Os desafios da Mediunidade | Espiritismo em Movimento
🔹 Os desafios da Mediunidade! 📌 Apresentação: Enio Francisco - coordenador da ACSE 🎥 Produção: Espiritismo em Movimento Neste programa quinzenal, recebemos Luiz Gonzaga dos Santos e Luis Carlos de Assis (coordenadores da Área de Mediunidade da FEEGO), para uma conversa profunda e esclarecedora sobre os desafios da mediunidade na atualidade, seus cuidados, responsabilidades e a vivência mediúnica dentro do movimento espírita e da estrutura federativa. Inscreva-se no canal, curta 👍 e ative as notificações 🔔 para acompanhar novos episódios sobre Espiritismo, unificação, espiritualidade e ação com amor. #espiritismoemmovimento #podcastespirita #unificacaopelaarte #estreiahoje #arteespirita #movimentoespirita ---- Para mais informações sobre a FEEGO acesse o site: https://www.feego.org.br Instagram: / feego.oficial Facebook: / feego.oficial
Queridos irmãos, paz e luz a todos vocês. Nós estamos aqui novamente no estúdio da Federação Espírita do Estado de Goiás, voltando aqui com o nosso programa Espiritismo em Movimento. E hoje nós temos aqui a grata satisfação de receber aqui os nossos companheiros da mediunidade, né? Nós estamos aqui com o coordenador da área, Luís Carlos de Assis e com o nosso companheiro Luís Gonzaga, que é ex-adjunto da área de mediunidade. Luiz, seja muito bem-vindo ao nosso programa Espiritisco Movimento em Movimento. Vamos falar hoje sobre mediunidade. >> OK. Muito obrigado pela oportunidade. Eh, realmente um momento muito importante pra gente falar um pouquinho sobre um assunto que é de todos nós. >> Maravilha, Luís Gonzaga. Muito obrigado por ter aceito o convite, por estar com a gente aqui. >> Nós é que agradecemos essa oportunidade de tocar num assunto tão importante para nossas vidas, qual é a mediunidade. Então, estudar e falar sobre a mediunidade a qualquer momento é sempre muito importante para traçarmos aí os nossos caminhos pelo [música] mundo. Meus irmãos, o nosso programa Espiritismo em Movimento tem como objetivo eh a divulgação e a difusão da doutrina espírita na sua base, à luz de Allan Kardecus. Então hoje nós vamos tratar da mediunidade, já iniciando aqui com Luiz. Pode ser, Luiz? >> Pode ser, >> né? Aqui nós temos dois Luizes aqui, né? >> Eh, Luiz Carlos, >> o que é mediunidade na visão da doutrina espírita? E como é que nós poderíamos assim eh diferenciar a mediunidade de alguns processos psíquicos, né? Porque tem, por exemplo, uma esquizofrenia ou alguns outros transtornos, né? Um processo depressivo que a pessoa leva muito para esse campo. Que que você me diz sobre isso, Luí? Bom, Enio, é realmente uma pergunta interessante e objetivamente às vezes é um pouco difícil de você em determinadas circunstâncias diferenciar um sentido de outro. Mas vamos retornar um pouquinho. Primeiro recordando que mediunidade é uma um sentido que existe desde que o ser humano eh adentrou a fase da razão.
das circunstâncias diferenciar um sentido de outro. Mas vamos retornar um pouquinho. Primeiro recordando que mediunidade é uma um sentido que existe desde que o ser humano eh adentrou a fase da razão. Nós poderos dizer assim. né? [música] Ele é inerente ao ser humano. Mas Allan Kardec ou com Allan Kardec, ele trouxe, ele buscou estudar esse fenômeno e trazer [música] realmente uma explicação para que nós pudéssemos entendê-lo e aproveitá-lo bem para nossa caminhada evolutiva. É, é interessante. A gente vai buscar lá no capítulo 28 do Evangelho Segundo o Espiritismo, no item nove, que é um prefácio da prece sobre pros médiuns, Allan Kardec começa introduzindo o assunto mais ou menos assim, que para nós conhecermos a, digamos, o mundo objetivo, Deus nos concedeu os instrumentos e os cinco sentidos. E aí ele diz mais, com o telescópio a gente investiga as profundezas do universo e com o microscópio o homem eh acessa a intimidade da matéria. E com a mediunidade nós acessamos o mundo espiritual. Portanto, a mediunidade é esse sentido, essa faculdade que permite o ser encarnado eh estabelecer essa conexão com o mundo invisível ou com o mundo ou o plano espiritual. Evidentemente que a faculdade ou a mediunidade, ela pressupõe a conexão com um outro ser, já que o termo médium seria um intermediário entre o plano espiritual e o plano físico. Então, esses fenômenos normalmente ou fenômeno mediúnico, ele normalmente é, digamos assim, tem é mais fácil de se estabelecer uma objetividade. Você normalmente tem mensagens instrutivas, tem informações importantes, enquanto que um fenômeno, digamos, psicológico, principalmente de desequilíbrio, como você citou, eh, em geral ele é difuso, eh, denota, digamos assim, um desequilíbrio, né, emocional, mental. E embora a gente sabe que em determinadas circunstâncias da mediunidade isso pode ocorrer e por isso que há casos que seja um pouco mais difícil. Daí, eh, a gente sempre, eh, orienta, recomenda nessas circunstâncias você buscar, se há dúvida, se há
stâncias da mediunidade isso pode ocorrer e por isso que há casos que seja um pouco mais difícil. Daí, eh, a gente sempre, eh, orienta, recomenda nessas circunstâncias você buscar, se há dúvida, se há questionamento, procurar sempre o a parte médica para uma avaliação primeira, para saber se está, digamos, você excluir a possibilidade, digamos, orgânica. Daí você pode então investigar a parte espiritual, que são outras questões que provavelmente a gente vai discutir paraa frente. >> Muito bom, muito boa a sua resposta, Luiz. Eh, Gonzaga, todos nós somos médiuns em algum grau, né? Como que nós poderíamos eh perceber os sinais da mediunidade assim na pessoa? E aí vocês fiquem à vontade para trocar ideia sobre isso, tá? Fiquem bem tranquilos. >> É, fazendo aí uma conexão com a resposta bem clara e precisa que trouxe o Luiz Carlos sobre a condição da da do que é a mediunidade, né? É interessante a gente observar que eh para que a gente possa perceber, ter essas percepções do dos fenômenos mediúnicos, eh é algo que não é fácil, né? Até porque quando nós estamos iniciando a desenvolver essa mediunidade, eh, as coisas tão não estão muito claras na nossa mente. Então, há muito animismo, né, que não é nada eh errado, né, na mediunidade [música] você ter a a as percepções e não saber se essas percepções vem são da sua da sua dos seus próprios pensamentos, das suas dos seus próprios sentimentos, ou se é dos pensamentos e dos sentimentos de um espírito que ali eh sintonizou com a sua mente. Então, ter essas percepções não é fácil. Mas o importante então é é só com a experiência que nós vamos é vivendo e aprendendo. É como se diz, no andar da carruagem as abóboras se acomodam. Ou seja, se nós não começarmos a a praticar, a buscar a compreender o o fenômeno, eh nós ainda não compreendemos muito, embora temos essa doutrina maravilhosa que tem tantos ensinamentos, nós ainda não compreendemos profundamente essa essa essa grande faculdade do espírito, né? Porque a mediunidade é um atributo do espírito,
temos essa doutrina maravilhosa que tem tantos ensinamentos, nós ainda não compreendemos profundamente essa essa essa grande faculdade do espírito, né? Porque a mediunidade é um atributo do espírito, né? [música] Ela como a visão e como a audição, como olfato, tato, paladar, que tem os órgãos no corpo físico para se expressarem ou para auxiliar-nos a perceber o mundo. Como disse o Luiz Carlos, nós temos então a mediunidade como um sentido novo, um um sexto sentido, um novo assim em termos, porque desde os primórdios da humanidade que nós já estamos desenvolvendo, mas novo na nossa pra nossa consciência, para nós termos consciência disso. Então, quando nós eh utilizamos desse atributo do espírito que faz parte então do nosso arcabolso mental que tá ali na nossa mente e a mente ela é espiritual, eh não é fácil você começar a perceber isso, você ter essas percepções do que que é seu, do que que é do espírito. Eh, e tendo então a essa mediunidade, tendo o seu o seu nascituro ou ou a sua residência, vamos dizer assim, no espírito com uma uma atributo do espírito, quando encarnados, né? Para que nós possamos trazer essas informações do plano do espírito para o plano físico, nós precisamos de um órgão correspondente do corpo físico, né? que no caso, como nos orienta André Luiz, é a epífese, né, que é a glândula, vamos dizer assim, da mediunidade, onde nós então utilizamos para transferir ou para perceber as coisas do mundo espiritual e trazê-las para a o a mente concreta ou ou o cérebro, né, para poder então essa percepção ser chegada até o mundo físico. >> Uhum. ou seja, até o mundo corpóreo. Então, nós precisamos disso. E essas percepções aos poucos é que nós vamos conseguindo fazer essa diferenciação do que que é nosso, do que que é do espírito, até mesmo porque a a nossa psiquê ela é espiritual, né? E o cérebro ele só é um órgão que a mente ela ela é extracorpória, né? Então, com isso, olha só como que é difícil. Uma mente associa a nossa pela sintonia espiritual, pela
siquê ela é espiritual, né? E o cérebro ele só é um órgão que a mente ela ela é extracorpória, né? Então, com isso, olha só como que é difícil. Uma mente associa a nossa pela sintonia espiritual, pela frequência de vibração das suas ondas mentais. Associa-se e sintoniza com a com a do médium. Não é fácil, né? enquanto ele não faz esse exercício de percepção, de autoconhecimento, aí é interessante a gente observar o autoconhecimento, porque o autoconhecimento vai nos ajudar a perceber o quem é que nós somos, o o que quais que são as os meus tipos de pensamento, os meus tipos de sentimento, os meus tipos de realidade eh mental para então eu conseguir diferenciar isso daquele espírito que está comunicando. Então, com a prática, com a experiência, com a vivência, realizando, estudando a mediunidade, indo pra prática, né? Não só nos grupos mediúnicos, mas a prática diária da mediunidade, que é você estar sendo um pontífice do plano espiritual para o plano físico. Aí nós vamos identificando. >> Muito bom. Então é experiência e conhecimento, né? Emo, dentro disso aí também a gente alerta porque >> Uhum. É, realmente não dá pra pessoa chegar e dizer, às vezes é muito comum a pessoa chega no centro espírita com com certos [música] com certas manifestações que ela eh suspeita que seja mediunidade e às vezes querem que as pessoas ali dê um veredicto, né, um parecer. E realmente tem que ser a prática, tem que se estudar, tem que acompanhar, né? não é uma coisa, né? E a gente precisa tomar cuidado, principalmente nós na liderança do movimento espírita, eh, de não querer, digamos assim, achar que nós podemos definir, dar um diagnóstico assim simplesmente de conversar com a pessoa, tá? Daí é importante essa essa participação, esse levantamento, seja a investigação eh do lado médico, né, do lado, vamos dizer, profissional e também pro lado espiritual. Mas eu queria voltar aqui uma questão que eu acho muito interessante, que de certa forma o o Gonzaga trouxe aqui para nós, >> é que no livro Mediunidade, desafios e
ional e também pro lado espiritual. Mas eu queria voltar aqui uma questão que eu acho muito interessante, que de certa forma o o Gonzaga trouxe aqui para nós, >> é que no livro Mediunidade, desafios e Bênção, que é um livro ditado [música] por pelo espírito Filomeno de Miranda através da mediunidade de Valdo, lá na logo na apresentação, a primeira frase, né, ele já traz uma informação muito interessante. diz o seguinte, ó, literalmente, abre aspas, a mediunidade é faculdade da alma que se reveste de células no corpo, no corpo, a fim de permitir a decodificação da onda do pensamento procedente de outra dimensão para torná-lo entendimento objetivo. Então, veja bem, e é interessante quando ele fala, bom, a mediunidade é uma faculdade da alma, mas ela precisa de eh para ela se radicar no organismo, ou seja, para haver a possibilidade, por que que umas pessoas são médiuns, digamos assim, ostensivos e outras não. ela precisa dessa chamada predisposição orgânica, ou seja, algum tipo de de, vamos dizer, de disposição ou de prédisposição, como Allan Kardec mesmo definiu, para permitir que ele possa, digamos, estabelecer esse contato. E a gente sabe, por exemplo, na na literatura espírita, se nós pegarmos aqui livros mensageiros de André Luiz, aonde ele eh faz então para uma descrição para nós de um departamento lá de nosso lar que prepara espíritos que vão reencarnar na condição de médiuns ostensivos, médiuns dialogadores, dirigentes de reunião mediúnica, Então ele fala de aplicações que às vezes levam anos e a gente com certeza vai entender que essas aplicações elas se ocorrem a nível perespiritual. E esse perespírito no processo, vamos dizer reencarnatório, como ele é o chamado modelador, eh, organizador biológico, ou seja, ele vai imprimir essas características no corpo físico e que elas vão permitir com que essa pessoa então possa, digamos assim, ter essa comunicação ou enxergar ou, vamos dizer, ter a comunicação, estabelecer esse contato com o plano espiritual. >> Muito bom. tem uma, você quer
r com que essa pessoa então possa, digamos assim, ter essa comunicação ou enxergar ou, vamos dizer, ter a comunicação, estabelecer esse contato com o plano espiritual. >> Muito bom. tem uma, você quer complementar? >> Sim, eu queria eh eh porque uma coisa vai puxando a outra, né? E assim, o assunto realmente ele é tão fundamental paraas nossas vidas que eu acho assim qualquer, porque por mais que que seja tão enorme, mas assim tem uma um princípio de de uma unidade na mediunidade, né? E esse princípio da da da unidade tá dentro de nós. É um é uma faculdade que Deus nos permite para que nós possamos crescer e evoluir, né? Então essa situação que o Liscais acaba de colocar, né, dessa busca assim [música] de um de um conhecimento e de perceber o que que é mediunidade para todos nós e tudo aquilo que é feito para que essa mediunidade possa se estabelecer no plano físico. Assim, todos nós precisamos de nos enterar muito bem disso, porque esse atributo ele é fundamental para o nosso evolução. Porque assim, onde é que nós vamos buscar o conhecimento daquilo que ainda nós não experimentamos? Porque a gente só consegue pensar naquilo que nós já temos no nosso arquivo de memória, que tá lá no nosso arcaboo mental. Então, a mediunidade ela é assim, é uma ponta de lança que vai buscar num plano mais elevado de de nossas vidas informações que são importantes para nós. Por isso que são as revelações, né? a revelação, as revelações divinas que teve, né, que que a humanidade teve, foi para nos auxiliar assim para dar um salto quântico, vamos dizer assim, da nossa realidade tão material materializada que está na na nossa mente para algo mais sutil e mais sublime. Então essa busca [música] ela é fundamental para nós e nós não precisamos não podemos ficar presos muito a questão do personalismo, eh, de eu, ah, eu vou receber espírito tal, vou receber espírito qual ou como que é isso, como que é aquilo. Às vezes a gente precisa deixar fluir pela nossa intuição, né, e pelo pela pelo fenômeno
o, eh, de eu, ah, eu vou receber espírito tal, vou receber espírito qual ou como que é isso, como que é aquilo. Às vezes a gente precisa deixar fluir pela nossa intuição, né, e pelo pela pelo fenômeno em si, porque isso aí até André Luiz faz uma colocação interessante no Missionários que eu observei que tem aqui uma uma passagenzinha que vai, eu acho que assim, tipo, encaixar sobre essa questão eh que o Luiz Carlos trouxe, é que a ele coloca lá no capítulo 9 do Mediunidade Fenômeno, que é o que a gente tá tá tratando aqui agora, né? A possibilidade, diz [música] lá ele, a possibilidade de comerciar emoções com esferas invisíveis que nos rodeiam, não representam de modo algum a realização espiritual imprescindível, a edificação divina de cada um de nós. É algo que chama atenção, é algo que tá assim saindo um pouquinho da da da dos nossos conceitos que a gente já afirmou, né? Porque o problema da glória mediúnica não consiste em ser instrumentos de determinadas inteligências. Então, a glória da nossa mediunidade não é só de ser um instrumento de mentes desencarnadas ou de mentes em qualquer outro estágio, mas em ser instrumento fiel da divindade. Para que a alma encarnada efetue semelhante conquista, é indispensável desenvolva os seus próprios princípios divinos. Então, a mediunidade nos levando a buscar a nossa divinização, ou seja, manifestar a divindade em nós. E e é algo que nós estamos bem longes, né, dentro da nossa condição atual de manifestar a vontade divina. Jesus já dizia isso, né? >> Uhum. >> Que seja feito na terra como é nos céus. Então, é trazer o que é do céu aqui pra terra. E é então, então a a mediunidade é nós nos ligarmos ao amor. Por isso que a mediunidade precisa ser com Jesus, porque Jesus é o exemplo máximo do amor. Ele nos ensinou o amor. Ela é uma ferramenta de evangelização para uma condução ao amor. Eu quero ouvir de vocês, né, talvez no próximo bloco, eh uma questão o seguinte. No passado, né, há dizer aí, há 50 anos atrás, mais ou menos, era muito comum aquelas pessoas
ara uma condução ao amor. Eu quero ouvir de vocês, né, talvez no próximo bloco, eh uma questão o seguinte. No passado, né, há dizer aí, há 50 anos atrás, mais ou menos, era muito comum aquelas pessoas chegarem eh totalmente adoecidas naqueles médiuns como Jerônimo Candim, Euríbus Barçanu, eBes bem mais antigo, né? Mas elas chegavam às vezes ali amarradas, acorrentadas e tal. E e aqueles médiuns lá do passado, eles eh faziam ali as pressas, as vibrações e libertava aquela pessoa daquelas amarras físicas e dizia assim: "Olha, isso aí é é mediunidade, tem que trabalhar, tal", e a pessoa ela se curava, né? Então, hoje ainda tem isso, né? [música] No às vezes na área de atendimento espiritual, as pessoas chegam e tem muita orientação nesse caminho. Ah, isso é mediunidade, você tem que trabalhar. A expressão que utiliza é muito ainda é essa, né? Então eu gostaria de saber de vocês se uma pessoa que chega numa condição de sofrimento, como eu citei, né, lá no passado, feito um tratamento, ela voltou à normalidade psíquica dela, ela obrigatoriamente tem que trabalhar mediunicamente ou ela pode se dedicar a outra área de ação? E outro ponto que eu gostaria que vocês respondessem, que é também muito simples, mas que tá muito presente no imaginário, é a questão de fechar a mediunidade, né? Ah, não, eu eu tenho mediunidade, mas eu vou eu quero fechar essa mediunidade aqui. Eu não quero trabalhar com isso, não. Tem consequência e é possível no próximo bloco eu gostaria que a gente já iniciasse nisso. Pode ser? >> Pode ser. >> Maravilha, meus irmãos. Então, nós fechamos aqui o primeiro bloco do programa Espiritismo em Movimento. Ficamos aí, então, com as novidades da nossa livraria Espírita da Fé. Até daqui a pouco. Convidar a todos para vir aqui à Federação Espírita na Livraria, um momento [música] maravilhoso aqui, uma sala de estar, onde você pode deliciar todas as obras da doutrina. [música] E agora tem mais o café, o picolé, com o açaí. As literatura todos nós já conhecemos, sabemos que é um momento que
aqui, uma sala de estar, onde você pode deliciar todas as obras da doutrina. [música] E agora tem mais o café, o picolé, com o açaí. As literatura todos nós já conhecemos, sabemos que é um momento que você pode vir aqui [música] conhecer, ler, trazer os seus amigos. Isso domingo é domingo e ler rejuvenece. [música] Nós sabemos que a literatura ela traz o conhecimento, mas também traz ganhos diretos para o nosso cérebro. Quanto mais lemos, mais rejuvenecemos. [música] Então, nós estamos de volta com o nosso segundo bloco. Nós concluímos o primeiro bloco com um questionamento aqui pros nossos companheiros, né? Então vamos já iniciar com essa com essa resposta. >> OK. An. Eh, do ponto de vista histórico, eu acho, assim, o entendimento nosso de que isso ocorreu muito num determinado passado, até com o propósito, o objetivo de divulgar a mensagem de Jesus através do Espiritismo pelos interiores, valendo-se de médiuns realmente, eh, de uma mediunidade, principalmente mediunidade de cura formidável, né? pessoas de uma moral elevada e que e também contando com esses processos obsessivos, subjção bastante eh forte e que foram através desses processos eh motivos, digamos assim, de ou oportunidades de criação de muitos núcleos de estudos da do evangelho de Jesus à luz da doutrina espírita. A gente precisa entender que, claro, muitos desses continuaram depois no no trabalho ao porque de fato eram médiuns e tinha um compromisso assumido no plano espiritual e deram continuidade instalando em outros locais, nos locais normalmente de suas suas residências, muitos delas no interior, nas fazendas, núcleos de estud estudo que foi um dos grandes motivos de divulgação ou meios de divulgação da doutrina espírita pelo o interior do Brasil. Agora, eh nós não temos só a área da mediunidade como local de atuação. O Centro Espírita, por exemplo, tem hoje nós trabalhamos, né, várias áreas. Nós temos o quê? 10 áreas. Nós podemos dizer assim que o movimento espírita eh nacional vem trabalhando.
o local de atuação. O Centro Espírita, por exemplo, tem hoje nós trabalhamos, né, várias áreas. Nós temos o quê? 10 áreas. Nós podemos dizer assim que o movimento espírita eh nacional vem trabalhando. Então, a pessoa ela pode exercer a sua atividade em qualquer uma dessas, vamos dizer, de qualquer área da casa espírita. Agora, é claro, se a pessoa reencarnou com compromisso na mediunidade, principalmente mediunidade ostensiva, eh é provável, ou seja, é necessário que ela realmente dedique a isso, porque isso foi um compromisso. A gente precisa entender que a mediunidade não é oferecida, não nos [música] é oferecida como, digamos, um prêmio. O Gonzaga já falou aí do aspecto moral para nós, né? A mediunidade, ela é oferecida como um meio da gente poder eh evoluir e promover também a evolução do semelhante, uma vez que ela nos leva a um entendimento eh do do ensino moral do Cristo, essas mensagens que que o plano espiritual traz pra gente, isso é de uma de uma clareza grande, de uma importância muito grande no nosso na nossa evolução moral. Então, a pessoa fugir desse compromisso, ela está adiando alguma, vamos dizer, adiando essa tarefa. vai ter certamente que realizá-la em outra circunstância e talvez com situações mais complicadas um pouco. Então, aí eu já emo logo em seguida, depois a passo pro Gonzaga complementar, mas a questão de fechar a mediunidade, a gente sabe que o plano espiritual pode muitas vezes eh nos auxiliar nesse processo em casos de enfermidade, porque às vezes há uma questão de uma doença em que o médium precisa ser poupado e aí sim isso pode ser, digamos, como você colocou entre aspas, fechada essa mediunidade, talvez ela ser temporariamente ou pode ser para o resto da vida, depende da circunstância. Agora, por questões, é que a pessoa, ah, não, eu não quero, eu quero curtir a vida de outras coisas, é claro que como qualquer outro compromisso nosso, mas é o compromisso da mediunidade, ele se, digamos assim, a pessoa recusar a exercê-lo por livre espontânea vontade,
curtir a vida de outras coisas, é claro que como qualquer outro compromisso nosso, mas é o compromisso da mediunidade, ele se, digamos assim, a pessoa recusar a exercê-lo por livre espontânea vontade, vão ter sim consequências, porque isso nós pedimos e normalmente isso é um outro aspecto também que a gente não colocou, mas que É importante porque quando Pedro diz que o amor cobre a multidão de pecados, muitas vezes o plano espiritual nos concede a mediunidade como meio de nós resgatarmos também as nossas os nossos débitos do passado através do amor, ou seja, do exercício da mediunidade, ajudando a outras pessoas, ajudando [música] o próprio médium e aos demais. E se ele foge desse compromisso, bom, as consequências com certeza virão. >> Então, acho que essa é muito importante essa questão, realmente, porque ela é faz parte do nosso dia a dia, né? Então, a gente vê muito isso na casa espírita. Ah, a pessoa tá com problema de saúde, eh, decorrente às vezes da mediunidade, uma obsessão, é um problema mental, eh, algum [música] algum desvio qualquer da do equilíbrio e da saúde mental. E aí tem a mediunidade, então como é que é que a gente faz? Então já até colocando ela na mesma conta e na mesma caixinha aí da do do bloqueio da mediunidade, né? Com a o que fazer, se pode ser feito outras tarefas. Olha, a mediunidade ela é quem quer que quer assim: "Ah, não, olha, eu vou suspender minha visão por um tempo, porque, né, é lógico, se eu faço uma cirurgia, eu vou suspender o contato visual até que essa, esses meus olhos cicatrizem, né? se eu fiz uma cirurgia nos olhos, então não vou ficar vendo, não posso perceber a luz, não posso enxergar a luz, porque tá num processo de reconstrução da da minha vista ali através daquela cirurgia. Então eu acho que a gente pode colocar essa questão da da mediunidade do do bloqueio da mesma forma. Por que que é que eu estou bloqueando, né? É um problema físico que tá acontecendo, é um problema de saúde que eu estou tendo. Então eu a os espíritos auxiliam nisso,
de do do bloqueio da mesma forma. Por que que é que eu estou bloqueando, né? É um problema físico que tá acontecendo, é um problema de saúde que eu estou tendo. Então eu a os espíritos auxiliam nisso, né? Nos nos afasta um pouco, diminui ali aquela intensidade magnética. que tem no corpo espiritual, onde você eh passa a ser uma antena para receber. Então, há ali uma, vamos dizer assim, quase que um isolamento mesmo para facilitar, mas veja bem, para facilitar um reajuste desse nosso psicossoma, né, para que a gente possa então vir a trabalhar. Agora, ninguém quer ficar com a venda nos olhos por muito tempo, né? a gente quer aprender do mundo e a mediunidade é o melhor instrumento pra gente aprender do que são as leis profundas do universo, >> que são as do mundo espiritual. Então eu não quero isso. Agora, se eu estou não estou bem, o que que acontece quando você não está bem de saúde para realizar uma atividade? Aquela atividade é é é muito pesada para aquele tipo de de você vai fazer uma mais leve, não é? Então assim, quando eu tenho a mediunidade, mas estou passando por um distúrbio de saúde qualquer, seja físico, seja e emocional, mental, espiritual, eu eu não posso me afastar do trabalho em si, não do trabalho mediúnico, de receber espírito, mas eu vou lá ajudar na sopa, eu vou lá ajudar, porque isso é educar a mediunidade, porque a mediunidade, antes de tudo, é você é um ato de doação, é uma doação de amor, é uma é uma caridade que você faz. Então, quando você procura um trabalho, desenvolver um trabalho de ajuda ao semelhante, você está atraindo para perto de você bons espíritos que vão te auxiliar nesse processo de restauração espiritual que você tá vivendo, né? >> Maravilha. Muito bom. Eh, Luiz, né? Vamos dizer qual do qual dos Luiz aqui, né? [risadas] com >> eh tem pessoas que chegam no no trabalho mediúnico e você percebe assim que a vida daquela pessoa é uma provação, né? O trabalho na mediunidade é uma coisa muito provacional para ela. Tem outros que chegam assim, já entram no trabalho,
balho mediúnico e você percebe assim que a vida daquela pessoa é uma provação, né? O trabalho na mediunidade é uma coisa muito provacional para ela. Tem outros que chegam assim, já entram no trabalho, eh, e a coisa vai muito naturalmente. E tem aqueles que acham que mediunidade é Chico Xavier, quero ser missionário. Tem essa essa variação de graus da mediunidade, assim, a mediunidade provacional, mediunidade de trabalho e mediunidade missionária. Como que como que vocês vem isso aí? Legal. Oil. Tem em algum sentido nós podemos entender que sim. Mediunidade missionária. Com certeza. Você citou Chico Xavier, nós trazemos, lembramos aí Edivaldo Franco, Ivone do Amaral Pereira e aí muitos outros médiuns, né, que que realmente vem, você vê que eles vêm com a missão Raul Teixeira, por exemplo, né, que são exemplos de pessoas que levam com seriedade e produzem, vamos dizer, eh, a sua obra ela redunda em informações em benefício para milhares de pessoas. Então, com certeza, esses são médiuns missionários. Agora, no nível evolutivo que nós nos encontramos do nosso planeta, a grande parte de nós temos aí a mediunidade, digamos assim, podemos usar provacional, ou seja, nós estamos ainda tendo a mediunidade como um processo eh esse meio de elevarmos, vamos dizer, de realizarmos alguma ação para que a gente possa então eh resgat tratar um pouco dos nossos débitos, contribuindo também de alguma forma. É claro que a gente não vai ver só nesse aspecto de resgate, mas é porque ao mesmo nós, dada ainda a nossa condição moral, eh nós temos na nossa retaguarda muitos espíritos que participaram conosco eh de atos não muito dignos e que ainda não se despertaram para essa mudança. A diferença talvez é que nós já nos despertamos, mas não nos desvinculamos desses processos, porque é preciso, como disse Allan Kardec lá no céu inferno, no Código Penal da Vida Futura, pra gente, digamos, eh limpar, vamos usar essa expressão, os nossos débitos, nós precisamos reparar, né? seria o terceiro aspecto, ou seja, o
Kardec lá no céu inferno, no Código Penal da Vida Futura, pra gente, digamos, eh limpar, vamos usar essa expressão, os nossos débitos, nós precisamos reparar, né? seria o terceiro aspecto, ou seja, o arrependimento, o sofrimento e a reparação. Então, esse reparar nós estamos fazendo e a mediunidade, ou seja, é um dos meios, embora você tenha citado a mediunidade, mas isso que você colocou, ela é uma constante em qualquer área da nossa da nossa vida, né? A gente vai ver isso dentro das profissões, né? pessoas que parece que tá as coisas fluem bem, outros já com muita dificuldade, então independente de ser médio ou não, mas como você trouxe pro lado da mediunidade, a gente vai entender que grande parte dos médiuns aqui na Terra eh estamos lidando com essas dificuldades que nós eh buscamos agora construir algo melhor para que a gente possa sintonizar com os espíritos que nos auxiliam e não com aqueles nossos afins do passado que busca ainda às vezes nos puxar para os mesmos crimes, os mesmos atos de outrora. >> Muito bom. Eh, Gonzaga, quais são os riscos, né, >> eh, para aquela, para aquela pessoa que pretende trabalhar mediúnicamente, mas sem as orientações necessárias. como prevenir a pessoa? Talvez assim, não sei se poderíamos colocar assim dos perigos da mediunidade, dos riscos, não é? Quando a pessoa busca essa atividade sem a adequada orientação, >> é a mesma coisa de quem quer fazer uma restauração na rede elétrica da sua casa sem ter o mínimo conhecimento ou o mínimo procedimento de como fazer isso. É arriscada levar um choque, né, e perder ali a sua vida se ela não sabe mexer com isso. Então, o que que nós precisamos para evitar esses escolhos da da da mediunidade? Primeiro é nós buscarmos conhecer o fenômeno, compreendê-lo e depois o seguinte, eh, respeitar, né, o, já que pegamos esse exemplo, eletricista, ele respeita a potência que é aquela energia elétrica ali e vai com todo cuidado, com toda tensão, com todos os recursos necessários, uma chave de fenda com cabo
que pegamos esse exemplo, eletricista, ele respeita a potência que é aquela energia elétrica ali e vai com todo cuidado, com toda tensão, com todos os recursos necessários, uma chave de fenda com cabo isolado e, enfim, ele vai ali atento, né? Então, nós precisamos, nós estamos mexendo com uma força profunda da nossa alma. Então, se nós não formos preparados, né, para isso, a gente pode se ferir realmente, a gente pode acontecer situações que vão dificultar ali o nosso processo de vida. Então, medividade com Jesus, ou seja, Jesus é o nosso exemplo maior de como agir. Então, quando nós buscamos realizar essa mediunidade com Jesus, buscando ali eh [música] saber que eu preciso executar aquele trabalho, então eu preciso, sabe, ter aquela tensão. você não vai e colocar a sua vida em risco numa situação em que você quer justamente preservar a sua vida. Então, nesse caso aí, preservar as suas forças. E aí, fazendo um pequeno link com a questão anterior, nós temos a mediunidade que nós precisamos. A nossa mediunidade, em qualquer nível que ela seja, né, de provas e respirações ou de missão, é nós termos aquilo que nós precisamos. Então, cada um, nós não precisamos preocupar com que tipo de de unidade eu gostaria de ser psicofônico, eu gostaria de ser um médico de cura. Enfim, nós temos em nossa estrutura psicofísica a os recursos necessários para que a gente desenvolva aquilo que nós precisamos, aquilo que tá no nosso momento evolutivo, no nosso momento psicológico da nossa evolução mental e e espiritual. Então eu tenho tudo, é eu seguir ali com paciência, com resignação, com com [música] tranquilidade. E aí, nesse ponto, eu acho que a gente vai ser um médio de missão, um missionário. A minha missão é me corrigir, é usada da minhaidade como um instrumento. A a minha missão é vir nessa encarnação e deixar de ser tão vaidoso. Então a minha mediunidade vai me ajudar nesse ponto se eu assim buscar e assim vai >> pro lado da prova, da expiação, do do do dos reparos das faltas, dos pagamentos
nação e deixar de ser tão vaidoso. Então a minha mediunidade vai me ajudar nesse ponto se eu assim buscar e assim vai >> pro lado da prova, da expiação, do do do dos reparos das faltas, dos pagamentos que nós temos com os nossos irmãos a quem nós devemos em outras experiências e tem essa esse instrumento maravilhoso que é mediunidade para resgatar os nossos débitos com vários irmãos. Então, ou seja, é só a gente ficar tranquilo e buscar Jesus para conduzir as nossas atividades. >> Muito bom. Nós já estamos caminhando, né, para o final do nosso último bloco. E então nós vamos colocar a última questão que é a seguinte: qual é o verdadeiro papel da mediunidade no movimento espírita, né? Serviço, fenômeno, missão pessoal ou ferramenta de autotransformação? >> Muito bem. essa questão realmente ela por si só demandaria, daria um seminário ou vários, né? Mas a gente pode dizer assim dentro do nosso curto espaço que ela é uma ferramenta de evolução para todos nós, né? Eh, nós precisamos entender que, como Gonzaga já mencionou duas vezes, mediunidade com Jesus significa você trabalhar a mediunidade, colocá-la em prol a serviço do espiritismo, ou seja, buscando levar aquilo que o Espiritismo eh oferece, né, [música] que é o socorro, que é o amparo e que é o esclarecimento. E tendo, evidentemente, a ética, né, mediunidade com Jesus também, ela eh exclui tudo aquilo que busca a evidência. Olha, Allan Kardec, se a gente observar na obra básica, Allan Kardec não tem ali o nome do médium, dos médiuns que colaborou, né? Ele evitou para que isso não fosse motivo de vaidade, né? Então nós precisamos buscar, nós somos como médium, nós somos auxiliares do plano espiritual e e nessa função nós precisamos ter esse entendimento da ética, da moral, eh lembrando daquela recomendação de Jesus, né, quando ele envia os seus apóstolos para o trabalho. tá lá em Mateus, no capítulo 10, versículo 8, quando ele fala, eh, eh, ressuscitai, curai os enfermos, né? Ressuscitai os mortos, curai os leprosos, expulsai os demônios,
us apóstolos para o trabalho. tá lá em Mateus, no capítulo 10, versículo 8, quando ele fala, eh, eh, ressuscitai, curai os enfermos, né? Ressuscitai os mortos, curai os leprosos, expulsai os demônios, dai de graça o que de graça recebestes. A mediunidade é um dom que a gente recebe de graça, então a gente precisa oferecê-la gratuitamente. E esse gratuitamente não é só a cobrança no sentido de cobrar pelo atendimento, mas é também fugir da evidência, né? fugir daquilo de querer ser o destaque, de se achar mais importante, porque nós somos meros instrumentos. Veja bem, a faculdade, a pessoa pode até permanecer com a faculdade, mas se não tiver os espíritos, não tem o fenômeno, né? E também o fenômeno não é o mais importante, vamos dizer assim. Allan Kardec, ele soube muito bem eh utilizar o fenômeno para trazer a doutrina, mas ele não focou no fenômeno, ele foi nos resultados, né? Ele foi na causa. Há um liv um livro, uma mensagem no livro Instruções Psicofônicas de Emanuel chamado Aviso, Chegada e Entendimento. E Emanuel traz isso muito bem, mostrando pra gente o seguinte. Nós tivemos um período, ele ele traz lá desde Manuel Sodborg até o Andril Jackson Davis, foi o período da da do aviso. [música] Depois com as mesas girantes, o período da chegada, mas com a Allan Kardec veio a fase do entendimento e ele soube muito bem eh utilizar do fenômeno para poder chegar aos resultados, né? E ele e aí Emanuel vai finalizar lá dizendo: "Há milhares de pessoas que estão na fase do aviso, outros tantos na fase, outros milhares na fase do entendimento do, aliás, da chegada. Mas nós espíritas que já estamos na fase do entendimento, precisamos colocar a mediunidade, eh, ir além do fenômeno, pensar então na faculdade, ou seja, nessa faculdade que nos conecta com o plano espiritual superior para nos auxiliar a nossa caminhada evolutiva. >> Maravilha. Ou seja, né, pelo que eu pude entender, a mediunidade, ela é uma grande ferramenta de autotransformação, né? Muito bom. Nós queremos agradecer profundamente a
nossa caminhada evolutiva. >> Maravilha. Ou seja, né, pelo que eu pude entender, a mediunidade, ela é uma grande ferramenta de autotransformação, né? Muito bom. Nós queremos agradecer profundamente a vocês dois, né, que tiraram esse tempo para vir discutir com a gente aqui sobre média unidade, um tema que chama muita atenção, né, porque tudo que tá relacionado ao processo psíquico, na verdade as pessoas têm muito interesse. Nós queremos, né, que vocês voltem pra gente fazer um outro momento, né, sobre essa temática que é extremamente importante. Mas já fica aqui a nossa gratidão e vamos às nossas considerações finais. também nós agradecemos, né, como eh através pela área da mediunidade da Federação Espírita do Estado de Goiás, agradecemos a oportunidade e nos colocamos à disposição para uma próxima um próximo programa, porque como a gente sabe hoje foi discutido, né, Gonzaga, é um assunto de suma importância e só talvez numa próxima já possa até deixar a dica que nós possamos trabalhar o aspecto mais de discutirmos um pouco sobre essa faculdade para além, digamos, da atividade mediúnica, ou seja, a nossa mediunidade do dia a dia, tá? Porque é fundamental, já que é um chamado sexto sentido e cada vez mais vai fazer parte da nossa vida e não só da vida de nós espíritas, não de todo o ser humano. Então nós precisamos conhecer melhor essa faculdade para poder saber aproveitar e lidar bem com ela. Muito obrigado. >> Maravilha. O espaço é de vocês, né? Queremos agradecer a todos que estão acompanhando conosco e dizer que foram feitas algumas perguntas aqui, mas todos nós temos muitas perguntas. O mais importante é a gente fazer mais perguntas, porque quando a gente faz mais perguntas sobre o que foi aqui dito e aqui trazido, nós vamos perceber que as perguntas são mais importantes porque nos leva à reflexão. Então imagino que deve ter ficado muitas dúvidas por aí e ótimo que tenha ficado, porque aí nós vamos atrás para poder buscar melhor as soluções de um assunto que não termina,
que nos leva à reflexão. Então imagino que deve ter ficado muitas dúvidas por aí e ótimo que tenha ficado, porque aí nós vamos atrás para poder buscar melhor as soluções de um assunto que não termina, né? porque ele faz parte da nossa jornada evolutiva até que nós sejamos espíritos perfeitos. Vamos estar que tá estudando esse tema. >> Maravilha. Então nós agradecemos o nosso companheiro Andrei Renato aqui da nossa técnica e a Gisele Freitas, né, pelo apoio que tem nos dado aqui no nos bastidores. Muito obrigado mais uma vez e fique em paz. E a todos vocês continuem conosco acompanhando os nossos programas, né, as edições do Espiritismo em Movimento e nós queremos falar do Congresso Espírita, 42º Congresso Espírita do Estado de Goiás, que no ano de 2026 traz o tema Jesus e Kardec para os tempos atuais. Então tudo isso que nós estamos discutindo aqui, né, médiidade, já passamos por família, por questões da sociedade, nós vamos ter a oportunidade no período do carnaval de aprofundar nessa temática a luz [música] de Allan Kardec ao clarão do evangelho de Jesus. Fique em paz, procure mais informações no site da Federação Espírita do Estado de Goiás. Até a próxima. เฮ [música]