O TESOURO DA FRATERNIDADE - Carla Daniela Leite [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 24/01/2026 (há 2 meses) 46:41 275 visualizações

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Transcrição

Toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigado a comunhão espírita de Brasília. Boa noite, sejam todos muito bem-vindos aqui à nossa querida comunhão espírita de Brasília. É sempre uma alegria estar aqui mais uma vez para compartilhar reflexões sobre o evangelho de Jesus a luz da doutrina espírita, pensar um pouquinho sobre isso e conversarmos também sobre os temas que são caros ao nosso evangelho. E é muito bom fazer isso nesse momento do crepúsculo, em que a gente vê o sol se pondo aos poucos aqui, né? O crepúsculo era um momento em que, segundo Emmanuel, no livro a 2000 anos, Jesus também se retirava. Ele narra uma das mais belas histórias da literatura espírita, o momento em que públo, o senador Públo Lentulos, no caso ele mesmo, Emanuel, procura Jesus no momento do crepúsculo, quando ele está recolhido paraas suas orações. Ele vai até o local onde já haviam indicado que Jesus estaria para pedir a cura de sua filha Flavinha. E no livro há 2000 anos narra esse belíssimo encontro que marcou esse espírito e fez com que ele se transformasse, não naquele momento, mas depois de maturar e compreender esse encontro e as palavras de Jesus se transformar nesse espírito que nós conhecemos e que nos deixou belíssimas lições. Então, assim como Jesus e assim como Emano, convido vocês a fazermos uma prece nesse momento do crepúsculo, a prece que vai alimentar os nossos espíritos e nos preparar para esse momento de reflexões sobre o evangelho. Então, convido todos a elevarmos o nosso pensamento a Deus, a Jesus, ao mais alto, agradecendo por esse dia de hoje, o dia que trouxe a chuva, que banha as nossas almas e lava o que existe em nós. A chuva traz a renovação, traz uma alegria. É um belo dia de chuva que nos faz refletir sobre a grandeza dos espíritos e a grandeza da natureza que se renova sempre. Afinal, a chuva traz tanta beleza, traz tanta renovação, tanta limpeza e nos propicia tantas reflexões também. Agradecemos por todas as oportunidades

tos e a grandeza da natureza que se renova sempre. Afinal, a chuva traz tanta beleza, traz tanta renovação, tanta limpeza e nos propicia tantas reflexões também. Agradecemos por todas as oportunidades que temos, pela oportunidade de termos merecido renascer, viver novamente, ter novas oportunidades, novos encontros, novos desafios e de prosseguir em nossa caminhada. a oportunidade de encontrar com aquelas pessoas que fazem parte da nossa vida, que se somam aos nossos esforços, que colaboram conosco, que nos dão a mão, também aqueles que ainda nos desafiam, que nos trazem preocupação, trazem tristeza, trazem dor, mas que são elementos necessários no nosso caminho. Agradecemos a presença dos nossos mentores que se comprometeram conosco nessa existência para que nós tenhamos sucesso em nossos projetos, em nossas em nossos ideais, aqueles que nos dão a mão, que nos orientam, que nos auxiliam, que nos indicam o caminho, torcendo para que nós sejamos capazes de seguir e tenhamos forças para a jornada que nós mesmos escolhemos percorrer. Agradecemos aos mentores da casa, em especial Bezerra de Menezes, que é o nosso querido mentor aqui da comunhão espírita, o médico que escolheu cuidar de nós, cuidar de nosso corpo, de nossas emoções, de nosso espírito, que nos traz os remédios que tratam os nossos males, que curam as nossas enfermidades. Osungguentos que aliviam as nossas dores, tratam as nossas feridas, as vitaminas que nos dão força e coragem diante dos desafios do dia a dia. Agradecemos a todos que são um pedacinho de luz na nossa vida e sobretudo agradecemos a Jesus, o nosso caminho, verdade, vida, aqueles que nos conduz ao Pai e que veio para nos mostrar realmente o melhor de nós, que nos mostrar que somos deuses e que somos capazes de fazer aquilo que nós já somos destinados a ser perfeitos, felizes e senhores de nós mesmos. que é o que nós já somos e cada vez mais nos tornaremos. Que Jesus esteja conosco hoje e sempre e sobretudo que nós estejamos com ele. Que assim seja.

ser perfeitos, felizes e senhores de nós mesmos. que é o que nós já somos e cada vez mais nos tornaremos. Que Jesus esteja conosco hoje e sempre e sobretudo que nós estejamos com ele. Que assim seja. O nosso tema de hoje vem justamente de uma mensagem do nosso querido Emmanuel que está no livro Marcas no Caminho. É uma mensagem chamada O tesouro da fraternidade. Pela importância da mensagem, pelo conteúdo que ela está, eu vou me dar o direito de ler essas pequenas palavras que Emanuel falou. É uma breve mensagem e a partir dela nós refletiremos. Ele diz assim: "O tesouro da fraternidade, nunca desprezes as pequenas parcelas de carinho para que atinjas o tesour de caminho para que atinjas o tesouro da fraternidade." Uma palavra confortadora, o gesto de compreensão e ternura, a frase de incentivo, o presente de um livro, a lembrança de uma flor. 5 minutos da palestra edificante, o sorriso de estímulo, a gota de remédio, a informação prestada alegremente, o pão repartido, a visita espontânea, uma carta de entendimento e amizade, o abraço de irmão, o singelo serviço em viagem, um ligeiro sinal de cooperação. Não é com o ouro fácil que descobrirás os mananciais ignorados e profundos da alma. Não é com a autoridade do mundo que conquistaráis a devoção real de um amigo. Não é com a inteligência poderosa que colherás as flores ocultas da confiança. Mas sempre que o teu coração se inclinar para um mendigo ou para um príncipe envolvido na luz sublime da boa vontade, ajudando e servindo em nome do bem, ouvidando a ti mesmo para que outros se elevem e se rejubilem, guarda a certeza de que tocaste o coração do próximo com as santas irradiações das tuas pérolas de bondade e caminharás no mundo sob o a inesquecível couraça da simpatia para encontrar ar o divino tesouro da fraternidade em plenos céus. Essa é a linda mensagem que a Emanuel nos deu. E embora eu ache que ela dispensa complementos, dispensa explicações, eu tenho mais 25 minutos para falar sobre ela e utilizarei esse

ade em plenos céus. Essa é a linda mensagem que a Emanuel nos deu. E embora eu ache que ela dispensa complementos, dispensa explicações, eu tenho mais 25 minutos para falar sobre ela e utilizarei esse tempo para que a gente possa refletir um pouquinho sobre tanta beleza com que Emanuel nos presenteou nessa mensagem. E eu começo falando de alguém que trouxe mensagens belíssimas também, que é Francisco de Assis. Há uma frase atribuída a ele em que ele fala, né, que nós devemos levar o evangelho em a todo lugar, a toda criatura, em todas as circunstâncias, em todas as ocasiões possíveis, se necessário, devemos utilizar palavras. E é exatamente isso que Emanuel fala, que nós devemos levar o evangelho, levar sempre o bem, ser portadores do bem, ser a luz no caminho onde quer que nós estejamos, seja qual for as circunstâncias. E isso a gente faz não apenas falando, eu posso estar aqui, fazer uma palestra aqui no salão da comunhão. Isso tem a sua relevância, isso tem o seu significado. Pode abrir as portas e trazer reflexões e trazer, enfim, trazer alegria e ser precioso para quem ouve. Mas muito mais precioso é prestar esses pequenos serviços que Emanuel menciona. É estar presente, é se fazer ali, se fazer parte do bem na vida das pessoas. Eu me lembro que logo depois da pandemia, a Organização Mundial de Saúde falou que não existe uma pessoa que vivia no mundo naquele momento, que não tenha sido de alguma forma impactada pela pandemia, que não tenha sofrido, que não tenha chorado, que não tenha passado por dores. E quantos não contemplaram outras dores ainda? Quantas pessoas tiveram dores atrozes, profundas e perdas inomináveis? Quanto sofrimento existe no mundo? Quanta dor, quanto silêncio, quanto abandono, quanta fome, tanto material quanto espiritual, quanta sede, quanta necessidade de todas as ordens nós temos no mundo. E com quem se conta para fazer isso? Para suprir isso? com cada um de nós, com cada um daqueles que estão aqui. Tem um livro que se chama Semeadores de

cessidade de todas as ordens nós temos no mundo. E com quem se conta para fazer isso? Para suprir isso? com cada um de nós, com cada um daqueles que estão aqui. Tem um livro que se chama Semeadores de Estrelas, que eh Marlene Nobre fez para falar sobre Divaldo Franco, né, falecido há pouco tempo, mas que foi um dos grandes missionários da doutrina espírita aqui no Brasil, que fez um trabalho social extremamente relevante na Bahia, que se desdobrou para todos os lugares. E ali tem um momento em que ela fala, remetendo-se a uma passagem de Jesus no Evangelho, que eu me lembro do Evangelho de Marcos, não tenho certeza se está nos outros também, em que ele fala que em que ele envia os seus discípulos para pregar o evangelho. E a isso também Francisco que se remete, né, para ir pregando, né, ele chama os seus discípulos de dois a dois para pregarem o evangelho e diz que dá as instruções, diz tudo que eles devem fazer e diz que aqueles que fizerem da forma como ele tá orientando terão o seu nome escrito no céu. E aí, eh, remetendo-se a essa passagem, um dia Joana deângeles, mentora de Divaldo, cita essa passagem para ele no momento em que Divaldo estava, recebeu ali depois de estar, ele viajava muito para fazer palestras, trabalhava incansavelmente no centro e um dia em que ele tinha voltado de viagem, tava cansado, mas mesmo assim tinha estado lá, tinha feito a palestra, tinha eh dado atendimento ento mediúnico, tinha conversado com as pessoas e depois de fechar o centro ali, a mansão do caminho, ainda bateram na porta já de madrugada e era uma mulher desesperada porque ela tinha algo, né, precisava de uma que ajudasse ela a pagar uma conta de luz ou algo que que enfim ela precisava a necessidade naquele momento. E o Divaldo não estava em condições de atender materialmente ela naquele momento. E ele disse: "Ô, minha irmã, sinto muito, materialmente eu não posso fazer nada, mas eu posso te dar um abraço, rezar junto com você de mãos dadas e te dar algum consolo." E assim

ela naquele momento. E ele disse: "Ô, minha irmã, sinto muito, materialmente eu não posso fazer nada, mas eu posso te dar um abraço, rezar junto com você de mãos dadas e te dar algum consolo." E assim ele fez, ele abraçou aquela irmã, orou junto com ela, deu o passe e ela saiu de lá aliviada, apesar de não ter a sua necessidade material atendida de imediato. E ele ficou, né, em sofrimento por não poder atender ela naquele momento. E Joana deângeles ali, ele perguntou a ela: "Por que que as pessoas me procuram? Por que que as pessoas vêm até mim para que eu faça isso?" E aí Joana deângeles disse: "Porque você tem o nome escrito no céu?" E aí esclareceu a ele que ter o nome escrito no céu não significa que a gente vai ter louvores, que vai ter eh estátuas, que vai ter uma casa com piscina no nosso lar, com direito a chuveiro quente e tudo que tem direito. Significa simplesmente que os espíritos do bem podem contar conosco, que quando chega alguém precisando, quando chega alguém que precisa de um socorro, precisa de um auxílio, precisa de um auxílio material ou espiritual, que precisa de uma palavra, precisa de algo que que seja feito, eles contam com aquelas pessoas. Então, se alguém vem aqui e precisa de uma palavra, eles dizem: "Olha, quem eu posso dar com, para quem eu posso encaminhar essa pessoa para que ela possa dar consolo?" Ah, tá aqui a Carla, tá aqui o Flávio, tá aqui o Raul, tá aqui o Pedro. Então, aqui nessa região tem essas pessoas com quem eu posso contar. Isso é ter o nome escrito no céu. Uma vez a gente fez uma campanha aqui para o trabalho voluntário aqui na comunhão, o trabalho voluntário na área social e a gente pediu pro nosso amigo Sérgio Castro, também palestrante aqui, poeta e compositor, para que fizesse a música que daria nome a essa campanha. E ele fez uma música que até hoje a gente usa como lema para os trabalhos sociais. A música dizia assim: "Jesus precisa da nossa boa ação. Jesus trabalha usando as nossas mãos e a vida pede a nossa cooperação para erguer o

ue até hoje a gente usa como lema para os trabalhos sociais. A música dizia assim: "Jesus precisa da nossa boa ação. Jesus trabalha usando as nossas mãos e a vida pede a nossa cooperação para erguer o nosso irmão em aflição. Jesus tem sede, água para o nosso irmão. Jesus tem fome. Reparte o teu pão. Jesus consola alguém em aflição e espera confiante a nossa colaboração. Então, até hoje Jesus trabalha usando as nossas mãos. É o lema do nosso trabalho social, porque nós dizemos, né, que Jesus eh ele prestou muitos serviços enquanto ele esteve aqui. Cada segundo da vida dele, não foram apenas palavras, mas ele exemplificou também tudo o que ele falava, tudo o que ele pregava. Ele prestou serviços a todos os que ele pôde, mas hoje se ele precisa levar um alimento a quem precisa, se ele precisa levar 1 L de leite, uma cesta básica, se ele precisa levar um consolo, se ele precisa que alguém seja eh dissuadido da ideia de de autoestermínio, de automutilação, se alguém seja acolhido no seu abandono, ele conta com essas pessoas que t o nome escrito no céu. Ele conta com cada um de nós. Então, ah, nós temos um irmão aqui que está prestes ao autoestermínio. Com quem eu posso contar para que eu para que ele possa ser dissuadido dessa ideia? Alguém tá numa desesperança total. Quem pode levar a ele um ponto de de luz, um pouco de alegria? Quem pode mostrar para ele um caminho? Quem pode dar aquele apoio para aquele irmão completamente desesperançado da vida? E somos nós que podemos fazer isso. Somos nós que somos os portadores da luz, os portadores do tesouro da fraternidade daqui e que devemos aproveitar cada momento para isso. Quando eu era ainda jovem há há menos tempo, né, tem um amigo meu que diz que a gente não fica velho, que fica jovem há mais tempo. Então, quando eu era jovem, há bem menos tempo, vamos dizer assim, eu participava de um grupo católico e conheci o o compositor de uma das mais belas músicas que eu já ouvi, que se chama Evangelho Vivo. E o refrão dessa música diz assim: "E vou percorrendo

zer assim, eu participava de um grupo católico e conheci o o compositor de uma das mais belas músicas que eu já ouvi, que se chama Evangelho Vivo. E o refrão dessa música diz assim: "E vou percorrendo caminhos, levando o seu nome por gesto e ação. Vou ser evangelho vivo pro meu irmão." E é esse mesmo convite que fez Francisco de Assis, que fez o próprio Jesus, que falou Joana de Angeles para Divaldo naquela noite, para que nós sejamos evangelho vivo, mas não por palavras, mas com as nossas ações. E eu acho muito interessante essa mensagem do Emanuela fala não de grandes obras, não fala de grandes, não fala assim: "Aqueles que doarem 1 milhão de cestas básicas, aqueles que construírem um centro espírita, aqueles que fizerem uma obra monumental, terão seu nome escrito no céu, mas que façam as pequenas coisas". Ele fala de um sorriso, uma gota de remédio, um pão repartido, uma carta. Então, fala das pequenas ações, das pequenas coisas que nós podemos fazer todos os dias. Na questão 90 do livro dos espíritos, ele fala justamente disso, quando ele pergunta, né, o que nós, o os espíritos perguntam a Kardec e podemos fazer. Ele fala das pequeninas coisas, né? Ele fala dos mínimos, dos esforços insignificantes ou em algumas traduções muito insignificantes para ser mais redundante ainda, esforços muito insignificantes, coisas pequenas, coisas mínimas, mas que fazem toda a diferença. Hoje em dia se fala muito, existe toda uma teoria, né, especialmente eh dentro da psicologia do comportamento e em outras áreas, né, da do empreendedorismo, dos hábitos, da força dos microábitos, né, de você começar com uma pequena coisa, de você fazer um um pequeno esforço, mas que esse esforço se sempre todos os dias. Se eu ler uma página de um livro por dia, se eu caminhar um um pouquinho, se eu fizer um pouquinho, mas fizer com constância, né? E aí isso era uma coisa que a Aristótele já dizia há milhares de anos atrás lá na Grécia, antes mesmo do Cristo, que ele dizia, né, que o sucesso não é um evento, o sucesso é um hábito.

onstância, né? E aí isso era uma coisa que a Aristótele já dizia há milhares de anos atrás lá na Grécia, antes mesmo do Cristo, que ele dizia, né, que o sucesso não é um evento, o sucesso é um hábito. Então, para que eu tenha sucesso em alguma coisa, eu preciso estar construindo esse sucesso. Não é uma única vez que eu faça algo, por mais brilhante que seja, que eu vou conseguir construir. Mas o sucesso é uma soma de todos os meus esforços que vão sendo construídos dia a dia, no pequeno, em cada coisa, em nas no pequenino, né? Esses esforços insignificantes que somados ganham um uma grande relevância. Então, um sorriso, uma pequena coisa, um pequeno olhar, um pequeno gesto que faz toda a diferença. E Jesus mesmo lá no capítulo de Mateus 25, quando ele fala daqueles que serão escolhidos, daqueles que se escolhem, vamos dizer assim, ele fala daqueles que dão de comer a quem tem fome, que dão de beber a quem tem sede, que visitam aqueles que estão eh na prisão, que vestem aqueles que passam frio, então, que fazem esses pequenos gestos. E aí a gente vê os missionários, né, os nossos grandes missionários, como por exemplo o nosso querido Chico Xavier. Chico Xavier, ele começou pequeno também e ele não fez, não construiu uma cidade, não fez coisas assim impressionantes, não construiu uma ponte. Ele fez pequenos gestos, pequenas obras, e essas pequenas obras se somaram. Ele escrevia pequenas cartas, pequenas mensagens consoladoras. Cada carta era um ponto de luz na vida de alguém. Cada carta era um consolo inimaginável. E cada pessoa que recebia uma carta daquelas tinha sua vida transformada. cada pessoa que recebia um auxílio material que ele dava. Tem uma história muito bonita dele, né, que ele eh dava sempre, ele tinha um palitó que ele sempre usava e esse palitó tinha bolsos e ele enchia esses bolsos de pequenas moedas, de pequenas notas, de R$ 1, R$ 2, vamos dizer assim, às vezes até dinheiro antigo, né? Mas digamos esses valores. E quando ele ia cumprimentar as pessoas, especialmente aquela que ele

pequenas moedas, de pequenas notas, de R$ 1, R$ 2, vamos dizer assim, às vezes até dinheiro antigo, né? Mas digamos esses valores. E quando ele ia cumprimentar as pessoas, especialmente aquela que ele sabia mais necessitada, ele pegava e no cumprimento da mão da pessoa, ele botava discretamente aquela notinha de R$ 1, R$ 2, R$ 5, R$ 10, que era pouco, mas era o suficiente pra pessoa comprar o pão paraa sua casa, comprar o litro de leite que era necessário, comprar aquilo que mataria a fome da sua família naquele momento. E essas eram pequenas ajudas que ele dava. E um dia ele recebeu já em espírito, né, um daquelas pessoas que ele sempre dava umas notinhas dessas. Ele recebeu já eh a visita dele depois do seu desencarne. E esse homem veio visitar o Chico e na como o Chico fazia, ele abraçou o Chico e apertou a mão. E quando ele apertou a mão do Chico, ficou na mão dele uma pequena gota de luz. E ele falou: "Essa pequena gota de luz é por cada vez que você acendeu uma pequena luz na minha vida. Porque era mais do que R$ 1, R$ 2, era mais do que um pão. Era uma esperança que se reaccendia, era o passar daquele dia, era o consolo de ter mais um dia vivido, de ter mais uma vitória. E aí ele ficou com aquela gota de luz perfumada. E o Chico, tímido e e sem orgulho, né, ele fechava a mão para que as pessoas não vissem aquela gota de luz, porque ele não queria ostentar aquilo. E ele, como cada um de nós, foi se escolhendo paraa sua mensagem, né? Eu gosto de contar essa história de que o Chico, né, todo mundo sabe que ele começou e o Emanuel se apresentou para ele como mentor. E um belo dia ele estava já trabalhando ali no Centro Luiz Gonzaga. E quando o Emmanuel se apresentou, ele disse que o Chico podia fazer uma escolha de trabalhar no evangelho com Jesus e disse a ele que ele poderia escolher entre ter uma vida normal, uma família, que era o anseio dele, né? formar uma família, ter uma vida simples como de todo mundo, ou ser um apóstolo do evangelho mesmo, trabalhar pro evangelho, escrever livros

er uma vida normal, uma família, que era o anseio dele, né? formar uma família, ter uma vida simples como de todo mundo, ou ser um apóstolo do evangelho mesmo, trabalhar pro evangelho, escrever livros e levar a mensagem do evangelho. E aí ele disse pro Chico que o Chico tinha uma semana para pensar e o Chico aceitou, mas o coração dele já tinha decidido, ele já tinha se escolhido. Então, naquela mesma noite, ele foi a reunião mediúnica no Centro Luiz Gonzaga e a sua irmã, que era médium, viu, teve uma vidência naquela noite que o Chico eh estava lá e que uma cascata de livros cheia de luz caía sobre ele. Então o Chico não precisou de uma semana no coração dele, muito embora ele ainda não tivesse dado a resposta a Emanuel, mas no coração dele ele já havia se escolhido para aquela tarefa. E aí o Emmanuel falou para ele que ele teria 30 livros para escrever. E aí todo mundo brinca, né, que o Emanuel enganou o Chico porque ele falou que eram 30 livros. Mas eu tenho uma visão diferente sobre isso. Eu penso que talvez fossem 30 livros mesmo e que o Emanuel tivesse dito: "Olha, vamos lá, vamos começar com 30 livros". E ele assumiu aquele compromisso e começou a escrever, gente, e 30 livros não era uma coisa pequena. Pense num mineiro nascido ali em Pedro Leopoldo, que só conseguiu estudar até o primário porque teve que ajudar sua família, né? que que pouco tinha para se sustentar. Ele precisou trabalhar e ele aceitou, né, naquela época, quem já tinha escrito 30 livros, hoje a gente acha natural justamente por causa do Chico que escreveu mais de 400 livros, mas quantos cientistas já tinham escrito mais de 30 livros, quantos literatos, quantos grandes autores já tinham escrito mais de 30 livros, né? E o Chico era convidado a escrever 30 livros, mas ele não se assustou, ele aceitou e aceitou com todo o coração. Emanuel falou da disciplina e o Chico não aceitou só com a palavra, ele aceitou com tudo, com a mente, com o coração. Todos os dias ele estava lá no horário marcado, sentado na mesa com a lamparina

o. Emanuel falou da disciplina e o Chico não aceitou só com a palavra, ele aceitou com tudo, com a mente, com o coração. Todos os dias ele estava lá no horário marcado, sentado na mesa com a lamparina e o lápis e o papel e ele se comprometia com aquilo. se colocava à disposição e recebia as mensagens, recebia os livros. Ele não se assustava com aqueles nomes grandiosos que estavam lá, não se assustava com a repercussão que aquilo tinha ter. Ele confiava que aquela tarefa tinha sido designada e que ele seria capaz de realizá-la. E ele foi, escreveu o primeiro livro foi o Parnaso do Além Túmulo, com mensagem de poetas grandiosos. E ele apresentou aquele livro e foi toda uma um escarcel, mas foi que eu poderia demorar horas contando isso, né? Mas ele fez, cumpriu e se apresentou. Lá pelas tantas, os 30 livros estavam prontos. E aí Emanuel anunciou que seriam mais 30, depois mais 30, depois mais 30. O Chico se escolheu para fazer isso. Não foi o Emanuel que enganou o Chico, é porque ele foi a cada passo da jornada, ele foi conquistando o direito de seguir naquela tarefa. E a gente brinca, né, que quando a gente trabalha bem, a nossa recompensa é mais trabalho. E é mesmo, a gente vai escrevendo profundamente, cada vez mais o nosso nome no céu. E aí eu me lembro de uma outra pessoa da irmã Dulce, né? O Emanuel fala aqui do poder, né? de quantas pessoas falam, brigam pela autoridade no mundo e da inteligência poderosa. E aí tem uma história na vida da irmã Dulce que ilustra muito bem o poder que tem o amor. As pessoas lutam pelo poder, mas não tem noção do quanto a gente pode fazer e do que é ter o nome escrito no céu. quando ela foi indicada para ser santa, né, e foi canonizada pelo Papa Francisco, muitas pessoas contaram histórias sobre a irmã Dulce. Uma das que mais me chamou atenção foi de um escritor que era muito famoso quando eu era jovem há menos tempo, né? Foi campeão de vendas mundiais, que era o Paulo Coelho, né? Ele foi o escritor que mais vendia livros, mas nem sempre foi assim. Ele

critor que era muito famoso quando eu era jovem há menos tempo, né? Foi campeão de vendas mundiais, que era o Paulo Coelho, né? Ele foi o escritor que mais vendia livros, mas nem sempre foi assim. Ele inclusive ele narrou num dos seus livros que eu esqueci o nome, mas que ele passou um tempo internado até no hospital psiquiátrico, num daqueles manicômios, no período em que os manicômios eram lugares mais terríveis ainda do que são hoje. E tava tão terrível, tão terrível, tão terrível, que ele escapou. Isso era no interior da Bahia. E ele escapou, foi andando a pé até que ele chegou em Salvador. E chegando em Salvador, perdido, sem rumo, sem saber o que fazer, eh, indicaram para ele que ele procurasse a irmã Dulce, né? Aquela que tinha o nome escrito no céu e nas bocas de todas as pessoas que sabiam que ela naquela época já tinha se escolhido para ser uma santa. E aí ele que não tinha muita alternativa, foi lá bater na porta da irmã Dulce. E quando chegou lá, ele contou toda a história. Ela ouviu com atenção, ouviu com cuidado. E no final ela disse a ele: "O que que você precisa, meu irmão?" Sem julgar, sem perguntar se o que era, né? Sem nenhum tipo de repreensão. Ela simplesmente perguntou a ele: "O que você precisa?" Ele disse: "Eu quero voltar para casa e recomeçar minha vida". E aí a irmã Dulce pegou um pedaço de papel desses bloquinhos de notas que a gente tem e escreveu o seguinte: "Vale uma passagem para o Rio de Janeiro, irmã Dulce". E aí falou para ele: "Vai na rodoviária de Salvador e entrega pro primeiro motorista de ônibus pro Rio que você encontrar e ele vai te encaminhar." Bom, eu não sei se ele acreditou nisso, não sei se eu acreditaria, mas ele não tinha muita alternativa, né? Não tinha muito o que fazer. Então ele fez exatamente o que ela disse. Ele foi até a rodoviária de Salvador, entregou pro primeiro motorista do primeiro ônibus que tava indo pro Rio. O motorista pegou, olhou, riu e disse: "Pode se sentar". E ele foi pro Rio de Janeiro naquele ônibus e

rodoviária de Salvador, entregou pro primeiro motorista do primeiro ônibus que tava indo pro Rio. O motorista pegou, olhou, riu e disse: "Pode se sentar". E ele foi pro Rio de Janeiro naquele ônibus e recomeçou a vida dele. Um pequeno gesto de fraternidade que muda, que mudou completamente a vida dessa pessoa. Não sei o que teria sido a vida dele sem esse encontro com a irmã Dulce, mas com certeza ela transformou. E a irmã Dúcia também começou com um pequeno galinheiro ali que ela achou que poderia abrigar. Alguns irmãos que pediam abrigo e pediam comida. E onde tinha um galinheiro ali nos fundos da congregação dela. Hoje é um grande hospital, mas esse hospital foi crescendo passo a passo, momento a momento, né? E uma das coisas que nós temos para além do hábito é a fé, porque nós não trabalhamos sozinhos. Gate tem uma frase muito famosa que ele diz que quando a gente mobiliza um propósito, todo o universo conspira a nosso favor. E é assim mesmo que acontece. Por isso que para terminar essa palestra de hoje, eu vou contar uma história que muitas dos que já me conhecem já devem ter ouvido milhares de vezes, porque eu já contei essa história tantas vezes que é minha história predileta, mas nesse ano é a primeira vez que eu conto. Afinal de contas, nós ainda estamos em janeiro, né? Eu acho que daqui para dezembro eu ainda conto muitas vezes, que é a história do vestido azul. Essa história começa com uma professora, uma professora que dava aula e gostava muito do que ela fazia. dava aula com muito amor num bairro distante da periferia e tinha alunos que lidavam com muita dificuldade, mas que se esforçavam. E ela tinha uma aluna muito querida, uma menina que às vezes ela via que tinha dificuldades mesmo, tanto no aprendizado quanto dificuldades materiais, que às vezes descalça, às vezes com cabelo desarrumado, às vezes com a roupinha desarrumada, mas que tentava, que se esforçava, que tava sempre lá e que fazia de tudo. Uma aluna que era carinhosa, que abraçava, beijava a

a, às vezes com cabelo desarrumado, às vezes com a roupinha desarrumada, mas que tentava, que se esforçava, que tava sempre lá e que fazia de tudo. Uma aluna que era carinhosa, que abraçava, beijava a professora e fazia de tudo sempre. E ela tinha um carinho muito especial por essa aluna. E ela viu que seria o aniversário dela, né? Viu ali no livro. E indo à feirinha daquela daquele pequeno bairro, a professora viu lá penduradinho numa das bancas um vestido azul lindíssimo, lindíssimo, lindíssimo. Era um vestido azul assim, parecia uma aquele de aventalzinho que tinha um bolso que tinha uma rosa vermelha. E a professora viu, achou que seria a cara dessa menina, da Maria Clara, e disse: "Olha, eu vou comprar". Pediu para embrulhar, levou e no dia do aniversário dela pediu para que ela ficasse um pouquinho mais e entregou para ela aquele embrulho com presente. Aquela menina nunca tinha ganhado um presente tão bonito na vida, viu, rasgou o papel e achou tão lindo, tão maravilhoso e beijava a professora e abraçava e beijava e abraçava e agradecia. e achou maravilhoso. E depois de muito agradecer, correu para casa e levou o presente e mostrou pra mãe. A mãe viu e ficou encantada, porque ela nunca tinha tido nem condições de dar um presente. Era uma casa simples, simplérrima, com até alguns problemas e uma vida muito simples. E a mãe disse: "Nossa, mas que vestido lindo". Experimentou, encaixou como uma luva nela. E aí disse: "Nossa, mas esse vestido tá tão lindo em você? Você tá aqui desarrumadinha, eu vou arrumar você bem direitinho". Ajeitou o cabelo, ajeitou as unhas, ajeitou a menina todinha, ela ficou linda com aquele vestido. E aí disse: "Nossa, mas você tá tão linda, tão linda. E eu tô aqui toda desarrumada, toda desajeitada. Vou me arrumar também." Foi lá, se ajeitou e ficaram as duas lindas, todas organizadas. E aí disse: "Olha, é seu aniversário, a gente nunca comemorou, mas hoje eu vou fazer um bolo, vou ajeitar tudo". e foi na vizinha, pediu açúcar para um, pediu farinha pro outro,

as, todas organizadas. E aí disse: "Olha, é seu aniversário, a gente nunca comemorou, mas hoje eu vou fazer um bolo, vou ajeitar tudo". e foi na vizinha, pediu açúcar para um, pediu farinha pro outro, pediu um chocolate pro outro e fez um bolo de chocolate simples, mas feito de coração. Arrumou uma velinha e ficou lá, botou uma toalha na mesa e ficou esperando o pai da Maria Clara para eles cantarem parabéns. O pai chegou, viu as duas e viu o bolo, viu a toalhinha na mesa, tudo organizada, e disse: "Nossa, mas vocês estão tão lindas, tão lindas". E cantaram os parabéns. Ele disse: "Essa casa tá precisando de reparos, tá precisando de coisas. Eu não dou atenção, vou ajeitar a casa". Consertou umas telhas que estavam, né? aproveitou o feriado, consertou umas telhas que estavam quebradas, botou a porta que nem fechava, ajeitou o piso que precisava e cuidou de tudo direitinho da casa. No final, ele disse: "Olha, esse jardim tá cheio de entúho. Depois que ele viu a casa toda pronta, né? Eu vou ajeitar o jardim, já que a casa tá bonita, tá limpa, tá pintada de azul, né? para para combinar com vestido. Vou ajeitar tudo direitinho e vou pintar o jardim que até já virou depósito de lixo aqui da vizinhança. E no fim de semana seguinte, na folga dele, arrumou o jardim e plantou uma arrozeira em homenagem ao vestido. Os vizinhos olharam aquilo e disseram: "Nossa, mas a casa do seu João era a mais trxa, a mais suja, a mais desarrumada aqui da rua. Agora tá tão linda, vamos arrumar as nossas casas também." E aí aproveitaram também as suas folgas e arrumaram as suas casas, ajeitaram, fizeram jardins e daqui a pouco tinha as casas, uma branca, uma amarela, uma uma rosa, outra verde. E os jardins com plantas diversas, com margaridas, com girassóis, com flores do campo, com diversas flores. E aquela rua parecia um arco-íris e um jardim de tão linda. O pessoal da outra rua disse: "Nossa, mas aquela rua era mais feia, mais suja da cidade e agora tá tão bonita. Vamos arrumar a nossa rua

es. E aquela rua parecia um arco-íris e um jardim de tão linda. O pessoal da outra rua disse: "Nossa, mas aquela rua era mais feia, mais suja da cidade e agora tá tão bonita. Vamos arrumar a nossa rua também." E aí o pessoal da rua seguinte começou a arrumar tudo também. Daqui a pouco aquilo já não era um trabalho individual, era um trabalho coletivo. Todo mundo se juntava e ia arrumando as casas uns dos outros, aproveitava as folgas e aquelas folgas eram sempre cheias de trabalho, cheia de conversa, cheia de alegria, cheia de compartilhamento de de comida, né, que sempre tem aqui no Brasil. Tudo envolve comida sempre, né? Trabalho coletivo sempre envolve um lanchinho, um cafezinho, um pão de queijo, um bolinho, né? E aí o pessoal dos outros bairros foi chamando a atenção e com as casas arrumadas eles olharam para os espaços comuns, a praça, que os brinquedos já estavam quebrados há muito tempo, que os bancos já nem eram possíveis mais de sentar, que o chão já não se andava, aos poucos foi sendo consertada. E claro, a escola, né, a escola que já não tinha quadro, já não tinha teto, não tinha nada, foi também consertada e tudo foi melhorando. A prefeitura viu todo aquele movimento, calçou as ruas que ainda estavam cheias de de lama e aquilo tudo foi melhorando. E aquela professora quando deu aquele vestidinho, nunca pensou que ia começar um movimento tão grande que ia mudar a vida de tantas pessoas. Ela só quis dar um pouquinho de carinho. Ela se lembrou com amor de uma criança no dia do aniversário dela. E olha quanto bem gerou um pequeno gesto. Então, a gente nunca sabe o que que o nosso bem pode gerar, né? Tem uma frase que diz que a gente pode até saber quantos quantas sementes tem dentro de um fruto, mas a gente nunca vai saber quantos frutos serão gerados a partir de uma semente. Chico não sabia quantos frutos seriam gerados a partir daquela primeira mensagem que ele fez a partir dele ter dito sim. A irmã Dulce nunca sabia quantos o que se seguiria depois que ela deu o primeiro prato de comida.

antos frutos seriam gerados a partir daquela primeira mensagem que ele fez a partir dele ter dito sim. A irmã Dulce nunca sabia quantos o que se seguiria depois que ela deu o primeiro prato de comida. E essa professora não sabia o que geraria aquele pequeno gesto de amor, né? Tem uma música que diz: "Todo bem que se possa fazer se deve fazer sem hesitação". Então, nunca percamos uma oportunidade de compartilhar o tesouro da fraternidade. Nenhum gesto é pequeno demais, nada é pouco demais. cada coisa, por mais que seja muito insignificante, como está ali na questão 90, tem um significado e tem um alcance que nós não podemos imaginar. Então, estejamos com Jesus, confiemos que o bem tem um poder infinito, que ele, que o amor pode responder a qualquer pergunta e que nós somos portadores de uma luz que jamais se apagará. O Francisco de Assis diz que nem todas as trevas do mundo podem se sobrepor à luz de uma pequena vela. Então, façamos acender a nossa luz e agora confiemos na luz do passe, que também é um pequeno serviço que se presta e que pode transformar muitas vidas. Então, que Jesus nos abençoe hoje e sempre, que venha conosco e nos ajude a ser evangelhos vivos na vida de muitas pessoas. Que assim seja. Muito obrigado, gente. Uma ótima noite, uma ótima vida para todos nós. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual. Substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira

que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos,

ue nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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