Orvalho em Poesia - Perdão
Amor e Perdão (Maria Dolores, psicografia de Chico Xavier) Orvalho em Poesia, projeto no qual pela voz do nosso querido companheiro Rômulo Marques enviamos semanalmente um poema da literatura espírita,em consonância com os temas abordados na Escola de Evangelização Espírita da Infância e Família, que nos iluminará o dia, trazendo lindas palavras e propiciando fartas reflexões. Para mais informações sobre a FEEGO acesse o site: https://www.feego.org.br Instagram: https://www.instagram.com/feego_oficial/ Facebook: https://pt-br.facebook.com/feego.oficial/
e aí e aí e aí o amor e perdão o e madalena foi ao túmulo querido entre pedras de extremo desconforto levava flores para o mestre morto de um peito magoado e internet sido o sol reaparecerá resplandecente a névoa da manhã foi um dia se no ar na dourada invasão das flamas do nascente maria estava ali unicamente a fim de estar a sós recolhesse e chorar a vez fazer sem planto é larguinha por quê porque senhor tanta saudade tanta dor toda a felicidade que eu sentia já as aqui sepultada transformou sem a vida em sombra em nada no erro deste pouso derradeiro nisso ela viu alguém seria um jardineiro um zelador daquele campo santo mas tombada de espanto viu-se à frente do mestre nazareno o excelso benfeitor o ressuscitado a envolver de o coração cansado ela então gritou senhor ele disse maria ela era a expressão da perfeita alegria ele o perfeito amor madalena ajoelhou-se quis beijar-lhe os pés maria por quem és explicou-se não-me-toques porquanto não te esperava aqui neste recanto e ainda não fui ao e revestime de luz maria surpreendida indagou em seguida senhor onde estiveste em que jardim celeste em contraste o descanso necessário que vem de deus nos da paz completa perdoa-me senhor a pergunta indiscreta dorme porém pensar na angústia do calvário revolto-me agradeço mas não venço a mágoa de lembrar que o sacrifício imenso ah mas jesus respondeu não maria não fui ainda ao alto nem levei sequer um palmo a luz do firmamento quem ama não consegue achar o céu de um salto ao invés de subir aos saltos resplendores de se mas desse muito aos reinos inferiores despertando no túmulo escutei os gritos da aflição de alguém que muito amei que muito amo ainda embora visse além a luz sempre mais linda sentir esse alguém o amado companheiro em crises de tristeza e de loucura fui à sombra abismal para grande procura e ao reencontrá-lo amargurado e louco a ponto de não mais me conhecer demorei nem a fagali pouco a pouco consegui que ele enfim pudesse adormecer ser senhor interrogou a madalena quem é o amigo que
ra e ao reencontrá-lo amargurado e louco a ponto de não mais me conhecer demorei nem a fagali pouco a pouco consegui que ele enfim pudesse adormecer ser senhor interrogou a madalena quem é o amigo que te a ser antes de procurar a luz do pai mas jesus replicou em voz clara e serena maria um amigo não esquece a dor de outro amigo que cai antes de me alterar a celeste alegria ao sol do mesmo amor a deus em que tem levas valine após a cruz das grandes horas mudas e desci para as trevas a fim de aliviar a imensa dor de judas oi maria dolores por chico xavier