Amar aos inimigos: o desafio máximo do amor - com Joaquim Tomé
Palestra: Amar aos inimigos: o desafio máximo do amor - com Joaquim Tomé
Boa noite a todos. Que a paz de Cristo esteja em nossos corações. Sejam muito bem-vindos a essa casa de oração e consolo, né, que é o nosso lar de Jesus. Eh, estamos muito felizes pelo dia pelo dia de hoje, né, de termos a oportunidade de estarmos aqui mais uma vez reunidos para ouvir uma palestra que eu tenho certeza que vai ser muito edificante. Primeiramente eu gostaria de agradecer aos nossos parceiros de transião, a a IGES, a TV Goiás Espírita, Rádio Nova Luz, Rádio Deus Conosco e Mensageiros da Luz. Eh, e também agradecer a a participação dos internautas, né, que através do YouTube vai ter a oportunidade de assistir essa palestra. E a gente já convida eles, a vocês, no caso, a compartilhar o link com seus grupos, com o máximo de pessoas para eles poderem ter a oportunidade de conhecer um pouco mais da doutrina espírita. Eh, hoje nós estamos aqui com a presença, né, do nosso querido Dr. Joaquim Tomé, um trabalhador assído aqui da casa, sempre disposto a nos trazer informações, o seu conhecimento e a sua sabedoria de longa data na doutrina espírita, né, que o pai do sogro do nosso querido Francisco. E hoje ele vai falar sobre amar aos inimigos. o desafio máximo do amor, né? Então hoje a gente vai ter uma palestra, a gente sim, que vai ser de grande diferencial para nós. Então para darmos início aos trabalhos, vamos fazer a oração. Vamos elevar os nossos pensamentos até o meigo rabi, nosso mestre amado, que desceu nessa terra imbuído de nos trazer a boa nova. de nos trazer a mensagem de amor que o nosso Pai Celestial legou ao seu filho querido, ao seu filho bem amado, com a missão de nos trazer a paz de espírito através dos seus ensinamentos, através do seu exemplo da suprema humildade que esse mestre querido veio nos brindar. agradecidos pela oportunidade de estar aqui mais uma vez nessa casa de oração em consulo, onde nós encarnados e também os nossos irmãos desencarnados que vieram a ouvir a palestra de hoje, né, que um bom mestre inspire nosso querido Dr. Joaquim para que através dele a sua
ração em consulo, onde nós encarnados e também os nossos irmãos desencarnados que vieram a ouvir a palestra de hoje, né, que um bom mestre inspire nosso querido Dr. Joaquim para que através dele a sua mensagem chegue até nós. esses espíritos muito devedores e precisamos muito aproveitar essa oportunidade que o mestre Jesus nos deu vir mais uma vez aqui nessa terra para podermos aprender, pagar um pouco de nossas multidões de dívidas que nós todos nós temos e agradecer a ele por essa grande oportunidade. Obrigado, mestre Divino. e damos início aos trabalhos da noite de hoje. Então, gostaria de convidar nosso querido Dr. Joaquim para proferir a palestra. Que a paz de Jesus esteja com todos nós para que possamos entender a sua mensagem de amor e paz. Esse tema que nos foi proposto, eh, amar os inimigos é um dos elementos mais complicados da da doutrina de Jesus. Complicado no sentido de realização nossa, né? amar os inimigos, o desafio máximo do amor. Vamos ver isso aí. Pode mais um. Eh, em primeiro lugar, o que são ou quem são os nossos inimigos? Lá no o Evangelho Segundo o Espiritismo, no capítulo 12, tem esta esse tema. E o capítulo anterior, capítulo 11, é amar o próximo. E logo em seguida coloca o capítulo 12, que é amar os inimigos. Quer dizer, no capítulo onde ele tava preparando a gente para entrar no mais um dos mais polêmicos ensinos de Jesus, que aliás foi um um um realmente uma dificuldade na época que ele estava aqui entre nós e aceitação tanto dos discípulos quanto do das outras pessoas que eu eh ouvia. Não era fácil aceitar essa esta ensino, uma vez que na no Moisés eh amar o inimigo, isso aí é era impossível. Inimigo era morte ordenado, né? Deitalião. Mas vejamos quem são os nossos inimigos. Bom, é alguém que não concorda com os nossos pontos de vista. Se você não concorda com o ponto de vista, a gente discute, discute e cada um fica com a cara fechada um pro outro. É um inimigo. Ou então é alguém que nos fez mal de alguma maneira, de alguma forma nos fez
ê não concorda com o ponto de vista, a gente discute, discute e cada um fica com a cara fechada um pro outro. É um inimigo. Ou então é alguém que nos fez mal de alguma maneira, de alguma forma nos fez mal. Esse é um ponto interessante. Fez mal, um mal pequeno ou um mal grande são realmente que nós assim a a a consideramos como mal. Por exemplo, você está numa rua, vai estacionar o seu carro, faz aquelas manobras que você aprendeu na escola de de trânsito, né? Para para lá. Antes de você entrar, uma pessoa chega correndo lá e entra na na sua vaga ou aquele inimigo, né? Fica com raiva. Raiva, ódio é inimizade. Ou então alguém que assassina um ente querido seu. Olha aí, entre as duas fases, ou seja, aquele primeiro exemplo, esse último exemplo, há uma grande diferença de movimentação interior do sentimento, não é isso? Às vezes aquele que tomou a nossa vaga leve, às vezes a gente passa de a gente desculpar e perdoar, mas é aquele que assassinou um parente seu dificuldade, não para fazer o exercício do perdão recomendado por Jesus. Não é fácil. Então, por isso que esse o o o título, subtítulo aí é a realmente é o exercício máximo do amor. Pode ser o próximo. A a coisa assim, a a o máximo a máximo poder do amor está realmente em amar o inimigo. A evangelos. Alguém que não concorda aquele primeiro exemplo com a as nossos pontos de vista? Ponto de vista é a opinião pessoal, não é verdade. Verdades é ponto de vista, é a opinião pessoal de cada um e cada um tem o direito de ter o seu ponto de vista. Não podemos eh pensar e e e exigir que todo mundo tem que aceitar o meu ponto de vista. Tá certo. Você não é correto. Isso não existe. Até Jesus teve essa dificuldade, né? Ah, que os judeus aceitassem os ensinos deles. Então, é fato, que não tem jeito. Então, eh, é algo que se o outro nos odeia por isso, o problema é dele. Ele não concorda comigo, então fica com raiva de mim. O problema é dele, não é meu. Você você tem seu ponto de vista, respeita o ponto de vista do outro, mas
tro nos odeia por isso, o problema é dele. Ele não concorda comigo, então fica com raiva de mim. O problema é dele, não é meu. Você você tem seu ponto de vista, respeita o ponto de vista do outro, mas se ele continuar com raiva, ele que vai realmente se se virar com essa raiva dele. É dele e não sua raiva, seu óleo. Você tem que eh administrar eh você, não é o outro. Por isso que a gente tem que realmente pensar nisso. O o o problema que o outro envolve qualquer movimento de sentimento, tudo é problema do outro, da outra pessoa. Você tem que administrar o seu sentimento. Esse que é importante. O do outro é dele. O seu é seu. É esse é o seu e é você que vai responder por ele. Você não vai responder pelo sentimento do outro, mas você vai responder na justiça divina pelo seu sentimento, por aquilo que você faz com seu sentimento, não é isso? Tá? Então, o outro o outro tipo de de inimigo, alguém que nos fez mal de alguma forma, então esse é um caso mais complexo, porque avança no vamos dizer na gradação da inimizade. Pode ser entre aquele que tomou sua vaga e aquele que assassinou um parente. Aí uma diferença muito grande. Porém, a movimentação do sentimento pode ser o mesmo. Você pode ficar com tanta raiva daquele que tomou a sua vaga no trânsito como tanta raiva daquele que assassinou seu parente. Ou seja, o problema é a geração da energia que movimenta os as suas próprias forças, não é isso? Se aceitarmos a reciprocidade de sentimentos, quer dizer, se alguém nos faz mal, a gente fica com raiva. O outro também, por certo, está com raiva de nós. E a gente começa a a alimentar a reciprocidade, quer dizer, o sentimento de raiva meu e o dele vai começar a se movimentar, realmente eh isto vai causar nós um sério problema, porque vai fazer ligação energética que pode durar uma encarnação toda e ultrapassar a encarnação. Lá na outra encarnação, você terá vivenciar algo semelhante ou com a pessoa ou com alguém semelhante a isso, para que você possa arrancar aquela nódoa energética que ficou em você.
assar a encarnação. Lá na outra encarnação, você terá vivenciar algo semelhante ou com a pessoa ou com alguém semelhante a isso, para que você possa arrancar aquela nódoa energética que ficou em você. Eh, a o sentimento negativo de raiva, de ódio, de vingança, é realmente uma das forças que mais marcam o nosso perespírito, marcam com profundidade que pode durar várias encarnações. Aqueles que trabalham na nas reuniões mediúnicas deve se lembrar bem disso, né? o quanto vários alguns espíritos que ali aparecem com vários séculos e às vezes até várias encarnações com um sentimento de ódio e de rancor nas obsessões, não é isso? Então, se nós cultivarmos, na verdade, todo sentimento que a gente eh eh envia para uma pessoa é um sentimento de ligação. Todo sentimento nosso em direção a alguém é um sentimento que vai nos unir, vai vincular-nos uns aos outros. Se o sentimento é bom, maravilha. Mas se o sentimento for ruim, no caso aí do ódio, do rancor, isso aí pode causar sérios problemas, tanto problemas físicos quanto problemas espirituais. As energias negativas veiculadas por nós, ela causa uma disfunção nas células do corpo físico que vai predisp fazer a predisposição de doenças ou então até destruição, né? A a vibração energética da raiva e do ódio pode ser tão intensa que pode matar a célula. Por isso que a gente precisa realmente cuidar da qualidade do nosso sentimento para que as nosso corpo, o sentimento harmonize tudo. Sentimento harmoniza tudo, harmoniza o corpo. Sentimento bom harmoniza. Simento ruim, ele vai desharmonizar em qualquer circunstância, ele vai causar sérios problemas. Então, precisamos eh não vamos nos preocupar com o sentimento do outro e sim conosco. Já falamos isso. Eh, precisamos cortar a ligação negativa, movimentando um sentimento bom. Para cortar um sentimento negativo é só colocar no lugar um bom sentimento, né? Isso é a maneira que a gente utiliza para fazer a nossa reforma íntima, né? No lugar dos maus sentimentos e dos defeitos, nós vamos colocar um bom
negativo é só colocar no lugar um bom sentimento, né? Isso é a maneira que a gente utiliza para fazer a nossa reforma íntima, né? No lugar dos maus sentimentos e dos defeitos, nós vamos colocar um bom sentimento da virtude, né? no lugar da raiva, do ódio, vamos colocar eh o amor ou perdão. Eis aí a questão, porque a grande maioria de nós eh temos essa dificuldade de substituir o o ódio, a raiva por amor, por o perdão ou por um bom sentimento. Temos essa dificuldade, mas isso é exercício que a gente tem que fazer e aprende fazendo isso aí. realmente com a prática do dia a dia. De uma hora para outra a gente não consegue fazer isso de jeito nenhum. Mas se nós persistirmos em fazer essa mudança interna de trocar os maus sentimentos pelos bons, é um exercício que às vezes a gente faz, na verdade, a gente faz a a encarnação inteira. É o nosso trabalho, né, de encarnado. Nós reencarnamos para fazer isso. Reencarnamos para trocar os maus pendores, os maus sentimentos, a a os vícios pelos bons pendores, os bons sentimentos. Isso que é a reforma íntima. E é isso, a finalidade da reencarnação. Nós aqui chegamos para fazer essa mudança, né, todos nós. Então, o Humberto Rod um um um um frase muito interessante que a gente precisa sempre guardar para com a gente mesmo. Olha, olhaá, olha o que ele falou lá, ó. Ó, o mal que os outros fazem não me faz mal. Os outros fazem o mal para mim ou para qualquer outro se fazer mal para mim. Ele não vai me fazer mal. Só vai me fazer mal se eu aceitar o mal que ele me faz. Aí sim aí vai me fazer mal. Se eu aceitar o mal ou o pensamento, o sentimento negativo que a pessoa está dirigindo a mim. Se eu aceitar isto, o que que é aceitar isso? É vibrar na mesma frequência. Se a pessoa tem ódio por mim, eu então eu vou ter ódio por ela. Se uma pessoa tem raiva de mim, eu vou ficar com raiva dela. Se a pessoa tem mágoa de mim, vou ficar ficou vou ficar magoado com ela. Então isso é reciprocidade. Isto vincula as pessoas num ciclo vicioso que vai pode durar
a de mim, eu vou ficar com raiva dela. Se a pessoa tem mágoa de mim, vou ficar ficou vou ficar magoado com ela. Então isso é reciprocidade. Isto vincula as pessoas num ciclo vicioso que vai pode durar séculos a, né? É, o mal que os outros me fazem não me faz mal, mas o mal que eu faça os outros, eh, isso me faz mal porque me torna mal. Olha, o mal que eu faço aos outros, isso vai me machucar. Isso me machuca, me faz mal e muito mal, porque me torna uma pessoa má. Me torna uma pessoa má. Então, veja, é um uma frase que a gente precisa de guardar. eh eh em nossa memória ou então colocar bem forte assim, ó, no nosso ambiente de trabalho para que a gente lembra disso, tá? Então, e aí a gente não vai fazer mal pros outros de jeito nenhum, né? Quer dizer, aí não vai criar inimigo, aí eu não preciso perdoar, né? Não tem inimigo, não precisa perdoar, né? Então, lá no capítulo 12, como nós já falamos, tem esta afirmação, ou seja, esse ensino do evangelho, né? Eh, que Jesus eh afirmou, tá lá em Mateus, no capítulo 5, de 43 a 47, né? Aprendeste que foi dito, amareis o vosso próximo e odiareis os vossos inimigos. Isso é lei moisaica. Isso é lei moisaica, lei de Moisés. Ah, lei de Moisés ainda, como falou ele, aprendi o que foi dito, né? É isso aí. Eu, porém, vos digo, amai vossos inimigos, fazei o bem aos que vos odeiam e orai pelos que vos perseguem e caluniam. Tudo isso aí realmente é uma atividade complicada, difícil de realizar, mas não é impossível. Hã, amai os vossos inimigos, fazei o bem aos que vos odeiam. Se a pessoa me odeia, eu vou fazer o bem para ela. Ó, exercício que a gente tem que fazer constantemente. Orai pelos que vos perseguem, isso é até mais fácil, né? Porque a gente vai fazer oração, a gente aproveita, faz a oração por pelos nossos inimigos também, né? Eh, eh, olhei e Carolinho. E aí continua a a o o o versículo que nós não vamos precisar de de fazer tudo, mas eu quero fixar aquele lá a mais vossos inimigos. Eh, vejamos isso. Esse capítulo tem eh realmente algo que
Carolinho. E aí continua a a o o o versículo que nós não vamos precisar de de fazer tudo, mas eu quero fixar aquele lá a mais vossos inimigos. Eh, vejamos isso. Esse capítulo tem eh realmente algo que a gente precisa de de pensar. Por que Jesus falou isso? O que queria ele dizer? Ou amai os vossos inimigos. Será que amar o inimigos é a mesma coisa de amar um amigo, uma pessoa amigo que eu quero bem, aquela amizade forte? Amo essa pessoa. Será que é a mesma coisa de amar o inimigo? É a mesma coisa que é isso aí. Olha aí. Amar os inimigos é o desafio máximo do amor. O título da palestra. representando um mandamento extremamente superior do evangelho. O amor é o mais importante sentimento que nós podemos movimentar, que Jesus nos pediu para fazer. Amai-vos uns aos outros, assim como eu os que convida a superar as reações instinttivas de ódio, vingança, rancor e violência. Aquele que sente amor, ele não há de ter a oportunidade de espaço para movimentar a raiva, o ódio ou rancor. Aquele que sente amor, amor verdadeiro, não como esses aí que a televisão veio por aí, ó. Matou por amor. Mata a mulher porque a mulher não queria que eu que ela amasse outro. Olha aí, matou para outra. Isso é impossível de existir, né? Não existe. Se tem amor, não tem espaço para ódio, para rancor. Não tem. Isso mais que um sentimento. É uma escolha consciente de buscar o bem. Olha, isso aí é um é um fator que a gente precisa de lembrar bem, né? Eu tenho o o o meu livre arbítrio. O eu posso escolher sentir raiva ou sentir amor. É decisão minha, decisão nossa. É isso que nós chamamos de vontade. Vontade tem que ser forte. É escolha nossa. aqueles que falam que e aim a raiva não consegue superar a raiva ou ódio, não existe. Isso isso é é abdicado livre arbítrio, do mais um dos mais sagrados atributos do ser humano. Livre arbítrio, liberdade, escolha. Nós podemos escolher o que queremos sentir. Sentir raiva ou sentir amor. A escolha é nossa. Por exemplo, você está num lugar aí, alguém pisa do seu calinho de estimação, aquele local
berdade, escolha. Nós podemos escolher o que queremos sentir. Sentir raiva ou sentir amor. A escolha é nossa. Por exemplo, você está num lugar aí, alguém pisa do seu calinho de estimação, aquele local no pé que dói pr para dedel dói demais. Pisa ali. Aí você vra a mãe para brigar com a pessoa, né? Aí atrás de você tem uma pessoa gigantesca, aquele grandão lá com o cara de eh mal criado. Ah, você fica caladinho, né? Até ped, mas se tiver lá um um uma um uma pessoa pequenininha lá da você às vezes é impulso de brigar com a pessoa que pisou no seu pé. Quer dizer, escolha sua. Você escolheu. Então, nós somos donos de nossa bondade. Nós somos donos de nossos sentimentos. Nós somos donos de nossos pensamentos. Eu posso controlá-los. Eu posso controlá-los. Hã, por quê? Porque eu tenho um livre arbítrio que nos foi dado por Deus. a liberdade de escolha, né? Eh, não exige afeto íntimo com inimigo. Ou seja, amar o inimigo não significa que você tenha aquele afeto íntimo como aquele afeto que você tem por um amigo seu, não é isso? Eh, não significa ter afinidade com ele, mas sim o respeito fraterno. Considerado o nível mais alto da caridade, é crucial para a evolução moral e a saúde espiritual. Trata-se de uma postura de amor ativo que deseja o bem e a evolução do próximo. Quer dizer, amar o inimigo não quer dizer que eu vou amá-lo do jeito que eu amo o amigo. Eu o que eu não posso é ter ódio dele. É querer mal, querer vingança, querer que ele se estrubue, querer que ele morra, querer que os outros prediquem. E isso é é o errado. Isso que Jesus quis dizer, né? é perdoares sem pensamento oculto. Eu te perdoo, mas tomara que alguém te quebra a cara lá na frente, né? A gente à vez fala isso, né? Eu te perdoo, mas tomara que alguém quebra sua casa, né? Sem pensamento oculto e sem condições. O o mal que nos está é não opor nenhum obstáculo a reconciliação com ele. É desejar o bem e não o mal. É experimentar júbilo ao invés de pesar. é socorrê-lo quando se apresentar a razão. É abster-se quer por palavras, quer por
opor nenhum obstáculo a reconciliação com ele. É desejar o bem e não o mal. É experimentar júbilo ao invés de pesar. é socorrê-lo quando se apresentar a razão. É abster-se quer por palavras, quer por atos de tudo que possa prejudicá-lo. É, enfim, retribuir sempre do mal com o bem sem a intenção de malhar. Quer dizer, isso significa amar o inimigo, não desejar que ele seja eh eh destruído, não desejar que ele eh seja prejudicado, não desejar que ele realmente sofra, hã, mais do que já tá sofrendo às vezes. Isso é o amar o inimigo. Amai os vossos inimigos. Amai o próximo como a si mesmo. Amai os vossos inimigos. Uma sequência que Jesus disse é como se fosse uma gradação, sentimento de amor. Amar a quem nos ama é fácil demais, né? Muito fácil de amar quem nos ama. O o difícil é amar quem não nos ama, amar o inimigo. Por isso que é a expressão máxima, máxima do amor. Bom, se a gente não ama, ou seja, eu não quero amar o meu inimigo eu quero que ele seque. O que que vai acontecer? As consequências disso tem consequência? Tem sim. Olha aí. É uma primeira definição de amor lá em cima, ó. eh eh defendido amor, não é não é o amor sentimental, esse amor banal que a gente fala, Jesus pediu amar o próximo, não é esse amor que a gente tem pelas pessoas comuns, ou seja, amor eh eh eh amor por um um amigo, por um pai, por um filho, por uma esposa. Não é só esse amor, não. É muito mais do que isso. É o chamado amor incondicional. Amor sem impor condição nenhuma, tá? esse amor que traz a aquilo que chamamos de felicidade. Eh, a minha felicidade é ver a a o outro feliz. Isso é o amor de verdade, tá? Amor de verdade. Eh, dois, a compreensão e não servilismo. Ou seja, amar o inimigo é entender que ele está desequilibrado ou doente da alma. Isso é é eh eh expressão de Emanuel, né? Expressão de Emanuel. Entendeu? O aquele que está com ódium é porque ele tá doente. E isso é uma um doença da alma. Tá desequilíbrio. Eh, tem eh amar o inimigo é é realmente algo que a gente precisa de entender nisso. Sem concordar
O aquele que está com ódium é porque ele tá doente. E isso é uma um doença da alma. Tá desequilíbrio. Eh, tem eh amar o inimigo é é realmente algo que a gente precisa de entender nisso. Sem concordar com as suas atitudes e sem odiar. Reconciliação. O espiritismo incentiva o esforço para se reconciliar e não criar obstáculo à paz. Ensino de Jesus. reconcilia-te com teu adversário. Todas vezes que você vai fazer uma oração, a gente tem que lembrar dessa desse pedido de Jesus, né? antes de depositar o seu óbvulo eh eh lá no no no templo. E você tem uma querela ou alguém querela de amizade, deixa sua oferenda aos pés do altar, vai até essa pessoa, reconcilia-te com ela e depois vem fazer a sua fé. Olha, olha, coisa fantástica. Se todo mundo fizesse isso, né? Se todo mundo fizesse isso, não tinha guerra, não tinha. Aliás, nós já estaríamos na condição de terra regenerada. Se a gente fizesse esse conselho que Jesus nos trouxe, terra regenerada, terra feliz, tá? Eh, não estaríamos passando por a transição. Benefício próprio. Cultivar amor em vez de ódio protege a saúde física e mental, né? sendo um antídoto contra os venenos do rancor. Lei de causa efeito, conhecemos bem. Amar os inimigos é uma forma de eh quitar. Eu eu eu colocou eu coloquei pagar, mas eu não gosto muito dessa palavra pagar não. Eh, eu eu gosto mais de harmonizar, harmonizar as nossas dívidas passadas, tá? Porque a gente pode pagar uma dívida e fica ficar com raiva de quem nos comprou a dívida, né? Podemos fazer isso. Pagar a dívida, ainda ficar com raiva de quem nos cobrou, né? Harmonizar a dívida significa limpar aquela mágua, aquela dívida de nossa vida, eliminá-la, limpá-la. E aí nós temos a condição mais ideal do que simplesmente pagar dívida, né? eh sem criar novos débitos, ou seja, todos nós eh não significa amar os os inimigos, não significa aprovar as ações do inimigo ou sentir afeição, mas sim não guardar ordem rancor e desejar engano. Ação prática: amar inimigos envolve ações concretas de fazer o bem.
amar os os inimigos, não significa aprovar as ações do inimigo ou sentir afeição, mas sim não guardar ordem rancor e desejar engano. Ação prática: amar inimigos envolve ações concretas de fazer o bem. Ações concretas. O que que é ações concretas? É realização verdadeira. Falar que perdoa é fácil de falar que perdoa. Falar que ama o seu inimigo é fácil de falar que ama o inimigo. Mas concretizar isso é diferente de só falar. concretizar é realização, é ação daquilo que a gente está falando, né? O exemplo supremo de amor foi Jesus, né? Sabemos disso. Eh, propósito espírito espiritual é um ato que nos remete a Deus, que faz nascer os o o sol nascer sobre os bons e os maus, rompendo o ciclo da violência. Quando você ama, você vai cortar essa esse ciclo de raiva, ódio, rancor, eh, recíproco, às vezes que vai de encarnações e encarnações. Cortar isso, tá? Benefícios pessoais, amar e perdoar liberta dos ressentimentos e previne perturbações físicas e mentais. Próximo é combate. Acho que é acho que é acolhimento fraterno, oração e luz diferenciação. Deve distinguir amar ao próximo de amar o erro do próximo. É um problema que a gente tem que eh observar, né? Eu gosto de você, mas eu não gosto do que você faz. É natural amar o próximo significa isso. Amar as pessoas, esse é amor, amor das pessoas, né? A a amar as pessoas eh incondicionalmente, mas eu não posso não gostar do que a pessoa faz, mas a pessoa em si a gente ama, né? amar o próximo e o inimigo a gente tem que perdoar para que caia nesse mesmo sentimento. Outro próximo, eh, Emmanuel tem um um um um texto que é excelente. Aqui só tá um pedaço do texto, ó, uma parte. Ele está lá no livro Passos da Vida, o capítulo 13, amigos e inimigos. Olha aí, o que que é um amigo? O amigo é uma bção. Agora, o inimigo, entretanto, é também um auxílio se nos dispomos a aproveitá-lo. Porque o inimigo vê o nosso defeito e a gente sabe que precisa de perdoar e de mudar naquele fase. O companheiro e o amigo enxerga os nossos acertos estimulando-nos da construção do
os a aproveitá-lo. Porque o inimigo vê o nosso defeito e a gente sabe que precisa de perdoar e de mudar naquele fase. O companheiro e o amigo enxerga os nossos acertos estimulando-nos da construção do melhor, de que sejamos capazes. adversário identifica os nossos erros, impelindo-nos a a suprimir a parte menos desejável de nossa vida. É, esse é o problema que todos nós precisamos de fazer, é um exercício de reconhecimento interno, auto eh entendimento ou autoaperfeiçoamento, reconhecer os nossos defeitos. Na questão 919, Santo Augustinho fala isso, né? 19A. Santo Agostinho fala isso pra gente buscar a nossa eh eh nosso aprimoramento eh o autoevolução, o autoaprendizado, o autoentendimento, buscar os nossos defeitos, como é que, quais são os meus defeitos? Eu, claro que eu às vezes a gente vai fazer a análise dos nossos defeitos, a gente tem a tendência de ser realmente bonzinhos com a gente mesmo, né? Eh, e os amigos também fazem a mesma coisa. O amigo raramente ele vai chegar para você, você é é um melidroso, você é isso, você é isso. Normalmente os amigos passa a mão na cabeça, né? O amigo só vai realçar em você as suas virtudes. O inimigo não. Aquele que é inimigo seu vai mostrar os seus defeitos. Aí você precisa agradecer a ele, mano. Nesse nesse texto ele fala que o o o nosso inimigo é um professor nosso, um professor porque ele vai mostrar o que nós estamos errado pra gente corrigir. Claro, se a gente quiser, né? Porque a vontade nossa tem que ser realmente o amigo é o amigo se se rejubilha conosco diante dos pequeninos da da tarefa executada. O inimigo nos aponta a extensão da obra que nos compete realizar, tá? O, ou seja, o quanto falta pra gente realizar a nossa obra de aperfeiçoamento. O companheiro nos dá força e o adversário nos mede a resistência, né? A resistência de a aturar a a a aquelas críticas, né? Enfim, acho que acabou, né? Enfim, eh, amar o inimigo significa não odiá-lo, não fazer mal a ele. Nas suas preces, ore para que haja entendimento entre você e o seu inimigo.
a a aquelas críticas, né? Enfim, acho que acabou, né? Enfim, eh, amar o inimigo significa não odiá-lo, não fazer mal a ele. Nas suas preces, ore para que haja entendimento entre você e o seu inimigo. Mas sempre que houver a oportunidade de fazer o bem, faça. Aliás, fazer o bem é nossa tarefa, né? Existe, existe três coisas importantes que precisamos de fazer. Eh, autoaprimoramento, autoconhecimento, eh, buscar os nossos análises e conhecimento é o é o segundo ensinamento do espírito de verdade, né? Instruir-vos. E o terceiro é fazer o bem. Olha aí, autonhecimento, análise nossa conhecimento, instruí-vos. e fazer o bem. Olha, só três coisas, só três coisas que a gente precisa fazer. Nisso envolve nossa encarnação inteira. Desde que você nasceu até a hora que você desencarna, você está dentro desse tripé para realizar na sua vida o programa de trabalho que você traçou lá com o seu mentor no plano espiritual. Antes de reencarnar, você falou para ele: "Olha, eu vou encarnar e vou fazer tudo isso aqui, ó. Vou cumprir esse e esse programa que estabelecemos aqui junto. Quando chega aqui, você esquece disso, né, que é o esquecimento biológico e aí aflora as suas tendências de outras encarnações, né? a gente perde muitas oportunidades justamente nisso, né? Porque o nosso programa de trabalho está na nossa consciência, a gente não sabe qual é, mas ele vai se desenrolando à medida que a gente vai vivendo. E um deles, com certeza, é amar aqueles que nos odeiam, porque a gente não foi santo, né? A gente foi uns capetinhos mesmos no passado. Aí se tivesse tivéssemos sido santos, não estaríamos encarnado aqui. Estaríamos em um poleta feliz. Então nós fizemos muita coisa errada. Então temos inimigos encarnados e desencarnados. Então é o trabalho nosso de amar essas criaturas. São filhos de Deus, tais quais nós mesmos. Filhos de Deus. E Deus ama a todos eles. Então, vamos fazer o esforço de modificar em nós as nossas tendências negativas para amar o aqueles que nos amam e aqueles que não nos amam.
quais nós mesmos. Filhos de Deus. E Deus ama a todos eles. Então, vamos fazer o esforço de modificar em nós as nossas tendências negativas para amar o aqueles que nos amam e aqueles que não nos amam. Que Jesus nos ampare. Nós agradecemos ao nosso querido Dr. Joaquim, mais uma vez trazendo essas luzes do evangelho. Mais uma vez, essa doutrina espírita vem aclarar pra gente realmente o que significam essas palavras de Jesus. A época do Cristo ou até há pouco tempo, né, Dr. Quase que tem um inimigo era uma necessidade, né? Eu perguntar pros nossos avós: "Quem é seu inimigo?" Ah, é aquele, não é? Então, graças a Deus, graças a esse evangelho, essa realidade vem mudando. E por que que vem mudando? Porque Deus tem um uma lei maravilhosa. Aqueles inimigos nossos de ontem vem como nossos filhos hoje e a gente aprende a amá-los. Olha que coisa fantástica. Como a lei divina é fantástica como filho, como neto. Então a lei divina ele ela corrige, né? Ela transforma todos os olhos em amor. E aí, gente, por que que a gente não consegue ser feliz? Exatamente por isso, pela nossa dificuldade de perdoar aquele que nos ofendem. E aí eu queria convidar para vocês, pra gente fazer o estudo sistematizado, quem não fez. Ah, Humberto, mas eu tenho 60 anos de espiritismo. Ótimo. Se não fez, vamos voltar. Por quê? Como o Dr. Joaquim Tomé acabou de falar, para a nossa regeneração é preciso que entrar dentro de nós. É preciso o autoconhecimento, a autoanálise e a autotransformação. Que o espírita se conhece, né, pela quantidade de vezes que vem no centro, não, mas pelo esforço que ele faz para dominar suas más inclinações e a sua transformação moral. Isso não se faz vindo em palestra. Esse curso, gente, o estudo sistematizado da doutrina espírit foi idealizado pelo próprio Kardec. É um curso transformador, tá? Por a gente precisa se transformar. Não adianta nada a gente tá no mundo perfeito se eu não tiver bem comigo mesmo, tá? E a doutrina espírita vai nos fazer entender isso. Por exemplo, as
formador, tá? Por a gente precisa se transformar. Não adianta nada a gente tá no mundo perfeito se eu não tiver bem comigo mesmo, tá? E a doutrina espírita vai nos fazer entender isso. Por exemplo, as pessoas acham uma loucura aquela frase do quisto, dizendo aos seus, aqueles soldados ali que o machucavam, né? Senhor, perdoa-os porque não sabem o que fazem. Todo mundo olha aquilo como se fosse a maior injustiça do mundo. Mas Jesus, no seu amor sublime e pelo seu conhecimento das vidas sucessivas, ele sabia que aquelas pessoas já estavam se comprometendo com a lei, estavam cavando a sua própria sepultura espiritual. Então esse conhecimento, gente, que a doutrina espírita nos traz, ele é libertador. E o ESD é essa transformação, onde a gente, uma horinha e meia por semana a gente se dedica a nós mesmos. E eu gosto de dizer sempre, é o único curso que tem duração pra vida eterna, né, porque é um conhecimento que você vai levar eternamente, então é gratuito, né? Então basta essa disposição, essa vontade da gente de querer se transformar. Então quem não fez o ainda, façam. Tem vários colegas nossos aqui que frequentavam aqui anos e anos, mas nunca fizeram e viram que tava perdendo. Então, vamos aproveitar mais essa oportunidade. Nós teremos uma monitora excepcional que é a nossa irmã Uglia, que vai recebê-los a todos com muito amor, com muito carinho para esse curso maravilhoso que é tão libertador para todos nós, tá bem? Então, começa já agora esse domingo, 16:30 horas. Você pode fazer inscrição pelo nosso site, tá? Ou pode vir pessoalmente que a gente faz inscrição na hora, tá bem? Então, chamem os amigos no site do Lar de Jesus tem esse esse folder aí onde você pode fazer inscrição também. Então não percamos essa oportunidade que é sobre a nossa vida que nós estamos falando. Não vamos perder tempo, né? Então vamos à nossa prece final. Vamos agradecer então esse banquete de amor com o qual nosso Senhor nos brindou através das palavras do nosso querido amigo Tomé. Ó mestre, Senhor nosso, ajuda-nos,
é? Então vamos à nossa prece final. Vamos agradecer então esse banquete de amor com o qual nosso Senhor nos brindou através das palavras do nosso querido amigo Tomé. Ó mestre, Senhor nosso, ajuda-nos, Senhor, a introspectar esses teus ensinamentos, esse Teu amor sublime que o Senhor demonstrou quando esteve entre nós, amando sem exceção a todos que estavam ao seu lado, entendendo e perdoando aqueles que nos ofendem, pois não sabem o que fazem, Senhor. São espíritos ainda atrasados, ainda em dificuldades. Que possamos olhar, Senhor, nossos irmãos com olhar de amor, como tu mesmo os olha, Senhor. Que possamos entender que o perdão é uma prisão para as nossas vidas, que só o perdão liberta, só o perdão transforma. que possamos nunca mais, Senhor, termos inimigos, mas ver em cada irmão nosso um amigo, um companheiro e ainda que ele nos faça mal, como a palestra nos ensinou, um ajudante, um auxiliar a nos transformar em nosso trabalho, Senhor, de evolução. Muito obrigado, Senhor, pelo amparo, pelo carinho mais essa noite. Agradecemos a toda a espiritualidade amiga que com tanto amor preparou este ambiente que nos acolhe e que vai nos acompanhar nesses momentos finais através do passe. Que a tua paz, o teu amor nos faça retornar às nossas casas repletos da tua paz, da tua harmonia. Que assim seja. convido aos nossos irmãos passistas, então, para a cabine de passe.
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