OS NOSSOS CARICATURISTAS - Márcia Sirotheau [PALESTRA ESPÍRITA]
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Obrigado. [música] Comunhão espírita de Brasília. >> Senhor, [música] estou aqui. para agradecer de coração a paz [música] dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi [música] nessa casa que aprendi toda a beleza de viver. Doando [música] amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir. >> Boa tarde, amigos. Que a doce paz de Jesus esteja presente em nossos corações nessa tarde e noite de quarta-feira, né? Esse aqui é o nosso grupo, né? De quarta-feira das 18 horas. Já somos uma família. De vez em quando a gente vê alguém diferente, fala assim: "Esse não está não está não tá pertencendo à família agora, tá chegando, né? Que a gente já grava a fisionomia de todos. Mas sejam todos bem-vindos. Para começar esse nosso momento, nós vamos fazer uma leitura que tá no Fonte Viva, psicografia do Francisco Xavier pelo espírito Emanuel, né? E é a primeira lição. Eu fiz ela agora na irradiação, mas eu fiz eh explicando, mas achei tão bonito. Eu falei: "Não, a família lá deve ouvir também." Antes a lição, lá em Paulo, segundo Timóteo, capítulo 2, versículo 7, diz assim: "Considero o que te digo, porque o Senhor te dará entendimento em tudo." Olha que coisa linda. Aí o espírito Emanuel vem falando: "Ante a exposição da verdade, não te esquives a meditação sobre as luzes que recebes. Quem fita o céu de relance sem contemplá-lo, não enxerga as estrelas. E quem ouve uma sinfonia sem abrir-lhe a acústica da alma, não lhe percebe as notas divinas. Debalde escutarás a palavra inspirada de pregadores ardentes, se não decerrares o coração para que o teu sentimento mergulhe na claridade bendita daquela. Inúmeros seguidores do Evangelho se queixam da incapacidade de retenção dos ensinos da boa nova, afirmando-se ineptos à frente das novas revelações. Isso porque não dispensam maior trato a lição ouvida, demorando-se longo tempo na providência da distração e da leveade. Quando a câmara permanece sombria sobre nós, quem desata o ferrolho à janela para que o sol nos visite? Dediquemos
to a lição ouvida, demorando-se longo tempo na providência da distração e da leveade. Quando a câmara permanece sombria sobre nós, quem desata o ferrolho à janela para que o sol nos visite? Dediquemos algum esforço à graça da lição e a lição nos responderá com as suas graças. O apóstolo dos gentios é claro na observação. Considero o que te digo, porque então o Senhor te dará entendimento em tudo. Considerar significa examinar, refletir e apreciar. Estejamos pois convencidos de que prestando atenção aos apontamentos do código da vida eterna, o Senhor, em retribuição à nossa boa vontade, dar-nos a entendimento em todo. É linda, né? Linda, linda mensagem. Então, com essa mensagem nós fazemos nossa prece inicial. Primeiro agradecendo a esse pai de infinita bondade, agradecendo a esse que nos acolhe em todos os momentos, todos os momentos da nossa vida, nas dificuldades. Ele tá nos acolhendo. Nas nossas alegrias, ele tá ali jubilando conosco, porque aquele irmão venceu aquela etapa. Aquele irmão tá deu um passinho à frente do progresso. Então nós temos sempre que agradecer sempre pedir. Sim, nós somos pidões, né? Nós ainda estamos em aprendizado nesse planeta e às vezes nós precisamos de um reforço. Não é assim que o aluno quando não tá bem na escola, o pai contrata um professor para reforço. Então é esse reforço que nós pedimos, né? É esse momento que nós estamos. Jesus me ajuda. Jesus me olhe nesse caminho. Jesus me dê a mão porque tô com medo de escorregar. E a gente tem a certeza que ele vai estar lá porque nós pedimos o nosso coração. Então em agradecimento, nós começamos esse nosso momento com muita alegria, com muita paz, com muita felicidade e tendo a certeza que vamos sair daqui bem melhores do que aqui chegamos. Bom, hoje nós temos, continuamos no livro, né, em torno do mestre do Vinícius, né, é o da edição da FEB. E hoje a Márcia vai falar para nós, vocês podem achar o tema meio estranho, ela falou, eu também a princípio achei até quase que eu fui numa inteligência artificial para ver se
, é o da edição da FEB. E hoje a Márcia vai falar para nós, vocês podem achar o tema meio estranho, ela falou, eu também a princípio achei até quase que eu fui numa inteligência artificial para ver se eles me davam um título mais assim, mais sei lá, mais convidativo, né? Então o tema é os caricaturistas. Então nós vamos saber o que que ela vai falar para nós desses caraturistas. Márcia é com você, viu? >> Meus amigos, boa tarde a todos. Sejam bem-vindos. A Rute passou esse termo e eu queria falar o nome e o nome não saía caricaturistas. Eu treinei para falar para vocês hoje porque é uma meio que um trava-íngua, né, para mim. Mas a gente ouviu falar em caricatura, né, todos nós. Caricatura tem muito em feira, né, em em lugar turístico. Acho até que por aqui, pela nossa Torre de TV, deve ter aqueles caricaturistas, que são aqueles artistas que fazem aquele desenho das fisionomias, sempre exagerando nos traços, né? Então, a gente tem o nariz meio grande, eles botam o narigão, o olho puxado, eles puxam mais ainda. Eles exageram naquele traço que é, vamos dizer assim, defeituoso ou que chama mais atenção, que tá menos harmonizado para fazer a caricatura. E ainda assim a gente se reconhece naqueles desenhos. Eu confesso a vocês que eu nunca tive coragem de pedir para ninguém fazer a minha caricatura, mas Vinícius veio nos falar de outros caricaturistas. Ele vem nos falar dos caricaturistas espirituais, dos nossos caricaturistas, que são aqueles espíritos que do lado de lá nos observam, percebem as nossas sutilezas, percebem as nossas fraquezas, as nossas dificuldades e que utilizam dessas dificuldades para aí a gente vai colocar aqui entre parênteses nos prejudicar. E Vinícius vai explicar o porquê de colocarmos entre parênteses. Vai nos convidar primeiro a gente dar uma olhada na criação. Tudo que Deus fez, tudo tem uma utilidade. Tudo à nossa volta tem uma razão de ser. Então ele nos diz que Deus na sua infinita sabedoria, na sua infinita bondade, inteligência, amor por nós,
criação. Tudo que Deus fez, tudo tem uma utilidade. Tudo à nossa volta tem uma razão de ser. Então ele nos diz que Deus na sua infinita sabedoria, na sua infinita bondade, inteligência, amor por nós, criou tudo com tanta sabedoria que nós vamos evoluindo sempre. Tudo vem para o nosso proveito. Ele diz assim: "Não só os bons, mas também os maus concorrem para a mesma finalidade. Ou seja, parece que são dois times, né? contrários, os bons contra os maus. Mas somos todos criaturas de Deus. Nós não estamos em times contrários. Somos apenas seres em evolução, caminhando, cada um no seu momento, no seu ritmo. E todos nós contribuímos, mesmo que a gente não queira, para esse bem comum, o bem comum de todos nós, para a construção da nossa felicidade. E como que ocorre isso? A gente vai aqui se encontrando aqui, se engalfinhando a colar, criando uma encrenca com alguém, resolvendo essa encrenca com alguém. E a gente vai então nesse relacionar-se com o outro, vai também se conhecendo. Isso que nos diz Vinícius. Então ele nos pede para que a gente não fique assim como uma visão restrita de achar que só os espíritos bons, que a gente chama de protetores, né, os nossos guias, nossos anjos da guarda, a gente pode dar o nome que quiser, Espírito Santo, né, qualquer nome que a gente queira, mas não são só esses que nos ajudam. Tem também, e ele vai utilizar essa expressão, os indesejáveis. Esses indesejáveis são aqueles espíritos que estão ao nosso redor e que ficam nos tentando, nos levando às vezes nos incentivando a condutas que a gente gostaria de deixar de praticar. Há situações que não são as melhores para a nossa evolução, mas mesmo assim a gente ainda é cheio de imperfeição, né? E nós de vez em quando a gente cai numa dessas. Então, pode ser uma coisa boba, pode ser, por exemplo, a minha impaciência. Acordei num dia sem paciência por algum motivo, tá calor, eu tô com fome, qualquer coisa e eu tô com aquela impaciência, aquela característica tá dentro de mim e pode ser usada por esses espíritos para ser
ei num dia sem paciência por algum motivo, tá calor, eu tô com fome, qualquer coisa e eu tô com aquela impaciência, aquela característica tá dentro de mim e pode ser usada por esses espíritos para ser potencializada. Ou seja, a minha impaciência que de 0 a 10 tava três, daqui a pouco tá 10, por uma ação de indução por parte da espiritualidade, vamos dizer assim, espiritualidade complicada que quer nos levar ao caos, ao sofrimento, à tristeza, mas que encontre nós algo que faz com que essa ligação se estabeleça. Então, meus amigos, Vinícius vem nos falar nessa lição do que ele chama de psicologia da tentação. Nunca tinha ouvido essa expressão, psicologia. Já vi psicologia de tanta coisa, mas hoje a gente vai estudar a psicologia da tentação. O que que é isso? Toda a tentação que nós experimentamos, ela tem a ver com as nossas falhas. Então ele diz assim: "Se a gente pensar numa pessoa, não tem, né, essa pessoa na terra, mas vamos pensar só para entender o raciocínio, uma pessoa absolutamente perfeita, não tem uma falhazinha, nada, essa pessoa nunca vai cair em tentação." Então, quando a gente diz no Pai Nosso, livrai-nos das tentações, na verdade a gente está pedindo ao Pai uma ajuda, uma compreensão para que a gente possa elaborar as nossas próprias falhas, porque são as nossas próprias falhas que são utilizadas, são o recurso que nos faz cair em tentação. Então, é isso que o espírito Vinícius nos fala das nossas fraquezas. próprias que fazem parte do nosso desenvolvimento. Então, esses que ele chama de indesejáveis, eles descobrem essa brechazinha e aí então nos induzem com pensamentos, com a própria vibração para que a gente eh potencialize aquilo que a gente já tem. Eu vou dizer para vocês que quando eu vi essa expressão indesejáveis, eh, me deu uma coisa assim, uma compaixão no coração, sabe? Porque quem de nós quer ser indesejável? Todos nós temos falhas, mas poxa, indesejável, né? E eu lembrei que nós chegamos aqui na nossa casa querida, seja a comunhão, seja outra casa, em busca dos
be? Porque quem de nós quer ser indesejável? Todos nós temos falhas, mas poxa, indesejável, né? E eu lembrei que nós chegamos aqui na nossa casa querida, seja a comunhão, seja outra casa, em busca dos tratamentos espirituais. E quantas vezes a gente vê, ai meu Deus do céu, tem um obsessor, eu queria afastar esse obsessor, esquecendo que esses obsessores são, como nos diz Emanuel lá no livro, eu trouxe aqui também no livro Encontro Marcado, eles são os nossos companheiros de experiência. Não tem assim o malvadão, aquele ser do mal, horroroso, desprezível, não somos nós que erramos. Nós que nos machucamos, nós que às vezes utilizamos a raiva, o ódio, o desejo de vingança como uma espécie de coraça para que aquela dor não machuque tanto. Então me endureço e aí procuro me vingar, porque ali é como se eu tivesse superado aquela dor. Engano nosso, porque não existe possibilidade de superação de uma dor que não seja pelo amor. Então, nessa lição que eu trouxe aqui também pra gente refletir junto com a lição que nos traz Vinícius, essa lição de Emânuel no livro Encontro Marcado, ele nos convida a olhar aqueles espíritos obsessores como companheiros de experiência, já estiveram ligados a nós. Ah, mas não pode acontecer de um espírito se aproximar de mim que eu não tenho nenhuma relação no passado com ele? pode através das afinidades, dos gostos. Então eu tô com hábito, por exemplo, de falar mal da vida alheia até mandar parar. Gente, não pare de falar mal. Quem vai se aproximar de nós? O espírito fofoqueiro. Porque vocês acham que a gente parte pro lado de lá e aí as nossas falhas desaparecem? Não, a gente continua do jeitinho que a gente foi, igualzinho. Então, continuamos com aqueles mesmos gostos. Eu dei o exemplo da fofoca, mas pode ser qualquer coisa, pode ser qualquer tipo de dor que a gente traz na nossa alma e que nos causa ainda sofrimento. São os nossos vícios, os nossos defeitos que a gente veio aqui para trabalhar. Então, meus amigos, essa é a psicologia da tentação de que nos fala o o irmão,
ssa alma e que nos causa ainda sofrimento. São os nossos vícios, os nossos defeitos que a gente veio aqui para trabalhar. Então, meus amigos, essa é a psicologia da tentação de que nos fala o o irmão, né, Vinícius, que é o Pedro Camargo, né, tava conversando com a Rute que utilizou esse pseudônimo, era um grande orador espírita do século retrasado e passado, pioneiro do espiritismo, que utilizou o nome Vinícius, escreveu várias obras maravilhosas, né, dentre as quais esse livro que a gente estuda hoje, que é Emorno do Mestre, Então ele vem nos falar dessa psicologia da tentação e desses indesejáveis. Mas olha que coisa interessante, nós temos esse nosso ponto fraco, mas ele nos convida a pensar. Vamos ver a utilidade. Se Deus criou tudo para o bem, se nenhuma criatura é dispensável, se todos nós temos um papel na obra divina, não importa o nosso nível evolutivo, então essa aproximação, vamos dizer assim, ou essa influência deve ter algo de bom também, como foi lido pela Rute a mensagem de início, né? E tudo tem uma lição. Então, que a gente possa adquirir essa compreensão do que aquela união ou aquela relação tem para nos ensinar. No caso desses irmãos chamados indesejáveis, eles vêm nos mostrar as nossas dificuldades que muitas vezes a gente não consegue olhar por conta do nosso orgulho que tá ainda muito grande. Então alguém fala assim: "Olha, você tá com uma dificuldade, você não consegue ouvir o outro, você fala sem parar." E a gente fala: "Não, de forma alguma. O outro que não me deixa falar, a gente sempre dá um jeitinho de ficar bem na foto e é por conta do nosso orgulho. Mas na hora que essas nossas eh falhas são assim evidenciadas, é como se colocasse assim uma lente de aumento, uma lanterna. Ah, não tem jeito. Ou a gente olha, ou a gente olha, tá ali na nossa cara, a gente precisa ver. E não vamos cair na armadilha de colocar a culpa no espírito obsessor. Ah, eu fiz isso porque foi o obsessor, foi ele que me induziu. Opa, pera aí. Ele só consegue algum tipo de sucesso porque tem algo em
o vamos cair na armadilha de colocar a culpa no espírito obsessor. Ah, eu fiz isso porque foi o obsessor, foi ele que me induziu. Opa, pera aí. Ele só consegue algum tipo de sucesso porque tem algo em mim que faz com ele a sintonia que Manuel de Manuel Filomeno de Miranda vai chamar de plug mental. É o quê? Vai encaixar. A gente tá vibrando na mesma sintonia. a gente tem os mesmos interesses, então essa influência se faz mais perceptível para nós. Qual que é a nossa atitude diante dessa lanterna que é jogada em nós por esses companheiros de experiência, como fala o espírito emano, é que a gente possa com humildade dar uma olhada para dentro e enxergar, pera aí, que que eu tenho nesse momento para trabalhar? Claro que a gente não vai enxergar tudo, né? Gente, senão a gente vai ficar em depressão, é muita coisa, mas a gente vai enxergando que a gente já dá conta de ver. é uma coisinha ali, aí passa um tempo, a gente vê uma outra coisinha e a gente vai se propondo a fazer esse trabalho. Então, Vinícius nos fala que como eles atuam nos nossos defeitos e esses defeitos são imprescindíveis para o o êxito do assédio, né, o êxito da influência espiritual negativa, nós acabamos nos interando e nos convencendo do que realmente somos portadores dessa ou daquela imperfeição. a gente acaba se convencendo. E é dessa maneira que nós somos também ajudados. É dessa maneira que a gente consegue entender, por exemplo, o que a gente estuda lá no livro dos espíritos, na questão 558 e 559, em que Kardec pergunta sobre a missão dos espíritos, né, que cada um de nós veio fazer. E os guias da humanidade dizem para ele que todos nós temos uma missão, é a de nos melhorarmos pessoalmente. Engraçado que a gente acha que às vezes a nossa missão é melhorar o marido, né, o filho, a mulher, não. A nossa missão é a gente se melhorar pessoalmente e assim concorrer pra harmonia do universo. E aí os espíritos continuam nesse estudo, nessas questões 558 e 9, falando que todos nós temos deveres a cumprir, não
são é a gente se melhorar pessoalmente e assim concorrer pra harmonia do universo. E aí os espíritos continuam nesse estudo, nessas questões 558 e 9, falando que todos nós temos deveres a cumprir, não importa o nosso nível evolutivo. Então, mesmo sem querer, nós acabamos com as nossas imperfeições nos ajudando. É como aquelas pedras ponteagudas que colocadas uma do lado da outra vão gerar um atrito e esse atrito vai acabar causando um polimento dessa pedra. Assim a gente se atritando, nós vamos nos polindo, nós vamos vendo as nossas dificuldades e vamos tendo a oportunidade de fazer algo por nós, de trabalhar essas nossas dificuldades. Então, meus amigos, que fazer nessa situação? Vinícius nos lembra que a gente possa, a gente vai agora se apavorar, né? Ai meu Deus do céu, agora tô frita. É muita, eu tenho muito defeito, então vou estar cheio de obsessor. Tô frita. Que que a gente vai fazer? A gente vai aplicar na prática a o ensinamento de Jesus. Não é o orai, vigiai. A gente ora pedindo ajuda, pedindo o discernimento para que a gente possa compreender as nossas dificuldades, a força para que a gente possa superá-las, fazer diferente e vai pedindo também a compreensão e a coragem para que a gente possa se enxergar, porque essas influências espirituais que a gente chama de negativas, no fundo elas vão funcionar para nós como um espelho nos mostrando as nossas deficiências. E não é à toa, não sem razão, né? Santo Agostinho lá no livro dos espíritos falando para nós naquela questão que eu vou dizer para vocês que é minha preferida. Será que a gente pode ter questão preferida? Eu tenho a 919 a do livro dos espíritos, onde Kardec pergunta antes, ele pergunta assim: "Como é, qual o meio mais eficaz da gente se melhorar nessa terra e de resistir ao arrastamento do mal?" E a resposta é: "Conhece-te a ti mesmo, tá? Mas como é que eu vou me conhecer?" E os espíritos continuam, então, Santo Agostinho que responde, né? vem eh nos dizer que a gente tome algumas atitudes que a gente
sta é: "Conhece-te a ti mesmo, tá? Mas como é que eu vou me conhecer?" E os espíritos continuam, então, Santo Agostinho que responde, né? vem eh nos dizer que a gente tome algumas atitudes que a gente não vai poderçar aqui nessa nossa conversa, mas que a gente pare ali no final do dia, dá aquela olhada, que a gente pense: "Puxa, que que eu fiz de certo, de errado? Será que eu faria diferente?" é aquela famosa colocada de cabeça no travesseiro. E que a gente possa ter a serenidade, a coragem de falar pra gente mesmo: "Olha, fiz coisas ali que não foram boas para que a gente possa se enxergar". Então ele nos nos convida a fazer isso, né? que a gente peça eh força para se aperfeiçoar, que Deus vai nos assistir. E ele continua dizendo várias coisas que a gente não vai examinar aqui hoje nesse momento, apesar que eu recomendo a leitura dessa questão. Mas o que é interessantíssimo é que ele nos fala assim: "Bom, às vezes a gente não sabe se agiu certo ou errado. Como é que a gente vai saber se aquela nossa conduta, puxa, foi a mais acertada? Porque tem coisa que é óbvia, né? Eu fui lá e fiz uma atrocidade contra alguém. Claro que aquilo ali foi errado, mas tem condutas que ficam ali, ó, naquele limite, foi certo, foi errado. E Santo Agostinho nos orienta, quando a gente estiver indeciso sobre o valor das nossas ações, que a gente se pergunte como a gente qualificaria essa nossa ação se fosse praticada por outra pessoa, porque se a gente vai censurar o outro, como é que a gente vai desculpar na gente? Então é um bom truque pra gente utilizar. Se fosse o outro que tivesse feito isso, ia tá certo? Que a gente pergunte o que pensam os outros. E aí ele nos fala algo que eu acho que é assim, o pulo do gato, que a gente não despreze a opinião dos nossos inimigos, porque o nosso amigo vai falar que a gente é fofa, maravilhosa, né? Uma gracinha de pessoa, gente boa e tudo mais. O inimigo não. O inimigo ele vai ali na nossa ferida, ele vai apontar o defeito. Então que a gente não despreze.
lar que a gente é fofa, maravilhosa, né? Uma gracinha de pessoa, gente boa e tudo mais. O inimigo não. O inimigo ele vai ali na nossa ferida, ele vai apontar o defeito. Então que a gente não despreze. Por que que a gente despreza? Porque dói. Porque nós ainda estamos envolvidos na ilusão do perfeccionismo, de que tá tudo certo em mim, que o errado é o outro. Aí quando o outro vai me fala uma coisa, se eu já não vou com a cara daquela pessoa, aí que eu não levo em consideração mesmo. Mas estamos perdendo a oportunidade de ter uma visão que vai nos ajudar a crescer. E eu lembrei disso, meus amigos, porque é isso que Vinícius nos fala, que esses nossos companheiros indesejáveis, eles vêm nos mostrar esses defeitos. Então, que a gente possa orar e vigiar. Uma vez que a gente age equivocadamente, a hora que passa aquela confusão, aquela tormenta, que às vezes esse termo é bom para descrever, a gente a gente fica parece que envolvido assim numa tempestade. A hora que as coisas se acalmam, a gente olha, puxa, não devia ter feito assim. Que que a gente vai fazer nesse momento? A gente vai enxergar com tranquilidade o reflexo que está no espelho da nossa consciência. é o nosso reflexo, a nossa caricatura moral, porque ali o defeito tá exagerado. Os espíritos, que ele chama de indesejáveis, não vieram reforçar as nossas falhas. A gente já tinha, eles não vieram colocar nada na gente, a gente já tinha. Mas a influência não fez com que aquela falha ficasse ainda mais gritante. Então que a gente tenha a coragem de se olhar nesse espelho moral para que a gente possa perceber as nossas dificuldades. E Vinícius fala assim: "Isso acontece com a gente tanto, mas tanto, mas tanto, que de tanto acontecer, a gente vai se convencendo, gente, mas não é que eu sou inflexível mesmo. achava que não, que eu era uma pessoa tão razoável, só que eu fui inflexível com parente, com cunhado, foi lá no trabalho, o fulano me falou isso, o outro também falou, parece que eu tenho mesmo essa situação para
o, que eu era uma pessoa tão razoável, só que eu fui inflexível com parente, com cunhado, foi lá no trabalho, o fulano me falou isso, o outro também falou, parece que eu tenho mesmo essa situação para resolver. Então ele diz assim: "Tantas vezes as falhas se sucedem que a gente acaba por se conhecer, que é a condição essencial para a obra da nossa regeneração, que afinal de contas é o que a gente veio fazer. Não é assim que a gente viu lá no livro dos espíritos, a missão dos espíritos de se melhorarem pessoalmente, não é de melhorarem o outro, se melhorarem pessoalmente. E aí a gente vai, que que é se melhorar pessoalmente? é se regenerar, se gerar novamente, se criar novamente. Ah, mas eu tenho esse problema aqui. Tudo bem, eu trago esse problema, mas eu estou me recriando a cada dia que eu acordo, a cada dia que eu me disponho a caminhar na minha seara de desenvolvimento. E é tão interessante porque eu tava hoje no nosso grupo, eu faço parte de um grupo, né, dentre os muitos que tem na nossa casa de tratamento espiritual, de desobsessão e a gente estava conversando sobre os espíritos que são atendidos, que são muito parecidos com a gente mesmo. É só a gente sem o corpo de carne, com as mesmas dores, os mesmos problemas, os mesmos conflitos. E quantos chegam, foi uma coincidência, foram vários, né, ao aos nossos grupos envergonhados por conta do passado de erros. E quantos dizem assim: "Eu não mereço ajuda". Quando se vem assim acolhidos pelos mentores, né? Quando vem aquela oportunidade de mudança de caminho, de sair daquele meio às vezes que eles estavam complicados. Aí eles começam a se emocionar e falam: "Mas eu não mereço isso". E dizem para aquele aquele irmão, aquele companheiro que tá ali no trabalho de de conversa, né, de diálogo fraterno, dizem assim: "Você não sabe o que eu fiz. Se você soubesse, você nem tava falando comigo. E a gente vê que a autoestima do espírito tá lá no subsolo. Somos nós. É a mesma coisa que a gente. A gente quando erra, às vezes não fica lá com a
fiz. Se você soubesse, você nem tava falando comigo. E a gente vê que a autoestima do espírito tá lá no subsolo. Somos nós. É a mesma coisa que a gente. A gente quando erra, às vezes não fica lá com a autoestima lá no subsolo, puxa, eu não mereço ajuda. E nós temos que repetir a cada instante que nós somos filhos de Deus, que todos nós merecemos sempre recomeçar. Recomeçar quando? A cada encarnação também, mas é a cada dia para nós aqui. É a cada dia. Cada dia eu tô recomeçando. A cada dia que eu percebo que eu fiz alguma coisa equivocada, que ótimo, porque eu poderia nem estar percebendo. Quantas vezes eu já tive condutas equivocadas que eu achava que tava tá tudo ótimo, tá lindo, maravilhoso, não tem nada para mudar. E aí chega uma hora que a ficha cai e a gente olha assim para trás, fala: "Puxa, vergonha! Não era isso que eu tinha que ter feito. E agora? E agora vamos abrir o nosso coração para receber o que está destinado para nós. O castigo, a vergonha, a punição, não. A chance de recomeçar. A misericórdia divina, o amor. É isso que tá destinado para todos nós. É esse o nosso presente como filhos de Deus. E vamos caminhar com alegria, com confiança, com humildade, arrumando uma coisinha aqui, outra coisinha colá e assim a gente vai caminhando. Então, Vinícius nos fala assim, que a gente possa orar por esses espíritos, né, que ele chama de indesejáveis, porque eles nos prestam um dos mais relevantes serviços. serviço esse, aliás, que não nos prestariam nossos melhores amigos. Oremos, pois, em favor de nossos caricaturistas e louvemos ao Senhor que tudo organizou e dispois, visando o nosso bem. Esse final é importantíssimo porque todos os arranjos nos quais a gente está inserido, eles visam o nosso bem. Toda a organização do universo visa o nosso bem, mesmo às dificuldades. Então vamos agradecer, vamos ter serenidade, confiança e vamos pedir ajuda, porque todos nós vamos receber sempre essa ajuda que nós pedirmos, a força, a fé, a confiança, a coragem para fazer de novo, a coragem
s agradecer, vamos ter serenidade, confiança e vamos pedir ajuda, porque todos nós vamos receber sempre essa ajuda que nós pedirmos, a força, a fé, a confiança, a coragem para fazer de novo, a coragem para recomeçar, o amor para recomeçar, o amor por nós mesmos, para que a gente possa ir construindo caminhos de paz e de felicidade. Meus amigos, eu agradeço a vocês por esse tempo. Desejo a todos uma um bom final de tarde, uma boa noite. Obrigada. >> Eu tava ouvindo a Márcia falar sobre o grupo mediúnico, né, que eles ficam envergonhados. E eu lembrei do nosso, do meu, né, do nosso de sábado, de sexta-feira, de manhã e fiquei fazendo uma reflexão ali que eles quando chegam lá, eles aceitam a ajuda bem rápido até e a gente fica numa birra, né, de não aceitar a ajuda, não, porque eu tô certa, não, porque eu tô fazendo as coisas direitinho. E eles lá não dá impressão que até que é fácil para aqueles é esclarecedores convencê-los. Não, não é, não é porque eles acho que t essa consciência, até porque já estão lá e estão sabendo da história. Nós ainda não estamos, né? Que eu acredito que a hora que a gente tiver lá e vir num grupo mediúnico, a gente vai aceitar. Mas então, por que não aceitar agora, né? ajuda a aceitar a reparação das nossos equívocos, que fica muito mais fácil quando nós sairmos daqui. Hoje o palestrante antes da Márcia falou da idas e vindas, né? foi muito interessante. Eu tava dirigindo a palestra e ele falou que eh e eu ainda tava explicando, falando aqui, comentando que todos nós eh vamos eh cada hora nós vamos estar num lugar, né? Hoje eu estou aqui nesse nós estamos aqui nesse planeta, daqui a pouco saímos daqui, vamos para outro, mas nós temos uma casa fixa. É aí a chegada na nossa casa. Nós vamos, a gente vem, aprende e volta para nossa casa igual ET, não é? O ET ficava casa, minha casa é casa, casa. Eu acho que a gente tinha que ter a consciência do ET, né? Fala assim: "Gente, eu tenho que melhorar, eu tenho que, olha, eu tenho que que tirar essa
não é? O ET ficava casa, minha casa é casa, casa. Eu acho que a gente tinha que ter a consciência do ET, né? Fala assim: "Gente, eu tenho que melhorar, eu tenho que, olha, eu tenho que que tirar essa caricatura, né, Márcia? E melhorar essa caricatura porque melhorar no bem, porque eu tenho que voltar para casa daqui a pouco." E o que que eu vou levar para casa? Porque chegar lá e falou assim: "Tá, Rute, você foi tudo bem, teve na comunhão, teve muitos lugares, aí o que que você trouxe?" Eu falei: "Ixa, segundo a turma, jovem ia falar assim: "Me ferrei, não é? Não trouxe nada ou trouxe muito pouquinho, né? Não trouxe muito pouquinho." Então eu acho que a gente tá aqui para aprender, né? tirar essa máscara, essa caricatura feia e botar a bonitinha que nós temos, aquela que Deus criou para nós, né? Bonitinho e certinho. Não é uma máscara de ferro, não. É uma máscara que a gente vai mudando à medida que a gente vai evoluindo, a gente vai tornando-se mais bonito, né? Mais belo, eh, espiritualmente, porque depois daqui a pouco nós estamos indo para casa, né? E aí fica na casa aí o pai fala assim: "Agora, filho, tem outra tarefa para você. vamos arrumar suas coisinhas e vai para e vai para lá e bota aquelas pessoa bonitinha no nosso caminho, né? Então, quando ela falou, eu lembrei disso que é muito mais fácil os que estão lá e que vêm nos visitar eh receber esse auxílio de imediato, porque ele sabe um tanto que é difícil quando não é cumprido a tarefa aqui. Bom, vamos terminando, fazendo nosso agradecimento, agradecer todos vocês que aqui estão no salão Bezerra de Menezes. Agradecer vocês que estão nos ouvindo pela TV Comunhão. Muito obrigada. Agradecer quem nos botou no ar, né? Eu gosto muito daqueles meninos. Agora tem uma tem uma menininha lá também, né, a Fernanda, porque nos coloca no ar pra gente ser vista no mundo todo, porque nós atendemos mais de 18 países e esses países eles falam assim: "Rute, eu assisto a comunhão." Olha que beleza. Graças a quem? A esses profissionais que muito generosamente
ista no mundo todo, porque nós atendemos mais de 18 países e esses países eles falam assim: "Rute, eu assisto a comunhão." Olha que beleza. Graças a quem? A esses profissionais que muito generosamente trabalham aqui conosco, até às vezes trabalha mais do que deveria, né? Porque um tá doente, o outro cobre. Então, e principalmente agradecer ao Pai, agradecer a Jesus, agradecer Dr. Bezer de Menezes, mentor dessa casa que prepara todo o ambiente. E nesse agradecimento nós temos que às vezes pedir, né, pedir coragem para enfrentar nosso dia a dia, as nossas dificuldades, mas também as nossas alegrias, né, que são muitas. Mas as dificuldades também, porque a gente aprende bem com as dificuldades, né? Aprende bem. Então, agradecido. Estamos, nos despedimos de vocês com um abraço, um beijo no coração e até quarta-feira que vem. Se, se Deus quiser, como ele quer, nós vamos estar aqui. Agora a gente passa para vocês, pro Antônio, né, que é a segunda parte, esse amigo querido, para dirigir vocês pra sala de passe. Uma boa noite. Eu mando. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental [música] e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, [música] temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve [música] ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma [música] confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus [música] de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso [música] mestre e amigo de todas as horas e com os
serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus [música] de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso [música] mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido [música] do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar [música] os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, [música] trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia [música] e que cada um possa colocar o amor do mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam [música] para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. [música] a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos [música] finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no [música] céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso [música] ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos [música] ao
ção, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso [música] ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos [música] ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta [música] casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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