CONVIVÊNCIA - Camila Machado [PALESTRA ESPÍRITA]
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A paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver. Doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Muito bom dia. Sejam todos muito bem-vindos, bem-vindas à Comunão Espírita de Brasília. Tanto que estão aqui presencialmente, né, no salão Bezerra de Menezes, os que estão também eh de forma virtual, Giovana, Riba, Rosana, Mestra Branca, todos que estão aqui, que a parte de Jesus esteja conosco. Estamos aqui com a nossa irmã Camila, que vai trazer o tema convivência. Antes eu vou ler um trecho do livro Conselhos de autoria de Hilda Pereira Magalhães, que foi recebida pela médio Ida Alonso. Esse singelo livro, ele foi editado aqui pela Comprita de Brasília e traz pequenas mensagens, né? Cada folha, cada página é uma mensagem. E a Pereira Magales for a mãe da Hilda Alonso, né? Então são conselhos maternais para nos ajudar no no dia de hoje. Nada justifica a inércia. Sempre temos alguma coisa para oferecer da nossa experiência e da especial visão que agora adquirimos dos problemas da vida terrena. É proveitoso lembrar que sempre é tempo para começar uma tarefa. Não é a idade física que impede que te proponhas a uma melhor atitude mental, a uma determinação nova, a um trabalho de utilidade indiscutível. Tens capacidade física, possu idez mental, podes utilizar teus sentidos quase que com plenitude. Dispões de tempo e de habilidades várias. Nada justifica a inércia ou a omissão, que só poderiam prejudicar-te à saúde física e mental. Arregaça as mangas e põe em mãos à obra. Não te mantenhas expectante, aguardando a oportunidade que há muitos já te oferecida. Faz tudo aquilo que puderes do benefício geral, não só dos teus familiares, mas também daqueles que possam ser alcançados pelo teu serviço. Aproveita com entusiasmo que a vida te proporcionou, porque Jesus, que te
lo que puderes do benefício geral, não só dos teus familiares, mas também daqueles que possam ser alcançados pelo teu serviço. Aproveita com entusiasmo que a vida te proporcionou, porque Jesus, que te observa te ajudará e te funcionará quando te dispuserdes a qualquer atividade construtiva. Então nossa irmã Hilda, né, alertando que nada justifica a inércia, nada justifica não fazermos nada, a gente sempre tem oportunidades. E quando a gente se colocar em movimento, ela lembra que Jesus vai nos ajudar e nos impulsionar, né, nessa prática do bem. Pensando nessa reflexão, elevemos nosso pensamento ao alto, agradecendo a Deus, nosso pai, Jesus, nosso mestre, amigo, a toda a espiritualidade que aqui se faz presente, a oportunidade de estarmos aqui reunidos, seja de forma presencial ou virtual, que possamos nos contactar com um só pensamento da reforma íntima, da reflexão do que estamos passando e principalmente neste momento nas palavras que serão ditas durante a palestra. que a gente possa a cada palavra, a cada frase, a cada ideia refletirmos no nosso dia a dia, no nosso íntimo, como podemos aplicar para nos fortalecer. Pedimos em especial que ampare nossa irmã Camila para que diante do que ela se preparou, diante do que foi dito, ela seja intuída na mensagem que iremos ouvir em instantes. Que assim seja. Graças a Deus. Muito bom dia a todas e a todos que estão aqui na TV, na comunhão espírita de Brasília, que estão nos acompanhando na TV Comunhão. Que Jesus abençoe o nosso encontro, que nossos corações estejam abertos para receber esses conselhos que vem do alto à luz da doutrina espírita. Hoje nós vamos falar sobre convivência e talvez esse seja um dos maiores desafios nessa existência, lidar com o outro. E não tanto pelas diferenças que vamos encontrar ao nos relacionarmos, mas principalmente pelo espelho que é e enxergar a nós mesmos através das nossas relações, nos relacionarmos com os outros. é encarar os nossos próprios monstros, porque a forma como a gente reage ao
mas principalmente pelo espelho que é e enxergar a nós mesmos através das nossas relações, nos relacionarmos com os outros. é encarar os nossos próprios monstros, porque a forma como a gente reage ao outro mostra quem realmente ainda somos. É por isso que André Luiz, no livro Respostas da Vida, discografado pelo Chico Xavier, no capítulo 15, em determinado momento do texto, vai dizer: "Muito difícil viver bem se não aprendemos a conviver". Se formos lá para o livro dos espíritos, nós vamos ver que no livro terceiro vamos ter elencadas todas as leis divinas. Essas leis estão inscritas na nossa consciência de forma que ainda que a gente não saiba dizer exatamente o que elas dizem, nós sentimos. A nossa intuição nos guia se nos permitirmos estarmos ligados com o alto. É por isso que somos responsáveis pelos nossos atos. A diferença entre o bem e o mal, a noção do que nos cabe tá lá no nosso âmago e nos guia na nossa existência. Uma dessas leis trazida por Kardec espíritos superiores, é a lei de sociedade. Então, essa lei visa nos mostrar a necessidade que nós temos de nos relacionarmos, a necessidade da vida social. Essa lei ali também entre as questões vai nos falar sobre a questão do isolamento. Quando decidimos então nos recolhermos, talvez não mais convivermos e quem sabe assim evitar problemas, estresses, será que esse é o caminho? E não por acaso, dentro dessa lei também vai falar sobre os laços de família, já que o maior teste de todos está dentro de casa com aqueles que Deus colocou tão próximos de nós, não por acaso. Então vamos ler algumas questões que eu separei aqui para entendermos a importância da convivência. Na questão 766, Kardec pergunta aos espíritos: "A vida social é natural?" E eles respondem: "Certamente Deus fez o homem para viver em sociedade. Nós fomos criados para isso, para vivermos em comunhão. Deus não deu inutilmente ao homem a palavra e todas as outras faculdades necessárias à vida de relação. Nossa capacidade de nos comunicarmos uns com os outros através das palavras, mas
os em comunhão. Deus não deu inutilmente ao homem a palavra e todas as outras faculdades necessárias à vida de relação. Nossa capacidade de nos comunicarmos uns com os outros através das palavras, mas também na falta delas, com um olhar, com um gesto. Não é por acaso. Na questão 768, Kardec pergunta: "O homem, ao buscar a sociedade obedece apenas um sentimento pessoal ou há também nesse sentimento uma finalidade providencial? de ordem geral. Ou seja, será que ao nos relacionarmos estamos sendo guiados só pelos nossos instintos, pelos nossos sentimentos? Ou tem um propósito maior, uma vontade divina acima de tudo isso? E eles respondem: "O homem deve progredir, mas sozinho não o pode fazer, porque não possui todas as faculdades. Certamente o nosso pai, na sua infinita sabedoria, colocou propositalmente essas deficiências em cada um de nós, de forma que nos complementássemos para assim nos unir cada vez mais." Então os espíritos continuam, precisa do contato dos outros homens. Nós precisamos, é uma necessidade, não é uma opção. No isolamento, ele se embrutece e se estiola, ou seja, se enfraquece, se debilita. Quando nós não estamos convivendo, nós estamos como que enferrujando, não conseguimos progredir. E, afinal de contas, é para isso que estamos aqui, é para isso que fomos criados. E isso é lei. Inevitavelmente vamos cada vez mais evoluir e quanto mais tentarmos evitar essas convivências, mais vamos adiar esse processo, torná-lo mais penoso. Questão 769. Kardec quer saber a respeito do isolamento e ele então pergunta: "Concebe-se que, no princípio geral, a vida social esteja nas leis da natureza? Mas como todos os gostos são também naturais, por que o do isolamento absoluto seria condenável se o homem encontra nele satisfação? Ou seja, se eu me sinto bem sozinho, se eu gosto de me recolher, se eu prefiro não ter contato com os outros, por que isso é tão errado? E eles respondem: Satisfação egoísta. Há também homens que encontram satisfação na embriaguez. Aprovas isso?
sto de me recolher, se eu prefiro não ter contato com os outros, por que isso é tão errado? E eles respondem: Satisfação egoísta. Há também homens que encontram satisfação na embriaguez. Aprovas isso? Deus não pode considerar agradável uma vida em que o homem se condena a não ser útil a ninguém. Então, às vezes vai ser mais confortável, vai ser mais fácil não convivermos, não ter que lidar com essas diferenças, mas deixamos de sermos úteis, porque como vimos, nós estamos sempre nos complementando, então sempre temos algo a agregar na vida dos outros. E ao evitar esse contato, também estamos evitando o serviço, a oportunidade de ajudar, de praticar a caridade, que é a expressão máxima do amor. Por fim, eu separei também a questão 770. Kardec pergunta: "Mas se o retraimento tem, por fim uma expiação com a com a imposição de penosa renúncia, não é meritório?" Ou seja, se a pessoa resolve se isolar porque entende que aquilo vai ser inclusive uma espécie de expiação para ela mesma, ela não tá encontrando satisfação, mas ela acha que aquele talvez seja o caminho para reequilibrar determinada situação. E eles dizem: "Fazer maior bem do que o mal que se tenha feito, essa é a melhor expiação." Então, mais do que nos isolarmos, é sobre o bem que vamos fazer. E qual é a maior oportunidade de fazer o bem? É convivendo com os outros. Com esse retraimento, evitando o mal, o homem cai em outro, pois esquece a lei de amor e caridade. Ao convivermos com os outros, muitas vezes vão despertar em nós sentimentos não tão dignos. Vamos chamá-los de paixões. E ali, talvez percamos o controle, nos enchemos de ira, de raiva, de revolta. falamos coisas que não gostaríamos de falar, agimos de formas impensadas e às vezes pensamos: "Então é melhor eu evitar esta convivência". Mas nós estamos vendo que na intenção de evitar um mal, estamos deixando de fazer um bem. Isso também é um mal. No finalzinho da resposta da questão 774, os espíritos vão dizer que os liames sociais, ou seja, essas ligações que nós
tenção de evitar um mal, estamos deixando de fazer um bem. Isso também é um mal. No finalzinho da resposta da questão 774, os espíritos vão dizer que os liames sociais, ou seja, essas ligações que nós temos com os outros, esses vínculos são necessários ao progresso, necessários. E os laços de família resumem os liames sociais. Eis por eles constituem uma lei natural. Deus quis que os homens assim aprendessem a amar-se como irmãos. Então aqui nós temos como que um resumo geral. A convivência afinal é para que possamos aprender a amar. E esse é o objetivo máximo da nossa estadia aqui na terra encarnados. Por isso, não podemos também deixar de lembrar de uma passagem que vai estar lá em João, capítulo 13, versículo 34, quando Jesus diz: "Um novo mandamento dou a vocês. Amem-se uns aos outros como eu os amei. Vocês devem amar-se uns aos outros". Então, quando nós estamos convivendo com os nossos irmãos, nós estamos sendo convidados a aprender, a exercitar e entender o que é esse amor. E na dúvida, sempre vamos lembrar de como Jesus tratou a todos aqueles com quem conviveu. Quando nós falamos de amor, também temos que lembrar do maior mandamento de todos. Tá lá em Mateus, capítulo 22, versículo 37. Jesus diz: "O primeiro e maior mandamento: am o Senhor, o seu Deus, de todo o seu coração, de toda a sua alma e de todo o seu entendimento. Nós que ainda estamos aprendendo o que é amar, não se espera de nós conseguir fazer tudo o que Jesus fez. Por isso que nessa fala ele mostra que o que importa é que estejamos entregando o nosso máximo de todo o nosso coração, a nossa alma, o nosso entendimento, aonde nós já tivermos alcançado, que possamos dar o nosso melhor. E amar a Deus não é só louvar, falar bem dele, acreditar nele, sequer confiar nele, mas é também através das nossas atitudes amá-lo. E como nós podemos amar a Deus fazendo mal a qualquer um de seus filhos? Quando nós não temos uma boa convivência com os nossos irmãos e de alguma forma estamos prejudicando-os, não estamos amando a Deus.
mo nós podemos amar a Deus fazendo mal a qualquer um de seus filhos? Quando nós não temos uma boa convivência com os nossos irmãos e de alguma forma estamos prejudicando-os, não estamos amando a Deus. E é por isso que uma forma de exercitar esse maior mandamento é nos esforçarmos cada vez mais nas nossas convivências. É por isso que para hoje eu separei o capítulo do livro Respostas da vida do espírito André Luiz. Ele vai falar sobre isso. Então ele começa assim: "Se você acredita que pode alcançar a sublimação espiritual sem os outros, de certo ainda não chegou à verdade. A vida foi criada a feição de máquina complexa, em que as peças diferenciadas entre si guardam função específica. Então, levando em conta o que vimos aqui também no livro dos espíritos sobre como nós nos complementamos aqui. André Luiz tá falando que a vida como um todo, todas as circunstâncias e nós que aqui estamos somos como engrenagens que vamos nos complementando para que a máquina funcione. E aí ele continua assim: "Não fuja a engrenagem do seu grupo se deseja aperfeiçoar-se e progredir do seu grupo onde Deus te plantou, na sua casa, com seus familiares, com os amigos, no seu trabalho, nos lugares em que você inevitavelmente frequenta, essas pessoas com que você mais conviver, mas também todas aquelas que não por acaso vão cruzar o seu caminho. Os outros são as áreas destinadas a complementação e melhoria dos seus próprios reflexos. Quando nós estamos convivendo com os outros, percebemos muito a respeito de nós mesmos. E aí temos através dessas relações, a oportunidade de complementar e de melhorar muitas coisas em nós. Aprender e também ensinar. Através deles é que você se analisa para observar-se com segurança. É por isso que não devemos fugir de relações mais difíceis. Porque é justamente ali que estamos verdadeiramente nos conhecendo. Muitas vezes pensamos: "Eu já sou uma pessoa um pouco mais paciente, será?" E quando estamos lidando com aquela pessoa que sabe exatamente onde o nosso calo aperta, permanecemos pacientes,
conhecendo. Muitas vezes pensamos: "Eu já sou uma pessoa um pouco mais paciente, será?" E quando estamos lidando com aquela pessoa que sabe exatamente onde o nosso calo aperta, permanecemos pacientes, às vezes pensamos: "Já estou melhor na questão da tolerância". E talvez ao encarnar tínhamos isso em mente. Viemos para testar. Hora da prova, por isso mundo de provas, expiações. E aí vamos lidar com pessoas totalmente diferente de nós, partidos políticos diferentes, ideologias diferentes, religiões diferentes, orientações sexuais diferentes. E aí nessas horas, será que somos tolerantes? Às vezes vamos pensar, já sou uma pessoa mais bondosa, mais caridosa, será? Só saberemos convivendo. Essa é a hora. Porque falar todos podemos dizer o que quisermos. As intenções podem de fato ser as melhores, mas só na hora da prática é que saberemos se já alcançamos e principalmente no que temos que nos esforçar ainda mais. Não entente transformá-los. Esses com quem convivemos e parecem muito difíceis e nós gostaríamos muito que despertassem para algumas coisas. Não intente transformá-los de imediato, porque qual ocorre conosco são espíritos em evolução, caminhando entre dificuldades e sombras para o conhecimento superior e uma lembrança. São imperfeitos assim como nós. Erram, assim como nós e possuem suas dificuldades assim como nós. Quantas coisas gostaríamos já de estar mudando ou já de ter mudado. E se não foi feito até agora, é porque não é fácil. E por que esperamos essa mudança imediata dos outros? Porque somos tão rigorosos, tão impacientes em relação ao processo do nosso próximo. Não exija deles a perfeição que estamos longe de possuir. E na dúvida, basta lembrarmos que se estamos aqui encarnados é porque ainda somos espíritos em evolução. O espírito quando atinge a sua pureza, o nível de espírito puro, não mais reencarna a não serem grandes missões, como foi o caso de Jesus. Então, se estamos todos aqui em processo de aperfeiçoamento, tenhamos paciência uns com os outros, paciência
de espírito puro, não mais reencarna a não serem grandes missões, como foi o caso de Jesus. Então, se estamos todos aqui em processo de aperfeiçoamento, tenhamos paciência uns com os outros, paciência conosco, com o nosso processo, com as nossas dificuldades, com os nossos erros. Saibamos nos perdoar, nos acolher para também ter essa capacidade de fazer em relação ao outro. Esse nos ensina paciência, aquele compreensão, aquele outro o imperativo da bondade, tanto quanto somos pessoalmente para cada um deles, testes vivos nesses mesmos assuntos. Eu achei muito interessante aqui como André Luiz utiliza esse termo testes vivos. é dinâmico, não é uma coisa estática, tem força. Acredite, sempre que os outros nos apareçam a maneira de problemas, somos para eles outros tantos problemas a resolver. Então, vejam que aqui também reforçamos a questão da complementação, da engrenagem, assim como é difícil para nós, é difícil para eles. E ao invés de focar tanto no outro, na decepção que talvez ele esteja nos causando, nas dificuldades, nos ressentimentos, porque às vezes contávamos tanto com um pouco mais de consideração, de empatia, de presença, vamos aproveitar para focar mais nas nossas reações diante desses fatos. Por que isso me incomoda tanto? Por que isso me dói tanto? O que isso diz sobre mim? Sobre o meu orgulho, sobre o meu egoísmo, sobre a minha impaciência, sobre a minha intolerância. Quando Jesus não só demonstrava a paz que ele carregava no seu coração, mas também nos disse: "A minha paz eu vos deixo, a minha paz eu vos dou". A gente via que meio mesmo em meio aquele caos, ele estava tranquilo, porque as relações externas e as situações externas, mesmo as maiores traições dos mais próximos, não abalavam aquela segurança que ele sentia no porvir, na presença do Senhor, no cuidado que não falta e no propósito por trás de cada coisa, além do tempo de cada um. Então o convite é esse. A medida que formos evoluindo, a forma como o outro vai agir não vai nos desequilibrar,
o cuidado que não falta e no propósito por trás de cada coisa, além do tempo de cada um. Então o convite é esse. A medida que formos evoluindo, a forma como o outro vai agir não vai nos desequilibrar, muito pelo contrário, vai nos impulsionar a querer agir cada vez mais pelo outro, a orar pelo outro, para que também possa alcançar a mesma paz que nós já tenhamos alcançado. Por isso, André Luiz finaliza, diz você que precisa identificar-se com a vida e descobrir-se para fazer o melhor. Então nós queremos entender, afinal de contas, para que serve essa existência, o que estou fazendo aqui, qual é o propósito, quem sou eu? Entretanto, unicamente pelos outros é que você se encontra e se realiza para as conquistas supremas da felicidade e do amor. Você quer saber quem é? Conviva com o outro. Você quer saber o que está fazendo aqui, como pode melhorar-se, conviva com o outro e se teste. Se a medida do tempo que estiver convivendo com o outro, houve melhora na forma, no trato, no quanto você conseguiu ser útil, como nós vimos também na leitura inicial a respeito da inércia. Para finalizar, eh, André Luiz, ele sempre coloca no finalzinho de cada capítulo desse livro uma nota final, como um conselho final, amigo. E ele diz assim: "Ressentimento é sempre indução a enfermidade e desequilíbrio. diante de problemas e obstáculos, com que sejamos defrontados nos caminhos do tempo, recorramos à prece e a oração nos renovará por dentro, transfigurando a sombra em presença de luz. Então, todo esse sentimento ruim que às vezes acumula aqui dentro durante a convivência, porque é difícil, se nós alimentarmos isso, vamos adoecer. O nosso espírito sente e reflete no nosso corpo. A forma de lidar com isso, primeira aqui é a oração. E a segunda, como nós vimos através de todas essas leituras, é o serviço, é o agir pelo outro. E eu separei para finalizarmos as nossas reflexões de hoje, um texto de Maria Dolores. Ele tá no livro uma vida de amor e caridade, psicografado pelo Chico. E ela diz assim: "Ante o próximo
elo outro. E eu separei para finalizarmos as nossas reflexões de hoje, um texto de Maria Dolores. Ele tá no livro uma vida de amor e caridade, psicografado pelo Chico. E ela diz assim: "Ante o próximo e quem é o meu próximo?" Indaguei. Ao coração da vida. E o coração da vida, obedecendo a lei, respondeu com voz clara e decidida: "Olha em redor de ti, onde o dever te leve, do espaço livre e amplo a senda estreita e breve, fita em teu próprio lar. é teu pai, tua mãe, teu irmão, teu parente. E mais além do grupo familiar é o vizinho piedoso e intransigente. É o mendigo a esmolar que te visita à porta. O amigo suscetível de amparar-te. É aquele que padece privação ou problema em qualquer parte. é aquele que te esquece e o outro que te humilha a esconder-se no ouro em que se alteia e brilha para depois cair quando se desilude. É aquele que se faz bandeira da virtude e o outro que te apoia ou te faz concessões. é aquele que te furta o lugar e o direito, alimentando a sombra do despeito sem que te saiba ver as intenções. É a mulher que te guia para o bem e a outra que atravessa as áreas de ninguém, avinagrando corações. O próximo, afinal, seja onde for, será sempre a criatura que te busca onde estês, procurando por ti o socorro da paz, rogando-te bondade, amparo e compreensão, amizade e calor, dando-te o nobre ensejo de seguir para a luz na presença do amor. Posso viver sem o próximo? Perguntei como vida e disse novamente o coração da vida: Acende sem cessar a luz do bem. Trabalha, serve, crê, chora, sofre e auxilia. Sem o próximo, em tua companhia, nunca serás alguém. Que possamos levar esses conselhos amigos para o nosso dia de hoje e para todos os que virão a seguir, segundo a vontade do Senhor. Muito obrigada. Bem, muito obrigado também, Camila. reflexões sobre a convivência, né? Um desafio, acho que para todos nós, né? Seja nos lares, trabalhos, no onde tivermos, a gente somos convidados, né, a lidarmos uns com os outros, né? E Maria Dolores refletindo aí que é inevitável, né?
m desafio, acho que para todos nós, né? Seja nos lares, trabalhos, no onde tivermos, a gente somos convidados, né, a lidarmos uns com os outros, né? E Maria Dolores refletindo aí que é inevitável, né? Agradecer também todos que estão aqui presencialmente no salão Bezerra de Menezes, os que nos acompanham aqui pela internet, eh chegaram depois Albertina, Lidiane, Leandro de Miami, Emanuele, Raquel, Gace falando que tá no início da caminhada. Todos nós estamos, né? Cada um no seu estágio, mas estamos caminhando e a palestra é uma oportunidade pra gente estar refletindo nossos pensamentos, né? e a gente sair daqui um pouco mais fortalecido, né? Então, nesse sentimento de de agradecimento, agradecemos novamente a Deus, nosso pai por esta oportunidade, a Jesus que há mais de 2000 anos veio estar conosco, veio ter uma convivência conosco e no seu dia a dia, em cada ato, em cada palavra, palavra que ele proferiu foi um ensinamento que ele nos deixou. Ainda que ele tenha passado por incompreensões, ainda que os mais próximos, no momento de maior aflição que ele passou quando esteve aqui na terra, os mais chegados não estavam presentes com ele. Ainda assim, ele o chamou de amigos. que a gente possa ter essa referência de Jesus ao sair daqui da palestra, os ensinamentos de Emmanuel, de André Luiz e esse poema final de Maria Dolores nos convidando a exercitar esse desafio para todos nós da convivência, que possamos sair daqui mais fortalecidos, saindo melhores do que chegamos, na certeza de que não estamos sozinho. Jesus nos ampara e Deus está conosco. Que assim seja. Graças a Deus. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções,
icos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. que também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra
inais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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