O ÚNICO INIMIGO - Camila Machado [PALESTRA ESPÍRITA]
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para ti obrigado a comunhão espírita de Brasília. Senhor, estou aqui. para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver. Doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir. Muito bom dia. Sejam todos muito bem-vindos à Comunão Espírita de Brasília, tanto aqueles que nos acompanham presencialmente aqui no Salão Bezerra de Menezes, como também aqueles que nos acompanham pela internet, seja agora ao vivo, né, ou posteriormente de forma gravada. Tá, já saúdo aqui quem tá ao vivo, a Emiliana, a Rosana, a Riba e todos os outros, né, que vão deixar aqui os comentários. Fica o convite para se ainda não segue a nossa página no YouTube, seguir, ativar as notificações, né, deixar aqui seu comentário no chat. É uma forma da gente tá sinalizando a plataforma que o conteúdo da palestra ela é útil. Estamos aqui com a nossa irmã Camila Machado, que vai trazer o tema o único inimigo. Vixe, quem é o único inimigo, hein? Para ajudar a gente a acalmar nossos pensamentos, serenar nossos corações. Eu vou ler um capítulo do livro Conselhos Úteis, de autoria de Hilda Pereira Magalhães, que foi recebida pela médio Hilda Alonso e foi editada aqui pela Comão Espírita de Brasília. É um singelo livro, mas rico de conteúdo, né? É um ótimo livro pra gente pegar durante o dia, fazer uma abertura ou então uma leitura sequencial, não tem problema. Mas a Hilda Pereira foi eh mãe da Hilda Alonso, né? Então são conselhos maternais. A grande família, posso ver-te sempre amigável para com os teus, mas reflete tua família não estar circunscrita ao teu lar e aos teus filhos. Tua família é a humanidade, porque já compreendeste a doutrina do Cristo, que te recomenda amar todos os semelhantes. Esclarecida ainda pela doutrina dos espíritos, sabes dos compromissos que te envolvem a existência, com vistas ao progresso do teu espírito. Não podes nutrir nenhum sentimento egoístico. precisas abrir os braços mais amplamente, considerando muitos
abes dos compromissos que te envolvem a existência, com vistas ao progresso do teu espírito. Não podes nutrir nenhum sentimento egoístico. precisas abrir os braços mais amplamente, considerando muitos necessitados que podem ser beneficiados por ti. Não perca as oportunidades. Socorre a todos indistintamente, desde que se te apresentem. O que fizeres só aumentará os créditos do teu espírito. Algum dia terás que regressar ao plano espiritual e então precisarás apresentar a tua folha de serviços. Aproveita a ocasião que te que se te oferece pela atual reencarnação, como se fosse decisiva no julgamento do teu espírito. Terás grandes júbilos se o fizeres. Que Deus te inspire sempre os melhores pensamentos de amor e ternura por todos os companheiros de jornada terrena. Então, nossa irmã Hilda fazendo a gente convidar refletir, né, sobre a a grande família, né, que vai além dos laços da terra que a gente tem. A gente costuma muito falar aqui na comunhão espírita, né, tem a família comunhão, né, estamos aqui reunido, mas a gente pode expandir um pouco mais, porque diante de Deus, né, somos todos irmãos. E e ela alerta aqui, né, a filha dela. E aí pode também um alerta para todos nós que a gente precisa eh tá atento, né, e aproveitar todas as oportunidades de ser útil. Tava falando com a Camila antes de começar a palestra sobre a afinitude da vida, né? E ela fala aqui, ó, vai chegar uma hora que a gente vai ser chamado e como é que vai est nossa folha de serviço perante, né, perante Deus. Então fica também aqui a mensagem final, né? Que Deus inspire os melhores pensamentos de amor e ternura por todos os companheiros da jornada terrena. Então, após essa breve leitura e breve reflexão, que tem o intuito de conectar, nos conectarmos neste momento da palestra, vamos agradecer primeiramente a Deus, nosso pai, criador de todas as coisas. por esta atual encarnação, por esta nova oportunidade que se apresenta diante de nós desse dia que se inicia. Agradecer a Jesus, nosso mestre,
meiramente a Deus, nosso pai, criador de todas as coisas. por esta atual encarnação, por esta nova oportunidade que se apresenta diante de nós desse dia que se inicia. Agradecer a Jesus, nosso mestre, nosso amigo e irmão, por todos os ensinamentos que eles deixaste e continua nos deixando por intermédio dos seus emissários. por intermédio de toda a espiritualidade que aqui se faz presente, que prepara este ambiente e acolhe a cada um de nós. Que a gente possa estar com os nossos pensamentos voltados à à palestra e refletirmos sobre o que ouviremos a seguir. Ampare nossa irmã Camila para ser intuída em seus pensamentos. e possa conduzi-los para nos ajudar a todos nós nessa batalha de cada dia. Que assim seja. >> Abençoado dia a todos e a todas. Que Jesus ilumine esse nosso encontro, inspire nossos corações para que possamos absorver tudo que nos vai ser trazido lá do alto. Queria dar as boas-vindas a todos que estão aqui presentes na comunhão e aqueles que nos acompanham através da TV Comunhão. Hoje nós vamos falar sobre o único inimigo, porque muitas vezes vamos atribuir a razão das nossas dificuldades, dos desafios, da negatividade da nossa vida a algumas pessoas que vão cruzar o nosso caminho. Notaremos nelas atitudes menos dignas que talvez tenham tido influência direta em alguns acontecimentos. Às vezes também vamos atribuir a forças negativas, obscuras que vai para além do corpo físico, já no campo espiritual. E muitas vezes justificaremos outros acontecimentos a partir daí. É muito comum da nossa parte sempre buscar uma razão, um culpado e isso nos ajuda a distribuir melhor a dor que muitas vezes estamos carregando dentro. Emanuel vai vir nos trazer um ensinamento onde ele vai dizer que de fato há um inimigo que pode ter certo grau de responsabilidade sobre acontecimentos em nossas vidas. Somente um. E hoje nós vamos entender qual é esse inimigo. Há uma frase atribuída a Santo Agostinho que diz assim: "Conhece-te? Aceita-te, supera-te. Três fases. Na fase do conhecer-se, do
ssas vidas. Somente um. E hoje nós vamos entender qual é esse inimigo. Há uma frase atribuída a Santo Agostinho que diz assim: "Conhece-te? Aceita-te, supera-te. Três fases. Na fase do conhecer-se, do autoconhecimento. Se nós formos lá para o livro dos espíritos, na questão 919, Kardec indaga qual o meio prático mais eficaz para se melhorar nesta vida e resistir ao arrastamento do mal. Então, não só para buscarmos a nossa melhor versão, para melhorarmos enquanto seres humanos, enquanto espíritos imperfeitos, mas o que fazemos para evitar que essas nossas más tendências acabem se potencializando a depender de onde estivermos ou do que estiver acontecendo? E a resposta deles foi: "Um sábio da antiguidade vos disse: ti mesmo". Então, o caminho para dar sentido à nossa estadia na Terra neste momento é inevitavelmente o autoconhecimento. Não há como fugir dele, não há outro caminho. Não podemos mais negar a este mundo interior tão vasto, tão potente. Na questão 919A, Kardec pergunta: "Compreendemos toda a sabedoria dessa máxima, mas a dificuldade está precisamente em se conhecer. Qual o meio de chegar a isso? Como eu faço para me conhecer?" E vem então uma mensagem de Santo Agostinho. É uma mensagem longa e por isso eu selecionei apenas alguns trechos, mas indico a leitura completa a todos. Então, em determinado momento, Santo Agostinho traz um conselho que ele mesmo praticava enquanto estava encarnado. E ele dizia que enquanto vivia na terra, no fim de cada dia, nas suas orações, ele rogava a sua consciência que passasse uma revista, começasse a a reparar como se fosse uma fita rebobinando no seu dia. O que havia feito? se não tinha faltado ao cumprimento de algum dever, alguma coisa que cabia a ele, mas deixou de fazer, se ninguém teria tido motivo de se queixar dele. Será que ele magoou alguém pelo caminho naquele dia? Foi assim que cheguei a me conhecer e a ver o que em mim necessitava de reforma. Então ele nos indica, indagai o que fizestes com e com que fito, ou seja,
e ele magoou alguém pelo caminho naquele dia? Foi assim que cheguei a me conhecer e a ver o que em mim necessitava de reforma. Então ele nos indica, indagai o que fizestes com e com que fito, ou seja, com que intenção agistes em determinada circunstância. Esse é um momento de extrema sinceridade, porque muitas vezes nós vamos tentar trazer justificativas para os nossos atos que sabemos que não foram os melhores, mas a gente tenta amenizar. Então, nesse momento, nós tentamos realmente sermos sinceros. Se qual era a nossa intenção lá no fundo, por trás daquela atitude, se fizestes alguma coisa que a censurariais nos outros. Isso ajuda muito também, porque muitas vezes vamos tentar amenizar quanto a nós, mas se fosse outra pessoa fazendo exatamente a mesma coisa, a nossa opinião já seria diferente. Então, ao fazer essa análise sobre as nossas próprias atitudes, imaginar, e se fosse o outro, estaria tudo bem? Se praticastes uma ação que não ousariais confessar, aquela que às vezes fica apenas no plano do pensamento, pensamos, se eu pensei, não externalizei, ninguém ouviu, ficou por isso mesmo. Mas é um pensamento às vezes tão obscuro que teríamos dificuldade de confessar para quem quer que seja que ele sequer passou pela nossa mente. Às vezes vamos praticar de fato algumas atitudes que vão ficar somente entre nós e talvez algumas pessoas ou mais ninguém. Mas será que deveríamos ter agido dessa maneira? Perguntai ainda isto. Se aprovesse a Deus chamar-me neste momento, ao entrar no mundo dos espíritos, onde nada é oculto, teria de temer o olhar de alguém? E o olhar mais severo de todos, geralmente é o da nossa própria consciência. Falamos da brevidade da vida. Podemos ser chamados a qualquer momento. Estamos prontos para isso? As nossas atitudes de hoje nos permitiriam ir com a consciência tranquila. Examinai o que pudesse ter feito contra Deus, depois contra o próximo e, por fim, contra vós mesmos. Porque são essas três formas diferentes, mas importantes, que podemos
com a consciência tranquila. Examinai o que pudesse ter feito contra Deus, depois contra o próximo e, por fim, contra vós mesmos. Porque são essas três formas diferentes, mas importantes, que podemos estar causando um dano, indo contra uma lei divina, contra o Pai, contra o próximo, contra nós mesmos. E às vezes somos muito, muito duros conosco. As respostas serão motivo de repouso para vossa consciência ou indicarão um mal que deve ser curado? Aqui ele reforça que quando estivermos indecisos quanto ao valor de uma de nossas ações, nos perguntarmos como qualificaríamos se tivesse sido praticado por outra pessoa. Então, não esqueçamos desse conselho valioso. No fim da mensagem de Santo Agostinho, Kardec faz um comentário e lá no finalzinho, vou ler só a última frase, ele fala que quando fizermos essas indagações, nossas respostas precisam ser categóricas, sim ou não. Não tem um meio termo. E aí ele diz: "Dessa forma podemos computar a soma de bem e de mal que ainda existe em nós. Sabemos que somos espíritos imperfeitos, que temos muito a melhorar, mas muitas vezes vamos questionar o fato de não lembrarmos das nossas existências passadas e atribuir a isso a nossa dificuldade nesse processo de reforma íntima. Como eu vou saber o que fazer se eu não me lembro aonde eu errei? Como eu vou ter uma relação mais saudável com essa pessoa se eu sinto uma energia tão negativa em relação a ela que eu percebo que tem raízes em outras existências, mas não sei o que de fato aconteceu. Como eu vou seguir se eu não sei o que me acompanhou lá atrás e que talvez esteja refletindo diretamente no meu hoje. Kardec também tratou disso lá no Evangelho Segundo o Espiritismo. No capítulo 5, no item 11, ele vai falar sobre o esquecimento do passado. E ele vai dizer que o véu do esquecimento, ele não é por acaso. Ele tem uma utilidade que lembrar poderia nos humilhar, poderia exaltar o nosso orgulho e, por isso mesmo, dificultar o exercício do nosso livre arbítrio. É totalmente diferente entrar numa
por acaso. Ele tem uma utilidade que lembrar poderia nos humilhar, poderia exaltar o nosso orgulho e, por isso mesmo, dificultar o exercício do nosso livre arbítrio. É totalmente diferente entrar numa situação no escuro e agir sem saber de algumas informações do que sabendo. E então, por causa disso, influenciados e às vezes forçados agirmos de maneira diferente. Esse não é um teste verídico, falta alguma coisa porque não lê a a intenção sincera dos nossos corações. Então ele continua dizendo que Deus nos deu para nos melhorarmos justamente o que necessitamos e que é suficiente, a voz da nossa consciência, que é essa distinção do bem e do mal e as tendências instintivas. E todo o resto ele nos tira porque poderia nos prejudicar. Tendências instintivas é aquilo que a gente faz sem pensar, quando agimos no automático. Quais são as nossas reações diante do que nos acontece? E por que não conseguimos agir diferente? Se estivermos bem atentos a essas reações, também chegaremos a raiz dessas nossas más tendências que ainda nos acompanham. Muitas vezes nós vamos pensar que é algo besta, que é algo que pode ser deixado para lá, que não é nada demais, mas se ainda é uma dificuldade que nos acompanha, isso significa que por várias outras existências estivemos tentando mudar e não conseguimos. E trazemos isso para mais uma, porque o nosso espírito continua sendo quem ele é. Ao encarnar não nos transformamos automaticamente em alguém melhor e ao desencarnar também não. Ele então vai dizer assim: "Suas más tendências atuais indicam o que lhe resta corrigir em si mesmo". É sobre isso que ele deve concentrar toda a sua atenção, pois daquilo que foi completamente corrigido já não restam sinais. O que tiver sido completamente corrigido, já não restam sinais. Então, o que que ainda precisa ser corrigido? Nós sabemos, estamos atentos, estamos fazendo essa análise. A partir do momento em que demos esse primeiro passo do conhece-te e começamos a destrinchar aonde precisamos melhorar, vem aquele segundo
? Nós sabemos, estamos atentos, estamos fazendo essa análise. A partir do momento em que demos esse primeiro passo do conhece-te e começamos a destrinchar aonde precisamos melhorar, vem aquele segundo passo: aceita-te. E essa fase é muito difícil, porque aceitar-se como somos, aceitarmos que somos falhos, que somos falíveis, que erramos tanto quanto aqueles que muitas vezes apontamos os dedos e julgamos, dói. É um peso muitas vezes que parece insuportável de carregar, porque ele pode vir com culpa. Então, é mais fácil negar do que lidar, enxergar de frente. Quando nós vamos nesse nesse nessa segunda fase do aceitar-nos, vamos também bater de frente com uma das duas grandes chagas da humanidade, segundo a espiritualidade, que é o nosso orgulho. Nós somos extremamente orgulhosos. Temos muita dificuldade de reconhecer em nós aonde precisa ser melhorado, aonde nós também erramos. E por que que isso acontece? Vejam bem, nós temos dificuldade não só em enxergar os lados negativos, como os positivos também. Às vezes, algumas pessoas vão chegar e vão nos perguntar: "Me fala aí cinco qualidades que você tem." E muitas vezes não vamos saber dizer, temos dificuldade em falar sobre nós. Às vezes vão nos perguntar: "Me fala cinco defeitos". E nós vamos dizer aqueles defeitos mais clichês que podem até ser de fato verdade, mas há muito mais em nós que preferimos não ver. Então, muitas vezes vamos dizer: "Ah, eu sou muito perfeccionista. Ah, eu eu acho que tô sempre certa. Ah, eu eu sou uma pessoa muito rígida. Podemos ir mais fundo, podemos entender cada vez mais, destrinchar essas questões que percebemos em nós. Quando nós vamos falar de culpa, a culpa é um sentimento muitas vezes inevitável. Mas se nós permitirmos que tome morada em nosso coração, essa culpa vai crescer, vai começar um processo destrutivo no nosso espírito, que aí vai para o campo do remorço, onde ficamos remoendo a mesma questão. E é uma energia que fica voltada para dentro, somente piorando a nossa situação, não
m processo destrutivo no nosso espírito, que aí vai para o campo do remorço, onde ficamos remoendo a mesma questão. E é uma energia que fica voltada para dentro, somente piorando a nossa situação, não leva nada positivo. Ela não tem uma um direcionamento específico para depois daquilo sair algo bom. É por isso que Emanuel no livro Pensamento e Vida disse assim: "Quando fugimos ao dever, precipitamos-nos no sentimento de culpa, do qual se origina o remorço com múltiplas manifestações, impondo-nos brechas de sombra aos tecidos sutis da alma." Brechas de sombras. E aí vem as doenças, aí vem os problemas de ordem de saúde mental, aí vem as companhias que vibrem na mesma sintonia. Então nós precisamos fazer algo a respeito da culpa, porque ao nos aceitarmos, isso não quer dizer que devemos mergulhar num processo de culpa. A proposta é trocar a culpa. pela responsabilidade. Porque quando nos responsabilizamos pela nossa parte, pelos nossos deveres que às vezes foram deixados de lado, nós estamos assumindo um trabalho. Eu sou responsável por isso, por isso, por isso, por isso. O que eu vou fazer a respeito? Então essa energia que inicialmente ficava concentrada em somente remoer internamente se volta para o exterior e começamos a colocar a mão na massa, a tentar reequilibrar o que nós mesmos desequilibramos. Talvez existam situações que tivemos participações em que achemos que não há mais nada que possa ser feito, algo irremediável que teve de alguma forma a nossa colaboração, mas sempre há que possa ser feito, porque a doutrina espírita nos ensina que a vida continua, que a morte não existe, que nós temos todo o tempo do mundo por um pai que é generoso, paciente, bondoso, amoroso e que as oportunidades se renovam. Então, embora talvez não possamos fazer exatamente o que gostaríamos ou acharíamos necessário para reequilibrar, se agirmos no bem, já estaremos no caminho. Tudo isso é levado em consideração. Nossas reais intenções, nosso real arrependimento, nossa vontade de fazer diferente. E isso
ecessário para reequilibrar, se agirmos no bem, já estaremos no caminho. Tudo isso é levado em consideração. Nossas reais intenções, nosso real arrependimento, nossa vontade de fazer diferente. E isso é observado não só por nós mesmos, a nossa consciência, mas por todos aqueles que nos acompanham, encarnados e desencarnados. E é aí que vai se desenvolvendo o processo do perdão, da transformação, da inspiração. O terceiro passo, supera-te, porque já nos conhecemos, já fizemos essa análise, aonde preciso melhorar, quais são as minhas dificuldades, por que eu reajo de determinada maneira. Já nos aceitamos sem julgamento, fomos compassivos conosco e pensamos: "O que que eu vou fazer agora?" E aí então nos superamos, saímos dessa melhor do que chegamos. A intenção não é sair perfeitos, é sairmos um pouquinho melhor. Isso já é superação. E não há, né, numa escala de de averiguação se aquilo foi pouco ou se foi muito, porque se nós não conseguimos anteriormente, o que quer que seja, só o fato de conseguirmos agora já faz valer a pena. Aceitando que precisamos melhorar em busca da nossa melhor versão, nós vamos para o texto de Emanuel, no livro Refúgio, psicografia do Chico Xavier, capítulo 12. E ele diz assim: "Quando a luz do conhecimento evangélico penetra o plano obscuro da nossa mente, então aqui era tudo escuro. Chega o conhecimento evangélico, ele vem como uma verdadeira luz. Estabelece-se a divisão no mundo de nossa alma, entre o bem e o mal, entre a claridade e a sombra. Nessa hora, nós vamos ver todas as nossas virtudes já conquistadas e também veremos tudo que nos resta ainda por alcançar, por equilibrar, por melhorar. Compreendemos então que o nosso conceito de paz se modifica à medida em que essa luz do conhecimento evangélico vai cada vez mais se potencializando no nosso íntimo. O que nós considerávamos paz passa a mudar um pouco. Hoje, o que é paz para nós? Eu imagino que todos aqui gostariam de ter paz. Mas o que é paz para cada um? Isso muda muito. Talvez para alguns paz seria alcançar
siderávamos paz passa a mudar um pouco. Hoje, o que é paz para nós? Eu imagino que todos aqui gostariam de ter paz. Mas o que é paz para cada um? Isso muda muito. Talvez para alguns paz seria alcançar determinado nível de riqueza. Talvez para outros paz seria alcançar sucesso. Talvez para outros paz seria o reconhecimento. Para outros seria saúde, para outros seria perdão. Emana continua: "Observamos espantados a paz do cofre recheado de ouro. Então, para aqueles que atribuem ao dinheiro a paz que tanto aguardam, que se transforma com o tempo em aflição da avareza. Então, aquele que busca paz no dinheiro, inevitavelmente, em algum momento, vai ser tomado pela aflição da avareza. Aareza é esse apego excessivo, essa mesquinha. Eu quero tudo para mim, nada. é suficiente e a generosidade é deixada de lado do excessivo reconforto da carne. Então, aqueles que buscam ter todo aquele conforto que às vezes a a matéria vai poder também proporcionar, não raro se converte em moléstia infeliz, ou seja, num abatimento moral. Porque às vezes nós não estamos só buscando o necessário, nós estamos buscando o supérfo. E quando alcançamos, se chegamos lá, percebemos que aquilo não alimentou a nossa alma, que a resposta não estava ali, que aquele sentimento de paz não chegou. E aí vem esse abatimento moral da alegria da herança amoedada que frequentemente desaparece em amarga tortura mental. do contentamento da posse efêmera, passageira, não dura. Até porque nós vivemos tão pouco aqui neste plano. Pouco a pouco dá lugar a lamentável escravidão do espírito, da mentirosa segurança do poder humano que cedo se mergulha na pesada corrente do desencanto. chegamos desta forma a entender que a paz fictícia da morte moral, ou seja, é uma paz criada pela nossa mente, é um aquela aquela ideia que às vezes é propagada por aí, nós podemos começar a acreditar que o mundo é dos espertos, que vale a pena escolher o caminho mais fácil, porque parece que tá dando certo para alguns. Então, essa paz fictícia da morte moral
por aí, nós podemos começar a acreditar que o mundo é dos espertos, que vale a pena escolher o caminho mais fácil, porque parece que tá dando certo para alguns. Então, essa paz fictícia da morte moral acompanha sempre os iníquos, ou seja, os injustos e os perversos, os maus, aparentemente triunfantes, e os enganados de todas as matizes. Então, geralmente quem pensa assim é uma pessoa injusta, é uma pessoa perversa que aparenta ter se dado bem. aparenta ter dado certo e despertam invariavelmente nos espinheiros da dor e da desesperação. Então, despertam porque tomam consciência, enxergam além da ilusão e aí vem a dor, aí vem o desespero. Por isso mesmo, a revelação do evangelho em nós, na profunda intimidade da nossa alma é guerra. Essa guerra que Emanuel falou lá no início, entre o bem e o mal, entre a claridade e a sombra, é uma guerra que tá acontecendo aqui dentro. Luta imensa que nos comprimor incessante. Incessante. E aí tem uma outra frase que eu gosto muito que diz assim: "Muito vence quem se vence". E essa é uma batalha que poucos vem e é uma vitória que também muitos não acompanham. E às vezes nós não celebramos essas vitórias porque não damos foco para esses pequenos progressos que já conseguimos dar ao longo da nossa jornada. E se nos vemos realmente muitas vezes separados dos nossos familiares e dos nossos laços mais queridos ao coração, seja por situações que acontecem aqui na Terra e às vezes nossos caminhos tomam rumos diferentes ou por perdas que também acontecem. Segundo o ensinamento da boa nova, somos obrigados a reconhecer que nesse combate sem sangue do nosso campo interior, somente possuímos um grande inimigo, o nosso próprio eu. Então, esse grande inimigo que realmente muitas vezes tem responsabilidade sobre o que nos acontece, somos nós mesmos. É um convite para pararmos de buscar culpados, de apontar dedos, de justificarmos e assumirmos o controle da nossa própria vida, das mudanças que queremos ver, das transformações. Começa em nós e termina em nós, mas isso
rarmos de buscar culpados, de apontar dedos, de justificarmos e assumirmos o controle da nossa própria vida, das mudanças que queremos ver, das transformações. Começa em nós e termina em nós, mas isso acaba refletindo para o mundo externo também, porque é uma vibração que contagia. separado da verdade divina, que precisamos reestruturar nos moldes sublimes do nosso divino mestre, há golpes de sacrifício pessoal. Então, nesse processo dessa guerra interna, onde queremos vencer a nós mesmos, vamos precisar nos sacrificar. Não vai ser fácil, vai ter suor, vai ter lágrimas, a fim de que nos coloquemos ao encontro da grande fraternidade para a vitória plena do amor em nosso espírito, em marcha sublime para nossa destinação de filhos de Deus na felicidade da vida imortal. E Em Emanu finaliza deixando um recado nesse livro muito bonito e ele diz assim: "Do coração vertem lágrimas de alegria, do cérebro renovado partem súplicas de esperança. Não ouvides que além da carne, em cuja protetora vestimenta agora estagias, outros círculos aguardam-te o cérebro e o coração. Nós estamos plantando hoje aquele futuro que nós tanto aguardamos. O coração limpo clareia os olhos e os ouvidos que, inspirados nele, não conseguem ver e ouvir senão o bem por onde caminho. E assim lembramos da frase dita por Jesus lá em Mateus, capítulo 6, versículo 22: "Se os teus olhos forem bons, todo o teu corpo será luminoso." Um bom dia a todos. Muito obrigado. >> Obrigado também, Camila, pelas reflexões desta manhã. Agradecer também todos que estão aqui presencialmente no salão Bezerra de Menezes. Aqueles que nos acompanham pela internet, já vejo aqui as últimas mensagens da Tânia, Rosana, Caik, Leandro. Fica também o nosso agradecimento, o convite para curtir o vídeo, né, também compartilhar. Eh, a Camila foi falando, eu lembrei de um de um de um exercício que normalmente faz com criança, né, adolescente, coloca uma caixa assim e fala assim, ó, ali dentro você vai ver o seu maior inimigo, né? E quando a pessoa abre a caixa é um
um de um de um exercício que normalmente faz com criança, né, adolescente, coloca uma caixa assim e fala assim, ó, ali dentro você vai ver o seu maior inimigo, né? E quando a pessoa abre a caixa é um espelho, né? E então fica esse inicialmente, né, esse convite da gente se conhecer, né, fazer o autoconhecimento, a nossa reforma íntima que depende só de nós, né? Eh, queria deixar também aqui no o aviso aqui na comunhã a gente tá com atendimento fraterno todos os dias, né? Hoje, terça-feira, eh, iniciou agora 8:30 e vai até às 10:30 da manhã e retorna às 15:30 e vai até às 21 horas. Também temos atendimento de forma eh virtual e aí mais informações no site da Como é o espírita de de Brasília, né? O atendimento fraterno é um momento que a gente procura ajuda, né? Colocar algo que não tá fazendo a gente não se sentir bem. A gente às vezes precisa reorganizar nossas energias, né? Nessa proposta que a Camila falou, né? a gente se aprimorar cada dia um pouquinho mais e aí no final da jornada a gente sair daqui um pouco melhor do que aqu. Então volto a agradecer todos, né, que estão aqui eh assistindo a palestra, em especial a Camila pelas reflexões desta manhã. agradecer também mais uma vez a toda a espiritualidade que se faz presente, nos amparando, nos acolhendo. Agradecer essas bênçãos que vêm do alto, que a gente possa renovar nossas energias aqui nesta palestra, renovar nossas energias paraa batalha íntima que travamos no nosso caminhar. que a gente possa sair daqui nessa percepção de que não estamos sozinhos, estamos sendo amparados, porque Jesus disse que nenhuma ovelha seria perdida, que nesse esforço de a cada dia ser melhor do que ontem, seguindo essa esse conselho de Santo Agostinho de a cada dia a gente refletir sobre como foi ele, o que que a gente fez de bom, o que que podemos fazer de diferente? E assim, nesse esforço diário, a gente vai conseguir vencer a nossa própria jornada. Que a gente possa ir em paz e que Jesus nos acompanhe. Graças a Deus. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe
rente? E assim, nesse esforço diário, a gente vai conseguir vencer a nossa própria jornada. Que a gente possa ir em paz e que Jesus nos acompanhe. Graças a Deus. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para
corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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