Palestra: Atire a primeira pedra aquele que estiver sem pecado- com Joaquim Tomé
Palestra: Atire a primeira pedra aquele que estiver sem pecado- com Joaquim Tomé
Meus irmãos e minhas irmãs, muito boa noite a todos vocês. Como de costume, eh as nossas saudações fraternas, sejam bem-vindos ao Lar de Jesus. Gostaríamos de saudar a para além de cada um de vocês que veio aqui nessa casa de paz, de amor, aos nossos irmãos que estão também na internet nos acompanhando, não é? E isso só pode acontecer porque nós temos parceiros para essa transmissão na noite de hoje. Nós contamos então com o patrocínio do Ig, a TV Goiás Espírita, TV Secal de Santa Catarina, Rádio Nova Luz, Rádio Deus Conosco e também Mensageiros da Luz. Eh, para podermos iniciar, portanto, os nossos trabalhos da noite, como de costume, vamos fazer nossa prece de início. Eu convido aos irmãos e as irmãs que possamos entrar em contacto nesse momento com a espiritualidade maior, fazendo calar o quanto possível as nossas mentes com referências ao nosso dia a dia, à nossas tribulações, para que sejamos todos capazes de abrirmos as possibilidades de nossos corações, deixando entrar a luz, a paz que certamente está emanando nesse momento através de nossos amigos espirituais que aqui nos trouxeram, estão nos acompanhando e se preocupam com nossas encarnações. Obrigado, mestre amigo Jesus por essa noite em que nos propomos a refletir acerca das verdades infinitas contidas no Evangelho e interpretadas pelo Espiritismo. Que o Senhor possa iluminar igualmente o nosso irmão palestrante da noite, oferecendo a cada qual que veio aqui e aqueles que nos assistem aquilo que é necessário para continuarmos dentro de sua cenda de amor. Obrigado mais uma vez, Senhor, porque estamos entre irmãos. Fica conosco hoje sempre, Jesus querido. Que assim seja. Muito bem, na noite de hoje nós temos alegria de receber o professor Joaquim Tomé. Professor Joaquim Tomé, professor aposentado da Universidade Federal de Goiás, divulgador de donga data dentro da doutrina espírita. Mas apesar de todos os adjetivos que eu possa eh dizer na noite de hoje a respeito desse senhor, eu acho que para mim particularmente o mais significativo é
de donga data dentro da doutrina espírita. Mas apesar de todos os adjetivos que eu possa eh dizer na noite de hoje a respeito desse senhor, eu acho que para mim particularmente o mais significativo é relativo à primeira vez que o vi. Eu ainda muito jovem ali pelos 11, 12 anos a frequentar o Centro Espírita que ele eh militava naquela época, Allan Kardec. Eu me lembro das palavras fortes do professor Joaquim, a interpretação que ele fazia com auxílio dos espíritos do evangelho. E desde aquele momento eu já o admirava bastante, porque a sua palavra sempre foi de consolo e de muita paz. Esperamos de todo coração que na noite de hoje ele possa repetir o mesmo feito que fez comigo quando eu tinha por volta dos 11 anos, tá? E por favor não façam contas relativo à minha idade nem à idade do professor Tomé. Com vocês então, professor Joaquim Tomé. Caros irmãos e irmãs, que a paz de Jesus esteja conosco. Agradeço as gentis palavras do Francisco. Isso é bondade do coração dele, né? eh sobre a nossa pessoa. Hoje nós vamos falar sobre um assunto. Atire a primeira pedra aquele que estiver sem pecado. é um um uma passagem evangélica de muita importância eh e de muito muito interesse para a nossa doutrina, especialmente em nossa reforma íntima. Vamos ver. Eh, eh, acredito que eh vocês não irão conseguir ler, mas eu tive que colocar em letras menores para caber tudo numa tela só. Esta a passagem eh eh referente ao título. Isso está lá no Evangelho de João, no capítulo 8, versículos de 8 a 11. E lá no Evangelho Segundo o Espiritismo, no capítulo 10, eh, bem-aventurados que são misericordiosos, né? Eh, no item 12 desse capítulo 10, eu vou ler para que a gente tenha situar no problema. Então os escribas e os fariseus lhe trouxeram a mulher que fora surpreendida em adultério, e pondo-a de pé no meio do povo, disseram a Jesus: "Mestre, esta mulher acaba de ser surpreendida em adultério. Ora, Moisés, pela lei ordena que se lapidem as adúlteras. Qual sobre isso a tua opinião? Diziam isto para o tentarem e terem de
am a Jesus: "Mestre, esta mulher acaba de ser surpreendida em adultério. Ora, Moisés, pela lei ordena que se lapidem as adúlteras. Qual sobre isso a tua opinião? Diziam isto para o tentarem e terem de que o acusar. Jesus, porém, abaixando-se, entrou a escrever na terra com o dedo. Como continuava a interrogá-lo, ele se levantou e disse: "Aquele dentre vós que estiver sem pecado, atire a primeira pedra". Em seguida, abaixando-se de novo, continuou a escrever no chão: "Quanto aos que o interrogavam, esses, ouvindo falar daquele modo, se retiraram um após outro, afastando-se primeiro os velhos." Ficou, pois, Jesus a sós com a mulher colocada no meio da praça. Então, levantando-se, perguntou-lhe Jesus: "Mulher, onde são os que te acusavam? Ninguém te condenou?" Ela respondeu: "Não, Senhor." Disse-lhe Jesus: "Também eu não te condenarei. Vai-te e de futuro não tornes a pecar. esta questão, ou seja, este texto, eh a gente precisa de meditar em todas essa situação que o texto nos remete, eh porque ele traz muitas lições importantes para nós e algumas reflexões precisamos de de lembrar no Levítico, no livro Levítico. onde estava uma um dos livros da lei de Moisés, lá no capítulo 20, versículo 10, é que fala sobre a lapidação da do e em pessoas apegas em adultérios, mas lá fala o seguinte: "O adúltero e a adúltera deverão ser lapidad em frente à casa da família. tinha que levar a mulher até na porta da casa. na porta da casa eram lapidados eh aqueles eh aqueles dois, o adúltero e a adúltera. Engraçado que lá no Levítico eles falam que deviam deviam atirar pedras, não muito grande e nem muito pequena, porque se fosse pedra muito grande matava a pessoa rapidamente e eles eh e eles tinham que matar lentamente para que a pessoa sofresse lentamente e a família inteira assistindo. E não muito pequena, porque senão não adiantava nada, né? Não, não, não, não, não fazia a morte da pessoa. Então, ora, nesta passagem que João conta no no seu livro, no Evangelho, só a adúltera estava ali para
to pequena, porque senão não adiantava nada, né? Não, não, não, não, não fazia a morte da pessoa. Então, ora, nesta passagem que João conta no no seu livro, no Evangelho, só a adúltera estava ali para ser julgada e ser lapidada. Cadê o adúltero? O adultério se faz em dois. Hã, somente a adúltera estava ali. Então, já neste ponto, o o aqueles que defendiam a lei moisa estavam incorrendo em erro. Mas tudo bem, lá estava a mulher para ser lapidada. Assim, eh, pensavam os fariseus que levavam que levaram a mulher ali. Era era uma situação que eles criaram para tentar e fazer Jesus entrar em contradição, porque Jesus pregava o amor, Jesus pregava o perdão. E se naquela situação Jesus falasse devia cumprir a lei mosaica, ele estava entrando em contradição aquilo que ele pregava. E se ele falasse, não, deixa ela, deixa ela embora ele estaria contrariando a lei de Moisés, a lei do Sinedério. Então, era uma situação que eles criaram ali, eh, para que Jesus não tivesse saída. De qualquer maneira, eles teriam motivo para para para eh eh denunciar Jesus ao sinédrio. É do mesmo jeito, é a mesma situação que eles colocaram Jesus quando eles falavam devo pagar imposto a César ou não. Mesma situação, né? Tentar Jesus. Mas Jesus que conhecia muito bem as pessoas, só de olhar na pessoa, ele sabia tudo, tudo que aquela pessoa eh eh tinha feito, enfim, simplesmente parou, agachou ali no na terra e começou a escrever com o dedo no chão. Ah, que que será que Jesus escrevia ali? Hã? Que que será? Mas enquanto ele abaixou e começou a escrever, Joana de Angeles fala quanto a um um um detalhe o seguinte: Jesus projetava o seu pensamento naquele acusador que tinha o chefe do o da frente que estava acusando mais intensamente. conversavam mentalmente com ele e falando, meu irmão, você acusando essa essa mulher, você que é adúltero várias vezes, você que é e eh lá do seu negócio, você rouba dos seus clientes e foi enumerando os defeitos daquele senhor, ele foi ficando realmente envergonhado, né?
essa mulher, você que é adúltero várias vezes, você que é e eh lá do seu negócio, você rouba dos seus clientes e foi enumerando os defeitos daquele senhor, ele foi ficando realmente envergonhado, né? Foi isso. Quando, como os outros perguntavam para o que fazer, Jesus levanta e fala: "Aquele que estiver sem pecado, atire a primeira pedra". O primeiro a saír foi o acusador, porque ele viu que Jesus tinha lido a mente dele, ficou com vergonha e saiu. Fala ali, saiu primeiro os mais velhos, né? justamente os mais velhos são aqueles que mais tinham pecados, porque tinha mais vivência, né? Mas tinha vivido mais, tinham mais pecados. E assim, eh, Joana fala assim, Jesus estava escrevia no chão o defeito, o pecado de cada um dos que estavam ali, escrevia ali calúnia, eh eh eh ladrão, assassino, corrupto, e cada um olhando lá, curiosamente lendo e eh aquele nome que ele escrevia atingia o a pessoa. Então, a pessoa foi se cientificando de que ele era tão ou mais culpado do que aquela mulher que estava sendo julgada. Por isso, um a um, foi se retirando, foi embora, foi embora, foi embora. Jesus escrevia no chão aquilo que era o pecado da pessoa e a pessoa lia e sentia aquele choque. Porque vamos emos. Eh, está na presença de Jesus, a pessoa tem que ter muita coragem, né? porque eh ele sabia de só de olhar na pessoa, sabia o que aquela pessoa fazia, quem era aquela pessoa e o que ela tinha cometido de erro perante a lei. Por isso é que o evangelho diz que um a um foi saindo e a mulher ficou sozinha. E Jesus falou: "Cadê os seus acusadores?" Ela disse que não tinha mais ninguém. E ele corroborando o que ele sempre fazia, disse: "Pastor, vai." Mas ele falou uma coisa ali que não falava na na outra nas outras vezes que ele curava as pessoas. Quando ele curava uma pessoa, ele fala: "Vai e não peques mais". Agora para aquela mulher, ele falou: "Vai e de futuro não peques mais". Quer dizer, daqui paraa frente, mulher, seja honesta. não vá pecar de novo. E aí despachou a mulher. Então é algo que a gente precisa
para aquela mulher, ele falou: "Vai e de futuro não peques mais". Quer dizer, daqui paraa frente, mulher, seja honesta. não vá pecar de novo. E aí despachou a mulher. Então é algo que a gente precisa de meditar bem, bem mesmo. Eh, o que Jesus escrevia, a gente já falou, porque saíram os primeiros mais velhos. Por que Jesus perdoa a pecadora? Não seria isso concordar com o pecado, né? Concordar com o adultério, que era um dos mais graves pecados da lei mosaica. Jesus perdoou porque o seu evangelho era de amor e de perdão. Amor em toda acepção, em todo sentido. E o que é mais importante? Indulgência. no livro eh eh de Irmão X, eh bom, eu vou lembrar o nome. O irmão X conta em seu livro uma história interessante. Assim, depois que aconteceu esta essa passagem ou esse eh processo com a mulher adúltera, eh os discípulos foram para a casa de Pedro. Era uma rotina. Toda a tarde, depois das pregações nas praças da cidade, voltavam todos paraa casa de Pedro, onde Jesus fazia uma preleção lá pelas 6 horas ali com todos que estavam ali para os apóstolos e para os o o o os quem quisesse assistir. Então, na reunião, Pedro levanta e fala: "Mestre, o senhor eh perdoou aquela adúltera e o adultério é um pecado muito grave. não estaria aí eh eh eh fazendo apologia do pecado, do adultério. E Jesus fala: "Pedro, Pedro, raciocine, pense, a indulgência tem que ser a condução ideal e justa para todos nós." E naquele grupo estava uma mulher já idosa e que levantou a mão e falou para Pedro: "Eh, eh, gentil senhor, eu tenho uma uma denúncia a fazer. Eu estava, eu e minha neta fazendo compras ali na feira mantimentos e um rapazu contra a minha neta fazendo propostas indecorosas e queria forçá-la a ir com ele. É. E eu bati o pé no chão e gritei e falei e a a minha neta recusando e ele falou, gritou para o povo que a a minha neta era uma adúltera, que ele já tinha feito isso com ela. A a em outras ocasiões era uma adúltera. E a mulher gritando: "Ah, não, explicou a situação para todo mundo". E o povo que ali estava queria
neta era uma adúltera, que ele já tinha feito isso com ela. A a em outras ocasiões era uma adúltera. E a mulher gritando: "Ah, não, explicou a situação para todo mundo". E o povo que ali estava queria pegar o rapaz. E o rapaz correu e escondeu numa casa. E ela pediu a Pedro para ir prender o rapaz e levar pro Sinétrio, condená-lo. E Pedro, aquela a a a a situação dele que era ranzinza, né? Pedro no começo era um cara que não não não ficava quieto não. Ou seja, era troglodita mesmo no começo da sua a sua eh apostolado e falou: "Vamos lá, vamos lá pegar o rapaz". Jesus pediu calma, mas o Pedro falou: "Não, mas rapaz é culpado, ele tem que ser punido. Temos que punir o rapaz rigorosamente. Bom, então vai, Pedro, vai." E foi todo mundo lá, os apóstolos, Pedro, Jesus foi também chegando lá, procurando achar o rapaz. O rapaz estava escondido. Pedro chegou e levou a mão, pegou o rapaz e levantou o rapaz assim, ficou parado, parado. Era o sobrinho dele, Efraim, filho da da da irmã de sua mulher. era o sobrinho dele. Pedro naquela situação olhou para o mestre Jesus como diz: "O que eu faço?" Aí Jesus falou, tornou a falar sobre a indulgência e para ele soltar o rapaz, o rapaz não ia mais fazer nada. Mas justamente a gente não pode julgar as coisas afoitamente. É preciso ter consciência daquilo que está sendo eh averiguado e analisado. A indulgência é um é eh que rege esse nosso comportamento. O que que é indulgência? é não julgar as pessoas, não fazer julgamento daquilo que está sendo observado. Hoje na na rotina diária a gente vê muito isso, tá? as pessoas amigas, de repente um um deles faz alguma erro, uma falta qualquer, o amigo ali condena o o seu companheiro, seu amigo condena e não quer nem saber daquela pessoa mais. Ou seja, corta as relações e começa a tirar pedras. Que que é tirar pedras atualmente? falar mal dos outros, fazer com que as pessoas eh eh ouçam as verdades negativas de uma pessoa eh com a maledicência. É uma das mais difíceis pedradas que a gente recebe aí na vida.
pedras atualmente? falar mal dos outros, fazer com que as pessoas eh eh ouçam as verdades negativas de uma pessoa eh com a maledicência. É uma das mais difíceis pedradas que a gente recebe aí na vida. É comum isso acontecer atualmente, ou seja, no tempo atual está a mesma situação de a gente sente na posição na condição de julgadores, juízes das situações. A gente julga a todo instante. Estamos julgando os outros por um motivo ou por outro, fazendo julgamento eh desairoso em julgamento negativo ou julgamento positivo. Estamos fazendo o julgamento, a análise prematura da situação, enquanto que a gente precisa de ter indulgência, quer dizer, não julgar. Deixe os fatos acontecerem. Ora, aconteceu um crime, não sou eu que vou julgar aquele criminoso. É a justiça. A justiça dos homens vai fazer o julgamento, vai ser um processo realizado e ali apurar os fatos. Às vezes aquele rapaz que é aquela pessoa vai ser até absolvido nos julgamentos, mas é tarefa dos juízes da da judiciário julgar aquela pessoa na na justiça terrena da justiça humana. E na justiça de Deus, quando ele desencarnar ou quando ele voltar à paz espiritual, ele será defrontado frente à frente com a sua própria consciência e ele mesmo será o seu próprio juiz. Então, não nos cabe o papel de julgar as pessoas se nós não estamos neste papel de juízes. Analisar a situação, porque às vezes a gente na mesma posição, na mesma situação, a gente faria o mesmo ou até pior. Por isso, a indulgência é um dos atributos que nós precisamos sempre estar junto conosco. Aliás, a indulgência, eh, na questão 886 de O Livro dos Espíritos, Kardec pergunta a aos espíritos o seguinte: qual é o conceito de caridade que Jesus entendia? Os espíritos responderam, eh, tem poucas palavras, benevolência para com todos, indulgência para com as faltas alheias e perdão das ofensas, benevolência, indulgência e perdão. É a trindade da caridade. É o trio da caridade da qual Jesus entendia. Benevolência, todos sabemos, benevolência é fazer o bem, é a vontade
as e perdão das ofensas, benevolência, indulgência e perdão. É a trindade da caridade. É o trio da caridade da qual Jesus entendia. Benevolência, todos sabemos, benevolência é fazer o bem, é a vontade de fazer o bem. Eu sou benevolente, eu gosto de fazer o bem. Se eu sou benevolente, eu gosto de fazer o bem. A indulgência, então, é não julgar as pessoas, aceitar a pessoa do jeito que ela é. Se ela é uma pessoa amiga, a amizade não vai sumir só porque ela cometeu uma falta ali, determinada falta que ela cometeu. Se eu gosto da pessoa, se eu tenho amor por a pessoa, eu gosto da pessoa, eu posso não gostar do que ela fez ou do que ela faz, mas se eu gosto da pessoa, se é sentimento de amizade ou de amor, isso deve prevalecer. Então, a indulgência é muito isso, aceitá-la do jeito que ela é. Aliás, esse é uma é um problema todo nosso, né? A gente quer que as pessoas sejam como nós, as pessoas sejam do jeitinho que eu sou. Então, se se for se não for do jeito que eu sou, não serve, né? Aliás, eh Decartes, eh eh no seu livro o o método, ele descreve um fato interessante julgando o que que é uma pessoa de bom senso. E ele responde: "Pessoa de bom senso é aquela pessoa que faz o o que eu gosto. É só uma pessoa de bom senso. Se fizer algo que eu não gosto, então não tem bom sens." ela não é uma pessoa de bons senso. Então, a a a isso a eh bom senso a gente pode colocar como indulgência, né? Então, nós precisamos buscar cumprimento desses três atributos de caridade que Jesus nos falou: A benevolência, a inulgência e o perdão. A indulgência significa isso que a gente já comentou. E o perdão é a maior, ou seja, o maior dos sentimentos após o amor. O perdão é a coisa mais difícil de ser realizada é o perdão. Realmente não é fácil perdoar. Eh, existe, de acordo com Emânel, dois tipos de perdão, ou seja, para exercício do perdão, dois tipos, o chamado perdão labial e o perdão de coração. Podemos fazer e lábio o perdão ou Icardio perdão. Isso. Perdão labial. Eu te perdoo, mas tomara que alguém te
seja, para exercício do perdão, dois tipos, o chamado perdão labial e o perdão de coração. Podemos fazer e lábio o perdão ou Icardio perdão. Isso. Perdão labial. Eu te perdoo, mas tomara que alguém te quebra a cara lá na frente, né? Eu te perdoo, mas segue o seu caminho longe de mim. Esse é o perdão labial. Ou seja, você apenas fala que perdoa, mas aqui dentro não perdoou não. Você fala que perdoa, mas frequentemente está revivendo aquele ato que que foi feito contra você, revivendo aquilo, revivendo aquilo. Eh, isso é o perdão labial. Nós apenas perdamos externamente. Esse não é válido. Não é um perdão válido. O perdão de coração, perdão verdadeiro, que é o mais difícil de ser feito, porque o perdão da B é fácil, né? É fácil. É também chamado perdão social, né? Eu perdão só todo mundo ver que eu perdoei a pessoa, mas lá por dentro tá fervendo. O perdão de coração é aquele realizado realmente em total isenção eh de sentimentos negativos. É realmente amor verdadeiro. Ou seja, você pode ficar lembrando da falta que o outro cometeu, pode relembrar, mas não sofra. Não não sofra aquilo que é consequência da falta. Não tem um sentimento negativo. Pode lembrar. Lembramos da falta. E ao comentar ou ao lembrar da falta, simplesmente irradiamos um pensamento positivo até uma oração, se for possível, para aquele faltoso. Esse é o perdão de coração. Hã, a gente lembra da falta, mas não sente nenhuma dor, nenhum consagimento, nenhum sofrimento por causa da falta cometida. Enquanto no perdão labial, todas as vezes que eu lembro da falta, eu tenho um sofrimento, sofro, porque aquilo foi me machucou muito, né? Então, é algo que precisamos eh buscar, o perdão verdadeiro, perdão de amor eh eh completo, é o perdão de coração. Então, esse realmente é eh eh eh a eh faz parte da do trio da caridade que Jesus falou. E lá, nesse mesmo capítulo, capítulo 10, eh, tem uma questão é que o espírito chamado eh eh Simeão descreve quantas vezes eu devo perdoar ao meu irmão? Sete vezes só? E ele fala lá, não sete vezes, mas 70
, nesse mesmo capítulo, capítulo 10, eh, tem uma questão é que o espírito chamado eh eh Simeão descreve quantas vezes eu devo perdoar ao meu irmão? Sete vezes só? E ele fala lá, não sete vezes, mas 70 vezes s vezes é um um número enorme para significar infinitas vezes. E Emânel, aparece que é no livro O Consolador, ele fala perdoar sete vezes, 70 vezes, sete vezes cada falta. A cada falta, não é o coletivo de de falta, não, né? Cada falta, cada falta que as pessoas faz hoje pisa no meu pé, vou perdoar 70 vezes, sete vezes. A a a no outro dia alguém pisa no outro pé, vou perdoar mais 70 vezes, sete vezes, enfim, número infinito de vezes, cada falta comete contra nós, né? Eh, o melhor da falta, ou seja, o melhor dos perdões é aquele que fala o seguinte: "Eu não preciso perdoar ninguém." Como o Gand falou certa vez, um jornalista perguntou para ele se ele tinha raiva dos ingleses que dominou a sua terra, né? Quando foi feita a a libertação da Índia. O jornalista perguntou ao Gandhi se ele tinha raiva dos dos ingleses e se ele perdoava aos ingleses. E G falou: "Não, não perdoa." Todo mundo ficou de olho arregalado, porque o Gandy era a pessoa eh amorosa por excelência. Ele libertou a Índia sem dar um tiro, né? Sem guerra. Então, todo mundo ficou de olho aberto, de boca aberta. Ah, por que que aí ele explicou? Eh, eu não perdoo não, porque eu não me senti ofendido. A falta que o outro fez, eu não senti me ofendido com aquela falta. Não, então não preciso perdoar. Então, um dia vamos chegar nessa situação, né? As pessoas pisa no nosso caminho e a gente fala: "Eu não me senti ofendido". As pessoas fazem a falta violenta contra nós. Eu não me senti ofendido. Eu não preciso de perdoar. Então esse seria realmente o melhor dos dos do perdão. Eh, lá Simeão ainda fala: "Feliz pois daquele que pode todas as noites adormecer dizendo: "Não tenho nada tenho contra o meu próximo". É isso que acabamos de fazer. Todas as faltas, eu não me senti ofendido, então eu não tenho nada que perdoar ninguém,
de todas as noites adormecer dizendo: "Não tenho nada tenho contra o meu próximo". É isso que acabamos de fazer. Todas as faltas, eu não me senti ofendido, então eu não tenho nada que perdoar ninguém, né? Perdoar amigos e perdoar inimigos. Qual é o mais meritório? Sabemos muito bem. Perdoar amigos é dar-lhes uma prova de amizade. Amigo faz uma falta, a gente perdoa. Mas o inimigo vamos perdoar? É essa questão que Jesus nos convida, perdoar os inimigos. Quando eu faço perdão a um inimigo, estou perdoando a mim mesmo. Estou perdoando a mim mesmo. Hã, fazendo o perdão chegar à pessoa, mas eh reflete muito mais em mim, porque tira de mim toda raiva, todo ódio, toda querência, todo mal. Então, estou perdoando a mim mesmo quando eu perdoo o inimigo. Então, é algo que a gente realmente precisa de pensar nisso. Eh, perdoar a falta dos outros, indulgência, caridade, eh, eh, benevolência, indulgência e perdão. Eh, então, vejamos dois tipos de perdão que já falamos. Reconciliar com seus adversários. É, o perdão está lá no no evangelho, né, no evangelho de Mateus. Está aí, ó. Reconciliai-vos o mais depressa possível com o vosso adversário, enquanto estais com ele a caminho, para que ele não vos entregue ao juiz, o juiz não vos entregue ao ministro da justiça e não sejais metido em prisão. Digo-vos em verdade que daí não saireis enquanto não houverdes pago o último seitilo. Quer dizer isso? Quer dizer o seguinte, se eu não faço o exercício do perdão verdadeiro, aquele problema vai ficar gravado em mim. Vai ficar gravado, sim. Vai para outra encarnação. Na outra encarnação, as situações eh serão colocadas de tal maneira que nós vamos ter a a a as mesmas circunstâncias. Se eu não perdoar, vai para outração ainda. Se eu não perdoar na outra, vai paraa outra e assim sucessivamente vou vai ficar preso daquilo a vida inteira ou várias encarnações, até que um dia resolveremos abolir aquele sentimento de dentro de nós. Aí eu paguei o último sentido. Aí eu saí da prisão. prisão espiritual, quer dizer, a prisão das
da inteira ou várias encarnações, até que um dia resolveremos abolir aquele sentimento de dentro de nós. Aí eu paguei o último sentido. Aí eu saí da prisão. prisão espiritual, quer dizer, a prisão das energias aglutinantes das faltas que os outros cometem. Eu não faço o perdão verdadeiro. Então, a escolha nossa frente a uma situação, primeiro não julgar, mesmo que aquela falta seja cometida contra nós. Não vou fazer julgamentos. apreciação, a análise nós podemos fazer para que nós possamos modificar em nós as coisas que aconteceram, porque eu não tenho jeito de controlar as pessoas, mas controlar a mim eu tenho condições. Então, eu tenho que manter-me firme à análise e o exercício na minha condição, na minha condução e na nos meus atos. Eu, isso eu posso controlar, mas dos outros não. A, o ato que os outros fazem é responsabilidade dele, dessa pessoa. A mim cabe análise dos meus atos. Se esses meus atos machucou uma pessoa, eu faço o pedido do perdão. Faço o pedido do perdão. Se o outro me perdoar, maravilha. Se o outro não me me perdoar, mas eu fiz o meu trabalho de tirar de dentro de mim a mágoa, a dor e o sofrimento. Então, ato que cabe a nós a realização. Por isso, a gente precisa sempre, ao rezar o Pai Nosso, lembrar disso. O Pai Nosso nos faz lembrar disso. Aliás, a prece do Pai Nosso foi a única que Jesus ensinou a gente, né? Ali está contido, dentro desta prece todo o ensino de Jesus. Tá ali. É só analisar palavra por palavra. E lá está em uma determinada parte do Pai Nosso, né? Perdoa as nossas as nossas dívidas, as nossas ofensas, assim como nós perdoamos aos nossos defessores ou devedores. Tá lá, perdoa as minhas dívidas, assim como eu perdoo os meus devedores ou ofensores. É, se eu estou orando, a oração tem que ser feita com sentimento. Se eu faço a oração do Pai Nosso, eu tenho que cumprir aquela prece, senão ela será uma prece van se eu não sinto nada do que eu estou falando. Aliás, sobre essa prece do Pai Nosso, eh, uma pessoa religiosa, ela foi ofendida por uma
, eu tenho que cumprir aquela prece, senão ela será uma prece van se eu não sinto nada do que eu estou falando. Aliás, sobre essa prece do Pai Nosso, eh, uma pessoa religiosa, ela foi ofendida por uma pessoa e ela disse que não perdoa aquela pessoa de jeito nenhum. A falta foi muito grave, então eu não perdoo. E um interlocutor fala: "Mas é preciso perdoar? Jesus nos pede para perdão." Mas não, mas essa eu não perdoo mesmo. De jeito não. Não perdoo. E o interlocutor falou: "A senhora reza?" Eu rezo. A senhora reza o Pai Nosso? Sim, reza o Pai Nosso. Mas lá não tá falando perdoar a pedir perdão e e lembro que eu perdoo os meus adversários, meusor? Não, quando chegou nessa parte eu pulo. Quando chega nessa parte eu pulo, né? Então é preciso que a gente realmente tenha o coração aberto para que nós possamos viver com as pessoas. É preciso que tenha o coração aberto com as pessoas, uma vez que todos nós não podemos viver sozinhos. Somos seres sociais, somos seres que dependemos uns dos outros. Ah, mas não vou depender materialmente, mas espiritualmente, energeticamente, eu dependo dos outros. Eu dependo das pessoas e as pessoas dependem da minha energia também. Por isso Jesus falou, primeiro mandamento, amar a Deus. Segundo mandamento, amar ao próximo como a si mesmo, nem mais e nem menos. Amar o próximo como a si mesmo. Assim teremos condições de sermos nós espíritas, aqueles que podem dizer: "Eu sou um discípulo". de Cristo que Jesus nos amar. Nós agradecemos muitíssimo as palavras do professor Tomé nessa noite, a qual ele nos lembra que nós, enquanto espíritos de provas e expiação, temos não só neste momento em que estagiamos na terra, mas outros tantos que nós tivemos passagem por aqui, os nossos erros e os nossos pecados. Portanto, ficamos a imaginar se talvez essas palavras do Cristo atire a primeira pedra aquele que não tiver pecados e coa para nós mesmo nos dias de hoje, não só paraa nossa reflexão, mas para que nós não precisemos passar pelo constrangimento de ver o Cristo com
atire a primeira pedra aquele que não tiver pecados e coa para nós mesmo nos dias de hoje, não só paraa nossa reflexão, mas para que nós não precisemos passar pelo constrangimento de ver o Cristo com dedo desenhar na areia os nossos nossos próprios pecados. Vamos aprender a perdoar, meus irmãos. Aproveitando a presença de todos vocês e vocês que nos assistem eh pelos meios virtuais, agora no sábado, nós estaremos aqui com as festividades juninas do Lar de Jesus, um momento eh eh além de festivo, de confraternização, o qual nós eh eh convidamos a todos vocês que possamos comparecer eh não só para que que a gente possa aproveitar, não é, das gostosuras, das festividades juninas que aqui acontecem, mas também para que a gente possa auxiliar a casa que nos acolhe, tá? A festa iniciará às 18:30 e também haverá a compra do ingresso aqui na porta mesmo, caso vocês não possam adquirir eh por antecedência. Eh, contamos com a presença de todos, até porque vamos ter, além das das guloseimas, eh, das quadrilhas, nós vamos ter também, eh, vários tipos de brincadeiras que que é legal, é bacana para nós que somos todos irmãos aqui no lar de Jesus, para que a gente possa ter um pouco desse clima de descontração juntos. Para poder então encerrar essa primeira parte de nossos trabalhos, eu vou solicitar a nossa irmã Benedita que possa fazer a prece de encerramento. Bem amado mestre Jesus conosco nesse instante, trazendo a sua luz, a sua paz, o seu amor para todos nós aqui presente, para todos aqueles que precisarem, encarnados ou desencarnados, que todos nós possamos em tudo dar graças, porque o Senhor é o nosso pastor e nunca nos faltará. Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como nos céus. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje, Senhor. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoarmos aos nossos ofensores. Não nos deixeis cair em tentação e livra-nos da prática de todo mal. Porque é vosso o reino, o
o de cada dia dai-nos hoje, Senhor. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoarmos aos nossos ofensores. Não nos deixeis cair em tentação e livra-nos da prática de todo mal. Porque é vosso o reino, o poder e a glória para todo sempre. Que Jesus nos abençoe a todos e que assim seja. Solicitamos então nossos irmãos médiuns que estejam em condição de aplicar o passe, que possa ocupar aí a sala à minha direita. Muito obrigado. Boa noite a todos.
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