Palestra: Muito se pedirá àquele que muito recebeu, com Valéria Pedroso

INSTITUTO GOIANO DE ESTUDOS ESPÍRITAS IGESE 26/05/2025 (há 10 meses) 42:25 9 visualizações

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Transcrição

amiga que aqui nos assiste, que vem em nosso auxílio, em nosso socorro, que nós possamos dedicar esses momentos em reflexão para que nós possamos sair daqui um pouco mais equilibrados, fazendo essa conexão espiritual e que nós possamos levar pros nossos lares essas vibrações amorosas que aqui viemos buscar. Hoje nós temos um um evento especial que é a apresentação do nosso coral, coral corarte, coral do lar de Jesus, que uma vez por mês se apresenta e elas têm evoluído muito. É um trabalho aqui do Lar de Jesus, um trabalho de artes para os idosos e vocês vão apreciar que maravilha, que lindeza que são essas garotas especiais, eh, a maestrina Vasti e o Coral Corti. Tudo bem? Nós agradecemos ao coral corart, a maestrina Vti, que essas lindas melodias possam permanecer nos nossos corações, nos inspirar para esse momento de estudos e reflexões do Evangelho de Jesus. Então, com os corações serenos, a mente pacífica, nós vamos elevar o nosso pensamento a Jesus, agradecer por essa oportunidade de aqui estarmos nesse lar que nos acolhe em oração e em bênçãos. E te agradecemos, Senhor, por tantas bênçãos que nós temos recebido na nossa vida e pedimos que o Senhor derrame sobre nós a bênção do amor, da compreensão, da paz, da serenidade. Obrigado, Jesus por esse momento sublime de aqui estarmos reunidos em seu nome. que o Senhor possa fazer nos nossos corações aquela transformação que nós tanto buscamos e temos tanta dificuldade. Que o Senhor nos ensine a amar a Deus sobre todas as coisas e ao nosso próximo como a nós mesmos, buscando no serviço, no amor, na compaixão e na caridade a nossa pauta diária. que o Senhor estenda essas bênçãos aos nossos lares, envolvendo os nossos familiares, a toda a nossa comunidade, a essa casa de oração, aos trabalhos que aqui são realizados, a equipe espiritual que nos assiste em todas as nossas atividades. E por isso, Senhor, nós somos gratos e pedimos que esteja conosco nesse momento, nos inspirando para que nós possamos absorver os ensinamentos dessa noite. Deixa-nos,

te em todas as nossas atividades. E por isso, Senhor, nós somos gratos e pedimos que esteja conosco nesse momento, nos inspirando para que nós possamos absorver os ensinamentos dessa noite. Deixa-nos, Senhor, a tua paz. Que assim seja. A nossa palestrante da noite, já é nossa conhecida, nossa querida Valéria Pedroso. Ela é trabalhadora do Lar de Jesus, é palestrante espírita. trabalhadora de outras casas e hoje ela vai falar para nós sobre o tema muito se pedirá a quem muito foi dado. Seja bem-vinda, Valéria. Olá a todas e a todos. Que nos sintamos acolhidos pelo amor divino que nos envolve nesse planeta abençoado de oportunidades redentoras. Porque tudo é para o nosso bem. Não há nada que seja para o nosso mal. A reflexão da noite diz respeito à passagem em Lucas, capítulo 12, versículos de 47 a 48. Muito se pedirá aquele que muito recebeu. Como é isso? Voltando essa questão para cada um de nós, o quanto eu recebi, o que eu recebi e mais, o que eu faço com o que eu recebi e recebo, né? Eh, quantos frutos uma semente produz? Não conseguimos quantificar. Então, a reflexão da noite de hoje nos traz em João esta questão, que a lei é de multiplicação e, portanto, nós recebemos muito e por isso devemos também oferecer muito, muito mais. Hoje tivemos algumas demonstrações com aquele casal que lindamente cantou e tocou e depois o coral, oferecendo o seu melhor, né? E é isso que nós precisamos fazer na prática com essa questão aqui João, aliás, perdão, Lucas nos oferece. muito se pedirá aquele que muito recebeu são os nossos talentos, são as nossas qualidades. É verdade que temos muitos defeitos ainda, mas o que nós precisamos focar a nossa atenção e a nossa ação é em oferecermos o que de melhor nós temos. Coisa simples, porque ficamos pensando em aspectos complicados, né? Eh, algo, ah, eu sou um grande eh eh palestrante, eu sou um grande professor, eu sou um grande médico. Não, para todos nós, seres humanos, porque nós não somos a nossa profissão, mas também no exercício profissional, fazermos o nosso

eh palestrante, eu sou um grande professor, eu sou um grande médico. Não, para todos nós, seres humanos, porque nós não somos a nossa profissão, mas também no exercício profissional, fazermos o nosso melhor. E fazermos o nosso melhor é aprendermos a ser gentis, sermos gentis. com quem quer que seja, onde quer que estejamos, gentis com a natureza, gentis com os animais, gentis com os seres humanos, gentis com nós mesmos. Nós precisamos desenvolver a autogentileza para que assim possamos também sermos gentis, oferecermos a gentileza para o outro. seja esse outro quem for, porque é disso que necessitamos. Porque é disso que o mundo necessita. Jesus quando nos convida amar o próximo como a ti mesmo, ele está dando roteiro. Nós precisamos desenvolver esses aspectos em nós, a educação, a gentileza, a gratidão, a amorosidade no reconhecimento do que recebemos para oferecermos. Sem isso congelamos, sem isso ficamos petrificados. E o pior disso, oferecemos o nosso lado sombrio. O nosso lado sombrio que se manifesta na maledicência, no preconceito, tão presente ainda. Infelizmente, a semana passada eu presenciei uma cena que muitos devem presenciar vez por outra ou frequentemente. estava no ambiente e uma senhora atenciosamente atendeu a ao pedido de um senhor com um aspecto sujo, com maltrapilho e com fome. E ela foi atenciosa com esse senhor. Quando ela entrou para poder providenciar o que ele havia pedido, a filha disse assim: "A senhora com essa mania de ficar falando com esse povo como se fôssemos diferentes uns dos outros e não somos. Porque a lei nos fala de amor, portanto, de solidariedade, de respeito indistintamente. Hoje estamos numa condição, amanhã, fruto das escolhas que fazemos hoje e no aqui agora, poderemos não estar. Não como castigo divino, porque Deus não castiga. A lei é de amor. Jesus veio nos demonstrar isso. Jesus veio nos apresentar o pai amoroso, justo e bom. Mas ainda perseveramos em conceitos equivocados, em crenças distorcidas de castigo. Jesus nos fala: Deus não nos

. Jesus veio nos demonstrar isso. Jesus veio nos apresentar o pai amoroso, justo e bom. Mas ainda perseveramos em conceitos equivocados, em crenças distorcidas de castigo. Jesus nos fala: Deus não nos castiga, Deus nos acolhe, mas a escolha é nossa. Quando insistimos em contrariarmos as leis espirituais e a lei maior é a lei de amor, isso tem consequência, porque estamos submetidos a uma outra lei espiritual que se chama ação e reação ou causa e efeito. Lei da física, lei natural. a toda ação, né? Oreação de mesma intensidade e efeito contrário. Portanto, não há castigo. Nos vitimizamos. Não tenho sorte na vida. Deus esqueceu de mim. Sou azarada mesmo. Tenho pais péssimos. Tenho irmãos, irmãs péssimos. As pessoas são do jeito que são. Mas o que eu faço? Quais as escolhas que eu faço? Por quanto tempo vou me lamentar nos erros de pessoas que me proporcionaram a vida, que erraram e erram? Porque eu também erro. Todos nós erramos. Precisamos novamente desenvolver a gratidão por aquilo que foi possível e ficarmos com o que foi possível e bom. e não nos lamentarmos por aquilo que não temos. Porque quando nos fixamos naquilo que gostaríamos de ter recebido e que, portanto, não tivemos, perpetramos o sofrimento. Existe a dor do trauma, mas existe o sofrimento, porque eu insisto em não procurar novos caminhos, em não estabelecer na minha vida algo de bom. Porque mesmo nas experiências dolorosas, negativas, nas experiências traumáticas, eu posso aprender. Portanto, eu eu continuo recebendo. É difícil. É difícil mesmo. É doloroso. É difícil a gente abrir mão. Mas Jesus nos convida mais uma vez e ele nos fala qual é o caminho? A porta estreita. E o que é a porta estreita? A porta estreita é o caminho em direção a nós mesmos, a nos reconhecermos, reconhecermos os nossos talentos, os nossos aspectos positivos, a nossa amorosidade, a nossa força, o nosso poder real e ao mesmo tempo reconhecermos os aspectos que não são agradáveis mesmos, mas que ainda existem em mim, não Não é reprimir os meus defeitos

ivos, a nossa amorosidade, a nossa força, o nosso poder real e ao mesmo tempo reconhecermos os aspectos que não são agradáveis mesmos, mas que ainda existem em mim, não Não é reprimir os meus defeitos que eu vou conseguir superar. é justamente reconhecê-los, identificar quando eu atuo no meu defeito, quando eu me justifico no outro para poder permanecer atuando no meu defeito quando eu me vitimizo novamente para continuar justificando a minha atuação nos meus defeitos. Nós precisamos abrir mão da vitimização. A criança, ela não tinha o que fazer. Ela dependia completamente do adulto. Ela, de alguma maneira, pelo instinto de sobrevivência, conseguiu fazer algo para sobreviver a situação adversa, seja ela qual for, seja como a criança tenha sentido. Mas enquanto adultos, jovens, adultos mais velhos, nós temos escolhas. Nós podemos fazer diferentes e se não conseguimos sozinhos, busquemos ajuda. Então, com a leia de multiplicação dos nossos talentos, como hoje nós recebemos tantas canções lindas, tanta musicalidade, a oração, o corpo físico perfeito e ainda que imperfeito, atendendo as nossas necessidades evolutivas e muitas vezes imperfeito pela nossa imprevidência, mas este corpo, nossa primeira morada, que nos abriga, que nos acolhe, para que possamos transitar neste planeta, para que possamos nos relacionar com todos os outros que estão ao nosso lado encarnados. o pão de cada dia, a possibilidade de ir ao banheiro sem nenhuma dificuldade, porque existem pessoas que têm uma grande dificuldade, tem apresentam patologias que comprometem a excreção. Podemos nos alimentar porque podemos adquirir o alimento, podemos partilhar o alimento, que aí se torna mais divertido e agradável. Quando sairmos daqui, provavelmente vamos dormir numa cama limpa, aquecida, com as cobertas limpas e cheirosas, macias, quando há muitos irmãos nossos que estão passando pela experiência da indingência e pelos quais nós somos também responsáveis, porque somos seres políticos e somos responsáveis. Ah, tá pagando. Ninguém tá

do há muitos irmãos nossos que estão passando pela experiência da indingência e pelos quais nós somos também responsáveis, porque somos seres políticos e somos responsáveis. Ah, tá pagando. Ninguém tá pagando nada. Nós somos responsáveis porque a lei também é de solidariedade e a lei maior é de amor. Quando eu não atuo ou quando eu não busco exercitar amorosidade, defeituosa, é verdade, porque somos defeituosos, eu descumpro a lei maior. Então, o que eu posso oferecer de melhor, considerando que quando estamos na infração da lei, adoecemos psiquicamente e consequentemente fisicamente, porque o nosso físico vai expressar o nosso adoecimento mental, o nosso conflito, as nossas dores, os nossos traumas, como uma forma de buscarmos ajuda. como uma forma de, opa, pera aí, deixa eu ver o que que meu corpo está comunicando para que eu possa buscar entender e assim mudar. Então o processo de mudança ele a gente vai sentir dor, mas a persistência nos nossos defeitos, no descumprimentos das leis divinas causa sofrimento, causa angústia, causa ansiedade, né? A gente precisa abrir mão do milindre e o milindre nos atrapalha. Nós precisamos olhar verdadeiramente pra gente e com toda honestidade que reflete o exercício da humildade, que é o primeiro degrau que consta no sermão da montanha a que Jesus nos convida, porque tudo mais só será possível no exercício da humildade. Eu preciso pisar firme nisto para que eu possa avançar, para que eu possa me superar, porque eu não vou superar o outro. A proposta é de autossuperação. Se o outro faz o que faz, é problema do outro. A questão é o que eu faço com o que o outro está me oferecendo. Na maioria das vezes, nós não enxergamos uns aos outros. Estamos tão voltados para nós mesmos, tão fechados, acabrunhados, que não conseguimos enxergar o outro, porque também não nos enxergamos com verdade. E o que é verdade? a própria verdade, a verdade pessoal que só nós podemos alcançar, que só nós podemos perceber. Mas isso é um exercício de um gesto, de um olhar

ambém não nos enxergamos com verdade. E o que é verdade? a própria verdade, a verdade pessoal que só nós podemos alcançar, que só nós podemos perceber. Mas isso é um exercício de um gesto, de um olhar atencioso, diário, constante para a forma como eu me sinto, sensações, sentimentos, pensamentos e como eu me comporto. Parando de me justificar no outro, no marido, na esposa, nos filhos, nos pais, no vizinho, no colega de trabalho, no planeta, em Deus, meu anjo da guarda ou protetor espiritual ou quem quer que seja. esqueceu de mim. A lei também é de autorresponsabilidade, portanto, né? E não adianta a gente buscar escapismo, porque não vai funcionar, só nos retardamos. A relação eu comigo em primeiro lugar para depois eu com o outro. Mas eu não preciso esperar uma condição de prontidão, uma prontidão ótima para que assim eu possa me relacionar com o outro de uma forma saudável, gentil, amorosa, educada. Não são as duas coisas ao mesmo tempo. Se eu acho que o Vander não me cumprimentou direito e, portanto, eu me senti magoada, frustrada, com raiva, isso é o que eu sinto é problema mesmo, não é problema dele. Não foi ele que colocou isso em mim, não. Tudo que eu sinto diz respeito a mim e é um belíssimo presente para que eu possa assim me conhecer e me superar. E Jesus, novamente, eu vou citar esse livro, Boa Nova, se eu não me engano, é o capítulo 14, mas a lição, o título da lição é eh entrar em harmonia perene com Deus, né? O apóstolo João estava profundamente angustiado, ansioso, porque não sabia como entrar em união perene com Deus. Jesus percebeu a angústia de João e convidou para conversar. E resumidamente, mas vocês vão encontrar neste livro, Boa Nova, Jesus diz para João que todos os seres, ele não falou os seres humanos apenas, todos os seres possuem um altar divino interno. E para acessarmos esse altar divino interno, é fundamental que possamos ouvir as vozes da nossa consciência. Este é o processo de cura pessoal. E quando nos ocupamos verdadeiramente de

divino interno. E para acessarmos esse altar divino interno, é fundamental que possamos ouvir as vozes da nossa consciência. Este é o processo de cura pessoal. E quando nos ocupamos verdadeiramente de nós, e não tem nada a ver com egoísmo, mas neste processo que Jesus nos convida, mudamos a nossa psicosfera, consequentemente contribuímos pra mudança da psicosfera do ambiente em que vivemos. A casa, trabalho, a cidade que eu moro, o estado que eu moro, o país que eu moro, o planeta. Porque estamos todos integrados. Se eu melhoro, eu contribuo com a melhora do planeta. Ainda que não compreendamos isso direito. Por isso que existe uma afirmativa que diz: "Todos somos um". Estamos completamente interligados. Nossas ações, pensamentos, sentimentos, sensações afetam o outro. Então, cuidem-se de forma atenciosa, gentil, amorosa, porque essa é a nossa destinação. Lembrem-se, Deus não nos castiga. Inferno não existe. O conceito de inferno é algo antigo em nós. O inferno é o tormento, é a angústia pessoal, é o desespero íntimo. Isso é infernal, mas na proposta de Jesus nós conseguiremos estabelecer a paz em nossos corações. Um afetuoso abraço a cada um de vocês. Pense em Jesus e lembrem-se que ele diz assim: "Pedi e obtereis, buscai e achareis. Batei e abrevos ar. Façamos da nossa parte que ele sempre estará conosco. Ele nunca nos faltará. Beijo no coração. Queremos aqui agradecer as palavras da Valéria, que são uma reflexão muito boa para cada um de nós, para que a gente possa realmente olhar para nós, vermos as nossas as nossas potencialidades e as nossas dificuldades. E vamos sempre pensar que nós podemos sim fazer a mudança necessária e, principalmente amparar as nossas más tendências. Que Deus possa iluminar a todos nós para que a gente sempre consiga, né, entender as leis divinas, como ela disse, porque Deus não castiga ninguém. Deus é amor. Isso. Muito bom, gente. E eu queria também aproveitar para falar um pouco aqui com vocês. Nós estamos numa empreitada agora que começa as festas

la disse, porque Deus não castiga ninguém. Deus é amor. Isso. Muito bom, gente. E eu queria também aproveitar para falar um pouco aqui com vocês. Nós estamos numa empreitada agora que começa as festas juninas. Estamos aí com uma festa para que a gente possa se confraternizar, possa comer, possa eh, como se diz, conversar. E vai ser um momento muito legal, tanto paraas crianças. A gente tem preparado aí um um uma festa, um uma pescaria, vai ter uma festa junina muito agradável. Queria muito que vocês participassem. Quem puder estar conosco, será um grande prazer. E a gente já está vendendo os ingressos aí na na porta, tá? E também vai ser vendido os ingressos na hora. Então, vamos reunir a família, os amigos e venham participar conosco. Vai ser muito bom que vocês todos possam estar aqui com a gente. A gente agradece e quer muito a participação de todos, tá? Vamos ver. Vai ser muito animado. O pessoal tá tá assim muito eh da equipe de organização, muito empenhado, que tudo dê certo, tá bom? Bom, e agora nós vamos passar pro nosso encerramento da reunião e queria pedir que a Sandra fizesse a prece de agradecimento e encerramento dessa etapa, tá gente? Quero informar que foi encontrado essa chave de um veículo aqui. Não dá paraa gente nem saber qual veículo é. Só sei que é um abridorzinho da Unidas. é um carro de aluguel, provavelmente. E a chave foi eh caída, foi encontrada aí no pátio. Alguém perdeu. Depois as pessoas aí se quiserem vou deixar aqui em cima da mesa, tá? Boa noite a todos. Obrigado, Valéria, por essa palestra. bonito, tá? Está sempre aqui conosco. Vamos agradecer a Deus por esse momento, pedir espiritualidade maior, que derrame muitas bênçãos de paz, de amor, de tranquilidade, das bênçãos necessárias para cada um de nós, para as nossas dores físicas e para as nossas dores espirituais. Que Jesus abençoe aos nossos irmãos que estão na rua nesse frio. Que chegue até eles o amor e o alento. Aos nossos irmãos que estão nos hospitais. Que Jesus abençoe a todos eles e também

espirituais. Que Jesus abençoe aos nossos irmãos que estão na rua nesse frio. Que chegue até eles o amor e o alento. Aos nossos irmãos que estão nos hospitais. Que Jesus abençoe a todos eles e também a toda a equipe médica, de enfermeiros, atendentes que estão cuidando deles nessa noite. Que Jesus abençoe os nossos irmãos que estão no Araújo Jorge, no Hugo, nesses prontos socorros, nas UTI. Jesus esteja presente na em todos esses corações. Que eles tenham a certeza da presença de Jesus junto a eles. Que Jesus abençoe os nossos lares, abençoe a nossa semana e que nossa semana seja de muita luz e de maa paz. que retornemos todos aos nossos lares com energia de luz, de tranquilidade, de amor. Que Jesus abençoe e nos proteja hoje, agora e sempre. Que assim seja. Prezadas irmãs, prezados irmãos, iniciamosos paraa sala de passe. As pessoas que vieram pro tratamento podem se acomodar aqui do lado esquerdo que serão chamados por ordem de senha, tá? E podem ficar tranquilos que todos serão encaminhados. Vamos ficar em silêncio, em oração, para que o passe possa ter o efeito necessário. Prezadas irmãs, prezados irmãos, iniciando

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