OS TALENTOS - Miriam dos Anjos [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 26/04/2026 (há 2 semanas) 139 visualizações

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Transcrição

Olá, seja bem-vindo, seja bem-vinda ao grupo de harmonização Chico Xavier da comunhão espírita de Brasília. Hoje a nossa reflexão é do livro Recados de Anacleto, psicografia de Hilda Alonso e o título trata-se de os talentos. Então, antes que a gente dê início às reflexões trazidas pelo espírito Anacleto, possamos nós entrar no nosso estado de prece tentando nos concentrar na nossa alma, nas suas necessidades, naquele recanto no qual nós elevamos os nossos pensamentos e os nossos sentimentos de gratidão pelo momento que nós estamos vivendo, da oportunidade de estarmos aqui nesse momento iniciando essas reflexões que tanto enriquece os nossos espíritos. Que a bondade do Pai, que os nossos amigos espirituais possam estar com todos nós. Assim seja. Eh, a reflexão de hoje dos recados do livro Recados de Anacleton, ele se refere a o capítulo 25, o versículo 29, trazido por Mateus, no qual nos diz: "Dar-se a todos aqueles que já têm e eles serão cumulados de bens. Mas aquele que não tirarse-lhe mesmo o que pareça ter. Essa, esse versículo trazido à nossa reflexão por Anacleto, pelo espírito Anacleto, ela se refere ao desfecho da parábola de talentos trazidos por Jesus, no qual vou falar bem rapidamente, né? Porque senão a gente não chega nas reflexões nas quais Anacleto nos convida a fazer. Essa parábola dos talentos é aquela no qual Jesus nos diz que o reino de Deus é semelhante a um Senhor que precisou partir e ao partir distribuiu seus bens, né? Ou seja, ele distribuiu aquilo que ele possuía e distribuiu entre os três servos que ele tinha e confiou a esses servos esses bens. entregou, deixou aos cuidados deles esses bens e a cada um distribuiu conforme a capacidade de cada um. Ou seja, ele distribuiu de forma justa, conforme a aptidão que eles tinham de habilidades, de competências e assim o fez. De tal forma que a distribuição desses bens era diferenciada para um cinco, para outro dois e para o terceiro apenas um dos bens. Esse senhor retorna e recebe a notícia em contato com seus servos de que dois

forma que a distribuição desses bens era diferenciada para um cinco, para outro dois e para o terceiro apenas um dos bens. Esse senhor retorna e recebe a notícia em contato com seus servos de que dois haviam multiplicado seus bens e apenas um teria deixado o bem na quantia de que tinha eh deixado a seus cuidados, ou seja, não prosperou esses bens. E isso é isso de que se trata essa parábola. E essa parábola tem uns trechos nos quais é necessário que a gente recorde para que a gente se mergulhe nas reflexões de Anacleton. Essa parábola vai dizendo que esse senhor que na verdade o reino de Deus é esse Deus que está em nós, ele distribuiu bens, ou seja, distribuiu talentos a todos nós. E esses talentos estão na forma inata. Nascemos com eles, no entanto, em estado de latência, em estado de dormência, precisando desenvolver. Então, está lá igual na semente. Aquela semente vai dar aquela árvore frondosa, uma mangueira. A semente da mangueira tem todo o potencial de ser essa árvore produtiva. No entanto, essa semente está em estado de dormência. Então, quando esse pensamos nessa possibilidade de que esse Deus interno nosso cresce na medida em qual no qual nós saibamos cuidar dessa semente, cuidar desses nossos talentos, quebrando essa dormência para que ele germine, para que nossos talentos germinem. Isso tem a ver com o processo que a doutrina espírita vem nos convidando a fazer, que é despertar a nossa consciência. para quem realmente nós somos, que nós somos seres imortais, que nós somos espíritos em jornada, que nesse nosso nível evolutivo de provas e expiações, temos muitas imperfeições ainda nas quais devemos, através do esforço do trabalho, da boa vontade, da persistência, vencer, superar essas imperfeições e desenvolver o que a parábola nos trouxe, desenvolver esses talentos que estão inatos em nós, só esperando os estímulos necessários para que a gente possa entrar no movimento de germinar esses nossos talentos. Então, assim como na semente, que é necessário a quebra desse

e estão inatos em nós, só esperando os estímulos necessários para que a gente possa entrar no movimento de germinar esses nossos talentos. Então, assim como na semente, que é necessário a quebra desse estado de dormência ou a quebra da dormência para que ela germine. E essa quebra da dormência se dá em duas condições, né, em condições favoráveis, tanto externas quanto condições internas. Ou seja, para a sermentente germinar, para aquela mangueira chegar naquela potência toda de produzir as mangas, aquela semente teve que encontrar condições eh internas para o seu desenvolvimento, que são estruturas eh e mecanismos fisiológicos próprios dessa semente, como também condições externas, um meio ambiente que lhe favorecesse com nutrientes, com umidade, com disponibilidade de água. Mas tudo bem. E o que tem a ver isso com nós que somos humanos? A mesma coisa para quebrar esse estado de dormência, precisamos também de condições externas e de condições internas. Que condições externas são essas? O meio que nos rodeia. O meio que nos rodeia, vamos dizer aqui assim, que sejam todas aquelas questões relacionadas à materialidade, ele serve como estímulo a diferentes condições de despertamento dessa nossa semente. É o estímulo que nos chega da vida material, nos chamando para as necessidades de sobrevivência do nosso corpo físico, das nossas condições. eh o estímulo relacionado à nossa vida afetiva, como desenvolver a tolerância, como desenvolver o amor, como sermos mais justos, mais amorosos. São mudanças, né, também que chegam a nós de realização dos nossos desejos, de realização de expectativas nossas, de identificarmos que estímulos nos vem nos trazendo, que possa exacerbar essa nossa parte física e as condições internas, que são as condições da nossa alma, do nosso espírito. As nossas necessidades reais, elas estão relacionadas com o intangível, que são os nossos aprendizados que a gente retém nessa nossa encarnação presente, que retivemos nas anteriores e que são aprendizados relacionados com

reais, elas estão relacionadas com o intangível, que são os nossos aprendizados que a gente retém nessa nossa encarnação presente, que retivemos nas anteriores e que são aprendizados relacionados com a maneira com a qual nós enfrentamos os desapio ou as dores. São os nossos reais aprendizados. Porque nesse percurso de vencermos, superando nossas imperfeições, desenvolvendo nossas aptidões, nossas habilidades, nossas competências, nós vamos entendendo que esses estímulos externos quando nos chegam, eles atritam o que nós ainda é muito instintivo, que é a nossa parte egocêntrica de querer só as nossas necessidades, os nossos interesses preponderem. e a nossa parte espiritual transcedente, permanente, que nos convida à superação do egoísmo, do orgulho e da vaidade. Então tudo que tá nessa condição externa vai mexendo com que nós, nesse atrito do que ainda temos de instintivo egocêntrico, nossa parte, com a nossa parte real, espiritual, para que a gente faça por meio do discernimento entre o bem e o mal, nós possamos desenvolver quem realmente somos, que são que somos seres humanos, né? Que somos seres imperfeitos, porém imortais. a nossa parte eh eh espiritual prepondere quando os estímulos nos chegam, quando nossas partes instintivas e as nossas partes espirituais entram em atrito para que a gente possa produzir uma resposta a esse estímulo, possamos estar muito atentos nesse percurso para que como nós estamos lidando com as eh com esses com esses estímulos e que resposta nós estamos dando a eles, Se, ou seja, eh, diante da parábola, quando nos chega o estímulo para que a gente desenvolva nossos talentos, ou seja, sermos melhores, sermos menos egoístas, menos vaidosos, menos orgulhosos, nós vamos desenvolvendo essas aptidões para o bem, então, multiplicando no sentido de fazer despertar esses talentos que estão em latência, mas que são inatos a nós, como aqueles servos que multiplicaram, aqueles bens do Senhor que lhe foi confiado. Ou podemos ainda estarmos e numa consciência ainda

r esses talentos que estão em latência, mas que são inatos a nós, como aqueles servos que multiplicaram, aqueles bens do Senhor que lhe foi confiado. Ou podemos ainda estarmos e numa consciência ainda de não despertar de quem realmente somos, de identificação que somos esse corpo físico, essa condição material na qual nós nos encontramos atualmente, que o medo de mudarmos, o medo de entendermos que precisamos mudar, porque nós não somos esse corpo que nós Estamos identificados. Então, nós podemos fazer como aquele servo justificado pelo medo, nós inibirmos que essas nossas potências, que essas nossos talentos possam se desenvolver, possam se multiplicar. Então, eh, Anacleto inicia a sua reflexão nos fazendo uma pergunta muito importante. Que uso tendes feito dos talentos que Deus vos confiou? Se entendemos que esses talentos são inatos, que precisam de nossos esforços para que eles possam germinar, para que eles possam desenvolver, que direcionamento nós estamos dando para o uso desses nossos talentos? Aonde nós estamos nesse despertar desse ser humano virtuoso que todos nós estamos destinados a ser. Estamos num processo de entendimento e, portanto, de esforços para conciliar essas condições externas com as nossas condições internas para quebrar para a quebra da dormência. Já começamos a entender e cada vez que nos chega esses estímulos na na forma de desafios, na forma de dor, já estamos prontos para olhá-los e entendê-los que são aprendizados que nos diz respeitam à nossa necessidade nesse caminho de sermos melhores. ou ainda não despertamos para isso, ou por medo da mudança que se faz necessária nesses momentos, nós deixamos essas virtudes eh ainda no seu estado de latência, dizendo para nós mesmos de uma forma ilusória que em outra encarnação, amanhã, talvez um dia, eu possa desenvolver em mim esse ser humano. virtuoso que está em potência, mas nesse momento eh faço a escolha de permanecer como estou. Todos nós temos o livre arbítrio e nos lembra então Anacleto,

eu possa desenvolver em mim esse ser humano. virtuoso que está em potência, mas nesse momento eh faço a escolha de permanecer como estou. Todos nós temos o livre arbítrio e nos lembra então Anacleto, o vosso corpo físico é instrumento das maiores realizações. Podeis usá-lo de mil maneiras a serviço do vosso semelhante. É joia inestimável que deveis preservar de todo e qualquer mal que lhe possa prejudicar a atividade profígua. O nosso corpo físico, ele é uma joia inestimável, como diz atleta, tanto nos aspectos pessoal quanto no aspecto coletivo. É esse corpo físico que nos permite, ao espírito que somos, se manifestar nesse mundo da matéria. é esse corpo físico que nos permite aprender nos a conforme os estímulos externos da materialidade nos chegam, para que a gente possa eh nos lapidar, lapidar esse homem velho de velhos hábitos, de velhos equívocos, transformar toda esse peso eh que nos distancia de sermos mais virtuosos através desses esses aprendizados. Então, em termos eh pessoais, esse corpo físico nos é um dever manter a sua integridade, porque há aprendizados que só ocorrem na nossa condição encarnada, senão não precisávamos encarnar se o nosso aprendizado pudesse ocorrer exclusivamente no plano espiritual, no aspecto coletivo, é esse corpo físico que acolhe, que abriga o nosso espírito que permite sobre o vel de esquecimento que nós possamos interagir, que nós possamos aprender, que nós possamos servir ao semelhante. Então, na no aspecto coletivo, esse corpo físico também nos habilita para que nós possamos ser cada vez mais expressões autênticas de um amor eh desprendido, de um amor eh semelhante ao amor que Cristo nos trouxe. aquele que que se propõe a amar por amar, sem recompensa, sem retribuição, sem que seja elogiado por isso. É esse talento em estado latente, é esse amor pleno em estado latente que trazemos, que devemos desenvolver. E o nosso corpo físico é um instrumento de aprendizado necessário, cuja integridade depende o nosso olhar e no qual nós temos o dever de manter. Que

tado latente que trazemos, que devemos desenvolver. E o nosso corpo físico é um instrumento de aprendizado necessário, cuja integridade depende o nosso olhar e no qual nós temos o dever de manter. Que dizer do vosso espírito nos diz Anacleto? Essa chama vibrante de entusiasmo na busca da sua própria evolução, sequioso de múltiplas utilidade. Se o corpo físico é tão importante, no qual nós temos deveres a cumprir para com ele, que é uma estrutura temporária impermanente no qual fazemos uso para o nosso aprendizado nessa jornada evolutiva, que dirá, e é isso que nos chama Anacleta para reflexão, que dirá nossas responsabilidades, nossos deveres para com o nosso espírito que é permanente, que é imortal. E esse espírito que vai acumulando em todas as experiências encarnatórias que temos, vai acumulando nossas experiências que vão eh por encarnação, encarnação se somando, se agrupando, formando o ser que hoje nós somos nessa encarnação. Nós somos o resultado de todas essas nossas experiências. Então, nessa jornada evolutiva, na qual nós vamos aprendendo a superar nossos instintos que foram que nos nos foi o nosso aprendizado enquanto estávamos no nível anterior, vivenciando no nível eh vibracional, né, dos animais, nós vamos superando esses nossos instintos que na quando chegamos ao nível de seres humanos, nós eh inflamos O orgulho, a vaidade, o egoísmo, a fonte de todos os males, como nos diz os espíritos. Essa jornada que nos leva a esse rumo de uma conquista de nós mesmos, do ser que seremos. E o ser que seremos significa numa jornada de superação de imperfeições, cujas nossas virtudes desenvolvidas estão consonantes com as leis divinas. Porque cada vez que a gente desvia dessas leis, nos nós acabamos nos habilitando para que possamos retornar ao caminho dessas leis. E o retorno dessas leis, nós vamos sempre respondendo e corrigindo as consequências menos felizes que possamos estar eh construindo, que possamos estar eh submetendo a nós mesmos e os outros. Então, quanto mais conscientes nós

ós vamos sempre respondendo e corrigindo as consequências menos felizes que possamos estar eh construindo, que possamos estar eh submetendo a nós mesmos e os outros. Então, quanto mais conscientes nós formos dessa nossa jornada que nós estamos em caminho para sermos criaturas, seres humanos melhores, que não se trata de fazer parecer ser que estou melhor, que sou mais virtuoso ou virtuosa, mas é lembrar que essa jornada é um treino. Como nós habituamos que o treino repetitivo é que nos traz o resultado do qual nós precisamos, que o hábito é nada mais nada menos do que atitudes repetidas diversas vezes, até que elas vão se automatizando também assim, nesse nosso transcurso, que nós possamos nas múltiplas possibilidades de sermos justos, treinando virtudes, virtudes como a paciência, virtudes como a indulgência, virtudes como a benevolência é no trajeto, no treino ininterrupto e constante, portanto, dessas virtudes que nós vamos sedimentando e nos tornamos tornando-nos virtuosos nesse aspecto. Protegei-o. O espírito nos diz, eh, Anacleto num alerta importante. Protegei o espíritos dos vícios dos gestos impensados, das atitudes incorretas que o possam atingir, alterando-lhe a pureza, mas deixai que ele se renove ao contato do trabalho santificado. esse nosso nível evolutivo, eh, nós ainda percebemos, porque ainda tá muito presente nas nossas experiências, na conosco ou nas experiências que nós participamos com os outros, que vemos a dificuldade que é de vencer, vícios, gestos impensados, atitudes incorretas, ainda faz parte do nosso cotidiano essas questões. Portanto, a Creton chama, estejamos cientes que isso existe, existe em nós, existe num ambiente externo e são estímulos que possam nos levar a gestos impensados, a atitudes incorretas e até aos vícios. Então, é importante que nós possamos abrir mão de acharmos que nós estamos isentos ou que nós somos mais do que realmente nós ainda estamos nessa faixa de crescimento, cada um na sua, conforme seus próprios esforços e ritmo. Mas é

ssamos abrir mão de acharmos que nós estamos isentos ou que nós somos mais do que realmente nós ainda estamos nessa faixa de crescimento, cada um na sua, conforme seus próprios esforços e ritmo. Mas é importante que a gente identifique, que a gente repare esses gestos impensados que fazemos, as atitudes incorretas que trazem danos a nós e aos outros. e que possamos transmutar esses gestos e essas atitudes inadequadas numa mudança interna daquele que se incomodou, que percebeu que não foi legal, que fez, que magoou alguém, que magoou a si mesmo e que, portanto, com olhar mais amoroso de compaixão, possamos lembrar que todos nós temos uma segunda chance, nós e o outro no qual nós possamos ter tido gesto ou atitude, cabe a nós. esse movimento da reparação. E Anacleto nos disse que essa jornada ela não é isenta, portanto, nós devemos nos dispor ao que ele chamou de trabalho santificante. Inteligência, raciocínio, cultura e habilidades várias são inúmeros tesouros que Deus vos proporcionou e que servem de mil formas ao contexto da sociedade em que viveis e não podeis, portanto, relegar a inércia ao esquecimento. Deixai que essas dádivas do criador frutifiquem no benefício geral nossas competências, nossas habilidades, ou seja, nossas aptidões de quebrar a dormência. em que nossos talentos se encontram depende de nosso esforço e essa esse treino desses nossos talentos que vão sendo desenvolvido gradativamente se realiza no coletivo, porque é o coletivo que vai nos trazer os estímulos nos quais nós, mais conscientes, mais atentos às nossas atitudes, aos nossos gestos, às nossas palavras, possamos estar nos autoobservando O quanto que desses talentos, através dos estímulos externos que nós vamos recebendo, nós já somos capazes de priorizá-los ao invés de atitudes, de gestos, de pensamentos já eh ainda automatizados no perfil instintivo que ainda trazemos. Os bens materiais que detendes, diz-nos Anacleton, são recursos que vos cumprem movimentar no auxílio ao semelhante, fazendo sempre tudo que estiver ao vosso

s no perfil instintivo que ainda trazemos. Os bens materiais que detendes, diz-nos Anacleton, são recursos que vos cumprem movimentar no auxílio ao semelhante, fazendo sempre tudo que estiver ao vosso alcance, para que não sejam mal aproveitados ou desviados de suas finalidades. Quando se trata de bens materiais, lembremos sempre da recomendação dos espíritos. Nós somos usufrutuários desses bens materiais, porque esses bens se estão eh se estão ao nosso dispor, não é para o nosso dispor dos nossos, mas esse bem tem um propósito específico, um propósito maior, que é para servir ao bem comum. E, portanto, sendo necessário que nós possamos fazer o discernimento do que é necessário, do que é supérfo. O próprio tempo se escoa célere e imponderável, bem que desfrutais e que não pode fluir sem que dele façais aquele melhor uso. Onde é que nosso tempo tá sendo gasto? Porque se nós tivermos atento aonde nós estamos gastando a maior parte do nosso tempo, isso vai nos trazendo e aclarando, tirando o nosso velos valores, nas nossas questões materiais, nas nossas questões espirituais ou ainda, ou já estamos, melhor dizendo, tentando conciliar essas duas forças nas quais nós estamos submetidos quando estamos encarnados para que nossos, de tal forma que a gente observe que esses nossos nossos esforços, que o uso do nosso tempo estejem consoante com o propósito que nós desejamos. são propósitos de eh a nível material, de valores em que eu me percebo mais valorosa quando eh em relação ao poder desses bens eh impermanentes ou meus meu tempo é gasto no enriquecimento das minhas necessidades espirituais, adicionando conhecimento, aprimorando autoconhecimento e acima de tudo esse conhecimento e esse olhar para mim mesmo na prática de exercê-lo com outro, na prática no coletivo no qual faço parte. Como vedes, por menos que vos julgardes, tende de sérias contas a prestar dos muitos talentos que o Pai vos ha confiado. Multiplicar nossos talentos nunca esteve associado às condições materiais.

rte. Como vedes, por menos que vos julgardes, tende de sérias contas a prestar dos muitos talentos que o Pai vos ha confiado. Multiplicar nossos talentos nunca esteve associado às condições materiais. Nós justificamos muitas vezes não ter tempo, não ter disposição eh econômica, financeira. Nós fazemos uma lista enorme, colocando a nossa justificativa aonde não é justificável. É o trabalho edificante daqueles talentos que já temos. Todos nós temos um talento. Não somos desprovido de talento nenhum. Porque se chegarmos aqui num planeta que que começa seu movimento de mudança para um nível vibracional mais elevado de regeneração, então todos nós já detemos algum tipo de talento. Façamos multiplicar os que estão ainda em estado de latência. Vamos, vamos nos propor compromessarmos com nós mesmos desse trabalho edificante para sermos cada vez melhores. Sois depositários de graças múltiplas, nos diz Anacleton, que precisais valorizar com uso conveniente e produtivo. Todos nós temos talentos, graças múltiplas, a quais devemos então estar atentos como é que nós estamos utilizando ou não estamos utilizando essas graças múltiplas, esses talentos que nos chegam a benefício de nós mesmos e a benefício da coletividade. E por fim, Anacleto encerra: "Buscai na instrução doutrinária sempre a melhor forma de fazer render os vossos talentos, para que eles não vos sejam retirados pela incapacidade de geri-los segundo a vontade divina. Deus vos guarde." A instrução doutrinária, porque nos traz conhecimento. Aquilo que eu desconheço não tem importância. Eu não dou a menor atenção, até desconheço, não é verdade? Então, a instrução doutrinária através do da do conhecimento de quem somos, quais são os propósitos, porque nós vamos entendendo que nós estamos numa jornada encarnatória de um espírito que está se aperfeiçoando rumo à sua meta, ao seu destino final. Portanto, quando eles nos ele Anacleton nos diz que nós façamos tudo que está ao nosso alcance para que os nossos talentos rendam, para que a cada a cada

içoando rumo à sua meta, ao seu destino final. Portanto, quando eles nos ele Anacleton nos diz que nós façamos tudo que está ao nosso alcance para que os nossos talentos rendam, para que a cada a cada momento momento no sentido de que a cada momento encarnatório, porque isso é trabalho edificante, isso é persistência, move, mas para que cada momento encarnatório nós possamos amos multiplicar nossos talentos. Já trazemos alguns que nós já obtivemos quando testados. Vamos, vamos fortalecê-los quando não dispomos ainda, porque está em latência dos talentos para que respondamos da melhor forma, consonante as leis divinas, para que sejamos melhores, espíritos mais humanos, mais virtuosos, que nós possamos dar resultados a esses estímulos externos mais consoantes ao ser que nós desejamos ser. Então, que a espiritualidade amiga nos guarde, como nos diz, né, eh, Anacleto Deus, vos guarde, nos ajude, nos fortaleça e no e a nós nos permitindo estarmos cada vez mais conectados, mais acessíveis a esses auxílios espirituais, para que possamos sair dessa encarnação conscientes de que talentos nós conseguíamos gerir, aqueles que já tinham os e talentos novos, novas aptidões nós conseguimos desenvolver ou retornamos ao plano espiritual no processo de quebra da dormência de determinados talentos nossos. Que Deus vos guarde. Então vamos agora para o nosso passe virtual. Assim seja. finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os [música] fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais [música] e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia [música] íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, [música] pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma [música]

o sentir necessidade [música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, [música] pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma [música] confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus [música] de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso [música] mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários [música] ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos [música] de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a [música] caminhada. Que nossos amigos espirituais [música] possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor [música] do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais [música] possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto [música] a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, [música] amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu [música] reino, seja feita a tua vontade, assim na [música] terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos [música] devem.

ós o teu [música] reino, seja feita a tua vontade, assim na [música] terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos [música] devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues [música] à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao [música] nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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