ONDE ESTÃO AFLITOS DA TERRA? - Patrícia Melo [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 10/10/2025 (há 5 meses) 1:06:35 380 visualizações

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Transcrição

Senhor, estou aqui para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição aqui. >> Boa noite. Boa noite, meus queridos irmãos. Eu me chamo Patrícia Melo e hoje vamos conversar um pouquinho aqui na comunhão espírita de Brasília sobre um tema, um dos temas do livro Pão Nosso. E esse tema foi escolhido eh em com inspiração do capítulo 130, como eu disse, do livro Pão Nosso, cujo título é Onde estão? E durante a leitura, ele cita uma frase que a gente vai discutir um pouquinho hoje, que é onde estão os aflitos da terra. Então esse é o título do nosso encontro de hoje, onde estão os aflitos da terra. Mas antes de darmos início à nossa fala, a nossa eh as nossas reflexões, eu sempre chamo de reflexões porque daqui a gente a partir das leituras, a partir das preparações que a gente fez, a gente vai tendo também alguns algumas intuições, alguns insightes. Muitas vezes nós preparamos alguma fala para conversar com vocês nas palestras e por alguma razão a gente sente que a nossa preparação que tá ali, ela vai tomando outro rumo e a gente vai se permitindo também ser esse instrumento que às vezes diz aquilo que alguém por alguma razão está precisando ouvir ou até mesmo que nós estamos precisando ouvir. Então, que nós tenhamos nessa noite de hoje uma noite de muitas reflexões, inspirações e que nós possamos sair daqui eh com as nossas almas alimentadas eh desse evangelho do Cristo, que é o alimento da nossa alma e sempre será. Então eu convido todos vocês a fazerem junto comigo uma prece para nós eh nos sentirmos aqui de fato neste ambiente, né, de corpo e alma aqui neste ambiente preparado para receber nessa noite de hoje cada um de nós. Então aqueles que desejaram fechar seus olhos, fiquem à vontade. Peço apenas que se sentem confortavelmente e que nesse momento busquem a conexão com o mais alto. Busquem a conexão com o pai maior,

s. Então aqueles que desejaram fechar seus olhos, fiquem à vontade. Peço apenas que se sentem confortavelmente e que nesse momento busquem a conexão com o mais alto. Busquem a conexão com o pai maior, com Deus, nosso pai, de amor, de infinita bondade, com toda a espiritualidade amiga que trabalha tanto para que nós possamos evoluir e fazer dessa oportunidade, desta encarnação, uma experiência ainda mais eficaz e profíqua do que as nossas encarnações anteriores. Nós que sabemos que estamos na melhor versão de nós mesmos, que agora possamos estar ainda mais conscientes das verdades do Cristo, do evangelho do Cristo, dos ensinamentos de amor que o Cristo nos deixou e dos ensinamentos que estão grafados na nossa própria consciência acerca das leis divinas. que nesta encarnação nós possamos colocar em prática tudo aquilo que nós estamos aprendendo a tantas e tantas e tantas reencarnações para que possamos sair daqui muito mais gratificados por essa oportunidade, muito mais conscientes de que tudo o que nós plantamos nesta terra é fruto das nossas vivências passadas, mas que também será com certeza o alicerce para as nossas vidas futuras. Que nós possamos, Mestre Jesus, receber o que essa atmosfera na noite de hoje tem preparado para cada um de nós, por meio dos espíritos amigos. que os nossos mentores espirituais se aproximem de nós em pensamento, em em inspiração de onde quer que estejam ou até mesmo aqui conosco e possam nos acalmar, nos consolar, nos trazer mais fortalecimento paraa nossa fé, paraas nossas esperanças, para o nosso amanhar do que o que já temos nas conexões diárias das nossas preces com cada um dos nossos mentores. Entregamos as nossas vidas nesse momento à espiritualidade que tanto nos ama e pedimos ser conosco nesses breves momentos de oração, de prece, de reflexão que se seguirão e permita que a nossa conexão se mantenha elevada até o momento em que nós possamos estar liberados a retornarmos aos nossos lares, levando tudo que de bom aqui nós recebemos. Que assim seja. Graças a Deus

mita que a nossa conexão se mantenha elevada até o momento em que nós possamos estar liberados a retornarmos aos nossos lares, levando tudo que de bom aqui nós recebemos. Que assim seja. Graças a Deus e graças a Jesus. Bom, vocês me ouvem bem? Estão ouvindo bem aí? O som tá bom? Então tá bom. Cumprimento também, esqueci de cumprimentar no início aqueles que estão nas mídias aí da comunhão, no YouTube da comunhão, que nos assistem ou que nos assistirão no futuro, né? Então, repetindo para quem chegou um pouquinho depois, após ter feito nossa prece, que a temática de hoje é onde estão eh onde estão os aflitos da terra. E é baseado no capítulo 130 do livro Pão Nosso, eh, da coleção Fonte Viva, eh, que foi editada por Emanuel, pelo espírito Emanuel e foi psicografada por Chico Xavier. Esse capítulo 130, ele começa com uma passagem de Mateus que está no capítulo 11, versículo 29, que eu particularmente gosto muito, que diz e, né, que Jesus, né, eh, fala para os discípulos e para aqueles que lhe ouviam naquele momento: "Tomai sobre vós o meu julgo e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração, e encontrareis descanso para as vossas almas". Bom, só aqui, né, só dessa frase de Jesus já dá uma palestra inteirinha. Não precisava nem das explicações que virão, que se seguirão aqui no nesse capítulo. Mas eh Jesus é era tão misericordioso, é tão misericordioso com cada um de nós, mas enquanto aqui esteve, ele falou muitas vezes de uma forma tão direta, né? Não, não tenho o que questionar, não tenho o que imaginar numa fala como essa. Tomai sobre vós o meu julgo e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração. E a gente fica refletindo quão difícil é ser manso e humilde de coração. Não é fácil, porque nós ainda não estamos no patamar evolutivo de Jesus, porque ainda não somos aqueles que amam verdadeiramente ao próximo, indiscriminadamente, como ele dizia, porque ainda não conseguimos amar aqueles que nos ofendem, que nos fazem o mal. ainda nos é muito difícil essa

o somos aqueles que amam verdadeiramente ao próximo, indiscriminadamente, como ele dizia, porque ainda não conseguimos amar aqueles que nos ofendem, que nos fazem o mal. ainda nos é muito difícil essa lição do Cristo. Então, quando ele diz, "Aprendei de mim", ele tá dizendo: "Olha, eu estou demonstrando na prática para vocês e não apenas nas minhas falas, nas minhas histórias ou na teoria de que é possível ser manso e brando, né? que essa essa eh humildade que a gente precisa carregar no coração faz com que a gente entenda que primeiro a gente não é melhor que ninguém. Então, nós não estamos isentos de errar, não estamos isentos do erro e que ninguém é melhor que nós. Então, nós também não podemos deixar que ninguém nos coloque numa situação de inferioridade. Ou seja, não somos superiores a ninguém, mas também não somos inferiores a ninguém. Nós somos diferentes nas nossas especificidades, nas nossas histórias de vida, desta vida e de vidas anteriores, nas nossas experiências, nos nossos aprendizados, nas nossas conquistas, nas nossas dores, nós somos completamente diferentes. Não tem como sermos iguais. E essa diferença é que permite que nós, ao convivermos com o que é diferente, nós tenhamos essas provas da vida, nós tenhamos esses desafios da vida, porque às vezes o diferente é diferente, mas é, como eu diria, é pacífico e brando também. Outras vezes o diferente vem carregado de orgulho, de vaidade, vem carregado das suas experiências também e às vezes ainda não consegue perceber que fere, que magoa. E essa convite que ele faz aqui é justamente para que nós possamos aprender. Ou seja, ele ele ele está ciente de que nós não sabemos ainda, de que ainda estamos num processo de aprendizado. Porque ele não fala coloquem em prática, vocês já sabem, não. Ele tá falando aprendei de mim. É como se dissesse: "Olha, eu sei que é difícil, eu sei que vocês ainda estão na no exercício, né, dessa evolução que vai permitir que vocês se olhem como irmãos, independentes do que o outro lhe fizer,

como se dissesse: "Olha, eu sei que é difícil, eu sei que vocês ainda estão na no exercício, né, dessa evolução que vai permitir que vocês se olhem como irmãos, independentes do que o outro lhe fizer, independente da condição do outro, independente da situação que o outro te colocou ou independente de você também ter errado com outro, nós sempre seremos irmãos". Isso é uma condição cinequan. Ninguém que tá aqui encarnado nessa terra não está na condição de ser irmão do próximo. Tem alguém que veio para cá e que possa dizer: "Não, eu estou aqui, mas eu não faço parte, né, desse desse grupinho de terráqueos encarnados aqui. Eu não faço parte disso, né? Se você está aqui, é porque este planeta tem a condição moral, espiritual, que que exatamente está em sintonia com a sua evolução, porque senão você teria encarnado ou reencarnado em outro planeta. Se você tivesse uma condição superior em termos morais ou espirituais, você estaria num planeta em condição superior ao do planeta Terra. Se você está aqui, é porque esse planeta hospital, esse planeta eh escola, é o planeta exato para as suas necessidades. Quando eu falo as suas, tô falando, obviamente, me incluindo também. né? Esse planeta que nós habitamos é a escola da vida que nós precisávamos do jeito que ela é necessária. Ninguém é matriculado lá na no primeiro semestre da faculdade se ainda não cursou a educação básica. Não tem como pular, tem como avançar, progredir nos estudos. Isso acontece com os espíritos que evoluem. Eles às vezes deixam de pegar alguns atalhos nos quais a gente se perde, a gente perde tempo, né? Porque a nossa evolução, na nossa evolução, a gente não retrograda, a gente está ciente disso. A gente não desaprende ou volta atrás naquilo que a gente já aprendeu. A gente não retrograda, mas às vezes a gente estaciona, mas às vezes a gente pega caminhos que não são os melhores paraa nossa evolução. Então, qualquer espírito que evoluiu, qualquer espírito da esfera, dos mundos felizes, dos mundos ditosos, das esferas

mas às vezes a gente pega caminhos que não são os melhores paraa nossa evolução. Então, qualquer espírito que evoluiu, qualquer espírito da esfera, dos mundos felizes, dos mundos ditosos, das esferas crísticas ou dos planos muito mais superiores que os nossos, eles não foram criados em condição de privilégio, porque senão Deus não seria justo e bom. Se Deus criasse seres que não precisassem passar pelo aprendizado e já chegassem aqui numa situação de angelitude, de evolução eh plena, nós estaríamos falando de tudo que são os atributos de Deus cairiam por terra. Como Deus é infinitamente justo e bom, ele nos criou simples e ignorantes, todos do mesmo ponto de partida. Só que alguns vão mais rápido, como a gente como acontece na vida, né? Uns vão mais rápido, uns não se perdem tanto nas nas decisões ou nos anseios do próprio ego. A nossa essência é uma essência de bondade, de pureza, porque está grafado na nossa consciência a lei divina. Então, quando Kardec pergunta para os espíritos onde estão escritas, onde estão guardadas, onde estão eh preservadas essas leis divinas ou a lei natural ou a lei divina? E os espíritos respondem com a menor pergunta, com a menor resposta de todas as perguntas do livro dos espíritos. E eles dizem que as leis divinas estão guardadas, grafadas na consciência de cada um de nós. Ou seja, quando nós nos afastamos dessas leis divinas por escolha ou por ignorância, né, por falta de conhecimento, por ignorância, são decisões que nós tomamos a partir do nosso livre arbítrio e que haverá com certeza as consequências delas. Se eu tomo uma decisão boa paraa minha vida enquanto espírito, né, uma decisão que me vai que vai me fazer evoluir mais, haverá consequências. Ou seja, eu vou caminhar mais rápido, eu vou ter menos problemas, porque eu estou é como se fosse eh, a gente tivesse num rio, tivesse muitas barreiras, né? Vamos imaginar aí que caiu uma árvore, que tem pedra, que tem tudo. E a água ela vai desviando de todos esses desafios, de todos esses obstáculos. Ela vai por

se num rio, tivesse muitas barreiras, né? Vamos imaginar aí que caiu uma árvore, que tem pedra, que tem tudo. E a água ela vai desviando de todos esses desafios, de todos esses obstáculos. Ela vai por cima, ela vai por baixo, ninguém segura, né? Não tem como. Mas a gente poderia ter ficado lá enganchado num galho qualquer e não ter aprendido que é possível olhar para aquilo como uma experiência, olhar para aquela situação como uma situação que pode ser uma situação dolorosa no momento, mas que lá na frente eu vou aprender que com aquela situação eu eu desenvolvi ou eu eh eh aprendi algo ou desenvolvi habilidades que às vezes eu não tinha. e que eram necessárias. E por isso era necessário passar pelo que eu passei, da forma como eu passei. E que tudo isso é percurso pedagógico, é trilha pedagógica, não é punição, não é vingança, não é karma, não é o acaso. Tudo que a gente experiencia aqui nessa vida material, aqui no plano terrestre, bem como fora da matéria também, tudo é aprendizado. E para cada aprendizado desse havia um propósito. Propósito do qual muitos de nós participamos nas decisões desses propósitos. Eu preciso passar por tal situação para que eu consiga enxergar sobre uma outra ótica aquilo que outrora eu não enxergava. Eu preciso vivenciar determinado contexto, determinada circunstância de desafio, porque se eu não passar por isso, talvez eu me perca no comodismo, eu me perca na preguiça, eu me perca no ego. Então, todos os desafios eles cabem como uma luva na mão de cada um de nós. O que para mim é desafio, para outro pode não ser. O que pro outro é um desafio, para mim pode não ser. Eu posso tirar de letra o que o outro vive e que às vezes tá com tanta dificuldade de passar por aquela prova. E se ela fosse minha, eu passaria com mais facilidade. Ou o contrário, outro pode enxergar a situação na qual eu vivo e tô lá me debatendo, arrancando meus cabelos, me preocupando, me desesperando e ele conseguir talvez com mais eh sabedoria, com mais experiência, com

o, outro pode enxergar a situação na qual eu vivo e tô lá me debatendo, arrancando meus cabelos, me preocupando, me desesperando e ele conseguir talvez com mais eh sabedoria, com mais experiência, com mais maturidade espiritual, passar por aquela prova. Mas a prova, o nome já diz, a prova ela é adequada a cada faixa de evolução em que nós estamos. Se pro outro não é uma prova o que eu vivo, é porque o outro já passou por aquilo ali, em alguma circunstância, já aprendeu. Então, como o espírito não retrograda, ele não precisa passar novamente por aquilo. Ou se ele já passou e aquela prova foi eficiente pro seu aprendizado, ele segue adiante e vai vivenciar outras provas. Eu sempre gosto de comparar como uma metáfora a vida como se fosse as fases de um jogo, de um videogame, por exemplo, que eu nem gosto de videogame, mas as fases de um videogame não tem como passar pra fase seguinte sem ter vencido todos os desafios da fase anterior, né? Para quem gosta de videogame, que não é o meu caso, às vezes as pessoas ficam lá dias, semanas, meses, naquela mesma fase, tentando encontrar a saída, como que faz para passar daquela fase. Então, é tentativa e erro, tentativa e erro, tentativa e erro, até que um dia descobre se, ah, se eu for por aqui, vai dar certo e pronto, pulei de fase. Só que quando a gente pula de frase, significa que a gente está preparado. A gente subiu um degrauzinho, a gente está preparado para viver uma nova fase. E cada fase traz também novos desafios. Se aqueles já me fizeram evoluir e eu já cresci com eles, não tem como não haver outros com os quais eu ainda não tenho familiaridade ou os quais eu já passei e ainda não consegui superar para que eu possa ter a oportunidade de do êxito. E assim, de degrau em degrau, de fase em fase, de encarnação em encarnação, nós vamos nos tornando melhores. aposta da espiritualidade, a aposta do Cristo em cada um de nós é exatamente essa, que com o passar do tempo, das experiências e das encarnações, nenhum de nós vai se tornar pior do que era

melhores. aposta da espiritualidade, a aposta do Cristo em cada um de nós é exatamente essa, que com o passar do tempo, das experiências e das encarnações, nenhum de nós vai se tornar pior do que era antes, porque nós não vamos retroagir em nenhum ponto. Então, se nenhum de nós vai se tornar pior do que era antes, significa que daqui pra frente eu serei cada vez melhor. Mas para que eu seja daqui pra frente cada vez melhor, eu preciso ter mais consciência, eu preciso ter mais eh eh inclusive eh conhecimento. E é por isso que Jesus nos ensinava que deveríamos também nos instruir. Então ele dizia: "Amai-vos e instruí-vos". Ou seja, é preciso praticar esse amor, porque o amor não vem só da teoria. Eu posso ler todos os livros do universo, eu posso conhecer todas as ciências aqui do universo, mas se eu não fizer isso com amor, né? E a gente conhece bem essa essa frase, sem amor eu nada seria. Então, eu posso fazer tudo, mas sem o amor eu não estarei fazendo aquilo que eu preciso fazer. Porém, se eu só amar eh de uma forma ingênua, às vezes o próximo, mas eu não tiver conhecimento para que eu possa inclusive aperfeiçoar a minha forma que eu entendo, que eu entendo de amor, eu também não vou evoluir. Porque às vezes a nossa forma de amar, a forma que a gente ainda entende como amor, não é às vezes o amor que o Cristo nos ensinou. Às vezes a nossa forma de amar, ela ainda está carregada de sentimento de posse, de autoritarismo, de controle. E é fácil enxergar isso nas relações dos outros. E eu não tô falando só de relações maritais ou conjugais, mas é fácil enxergar que ali há uma relação de, por exemplo, eh uma relação um pouco tóxica, uma relação de dependência emocional, uma relação de eh subjção, né, em que um ordena ou controla e o outro se deixa controlar. Mas quando nós estamos vivendo isso, não é tão fácil enxergar, nem na posição de quem está muitas vezes eh dependente ou codependente de um relacionamento que nós queremos, mas que talvez nem seria o melhor para nós,

stamos vivendo isso, não é tão fácil enxergar, nem na posição de quem está muitas vezes eh dependente ou codependente de um relacionamento que nós queremos, mas que talvez nem seria o melhor para nós, nem na posição de quem muitas vezes está tentando ter controle posse do outro, está sofrendo, não está conseguindo ter esse controle, mas não enxerga que é porque não está sabendo amar de verdade. Isso serve para as relações entre maridos e mulheres, eh namorados, mas também as relações que nós temos entre mães e filhos, filhos e pais, amigos. Muitas vezes nós queremos ter o outro do nosso lado, custo que custar, do jeito que nós queremos que seja, não respeitando as diferenças, não respeitando os saberes e as histórias do outro, não respeitando que o outro não é uma carta em branco e que eu posso fazer dele o que eu quiser para que juntos nós sejamos felizes. a gente vê, infelizmente, eu não assisto televisão há muito tempo, né? Eu não sei absolutamente nada do que tá passando nos canais abertos há muitos anos da minha vida, mas obviamente a gente acompanha alguma coisa pelas redes sociais ou fica sabendo de notícias no trabalho e às vezes choca a gente saber que ainda há situações de muita violência e violências por pessoas não admitirem que o outro precisa ir ou que o relacionamento terminou ou que aquele ciclo se fechou. E aí vem muitas vezes uma situação de um ego tão elevado que não deixa o outro ir. E a gente vê as situações de crimes, de violências, violências contra as mulheres, feminicídios e situações ainda de muita barbárie. Mas que se elas ainda existem é porque nós ainda estamos num planeta de provas expiações, né? ai de quem provocar os escândalos. Mas esses escândalos ainda são necessários, porque eles só nos escandalizam porque nós já não fazemos mais a mesma coisa. Mas nós não podemos nos sentir numa situação de superioridade porque não temos garantia de que no passado nós também já tenhamos feito isso, por não termos mais a memória das vidas passadas

sma coisa. Mas nós não podemos nos sentir numa situação de superioridade porque não temos garantia de que no passado nós também já tenhamos feito isso, por não termos mais a memória das vidas passadas propositalmente, porque o acaso não existe. Então, quando nós vamos reencarnar esse esse eh histórico, né, esse todo esse arcabolso de memórias, eles ficam adorme, ele fica adormecido, né? Essas memórias ficam todas adormecidas. Por quê? que é necessário para minha evolução. Se eu me lembrasse de tudo que eu vivi, com quem eu vivi e como eu foi agora nas novas relações com essas pessoas nessa vida, porque são outros papéis, mas são os mesmos atores. Gente, desculpa, eu esqueci de trazer a minha garrafinha de água, deixei lá no carro, então de vez em quando a garganta nesse nessa secura dá uma falhadinha, me perdoem. Mas como eu ia dizendo, eh, a o que a gente tem de passado, né, como aquele filme lá do Fábio Porchá, né, meu passado me condena, com certeza o passado aqui de todos nós, se nós tivéssemos acesso a ele, nos condenaria. Nós, com certeza já erramos muito. Nós, com certeza já fizemos coisas das quais nós hoje, se soubéssemos, nos envergonhaíamos. Mas por que que a gente esquece? Por que que alguém, né, talvez que não tenha a compreensão da multiplicidade das existências pode perguntar: "Ah, mas então para cadê o aprendizado?" Porque se eu lembrasse era muito mais fácil de eu ter aprendizado. Se eu esqueci como é que eu vou ter esse aprendizado, né? Mas acontece que se os atores são os mesmos e os papéis são diferentes, como que uma mãe e um filho experimentariam uma possibilidade de se amar se soubessem que outra encarnação houve ali talvez eh relações de de dor, de eh mágoa, de sofrimento, de falta de perdão. Se a gente olhasse no olho do outro e reconhecesse tudo que ele nos fez ou tudo que nós fizemos, nós já partiríamos de um ponto viciado na relação, já não seria mais a mesma coisa. E é tudo tão perfeito, é uma engenharia, uma orquestra tão bela que a gente, enquanto

s fez ou tudo que nós fizemos, nós já partiríamos de um ponto viciado na relação, já não seria mais a mesma coisa. E é tudo tão perfeito, é uma engenharia, uma orquestra tão bela que a gente, enquanto fora da matéria, enquanto espíritos na erraticidade, nós nos reencontramos, tomamos consciência dessas histórias, né? Eh, nos livros de Chico, principalmente na na coleção do André Luiz, fala-se muito dessa tela que é colocada e que a gente vai tendo acesso a essas memórias anteriores, né? E eh quando a gente tem acesso a essas informações de uma forma ou de outra, a depender do nosso grau de evolução, a gente muitas vezes se envergonha, se arrepende. E é naquele momento que tocados por esse amor divino, que tocados pela essência que é boa, é que nós pedimos para termos uma nova oportunidade, para não errarmos de novo, para corrigirmos aquilo que não nós não demos conta de fazer antes. E eles amorosamente o que fazem? nos permitem retornar, nos permitem o reencontro e nos permitem mais, nos permitem que as nossas memórias fiquem adormecidas para que nós verdadeiramente tenhamos um recomeço. cada pessoa que passa pela nossa vida, cada relacionamento que nós temos, seja no âmbito da família, do núcleo familiar, nossos pais, nossos irmãos, ou da dos parentes, né, os tios, os primos, ou nos ciclos de amizade, ou no nosso trabalho, que é outro núcleo de muita, muita, muito teste e provação, muitas vezes, porque vivemos às vezes mais tempo no trabalho do que junto com a nossa própria famí. família. Mas se nós olhássemos nos olhos dessas pessoas e reconhecêssemos todo o passado, nós não conseguiríamos muitas vezes recomeçar. a depender, claro, do nosso grau de evolução, como eu falei, pode ser que a gente olhasse, se abraçasse, né, e conseguisse eh eh começar do zero. Essa é uma habilidade que nós podemos desenvolver ou ter a qualquer momento, que é a capacidade de perdoar e mais ainda a humildade de pedir perdão. Isso pode acontecer ao longo das nossas vidas. A gente não precisa desencarnar

ós podemos desenvolver ou ter a qualquer momento, que é a capacidade de perdoar e mais ainda a humildade de pedir perdão. Isso pode acontecer ao longo das nossas vidas. A gente não precisa desencarnar para ter acesso ao que aconteceu, para se arrepender, para pedir para voltar. Se a gente tiver fazendo sempre os nossos exames de consciência, virão as memórias daquilo que, puxa, eu disse tal coisa, mas poderia ter dito de uma forma diferente. É, eu fiz tal coisa, mas naquele momento eu entendia que era o melhor. Se fosse hoje eu já faria diferente, porque eu acredito, ah, eu quero, por favor, muito obrigada. que é uma alma caridosa. Obrigada, meu querido. Tá seco demais, né, gente? Que em Brasília tá muito, muito seco. Não dá para andar sem a garrafinha, mas eu eu desci e sentei aqui para fazer a prece e não lembrei de voltar lá no carro para pegar a garrafinha. Então, eh, nós poderíamos pelo amor aprendermos muito mais, muito mais rápido e de forma muito mais eficaz do que aprendemos com a dor. Mas ainda não temos essa consciência. Então, a gente acaba ainda vivenciando as dores. No dia que nós não nos incomodarmos, não nos sentimos magoados, não nos ofendermos com o que nos fizerem, nós não vamos ter mais nem que perdoar. Aí a gente vai estar em outro nível de evolução. Ou se a gente já tivesse num nível em que a gente entendesse, tá tudo bem, fulano errou, pisou feio na bola comigo, porém eu também faço isso com outras pessoas sem perceber ou conscientemente ou e aí vai depender, né, de cada um. Mas se eu faço, por como eu posso criticar que os outros fazem? Como eu posso criticar que os outros também ajam, né, que também agem dessa forma? Então, eh, tudo se tornaria mais fácil. E é por isso que Jesus falou: "Aprendei de mim que eu sou manso e eu sou humilde de coração". Se nós fôssemos humildes e mansos de coração, nada nos afetaria, nada nos abalaria, nada. A gente não teria raiva de ninguém, porque quem é manso e humilde de coração não se ofende. Se não se ofende, se não

fôssemos humildes e mansos de coração, nada nos afetaria, nada nos abalaria, nada. A gente não teria raiva de ninguém, porque quem é manso e humilde de coração não se ofende. Se não se ofende, se não se magoa, não tem que eh trabalhar o perdão. Se você gasta sua energia com outras coisas em fazer o bem, em aprendizados que elevem o seu espírito, com certeza você está trabalhando também essa condição de mansuetude da qual Jesus nos falava. Porque o mundo pode estar ao redor despencando, mas se dentro de você essa fortaleza, essa serenidade, essa mansuetude se mantivesse, e eu vou usar até, né, se mantivesse numa oração condicional, porque é muito difícil que se mantenha no nível que nós ainda estamos, mas se mantivesse, com certeza essas palavras de Jesus seriam muito mais claras, mais fáceis de compreender. do que são agora para nós. E ele continua dizendo: "E encontrareis descanso para as vossas almas. Tudo que a gente mais quer é viver em paz. Existe dentro de nós um desejo tão grande de quando tá cansado, quando o fardo tá pesado, quando tá difícil. Muitos de nós suspiramos, né? aquele aquele aquele ato involuntário de ai eu tô cansado, eu tô cansado disso, eu tô cansada dessa situação. E essa verbalização é que a gente não entende, mas ela está querendo dizer: "Eu só queria paz". Só que o nosso problema é estar buscando essa paz de uma forma equivocada. A gente busca essa paz naquilo que a gente tenta consertar fora da gente, a todo instante, no outro, nos lugares, nas relações, nas pessoas, como se tudo estivesse equivocado aos nossos olhos. E aí essa paz, ela passa a ser como se fosse um copo que a gente agita e o tempo inteiro tá agitado lá dentro e tem alguma coisa fora do lugar o tempo inteiro. E é por isso que a gente não consegue ter essa sensação de paz. A gente tem por breves instantes. Mas Jesus nos disse: "Eu vos dou a minha paz. Eu vos deixo a minha paz. Será que ele deixou essa paz? Onde que a gente não tá encontrando? lá no tipo o pote do de ouro lá atrás do

or breves instantes. Mas Jesus nos disse: "Eu vos dou a minha paz. Eu vos deixo a minha paz. Será que ele deixou essa paz? Onde que a gente não tá encontrando? lá no tipo o pote do de ouro lá atrás do arco-íris que a gente fica buscando, né, como se fosse um oases no meio do deserto. Não, Jesus deixou essa paz dentro de cada um de nós. Ou nós olhamos para dentro e enxergamos que eu posso ser essa mansuetude, eu posso ser essa humildade para que eu possa encontrar a minha paz ou eu posso escolher não ser isso? Ah, porque eu não posso ser manso não, porque me pisaram no meu pé, me agrediram, me fecharam no sinal, gritaram comigo, me fizeram uma injustiça, como que eu vou ser manso? OK? Escolhas. Um dia, né, você encontrará as respostas para essa sua pergunta. Você mesmo um dia encontrará essas respostas, porque não adiantará que ninguém te diga quais são as respostas. No dia que você vai encontrar, aí você vai entender o que Jesus queria dizer aqui, que quando nós encontrarmos, eh, nós descansaremos as nossas almas. E tem gente que pensa assim: "Então eu quando eu quando eu não estiver mais nesse mundo, né, quando eu passar entre aspas desta para melhor, eu estarei, eu descansarei." Ou às vezes a gente vê, né, as pessoas comentando quando alguém parte, quando alguém retorna à verdadeira morada e as pessoas falam assim: "Ai, coitado, descansou". Né? Primeiro, coitado, não, porque coitados nós que ainda temos que ficar aqui num planeta de provas, expiações, porque ainda o nosso tempo não terminou, porque ainda temos aprendizados para serem concretizados aqui, porque ainda não passamos de fase. Então, coitado de nós. Mas a pessoa que foi, ela jamais vai descansar, porque quanto mais consciência evoluída ela tiver, aí mesmo é que ela vai querer trabalhar em prol dos outros, em prol da humanidade inteira. Quanto mais um espírito é evoluído, mais ele trabalha incansavelmente para que tudo ao redor dele evolua. Não o trabalho que nós às vezes fazemos da correção, do julgamento, do colocar

nidade inteira. Quanto mais um espírito é evoluído, mais ele trabalha incansavelmente para que tudo ao redor dele evolua. Não o trabalho que nós às vezes fazemos da correção, do julgamento, do colocar em ordem para que eu me sinta em paz. Só estarei de em paz se for do meu jeito, se o meu relacionamento for do meu jeito e atender as minhas necessidades. Se no meu trabalho as pessoas agirem do jeito que eu quero, se na reunião de trabalho eu der uma sugestão e todos acatarem, porque se não acatarem eu vou gritar, eu vou esbravejar, eu vou eh dizer que as pessoas estão contra mim. Infelizmente essa paz que nós tanto almejamos, ela só será encontrada por cada um de nós, porque não compra na farmácia, não compra na padaria, não compra em lugar nenhum, não tem como comprar. Ela só será alcançada primeiro por nós mesmos e segundo quando nós começarmos a olhar para dentro. E como se fôssemos uma flor de lótus, que mesmo no meio do pântano, mesmo no meio de todo caos de sujeira, lodo, ela floresce. E Jesus era essa flor, né? Essa essa vitória régia linda, que até hoje é o nosso modelo e o nosso guia. Quando o Kardec também perguntou para os espíritos quem é o nosso modelo aqui na Terra, né? A quem quem que a gente deve tomar como modelo? A resposta foi clara. Jesus é o espírito mais evoluído que já pisou na face da terra, já esteve entre vós e ele é o vosso modelo. Então, se Jesus é modelo, primeiro tá fácil, porque não tem vários, né? Tem Jesus e tem todos os outros que lhe seguem. Por isso se tornam vários, porque ele multiplica, né, através do do evangelho do amor, essa fórmula mágica para que a gente aprenda a se amar e a evoluir. Mas eh são todos pregando a mesma coisa, distribuídos às vezes em culturas diferentes, em religiões diferentes, em raças diferentes, mas onde houver alguém falando de amor, não é por acaso. é fruto de um ensinamento divino. E se Deus é um só, porque a gente acredita num Deus único, né, gente? A gente não é mais politeísta. Já tem um tempão que a

r alguém falando de amor, não é por acaso. é fruto de um ensinamento divino. E se Deus é um só, porque a gente acredita num Deus único, né, gente? A gente não é mais politeísta. Já tem um tempão que a gente é monoteísta. A gente não acredita mais no deus sol, Deus lua, Deus chuva, Deus Deus trovão, porque a gente não conseguia entender os fenômenos da natureza. Aí a gente falava: "Oh, Deus trovão está falando conosco, não gostou de algo que fizemos aqui. Tome trovão, né? Mas isso era a cabecinha de, né, muitos e muitos séculos atrás, né? Hoje nós estamos em outra era. Nós estamos caminhando para um planeta de regeneração. E não é à toa, é porque nós já alcançamos essa maturidade espiritual. da vinda do Cristo para esse planeta até hoje já se passaram mais de 2000 anos, ou seja, mais de 18 séculos, com certeza. Então, se nós, se cada século desse fosse uma, uma contagem na nossa evolução, nós já seríamos um planetinha com a maioridade espiritual, como está posto, né, Emanuel fala, eh, em várias de suas obras, ele cita que nós éramos crianças espirituais a época que Jesus veio aqui. Por isso ele precisava falar conosco através de parábolas, metáforas, historinhas, para que aquelas crianças aprendessem ou entendessem. 18 séculos depois, agora nesse momento, 20 e tantos séculos depois, nós já não somos mais essas crianças espirituais. Nós já não podemos mais alegar desconhecimento, porque nós inclusive já sabemos que as leis divinas estão grafadas na nossa consciência. Então, nós não estamos mais numa fase de deslumbramento, de conhecimento, de entendimento. Nós estamos numa fase de colocar em prática esses ensinamentos. Portanto, não dá mais para viver na inércia. Cada um de nós tem uma consciência terrível que nos chama o tempo inteiro e diz: "Age", né? Rápido, muda seu comportamento. Olha pro que você tá fazendo, esquece o que o outro tá fazendo. Olha para você. O seu, a sua competição não é com outro, a sua competição é com você mesmo, é com quem você foi, que você não é mais, que

lha pro que você tá fazendo, esquece o que o outro tá fazendo. Olha para você. O seu, a sua competição não é com outro, a sua competição é com você mesmo, é com quem você foi, que você não é mais, que você já evoluiu, mas que esse essas raízes ainda existem dentro de você. E qualquer descuido, a gente tá lá de novo no mesmo lugar. A gente desliza porque ainda não tá consolidado. Aquele aprendizado que está consolidado não volta mais. a gente já segue para o próximo. Se ainda tá voltando, se ainda tá doendo, se ainda tá machucando, é porque não houve ali a cicatrização do aprendizado. O dia que cicatrizar, que esse aprendizado de fato acontecer, que o perdão se der, que o esquecimento, que a compreensão, você vai deixar que tudo que aconteceu siga, né, o seu curso e você vai trabalhar em prol da construção do que está acontecendo agora. O que importa não é o que aconteceu, nem como aconteceu. Não importa mais. E, aliás, se eu puder dar um conselho, porque conselho se fosse bom, a gente vendia, né? Eu ia ganhar uns bons pics aqui de vocês se eu vendesse, mas vou dar de graça esse conselho. Toda vez que você for contar uma história, e isso também, essa, isso que a minha boquinha vai falar agora, meus ouvidinhos são os primeiros que precisam ouvir isso, mas toda vez que você for contar uma história de algo que fizeram com você, toda vez que você for repetir essa história, lembre-se de que já passou. É simples assim. Vocês vão ver que toda vez que a gente sente vontade da língua coçar e falar mais ele, mas ela me falou, me contou e a gente ficar repetindo essa história mil vezes, não vai adiantar de nada, já passou. E eu já disse para vocês várias vezes aqui, né? Programação neurolinguística ensina muito bem isso pra gente e o nosso cérebro não entende que é passado, que já passou. Isso a gente precisa dizer pra gente, pra gente mesmo, conscientemente. Não, eu não vou contar de novo essa história porque já passou. Se a gente não disser pra gente, sabe o que que acontece? A gente conta a história de

dizer pra gente, pra gente mesmo, conscientemente. Não, eu não vou contar de novo essa história porque já passou. Se a gente não disser pra gente, sabe o que que acontece? A gente conta a história de novo. E o que que o cérebro entende? Que que vocês acham que está acontecendo agora novamente? Sabiam disso? Então, para que uma situação que aconteceu lá no passado, que te feriu, que te machucou, cada vez que você a repete, é como se ela tivesse te ferindo e te machucando de novo. Porque o seu cérebro não está entendendo que você está contando algo que já aconteceu. Quando você conta, existe uma carga energética que você tá liberando que perpassa inclusive a sua a toda todo o seu aparelho fonador que transborda. E se o que sai de você é algo bom, se você tá contando algo positivo, se você tá fazendo um elogio de alguém, se você tá agradecendo por alguma coisa, se você tá vibrando na gratidão, você está contagiando, para não dizer contaminando, né, para não usar esse V, mas você tá contagiando todo o seu ser, cada célula do seu ser está vibrando nessa gratidão, porque está entendendo que você, que não é só o que você diz, é o que Você vibra, vibra para que o que eu digo aqui chegue até os ouvidos de vocês. Isso tá sendo propagado nas ondas para que os ouvidos de vocês captem essas essas ondas e vocês consigam decodificar essa linguagem. Se eu tivesse falando aqui em japonês, eh, vocês não não conseguiriam, com certeza, a maioria, né? Nem eu conseguiria falar porque eu não sei falar japonês, mas se fosse alguém falando japonês, nós não conseguiríamos decodificar, porque nessa encarnação, o nosso cérebro está programado para algumas experiências. Mas isso não impede de que no passado eu tenha vivido no Japão, tenha falado fluentemente Japão, tenha sido uma professora de Japão e nessa vida eu não tô lembrando, porque não é para vivenciar aquela experiência. Por isso a experiência dolorosa que já passou, ela não é para ser esquecida, não é para você dizer assim, botar a

apão e nessa vida eu não tô lembrando, porque não é para vivenciar aquela experiência. Por isso a experiência dolorosa que já passou, ela não é para ser esquecida, não é para você dizer assim, botar a poeira debaixo do tapete, fingir que não aconteceu. Não é isso que eu estou dizendo, porque ela vai estar ali, você vai olhar para ela, mas você não vai reviver, revisitar o tempo inteiro. Tem uma uma palestra do Rossandro Clingen, que eu nem gosto muito de repetir esse exemplo, mas que ele é maravilhoso e perfeito, só que eu não gosto porque ele é nojentinho. Por exemplo, é nojentinho, mas numa palestra ele fala que ele dá um exemplo meio eh porquinho, né? Ele fala assim: "Se você tivesse eh em algum lugar, eu eu vou usar, tá, gente? Vou usar a mesma palavra, vou repetir. Se você tivesse em algum lugar, você tivesse uma ânsia, né, e você colocasse tudo para fora e aí você colocasse e tivesse, sei lá, você tá num ônibus, não tinha onde, você abriu ali um potinho que você tinha e botou tudo para fora ali no potinho ou no saquinho, no avião. Aí você fechou aquilo ali, você sabe que lá dentro tá fedendo, sabe que lá dentro a coisa não tá boa. Será que você vai contar essa história pras pessoas e vai falar: "Olha, doeu muito". Aí quando ele fala, né? A metáfora que ele usa é toda vez que você vai contar alguma coisa que te feriu, que doeu demais, era como se você tivesse abrindo de novo o saquinho, cheirando lá dentro, né? Tipo, olha, foi horrível, não sei o quê, não sei o quê, né? Ou então pior, dando pro outro chorar, né? Que o outro tá lá bem feliz da vida. você chor aqui que fizeram comigo que não sei o quê, tá derrubando em cima do outro tudo isso. Então ele usa esse esse exemplo meio porquinho, porque é para ser impactante, segundo o que ele fala na palestra, que é como se a gente cada vez que repetisse, cada vez que a gente se revitimizasse na situação que aconteceu, é como se a gente tivesse cheirando aquilo que não foi agradável, não foi legal. é a mesma exemplo de um animalzinho que

que repetisse, cada vez que a gente se revitimizasse na situação que aconteceu, é como se a gente tivesse cheirando aquilo que não foi agradável, não foi legal. é a mesma exemplo de um animalzinho que eh, né, os animais, por exemplo, que se alimentam das nos matinhos e tal, como se eles comessem, eles ficam ali ruminando, né, para fazer a digestão, vai e volta várias vezes. Então, é a mesma coisa que a gente faz. Eu sei que tá muito porquinha essa palestra, né? Mas a gente fica num labirinto da mente voltando, revisitando, revisitando, repetindo, repetindo. E tem gente que repete tanto que no final das contas já ela não tá mais nem lembrando, sabe? Porque cada vez que conta aumenta um ponto e já nem é mais aquilo que aconteceu e que já nem sabe com precisão quando foi, o que que foi. E tá há décadas com raiva da pessoa, há décadas sem falar com a pessoa. Isso não vai levar a gente a lugar nenhum. é olhar para essas experiências que não foram positivas, que não foram agradáveis e entender que ali havia dois seres que fizeram o que era possível, que sabiam e agiram da forma agiram ou reagiram da forma que conseguiam naquele momento, mas que com o andar da carruagem, né, as abóboras vão se ajustando e no final talvez nem a pessoa e nem a gente agiria mais da mesma forma. E tá tudo bem. Esse é o processo evolutivo. Se a gente conseguir nessa encarnação perdoar, eh, se reconciliar com essa pessoa, né, materialmente, fisicamente falando, ótimo, maravilhoso, porque foi um conselho de Jesus. Reconcilia-te com aqueles que ainda estão na tua caminhada. Agora, se não for possível fazer isso, meus queridos irmãos, então reconcilia-te contigo mesmo. Então, se perdoa pelo que aconteceu e deixa ir o que aconteceu para que você não fique revisitando e se martirizando e sofrendo e chorando e doendo, porque não vai apagar o que aconteceu. em algum momento haverá a oportunidade da compreensão de ambas as partes ou daquela outra parte que não tá entendendo ou da sua parte, porque às

orando e doendo, porque não vai apagar o que aconteceu. em algum momento haverá a oportunidade da compreensão de ambas as partes ou daquela outra parte que não tá entendendo ou da sua parte, porque às vezes a gente acha que tá certo, mas lá na frente a gente não tava tão certo assim, ou estava mesmo, mas o outro ainda não tem condições de entender isso. Então deixa fluir, né? Deixa a vida seguir o curso e tira os olhos do outro e coloca os olhos em si que vai doer menos, que vai ser mais leve. E o conselho que Jesus diz aqui é: descansa, descansa em mim, descansa em mim, porque comigo o julgo é mais leve. E aí, eh, aqui no, no capítulo eles dizem que dirigiu-se Jesus à multidão de aflitos e desalentados, proclamando o divino propósito de aliviá-los. Porque Jesus o tempo inteiro foi aquele que veio para aliviar, para curar, para auxiliar, para ensinar. Jesus não veio nenhum momento com julgamentos, com críticas. O tempo inteiro ele veio aliviar. E é por isso que o espiritismo, que é o o Evangelho Rede Vivo, é uma doutrina tão consoladora, porque a gente, a partir dos conhecimentos que a gente tem do Espiritismo, a gente se perdoa e fica mais fácil da gente também liberar esse perdão pro outro, né? E ele diz: "Vinde a mim, vinde a mim", clamou o Mestre. Tomai sobre vós o meu julgo e aprendei comigo que sou manso e humilde de coração. O seu apelo amoroso vibra no mundo através de todos os séculos do cristianismo. Compacta é a turba de desesperados e oprimidos da terra, não obstante eh o amor convite. Então Jesus nos fez esse convite, né? larga tudo e me segue. E a gente só entendeu porque a gente ainda tá no patamar da matéria que era larga tudo do ponto de vista e material e me segue. Ele estava falando larga tudo. Larga inclusive quem você era. Larga o velho homem para trás. Larga os seus orgulhos, a sua vaidade, a sua vontade de mostrar que você tá certo, porque isso não vai te trazer paz. e me segue. Vinde a mim, porque comigo vai ser tudo mais leve. É como se um mundo se descortinasse. É

hos, a sua vaidade, a sua vontade de mostrar que você tá certo, porque isso não vai te trazer paz. e me segue. Vinde a mim, porque comigo vai ser tudo mais leve. É como se um mundo se descortinasse. É como se a nossa inteligência espiritual se expandisse e a gente percebesse que essas experiências com as quais a gente se debate, elas ficam pequenininhas diante dessa fala do Cristo. E ele diz: "É que o mestre no vinde a mim espera naturalmente que as almas inquietas e tristes o procurem para a aquisição do ensinamento divino. Então, vinde a mim". Ou seja, é um convite, não é uma ordem. Mas se nós somos convidados, nós precisamos querer. Por que que ele não obrigou todo mundo a ir? Porque não haveria aprendizado. Você iria sem nem saber porque tá indo. Ele espera o nosso tempo. E quando ele espera o nosso tempo, ele está respeitando o nosso processo de crescimento, o nosso livre arbítrio. Porque quando a gente evolui, a gente quer ir. Quando a gente evolui, a voz embarga quando a gente fala do Cristo, porque é como se fosse o encontro daquilo que a gente tá ouvindo com aquela certeza que tem lá dentro das leis divinas de que esse é o caminho. E aí ele diz: "Mas nem todos os aflitos pretendem renunciar ao objeto das suas desesperações. Nem todos os tristes querem fugir à sombra para o encontro com a luz. Que triste isso, porque podia ser diferente, porque podia ser mais leve, mas nem todo mundo tá disposto de deixar a deixar ir, a deixar para trás. Deixa tudo e me segue. Nem todo mundo tá disposto. Nem todo mundo tá disposto a perdoar. Porque se eu perdoar, eu vou falar do quê? Eu vou brigar com essa pessoa como não vai mais nem ter sentido a relação com essa pessoa se não for para brigar e passar na cara dela que tá errado, que ela fez errado, que a gente precisa querer deixar ir. A gente precisa querer deixar para trás aquilo que nos prende, que nos amarra a uma condição ainda ainda de sofrimento e dor. Porque ninguém nos colocou nessa situação. Nós passamos por ela por questões de

te precisa querer deixar para trás aquilo que nos prende, que nos amarra a uma condição ainda ainda de sofrimento e dor. Porque ninguém nos colocou nessa situação. Nós passamos por ela por questões de aprendizado. Não é vingança de um Deus que pune, porque eu fiz isso com fulano, agora eu tô passando por isso. Não existe um Deus que pune. Não existe um Deus que se vinga. Só existe um Deus que ama. que o tempo inteiro tá te dando a oportunidade de enxergar. É numa palestra que você vai, é num livro que você lê, é numa música que te toca, é numa prece que toca seu coração. E onde quer que você esteja, em qualquer que seja a religião, se você é católico, vai lá na sua missa e você vai ter esse encontro com você, porque Deus não tá fora, tá dentro. Se você é budista, vai no seu templo. Se você é evangélico, vai na sua igreja, no seu culto. Não importa essa linguagem, essa roupagem, isso é distração aqui na terra. Do outro lado, isso não é significativo, porque do outro lado há uma unicidade dos propósitos divinos. E essa unicidade se chama amor. Onde há amor, não há lugar para fração, divisão, lados diferentes, lados opostos. Não há lugar para isso. E ele diz, a maioria dos desalentados chega a tentar a satisfação de caprichos criminosos com a proteção de Jesus, emitindo rogativas estranhas. Entretanto, quando os sofredores se dirigem sinceramente ao Cristo, aonde ouvi-lo? no silêncio do santuário interior, concitando-lhes o Espírito desprezar as disputas reprováveis do campo inferior. Onde estão os aflitos da terra? Onde estão os aflitos da terra que pretendem trocar o cativeiro das próprias paixões pelo julgo suave de Jesus Cristo? Gente, eu me arrepio todinho dos pés à cabeça, porque é tão forte essa pergunta. Onde estão os aflitos da terra que pretendem trocar o cativeiro, a prisão das próprias paixões, do próprio orgulho, da própria vaidade, do próprio ego, pelo julgo suave do Cristo, pela humildade, em outras palavras, pela mansuetude, pelo amor. Para esses foram pronunciadas as santas

ias paixões, do próprio orgulho, da própria vaidade, do próprio ego, pelo julgo suave do Cristo, pela humildade, em outras palavras, pela mansuetude, pelo amor. Para esses foram pronunciadas as santas palavras vinde a mim, reservando-lhes o evangelho, poderosa luz para renovação indispensável. Eu só posso dizer para vocês que essa mensagem aqui de onde estão os aflitos da terra que nós não podemos dizer onde estão todos, porque cada um está numa situação e numa condição diferente. Aos aflitos que passam por seus martírios, suas provas com muita resiliência e esses estão caminhando, estão evoluindo. aos aflitos que passam por suas provas sem nem aceitar que são provas, questionando, julgando até mesmo a existência de um pai. E há os que muitas vezes sequer enxergam que são provas, porque estão numa conexão tão grande com o Pai que entendem que se uma folha não cai de uma árvore sem a vontade do pai, o que quer que eu esteja vivendo ou passando vai passar e ele vai me sustentar. E eu na coragem, na fé e na esperança, amanhã terei condições de dizer: "Eu aprendi graças àquela experiência pela qual eu passei. Eu sou melhor graças à experiência pela qual eu vivi." E vamos ter ainda a grandeza de agradecer, agradecer pelas provas e os desafios que essa encarnação nos proporcionou, porque se não viemos aqui a passeio, são essas provas que nos fazem melhores, que nos fazem maiores, que nos fazem mais resistentes, que nos tornam mais fervorosos, não uma fé dita ou falada ou pregada, mas numa fé sentida, conectada, verdadeiramente com o pai. Bom, então vamos fazer uma prece. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual. Substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções,

ficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra

inais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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