Palestra: Por que minha vida é assim?
Palestra: Por que minha vida é assim? Com Ruy Meireles
Boa noite a todos. Que a paz de Cristo, nosso mestre, Senhor, estejam em nossos corações. Sejam muito bem-vindos a essa casa de oração e consolo. Gostaria de agradecer também aos nossos parceiros internautas, né, que estão aí pelo YouTube. Eh, aproveitem a oportunidade, já compartilhem, né, essa transmissão o máximo de pessoas que vocês puderem, porque vai ser uma uma eles vão te agradecer muito por essa oportunidade, tá? Eh, hoje, ah, primeiramente, deixa eu fazer agradecimentos também aos nossos parceiros de transmissão, né, que são e GESI, a TV eh Goiás Espírita, TV Secal de Santa Catarina, Rádio Nova Luz, Rádio Deus Conosco e Mensageiros de Luz. Hoje nós teremos uma palestra, né, muito interessante, eh, pelo título dela também, né, que é porque minha vida é assim, né, planejamento espiritual. Quando eu vi esse tema de hoje que nosso querido professor Rui Meirelles, eu me identifiquei bastante, porque eu sou formado em administração de empresas e uma das coisas que a gente mais aprende na faculdade é fazer planejamento empresarial. financeiro, né? E hoje a gente vai ter a honra de aprender a fazer um planejamento espiritual, né? Porque nós estamos aqui porque nossa vida é assim. Tá bom, gente? Então, hoje a gente tem que prestar bastante atenção, porque o professor Rui veio de longe e ele é realmente um compromissado com a doutrina. Eu um dia ainda chego nesse patamar, se Deus quiser. Eh, agora vamos eh fazer a oração inicial, né, gente, pra gente começar da forma que Jesus nos ensinou. Vamos fechar os olhos, vamos elevar os nossos pensamentos até nosso mestre de amor, esse mestre que nunca esquece de nenhum dos seus irmãos. E nós aqui encarnados e também nossos irmãos desencarnados que aqui estão, né, nessa luta para que possamos ser pessoas melhores, aprender com os nossos erros e, principalmente chegar no exemplo que o nosso mestre nos deu quando passou aqui nessa terra. Por isso, meu mestre, Senhor, nós te agradecemos pela oportunidade de estarmos aqui hoje mais uma vez para
, principalmente chegar no exemplo que o nosso mestre nos deu quando passou aqui nessa terra. Por isso, meu mestre, Senhor, nós te agradecemos pela oportunidade de estarmos aqui hoje mais uma vez para aprender um pouco mais dos seus ensinamentos e colocar isso em prática em nossa vida aqui nessa terra. Nós te pedimos, mestre Senhor, que o Senhor tenha misericórdia daqueles especialmente que não te conhecem, que estão mergulhados no egoísmo e no orgulho nesses tempos difíceis. que o seu amor resplandeça em cada canto dessa desse planeta, para que possamos um dia sermos merecedores de uma terra melhor, de um mundo de regeneração, onde o bem reinará sobre o mal. Muito obrigado, mestre Senhor. E damos início à palestra de hoje. Que assim seja. Vamos convidar nosso querido Rui para as palavras de hoje. Yeah. Queridas irmãs, queridos irmãos, muita paz aos nossos corações. Em primeiro lugar, nós queremos agradecer a Deus pela vida, por todas as oportunidades que nós recebemos da sua infinita bondade e misericórdia para conosco. agradecer a essa casa pelo convite e a confiança de fazer este momento. Pela primeira vez, estamos aqui com muita alegria, muito prazer e sempre agradecendo pela oportunidade do trabalho e do estudo. essas duas fontes inesgotáveis de possibilidades do nosso melhoramento espiritual e moral. Então, é só agradecimento, só alegria de estar aqui nesse lar de Jesus. E o tema realmente é intrigante. Quando eu recebi da casa o tema para o estudo desta noite, eu também perguntei: "Ai, ai, ai, o que que nós vamos fazer, né? Porque minha vida é assim, planejamento espiritual. Meus queridos, nós escutamos de uma forma constante algumas colocações como essas. Que vida difícil. Por que está acontecendo isso comigo? Eu não fiz nada para merecer esta coisa. Não pedi para nascer assim. Deus me abandonou. Ele não se importa mais comigo. E por aí vai. As lamúrias, as lamentações, os nossos questionamentos sobre algo que por ser um questionamento, pressupõe um desconhecimento
er assim. Deus me abandonou. Ele não se importa mais comigo. E por aí vai. As lamúrias, as lamentações, os nossos questionamentos sobre algo que por ser um questionamento, pressupõe um desconhecimento da criatura humana da lei divina. É porque muitas vezes ou na grande maioria das vezes nós, na nossa ignorância, no sentido de não ter o conhecimento suficiente, nós humanizamos Deus. Nós achamos que os projetos divinos, não só para nós individualmente, mas para o universo, são como os projetos que nós fazemos. Nós começamos um projeto de manhã, à tarde nós modificamos ele e à noite nós destruímos ele. Os projetos divin eles são eles não sofrem nenhuma intercorrência pela sabedoria do do Pai Celestial. Então, como que nós vamos lidar com essa questão? Porque se fizermos uma avaliação, autoavaliação sincera mesmo, nós somos muito reclamões, lamentamos muito, reclamamos muito, não é? Eu sempre digo que uma pessoa que reclama, ela está dizendo para mim que não acredito em Deus. E qualquer que seja a reclamação. E por quê? Ora, nós acreditamos que Deus é pai. Sim, nós acreditamos. Acreditamos que ele é bom, justo, amoroso, misericordioso. Claro que acreditamos. Nós acreditamos que ele tem o atributo da onipresença. Claro que nós acreditamos. Então, por que que nós reclamamos se nós acreditamos em tudo isso? né? E é justamente nesse contexto dessa desse questionamento, dessa lamentação que muitas vezes e a maioria das vezes é por falta de conhecimento. E aí nós não estamos tirando a totalidade dos espíritas, porque lamentavelmente o que nos falta muitas vezes é o estudo para compreensão. E nós vamos só vamos compreender se nós estudarmos. Então fica por falta desse conhecimento das leis divinas, as leis divinas que nos regem, leis divinas que regem o universo e nós individualizamos ela e ela não nos conforta, parece que ela não nos atende. Então, nós vamos começar e eu quero dizer para vocês que nós debruçamos na literatura espírita para chegarmos nesse estudo que vamos compartilhar com vocês. Nós iniciamos
arece que ela não nos atende. Então, nós vamos começar e eu quero dizer para vocês que nós debruçamos na literatura espírita para chegarmos nesse estudo que vamos compartilhar com vocês. Nós iniciamos essa reflexão eh com uma colocação do mestre Jesus, segundo está no relato do evangelista João, no capítulo 3, versículo 7. O que Jesus disse? Não te maravilhes de ter dito: vos é nascer de novo". E é fundamental esta frase de Jesus para a nossa vida, para o nosso processo evolutivo. Aqui Jesus estava falando da reencarnação, sem utilizar o termo, obviamente reencarnação, porque quem criou esse neologismo foi Allan Kardec, mas Jesus fala nascer de novo e o processo reencarnatório é esse constante nascer de novo de cada um de nós. E prestemos atenção numa frase, desculpe, uma palavra que ele usa aqui, um verbo que é muito significativo. Não te maravilhes, não te exalte, não crie um processo ilusório, porque a reencarnação existe, né? E a reencarnação é essa oportunidade dada por Deus. para que os espíritos tenham a chance de reeducarem quantas vezes forem necessárias até alcançarem o aperfeiçoamento moral. Parece uma coisa repetitiva dentro de um centro espírita e é repetitivo mesmo, mas nós precisamos repetir. Por isso a reencarnação é um processo repetitivo. Como o aluno da escola que é relapso, que não estuda, que negligenciou todo o ano, ele vai ter que repetir. Esse é o processo que acontece conosco, o processo de repetição. E a reencarnação é isso. Por isso é reencarnação. Mas a reencarnação muitas vezes nós não compreendemos o seu, a sua finalidade, o seu conteúdo espiritual. Vejam aqui que a reencarnação é a oportunidade, é a chance que o espírito tem de se reeducar. é muito mais do que nós imaginamos que é só voltar à carne. É todo um processo de reeducação. Então é algo que desce nos falar muito mais de perto, porque se é reeducação é porque não houve anteriormente uma educação. Estamos retornando ao processo educativo que é a reencarnação. E a reencarnação nesse vai e vem é um
os falar muito mais de perto, porque se é reeducação é porque não houve anteriormente uma educação. Estamos retornando ao processo educativo que é a reencarnação. E a reencarnação nesse vai e vem é um processo que nos traz novas possibilidades e aprendizado, reparação e evolução. Nós não repetimos a mesma coisa da mesma forma. Ela vem com outro formato, mas com um sentido igual, para que nós possamos nos reeducar, fazer melhor desta vez. E aí fica uma pergunta para nós. E como se dá a reencarnação? Para que o espírito possa reencarnar? é executado um planejamento orientado pelos espíritos evoluídos e que pode ter a participação do espírito reencarnante se ele já reunir condições para tal, não é? E esse planejamento, ele é uma opção do espírito reencarnante pela sua condição já de compreender a necessidade que ele tem do retorno ao labor carnal ou pode ser compulsória se ele não tem essa autonomia ainda para decidir o que é melhor para ele. É, podemos assim dizer, uma infantilidade espiritual. Quantas vezes alguém nos fala algo para o nosso bem, nós não acreditamos, nós não aceitamos. Muitas vezes no plano espiritual a necessidade do processo reencarnatório de um espírito, mas ele não tem consciência da importância daquele processo para ele. Então, aí é compulsório, não é? Ora, nós sabemos então que não estamos aqui porque caímos de paraquedas. Nós viemos aqui com um planejamento. Por isso nós não podemos humanizar esse planejamento, porque ele é divino. É um planejamento que nós vamos perceber aqui que ele é organizado, ele tem uma finalidade, é para se atingir um objetivo, mesmo que esse objetivo não seja tão claro para mim, mas nós, eu tenho necessidade disso. E aí nós perguntamos: "E como é definido esse planejamento?" O planejamento já existe. Ninguém cai aqui de para-quedas, por mais que nós possamos pensar isso. Mas como que é definido esse planejamento? No planejamento espiritual, que é o processo reencarnatório, geralmente são decidas as questões que possibilitem ao espírito reencarnante
ssamos pensar isso. Mas como que é definido esse planejamento? No planejamento espiritual, que é o processo reencarnatório, geralmente são decidas as questões que possibilitem ao espírito reencarnante melhorar-se, bem como o gênero das provas. Então, vejamos que já tem um objetivo, é o nosso melhoramento moral, intelectual. Isso está no planejamento. Nós vamos ver um pouco adiante. Será que por estar no planejamento isso vai acontecer? Está só no planejamento. Quando nós contratamos um arquiteto para fazer o projeto da nossa casa e ele nos entrega o projeto, a casa está construída, não está projetada. Quem constrói a casa somos nós através dos profissionais habilitares, mas somos nós que gerenciamos todo o processo, não é? Na questão 258 do livro dos espíritos, Kardec pergunta: "No estado errante, quer dizer, na espiritualidade e antes de uma nova existência corporal, o espírito tem a consciência e a previsão das coisas que lhe acontecerão durante a vida?" Ora, se há um planejamento, se tem uma finalidade e o espírito, será que ele tem consciência? e a previsão das coisas que vão acontecer a ele durante a vida física. Os espíritos respondem a Kardec: Ele mesmo escolhe o tipo de provações a que deseja submeter-se, nisso consiste o seu livre arbítrio. E aí nós entramos numa questão muito complicada para nós, muito delicada. E eu sempre falo, né, eh, brincando, mas verdade, que o que vai atrapalhar nós espírito é o livre arbítrio, porque a gente equivoca-se com relação ao livre arbítrio. Nós achamos que o livre arbítrio é absoluto e ele não é, ele é relativo, não é? Ele é relativo. Então, eh, o espírito reencarnante, tendo essa condição, ele escolhe o tipo de provações. Muitas vezes, os espíritos amigos que nos auxiliam nesse processo, nesse planejamento, fala assim: "Rui, assim não dá". Eu falei, dá, joga lá que eu dou conta. E às vezes não dou conta, mas eles respeitam essa livre vontade minha, né? Mas prestemos atenção, todo o planejamento visa o nosso melhoramento e a nossa
o dá". Eu falei, dá, joga lá que eu dou conta. E às vezes não dou conta, mas eles respeitam essa livre vontade minha, né? Mas prestemos atenção, todo o planejamento visa o nosso melhoramento e a nossa reeducação. Mas é que eu falei antes, é um planejamento. Quem vai executar esse planejamento é cada um de nós, né? A que esta resposta nos remete? Eles falaram que nós mesmos escolhemos o tipo de reencarnação que nós queremos. Mas o que essa resposta nos remete? que o espírito, na maioria das vezes, escolhe a natureza das provas pelas quais passará em sua encarnação. Prestemos um uma atenção aqui. Escolhe a natureza das provas. Fique sem isso aqui, porque não há determinismo no processo. Processo não é determinista, são gêneros de prova. Por exemplo, rapidinho, se numa existência anterior eu malversei o dinheiro que eu tinha por finalidade cuidar, se eu utilizei de corrupção com relação a esse dinheiro que não era meu, mas que eu vi limpediei o dinheiro do outro, o que que vai me acontecer? Eu vou ter necessidade de retornar num processo para prender mexer com o dinheiro do outro sem me apropriar dele. Mas então é o seguinte, aí prepara o meu processo, meu planejamento e tá lá escrito assim: "Rui, você vai reencarnar na cidade de Goiânia e aos seus 25 anos você vai ser um tesoureiro ou qualquer coisa de uma empresa, de um banco que vai lidar com o dinheiro e vai ser banco tal, empresa tal. Não, não é assim. Senão isso é fatalismo. E se essa empresa não existir amanhã? E se esse banco não, eu não passar num concurso, por exemplo, para ser bancário? Não. É o gênero de prova. O que que é gênero de prova? Eu vou mexer com dinheiro, que não é meu, porque eu malversei o dinheiro numa existência passada. Então eu vou lidar com dinheiro, com muito dinheiro, para que eu possa vencer esse defeito moral. Então não é na no planejamento, não vem em tal lugar, em tal época, em tal empresa, em tal banco, não, em tal cidade, não. Isso não é assim. É o gênero, quer dizer, mexer com dinheiro,
defeito moral. Então não é na no planejamento, não vem em tal lugar, em tal época, em tal empresa, em tal banco, não, em tal cidade, não. Isso não é assim. É o gênero, quer dizer, mexer com dinheiro, lidar com dinheiro alheio, né? E aí nós buscamos alguns exemplos que a literatura nos traz. Por exemplo, o espírito escolhe a prova da riqueza, da miséria, da convivência em ambientes malfeitores, com os vícios e etc. Ele está nesse ambiente porque o ambiente era propício para ele lidar com a questão que foi a falência dele. Tipo uma historinha. Bacana que tem. Uma senhora orava todo dia a Deus pedindo paciência. Deus me dê paciência. Eu eu quero ter essa virtude da paciência. E isso ela orava muito. Uma noite ela intensificou essas orações e no dia de manhã ela levantou para ir ao trabalho. Quando ela abre a porta, quem tá lá na porta esperando ela para conversar? aquela vizinha que era o tormento da vida dela. E ela tratou muito mal, saiu, foi embora e depois ela clamou a Deus. Mas eu peço que o Senhor me dá paciência e ó quem o Senhor me leva no primeiro dia, no primeiro horário da manhã. Mas meus queridos, se eu não defrontar com aquilo que me faz perder, entre aspas, porque ninguém perde o que não tem, né? A paciência, eu não, eu tenho que lidar com essa pessoa mesmo, aquela custosa, difícil, que me irrita. Lidar com paciência junto a Chico Xavier. a Francisco de Assis e tantos outros. Aí é tranquilo. Aí eu não adquiro a paciência. Eu tenho que defrontar, eu tenho que estar frente à frente com o problema. Se eu dinheiro alheio, eu estou eu tenho que estar diante do dinheiro alheio para o aprendizado. Tudo é planejado e a gente faz questão de repetir porque nós temos, e quando eu falo nós, não somos nós aqui, a criatura humana, né? A criatura humana tem o hábito de apontar o dedo para quem? Para o outro. O outro é culpado de tudo e aponta o dedo até para Deus. Eu não pedi isso. Eu não pedi essa esposa, esse marido, esse filho, essa família, essa casa. Quer dizer, a gente
dedo para quem? Para o outro. O outro é culpado de tudo e aponta o dedo até para Deus. Eu não pedi isso. Eu não pedi essa esposa, esse marido, esse filho, essa família, essa casa. Quer dizer, a gente quando não dá certo, a gente não pediu nada. E na verdade nós não pedimos, né? Nós já sabemos a resposta. Nós simplesmente imploramos por isso, porque era a forma da nossa reeducação. Então, nesta preparação, vamos repetir, eu participo, eu participo dela. E aí nós trouxemos, para ficar bem claro para nós, nesse livro aqui, ó, Missionários da Luz, maravilhoso, fala de todo o processo reencarnatório. É porque falaram que eu só tenho até 10 horas da noite para falar, né? Então não dá para falar tudo. Tá bom? Mas então recomendo a gente dar uma lida lá, dar uma estudada. Mas nós trouxemos aqui um caso específico que nos chamou muita atenção com relação a essa preparação da experiência que foi o título que André Luiz deu, porque esse livro aqui é é psicografia do querido Chico, ditado pelo espírito André Luiz, que também estava num processo de aprendizado no mundo espiritual, né? Então ele traz um um caso aqui de um espírito que a reencarnação dele, o planejamento estava todinho pronto, era só vir pra matéria, né? Então vejam lá a conversa. Eh, deixa-me ver aqui. Depois de saudações afetivas, explicou-se ela, gentil, dirigindo-se ao novo amigo. O espírito procurou o Manassés, que era o instrutor espiritual, e falou para ele o seguinte: "Eh, desejo sua obsequiosa interferência na retificação do meu plano. O speit já tava com todo o planejamento pronto e chegou pro Manasso, falou: "Eu queria que mudasse alguma coisinha no meu projeto". E aí ele fala, a ela fala: "E abrindo o pequeno mapa onde se via desenhado com extrema perfeição, um organismo de mulher acentuou: "Veja bem o meu projeto para o sistema endócrino. Sei que os amigos me favoreceram, planejando-o com muita harmonia nas menores disposições. Entretanto, desejaria modificações. Vejam que o planejamento já tava pronto.
rojeto para o sistema endócrino. Sei que os amigos me favoreceram, planejando-o com muita harmonia nas menores disposições. Entretanto, desejaria modificações. Vejam que o planejamento já tava pronto. Ela já estava preparada para reencarnar o espírito, mas ela teve uma oportunidade de pedir uma mudança. E aí ele pergunta o Manasséso instrutor, em que sentido a recém-chegada indicou os pontos do projeto onde se localiza o colo e falou: "Fui advertida por benfeitores daqui no sentido de não me apresentar na crosta da terra, né, dentro de linhas impecáveis para a forma física e em razão disso para que eu tenha mais probabilidade de êxito em meu favor. Ora que eu tenha probabilidade, porque nada tá determinado. Eu posso chegar aqui e mudar tudo na tarefa que me proponho desempenhar estimaria que a tiroide e as paratireoides não estivessem tão perfeitamente delineadas. Nós sabemos o que causa, por exemplo, um desajuste na tireoide e paratireoide, né? Como sabe, Manassés, minha tarefa não será fácil. Devo rehaver um patrimônio espiritual de grandes proporções. Preciso fugir de qualquer possibilidade de queda e a perfeita harmonia física me perturbaria as atividades. O novo companheiro endereçou meu expressivo olhar e disse-lhe: "Tem razão, a sedução carnal é imenso perigo, não só para aqueles que emitem a sua influenciação, como também para quantos a recebem." "Prefiro a féldade corpórea." Ela quis dizer: "Prefiro ser feia". né? Tornou ela. Não estou interessada num corpo de Vênus e sim na redenção de meu espírito para a eternidade. Então, vejam aí que não é uma coisa determinada que não vai mudar. Inflexível. já estava no momento da reencarnação e foi mudado o planejamento por iniciativa do espírito reencarnante. E vocês sabem que isso, quando eu estudei isso aqui, já tinha estudado bem antes e agora restudei para trabalharmos isso, eu fiquei muito feliz porque agora eu entendi porque que eu sou feio, né, para não cair nas armadilhas da beleza física, porque é um grande
estudado bem antes e agora restudei para trabalharmos isso, eu fiquei muito feliz porque agora eu entendi porque que eu sou feio, né, para não cair nas armadilhas da beleza física, porque é um grande desafio, né, meus queridos? é um grande desafio. As tentações chegam de todos os momentos, né? E então, eh, esse espírito optou por isso. Por quê? Porque as quedas dela do passado foi justamente pelo mau uso do corpo físico, pela beleza que era, ela acabou não dando conta, né? Então, nós vamos entender que essa plenitude de responsabilidades que nós estamos analisando nesses casos eh é o nosso advogado de defesa. Nós é que temos que cuidar de nós. A misericórdia divina está presente em nossa vida. Deus não nos abandona. Jesus nos dizia: "Nenhuma das ovelhas que meu pai me concedeu se perderá. Nós temos que acreditar acreditar nisso, mas tem algo que nós temos que fazer. É a nossa conduta na aquisição dessas virtudes, né, do bom, do belo, do nobre, para que a ajuda divina se faça mais constante e com resultados melhores conosco. Mas não podemos esquecer nunca que isso depende de nós, não é? Isso depende de nós. Inclusive para nós participarmos desse planejamento. Vamos buscar outra orientação que tá no mesmo livro agora no capítulo 13, porque aquela da menina era capítulo 12, quando o instrutor Alexandre elucida o espírito André Luiz da seguinte forma em relação ao reencarne de um espírito chamado Sigismundo. que esse mentor espiritual, esse instrutor diz a ele, em geral, a reencarnação sistemática, essa reencarnação que ocorre constantemente, né? Porque nós temos intervalos até muito longos, vamos assim dizer, pelo tempo terreno de uma para outra. Mas essa reencarnação sistemática é sempre um curso laborioso de trabalho contra os defeitos morais préexistentes nas lições e conflitos presentes. Nós já trazemos essa marca do bom e do belo, mas também das nossas deficiências morais. Por menores anatômicos, imperfeitos, circunstâncias adversas, ambientes hostis, constitui, na maioria das vezes, os
já trazemos essa marca do bom e do belo, mas também das nossas deficiências morais. Por menores anatômicos, imperfeitos, circunstâncias adversas, ambientes hostis, constitui, na maioria das vezes, os melhores lugares de aprendizado e redenção para aqueles que renascem. E quantas vezes nós lamamos com relação às dificuldades que enfrentamos, as coisas que não querem dar certo, por mais que a gente tente fazer, há um processo por trás disso. Eu sempre digo que eu, desculpa aqui, eu sempre digo que eh eu nunca orei para que alguém se curasse de uma doença. Eu tinha um grande amigo lá em Luziânia, ele teve Covid, 93% dos pulmões comprometidos e está encarnado. E quando saiu do hospital, falei para ele, L, em momento algum orei para que você sarasse por Covid. Falou, mas você não é meu amigo, não? Falei: "Por isso mesmo, porque eu sou seu amigo. Quem sou eu para orar e para interferir no seu planejamento espiritual?" Nós não sabemos. Ah, mas quando eu planejei não tinha COVID, por isso não há determinado. Eu não falei que quando eu tivesse 40 anos eu ia pegar COVID. Não, não é isso. É passar por um processo de enfermidade grave, né? Eu falei sempre orei orei pro por você para você ter força moral, amparo espiritual e coragem e coragem para enfrentar. Porque quem somos nós para dizer dos desígos divinos, né? E às vezes se eu orasse para ele se curar, seria uma oração inútil, porque o processo dele poderia ser enfrentar todo aquele processo com ânimo e coragem mesmo. Então, é importante nós compreendermos que esse processo reencarnatório, ele não é fatalista. Ah, mas é porque Deus quer. Eu tô passando por esse problema. É porque Deus quer. Deus não quer nada. Quer dizer, ele quer tudo, mas tudo que é bom, tudo que é belo para nós, as questões que desassociam-se da bondade divina são consequências dos nossos atos. Deus quando nos criou simples e ignorante, questão 115 do livro dos espíritos, ele não nos criou para fazer o mal. Ele não nos criou para sofrer, tá lá na questão.
a são consequências dos nossos atos. Deus quando nos criou simples e ignorante, questão 115 do livro dos espíritos, ele não nos criou para fazer o mal. Ele não nos criou para sofrer, tá lá na questão. Ele nos criou simples e ignorantes, sem conhecimento, simples e ignorantes. Mas nos deu ambição de buscarmos o conhecimento, chegarmos à verdade que ela vai nos libertar e sermos felizes. Tem alguma questão aí de sofrimento nesse meio? Não, a questão da dor e da consequência do sofrimento são criações nossas, não é da obra divina, a dor, o sofrimento, a angústia, os efeitos morais, não é? Por isso ele nos criou portadores de todas as virtudes, todas, mas em germem, em semente, para que cada um de nós, nesse caminhar nosso, desenvolvêssemos essa semente. Fizéssemos essas sementes brotarem, frutificarem. Por isso é algo que tá dentro de nós, não está fora de nós. Lembram quando Jesus falou assim: "Brilha a vossa luz?" Como que nós vamos brilhar se eu não tenho luz? Tenho sim. Eu tenho a luz divina em mim. Eu só não consegui fazê-la brilhar ainda. Imaginemos o maior fascín do mundo, o maior assassino do mundo, ele tem nele o amor divino, porque ele é filho de Deus. Deus não nos cria deficientes desses dessas virtudes. Muito pelo contrário, somos portadores de todas elas. Agora, que nível de desenvolvimento nós estamos fazendo com essas virtudes? Que nível de desabrochamento nós estamos promovendo em nós para que essas virtudes se exteriorizem, saiam de nós para o outro? Vós sois o sol da terra, luz do mundo. Vocês vós sois deuses poderão fazer o que eu fiz e muito mais. E nós não estamos acreditando. Eu fico muito angustiado quando eu vejo alguém fala: "Eu não valho nada. Como que não vale nada? Você é único no universo. Foi uma das das coisas lindas que eu aprendi no espiritismo logo no início. Quando me falaram: "Não tem ninguém igual a você no universo, em espírito, você é único." E eu falo: "Eu não valho nada. Deus nos desenhou com pincel divino dele, um de cada vez. Nós não fomos
início. Quando me falaram: "Não tem ninguém igual a você no universo, em espírito, você é único." E eu falo: "Eu não valho nada. Deus nos desenhou com pincel divino dele, um de cada vez. Nós não fomos fabricados como carros em série, não. Por isso somos tão diferentes, né? Então, meus queridos, a o processo, esse ajustamento, essa regulamentação que nós possamos dizer, eh, ela é traçado para o reencarnante. Esse planejamento é individual. Cada um de nós que aqui estamos temos um projeto, um planejamento individual e que foi feito com muito amor, com muito carinho, com muito zelo por aqueles que cuidam de nós, por aqueles que se interessam por nós, como o pai, como a mãe que aconselho um filho adolescente dos perigos. da vida, ele ainda não tem essa noção. Assim são aqueles amigos espirituais. Acalma, vai com calma, vai tranquilo, não é? E assim é o nosso processo. E se trata, meus queridos, de um processo aberto, de um reajustamento aberto, de um projeto aberto, não tem nada fechado. Um dia eu conversando com um amigo, ele falou assim: "Rui, eh, ele espírita também, falou assim: "Eu sofri muito com a gastrite". Nós sabemos esse processo de estômago, né? Vem de onde? Porque tudo tá aqui, né? Tudo está aqui. E passou muito tempo eu sofrendo com essa gastrite. Depois dessa gastrite vira uma úlcera. E eu já me internava várias vezes ao ao ano no hospital com ela sangrando e tudo. Eu falei: "E agora?" Fou: "Parou, curei da gastrite". Eu falei: "Você curou a si e não a doença". Qual eram os terceiro estágio da doença? Nós sabemos uma gastrite, uma úlcera, um câncer. Ele paralisou o processo por mudança. Alterou a maneira de ver as coisas, de pensar, exteriorizou mais esse esse ente divino que está em nós. Então nós não é uma coisa fechada, você vai lá e tem que passar por isso. Tem, não é determinismo. E aí eu posso fazer tudo o contrário, aliviar aquela carga que não vai aliviar porque tá determinado. Nós podemos ir lá e passar a borracha e alterar, não por vontade só nossa, não,
ão é determinismo. E aí eu posso fazer tudo o contrário, aliviar aquela carga que não vai aliviar porque tá determinado. Nós podemos ir lá e passar a borracha e alterar, não por vontade só nossa, não, porque nós quando viemos, nós não podemos esquecer de uma série de amigos que deixamos lá e daqui a pouco no repouso físico, né, que desdobrarmos, talvez nós encontremos com muitos dedos que vamos nos lembrar de muitas coisas quando nós acordamos, fica alguma coisa assim, não totalmente consciente, né? Mas parece que alguém me falou alguma coisa com relação a isso, com relação à aquilo, né? Então, a gente tem que pensar nisso. Então, por isso que o processo reencarnatório ele é educativo, ele não é punitivo. Muitas pessoas pensam e mesmo entre nós espíritas que enganação é a punição. Será que isso pode vir de Deus? Deus pune, Deus ama. Por isso, procura o processo nos reeducar para a vida. Bem, revisando o nosso estudo desta noite, como funciona o planejamento reencarnatório ou espiritual, vejamos lá, já falamos, só compilar agora, autoavaliação e escolha. é analisada as experiências passadas, suas necessidades de aprendizados e seus débitos perante a lei divina. Isso no planejamento. Quando nós estamos na retricidade, no mundo espiritual, no planejamento, é considerada a lei de causa e efeito, porque é uma lei divina. A definição dos gêneros de provas e expiações. Gêneros, gêneros. São escolhidos desafios e situações que proporcionarão ao espírito as oportunidades de evoluir moral e intelectualmente. O planejamento reflete a justiça divina. Então, muitas vezes nós na nossa infantilidade e querendo avançar, dar um passo maior do que as pernas, eh nos propomos a coisas que não vamos dar conta e eles nos aconselhem. Olha, não, assim não dá. Você ainda necessita de um pouco mais de experiência, de vivência. Aí muitas vezes o espírito insiste, porque muitas vezes nós optamos pelo mais difícil, porque queremos dar um pulo maior e a evolução não dá saltos. Então, seguremos as questões que nós já
e vivência. Aí muitas vezes o espírito insiste, porque muitas vezes nós optamos pelo mais difícil, porque queremos dar um pulo maior e a evolução não dá saltos. Então, seguremos as questões que nós já eh descobrimos ou avaliamos a sua necessidade e fiquemos com isso. Podemos fazer isso até agora, não tem problema nenhum, não. A seleção do ambiente familiar e local são consideradas as relações familiares e o contexto social que melhor se adequam às necessidades do aprendizado do espírito. Prestar atenção sempre é para aprendermos alguma coisa, sempre para melhorarmos, sempre para nos ajustarmos à lei divina. A proposta todinha é essa, a proposta. Agora, quem executa a proposta? Nós, cada um de nós, né? Acompanhamento e responsabilidade. Durante o planejamento, o espírito recebe o auxílio de outros espíritos mais experientes que o orientam e o ajudam a definir os detalhes da sua próxima encarnação. Não dá para deixar nós sozinhos. Não temos experiência, bagagem espiritual, moral, para definir o que é melhor para nós. Às vezes aqui no mundo terreno, nós ainda temos essa dificuldade. Por isso a importância do diálogo, da conversação, da troca de experiências, não é isso? É muito importante. Livre arbítrio e responsabilidade. Apesar do planejamento, o espírito conserva o seu livre arbítrio. Nós não perdemos, porque essa é uma concessão divina para cada um de nós. Todos nós temos livre arbítrio. Alguém veio obrigado aqui hoje? Nem vocês, né, mocinhas, não vem, porque se obrigar não vem. tem que ter a livre vontade, o desejo de vir. E isso vale lá também, tá? Eu tenho a necessidade de vir, mas quero também vir, né? Eh, e pode escolher como vivenciar as situações que representam com as consequências de suas escolhas. Por isso, o planejamento não é algo fixo e imutável. Não é, senão não era da bondade divina, nem a própria lei divina nos obriga a fazermos as coisas. É uma decisão sempre nossa. Finalizando esse nosso estudo, trazemos duas considerações sobre o tema do nosso estudo, que é o
a bondade divina, nem a própria lei divina nos obriga a fazermos as coisas. É uma decisão sempre nossa. Finalizando esse nosso estudo, trazemos duas considerações sobre o tema do nosso estudo, que é o planejamento espiritual. uma uma ideia do espírito Emanuel quando ele fala planejamento reencarnatório é um processo cuidadoso e individualizado que antecede a nova encarnação. Então, nosso planejamento já está feito. O meu já tem de 75 anos tá feito. Parece 45, né? Mas é 75, não é? Tá feito. Eu posso em em diálogo com os nossos amigos espirituais, olha isso, aqui aquilo, né? Já consegui isso, já dou conta, já entendo mais isso, né? E vai. Ele o planejamento envolve a avaliação do progresso espiritual do espírito e a escolha das experiências. Vejam aqui como ele tá falando, é do progresso o que o espírito já conseguiu de progresso nessa área, não é? Claro que nós não temos, não adquirimos todas as virtudes na sua potencialidade, mas já temos algumas algumas virtudes aí, né, iniciando o seu processo, eh, e a escolha de experiências, desafios e aprendizados necessários para o seu desenvolvimento. E a outra, para finalizar, do espírito André Luís, que tá lá no livro entre o céu e a terra, na no capítulo 29. E ele fala algo muito importante, porque está tudo aqui. A mente é que nos conduz, o pensamento, que é uma exteriorização do que nós trabalhamos na mente e que sai, expressa através da fala. Ele diz o seguinte: "Na mente reside o comando." Então, quer dizer que nós é que nos comandamos e mais ninguém. A consciência traça o destino. O corpo reflete a alma. Toda agregação da matéria obedece a impulsos do espírito. Ele que é o ser, né, que comanda nossos pensamentos fabricam as formas que nos nós utilizaremos na vida. Então, concluindo esse pequeno estudo, acredito que nós temos já essa consciência de que esse planejamento é algo que vai nos fazer, nos propiciar, não fazer, nos propiciar a oportunidade de sermos pessoas melhores. Mais uma vez eu quero agradecer a gentileza dos
á essa consciência de que esse planejamento é algo que vai nos fazer, nos propiciar, não fazer, nos propiciar a oportunidade de sermos pessoas melhores. Mais uma vez eu quero agradecer a gentileza dos ouvidos de vocês, a atenção, o carinho e agradecer essa casa por essa oportunidade. Jesus nos abençoe a todos. Nós agradecemos imensamente a nosso irmão Rui por todo o trabalho, né, que ele veio trazer aqui para nós na noite de hoje, relembrando realmente por que minha vida é assim, né? Então, nós temos eh a explicação que a doutrina espírita vem nos trazer, né, que na verdade nós a planejamos assim, mas não é aquilo que nós gostaríamos às vezes materialmente falando, né, mas com certeza é o melhor pro nosso espírito. Então, sabendo disso, fica bem mais fácil a gente levar a nossa vida, aceitar, né, aquilo que nos acontece, porque na verdade foi por nós mesmos planejados, né? Então, tirando efetivamente aquilo que nesta vida nós fizermos, opções erradas que fizermos nesta vida, quer dizer, tudo mais, na verdade é obra nossa mesma, ou seja, nós mesmos é que assim planejamos para o nosso desenvolvimento espiritual. Então, é aproveitar essa oportunidade, ou seja, como eu vou aproveitar melhor a minha vida, uma vez que ela assim é, porque eu assim planejei para que o meu espírito saia daqui o quê? Vitorioso, né, Ru? Ao contrário do do André Luiz, por exemplo, né, que no livro Nosso Lar, ele fala dos, como é que fala? Completistas, né? Ele fala: "Quão raros são os completistas, ou seja, aqueles que vieram aqui e realizaram aquilo que realmente vieram fazer. Por quê? Porque nós nos distraímos, nós fazemos opções erradas. E como fazer opção certa, gente? Como o Rui nos disse aqui, vamos estudar a doutrina que nós vamos, com certeza, saber dar as respostas certas, né, quando a vida nos pedir. Tá certo? Então vamos à nossa prece final. Agradecemos mais uma vez a presença de todos de forma muito especial, todo o carinho, o sacrifício do Rui que veio lá de Luziânia para nos trazer a palavra na noite de hoje. Deus
à nossa prece final. Agradecemos mais uma vez a presença de todos de forma muito especial, todo o carinho, o sacrifício do Rui que veio lá de Luziânia para nos trazer a palavra na noite de hoje. Deus abençoe, viu, Rui? E eu acompanhe no seu retorno. Eu queria chamar o nosso irmão Francisco, fazer a prece final para nós, por favor. Uma boa noite a todos. Queridos irmãos e irmãs, vamos aproveitar as possibilidades de nossos corações para que sejamos capazes de receber os efluos divinos que estão sendo doados na noite de hoje em direção de cada qual de acordo com a necessidade. sejamos capazes de reverter a essas energias luminosas em direção não só de nós mesmos, mas também daqueles que mais necessitam, aqueles que estão ligados a todos nós pelos laços do coração, que juntos de cada qual fizeram teias de possibilidades dentro dos planejamentos divinos que foram confiados. para cada um de nós. Obrigado, Senhor, pela noite de hoje, pelos estudos que calam fundo em nossos corações. Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a sua vontade na terra como em todo lugar. O pão nosso de cada dia nos dai hoje, Senhor. Perdoa as nossas ofensas, assim como nós perdoamos os nossos ofensores. Não nos deixeis cair em tentação, mas livra-nos do mal. Pois é teu o reino, o poder e a glória sempre. Que assim seja, meus irmãos. aos nossos irmãos passistas que possam ocupar a cabine à minha direita. M.
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