ele se baseou bastante na essa inspiração ele teve através de um sonho com Leo Denis que que falava do sentido da vida que a gente precisava rever isto E aí a gente foi foi foi construindo a história e e ficou essa obra e ela fala muito assim das pessoas quando elas estão bem Como Tu colocaste CR são meia perdidas o que que eu tô fazendo né com a minha vida que sentido ela tem e muitas vezes as pessoas falam que ela a sua vida não tem sentido então a gente resolveu botar no papel né reflexões sugestões vivências para que ele desse o norte e aí cada um buscou as suas inspirações ele ficou bastante com o vctor Frank e e eu fui pegar minhas coisas com o Richard bar que é aquele escritor e e escreveu várias obras e dentre elas Fernão Capelo gaiv também se questionava qual era o sentido dele dentro do clã dele né Uhum Então assim foi construída a obra da natureza humana e o sentido da vida Uhum é você trouxe aqui a a ideia do Fernão Capelo gaivota e quantas reflexões que aquela Gaivota fez que são tão inerentes do nosso cotidiano e todo o processo de aprendizado de um papel dentro de um grupo e não se sentindo tão bem satisfeito dentro daquele grupo né sãoas que a gente enfrenta no nosso cotidiano exatamente nosso desafio até crenças limitantes que a gente carrega que no caso da gaivota vou pegar né O que a gente está trazendo a naquele clã naquele grupo ela podia alçar vô até um determinada a uma determinada altura e a e a busca da do Fernão eraa ir além né e eu acho que isso tem muito a ver com o nosso com a nossa Encarnação assim que a gente tem um propósito muito além do que a gente dimensiona porque a gente esquece né O que que a gente tá fazendo aqui porque que a gente tá com esses grupos e e o que que eles nos estimulam ou nos tolem né E aí vai depender de como é que a gente constrói essa história uhum eh você falou aí de todas as crenças que às vezes os grupos onde nós pertencemos tentam né nos influenciar ou às vezes até mesmo nós adotamos essas
er de como é que a gente constrói essa história uhum eh você falou aí de todas as crenças que às vezes os grupos onde nós pertencemos tentam né nos influenciar ou às vezes até mesmo nós adotamos essas crenças e quando elas nos impulsionam ao crescimento Isso é muito bom mas acredito que a tua experiência em consultório seja muito parecida com a minha a maioria é assim você não pode você não vai dar conta isso não vai dar certo isso não é para você né isso aham e é um dilema porque E aí entra é a família é uma referência muito forte né na nossa história e e e e essa referência tu pode às vezes carregar uma lealdade a essas referências esses modelos que na realidade te te tornam reféns E não aquele que consegue aproveitar essas vivências e transmutá-las e crescer e acrescentar e agregar né E que esse é o propósito da gente dentro de um grupo né Uhum é é muito interessante toda essa perspectiva e você coloca no livro um Um uma ideia muito interessante sobre a evolução eu vou aquiar eh eh ler para poder ser fiel não podemos esquecer que somos seres em processo evolutivo todos buscam a ao reencarnar de forma compulsória ou expiatória a evolução e você comentando esse eh essa ideia você fala que essa busca da evolução nos faz eh eh também ter uma uma visão melhor paraa Nossa convivência com o nosso próximo né explica pra gente um pouquinho melhor isso daí essa ideia pros nossos internautas aham eh quando tu vens né eh e e geralmente quando nós somos questionados ou diante de uma Adversidade de uma dificuldade de um sofrimento de uma dor que vem esses questionamentos né Eh porque somos seres milenares em busca a cada Encarnação buscando uma melhoria né é como se a gente tivesse um checklist de várias coisas que a gente quer mudar reformular e a cada Encarnação a gente tem vai clicando ali aquilo que a gente consegue e o que a gente não consegue uhum o grupo familiar ele é um estimulador para esse crescimento quer seja no amor quer seja na dor né ou seja muitas vezes esses grupos familiares em que a gente
consegue e o que a gente não consegue uhum o grupo familiar ele é um estimulador para esse crescimento quer seja no amor quer seja na dor né ou seja muitas vezes esses grupos familiares em que a gente escolhe né porque no plane reencarnatório Nós escolhemos aonde que a gente quer nascer Quem são nossos pais há umas combinações que são feitas antes do nosso Nascimento e E essas combinações é óbvio que quando nós chegamos aqui a gente uma boa parte né maioria esquece do qual é o propósito delas e a vida vai rolando e vão acontecendo coisas que vão nos instigando ou ou a na busca do do do agregar os conhecimentos agregar essas vivências familiares com com um lar baseado numa estrutura mais equilibrada com mais amor mais funcional ou o contrário famílias completamente desestruturadas e vem um serzinho mais centrado com uma condição melhor e que é eh Poo posto à prova com tantos Desafios que são eh aquela sensação que a a gente encontra no C otário que eles dizem eu eu não sou dessa família parece que eu sou um eté Eu não eu eu não me reconheço na fala deles nos gostos deles e aí que tá o grande desafio Qual é o o que tu tem para trazer para esse grupo e o que que esse grupo tem para te estimular na busca de romper alguns padrões limitantes né para que haja uma Harmonia melhor quando a gente vai entendendo o processo do que realmente a gente faz num grupo Qual é o nosso papel na família e e que papel esses pais esses avós esses irmãos tios ou ou padrastos né vós enfim Qual é o o que que eles trazem para nós no sentido de realmente nos desafiar aí entra né a virada de chave ou eu eu consigo reformar tudo isso e e e buscar uma Harmonia um equilíbrio ou a algumas limitações dentro do que às vezes não é possível as pessoas tendem a querer aquela famosa foto de de família margarina né todo mundo feliz todo mundo harmonizado e não é assim porque as pessoas são diferentes cada um tem um processo evolutivo tanto emocional quanto espiritual então muitas vezes a criança é muito mais madura o
mundo feliz todo mundo harmonizado e não é assim porque as pessoas são diferentes cada um tem um processo evolutivo tanto emocional quanto espiritual então muitas vezes a criança é muito mais madura o adolescente que o próprio pai e a própria mãe que são desestruturados e não tem uma condição de dar suporte o avô ou a avó passa a ser esse suporte ou um tio né então às vezes os papéis justamente se trocam né vem no papel de filho para te submeter algumas coisas e esses pais no papel de pais para exercitar um amor ional e que muitas vezes a gente se choca com noticiários onde eles não conseguem fazer isso e pelo contrário passam ser os agressores desses filhos que eles têm que amar né então eh a Como dizia Joana né a família é um grande laboratório de almas E aí que ah as essas peças vão se encaixar ou tu vai ah entender que o processo daquele outro é é estanque perto daquilo que tu gostaria que fosse e vai respeitar essa limitação e saber que dali tu não pode esperar muito Muitas vezes a gente em consultório tu deve saber disso que a gente diz olha é o pai que tu tens é a mãe que tu tens ou é o esposo que tu escolheu a esposa e ela vai até um ponto não espero que ela não pode te dar não é que tu não mereça a pessoa não consegue dar mais e isso é uma um processo bem difícil mas quando eu entendo o meu processo né que que que eu tô fazendo aqui qual é qual é meu propósito nesta vida a gente vai descobrindo aos poucos não é de cara alguns né uma minoria eh Sabe desde logo assim o que que ele quer ser às vezes até bem profissionalmente Qual é o qual é o papel dele dentro daquela família então mas é raro as pessoas vão descobrindo com o decorrer da vida né a pedagogia da vida vai mostrando Uhum é porque na verdade você na naquela trajetória que você tá você vai ganhando eh eh consciência das suas possibilidades das necessidades que você tem para para para atender ali e pode ou não aceitar essa essa condução pode ser algo mais leve ou mais Pado E aí você falou só a questão de de convivência
uas possibilidades das necessidades que você tem para para para atender ali e pode ou não aceitar essa essa condução pode ser algo mais leve ou mais Pado E aí você falou só a questão de de convivência familiar de conflitos de agressões isso daí já dá não só uma live dá muita a gente poderia estar isso muito porque você tem o pai que é agressor do filho mas também tem um filho que às vezes se torna agressor dos pais quando eles estão mais fragilizado envelhecem muito uhum ou o próprio abandono né pais que mães que lutam lutam para se para constituir né a a segurança para proporcionar para esses filhos lá na frente são abandonadas sim sim é até porque eh eh a gente sabe que esses reencontros no núcleo Familiar eles trazem para nós alguns desafios que nós temos que superar às vezes conseguimos superar com mais com com maior mérito outras vezes com menor mérito e outras vezes a gente vai precisar reencontrar novamente outra oportunidade novamente aprender a superar né marb Eh eu achei muito interessante uma figura que você trouxe no no no no livro que fala sobre a pessoa ser um um um um diamante é uma pedra preciosa né E quando eu tava lendo eu lembrei muito de um diálogo com um paciente que eu meu de consultório alguém que assim com uma baixa autoestima com muitas dificuldades eh a gente daqui a pouco vai vai pegar essa pergunta da C para fazer para você eh e aí eu eu usei com ele essa figura eu falei assim você é um diamante Você tá em processo de lapidação né Eh e às vezes o que a gente faz na vida em vez de eh aumentar a luz do diamante a gente apaga ou até deforma né né Uhum conta pra gente um pouquinho como é que é esse processo né nosso de de de autol lapidação e nesse contexto né do sentido da vida certo eh e esta passagem que tu te refere que Tu colocaste ali que tu te lembrou né no trazer a questão do do diamante eh eu falo no livro sobre a questão eh a fala do Richard B que traz que somos eh cada um que nasce carrega consigo um bloco de mármore né e o e e ao nascer recebe esse bloco com os
stão do do diamante eh eu falo no livro sobre a questão eh a fala do Richard B que traz que somos eh cada um que nasce carrega consigo um bloco de mármore né e o e e ao nascer recebe esse bloco com os instrumentos necessários para trabalhar com ele e que a gente pode numa vida transformar esse bloco de mármore em cascalho que é é o brilho que tu diz que passa a não ter né que é derruba esse bril BR apaga esse brilho do diamante ou tu deixa ele intacto não faz nada com ele que aquelas encarnações que as pessoas vê e não conseguem avançar né ficam na mesma ou tu torna esse bloco dá ele uma forma gloriosa e este é o êxito numa Encarnação né quando a gente porque a gente precisa se lapidar a gente vem com um um um bloco E e essa lapidação a a vida nos nos instiga ah as nossas relações nos mobilizam emoções que vão fazendo com que a gente vá revendo né a nossa forma de ser a nossas atitudes pensamentos eh a forma às vezes egoística e egoística de amar de posse né porque às vezes a pessoa traz que ama tanto o outro mas ama tanto que encarcera ele né ele passa a ser encarcerado ele passa a ser sua posse e não dá espaço para para crescer para olhar pro mundo né Ah isso a gente vê muito quando os filhos alçam voo quantas famílias se deprimem né que é natural uma certa fase que de vida com um ciclo que fe mas muitos não conseguem porque colocam toda a sua a expectativa de vida na realização de um filho ou de uma filha e e os filhos vêm para criar suas realizações a maior realização para um pai para uma mãe dentro de uma família estruturada e funcional é justamente isso é ver esse filho a avou que nem o Fernão né e e ser feliz dentro da sua escolha não da minha escolha né Então aí entra a própria lapidação eh o como é que eu vou eh me constituir como pessoa e o que que eu espero do outro né eu não posso interferir de tal forma que eu vá que ele vá ter que se moldar ou Criar o seu molde conforme a minha o meu desejo a minha expectativa essa é uma estão bem complicada que a gente vê muito dentro
posso interferir de tal forma que eu vá que ele vá ter que se moldar ou Criar o seu molde conforme a minha o meu desejo a minha expectativa essa é uma estão bem complicada que a gente vê muito dentro das famílias filhos tendo que seguir dentro de umas empresas Ou dentro da profissão dos pais e eles não querem aquilo não t a coragem de romper com isso então isso quando tu busca isso tu tá te eh reformulando tu tá dando um molde bonito para ti mesmo e e até pra própria família né porque o o o laço maior dentro de uma estrutura familiar é o amor e o amor ele não é ã pod ele não é egoísta o amor ele é ele liberta né é o outro é hoje de manhã tava atendendo uma paciente falou ass eu virei para ela e falei assim olha nossa maior tarefa como pai e mãe é dar condições para que o nosso filho se desenvolva e não precise mais da gente né ele vai estar convivendo conosco não porque ele precisa mas porque é algo que para ele é gratificante é bom então todo todo o processo tem que ser em busca da construção dessa autonomia e vai exigir da Gente esse movimento de de entender que o filho não é uma cópia Nossa e vai ter as suas próprias escolhas né mas eu queria destacar aqui a Cátia Adolfo que que tá participando ela colocou aqui para nós partilho com vocês meu pior dia o pior dia da minha vida nessa existência com a morte abrupta de meu filho eu não des eu não desisti de mim o amor acolhimento da minha psicóloga do nosso pai com com apoio né voltou a sorrir né como é difícil a gente tá falando aqui né de da da da parte da família quando esse ciclo eh eh se inverte porque os pais normalmente esperam que os filhos partam muito depois deles e quando é o contrário né Bet você gostaria de comentar algo sobre isso Uhum é um processo bem doloroso porque Como Tu disseste eh Há uma inversão né o o natural da vida os pais envelhecerem e partirem e os filhos eh fazerem esse processo de despedida né nesse momento e quando ocorre o contrário filhos jovens ou crianças que partem né e é uma história que é interrompida né então ela
cerem e partirem e os filhos eh fazerem esse processo de despedida né nesse momento e quando ocorre o contrário filhos jovens ou crianças que partem né e é uma história que é interrompida né então ela traz um uma dor muito grande principalmente pro pros pais pra mãe pro pai e e mas aí tu tem quando tu tem uma doutrina consoladora como é a nossa que diz que daqui um tempo a gente vai se encontrar e que essa vida é só uma passagem né Isso é um alento que que a gente vê muito no Oi não pode falar eh a gente vê muito nos centros espíritas né as pessoas que não são espíritas buscando o centro quando elas perdem Quando elas estão enlutadas porque ali Elas encontram respostas elas não precisam trocar a sua eh escolha religiosa mas a doutrina ela vem como um um respaldo e um consolo quando te diz que a vida não termina aqui que a gente vai ter continuidade e que aquilo que eu não consegui concluir aqui eu vou voltar e eu vou refazer isso porque existe um pai muito misericordioso cheio de amor que nos dá essa chance né a gente tem quantas chances que a gente já teve já fez já voltou já foi e vai de novo né então a gente tem essa chance para arrumar as coisas por quê Porque este arrumar significa primeiro é uma busca do próprio autoamor né E e esse amor maior que que é o sinônimo da luz do que o Mestre nos ensinou essa busca de completude é quando a gente se vê como fruto né sois Deuses vocês carregam a centelha Divina então quando a gente se conecta com a nossa alma entende que somos centelha divina e que não viemos aqui para estragar nada mas sim para consertar as coisas e cabe a nós essa escolha ah a o propósito do dos desencontros das perdas dos lutos eles ficam mais suaves e mais claros também aham eh você tava falando aí da perda do Filho e do da do sentido da missão eu lembro de uma uma pessoa muito próxima Que nós conhecemos que desde da da adolescência dizia que iria ter uma filha uma única filha e teve essa única filha e essa filha foi uma criança que nasceu teve
lembro de uma uma pessoa muito próxima Que nós conhecemos que desde da da adolescência dizia que iria ter uma filha uma única filha e teve essa única filha e essa filha foi uma criança que nasceu teve paralisia cerebral foi independente da mãe e do pai a vida toda e a criança superou todas as expectativas desencarnou com 37 anos Nossa e quando a a a a a a criança desencarnou né no caso a filha desencarnou a mãe virou pra família e falou assim minha missão tá cumprida agora eu não tenho mais nada para estar aqui né E nesse pensamento ela foi e 10 meses depois que a filha desencarnou ela desencarna também né então Apesar de nós termos às vezes esse senso de Missão muito eh eh intenso dentro de nós eh existem outras coisas além dessa missão principal e a gente tem que ter cuidado quanto a isso né esse essa definição do nosso sentido de existir ele pode ter uma mudança ao longo da nossa jornada eh eu tenho uma visão quando eu tô na minha adolescência vou pra vida adulta posso ter uma visão lógico tem que ter afinidade né mas esses objetivos existenciais também vão se transmutando E é isso que faz com que a gente possa ter uma longevidade mais feliz exatamente isso e até assim né Cris a como tu falaste a às vezes tu Ah vamos dizer assim interrompe o processo teu evolutivo com com a dor que te impulsiona a desistência né tu tu não tu faz atos involuntários que que te levam a um a um quadro clínico que te leva a óbito porque a tua missão era aquela não a tua missão é tu evoluir inclusive com a dor né que é isso que que a Cátia traz ali ela ela passou pelo luto ela tá é um processo lento mas ela descobriu um sentido maior da vida dela não era só mãe ela tinha que reconstruí a própria história e assim muitas pessoas e aí entra justamente assim o papel da da dor do sofrimento dentro de um contexto familiar como o um incentivador como oportunidade e não como fim de linha né que as pessoas às vezes confundem né que o sofrimento El ele tá lincado a a a finitude a perder o sentido o sofrimento te faz rever a tua
o um incentivador como oportunidade e não como fim de linha né que as pessoas às vezes confundem né que o sofrimento El ele tá lincado a a a finitude a perder o sentido o sofrimento te faz rever a tua estrutura a tua força né quando a gente tem um a fé eu acho que é isso é é é fundamental quando tu descobre que dentro de ti tem uma fibra muito forte e que te faz eh acreditar que tem algo maior e que esse pai misericordioso ou o nome que quiserem dar energia não importa eh ela é capaz de te dar condições se tu buscares de tu superar tudo isso ah realmente tu sai muito mais fortalecido né a a as as questões mais difíceis são aquelas que nos dão mais prazer porque a gente conseguiu vencer né as fáceis até a gente diz assim ah aquela era fácil deu né mas bar aquela me que meios miolos funcionando e consegui chegar na solução né e e isso é na vida também né as coisas fáceis pra gente perde a graça no início é bom mas depois perde a graça né aham é eu vejo essa coisa do você se se re reinventar se redescobrir de desafiar o seu próprio potencial ao longo da vida como isso é é importante e e voltando também a a a ressaltar isso quando muitas vezes você pode até dizer que seu ciclo de vida Já tá pronto né Eh eh uma pessoa que que passa 60 anos casada com alguém e que fica viúva e que surpreendentemente para para muitas pessoas consegue estar vivendo o seu cotidiano sem tá aquela pessoa amarga triste lamentando sentindo a saudade mas sabendo que que é importante está bem para até poder ter esse reencontro no futuro né que é isso que você fala que a doutrina espírita nos nos dá toda essa essa bagagem primeiro que a gente não tá aqui uma única vez nós vamos estar e já estivemos outras segundo que nós vamos encontrar os nossos queridos também depois que nós desencarnar né Uhum eh é essa questão assim do que tu fala da dos fechamentos de ciclos né a gente eh nós somos nossa vida assim como a natureza existem ciclos então alguns ciclos nos demandam eh uma exigência muito grande e eles se fecham
ssim do que tu fala da dos fechamentos de ciclos né a gente eh nós somos nossa vida assim como a natureza existem ciclos então alguns ciclos nos demandam eh uma exigência muito grande e eles se fecham e às vezes as pessoas confundem que aquilo ali que se fecha ou que se extingue é porque realmente acabou Parou tudo né E aí eu me lembro muito da história da Dra Marlene né da Marlene Nobre O que que ela quando ela perdeu o esposo dela ela tava chorosa triste né a nossa mentora do da das Ames o que que ela fez se apresenta na num momento da dor da perda de um companheiro de anos se apresenta Dr Bezerra e diz para ela pare de chorar que você tem um grande desafio nós temos que construir um trabalho frente aos médicos e à espiritualidade E você tem que fazer isso vai encabeçar esse projeto E aí aquilo dá as condições para ela superar a dor né E E cria um sentido é o sentido da vida a gente tem que ter um propósito Uhum Então o ciclo se fecha os filhos vão embora eh alçam vo Ok mas aí esse casal l ou vai vai ter que eh reajustar os projetos dele ou essa mãe ou esse pai que tá sozinho vai ter que criar novos propósitos porque tem até o nosso Como diz no próprio livro fala até você eh se você ainda tá vivo a sua missão não acabou então tu tem coisas para realizar né Tem coisas para realizar a gente tem que tá eu sempre falo gosto de falar muito pros cência nas minhas palestras da gente prestar atenção nos sinais os sinais nos chegam Olha tem uma luzinha piscando e tu fica olhando Tá mas que que será aquilo ali né e chama atenção daqui a pouco tu vai atrás Ah mas daqui eu vou discursar isso vai vai e tu te envolve num projeto legal que vai te nutrir e vai nutrir outras pessoas porque a gente não veio só para crescer sozinho a gente veio para crescer e contribuir no crescimento do outro uhum e não necessariamente é família é são amigos são é sociedade a comunidade são grupos Uhum é ou seja nós temos que estar atentos que todos nós que estamos aqui temos que buscar o caminho da nossa
uhum e não necessariamente é família é são amigos são é sociedade a comunidade são grupos Uhum é ou seja nós temos que estar atentos que todos nós que estamos aqui temos que buscar o caminho da nossa evolução basicamente é isso né A forma como a gente vai vai evoluir vai depender muito de como é que a gente encare os desafios que a vida nos apresenta né Eh isso que você falou dos filhos que saem de casa eu lembro eu tive só dois filhos quando meu filho Caçula eh casou o mais velho já morava no exterior e quando eu voltei para casa depois que passou o casamento aquela coisa toda eu voltei com meu marido para casa e eu entrei no quarto dos dois filhos eu falei Nossa essa casa vai ficar muito muito triste agora muito vazia né Uhum e aquele primeiro momento deu aquela dor falei assim e agora né E aí apareceu tanta coisa depois disso né tantas oportunidades tanto crescimento tantos desafios né E porque eles cresceram os desafios também cresceram né e as oportunidades também vão Crescendo com quando a gente se permite né exatamente e uma coisa importante Cris aí ó é às vezes quando a gente fala em família né muitos eu eu sempre dou um alerta Assim muitos casais eh se perdem no no papel de casais eles viram sócios da da né da da sociedade família né a empresa família e no momento que os filhos vão embora os assuntos deles norteiam em cima e cercam os filhos quando os filhos Alam vão vão constituir as suas famílias ou vamos morar fora e tal esse casal perdeu tanta essa conexão que eles não sabem mais se olhar e conversar e muitas separações acontecem neste processo porque ao invés deles trabalharem só o papel de pais eles esqueceram do casal E aí esse casal deixa de se nutrir como casal e naturalmente né ele vai se extinguindo e não tem mais um acesso um canal de comunicação que faça ter sentido continuarem juntos então isso é importante a gente ter a gente tem os filhos a gente tem a nossa vida a gente tem os nossos grupos a gente tem os nossos amigos e a gente tem a relação dentro de uma família é ter um
ntos então isso é importante a gente ter a gente tem os filhos a gente tem a nossa vida a gente tem os nossos grupos a gente tem os nossos amigos e a gente tem a relação dentro de uma família é ter um momento do casal sair sozinho ter as suas seus espaços né exatamente cultivar cada um desses papéis dá importância para cada um desses papéis evidentemente que existem algumas situações você tá com um filho muito pequeno o tempo desse casal às vezes ele não pode viajar mas ele pode sair para jantar ou ou ir no cinema assistir alguma coisa quer dizer só quebrar aquela rotina ter aquele momento que você se recorde de olhar pro outro dizer assim ah como é que você tá tá tudo bem com você o que que tá nesse momento como é que você tá se sentindo então é é algo que eu sempre coloco para para para na questão da Clínica isso assim tem que ter esse tempo tem que ter o tempo do filho tem que ter o tempo do casal e tem que ter o teu tempo também com você mesmo o seu tempo exatamente porque senão você se perde no meio daquilo tudo e começa a se sentir só em função do Desejo do outro e acaba esquecendo quais são seus próprios projetos né E aí que entra quando o outro se vai ou ou rompe contigo Tu perde o teu sentido porque tu criou o teu sentido da tua vida em cima do do outro e não de ti mesmo né Uhum é e de um papel que muitas vezes e eh hoje isso não é tão comum mas eu vejo na geração por exemplo da minha mãe que o papel da mulher era casar ter filhos e criar os filhos e ser uma boa dona de casa né E uma boa esposa hoje para mulheres existem outros desafios outras oportunidades mas ainda existe às vezes esse peso né de um só papel isso que a gente tá falando da da do envelhecimento também pega na na questão do trabalho a gente vê hoje muitas pessoas que se definem só em função do trabalho né então o objetivo é ser um profissional excelente E aí vem aposentadoria E aí como é que eu fico né que é uma outra demanda que a gente recebe quando comrio por isso a questão da da da gente
rabalho né então o objetivo é ser um profissional excelente E aí vem aposentadoria E aí como é que eu fico né que é uma outra demanda que a gente recebe quando comrio por isso a questão da da da gente ter muito claro assim se trabalhar o autoconhecimento nossas reformas internas pra gente ter essa clareza de não perder não se perder né porque quando tu tu tu vive a vida que na realidade tu tá te escondendo dela né quer seja profissão quer seja no papel de esposa de marido de enfim ã tu tu não te escuta a gente tem que ter esses momentos de est consigo e descobrir que a gente é uma boa companhia né Tem pessoas que não conseguem ficar sozinhas não conseguem elas não não conseguem escutar os próprios pensamentos né o o que que é uma das coisas que são que são né bem importantes dentro do um processo terapêutico a pessoa começa a falar os pensamentos em voz alta e para alguém que as escuta né E aí aquilo tá guardado guardado aí tu começa a te escutar e às vezes a pessoa não tem o hábito de se escutar então eu eu gosto muito de fazer assim Tu escutou o que tu disse ou ou o casal às vezes quando tá junto Tu escutou que ela falou tu viu o olhar dela quando tá falando ou dele né então Então as pessoas tendem a a a eu escuto o que eu quero escutar né e eu não dou tempo para o outro dizer toda frase eu chegar ao ponto final e eu pensar bom deixa eu ver o que que eu vou fazer com isso eu eu eu tenho muita coisa do começo a escutar e daqui a pouco eu já tenho uma réplica né e a tréplica né e assim vai né e a pessoa Às vezes nem quer dizer aquilo que eu já concluí no final da a frase então assim eh é um processo estar junto é Um Desafio morar com as pessoas trabalhar em equipe eh morar num condomínio tudo isso eh São porque tu tem que saber até onde tu pode até onde tem o outro e aceitar o que o outro consegue e não o que a gente gostaria que o outro fosse Então nesse livro A gente fala muito disso que tem as relações elas se eh entrelaçam com um objetivo mas o objetivo primeiro é tu
o que o outro consegue e não o que a gente gostaria que o outro fosse Então nesse livro A gente fala muito disso que tem as relações elas se eh entrelaçam com um objetivo mas o objetivo primeiro é tu descobrir que tu tem um sentido tu não tá aqui a passeio tu não tá aqui por nada te jogaram ali lá tu vai ver o que que tu vai fazer não tem um sentido estar aqui e a gente fez uma combinação então esses momentos que a gente medita que a gente fica com os nossos pensamentos a gente dá condição de que a nossa alma consiga conversar conosco e nos lembrar alguns acordos algumas intuições que nos vê Ah mas eu tinha esquecido Ah eu queria fazer tal coisa por que que eu esqueci a gente fica muito eh envolvido nesse turbilhão a gente tá sempre correndo né É impressionante a gente está sempre correndo então eh certas coisas nos passam despercebidas por essa ânsia louca de dar conta de tudo que a gente tem que dar mas a conta maior é com a gente né é o aquela pessoa que se envolve só no fazer fazer fazer fazer fazer também pode estar num processo de fuga no pensar sobre E aí ela vai ela é aquela pessoa que tá sempre disponível tá fazendo Tá fazendo tá fazendo mas não cuida de si não cuida das suas necessidades muitas vezes nem as conhece né no livro você fala de alguns casos são muito interessante eu queria que você escolhesse assim para partilhar com a gente né um ou dois casos que você considera interessantes para entendermos melhor essa coisa do sentido da da a natureza humana de nos compreender como pessoas né Uhum é tem ali eu coloco alguns casos mas tem um um caso tem dois três todos são importantes mas uma que dentro disso que a gente tá falando tem um caso muito interessante de uma paciente e e até porque os desdobramentos do que né Se tivesse a continuidade tinha mais coisas para acrescentar porque a pessoa ainda continua no seu processo terapêutico e e e essa e ela ela vem com uma vida onde eh Ela é filha única né E ela tem uma família que eh acerca de muitos medos também com
acrescentar porque a pessoa ainda continua no seu processo terapêutico e e e essa e ela ela vem com uma vida onde eh Ela é filha única né E ela tem uma família que eh acerca de muitos medos também com proteção proteção proteção enfim e aí ela vai estuda vai trabalhar e depois trabalha numa escola de crianças deficientes né E ali ela a escola é a continuidade da da da família é quase que sai de um regime de de dis cerceamento e vai para outro tá muitas vezes ela se questionava Por que que ela não ia atrás da vida dela ela não conseguiu não não foi buscar um casamento não foi ter filhos ela ficou com aquela família com aqueles pais num primeiro momento a gente pode pensar que é uma limitação do ser né da da da pessoa no sentido de não conseguir se libertar eh de uma relação né simbiótica com os pais na medida que O que O processo foi avançando o que que nós chegamos nós começamos a ver e e a ela se colocou à disposição e participou de várias constelações familiares também e ali se descobriu que numa vida e e outras eh eh regressões que que participou de de assistir eh hã Assim pessoas que conversavam em mesa mediúnica e tal dando esclarecimentos porque ela sempre foi Espírita ã que no numa vida anterior ela veio fugiu de casa e atrav ela morava na Alemanha atravessou o Oceano com uma família e veio para pro Brasil e ela deixou os irmãos e a e a família porque eram muito pobres e ela não aguentou ficar lá e ela veio para cá e foi fazer a vida dela claro que naquela época não tinha como ela teve sucesso trabalhou e tal teve uma família mas de mandar recursos para esses pais então e esses pais se reencontram nesta vida hoje Uhum E aí o propósito dela era não abandonar desta vez Porque da outra vez ela fugiu então desta vez ela se Manteve fiel a a auxiliou um auxiliou o outro no seu processo de desencarne e uma doenças difíceis ela diz que muitas vezes vinha dentro dela vai embora vai embora como ela fez naquela vida ela tinha era jovenzinha e vaiem embora mas ela conseguiu concluir e ela diz que ela tem
uma doenças difíceis ela diz que muitas vezes vinha dentro dela vai embora vai embora como ela fez naquela vida ela tinha era jovenzinha e vaiem embora mas ela conseguiu concluir e ela diz que ela tem uma paz interior muito grande que ela conseguiu fazer como se é um débito que ela precisava Honrar né então e isso é é lindo porque quando tu consegue tá em paz contigo tu sabe que tu Abriu Mão umas coisas porque tu tinha coisas a acertar nesse sentido não que ficasse cara mas foi vindo foi vindo essas questões para ela e ela começou a entender e e e acalmou a o seu coração do Propósito desta vida e hoje ela faz muitas coisas uma pessoa com né 70 e poucos anos mas que toca piano que faz artesanato que faz academia quer ela cumpriu o papel dela e agora ela foi viver a vida dela então ã é é uma História bonita e eu admiro ela porque ela foi muito guerreira de conseguir construir pelo entendimento que ela teve né e um outro caso é de um é de um paciente ente de um homem ele ele tinha um uma vamos dizer assim um espírito muito liberto muito não me prendo a nada e e ele era muito namorador E aí então ele ele casou com uma pessoa e teve filhos e uma relação de muitos eh altos e baixos altos e baixos separa volta separa e volta até que ele foi buscar a doutrina ele foi entender ele foi trabalhador da casa inclusive E aí ele ele começa a se questionar Se esse relacionamento de Idas e Vindas é porque ele ainda tava preso muito a um primitivismo eles não tinham uma conversa né como casal eles tinham um um uma atração muito forte ali eles resolviam as coisas deles mas não tinha crescimento não não tinha entendimento do outro espiritualmente crescer quando ele foi buscar ele não tinha entendimento da da companheira Nesse sentido porque não acreditava em nada então assim as filhas foram buscar e aí ele rompe né Pela terceira vez ele rompe esse casamento e ele vai em busca disso E aí ele consegue definir que o que ele precisava era encontrar não só essa questão de de do do vamos dizer assim do
aí ele rompe né Pela terceira vez ele rompe esse casamento e ele vai em busca disso E aí ele consegue definir que o que ele precisava era encontrar não só essa questão de de do do vamos dizer assim do apego primitivo a a questão sexual mas um amor mais evoluído de conversa de trocas de parcerias de afinidades E aí ele consegue conquistar isso na medida que ele começa a se dar conta desse primitivismo que ele tinha que largar né e envolvia questão com álcool uma série de coisas e ele se re forma e dentro e o próprio processo dele a profissão dele é dentro da Justiça então ele conseguiu juntar as peças e hoje Ele é um homem mais realizado né porque ele encontrou um o verdadeiro o que que é amor né e não o que ele vinha trazendo antes e que que fazer ele se perder né então como a gente carrega esse primitivismo quer seja Nessas questões quer sejam sexuais quer sejam Nas questões da agressividade do do egoísmo né do enfim e aí quando tu começa a te questionar porque tu passas primeiro por o sofrimento para começar a rever a tua rota né que nem eu falo no livro qual é a tua rota né às vezes nós nos perdemos na nossa rota Então a gente tem que buscar sentido pra nossa vida e o que faz a gente descobrir que a gente está no caminho é quando a gente começa a se sentir feliz e satisfeito com eu começo a me olhar no espelho e gostar do que que eu tô vendo embora com rugas embora com mais cheinha não importa ou magrinha mas eu me olho e e dentro o meu olho tem brilho porque eu tô conectada com a minha alma e eu tô satisfeita tô em paz comigo me sentindo realizada né tipo assim eu tô eu sei que eu tô no caminho que eu busquei quando eu resolvi descer né Então acho que esses são os exemplos tem bem legais assim eu fic e e isso que você tá colocando eu acho que é importante né que os nossos internautas tenham também a a a a visão de que é possível enfrentar o desafio de buscar uma vida com sentido e não simplesmente seguir esse comportamento de manada que muitas vezes nós vemos na
nossos internautas tenham também a a a a visão de que é possível enfrentar o desafio de buscar uma vida com sentido e não simplesmente seguir esse comportamento de manada que muitas vezes nós vemos na sociedade que todo mundo tem que gostar da mesma coisa querer a mesma coisa pensar do mesmo jeito e na verdade você muitas vezes precisa se libertar disso dizer assim para mim isso faz sentido será que isso é é para mim o caminho porque se nós não fazemos essa pergunta achar o sentido da vida vai ficar difícil n exatamente mesmo quando a gente tá com alguns anos a mais na nossa bagagem ainda é é possível e é é importante fazer isso né isso Eh você já falou bastante né da família né nesse processo de de evolução e da construção do sentido mas eu queria trazer um pouco para o que a gente tem hoje em dia dentro da família às vezes relações mais eh fragilizadas pela falta de tempo de convivência ou pelas ações que entram nesse processo como a a televisão o celular eh o excesso de trabalho dos Pais o excesso de atividade escolar dos filhos e vai para aí a fora né como é que uma família pode pode auxiliar os seus membros na construção desse desse projeto de vida com sentido né pensando Desde da infância passando pela adolescência os pais podem fazer eh esse trabalho o que que você acha é é papel dos Pais né um uma das missões dos Pais é justamente essa assim dá um norte né para esses filhos e e esse casal tem que tá afinado nisso né é um é um desafio diário eh conseguir trazer essa família linkada no num num equilíbrio em trocas em em ensinamentos que envolvem empatia né porque eh quando diz ali eh na próprio Capítulo 14 do Evangelho né Honrar Pai e Mãe qual é o papel dos Pais de uma família numa estrutura e no desenvolvimento de um ser que vem para também eh desenvolver as os seus próprios propósitos né a a quando a família se vamos dizer ass se desestrutura com situações difíceis como o caso de perdas de doenças né fica muito complicado porque cada um vai sentir a sua dor
seus próprios propósitos né a a quando a família se vamos dizer ass se desestrutura com situações difíceis como o caso de perdas de doenças né fica muito complicado porque cada um vai sentir a sua dor isoladamente né então o que que a gente busca a a dor vem ou um um personagem um um participante desse grupo começa a apresentar problemas e que o grupo e que refletem o que o grupo todo tem né e isso é encaminhado para um médico é encaminhado primeiro passa por umas questões bem físicas e depois chegam nas emocionais E aí essa família é chamada a prestar atenção no que que tá acontecendo E que esse representante tá trazendo eh esse sintoma que na realidade é um pouquinho de cada um desse grupo familiar que tá adoecendo assim como quando acontece lá os filhos eh mais eh maduros e os pais envelhecem ou adoecem e aí entra crise dentro das famílias os irmãos brigando quem fica com qu e por por que que vai ter que ficar com com o familiar com o pai ou com a mãe ninguém quer pegar e geralmente Numa família né Às vezes até bem grande o que que a gente vê um ou dois assumindo papéis de quatro cinco então assim se eu ensino meus filhos né eu passo a mostrar para eles que eles têm responsabilidades também dentro da família no sentido de respeito no sentido de fazer a sua parte para colaborar esse grupo ele tem mais condições de ter êxito e com recursos mais saudáveis agora se cada um por si cada um no seu mundo e eu não me conecto porque é é é briga é é desacordos e e desarmonias e aí é melhor cada um ficar isolado quando acontece um drama familiar essa família não tem estrutura de segurar por quê Porque porque ela não desenvolveu isso os pais Não ensinaram né a esses filhos a saberem um ajudar o outro né os irmãos têm que se ajudar eh ninguém tem que ficar sobrecarregado a mãe não tem que fazer tudo e e os filhos e o pai são poupados o pai não tem que ser o burrinho que carrega Carrega carrega e e os outros só usufruem e gastam não tem que ter um consenso tem que ter equilíbrio nisso os avós tem que
os filhos e o pai são poupados o pai não tem que ser o burrinho que carrega Carrega carrega e e os outros só usufruem e gastam não tem que ter um consenso tem que ter equilíbrio nisso os avós tem que ser respeitados tem que ser cuidados Eles já cuidaram eles já trazem a nossa história começa com eles com os antepassados Então tudo isso tem a ver com a forma como esses pais ensinam os filhos eu nunca me esqueço de uma paciente que ela poupou poupou os filhos né e o que que aconteceu os pais separados Quando aconteceu Ah uma o pai morreu né e esses filhos ganharam como herança e ela morava nesse apartamento os filhos simplesmente disseram para ela agora tu arrumo um canto para ti porque nós queremos vender o apartamento e dividir o nosso dinheiro e ela ficou chocada só que aí eu eu me lembro que eu disse para ela mas vem cá tu sempre deu mais que tu podia tu nunca fez os teus filhos participarem das dificuldades que tu tinha então para eles é é é rotina é comum chegar e dizer mãe agora tu sai de cedo porque agora nós queremos aproveitar procura um canto para ti Então olha o que nós estamos Que mensagem Nós estamos passando paraos nossos filhos perfeito é isso que você tá colocando tem a ver com um aspecto primordial na família que é a questão dos valores que norteiam aquela família aquela convivência quer dizer se tem aquele que é explorado tem o explorador e quando a gente alegando amor a gente se deixa explorar né Nós não estamos contribuindo pro crescimento espiritual do nosso filho também né é algo que a gente poder est pensando porque a dificuldade ela cria no indivíduo essa vontade de crescimento de superação né hoje nós assistimos muitos idosos tendo que trabalhar até mais anos a fio para poder sustentar na família aqueles filhos mais novos que não conseguem se organizar financeiramente exatamente então é um drama é um reflexo dessa inversão de valores né bom Bet Eh estamos chegando no finalzinho eu queria deixar já passou pois é já passou é para que você deixasse um recadinho final
exatamente então é um drama é um reflexo dessa inversão de valores né bom Bet Eh estamos chegando no finalzinho eu queria deixar já passou pois é já passou é para que você deixasse um recadinho final aqui paraos nossos internautas Esse papo tá muito bom e quando ele é muito bom passa muito rápido É verdade é o que que eu eu diria assim nessas palavras que tu pede assim essa essa mensagem pros nossos né participantes e aqueles que vão nos assistir depois porque às vezes não dá para assistir no dia né ã é essa própria reflexão que o livro pergunta né Qual é o teu sentido que a gente pare um pouco nessa correria esquecida que a gente vive e pensar se eu tô coerente com a minha rota se eu tô feliz com as minhas escolhos porque às vezes a gente vai se ã sabotando e se ludibriando para não olhar para aquilo que tá lá incomodando uhum porque o que incomoda faz com que a gente tenha que se mexer e rever histórias e ter que às vezes começar tudo de novo nunca tarde para começar nunca é tarde então que né usando as palavras do Richard bar vamos fazer da nossa do nosso bloco de mármore dá ele uma estrutura gloriosa mas para isso eu tenho que me questionar se eu tô feliz com o que que eu tô fazendo se eu tô olhando pro outro só pro outro com carinho e não tô olhando para mim com carinho e respeito se eu tô feliz eu vou fazer feliz quem tá comigo e esse era né O que Jesus ensinava né amar ao próximo como a ti mesmo se eu me amo e não é um amor egoísta e tá feliz com a min com o meu sentido a minha vida tem sentido eu não vivo por viver eu vou dar sentido para outros também porque a gente vive junto a gente não é uma ilha então que a gente busque cada vez mais tornar esse bloco lindo bonito a gente sai orgulhoso daqui aquele orgulho bom eu fiz um bom trabalho comigo Uhum eu acho que essa é a minha mensagem Bet foi maravilhoso conversar com você como sempre a gente aprende muito fica muito Instigado com muita vontade de buscar esse processo de aut conhecimento de auto aprimoramento
ssa é a minha mensagem Bet foi maravilhoso conversar com você como sempre a gente aprende muito fica muito Instigado com muita vontade de buscar esse processo de aut conhecimento de auto aprimoramento continuamente gratidão a nossa imensa por ter estado com você aqui na noite de hoje também o nosso amigo durgante que é o outro autor dessa obra a gente recomenda a leitura é um bom presente de final de ano para alguém distribuir dentro da família para falar sobre esse esse essa redefinição de rumos que é tão importante tão necessária tá nosso muito obrigada E a você que nos assistiu nesse momento Nós também Agradecemos muito pela pela participação pela audiência algumas questões que foram apresentadas hoje fugiam do tema por isso que a gente não as troue pro debate mas temos o prazer de estar aqui com vocês toda semana na no nosso próximo encontro vai ser outro tema bem interessante Não percam então até a semana que vem tchau tchau boa noite somos impulsionados e motivados por um bem maior por meio da caridade e da vivência do Evangelho do Cristo chegamos onde chegamos conquistamos o que conquistamos o nosso trabalho acolhe quem mais precisa e independente da distância nossos meios acessam lugares que antes pareciam inalcançáveis a comun chave em todos os setores de nossa sociedade e ela muitas vezes nos permitiu abraçar quem precisava de atenção em momentos de dor e angústia Esse trabalho é feito com muita dedicação por toda uma equipe profissional preparada para produzir diversos tipos de conteúdos que alcançam o público já são mais de 4.000 conteúdos de qualidade disponibilizados gratuitamente em nossas plataformas produzidos por comunicólogos produtores audiovisuais cenógrafos editores designers programadores e técnicos de áudio toda essa estrutura só é possível graças a você apoiador do nosso trabalho e somos gratos por toda a sua doação até aqui mas este trabalho precisa continuar podemos acolher ainda mais pessoas e para continuar alcançando tantos corações precisamos de você isso mais
o trabalho e somos gratos por toda a sua doação até aqui mas este trabalho precisa continuar podemos acolher ainda mais pessoas e para continuar alcançando tantos corações precisamos de você isso mais uma vez contamos com seu apoio financeiro apenas com ele poderemos avançar ainda mais e continuar próximos de você trabalhamos pelo consolo pelo esclarecimento e pela esperança e sabemos que somente juntos com você poderemos fortalecer essa corrente a padrinha FEB TV estamos juntos com você através da FEB TV acesse do tv.com.br e faça sua doação eu quero ver n
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