ONDE E QUANDO JESUS NASCEU? - Patrícia Torres [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 13/12/2025 (há 3 meses) 48:27 457 visualizações

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Transcrição

perfeição. [música] que eu entendi qual o valor [música] dessa missão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de [música] viver, doando amor, vibrando luz, [música] buscando a ti, buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Meus amigos, boa tarde a todos. Sejam muito bem-vindos à nossa comunhão espírita. Nós vamos ler aqui uma mensagem para preparar o nosso ambiente para o início dos nossos trabalhos e ela traz o título Em Paz. É do livro Vigiai e Orai do irmão José. através do médium Carlos Batelli e nos diz assim: "Se guardas em paz a consciência, o mal não te atinge. Por menor que seja a luz, a treva se dissolve onde ela se acenda." A voz da maledicência não tem força para ecoar. A crítica, cuja intenção seja danosa, destaca os méritos de quem pretende arrasar. Faz o bem e não te preocupes em advogar em causa própria. Na maioria das vezes, quem te persegue é doente e requisita compaixão. Não te concedas mais que escutar quem te traga notícias infelizes a teu respeito e nem por um minuto escutes quem te procure para denegrir os outros. Se queres viver em paz, não assimiles o golpe da perturbação. Meus amigos, vamos, quem quiser fechar os olhos e vamos nos unir em pensamento, em sentimento para fazer a nossa prece. Vamos agradecer ao nosso pai e ao nosso mestre Jesus. Obrigada, Senhor, porque conseguimos chegar até aqui nesta tarde abençoada. Obrigada porque já queremos te buscar. Obrigada porque o nosso coração anseia por momentos de paz, de reequilíbrio. E nós te pedimos, mestre Jesus, nos dá nesse instante o pão da vida, o pão do teu evangelho, através das lições que nos serão trazidas pela nossa querida irmã. que possamos assimilá-las, que possamos ter a mente aberta para, enquanto ouvirmos, percebermos como aplicá-las no nosso dia a dia. Abençoa, mestre Jesus, a nossa boa intenção. Abençoa a nossa vontade de crescer. abençoa a nossa vontade de trazer para dentro de nós um pouquinho da tua paz e que nós possamos, mestre Jesus, nos nos aproximar a cada passo que damos mais um

ção. Abençoa a nossa vontade de crescer. abençoa a nossa vontade de trazer para dentro de nós um pouquinho da tua paz e que nós possamos, mestre Jesus, nos nos aproximar a cada passo que damos mais um pouquinho de ti. E assim, querido amigo, pedimos a tua permissão e a tua proteção para o início da nossa atividade de hoje. Graças a Deus. Meus amigos, nós temos a alegria de ter aqui conosco a Patrícia Torres, que nos traz o tema que é uma pergunta: quando e onde Jesus nasceu? >> Boa noite a todos, a todas. Boa noite aos que nos assistem pela TV Comunhão. Boa noite aqueles que vão nos assistir oportunamente, né? É sempre um momento de muita alegria estarmos aqui e em especial nesse mês de dezembro, né? Eu particularmente gosto muito dessa época do ano, né? E acho muito feliz aquela música do do Roupa Nova, né? Quando ele fala um cheiro de amor se espalha no ar, a gente já percebe a mudança no jeito de olhar das pessoas. Essa é a egrégora do Natal. Mas existe uma pergunta com a qual nós nos defrontamos uma certa ocasião, ouvindo o nosso irmão palestrante espírita Raul Teixeira falando do nascimento de Jesus. E ao longo das reflexões dele, ele nos faz essa pergunta: onde quando Jesus nasceu? E nós convidamos vocês para embarcar com a gente em algumas histórias, né? Então, vamos relembrar o nosso tempo, que nós gostávamos de ouvir histórias e nós temos aqui duas histórias para ilustrar essa pergunta que cada um vai responder para si mesmo, consigo mesmo, no quarto íntimo dos seus corações. A nossa primeira história fala de Paulo de Tarso. Paulo se deslocava acompanhado por Barnabé para a cidade de Listra. Listra é uma cidadezinha na antiga região da Licônia, da Lica. Lica pra gente se situar geograficamente hoje é onde é a Turquia. Então, naquela região da Lica havia uma cidadezinha chamada Listra e Paulo se dirigia para lá com Barnabé para encontrar as amigas Eunice e Lloide, que eram recém-convertidas ao espiritismo. Ali naquela cidade ele teria vários compromissos de divulgação

hamada Listra e Paulo se dirigia para lá com Barnabé para encontrar as amigas Eunice e Lloide, que eram recém-convertidas ao espiritismo. Ali naquela cidade ele teria vários compromissos de divulgação dos ensinamentos do nosso querido mestre Jesus. E ele sabia que aquele povo acreditava na crença mitológica. E para ele ia ser uma experiência nova falar para aquela gente. Quando ele chega na cidade de Listra, ele percebeu ao lado do pórtico algo que lhe chamou atenção. Havia ali plantada duas tilhas. O que que são tilhas? São árvores muito grandes que exalam um perfume muito gostoso e as folhas têm um formato de coração. Essas são as tilhas. Então, no pórtico haviam plantadas duas tilhas que eram imensas árvores que alguns mitólogos registram como sendo uma tilha e um carvalho. E a certa altura, a ramagem de uma se enroscava na outra, parecendo uma única copa em dois troncos. Seguiram então Paulo e Barnabé ao encontro de Euní Lloyd. Mais tarde, desejoso de conhecer melhor aquele povo a quem ele falaria no dia seguinte, Paulo saiu para caminhar entre aquela gente, chegou novamente no pórtico da cidade e no final da tarde, próximo às percebeu a presença de uma mulher, uma mulher da região que recolhia água no poço. Paulo se aproximou daquela mulher e perguntou se ela saberia explicar para ele o motivo de haver aquelas duas tilhas enrodilhadas daquela forma, tão floridas, porque elas floresciam o ano inteiro e era uma estação que não era uma estação de de ter flores. Então aquilo chamou atenção e ele perguntou à aquela mulher se ela saberia explicar o motivo e ela se sentindo prestigiada pela curiosidade do estrangeiro, começou a contar-lhe uma história. Dizem, Senhor, que nos i dos tempos da Lica, depois que os deuses construíram essa cidade, resolveram vir visitá-la para saber como as coisas estavam por aqui, se corriam tudo bem. Dois desses deuses, o pai dos deuses, Júpiter, e o seu auxiliar Mercúrio, se disfarçaram de pessoas humanas. comuns e vieram até a Lica. Vistoriaram toda a região e ao anoitecer

, se corriam tudo bem. Dois desses deuses, o pai dos deuses, Júpiter, e o seu auxiliar Mercúrio, se disfarçaram de pessoas humanas. comuns e vieram até a Lica. Vistoriaram toda a região e ao anoitecer daquele dia, os dois deuses disfarçados começaram a bater nas portas e ninguém lhes oferecia pousada. Eles eram duas criaturas estranhas. Na cidade ninguém lhes dava guarida. E eles foram se afastando do centro da cidade até chegarem a um casebre em ruínas, representando ali uma restrição material muito grande. bateram a porta e foram atendidas por uma mulher E foram atendidas por uma mulher muito idosa, de nome Bals, uma pastora da região, esposa de um lavrador que ainda estava no campo. foi tocada por aquelas duas presenças e lhes abriu a porta, fez com que eles entrassem, ofereceu-lhes água e começou a conversar com eles. Logo depois chega do campo seu esposo Filemon e soma a alegria da esposa em poder hospedar aquelas duas criaturas que estavam pela estrada durante todo o dia e sem que ninguém os acolhisse. Não sabiam o que oferecer aos dois visitantes. Ces, então sugeriu que o esposo fosse até a horta, recolhesse alguns vegetais para que ela pudesse fazer um caldo. Puxou uma mesa velha, tosca, que guardava para certas ocasiões especiais. A mesa ela ficava um pouco claudicante, ou seja, ela ficava mancando. Então ela tinha colocava uma pedra embaixo para fazer um caos. Buscou a sua melhor toalha, colocou sobre aquela mesa, enquanto Filemon trouxe umas frutas secas que Bals mesmo preparava também para ocasiões especiais. E Filemon retira de um barril um vinho que ele mesmo preparava. Coloca sobre a mesa as frutas, o vinho e convida os dois visitantes para aquele banquete daquela família pobre. Tomam o caldo, comem as frutas secas e servem o vinho. Os donos da casa perceberam que quanto mais os visitantes se serviam do vinho, mais vinho aparecia no barril. E aí então eles se deram conta de que se tratavam de dois deuses, porque essa era a característica dos deuses. Tudo aquilo

quanto mais os visitantes se serviam do vinho, mais vinho aparecia no barril. E aí então eles se deram conta de que se tratavam de dois deuses, porque essa era a característica dos deuses. Tudo aquilo que eles tocavam se multiplicavam. Eles então se assustaram com a presença daquelas criaturas divinas em sua casa. E Júpiter os tranquilizou. Apresentou Mercúrio, que era considerado Deus. dos oradores e pediram aos velhos que nada dissessem a ninguém. No dia seguinte, antes de se despedir, Júpiter perguntou aos dois velhos o que eles gostariam, que presente eles poderiam dar a eles em retribuição à acolhida na sua casa. Filemon olhou paraa esposa, que retribuiu o olhar, e disse a Júpiter que nada necessitavam. As Balces toca no braço do marido e olhando para Júpiter faz um pedido. Senhor, já que podemos lhe pedir uma coisa, eu gostaria de lhe rogar que não permitisse que um de nós chorasse pelo outro. Lemão tombou arrastado pela morte. Bals tombou sobre o seu corpo e Júpiter, para homenagear a ambos e para dizer o quanto o amor é importante, plantou-os no pórtico de Listra e fez com que os dois fossem convertidos em duas tilhas que estão florescidas o ano. inteiro para dizer que o amor é assim, floresce sempre. A mulher acabava de contar essa história e Paulo achava interessante a forma religiosa como as pessoas acreditavam nos mitos gregos. Porque esse é um mito grego, uma forma de representar, de dar compreensão aquele povo de sentimentos, de emoções e dos deuses. Paulo achou aquilo interessante, principalmente enquanto naquele momento ele se preparava para falar aquele povo sobre o Senhor da vida. No dia seguinte, Paulo vai falar sobre Jesus. ofereceu aos doentes a cura em nome do Mestre. E por causa disso se espalhou até os confins da Licaia, que aqueles deuses estavam de volta. A notícia chegou até o templo de Júpiter e um sacerdote de Júpiter veio ter com Paulo e Barnabé e trouxe um animal em sacrifício para oferecer aos dois que eram os deuses, Júpiter e Apolo, que

volta. A notícia chegou até o templo de Júpiter e um sacerdote de Júpiter veio ter com Paulo e Barnabé e trouxe um animal em sacrifício para oferecer aos dois que eram os deuses, Júpiter e Apolo, que haviam voltado. Lembram que Apolo era o deus dos oradores? E Paulo foi lá falar para eles. Então isso fez com que eles acreditassem se tratar de Júpiter e Apolo novamente. Mas Paulo afirmava ao sacerdote do templo de Júpiter que ele não era o deus o deus Apolo e o sacerdote não acreditava. Então Paulo num arroubo de desespero, ele para mostrar que ele não era nenhum Deus, ele rasga a roupa para mostrar as feridas que ele tinha, as chagas que ele tinha em virtude de tentativas de apedrejamento que ele havia sofrido numa cidade anterior. sacerdote fica muito bravo, achando que Paulo e Barnabé tinham ido ali para tentar enganá-los e mobiliza a população da cidade, organiza para que Paulo fosse novamente apedrejado e Paulo e Barnabé saem as escondidas às pressas da cidade de Listra. A história das duas tilhas, não sei se vocês vão concordar, vem bem a calhar com esses tempos que nós estamos vivendo na Terra, quando aqui no Ocidente nós comemoramos o nascimento de Jesus. Uma ocasião especial para as nossas profundas e necessárias reflexões. De onde vem a tradição natalina? Afinal de contas, onde e quando nasceu Jesus? Continuando na tentativa de responder essa pergunta, vamos paraa nossa segunda história. Voltamos ao século quando o imperador Constantino Magnus desenvolvia uma peleja, tava em briga com o general Maxêncio, que dominava regiões ao redor do império romano que Constantino queria anexar. enquanto Maxencio desejava vencê-lo para dominar o império romano. A guerra foi declarada e naquele dia, ao meio-dia, dizem os estudiosos, estavam de um lado da ponte Milvia Constantino e seu exército e do outro lado, Maxêncio e o seu exército. Constantino deveria estar preocupado porque ele percebeu que o exército do Maxésio era muito maior do que o dele, mas ele não podia, como imperador se

rcito e do outro lado, Maxêncio e o seu exército. Constantino deveria estar preocupado porque ele percebeu que o exército do Maxésio era muito maior do que o dele, mas ele não podia, como imperador se negar ao desafio. E enquanto esperava soar as trombetas para o início da batalha, narram os escritores desse episódio que Constantino olhou para o céu de Roma e viu uma cruz luminosa. E na base dessa cruz havia uma escrição: "Com este sinal vencereis. Com este sinal vencerás." Constantino lê e fica. estupefato, procurando entender o que significaria aquele símbolo e recordou se tratar do símbolo dos seguidores do crucificado nazareno. Constantino não teve dúvidas de que o crucificado o estava dando forças e ao ouvir as trombetas, ele investe contra todo o exército inimigo encorajado pela visão. Ele venceu a batalha e quando ele retorna, ele determina, ele baixa uma lei de que a partir daquele momento, não mais Júpiter era o grande senhor de Roma e sim Jesus de Nazaré. Fora por causa de Jesus que vencer a batalha. Ele devia a ele a sua vida. A partir daquele momento, o cristianismo passaria a ser religião oficial de Roma. A igreja que havia sido perseguida, agora passaria a perseguir aqueles que se opusessem à decisão do imperador. Como fazer os romanos aceitar aquele homem que viera da Judeia? Lembram? Naquela época os judeus, os galus, eles eram considerados gente de segunda classe. Eles diziam: "Pode vir coisa boa da Galileia?" Então, como fazer com que os romanos aceitassem aquele homem que vinha da Judeia? Mas era uma determinação imperial. O tempo passa. A mãe de Constantino, Helena, tratou de construir igrejas por todos os lugares por onde Jesus passou. E a ideia original da igreja, que eram aquelas comunidades nas casas, passou a ser os templos de pedra na luta interna, na obrigação de aceitar um deus Júpiter, como Apolo, que não tinha uma genealogia nobre, que foram um carpinteiro crucificado por crimes sociais, como Roma iria aceitá. E os romanos passaram a reverenciar

brigação de aceitar um deus Júpiter, como Apolo, que não tinha uma genealogia nobre, que foram um carpinteiro crucificado por crimes sociais, como Roma iria aceitá. E os romanos passaram a reverenciar Jesus Cristo por fora e os deuses mitológicos por dentro. No século X, a igreja entendeu que faltava alguma coisa na história de Jesus Cristo, porque ninguém sabia de fato quando deveria comemorar o seu Natal. O Papa Alexandre I reuniu-se com os cardeis para discutir uma data que pudesse servir ao nascimento de Jesus. E entenderam que para ser uma data capaz de homenagear o Deus de Roma tinha que ser uma data que reunisse em Roma o maior número de pessoas e passaram a vasculhar qual seria essa festa e se deram conta que era a festa do solstício de inverno. festa duravam três dias, do dia 22 ao dia 25 de dezembro. Mas o que é o solstício? O solstício demarcava a entrada oficial do inverno europeu. E nessa ocasião, europeus, principalmente os romanos, acendiam fogueiras ao longo das vias e das estradas. As donas de casa trocavam entre si, nesses três dias, presentes das coisas que elas mesmas produziam ao longo do ano, bolo, pano de prato e outra coisa que elas fizessem. E dessa maneira elas comemoravam o solstício, começavam a retirar das dispensas as frutas que haviam sido desidratadas no período da colheita para o período do inverno. Eis porque na nossa tradição ainda hoje se comem frutas secas. Durante esses três dias, dificilmente os homens voltavam para casa. Eles se reuniam em torno do templo do deus Apolo. Armavam barracas com iguarias comestíveis e o povo comia e bebia até não suportar mais. Aquela época haviam vomitórios públicos. E as pessoas vomitavam para poder comer e beber mais e mais. Até que no dia 25 de dezembro, o final dessa festa, o povo se reunia, ornamentava a estátua de Apolo sobre o andor e em torno do templo se fazia uma procissão para simbolicamente apresentar a Apolo o pedido do povo para que ele não demorasse a voltar, porque Apolo representava

tava a estátua de Apolo sobre o andor e em torno do templo se fazia uma procissão para simbolicamente apresentar a Apolo o pedido do povo para que ele não demorasse a voltar, porque Apolo representava o deus sol e o povo continuava a beber, a comer e a vomitar. Foi essa festa que a Igreja Romana escolheu para ser a festa em honra de Jesus, porque no dia 25 de dezembro havia mais gente. Para alguns estudiosos, Jesus teria nascido em outubro, para outros em janeiro. E para a Igreja Católica, Jesus nascera no dia 25 de dezembro. E o povo deveria respeitar esta data não mais como a data de Apolo, mas como a data de Jesus. Todas as características do nosso Natal cristão são características do Natal romano, romano pagão, do solstício de inverno. Preocupação com o que vai comer, com o que vai vestir, com o que vai colocar sobre a mesa para enfeitá-la e os presentes. Não mais com o Natal de Jesus, somente Natal. É uma festa. E parece que somos ainda os romanos. Já não há mais vomitórios públicos, mas se come e se bebe e haja sal de frutas para continuar a beber e a comer. E Jesus, quando e onde nasceu Jesus? Chico Xavier disse: "Sempre me fiz essa pergunta: onde será que Jesus nasceu?" Finalmente consegui obter essa resposta. É Chico falando pra gente, ele conseguiu obter a resposta de quando e onde Jesus nasceu e ele compartilha conosco. Perguntemos a Maria de Magdala onde e quando Jesus nasceu? E ela nos responderá: Jesus nasceu em Betânia. Foi certa vez que sua voz tão cheia de pureza e santidade despertou em mim a sensação de uma vida nova com a qual então eu jamais sonhara. Perguntemos a Francisco de Assis o que ele sabe sobre o nascimento de Jesus e ele nos responderá. Ele nasceu no dia em que na praça de Assis entreguei minha bolsa, minhas roupas e até meu nome para segui-lo incondicionalmente, pois sabia que ele é a fonte inesgotável do amor. Perguntemos a Pedro quando se deu o nascimento de Jesus? E ele nos responderá: Jesus, Jesus nasceu no pátio do palácio de Caifás, na noite em que o galo cantou

a que ele é a fonte inesgotável do amor. Perguntemos a Pedro quando se deu o nascimento de Jesus? E ele nos responderá: Jesus, Jesus nasceu no pátio do palácio de Caifás, na noite em que o galo cantou pela terceira vez, no momento em que eu havia negado. Foi nesse instante que acordou a minha consciência para a verdadeira vida. Perguntemos a Paulo de Tarso quando se deu o nascimento de Jesus. E ele nos responderá. Jesus nasceu na estrada de Damasco. Quando envolvido por imensa luz que me deixou cego, pude ver a sua figura nobre e serena, que me perguntava: "Saulo, Saulo, por que me persegue?" E na cegueira passei a enxergar um mundo novo quando eu lhe disse: "Senhor, que queres que eu faça?" Perguntemos a Joana de Cusa, onde e quando Jesus nasceu? E ela nos responderá. Jesus nasceu no dia em que, amarrada ao poste do circo romano, eu ouvi o povo gritar: "Abjura! Abjura, ou seja, negue". E o soldado com a tocha acesa, dizendo: "Este teu Cristo te ensinou apenas a morrer". Foi nesse instante que, sentindo o fogo subir pelo meu corpo, pude, com toda certeza e sinceridade responder: "Não me ensinou só isso. Jesus ensinou-me também a te amar". Perguntemos a Tomé: "Onde e quando Jesus nasceu?" E ele nos responderá: Jesus nasceu naquela noite inesquecível, que ele me pediu para tocar as suas chagas e me foi dado testemunhar que a morte não tinha poder sobre o filho de Deus. Só então compreendi o sentido de suas palavras. Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Perguntemos à mulher da Samaria o que ela sabe sobre o nascimento de Jesus e ela nos responderá. Jesus nasceu junto à fonte de Jacó na tarde em que me pediu para beber e me disse: "Mulher, eu posso te dar a água viva que sacia toda a sede, pois vem do amor de Deus e santifica as criaturas". Naquela tarde soube que Jesus era realmente o profeta de Deus e lhe pedi: "Senhor, dá-me desta água". Perguntemos a João, o Batista: quando se deu o nascimento de Jesus? E ele nos responderá. Jesus nasceu num instante em que, chegando ao rio de Jordão, pediu-me que

he pedi: "Senhor, dá-me desta água". Perguntemos a João, o Batista: quando se deu o nascimento de Jesus? E ele nos responderá. Jesus nasceu num instante em que, chegando ao rio de Jordão, pediu-me que o batizasse. E ante a meiguice do seu olhar e a majestade da sua figura, pude ouvir a mensagem do alto: "Este é o meu filho amado, no qual pus a minha complacência. Compreendi que chegar o momento dele crescer e eu diminuir para a glória de Deus. Perguntemos a Lázaro quando e onde Jesus nasceu? E ele nos responderá: Jesus nasceu em Betânia, na tarde em que visitou o meu túmulo e disse: "Lázaro, levanta. Neste momento compreendi finalmente quem ele era, a ressurreição e a vida. Perguntemos a Judas Iscariotes, quando se deu o nascimento de Jesus? E ele nos responderá: Jesus nasceu no instante em que eu assistia ao seu julgamento e a sua condenação. Compreendi que Jesus estava acima de todos os tesouros terrenos. Perguntemos à Bezerra de Menezes, o que ele sabe sobre o nascimento de Jesus? E ele nos responderá. Jesus nasceu naquele dia em que descia as escadas da Federação Espírita Brasileira e um homem se aproximou de mim, dizendo: "Vim devolver-lhe o abraço que me deste em nome de Maria, porque renovei a minha fé e confiança em Deus." Foi naquele instante em que percebi a sua misericórdia. e seu imenso amor pelas criaturas. Perguntemos finalmente a Maria de Nazaré, onde e quando Jesus nasceu? E ela nos responderá. Jesus nasceu em Belém sob as estrelas que eram focos de luzes, guiando os pastores e as suas as suas ovelhas ao berço de palha. Foi quando segurei pela primeira vez em meus braços e senti cumprir a promessa de um novo tempo através daquele menino de Deus, aquele menino que Deus enviar ao mundo para ensinar a lei maior do amor. Agora pensemos só um pouquinho. para nós, quando Jesus nasceu, pensemos mais um pouquinho. E se nós descobrirmos que ele ainda não nasceu? Então vamos procurar urgentemente fazer com que ele nasça um dia destes, porque quando isso acontecer,

quando Jesus nasceu, pensemos mais um pouquinho. E se nós descobrirmos que ele ainda não nasceu? Então vamos procurar urgentemente fazer com que ele nasça um dia destes, porque quando isso acontecer, teremos finalmente entendido o Natal. e verdadeiramente encontrado a luz. Que Jesus nasça em nossos corações e que sim seja sempre Natal em nossas vidas, para que nunca nos falte a esperança e a alegria cristã. Não há problema nenhum comemorarmos o Natal no dia 25 de dezembro. É uma data simbólica, psicológica, uma data afetiva, mas lembremos de Filemon e Bals oferecendo a singeleza de seus corações. Reúnamo-nos, sim, a família com o singelo banquete, como o singelo banquete daquele casal que ofereceu o caldo de amor. as frutas secas das suas conquistas pelo trabalho. Abramos a nossa choupana íntima para deixar o Cristo de Deus nascer, crescer, falar dentro de nós e fazer brilhar a nossa existência. Que neste Natal de Jesus comemoremos esse nascer. do Nazareno na nossa casa interna, seja nas singelas condições materiais que tivermos, mas que comemoremos de coração, deixando crescer em nós o verdadeiro cristão e não o antigo romano que ainda cultua Apolo. Não deixemos Jesus ser apenas uma personagem nas nossas vidas. Lembremos de Constantino que não entendeu o sinal da cruz. Com a inscrição, com este sinal vencereis. É a cruz com a qual venceremos o mundo. O negue a si mesmo. Toma a tua a tua cruz de cada dia. Vence os teus inimigos internos e segue-me. Não é guerreando com o nosso irmão que venceremos. é aprendendo a amar o amor que o Nazareno veio nos ensinar. O amor que Bals e Filemon representam naquelas tilhas. É Natal, é tempo de celebração o reunir-se no banquete com o aniversariante e nos alimentemos dos seus ensinamentos. para viver a verdadeira cristandade nos dias do novo ciclo que já se apresenta. Que Jesus nasça em nossos corações e que seja Natal, Natal todo dia em nossas vidas, para que não falte a esperança e a alegria cristã. Fiquem em paz e um feliz Natal de Jesus,

lo que já se apresenta. Que Jesus nasça em nossos corações e que seja Natal, Natal todo dia em nossas vidas, para que não falte a esperança e a alegria cristã. Fiquem em paz e um feliz Natal de Jesus, com Jesus para todos vocês. Nós agradecemos a nossa querida Patrícia por esse convite. É um convite, né, para que a gente deixe esse Jesus nascer cada dia um pouquinho. Acho que ele não nasce de uma vez só, não. Acho que ele vai nascendo cada dia, nasce um pouquinho. Que a gente continue nesse caminho. Vamos fazer a nossa prece, então, procurando nos conectar a esse nosso mestre querido, que é também o nosso amigo, e pedir a ele, Jesus, que nós possamos nos aproximar de ti, sentir o teu amor por todos nós, sentir a tua confiança em cada um de nós, sentir a tua proteção e que nós possamos, mestre querido, utilizar esse tesouro que recebemos desses ensinamentos de paz que nos auxili auxiliarão com certeza na superação das nossas dificuldades, nossos momentos de crise, nas nossas dúvidas diárias, que nós possamos, querido amigo, abrir o nosso coração para te receber, que possamos amos abrir o nosso lar e que a tua presença se faça sentir através do nosso esforço em termos atitudes amorosas com aqueles que nos rodeiam, em procurarmos trazer a nossa vida a prática do perdão, a compreensão com os nossos semelhantes. Abençoa, mestre querido, a nossa intenção de crescer e fica conosco nessa noite e em todos os dias da nossa vida. Graças a Deus, meus amigos, desejo a todos uma excelente noite. Deixo a todos nós nas mãos da nossa querida Evmas, que vai nos orientar em relação ao passe. Boa noite a todos. >> Sejam bem-vindos. A nossa sala de passe virtual da comunhão espírita [música] de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, [música] temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo [música] melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no

érios por fluidos benéficos. Durante o passe, [música] temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo [música] melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, [música] restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do Paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus [música] de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre amigo [música] de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários [música] ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos [música] de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada [música] no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, [música] a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar [música] os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus [música] corações. E também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes [música] de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade [música] e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam [música] para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa [música] estrada da vida. Estamos chegando aos [música] momentos finais de nosso passe. Faremos então a

familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa [música] estrada da vida. Estamos chegando aos [música] momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração [música] que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos [música] devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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