O suic@dio e suas consequências espirituais - Palestra com Brasília Pinheiro

INSTITUTO GOIANO DE ESTUDOS ESPÍRITAS IGESE 12/09/2025 (há 6 meses) 47:11 11 visualizações

O suic@dio e suas consequências espirituais - Palestra com Brasília Pinheiro

Transcrição

Queridas irmãs, sejam bem-vindos ao nosso lar de Jesus. Uma alegria recebê-los todos aqui. E como sempre fazemos, nós acolhemos a todos encarnados, desencarnados e nós sabemos que os nossos irmãos desencarnados continuam vivos, né? Então é natural que nós o saudemos e o recebamos também. recebamos com muito amor, com muito carinho. Aos nossos irmãos que nos assistem de casa também, sejam bem-vindos ao nosso lar de Jesus. E mais uma vez nós temos a nossa palestra pública na noite de hoje, que tem um tema muito importante para todos nós, é o suicídio na visão espírita, né? Nós sabemos, primeira coisa, que a morte não existe, né? Então, eis o primeiro equívoco, né? Quando a gente fala desse tema, de uma forma geral, eh, as pessoas pensam que é uma porta de saída, mas na verdade a morte não existe. Então não tem como você sair de uma coisa inexistente, né? A vida é uma só, é eterna. E nós temos então que buscar esse esclarecimento para que nós não nos equivoquemos. E aquilo que muitas vezes as pessoas pensam, a solução, na verdade, ele tá agravando os seus problemas, né? Então, só a doutrina vai trazer pra gente essa explicação e mostrar, né, na na visão da Dra. Brasília na noite de hoje. Obrigado, Dra. Brasília, nossa querida amiga Brasília, vai nos trazer esse tema então tão importante e que nós temos realmente que conhecer, divulgar, né, para que as pessoas possam então se conscientizar dessa grande verdade, né? Nós agradecemos aos nossos parceiros de transmissão que fazem com que essa palestra chegue a mais e mais irmãos, né? Esperamos especialmente diante do tema de hoje, você que gostar da palestra, divulgue, replique, né? Para que mais e mais pessoas se conscientizem dessa grande verdade que nós vamos ouvir na noite de hoje, tá? Então vamos fazer a nossa prece inicial, fechando nossos olhos, rogando ao nosso mestre querido, que possa estar conosco em mais essa noite. Que o Senhor possa inspirar, mestre amado, a nossa palestrante na noite de hoje, trazendo-nos esses

fechando nossos olhos, rogando ao nosso mestre querido, que possa estar conosco em mais essa noite. Que o Senhor possa inspirar, mestre amado, a nossa palestrante na noite de hoje, trazendo-nos esses esclarecimentos amorosos que a doutrina espírita nos mostra, Senhor, o caminho da vida eterna, nos dá força, consciência para sabermos lutar com bravura em prol da nossa felicidade verdadeira. Muito obrigado, mestre querido, por essa oportunidade. Que os seus trabalhadores, amigos, possam estar conosco na noite de hoje, derramando suas bênçãos, suas luzes sobre todos os nossos irmãos encarnados e desencarnados que aqui comparecem. E que possamos, Senhor, sair daqui fortalecidos e amparados pela sua mensagem libertadora, através desta doutrina de amor que o Senhor nos legou há quase dois séculos. Muito obrigado, mestre Senhor. Em teu nome damos iniciado a reunião pública da noite de hoje. Que assim seja. Então, sem mais delongas, a palavra está com Brasília. Boa noite a todos. Eh, com muita alegria que eu estou de volta aqui para trazer para vocês um pouco da visão espírita sobre vários temas e hoje o nosso tema é suicídio, porque nós estamos no mês de setembro, o mês da campanha de prevenção ao suicídio. Suicídio, homicídio, autoestermínio. Hoje, gente, nós vivemos uma epidemia. Hoje nós temos o suicídio como a terceira causa de morte de jovens no Brasil e a décima causa de mortes no planeta, coisa que não existia antes, suicídio em jovens. Hoje nós temos até em criança, casos de criança com suicídios. E o porquê, né? Vamos refletir sobre isso. Quem de nós aqui não conhece alguém da nossa família, do da nossa vizinhança, de amigos, colegas de trabalho, né, de escola que a gente conheceu ou que era de parente de algum desses que cometeu suicídio. É muito difícil a gente falar, não conheço ninguém, nenhuma família. Infelizmente disseminou no mundo essa prática não é uma coisa nova. Antigamente já existia o suicídio para lavar a honra da defesa. Hoje não. Hoje são outros

lar, não conheço ninguém, nenhuma família. Infelizmente disseminou no mundo essa prática não é uma coisa nova. Antigamente já existia o suicídio para lavar a honra da defesa. Hoje não. Hoje são outros motivos e nós vamos falar sobre cada um deles. Os fatores que agravam suicídio, eles podem ser ambientais, épocas de grandes secas, enchentes, incêndios florestais extenso, né? Eh, todas essas coisas perturbam o equilíbrio. Temos também socultural, né, problemas de guerras, revoluções, crises políticas, exílio, né, também desequilibra existenciais, né, vazios existenciais, pessoas sem um objetivo, né, e muitas vezes perdas de pessoas queridas também são causas de suicídio. são fatores. As causas nós temos hoje, em primeira causa nós temos a depressão. A depressão hoje ela é epidêmica. Não se falava depressão em jovens e crianças. Hoje nós temos depressão na infância. Tem um trabalho de pediatria que viram traços de depressão em bebês, em crianças de 2 anos, que já tinha alterações dos neurotransmissores, que tinha já sintomas de não querer comer, de não sorrir, de não brincar, alteração do sono. Então, as causas vão além das psicológicas. Nós temos as causas físicas também. E a depressão sendo a primeira causa hoje em dia de suicídio no nosso meio, a gente sabe que tem meios da gente tratar, né? Meios de amparar são as prevenções. Nós vamos falar sobre cada uma. Nós temos também como outra causa eh as decepções amorosas. pessoas que não conseguem sobreviver uma decepção amorosa, né? A fragilidade que ele se sente diante do companheiro, da companheira, né? Ele não consegue se manter equilibradamente sem aquela pessoa. Temos também as decepções familiares. O que é isso? Hoje nós temos crianças e jovens que não sabem ouvir a palavra, não. Não aceita limites dos pais. E nós sabemos que o rio só chega no mar porque ele tem margens. Então os pais têm que delimitar direitos e deveres dos filhos, né? Hoje, com o excesso de telas, eh telefones, celulares e, e, e iPad e computadores,

que o rio só chega no mar porque ele tem margens. Então os pais têm que delimitar direitos e deveres dos filhos, né? Hoje, com o excesso de telas, eh telefones, celulares e, e, e iPad e computadores, muitos desses jovens se isolam da família, não sai do quarto, os amigos são todos à distância, a gente não vê mais aquela convivência de menino brincando, jogando bola. É tudo jogos eh eh pela internet. E essas crianças ficam sozinhas. Os próprios pais também t o seu o seu momento de ficar ali em telas. A gente tem visto às vezes descuido de um adulto com uma criança porque se envolveu com a tela. Isso são fatores que agravam a convivência. A criança sente só, o jovem sente só. E muitas vezes quando os pais põem limites, né, para estudar, para evitar isso, a criança se sente ofendida, decepcionada e às vezes toma uma conduta, né, fatal. Nós temos também o uso de drogas, infelizmente hoje até pequenas quantidades de drogas já são liberadas. Então, a droga tá uma coisa quase que eh normatizada entre a juventude, né? Então, a droga leva um vazio, lesões cerebrais, né? Desequilíbrios psicológicos, é uma da causa de suicídio. O alcoolismo, hoje em dia, o alcoolismo, o álcool é considerado a pior droga que tem, porque ela é aceita pela sociedade. Então, ela entra e destrói famílias. pai perde emprego, a mãe, né, negligencia as crianças, tudo por causa do álcool. Então, nós temos que ver nessa na droga e e no álcool o motivo da suicídios e que nós temos que evitar, né, e tentar combater. Outra outra causa comum hoje são é o bullying. Na minha época a gente não falava em bullying, mas hoje existe, porque hoje a gente tem tem hoje a gente tem mais respeito pelo próximo. Antigamente as brincadeiras agressivas eram uma seita, né? Hoje a gente não se não aceita mais o racismo, o desrespeito, né? Então, alguma criança que às vezes tem alguma característica diferente, ela sofre bullying na escola, isso a desequilibra e hoje esse bullying extrapola até o meio social, cai nas redes e essa

to, né? Então, alguma criança que às vezes tem alguma característica diferente, ela sofre bullying na escola, isso a desequilibra e hoje esse bullying extrapola até o meio social, cai nas redes e essa criança é ridicolorizada, esse jovem, isso desequilibra essa criança, esse jovem. Também temos hoje o bullying como uma das causas de suicídio. Nós não podemos esquecer também dos traumas emocionais, perdas, perdas de emprego, pessoas que tinham uma situação financeira e de repente se vê sem aquele emprego, sem aquela empresa. Isso causa desequilíbrios. Nós vemos também pessoas que não conseguem receber um diagnóstico de doença grave. uma doença é uma neoplasia, uma doença mais grave que vai ter um tratamento sofrido como quimioterapia, radioterapia, às vezes a pessoa assusta até com o diagnóstico, doenças que têm tratamento, a pessoa não suporta o peso, né? Temos também outras que são as doenças mentais. Essas doenças ambientais, elas entram nesses outros fatores também, nessas outras causas, mas a esquizofrenia, a bipolaridade, né, também são causas. Então nós temos que ficar atento, porque existe prevenção, existe. Nós temos tratamentos psiquiátricos, medicinais mesmo, medicação. Uma pessoa numa crise grave de depressão, não adianta atendimento psicológico, psiquiátrico, só de conversa. ela necessita de medicamento, às vezes até uma internação para que ela se afaste, né, de ter condições de cometer o suicídio. Então, essas pessoas precisam da nossa assistência e nós podemos observar pessoas próximas a nós quando começa a ter ideia fixa de morte, tudo tá ruim, se isola, né? Dificuldade de de trabalhar, de conviver, essas pessoas são candidatas a esses atos. Então, nós temos que estar atento e amparar, procurar ajuda, tá? é o nosso papel. A religião ajuda sim e muito. Desde a antiguidade a religião é um freio. Ela bloqueia várias condutas erradas que nós poderíamos ter, que seja pelo temor, mas já é um freio. Tem umas religiões ajudam porque não tem uma religião cristã

e a antiguidade a religião é um freio. Ela bloqueia várias condutas erradas que nós poderíamos ter, que seja pelo temor, mas já é um freio. Tem umas religiões ajudam porque não tem uma religião cristã que não condeno. Existe religiões orientais que é uma prática comum entre eles, mas a do Cristo não. Nenhuma religião que veio do cristianismo cristã ampara a ideia do suicídio, do autoestermínio. Nós vamos falar agora do lado espiritual. O que é o suicídio na visão nossa do espírita? O sofrimento que leva a essa procura, né? São causas que a pessoa poderia reagir, procurar ajuda. Então, o suicídio consciente, por todas essas causas que eu falei para vocês, ela tem uma agravante, ela é consciente. a gente chama de coragem moral, quando essa pessoa reagem, né, reage nas dificuldades, né, e a covardia moral diante das dificuldades, das vicissitudes, a pessoa cede. O Evangelho Segundo Espiritismo fala muito bem sobre isso. E esse espírito quando no desespero faz o ato do autoestermínio, ele tem uma decepção enorme, porque ele não vai morrer. vai chegar no outro plano e vai encontrar ele mesmo com as antigas dores, seu sofrimento, vai com ele, só que agravado com dores mais fcinantes, a dor do ato, a dor do sofrimento. Que dor é essa? do arrependimento, da desilusão de chegar lá e saber que a vida continua e que não, ele não achou a solução, ele complicou. Por quê? Dependendo do jeito que ele causou o ato da sua morte, ele vai sofrer por isso, uma lesão perespiritual. Nós sabemos as leis de causa e efeito. Nada passa que a gente não tem que depois refazer. Toda agressão à lei de Deus, nós temos que refazê-la, né? Nós temos que novamente eh fazer o movimento contrário da recuperação daquele ato. Aquele espírito que procurou a morte por enforcamento, ele passa pro plano espiritual, chega lá, ele continua sentindo a falta de ar, o sofrimento. E ele fica anos e anos sentindo aquele, aquela falta de ar. Por quê? Porque tem du a maneira da gente desligar do corpo físico tem duas

al, chega lá, ele continua sentindo a falta de ar, o sofrimento. E ele fica anos e anos sentindo aquele, aquela falta de ar. Por quê? Porque tem du a maneira da gente desligar do corpo físico tem duas maneiras. natural, que aquela que você adoeceu ou chega ao final da sua existência, esse laço vai desprendendo naturalmente, pouco pouco a pouco. Mas quando a gente provoca a morte no auge da plenitude da nossa vida física, é difícil desse laço ser desfeito. rompimento brusco dele, a gente fica preso ao corpo físico, demora mais. as mortes violentas é mais difícil do espírito desprender do que quando é uma morte natural por doença. Então, muitas vezes aquele espírito fica muito e muito tempo ali tentando desprender e ele assiste os horrores da sua decomposição do seu corpo físico e fica passando na sua mente porque ficou plasmado no seu perespírito, na sua memória espiritual. o ato, o horror do ato. E a gente vê relato de espírito da ereticidade suicida falando quantidade de tempo que ele ficou remorando, revivendo aquele ato. Então, o que ele achou que seria um descanso, um desligamento das suas dores, pior. Ele conseguiu dores piores. E muitas vezes essas mortes são causadas por pela obsessão. Nós somos levados poros espíritos obsessores, por invigilância nossa. Somos vítima de nós mesmos em vigilância. E quando estamos no plano de espiritual, é mais fácil esses espíritos nos abordarem. vão nos cobrar atos do passado e atos do nosso e o ato do nosso suicídio. O tormento será muito maior. E há relatos desses espíritos no plano espiritual dos tipos de morte que eles escolheram o sofrimento, né? Os que ingeriram veneno contam o sofrimento da dor do do perespírito, né? já no teu corpo, mas eles sentem a queimação do veneno, as convulsões causadas pelo veneno, náuseas, vômitos. E aquilo vai repetindo, repetindo, eh, quem usa arma de fogo diz que fica escutando o estampido do tiro, sente o projétil penetrando como se tivesse penetrando a sua carne ainda. Então, aquilo vai rememorando tempos e

tindo, repetindo, eh, quem usa arma de fogo diz que fica escutando o estampido do tiro, sente o projétil penetrando como se tivesse penetrando a sua carne ainda. Então, aquilo vai rememorando tempos e tempos. Tem relatos também de quem pulou de prédios, quem saltou na frente de locomotivas, né? Então, do do do das locomotivas são inúmeros inúmeros desde há muito tempo. Era uma das maneiras que eles escolhiam para suicidar. Então, eles contam eles têm da da dos ossos quebrando, da vendo o corpo de lacerado. Então, aquilo fica e fica. Então a gente procura um sofrimento maior, mas aí vocês vão falar: "Mas essas dores, Deus não vê isso vê. Deus é pai, Deus é amor. Mas até para ajudar tem o livre arbítrio. O espírito tem que permitir a chegada de ajuda. Não é fácil. Aquele desequilíbrio a gente não consegue aproximar. Mas todos vão ter um lenitivo, um bálsamo paraas suas dores. às vezes demora muito porque muitas vezes leva o tempo que aquele espírito teria encarnado, é o tempo que ele vai levar para desligar dos seus restos mortais, daquela lembrança, porque aquilo foi programado na espiritualidade, tava na programação da existência dele, ele não consegue desligar. que quando um ato desse acontece, não é só a lesão física que ele causa ele, ele quebra uma cadeia de de outros espíritos que encarnariam com ele, espíritos que viriam como seu filho, né? Ou um pai que abandona o filho ainda criança e desequilibra o lar todo. Uma mãe que deixa os filhos, desestrutura a família, separa os irmãos, né? uma moça que ia casar e não casa que os filhos que iam chegar por ela que não vão chegar dessa vez. Então tem uma toda uma reprogramação na espiritualidade. Então isso é ele vai arcar também. Então, para nós espírita, a gente tem uma noção maior. E outra coisa, gente, quantas vezes a gente vai ter que reencarnar para reparar esse ato, recuperar esse corpo físico, né? Eh, o Divaldo conta que uma madrugada estava com uma dor profunda, um sofrimento profundo. Era umas 3 horas da manhã

ente vai ter que reencarnar para reparar esse ato, recuperar esse corpo físico, né? Eh, o Divaldo conta que uma madrugada estava com uma dor profunda, um sofrimento profundo. Era umas 3 horas da manhã e ele ali chorando, né, com os problemas, de repente ele sente uma mão no seu ombro. Ele olha, ele não conhecia um senhor cara de sofrimento, de sofrido, roupa simples. Falou para ele: "Não chore". Ele olhou: "Por que não posso chorar? Você nos consola, não chore." Aí ele falou um termo simples, você reza por nós. Aí o Divaldo, quem é você? Ele falou: "Eu sou Manuel Suicida". Aí o Divaldo reconheceu. O Divaldo lembrou que há mais de uma década ele viu nos jornais um homem desempregado, sofrido, que pulou na frente de um trem numa estação e foi triturado ali naqueles trilhos e no jornal estampou a imagem daquilo. E o Divaldo ficou muito comovido com aquilo. E ele sentiu a dor daquele rapaz e anotou o nome da do Manuel, não copiou para ele orar por ele. E por muito tempo ele orava e eu continuava orando pelo Manuel. Então o Manuel contou para ele que ele ficou por muito e muito tempo sentindo os ossos quebrando. E ele via farol da locomotiva chegando como se fosse os olhos de um monstro. chegando perto dele e ele sentia aquelas dores repetidamente, mas de vez em quando ele escutava uma voz Manuel e aquela voz tirava o alívio, dava um alívio, tirava as dores. Ele tinha um alívio por um tempo. Passava um tempo, voltava tudo, ele escutava novamente Manuel, ele acalmava. Aí ele falou pro Divaldé que um dia uma religiosa o recolheu dos trilhos, o colocou na relva e ficou ali com ele e explicou o que tinha acontecido, que aquilo eram orações que ele recebia, que era um alento. E ele começou a estudar e foi assistido no plano espiritual. Aí ele falou pro Divaldo, tava agradecido pelas preces, mas que ele continuasse rezando. Ele falava, rezando por mim, por ele, porque ele ia reencarnar, preparando para reencarnar. E nasceria uma criança com defeitos físicos e mentais. viveria

elas preces, mas que ele continuasse rezando. Ele falava, rezando por mim, por ele, porque ele ia reencarnar, preparando para reencarnar. E nasceria uma criança com defeitos físicos e mentais. viveria por uns 6 anos, depois voltaria à pátria espiritual, né, já em situação melhor para uma nova reencarnação. Aí o Divaldo ficou comovido, né, com ele e falou que queria encontrá-lo nessa nova encarnação. Ele relata que não o encontrou, né? Muitos anos se passaram, ele já deve estar numa segunda encarnação. Isso é muitos anos. Parece que é nos anos 50 que ele fala isso. Então, gente, a oração por esses irmãos fazem toda a diferença. Orar pelos que sofrem. Maria, Nossa Senhora, tem uma colônia que ela cuida dos suicidas com muito amor, muito carinho. A colônia dos suicidas. E nós sabemos que no espiritismo não existe penas fixas, como muitas religiões falam: "Ó, morreu, suicidou, vai pro inferno, suicidou, não vai pro céu." Não, gente, é um sofredor. Ele vai sofrer, mas ele vai ser assistido. Não existe penas eternas. Nós temos chance, cada dia uma nova chance que o Pai nos dá, né? Continuando, eu gosto muito de falar do livro dos espíritos, né? O livro dos espíritos, na questão 944 tem a seguinte pergunta: "O homem tem o direito de desfazer da sua própria vida? Bem seco?" Não, só Deus o tem. E isso é uma transgressão das leis divinas. Não tem nem conversa não, não tem direito. Aí continua na 946. O que pensar do suicida que pretendendo escapar das misérias e decepções deste deste mundo, ela eles falaram falta de coragem de suportar as provas e espera espera na salvação pela morte. ilusão. Pobre vai adquirir, eh, pobre sofrerá sofrimentos, terá sofrimentos maiores. Então, livro espírita já nos esclarece, nós não temos esse direito. E na questão 957, quais são as consequências do suicídio no mundo espírita? são diversas, como eu falei, não são fixas, né? Varia pela causa. O que levou essa pessoa? Uma loucura. Foi um suicídio inconsciente, uma crise de loucura. Ele não queria se matar, mas se

do espírita? são diversas, como eu falei, não são fixas, né? Varia pela causa. O que levou essa pessoa? Uma loucura. Foi um suicídio inconsciente, uma crise de loucura. Ele não queria se matar, mas se desequilibrou. Eh, uma morte e que ele provocou, mas não tinha intenção de matar, de se matar, o auge de uma doença, né? Então isso também é em conta, leva em conta, diferente de qualquer problema você tirar sua vida, né? E coisas horrorosas que nós estamos vendo que às vezes o familiar mata um familiar e ainda se mata achando que ele tem direito sobre a vida do outro também, não tem nem sobre a dele, né? Que nós estamos aqui por empréstimo. Nosso corpo é um empréstimo, né? E vamos continuando aqui pra gente ver o tanto que é uma uma das penas, gente, é ver esse corpo decompondo, esse sofrimento todo, né? Eh, e nós temos quais seriam os fatores agravantes que nos levaria ao suicídio? Uma das coisas é o materialismo, positivismo, que nós achamos que só existe essa vida. Quanto tempo a ciência pregou que nada mais existia, só o simples acreditava em religião, os cultos, os poetas, os escritores, ninguém, os cientistas, ninguém acreditava em Deus. Meu Deus, né? Isso levou a quantidade enorme de suicídios no século XIX. Grandes nomes suicidaram. E nós vamos ver que a falta de crer em Deus, a falta de acreditar numa força maior, não acreditar na imortalidade e não acreditar em Deus, tira de nós uma alicerce para ter uma vida, para suportar as agruras da vida. tira a nossa base, nós ficamos no vazio. Por que passar por tudo isso, né? Mas não. Então, fatores agravantes ao materialismo e não crer na eternidade. Fatores atenuantes, ah, imortalidade. Se eu creio na imortalidade, eu sei que isso é passageiro, que essa minha vida não passa de um dia pra eternidade. E que se eu tenho um pai que é Deus e ele não me desampara, tem um motivo para essas dores e que tudo passa, isso vai passar também, né? Leite causa efeito. Eu vou ter mais receio, meu Deus, que eu vou fazer? Eu vou ter que arcar com as

e ele não me desampara, tem um motivo para essas dores e que tudo passa, isso vai passar também, né? Leite causa efeito. Eu vou ter mais receio, meu Deus, que eu vou fazer? Eu vou ter que arcar com as consequências. Os meus atos eu sou responsável. Eu tenho liberdade de escolher o que eu vou fazer, mas as consequências eu tenho que arcar com elas. Conhecimento nós temos no espiritismo de experiência de outros irmãos que partiram pela porta do suicídio e voltam contando pra gente, querendo avisar. Tem esse livro aqui, ó, que quem pudesse ler, o martírio dos suicidas, ele não é psicografado, não é? Almerindo Martins de Castro. Esse livro é da FEB, maravilhoso. Inúmeras, inúmeras depoimentos de de irmãos que partiram por essa porta larga, né? E o que que a gente vê lá? Pessoas simples, donas de casa, operários, grandes escritores, cientistas, juristas, religiosos que se enganaram na ilusão de que a vida seessaria ali com as suas dores. Então, nós temos que ficar atento porque tudo isso é uma ajuda, né? Nós nós temos uma necessidade de conhecer o porquê das nossas dores. Também é uma maneira da gente prevenir esse ato. Estou sofrendo, mas o porquê? Por que que eu tô passando por isso? Eu não programei isso? Será que no plano espiritual, antes de eu reencarnar, eu não escolhi essas provas ou eu necessito? Então, essas 12es, elas podem ser uma expiação, elas podem ser uma prova que a gente precisa para evoluir e muitas vezes a gente vem numa missão e não dá conta e sucumbe. Então, tem um porquê dessas dores, não temos que fugir delas, temos que enfrentá-la, certo? a história da coragem imoral e a covardia moral. Leon Denis fala que os motivos do suicídio são de ordem passageira e humanas. As razões para viver são de ordens eterna e sobrehumanas do seu livro eh que ele deixou Os problemas do ser, do destino e da dor, um livro maravilhoso. Então, nós temos que também fazer a nossa prevenção tentando saber o por que nós estamos passando por isso. É, eu tenho uma história de saber como

as do ser, do destino e da dor, um livro maravilhoso. Então, nós temos que também fazer a nossa prevenção tentando saber o por que nós estamos passando por isso. É, eu tenho uma história de saber como que o espiritismo ajuda. Eu gostei muito dessa história. Todo mundo conhece Viato Correia, foi um escritor. Ele nasceu no ano, ele é de 18987 e morreu em 1960. 1980. Ele viveu quase 100 anos. Em 1967 ele faleceu. Fireato Correia, no início de da vida, ele ainda jovem contraiu dívidas e na impossibilidade de de pagar essas dívidas, né, de arcar com esses débitos que ele fez, desesperado, bateu de porta em porta pedindo recursos para saldar essa dívida e não conseguindo. E nessa época, né, no início do ano de 1900, a moral, os nomes, você tinha que ter nome, era muito sério você não quitar uma dívida, né? E ele, desesperado, porque não conseguia levantar esse valor, pensou em suicídio. Tentou de uma maneira outra, como ele ia fazer, mas não conseguia transportar esses muros. Ele lembrou do espírito de Bezerra de Menezes, que ele tinha muita admiração e ele tinha um amigo que era da Federação Espírita e ele procurou Manuel Quintão na Federação Espírita. Manuel recebeu, ele contou, né, sua tragédia, seus problemas, o amigo ouviu e falei: "O que que eu posso te ajudar?" Ele falou: "Eu queria uma um conselho, orientação do Dr. Bezerra". falou: "Olha, vou ver se eu consigo é adentre ao gabinete e me aguarde." E ele entrou num corredor. Tempos depois ele volta com a página escrita do Dr. Bezerra. De início, Dr. Bezerra deu uma bronca nele, né? ele ter mais cuidado com os gastos, ser mais precavido, mais cuidadoso, não fazer isso, mas ter mais amor à vida, que havia uma porta que ele não tinha batido que poderia socorrê-lo. Ele achou estranho porque ele imaginou que tinha procurado todos. Naquele momento veio intuição, meu Deus, faltou fulano. E ele saiu dali e foi atrás e foi atendido nas suas suas dificuldades. O tempo passou, ele se tornou um escritor de renome, né? Foi pra Academia Brasil de Letras,

io intuição, meu Deus, faltou fulano. E ele saiu dali e foi atrás e foi atendido nas suas suas dificuldades. O tempo passou, ele se tornou um escritor de renome, né? Foi pra Academia Brasil de Letras, publicou vários livros. Ele tem um livro que eu li na minha infância que as escolas pediu, que é o Cazusa, né? que é muito bonitinho. Então ele fala que guardou aquela carta pro resto da vida. Foi uma lição. Então as ajudas, né? Eh, a misericórdia divina é tão grande que chega por todos os lados, né? Se a gente parar para perceber, é alguém que encontra você na rua e te desvia da daquele daquela daquele caminho onde poderia acontecer um acidente. Então, a gente tem que ficar atento porque a providência divina não nos abandona nunca, tá? E eu me lembro na minha época também de mocidade espírita, né, há muito tempo atrás, a gente fazia visita aos lares dos necessitados e eu tava na numa numa era só uma semana de espírita e nós estávamos no interior de Goiás e fomos fazer visita às famílias. Tinha uma família muito carente e lá tinha um rapaz que não tinha as pernas nem os antebraços. Eu devia ter meus 15 anos naquela época. aquilo me chocou, aquela pobreza, aquele sofrimento e aquele rapaz daquele jeito, né? E eu pensei: "Meu Deus". Aí conversando, né? Depois eu fiquei sabendo, né, que tinha informação já, que ele era um suicida de várias outras vidas, renitente. Então, o único jeito dele passar por essa experiência sem se matar foi tirando os braços e as pernas. Então ele veio naquele sofrimento para aprender a valorizar a vida e o corpo. Então ele então aquilo l foi uma bênção, aquela existência que a gente, né, vendo do lado de fora não sabe avaliar, mas foi uma bênção. Então eu só trouxe uma reflexão aqui para vocês. Por que não me matar? Porque sou uso frutuário do meu corpo que é me concedido por empréstimo divino. Sou responsável pelos meus atos e assumirei as consequências das minhas escolhas. Descobrirei o sentido da vida nos objetivos de alcançar, preenchendo o

corpo que é me concedido por empréstimo divino. Sou responsável pelos meus atos e assumirei as consequências das minhas escolhas. Descobrirei o sentido da vida nos objetivos de alcançar, preenchendo o vazio existencial, sendo útil ao próximo. O tempo é remédio, tudo passa. Posso, posso e tenho o direito de receber ajuda. Tenho o dever de escolher o melhor para mim. Sou um espírito, sou imortal, sou eterno. Não sou capaz de extinguir a vida. O fim é uma ilusão. Não existe. Nós somos eternos. Porque a morte não existe. Continuarei sempre vivo e Deus é meu pai. Obrigada. Bem, nós agradecemos a nossa irmã pela linda exposição. Nós devemos sempre lembrar, né, a grande essa grande verdade, a vida não termina nunca. Nós não somos eternos, porque um dia nós somos criados, mas nós somos imortal, imortais, né? Então, obviamente Deus nos criou para algo muito bom, que é a perfeição. Só que nós estamos a caminho, nós não estamos prontos ainda. Então, é natural que quando você esteja numa escola, você não saiba tudo. Você tá ali exatamente para aprender. Então, nessa vida, nós estamos na escola divina. Estamos aqui para aprender. E como que a gente vai aprender sem as provas? Imagina uma prova, uma escola sem provas, né? Não tem sentido. Então, a própria vida já é o nosso remédio. Então, muitas vezes a gente se pergunta, como diz a Brasília, né? Por que isso comigo? Por que isso acontece com fulano? Porque cada um tem a sua história. Nós não fomos criados ontem. Nós tivemos vidas e vidas anteriormente a estas, tá? E nós estamos na melhor oportunidade da nossa existência, toda a nossa existência até aqui. Nós estamos na melhor oportunidade, porque quem traça a nossa vida somos nós mesmos lá no plano espiritual. Então, se eu passo por dificuldades aqui, é porque eu pedi essas dificuldades como remédio que eu preciso para minha alma que é eterna, tá? Então, todos nós já estamos na melhor oportunidade da nossa vida. E como diz a Dra. Brasília, existem tantos recursos pra gente se fortalecer. Existe

o que eu preciso para minha alma que é eterna, tá? Então, todos nós já estamos na melhor oportunidade da nossa vida. E como diz a Dra. Brasília, existem tantos recursos pra gente se fortalecer. Existe o medicamento para nos ajudar. Existe essa doutrina maravilhosa que nos traz tantos esclarecimentos, especialmente quanto a esse aspecto, né, doutora Brasília? Você quer saber o que que você errou na vida passada? Olha a sua vida presente. Olha aonde que a sua vida tá te cobrando. Você vai entender mais ou menos o erro da vida passada. Então, a sua vida atual é a melhor e maior oportunidade que você está tendo. Então, como desperdiçar uma oportunidade dessas? Não podemos. E aí vem a doutrina exatamente para nos trazer essas luzes, né? Nós temos o livro Memórias de um suicida, da nossa querida Ivone Pereira do Amaral, né? onde ela nos mostra exatamente isso, que como Camilo Castelo Branco, ele se arrepende do ato a hora que ele passa o olhar na sua vida anterior e vê que tudo aquilo que ele tá passando é fichinha perto daquilo que ele fez outros sofrerem, né? Então, a bondade divina e a misericórdia divina está atuando sempre a nosso favor. Então, o que que nós temos que fazer? nos aproximar dessa bondade, nos aproximar dessa doutrina maravilhosa que nos dá exatamente essa esperança de dias melhores, porque eles virão. Mas o suicídio não é a porta, pelo contrário, né? Ela é uma porta que nos leva a mais sofrimento. Então, só a doutrina vem nos explicar sobre isso. E tenhamos a certeza, né, que em todas as situações, mesmo aquelas pessoas que nós eh sabemos que optaram por essa triste eh situação, a bondade divina não desampara ninguém. Nesse livro Memórias de um suicida, mostra, né, que Maria Santíssima ela tomou para si, para si essa incumbência de cuidar dessas pessoas que deixam a vida pelo suicídio, pra gente entender a grandeza e o amor de uma mãe olhando pelos seus filhos. Então, a bondade divina não desampara nenhum de nós. Mas é preciso, então, lutarmos, meus irmãos,

xam a vida pelo suicídio, pra gente entender a grandeza e o amor de uma mãe olhando pelos seus filhos. Então, a bondade divina não desampara nenhum de nós. Mas é preciso, então, lutarmos, meus irmãos, tá? Nós estamos aqui paraa luta. A vitória não é aqui nesse mundo. É isso que nós temos que entender. Então, vamos abraçar nossa vida. Vamos levar essa vida com muito amor, com muita fé, com determinação, na certeza que Deus está olhando e nós já estamos tendo a melhor oportunidade pra nossa alma que é eterna. Tá bom? Então, gostaria de pedir pra nossa irmã Zilda fazer a prece final. Pode ser. Agradecemos então a todos, especialmente a nossa irmã, pela linda palestra e vamos buscar a doutrina, gente. Vamos fazer os nossos estudos, vamos fazer o ESD pra gente entender realmente o que que a gente tá fazendo aqui, porque as coisas são como são e a gente vai entendendo então como é esse amor de Deus por nós e assim a gente conduz a nossa vida de uma forma melhor, tá bom? Muita paz a todos. Uma boa noite >> neste momento. Então, vamos fechar os nossos olhos e vamos buscar no nosso interior tudo aquilo que procuramos, vindo a uma casa espírita, estudando temas espíritas para o nosso bem viver e o nosso aprimoramento. Vamos pedir aos nossos mentores particulares que continuem conosco, que estejam sempre nos orientando, nos iluminando, fazendo com que consigamos discernir melhor para todas as nossas decisões. Sejamos também certos de que o plano espiritual a tudo vê, a tudo nos acompanha e está sempre conosco. Que todas as nossas decisões sejam feitas a favor de um mundo melhor. Que assim seja. Convido os nossos irmãos médios, então, que possam nos ajudar na na aplicação do passe.

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