PÃO NOSSO - Juliana Ferreira [PALESTRA ESPÍRITA]
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Toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Senhor, estou aqui. para agradecer de coração. A paz, >> amigos queridos, sejam todos bem-vindos ao nosso encontro de toda sexta-feira à tarde. Rendamos graças a Jesus pela alegria de aqui estarmos sob a sua tutela e podendo desfrutar não só da sua presença, mas também das suas bênçãos. Quando aqui estamos, quando aqui vimos, né, nós também nos conectamos com todos aqueles que sofrem, porque muitos aqui chegam trazendo um nome, um pensamento, uma oração para alguém querido que passa por dificuldades. Então, somos todos atendidos em nossas dificuldades e em nossas necessidades. narra o Evangelho que os discípulos, estando com Jesus, se dirigiram a ele e disseram assim: "Mestre, ensina-nos a rezar". E ele começa dizendo: Pai nosso que estás nos céus, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como nos céus. primeira parte que nós poderíamos dizer de uma maneira, falar de uma maneira muito singela, que é um louvor à presença do Pai, a presença daquele pai tão amoroso e bom. E aí Jesus continua: "O pão nosso de cada dia dá-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos a nossos devedores. E não nos deixes cair em tentação e livra-nos do mal." A segunda parte é um clamor de almas ainda muito infantis, com enormes dificuldades, mas que trazem consigo a certeza de que o Pai nos reconhece como espíritos ainda com muitos defeitos, com muitas dificuldades, mas que atende a nossa rogativa justamente por nos ver ainda como crianças. Reparemos que o segundo, a segunda parte da oração começa assim: o pão nosso. Em momento nenhum nós vemos nas rogativas de Jesus uma oração que se faça na primeira pessoa, que tudo aquilo que seja pedido seja para si mesmo. Quando oramos e dizemos o pão nosso, nos colocamos numa atitude de solidariedade, numa atitude de partilha. E aí percebemos a grandiosidade que é a atitude de nos colocar sempre em
seja para si mesmo. Quando oramos e dizemos o pão nosso, nos colocamos numa atitude de solidariedade, numa atitude de partilha. E aí percebemos a grandiosidade que é a atitude de nos colocar sempre em comunhão com os outros irmãos. Porque se fosse o meu pão dá-me hoje, seria uma atitude egoísta. E estamos falando, iremos falar tanto do pão material quanto do pão espiritual, ambos extremamente necessários, não é? Tanto do pão que é comido por quem tem fome, mas que é ofertado por quem doa seu tempo, suas palavras de consolo, a sua presença, a sua escuta amorosa. Então Jesus nos mostra que aquele que tem fome dai de comer. Quando Jesus multiplica os pães num gesto de enorme caridade com todos aqueles queá que lá estavam, que tinham ido buscar o pão espiritual, mas durante muitas horas, sem comer nem beber, Jesus se preocupa, mobiliza os seus discípulos e reparte o pão e o peixe. Não é? Dizendo, olha, o pão espiritual nos alimenta com bom ânimo e o pão material alimenta este coro corpo de carne que me possibilitará caminhar levando a minha palavra. Quando servimos o pão material, estamos nos convidando a todos a sentar à mesa com Deus, porque ele nos dá todo o alimento de que precisamos. O pão é também uma uma imagem, uma uma figura que mostra a nossa dependência com a divindade. Porque ele diz assim: "Dá-nos hoje, ou seja, a cada novo dia, que eu possa estar neste processo de dependência, de integração contigo, Senhor, a fim de que eu não me perca buscando apenas o pão material." Talvez uma das maiores expressões da nossa do nosso atraso moral hoje seja nós podermos ver nas redes sociais ou na televisão os nossos irmãos morrendo de fome, a fome do corpo. Não há uma tragédia moral maior. Por quê? Porque eu eu tiro do outro, não é, o direito de ele viver, porque sem o alimento, sem o pão da matéria, eu não consigo sobreviver. E aí acompanhamos crianças que retornam à verdadeira vida de uma situação, numa situação tão difícil, sem que aqueles que detém o poder temporário, que é o poder humano,
ia, eu não consigo sobreviver. E aí acompanhamos crianças que retornam à verdadeira vida de uma situação, numa situação tão difícil, sem que aqueles que detém o poder temporário, que é o poder humano, se comovam com as cenas. Esta é a imagem que reflete a nossa condição moral ainda, mas também lembrando que estes que voltam, não é, à pátria espiritual, vitimados pela ignorância, pela ambição, pelo orgulho, que é uma chaga da humanidade, recebem de imediato ato do Pai Celestial, o pão do espírito. Como nos lembra Jesus quando ele nos disse: "Vinde a mim todos vós que estais aflitos e sobrecarregados e eu vos aliviarei." Então, se nós, como irmãos encarnados não conseguimos aliviar a fome daquele que não tem acesso à comida material, nós ainda não entendemos qual é a ceia a que o Pai nos convida. O pão tem uma simbologia muito grande do ponto de vista religioso. É o alimento que vai sustentar os hebreus na sua diáspora. Era a celebração quando repartido, da união de um povo que procurava um local onde pudesse assentar-se e viver com dignidade. Eu falo dos hebreus, mas é, na verdade são todos os povos que buscaram este esta sensação, este sentimento de pertencimento, não é? Não de pátria, como nós entendemos, mas de lar. Porque o sentido de pátria só nos divide. O sentido de humanidade nos dá dimensão real da nossa condição de filhos de Deus. Lá no capítulo 6, versículo 35 de João, Cristo diz assim: "Eu sou o pão da vida. Aquele que vem a mim jamais terá fome. Ele Jesus não estava dizendo que aquele que caminhasse com ele não teria fome do corpo. Teria porque a sociedade não se renovaria num piscar de olhos. Se considerarmos do ano primeiro, quando Jesus começa o seu apostolado até o ano 2025, nós ainda temos uma população enorme que passa fome. E detalhe, a produção de alimentos do mundo daria para saciar saciar a fome de todos aqueles que estão encarnados e ainda sobraria alimento. Mas como não nos nutrimos do pão do espírito, como não conseguimos ver o outro como um
imentos do mundo daria para saciar saciar a fome de todos aqueles que estão encarnados e ainda sobraria alimento. Mas como não nos nutrimos do pão do espírito, como não conseguimos ver o outro como um irmão, eu deixo o alimento estragar na minha geladeira e isso não me constrange. Eu fico completamente tranquilo, não é? Quantas vezes ao levantar e ao deitar nós não fazemos a oração e dizemos: "O pão nosso de cada dia dá-nos hoje". Talvez esse nosso esteja tão impregnado da nossa individualidade ou do nosso individualismo, que eu só o entendo como o saciar da fome daqueles a quem eu amo. Então Jesus nos propõe que nós sejamos também este pão, este maná, este alimento na direção do outro, que nos envolvamos mais e mais em trabalhos que levam o saciar da fome e espiritual para aqueles que desconhecemos quais os testemunhos a que estão sendo chamados a dar. Hoje ainda atrelamos muito o trabalho de socorro aos necessitados a uma doutrina religiosa, não é? Nós nos organizamos como grupo ainda ou em casas espíritas, igrejas, templos, eh terreiros, para fazer o bem, para ter uma ação solidária, para ofertar a mesa de Deus a todos aqueles que muitas vezes sequer se lembram dele, porque sofre tanto que não conseguem nem ter esta dimensão maior que nos acompanha, onde a partilha a Deus. Partilha no seu sentido mais amplo. Quando eu partilho o meu alimento, eu estou ofertando o reino de Deus. Eu estou ofertando a mesa posta que Deus coloca para todos nós. Podemos em algumas situações, quando ficamos muito machucados, sensíveis diante do sofrimento de quem passa pão, passa fome do pão material. E por um instante nos question nos questionamos por que que isso acontece, não é? Onde é que está Deus que permite que crianças que não podem se defender sejam vitimadas pela ganância? A nossa ganância. Deus está exatamente ali, está ali com aquela criança, com aquele adulto, com aquele idoso. Está com o poderoso que causa a fome no mundo, está com todos aqueles que produzem alimentos pensando tão somente no lucro.
mente ali, está ali com aquela criança, com aquele adulto, com aquele idoso. Está com o poderoso que causa a fome no mundo, está com todos aqueles que produzem alimentos pensando tão somente no lucro. Deus está com todos, em todos e em todos os lugares, mas ele nos deu o livre arbítrio. Quando ele nos diz que somos todos filhos dele, ele está dizendo: "Olha, nenhum de vocês terá um único privilégio em relação ao outro, que também é meu filho." E quando encarnamos, quando desfrutamos de uma encarnação onde não nos falta o alimento, somos convidados a pensar, a refletir sobre a ausência do pão material. O que eu tenho feito como cristão, não é? Eu preciso escolher ser cristão, o o cristão legítimo, e levar Cristo por onde quer que eu passe. E qual era expresso o desejo maior de Jesus junto àqueles que caminhavam com ele, que o conheciam, que queriam conhecê-lo? a caridade, a caridade material, a caridade moral, o não julgamento, não é? Então, nós vamos ter a simbologia do pão como o avançar de mim mesma direção daquele a quem eu reconheço quando partilho o meu pão como irmão. É óbvio que nós vemos as essas imagens que nos chocam tanto, mas a quanto tempo o continente africano padece da fome? Há quanto tempo o interior do Brasil, em Minas, o Vale do Jaquinonha, no Nordeste, as regiões áridas, não é? No sul, os índios guarani esquecidos. Não só pela população, mas também pelo governo. No norte, aqueles que mal e mal conseguem se sustentar pela abundância de peixes, não é? e nos sentimos completamente tranquilos diante desta tragédia. Quando vamos aqui pro lado do oeste da Bahia, onde há uma produção imensa de grãos, especialmente soja, e você tem a oportunidade, nós temos a oportunidade de conhecer grandes produtores do agronegócio. Nós observamos que começaram, a grande maioria começou com enormes dificuldades. Veio de uma história de pobreza, né? A maioria sulista sai do sul com pouquíssimas coisas, recursos, se arriscam, se aventuram, dão certo, recebem as terras gratuitas,
omeçou com enormes dificuldades. Veio de uma história de pobreza, né? A maioria sulista sai do sul com pouquíssimas coisas, recursos, se arriscam, se aventuram, dão certo, recebem as terras gratuitas, não é? De uma maneira, sem gastar um um tstã. e começam a produzir com seu esforço e vão produzindo e vão produzindo e aí aquilo que veio, de onde ele veio, aquele momento lá fica completamente esquecido. E eu quero produzir soja e mais soja. E eu quero exportar soja. E eu quero ter um avião. E eu quero ter um monte de carro. Porque eu sou colecionador. Gente, tá aí um trem que eu não entendo. É colecionador. Tô criticando não. Eu só não entendo. Para que que eu vou ter 15 carros antigos se eu não vou nem andar neles? Não é? Nós temos um um piloto de Fórmula 1 aposentado, não vou falar o nome, né? brasileiro que ele tem um funcionário, ele tem vários carros, acho que tem uns 50 carros na garagem da casa onde ele mora, que é uma uma área imensa. Ele tem um funcionário só para que todos os dias o funcionário ligue os carros para que eles não estraguem de uma maneira muito rápida. Esta é a ilusão nos derrotando. A ilusão da vida encarnada é a ausência do pão espiritual. Eu como o que há de melhor, porque a minha mesa eu tenho tudo que eu quero. Se eu tenho 60 carros e um funcionário para ligar meu carro, os meus carros todo dia, eu vou poder comer e beber o que eu quiser. Mas não sou capaz de transformar esta ilusão num cristianismo ativo. Vendo todos esses carros e vou alimentar pessoas que estão passando fome. E ali na estrutural, não preciso ir longe, não. Vamos ali na estrutural, não é? Mas Jesus, conhecedor de tudo isso, disse que aquele que o procurasse não teria fome, porque ele era o alimento do espírito. E quando procuramos Jesus, entendemos a dinâmica do alimento material. É impensável que uma pessoa não tenha condições de fazer as refeições. Vamos considerar três refeições por dia. Às vezes tem que escolher qual é a que vai fazer. É impensável. Então, por isso que o pão, a simbologia
e uma pessoa não tenha condições de fazer as refeições. Vamos considerar três refeições por dia. Às vezes tem que escolher qual é a que vai fazer. É impensável. Então, por isso que o pão, a simbologia do pão é uma simbologia de solidariedade. Eu saio e distribuo aquele alimento material carregado de amor, carregado de solidariedade, de partilha. Onde há alimento sobrando, onde há desperdício, nós temos a afronta, a proposta de Jesus, a afronta, onde há fome persistente. e ausência de pão. Eu tenho a constatação de que em algum momento esta oração que Jesus nos ensinou se perdeu dentro de nós em algum momento. Eu não sei no estado de vocês, mas lá em Minas Gerais nós adoramos cozinha, porque toda celebração se dá com alimento. É quando expressamos os nossos laços. Então, o mineiro gosta muito de cozinhar e gosta muito de receber na cozinha e gosta de cozinhar para os outros. Antes que vocês falem, é, mas tem mineiro que é pão duro. É verdade. Tem mineiro que esconde até o pão velho para não dividir. Mas eu tô falando daqueles, gente boa. Tô falando do mineiro que que é avaro, não, né? Que fica guardando os trem, não. Porque aquela coisa, quem guarda tem, depende, né? Quem guarda demais perde porque estraga qualquer coisa que eu exceto amor, exceto afeto, sentimentos que construam. Quem guarda mágoa adoece. Então, guardar legal em sentido nenhum, porque o amor eu não consigo guardar, porque quando eu amo, eu fico tão feliz que eu quero dividir com todo mundo. onde todos comem, como na casa de mineiro, nós temos Deus sendo servido. Eu não sei se vocês já viram, exceto em situações muito pontuais, quando a pessoa não está bem de saúde, alguma pessoa triste porque tá comendo. Eu fico triste porque eu não posso comer, gente. quer me ver de mau humor é eu passar fome, ficar, sabe quando demora para comer, eu já vou ficando uma arara, tenho um um medo mortal de passar fome. Não passo. Deus foi muito misericordioso comigo nesta encarnação, muito compassivo, muito generoso,
sabe quando demora para comer, eu já vou ficando uma arara, tenho um um medo mortal de passar fome. Não passo. Deus foi muito misericordioso comigo nesta encarnação, muito compassivo, muito generoso, mas eu tenho um medo enorme de passar fome, porque alimentar-se é instinto, não passa pelo racional. Tanto que se eu passo fome durante a minha infância, eu vou ter comprometimento neurológico, comprometimento cognitivo e vou ter um biotipo característico de quem passa fome, não é? Então, se eu ponho a mesa e convido todos, eu estou servindo a Deus. Deus se senta generosamente conosco. E quando Deus se sente, se senta generosamente conosco, ele multiplica o pão e transforma escassez em abundância, que foi o que Jesus fez naquele sol apino, naquela poeira, aquelas pessoas ali ouvindo a sua palavra, mas já muito cansados, né? Todos muito cansados. Aí Jesus transforma a escassez do pão material e da água em abundância. Quem é que consegue aprender com fome? Prestar atenção com fome. Nós, espíritos medianos, não conseguimos. Nós nos tornamos justos quando alimentamos a todos. Isso pressupõe bicho de rua também, viu, gente? Porque eu vou confessar aqui um pecado que eu trago comigo e que me martiriza mais, mas me envergonha. Antigamente eu achava que a gente não tinha que eh alimentar bicho de rua. porque só ia contribuir para piorar a situação. Olha a minha ignorância. A fome ela não passa pelo racional. Portanto, alimentemos. Ah, mas vai aumentar a quantidade de cachorro. Mas pelo menos não vai ter cachorro com fome, nem gato com fome, não é? Porque eles estão nas ruas por nossa responsabilidade. Nós somos tutores desses animais. são espíritos, né, princípios inteligentes que habitam aquela forma em que nós já estivemos também como princípios inteligentes, estão ali para avançar, como nós que estamos aqui ouvindo esta reflexão e pensando em Jesus. Quando somos, quando escolhemos ser cristãos, a nossa atitude tem que ser uma atitude não de contemplação, mas de ação. Quantas vezes nós temos, de quantos
i ouvindo esta reflexão e pensando em Jesus. Quando somos, quando escolhemos ser cristãos, a nossa atitude tem que ser uma atitude não de contemplação, mas de ação. Quantas vezes nós temos, de quantos registros nós temos de Jesus contemplando? pouquíssimos, só quando a barra tava muito pesada. Aí ele dava uma afastada da galera e ia lá recuperar suas forças junto ao pai, não é? Jesus era atuante, era ação. E quando os seus discípulos queriam devagar demais, ele logo arranjava uma atividade para eles e os avisou: "Olha, vocês vão sair por aí, por esse mundão aa e vão trabalhar em meu nome." Quando a exaustão física tomava conta, eles descansavam ali 5, 10 minutinhos. Eu morro de inveja, recompunham as suas forças e continuavam, porque a dor ela não espera, a fome ela não espera. Partilhar o pão é tornar a oração uma ação concreta, né? Quando encontramos alguém na rua que nos pede alimento, quando ofertamos o alimento àquele irmão, nós estamos transformando a oração em ação. Sem julgamento. Dou e passo e vou embora. Assim como nós podemos levar o pão, nós podemos escolher ser o pão. Eu acho isso lindo. Eu mato a fome do corpo que nos traz uma alegria tremenda, tremenda. Mas eu posso ser o pão, porque onde eu passo, eu levo aquilo que de melhor há em meu coração. Peço a Jesus, falo: "Olha, vamos lá comigo, porque eu preciso de você, preciso que você me inspire, eu preciso que você me sustente, que o meu verbo seja o seu verbo, que os meus braços sejam seus braços." Mas eu posso ser o pão, o pão que se traduz em esperança, em esclarecimento, em acolhimento, em afeto, em justiça, em cuidado. Não nos preocupemos como com a fome, com a falta do pão, como uma questão política, entendendo política aí no sentido mais incipiente, que é o que nos acompanha. Mas entendamos a fome como um processo de espíritos que têm necessidade da palavra de consolo que pode e deve se traduzir no pão material. Porque graças a Deus, nós aqui não escolhemos ser aquele que causa a fome. Nós escolhemos ser aquele que sacia a
que têm necessidade da palavra de consolo que pode e deve se traduzir no pão material. Porque graças a Deus, nós aqui não escolhemos ser aquele que causa a fome. Nós escolhemos ser aquele que sacia a fome. A fome do pão do corpo e a fome do pão do espírito. Jesus, o nosso alimento, o nosso maná, a nossa força, não é? possa estar com todos nós, nos alimentando todos os dias o bom ânimo, a esperança, a compaixão, a solidariedade e que ele possa abrir o coração de todos nós para suas verdades imortais, que ele possa também levá-los em segurança de retorno a seus lares e que na próxima sexta-feira que estejamos juntos alimentados pelo pão do coração de cada um que aqui está. Glória a Deus nas alturas, paz na terra e pão a toda a humanidade. Fiquem com Deus. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do
ico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. E também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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