Palestra Pública on-line | "A parábola da figueira que secou" | com Elaine Santa Helena

FergsPlay - Canal da Federação Espírita do RS 11/10/2024 (há 1 ano) 35:17 165 visualizações

A Palestra Pública de outubro, promovida pela Federação Espírita do RS, contará com Elaine Santa Helena, voluntária da Vice-Presidência de Relações Institucionais da Fergs. Na oportunidade, refletiremos juntos sobre o livro "A parábola da figueira que secou ". Você encontra o tema que será abordado durante a atividade em O Evangelho Segundo Espiritismo, capítulo XIX, itens 8 a 10. 📍Esperamos por você na quinta-feira, 10 de outubro, às 15h, nas redes sociais da Fergs e pela Fergs Rádio em www.radio.fergs.org.br. #PalestraPública #OCéueoInferno #FergsRádio

Transcrição

nestes tempos de incertezas e adversidade a esperança surge como uma luz que nos guia e estimula a seguir em frente neste livro O Leitor encontrará nas mensagens do Espírito Amazonas Hércules a inspiração necessária para reavivar a fé e renovar a esperança em dias melhores esperançar de SA pelo Espírito Amazonas Hércules é um lançamento da fergs editora disponível nas principais livrarias espíritas do Brasil Olá queridos irmãos sejam todos bem-vindos a mais uma palestra pública da Federação Espírita do Rio Grande do Sul hoje me encontro aqui na compania das nossas as amigas A Priscila que é multiplicadora da área de comunicação social Espírita assim como eu e da nossa palestrante da tarde iniciaremos então os nossos a nossa atividade com a leitura de um de um texto espírita para iniciarmos faremos a leitura do texto entendamos noos do Livro fonte viva Capítulo 122 psicografia de Francisco Cândido Xavier pelo espírito Emanuel Lembrando que esse texto é uma indicação da área do livro espírita da nossa Federativa entendamos noos mas sobretudo tem de Ardente caridade uns para com os outros Pedro não existem tarefas maiores ou menores todas são importantes em significação um homem Será respe AD pelas leis que implanta outro será admirado pelos feitos que realiza mas O legislador e o herói não alcançariam a evidência em que se destacam se o trabalho humilde do lavrador que semeia o campo e sem o esforço apagado do barredor de que contribui para a higiene da vida pública não te zoles pois no orgulho com que te presumes superior aos demais a comunidade é um conjunto de serviço gerando a riqueza da experiência e não podemos esquecer que a harmonia dessa máquina viva depende de nós quando pudermos distribuir o estímulo do nosso entendimento e de nossa colaboração com todos respeitando a importância do nosso trabalho e a excelência do serviço dos outros renovarse a a face da terra no rumo da Felicidade perfeita para isso porém é necessário nos Devotos à assistência recíproca com

ndo a importância do nosso trabalho e a excelência do serviço dos outros renovarse a a face da terra no rumo da Felicidade perfeita para isso porém é necessário nos Devotos à assistência recíproca com ardente amor fraterno amemos a nossa posição na ordem social por mais singela ou rudimentar emprestando ao bem ao Progresso e a educação as nossas melhores forças seremos compreendidos na medida da nossa compreensão vejamos nosso próximo no esforço que despende e o próximo identifica identific noá na tarefa a que nos dedicamos entendamos no estendamos nosos braços a seres que nos cerc e eles responder oor que possem o capital mais precioso da vida é daa em movimento e a nossa excia estará enriquecida de bênçãos e alegrias hoje e sempre onde estivermos Emanuel Então meus amigos com essas palavras elevemos nosso pensamento a Deus suplicando aos bons espíritos que aqui nos acompanham pedindo inspiração nas tarefas que nos são apresentadas na Seara do mestre que tenhamos amigos bom ânimo fé e amor para seguirmos o caminho os caminhos ensinados pelo nosso mestre Jesus senhor abençoa o nosso trabalho na tarde de hoje que assim seja que assim seja é assim seja o tema então da nossa palestra pública é a parábola da Figueira que secou e para falar sobre esse tema contamos com a presença da nossa da nossa amiga Eline Santa Helena Eline é trabalhadora do movimento Espírita e hoje atua como colaboradora junto à vice-presidência de relações institucionais seja bem-vinda amiga que Jesus e os bons espíritos te abençoem obrigada então vamos hoje falar um pouco fazer algumas reflexões sobre a fé sobre a parábola da Figueira que secou mas antes agradeço muito pelo convite de estar aqui e ter essa oportunidade de junto com todos aqueles que nos ouvem pensar um pouco mais sobre a nossa fé eh E para isso nós vamos usar de base o capítulo 19 do Evangelho Segundo o Espiritismo que trata especificamente deste assunto então nós vamos ver ali que Kardec ele traz esta parábola para eh nos mostrar um pouco de como a nossa

de base o capítulo 19 do Evangelho Segundo o Espiritismo que trata especificamente deste assunto então nós vamos ver ali que Kardec ele traz esta parábola para eh nos mostrar um pouco de como a nossa fé é trabalhada como é que nós vivenciamos a nossa fé e como a entendemos né sabemos que Jesus já se servia de parábolas para mostrar ao povo da época a compreensão das leis divinas e das ações que decorem delas e assim usava os fatos corriqueiros do cotidiano para instruir e esclarecer sobre o Divino sobre a nossa vida espiritual e Kardec nos traz com muita sabedoria este capítulo que fala só sobre a fé este elemento tão importante Sem o qual nós não conseguimos sobreviver nessa experiência terrena né com mais leveza com mais certeza de que a nossa vida não é aqui ela está na vida futura bom então no início dessa parábola Vimos que Jesus retornando de uma viagem ele sente fome e ao ver uma figueira ao longe bonita cheia de folhos ele se aproxima para buscar os frutos e chegando lá não encontra mas Observe não era tempo de ter figos mas a missão da Figueira é dar frutos saciar a fome daqueles que buscam ali o alimento e Jesus foi até lá e aí quando chegando Ele diz vendo que ela não tem fruto nenhum diz que ninguém coma de ti fruto algum o que os seus discípulos ouviram e no dia seguinte Pedro ainda pensando naquela aquelas palavras pergunta mestre Olha como secou a figueira que tu amaldiçoe Vejam Só Pedro discípulo de Jesus cogita que Jesus que vem nos trazer uma um ensinamento de amor vai vem nos ensinar uma nova visão de mundo e e uma nova visão de Deus que é o Deus amoroso como é que ele iria ama alçar alguém ou até alguma coisa E aí Jesus responde tende fé em Deus digo-vos em verdade que aquele que disser esta montanha tira-teima crente ao contrário firmemente tudo que houver dito acontecerá verá que com efeito acontece então vejamos aqui na realidade aquilo que parecia uma maldição era a fé Porque se ela não estava frutificando neste momento nesta oportunidade nesta oportunidade que foi

verá que com efeito acontece então vejamos aqui na realidade aquilo que parecia uma maldição era a fé Porque se ela não estava frutificando neste momento nesta oportunidade nesta oportunidade que foi dada a ela de dar frutos e servir né para servir matar a fome de alguém então ela perdeu o sentido de estar ali e quando ele diz ele diz que ninguém mais vai comer fruto algum de ti realmente ela não estava ainda pronta para dar frutos não se dispôs mas apesar de toda aquela aparência Viçosa e a gente precisa também lembrar que a Figueira né foi trazida por Jesus porque ela é um símbolo de Israel é um símbolo da religiosidade daquele povo e ele Então usa este exemplo para falar também das ações mais condizentes com aquelas pregadas pelos profetas e pelos religiosos e aqui então nós vislumbramos uma mensagem mais adequada para aqueles tempos pois ela mostra o quê que apesar de todos todas as palavras e ensinamentos a figueira de Israel não deu frutos e as palavras vazias não TM nenhuma significação prática e ele então compara tenta trazer essa figura de Israel que assim como Aquela Figueira aparentava né um viço aparentava h a sua religiosidade que Israel tinha muitos profetas e muitos religiosos mas nenhuma prática efetiva relacionada ao nosso Deus então até aqui a gente já consegue ver alguns aspectos dessa narrativa da parábola Primeiro ela se refere à missão de cada um né E qual é a nossa missão primeiro aprender depois evoluir a nossa missão final nesta Encarnação de todos nós é evolução e a segunda o segundo aspecto que é o que que nós fazemos com o Que Nós aprendemos ou com o que os profetas disseram né com que nos ensinaram divulgar e praticar o bem então esta parábola ela já começa nos mostrando nos ensinando e não podia ser diferente Jesus era o nosso mestre é era e é então ao reencarnar Todos nós temos por objetivo primeiro crescer e evoluir na Perspectiva do ser humano evoluir é necessário antes conhecer aprender e tal como a fogueira então dar frutos e deste mesmo

tão ao reencarnar Todos nós temos por objetivo primeiro crescer e evoluir na Perspectiva do ser humano evoluir é necessário antes conhecer aprender e tal como a fogueira então dar frutos e deste mesmo modo Israel recebe então a revelação e tem a missão Divina de conduzir as outras Nações e como não o fez ela ele foi comparou a uma figueira seca né E nós também seríamos como Figueira seca se não usarmos Os nossos talentos para evoluir e compartilhar e orientar as pessoas com quem convivemos e dar frutos na realidade para nós ainda incipientes nessas na nossa trajetória encarnatória visto que estamos num planeta de segunda ordem dar frutos é uma forma de mostrar a nossa imortalidade deixarmos boas ações bons sentimentos e voltando pro Kardec ele nos diz que a figueira que secou é o símbolo daqueles então que apenas aparentam para o bem mas que em realidade nada de bom produ dos oradores que têm mais brilho do que solidez dos oradores dos palestrantes daqueles que falam sobre a palavra de Jesus sobre seus ensinamentos mas cujas palavras trazem o superficial verniz né e agradam os ouvidos mas não revelam nada de substancial pros corações das pessoas que os ouvem são apenas palavras e por que isso que quando as pessoas se preocupam mais com a aparência e quando elas são ah mais investigadas observadas não encontramos nada e aí aquelas palavras são palavras vazias elas preencheram o tempo de fala mas não preencheram com conhecimento com com boas orientações porque eram desvinculadas de uma prática então Israel que é um povo de muita fé mas também muito vaidoso muito exclusivista na época né ele simboliza todos os povos da terra e aí a gente se pergunta bom Israel não tinha não dav não estava dando os frutos esperados Mas qual é o fruto do espírito né Quais são os frutos que os que o espírito precisa dar enquanto encarnado e enquanto desencarnado na nossa trajetória porque somos espíritos e temos que nos ver como espíritos o fruto do espírito é o amor a alegria a paz a paciência a benevolência

isa dar enquanto encarnado e enquanto desencarnado na nossa trajetória porque somos espíritos e temos que nos ver como espíritos o fruto do espírito é o amor a alegria a paz a paciência a benevolência a bondade a fé a doçura o domínio de si Então são esses sentimentos eh que nós cultivamos numa relação fraterna com os outros mas nós também temos os frutos da carne que ainda nos dominam que são as paixões então nós temos que pensar em quais os frutos que nós estamos trazendo se é que estamos dando frutos né então na realidade essa parábola nos faz um alerta sobre a necessidade de dar frutos sem esperar a época da colheita para fazê-lo mas dar frutos que alimentem o nosso espírito porque enquanto não entendermos que somos espíritos e que essa palavra espírito não seja só um um um vocábulo que eu falo mas que ainda não tá introjetado em mim eu vou ter palavras vazias e não vou trazer nada de Positivo na minha caminhada e você como a figueira que não deu figos né então voltando essa parábola a seguir Jesus ele diz a figueira que ninguém coma então fruto algum e é neste ponto que Kardec vai nos lembrar que todo aquele que estuda a doutrina e conhece e até mesmo a divulga que Afinal é nosso mas não vive suas ações é como a figueira estéril que se uniu que se nutriu floresceu mas não tem frutos e quando nos diz que ninguém comerá seus frutos não não tá como muitos podem pensar sendo mal ou vingativo Não ele apenas nos mostra que neste mundo em transformação no estágio evolutivo em que nós que se encontra somente aqueles que vivenciam a doutrina permanecerão E aí nós neste momento que estamos vivendo que estamos passando de eh transformação planetária Isso fica muito visível só permanecerão aqui neste mundo aqueles que derem frutos outros poderão ir para mundos mais atrasados para mundos primitivos com outra missão a missão de ajudar na evolu são daqueles planetas mas aqui não permanecerão e aí quando a gente olha essa ah parábola essas palavras de Jesus nessa perspectiva elas assumem outro

ivos com outra missão a missão de ajudar na evolu são daqueles planetas mas aqui não permanecerão e aí quando a gente olha essa ah parábola essas palavras de Jesus nessa perspectiva elas assumem outro significado deixam de ser palavras vazias né então outras pessoas que não vivenciam né que tem o conhecimento da Verdade e faz palavras vazias da nossa doutrina das nossas falas viverão então em Outros Mundos e ninguém comerá de seus frutos é o que Jesus nos ensina Ou seja pessoas que poderiam ser ú e não são podem auxiliar mas não o farão pelo menos aqui neste mundo e nós não podemos perder de vista que nós somos seres espirituais e uma experiência material e aí nós precisamos sempre diariamente Quais são os frutos que estão sendo esperados por essa nesta Nossa experiência porque se Jesus tendo fome ele busca o alimento a fome que ele se refere é o amor é a fome por realizar a obra de Deus e nós somos o quê cocriadores e o que que eu tô fazendo que que nós estamos fazendo nesta construção como é que nós estamos matando esta fome que Jesus nos fala né pela realização da obra divina então nós podemos produzir frutos do espírito e frutos da matéria ou da Carne né Qual é o fruto do espírito que nós estamos trazendo então a doutrina vai esclarecer que o motor então de toda a evolução é o quê a lei de amor e assim nessa perspectiva o que que precisamos simplesmente praticar a Lei em todas as suas nuances em todas as suas facetas porque a lei de amor não se refere aqueles nossos afetos aquela os nossos próximos mais próximos não é a humanidade e isso tá nos está sendo mostrado agora que quando quando a nós não nos solidarizamos com o outro os outros também são que nem nós que passamos agora por exemplo nessas enchentes que nos assolaram nesses nesses transtornos né ah climáticos aqui nós estamos passamos por enchentes em outros eh locais foram queimadas e em outros furacões ou seja como é que eu não vou me solidarizar com os meus irmãos mesmo aqueles que eu nunca vou ver nem conhecer nesta

os passamos por enchentes em outros eh locais foram queimadas e em outros furacões ou seja como é que eu não vou me solidarizar com os meus irmãos mesmo aqueles que eu nunca vou ver nem conhecer nesta Encarnação se quando nós precisamos todos nos estenderam a mão então nós precisamos ter em nós mesmos a solidariedade como um princípio de vida independente daquele que vai receber o nosso auxílio a nossa solicitude então então quando nós nos preocupamos apenas com o nosso bem-estar estamos praticando o que o egoísmo né de uma forma dissimulada subliminar e ao contrário quando nos preocupamos com o nosso desenvolvimento a nossa evolução e buscamos condições para que isso ocorra e usando os nossos talentos no cotidiano das nossas intenções das nossas interações com todos e não apenas para alguns então nós estamos a um passo de ver o que é a humanidade irmanada e É nesse momento que as nossas palavras ao nos referirmos ao criador dizendo pai assume um significado pleno e reconhecemos em nosso íntimo o outro Qualquer que seja como um irmão É nesse ponto que de Despertar da nossa consciência que nos tornamos solidários com todos e as nossas palavras os nossos princípios que professamos e ideias medidas deixam de ser vazias e assumem um significado que traz uma vibração de amor e de solidaridade muito grande transformando a nossa psicosfera mas com isso eu não tô aqui exaltando o orgulho de encantar os outros nós estamos falando da satisfação do bem-feito aquele dever consciencial cumprido e da sensação de e mesmo ainda nos primeiros passos da nossa jornada evolutiva sermos co-criadores de um mundo melhor pois sabemos que uma gota que cai aqui neste momento reflete no equilíbrio planetário então nós precisamos acreditar nessa premissa que é crer no Divino porque o que falta na maioria das vezes é a verdadeira fé que é o outro ensinamento que se pode extrair dessa parábola e que se quiser quermos crescer e evoluir verdadeiramente nas ações do bem o fruto da nossa consciência da nossa existência

a verdadeira fé que é o outro ensinamento que se pode extrair dessa parábola e que se quiser quermos crescer e evoluir verdadeiramente nas ações do bem o fruto da nossa consciência da nossa existência são essenciais e quando iniciamos então agora quando eu iniciei as nossas reflexões eu falei que iríamos falar de fé e vocês podem estar pensando que eu me equivoquei no assunto mas para que todas as ações de fato ocorra antes de mais nada é preciso conhecer as leis divas praticá-las ter fé a doutrina ensina que a vida não se encerra nessa existência nós já tivemos e teremos ainda outras encarnações ela ensina que é pela sucessão de experiências encarnatória que nós depur moralmente e evoluímos E essas experiências mesmo que negativas e equivocadas algumas vezes poderão ser resgatadas redirecionados em uma próxima oportunidade mas para compreender esse ciclo é necessário o estudo o conhecimento a razão e a vivência e aqui a razão emerge porque nós estamos falando qu da fé raciocinada que vai esclarecer as nossas consciências e do uso de nosso livre arbítrio né que escolheremos os nossos caminhos evolutivos e que vão ser marcados pelas Nossas ações pelos nossos frutos Que Deixamos em cada experiência então é essa fé raciocinada que nos permite compreender as palavras do Mestre quando ele diz que ninguém mais comerá os frutos daquela Figueira e sabemos que ele se refere à vida espiritual que vai ter oportunidades em outros planos mais adequados aquele ser especificamente onde poderá se desenvolver melhor mas que neste mundo quando não apresenta os frutos esperados ninguém deles se beneficiará então vocês vejam que essa fé raciocinada esse conhecimento dá todo um sentido diferente aquele aquela primeira impressão de que Deus que Jesus estava maldiçoado desaparece então É nesse ponto também da parábola que Jesus vai nos ensinar o que a misericórdia a indulgência e o poder da fé e seguindo então na parábola na narrativa eh que vai nos dizer que no dia seguinte ao passarem pela Figueira

ém da parábola que Jesus vai nos ensinar o que a misericórdia a indulgência e o poder da fé e seguindo então na parábola na narrativa eh que vai nos dizer que no dia seguinte ao passarem pela Figueira então viram que tinha secado até a raiz e vem essa questão da maldição e assim como o priedo que ainda aprendi e tentava compreender os ensinamentos sem a fé raciocinada nós vamos ver esse ato como maldição o que não é a a intenção então para para que nós entendamos que isso não foi uma maldição Temos que conhecer o espiritismo e entender os seus princípios e entender nos entendermos como espíritos né e a a terceira Revelação o espiritismo Então vem descortinar o vé da verdadeira vida e mostra que ela não se encerra com a morte física mas continua em outras oportunidades Outros Mundos mais adequados as nossas necessidades de evolução E aí então nós entendemos todas as palavras do mestre que indicam não uma uma maldição como Pedro achava mas sim como uma nova oportunidade porque a fé que nós falamos não se prende a dogmas rituais ideias impostas nada disso ela é raciocinada passa pelo crio da nossa análise da observação e da azão a a fé que Jesus nos fala é é uma fé forte robusta inabalável ela se ampara sempre no uso da nossa razão do pensamento e da Inteligência por isso que Jesus diz tende fé em Deus né então quando entendemos a a fé raciocinada fruto do estudo da observação dos fatos da análise do desenvolvimento da da ciência que vai aos poucos evoluindo também e reconhece a vida além dessa visão materialista nós reconheceremos a espiritualidade a comunicação com os espíritos e principalmente nos reconheceremos como espíritos em evolução em uma experiência reencarnatória mas antes de só falarmos e apresentarmos aquela aparência bonita de Espírita nós precisamos viver a fé então quando nós amos que essa possibilidade evolutiva nós podemos nos compreender como seres capazes de mover montanhas com a força da nossa fé com a disciplina dos pensamentos dos comportamentos das

então quando nós amos que essa possibilidade evolutiva nós podemos nos compreender como seres capazes de mover montanhas com a força da nossa fé com a disciplina dos pensamentos dos comportamentos das nossas vibrações das nossas ações que são os nossos frutos que produzimos ao longo do caminho é essa fé raciocinada apoiado em fatos na razão e na lógica que traz à luz as nossas escolhas e é essa fé que nos impulsiona no trabalho do bem e é esse o fruto que sacia a fome dos que de alguma forma passam pelo nosso caminho então assim é preciso refletir sobre quais os frutos estamos oferecendo aos que cruzam a estrada dessa vida e se ainda temos dúvidas o espiritismo nos orientas e essa parábola nos diz muito sobre nós Nossa vivência espírita sobre o nosso papel em todos os ambientes Por que passamos porque eu não sou Espírita só na fergs só no centro espírita ou só quando eu tô fazendo uma exposição para que todos saibam que eu conheço o espiritismo se eu não viver o espiritismo se eu não traduzir em ações em atos e em pensamentos eu vou ser a figueira seca e então diante dessas reflexões eu convido a todos para pensarem que frutos nós est trazendo mundo e que frutos nós estamos deixando mundoe proc deação Planet como que eu contu para uma psicosfera melhor para mudança da vibração de todo o planeta desde aquele papelzinho que eu jogo no chão assim ó descarto pensando que ninguém tá vendo que um papelzinho não vai fazer nada mas a gente sabe que não um pensamento uma má palavra um mau olhar tudo reflete negativamente eu tenho que me policiar eu tenho que me vigiar vigiar o quê os meus passos as minhas ações porque Orai e vigar não se referem aos outros mas a nós mesmos e é só com muita disciplina muita fé raciocinada muita raz lógica que nós vamos conseguir ter uma fora deade suficiente para monitorar as nosas escolhas voltas para bem e era ISO que eu tinha hoje para trazer dessas reflexões Agradeço a todos por esses momentos de escuta e de reflexão Muito obrigada então querida irmã pelas

monitorar as nosas escolhas voltas para bem e era ISO que eu tinha hoje para trazer dessas reflexões Agradeço a todos por esses momentos de escuta e de reflexão Muito obrigada então querida irmã pelas palavras esclarecedoras foi muito bom a gente poder ouvir aqui hoje sobre os ensinamentos de Jesus sobre a tua Ótica muito obrigada pelas contribuições agradecemos também a todos que estiveram presentes conosco hoje na tarde de hoje nos assistindo aqui pelos canais da nossa Federação Espírita agradecemos também a nossa equipe né a nossa equipe que faz Nossa transmissão na figura do Cris Mariana da nossa assessoria de comunicação da da ferves que faz as mediações ali no nosso chat e convidamos a todos então né Aguardamos a todos para nossa próxima exposição para nossa próxima palestra pública que vai se realizar no dia 14 do1 também aqui Pelas nossas redes sociais Pelas nossas redes da FX para fazer então o nosso encerramento convidamos a todos todos para nos unirmos então em prece e assim agradecer a Deus e a Jesus por essa oportunidade de estarmos aqui hoje Reunidas em prol da nossa doutrina espírita ouvindo os esclarecimentos de Jesus trazidos por a nossa irmã e que Assim possamos levar nos nossos corações e esses ensinamentos de tranquilidade que o Evangelho do Cristo nos deixou através da codificação do nosso irmão Kardec que possamos Então irradiados por a beleza dessas palavras saímos daqui hoje certas de que Jesus e de que Deus nunca nos abandona que está sempre conosco e que a nossa fé deve ser assim como disse a nossa irmã inabalável na certeza da vida eterna na certeza da imortalidade da que sejamos todas abençoadas por essas vibrações de luz e de amor e que assim seja que assim seja Sabe aquela parceria especial de todo dia queridas irmãs queridos irmãos espírit amigo que dando os melores singela mas muito profunda vai até o trabalho com você primeiro do Prazer da gente tá aqui juntos né e volta da faculdade acompanhando tua rotina intensa faça chuva faa sol O rádio está sempre com você onde

a mas muito profunda vai até o trabalho com você primeiro do Prazer da gente tá aqui juntos né e volta da faculdade acompanhando tua rotina intensa faça chuva faa sol O rádio está sempre com você onde quer que você esteja e a FX rádio agora está a um toque de distância baixe o aplicativo da ferg Rádio porque parceria boa mesmo É aquela que esclarece consola e edifica

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