O retorno ao corpo físico: a finalidade da reencarnação - com Eurione Antônio

INSTITUTO GOIANO DE ESTUDOS ESPÍRITAS IGESE 16/01/2026 (há 2 meses) 41:25 5 visualizações

Palestra: O retorno ao corpo físico: a finalidade da reencarnação - com Eurione Antônio

Transcrição

Boa noite a todos. Sejam muito bem-vindos a essa casa de oração e conforto. Que a paz de Cristo esteja em nossos corações. Hoje, né, é um dia muito especial, né? a gente tá tendo mais uma das nossas palestras da das quinta-feira, né, com o nosso amigo, né, e parceiro aqui da casa mesmo, do seu Eurioni, né, que vai eh nos brindar, né, com a com um tema muito interessante. Primeiramente eu gostaria de agradecer, né, aos nossos parceiros de transmissão, né, a o Iges, a TV Goiás Espírita, TV Secal de Santa Catarina, a Rádio Nova Luz, Rádio Deus Conosco e Mensageiros da Luz. E gostaríamos também de dar as boas-vindas aos nossos internautas que através do YouTube, né, vai assistir essa palestra de hoje. Eu já peço a vocês que compartilhem esse link com o máximo de pessoas, porque tenho certeza que vai eh ajudar muitas pessoas o tema de hoje, né? E o nosso palestrante de hoje, seu Eu vai falar do retorno ao corpo físico, a finalidade da reencarnação, tá? Então, pra gente começar os trabalhos de hoje, a gente vai fazer a oração inicial. Vamos fechar os nossos olhos, elevando o nosso pensamento até o mestre Jesus, esse mestre de amor e de consolo que veio nos trazer a boa nova, veio nos trazer o amor através do evangelho do Senhor, né? e que nós somos muito abençoados, né, de conhecer essa doutrina que nos consola tanto, que nos mostra o caminho da porta estreita, mas de forma que possamos passá-la sem tanto sofrimento. Obrigado, meu Senhor, por tudo que o Senhor faz por nós, por nos brindar também com a oportunidade de estar aqui nessa casa. né, o seu lar, o lar de Jesus, esse ambiente que a gente vem para aprender, para aumentar o nosso conhecimento, porque o conhecimento é libertador, o mal é ignorância e graças a Deus nós temos a oportunidade do estudo através da doutrina espírita. Obrigado, Senhor, por mais essa oportunidade. Que os bons Espíritos abençoe nós encarnados e também os desencarnados que aqui se encontram e especialmente o nosso palestrante, para que ele, iluminado com

igado, Senhor, por mais essa oportunidade. Que os bons Espíritos abençoe nós encarnados e também os desencarnados que aqui se encontram e especialmente o nosso palestrante, para que ele, iluminado com as ideias do Senhor, possa transmitir as suas palavras de forma que se faça bem entendido por nós. Obrigado, Senhor. E damos por início os trabalhos no dia de hoje. Que assim seja. Então vamos convidar o seu Eurôni para vir pra tribuna. Níbra. Boa noite, que a paz de Jesus esteja conosco. Eh, Francisco, bom, eh, o tema da nossa apresentação de hoje é o retorno ao corpo físico e a finalidade da reencarnação. discutir a necessidade da reencarnação no meio espírita, eh, pode se parecer uma uma uma coisa sem utilidade, né? Assim como muitos pensam a respeito da própria reencarnação, outros, mas mesmo assim, eh, nós já tivemos durante toda a nossa existência, né, nós já tivemos diversos momentos em que essa prova, seja através dos fenômenos, já nos foi demonstrada e à medida em que nós evoluímos, essas esses fenômenos que dão prova da reencarnação eh deixam de ter sentido para as pessoas que vão se tornando cada vez mais inteligentes, como diz aqui no no Evangelho, vocês vão ver a respeito desse esse desse item, desse capítulo quarto e perde então essa necessidade dessas provas materiais. Por quê? Porque o raciocínio lógico, a aceitação do da vida, né, das condições em que a gente vive, são suficientes para nos eh nos satisfazer sobre esse dogma que é o dogma da reencarnação. E, eu tinha um antigo antigo mestre no meio espírita que me disse uma vez, eu preocupado com a educação dos meus filhos e ele disse o seguinte: "Se você conseguir imprimir neles a crença no dogma da reencarnação, isso já seria um grande um grande salto." um grande feito. Por que isso? Por causa da da responsabilidade, vínculo existente entre a pluraridade das vidas, né? entre uma vida anterior, com a vida presente e o que nós podemos ser no futuro. Essa então essa condição de refazer o caminho, de aproveitar os

de, vínculo existente entre a pluraridade das vidas, né? entre uma vida anterior, com a vida presente e o que nós podemos ser no futuro. Essa então essa condição de refazer o caminho, de aproveitar os ensinamentos, é uma prova da misericórdia divina, uma prova da uma é uma dádiva divina, porque senão todos nós poderíamos pensar da seguinte forma: quem de nós fazendo um exame de consciência poderia dizer que que nós eh estaríamos tão desenvolvidos, tão puros, que dessa vida nós iríamos direto para o paraíso, como é como muitos acreditam, né? Ou que iríamos, igual os muçulmanos, né? que iríamos ter diversos privilégios e regalias numa outra vida, na vida espiritual. Quem de nós poderíamos em sã consciência eh dizer que isso iria acontecer conosco? Por outro lado, da mesma forma, em sentido contrário, quem de nós poderia dizer que somos tão tão pecadores ou tão renites no mal que iríamos para o inferno, né? Ora, sabemos nós que nem uma coisa, nem outra, nós na nossa maioria esmagadora estamos em evolução, estamos progredindo e, portanto, precisamos sim de novas oportunidades. Então, no capítulo 4ro, é esse os temas do capítulo 4atro, né? Ninguém poderá, esse é o título do capítulo, ninguém poderá ver o reino de Deus se não nascer de novo. É uma passagem evangélica, né, com com Nicodemos, que vocês conhecem muito bem, todos do meio espírita, até mesmo os que conhecem a Bíblia sabem dessa passagem. é uma uma questão que suscita muitas discussões a respeito da interpretação desse dessa passagem evangélica. Não é o nosso assunto de hoje. Mas continuando, então nesse mesmo capítulo, temos ainda a ressurreição e a reencarnação. A reencarnação fortalece os laços de família, ao passo que a unicidade da existência os rompe. E temos também a instrução dos espíritos dizendo sobre os limites da encarnação e o item que é tema da dessa explanação de hoje que é a necessidade de reencarnação, de encarnação, tá ali, ou de reencarnação. Então, a primeira pergunta nesse item que os que Kardec faz para o para os espíritos

é tema da dessa explanação de hoje que é a necessidade de reencarnação, de encarnação, tá ali, ou de reencarnação. Então, a primeira pergunta nesse item que os que Kardec faz para o para os espíritos é essa: a encarnação é uma punição e apenas os espíritos culpados estão sujeitos a ela. Kardec responde a a, aliás, os espíritos respondem a Kardec dizendo que inicialmente a num por exemplo, quando o homem está iniciando a sua a sua trajetória de vida, né, nas nas primeiras encarnações, ele eh muitas vezes através até de reencarnações compulsórias compulsórias são aquelas encarnações que o espírito termina uma uma encarnação aqui e ele reencarna quase que automaticamente. Isso acontece na maioria das das primeiras reencarnações. Por quê? Porque ele ainda é um ser com precisando de muita experiência, né? Não tem experiência nenhuma. Foi criado por Deus. em estado puro, né? Um inocente, vamos dizer assim. Então, ele tá, é um espírito puro e que precisa desenvolver a inteligência. E essa inteligência é conseguida aqui no nosso planeta, através desse nosso mundo físico, nessas condições, com esse corpo material que nós estamos vivendo hoje. Porque cada esfera habitada do do universo tem suas próprias condições e seus próprios corpos físicos que são de acordo com a natureza de cada de cada orbe. Mas então os espíritos respondem também que para um espírito mais desenvolvido, que já passou por várias experiências corpóreas e já tem o senso moral desenvolvido, uma reencarnação para um espírito nesse nível, uma reencarnação para ele, pode ser interpretada como uma punição. Porque ele vai passar pelas vicissitudes todas, pelas necessidades do corpo. É claro que isso não é uma regra, mas de modo geral a maioria dos espíritos, à medida em que vão desenvolvendo, as reencarnações, de certa forma vão ficando mais penosas, relativamente mais penosas. Nessa relatividade, nós podemos tomar o exemplo das diversas povos que habitavam outros planetas, outros espíritos, né, que habitavam outros planetas, como é o caso

enosas, relativamente mais penosas. Nessa relatividade, nós podemos tomar o exemplo das diversas povos que habitavam outros planetas, outros espíritos, né, que habitavam outros planetas, como é o caso lá dos exilados de Capela, que seria o exemplo mais clássico, né, o que é mais discutido na literatura espírita, em que eles foram obrigados a a obrigados assim por eles mesmos, claro, Eles não conseguiram acompanhar a evolução do planeta em que eles habitavam, Capela, e vieram reencarnar aqui na Terra com a finalidade de desenvolver a nós que éramos espíritos encarnados aqui na Terra. E para eles é como se fosse uma um recomeço. Mas um recomeço eles já estavam muito adiantados do ponto de vista da inteligência, com a asa da inteligência, mas o do ponto de vista moral eles precisavam de alguns ensinamentos ainda, precisavam de aprendizado. E a palavra chave de toda essa nossa explanação de hoje é o aprendizado. Então eles, esses espíritos de capela, quando reencarnados aqui na terra, eles passaram por essa condição. Imagina você ter um ambiente completamente primitivo em relação ao mundo que você já habitava. Isso parece uma punição. Na verdade é uma necessidade. É uma necessidade de aprendizado. Então não é uma punição. O espírito encarnado nessas condições pode ter essa interpretação, mas no fundo não não configura uma punição. Então o nosso planeta ele vem evoluindo, né? Dizem os cientistas que ele já t iniciou-se, né, as condições habitáveis há 4,5 bilhões de anos atrás. E há 3,8 bilhões de anos começaram as primeiras, os primeiros seres vivos, que eram seres unicelulares de uma célula só. O nosso corpo tem trilhões de células. há 6 milhões de anos, os os os primatas, né, que são nossos antecessores ou os nossos eh vamos dizer assim, nossa base genética. Depois 300 a 350.000 1 anos atrás surgiram os primeiros hominídios que geraram que vieram as a a dar origem a à nossa espécie de homoens hoje, né, que sabe-se que existiam até outros outras espécies de hominídios.

350.000 1 anos atrás surgiram os primeiros hominídios que geraram que vieram as a a dar origem a à nossa espécie de homoens hoje, né, que sabe-se que existiam até outros outras espécies de hominídios. Há 70 milhões, há 70.000 1 anos atrás, o nosso Homo Sapiens ou nós mesmos antes. E há 16.000 anos houveram diversas migrações, né, entre os continentes. Isso dentro do nosso próprio planeta. Então, toda esse todo esse tempo é um tempo coordenado por Jesus, que é o governador daqui do nosso planeta. E nós fomos criados espíritos puros e herdamos toda esse esse essa materialidade. Como espírito, nós somos únicos, mas o meio em que nós habitamos vem evoluindo. E nós, quando a partir da nossa criação, sujeitos a esses mundos, sujeitos a as à as reencarnações sucessivas, nós também estamos evoluindo. Então, o nosso planeta já foi um mundo primitivo e e provavelmente nós habitávamos nesse mundo primitivo com aquelas outras espécies antecessoras ou como homo sapiens. Depois passamos por um mundo de expiação e prova. Agora nós estamos vivendo num num período de transição do mundo de expiação e provas para o mundo de regeneração. Vocês estão vendo ali que depois vem os mundos felizes ou ditosos, depois celestes ou divinos. Essa evolução, ela tanto ocorre do ponto de vista físico quanto espiritual. Então, se nós evoluirmos do ponto de vista moral e de inteligência o suficiente para habitar uma uma condição de um mundo de regeneração, nós vamos reencarnar nesse mundo de regeneração. Se nós não conseguirmos, nós vamos ter que passar para um mundo voltar, não, né? Nós não estamos voltando. Nós vamos passar para um mundo de expiação e provas, que é o que a gente está. Nós estamos no período de transição, mas nós somos nesse momento no, se você fizer uma classificação, nós estamos na expiação em prova. Então, o que é um mundo primitivo? É destinado às primeiras reencarnações do espírito, onde a vida é toda material, que é o nosso, a nossa vida enquanto animal, que nós já passamos por todos esses

va. Então, o que é um mundo primitivo? É destinado às primeiras reencarnações do espírito, onde a vida é toda material, que é o nosso, a nossa vida enquanto animal, que nós já passamos por todos esses reinos, né, pelo reino mineral. Não podemos considerar isso uma reencarnação. Claro, a reencarnação nós estamos falando só depois que nós já passamos a ser homens, homens e mulheres. Depois um mundo de provas, expiações, onde ainda existe o predomínio do mal na Terra. Em seguida, o mundo de regeneração, que é para onde nós estamos migrando ou para talvez, né, é o que a gente deseja, onde as virtudes e defeitos se mesclam, não existe expiações, mas ainda há provas. E depois para um mundo celeste ou divino, que é a morada dos espíritos purificados, onde só existe o bem. Bom, quando nós estávamos prestes a a reencarnar, nós se tínhamos capacidade para isso, entendimento para isso, nós podemos participar ali da da condição em que nós deveríamos reencarnar. Se nós temos consciência do nosso estado evolutivo, se nós temos consciência da das falhas que tivemos, nós vamos junto a com a ajuda de espíritos superiores, nós podemos participar da confecção do do nosso corpo físico, o que teremos quando encarnados, quando estamos lá no mundo. de no mundo espiritual, sabemos que está próximo à reencarnação. Nós podemos participar desse planejamento. E mais ainda do que isso, nós podemos participar às vezes das circunstâncias. Existem, não existe na na o determinismo absoluto, como nos ensina a literatura espírita. O determinismo absoluto não existe, mas alguns pontos, alguns pontos extremamente necessários para a nossa evolução e de acordo com a misericórdia divina, esses pontos vão vão ser determinados onde nascer, em que família nascer e com quem iremos conviver, em que ambiente, em que em que situações mais, vamos dizer assim, de forma geral. É claro que nós temos o livre arbítrio e o livre arbítrio nós podemos modificar tudo, mas Deus junto com toda a sua plage de espíritos colaboradores,

situações mais, vamos dizer assim, de forma geral. É claro que nós temos o livre arbítrio e o livre arbítrio nós podemos modificar tudo, mas Deus junto com toda a sua plage de espíritos colaboradores, vão direcionar a nossa reencarnação para que a gente possa ter o melhor aprendizado possível. De acordo com o livro Lar de Lar de Nosso Lar, eh existe na nessa colônia espírita, como deve existir em outras, toda uma instituição voltada para a reencarnação, para planejar essa reencarnação, para que ela tenha o a maior possibilidade de sucesso. E qual é o sucesso? O sucesso é a evolução, é o aprendizado, é a educação. É nós estarmos mais temos conseguido evoluir moralmente, intelectualmente. Nós precisamos dessas duas asas para alçar voo e grangear uma uma condição de um mundo mais evoluído, né, de acordo com o nosso estágio evolutivo. Aqui é uma especulação de alguns estudiosos sobre a o tempo em que nós temos para ter entre as reencarnações. É uma especulação. Veja bem, então no início do gráfico ali, nós temos o plano reencarnatório com desencarnação programada, como todos dizem, né? Nós não sabemos, mas o o única coisa que existe é um é um dia certo, né, para findar essa experiência aqui na na carne, nessa condição atual. Bom, então em determinada data, nós temos lá um plano, né? Então, um tempo programado para desencarnação. Ora, o que que pode interferir nesse plano? A reforma íntima pode interferir. Existem vários casos na literatura em que a reencarnação estava programada para uma data e essa data foi alterada. foi alterada por necessidade, seja do próprio espírito ou de terceiros que estavam ligados com ele. Existem alguns relatos sobre isso. O Chico e Emanuel nos contam algumas dessas situações, mas o que importa é que ali, ó, então pode ver haver a desencarnação em tempo superior ao planejado ou desencarnação abrandada. no mesmo tempo. Ou seja, às vezes era preciso que essa pessoa passasse por uma por um trauma mais rigoroso no desencarne. E tudo isso pode ser modificado.

rior ao planejado ou desencarnação abrandada. no mesmo tempo. Ou seja, às vezes era preciso que essa pessoa passasse por uma por um trauma mais rigoroso no desencarne. E tudo isso pode ser modificado. Como de acordo com Pedro, o amor cobre uma multidão de pecados. Então, apesar de todo esse determinismo, de toda essa programação, tudo está sujeito à modificação. E essas modificações dependem de nós, depende da da nossa forma de proceder de acordo com o nosso livre arbítrio. O que que nós as escolhas que fazemos, né? Então, existe aqui na uma passagem no Evangelho que diz o seguinte: "Eh, no cadinho da família estão reunidos os afetos e os desafetos". Quando ele usa essa essa esse termo cadinho, cadinho é uma como se fosse uma xícara pequena de porcelana. que nós no laboratório a gente usa isso para fazer a análise. Então a gente coloca essa essa xícara, vamos usar esse termo, mas o termo é correto, é cadinho. E ela é aquecida a 1000 1200º. Geralmente pra gente fazer uma análise das cinzas para saber o que que aquele aquele material era composto, o que que é os minerais que estavam ali compondo aquele aquela substância ou aquele corpo. Então, quando os espíritos falam que no cadinho da família estão dizendo o seguinte, que nós estamos no cadinho, ou seja, para nos purificar, porque vamos ser colocados à prova, a temperatura vai ser elevada. Então, então nós no cadinho da família estão reunidos os afetos e os desafetos. os afetos pelas pela proximidade dos gostos, pela pela bemquerência, né? Porque gostam dos outros, porque se amam, então querem reencarnar juntos para um ampar o outro. Então, esses são os afetos. Mas lá também, nesse cadinho, estão também os desafetos. Vocês sabem muito bem que essa é uma necessidade, porque Deus quer que a gente cultive o amor. Para cultivar o amor, você precisa perdoar, você precisa superar as adversidades, as inimizades, o ódio. Tudo isso precisa ser transformado. E qual o melhor ambiente para isso do que a família? É a melhor condição.

o amor, você precisa perdoar, você precisa superar as adversidades, as inimizades, o ódio. Tudo isso precisa ser transformado. E qual o melhor ambiente para isso do que a família? É a melhor condição. É a melhor condição possível. Então, vejam bem que até aí nós temos uma outra prova da reencarnação. Se não existisse a reencarnação, como é que nós resgataríamos esses nossos essas essas nossas falhas com as pessoas que nós vivemos anteriormente? e tivemos os problemas e todo e que gerou diversas outros outras consequências. Então, a frase do Chico, né? Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode começar agora e fazer um novo fim. Isso na nossa vida atual. Mas se você levar essa mesma frase para o dogma da reencarnação, o que que é a reencarnação? Se um novo começo, é um novo começo, uma nova chance. E lá naquela, no início, quando eu mostrei para vocês ali a pergunta que Kardec fez, o espírito responde também fazendo uma comparação da questão da escola, né? Ora, um espírito que vai tendo as reencarnações sucessivas, à medida que ele está evoluindo, é como se ele tivesse mudando de classe numa escola. Ele entrou lá na no no prezim ou no maternal, né? Para nós aqui, alguns aqui foi jardim da infância, é só uma questão de denominação. Mas então, a gente iniciou a nossa vida escolar passando de acordo com a nossa idade, com a nossa capacidade de aprendizado, a gente foi mudando de de classe, mudando de série. A mesma coisa. O espírito, à medida das reencarnações sucessivas, ele vai evoluindo moralmente. Então, volta a questão da palavra-chave, né? Tudo depende do aprendizado. Então, na aqui na vida, nós somos eternos aprendizes. Então, na escola da vida estamos todos matriculados, encarnados e desencarnados. Todos estamos vivos. Nenhum está morto, só está em condição diferente, mas estamos todos matriculados na escola da vida. O projeto pedagógico é divino. A lei de causa e efeito faz parte da metodologia adotada. Então, Deus adotou essa

morto, só está em condição diferente, mas estamos todos matriculados na escola da vida. O projeto pedagógico é divino. A lei de causa e efeito faz parte da metodologia adotada. Então, Deus adotou essa metodologia. A lei de causa e efeito é universal. é igual para todos. A misericórdia de Deus é infinita. O principal objetivo é o aprendizado, uma evolução espiritual. A professora mais enérgica é a dor e o professor mais doce é o amor. Quantas tarefas somente faz quem tenta fazer, somente erra quem faz, somente aprendem os indiferentes, sendo que o autoconhecimento, a vontade firme de aprender e a obediência à lei de Deus que está agravada na nossa consciência. são as prerrogativas, são as as nossas linhas de conduta para nós evoluirmos mais rapidamente ou menos ou mais lentamente. sem a a reencarnação, eu garanto para vocês que nós não teríamos condições, porque Deus não haveria de criar espíritos totalmente evoluídos sem que eles tivessem o mérito dessa evolução. a sua misericórdia divina. Ele nos proporciona as oportunidades para que a gente possa evoluir de acordo com o nosso merecimento, de acordo com a nossa dedicação. Não é não é uma um ele nos proporciona diversas chances para isso, que são as reencarnações sucessivas. Era isso que a gente de acordo com nosso tempo. Obrigado pela atenção de vocês. Obrigado aos espíritos superiores que estiveram aqui presente. Obrigado a todos encarnados e desencarnados. Depois dessa palestra, né, onde o seu Eurrione, né, nos trouxe informações muito importantes, que na minha opinião, a reencarnação é uma das maiores bênçãos de Deus para nós, porque ela nos permite um novo recomeço. nos permite vir aqui de novo e fazer diferente, errar menos, eh tentar buscar acertar mais e cultivar o autoconhecimento, né? E uma das coisas se falou no início da palestra que mais me chamou atenção eh diante de todas as outras foi a questão eh do da parte da responsabilidade que nós temos com os nossos filhos. Nós pais, né, temos uma grande responsabilidade

da palestra que mais me chamou atenção eh diante de todas as outras foi a questão eh do da parte da responsabilidade que nós temos com os nossos filhos. Nós pais, né, temos uma grande responsabilidade de encaminhar os nossos filhos no caminho de Deus, no caminho do do conhecimento do evangelho do Senhor. E eu gostaria de citar de Valdo Franco, que uma vez ele falou que a maioria das pessoas, né, eles eh colocam como regra para os filhos e para a escola. Se você tem que ir pra escola para você construir uma profissão, ficar inteligente, né, e conseguir ser alguém na vida. Mas na hora de levar paraa igreja, para o centro espírita, aí deixa na na decisão do filho. Não, quando ele crescer, ele escolhe o que que é melhor para ele, o caminho que ele deve percorrer. Aí e tá aí o maior erro dos pais, na minha opinião. E o Divaldo Franco fala isso. Se o filho não quer ir pra igreja, não quer ir pro centro, você tem que obrigar ele ir com você. Você não obriga ele ir pra escola, não é verdade? E por que que na hora de aprender as coisas de Deus deixa na liberdade dele escolher quando ele vai fazer? Então isso eh fez muito sentido para mim, né? E graças a Deus nós conseguimos encaminhar as nossas filhas na doutrina espírita desde cedo. Hoje elas eh estudam, vem no centro, faz o evangelho no lar. Se o nosso evangelho no lar é todos os domingos às 8 da noite. E tem e acontece de vez em quando de nós, em virtude de trabalho ou de viagem não podermos estar em casa para fazer. E elas fazem sozinha, elas estando em casa. Então, graças ao Senhor, nosso querido mestre Jesus, nós conseguimos encaminhar as nossas filhas nessa doutrina de de amor e consolo, né? Então, vamos pra parte final. Gostaria de convidar a dona Zilda para vir fazer a prece final pra gente. Senhor Jesus, neste momento presente no lar de Jesus que leva o seu nome, estamos muito contentes por nos reunirmos aqui. Cada um que sai de sua casa, de seu trabalho, vem até uma casa espírita, com certeza busca um pouco mais de

resente no lar de Jesus que leva o seu nome, estamos muito contentes por nos reunirmos aqui. Cada um que sai de sua casa, de seu trabalho, vem até uma casa espírita, com certeza busca um pouco mais de tranquilidade e um pouco mais de alegria. E toda essa sua vontade, estando sendo respeitada pelo plano espiritual, traga para cada um de vocês muito amor e muita vontade de acertar. Como vimos na palestra de hoje, somos eternos aprendizes. Há muito que aprender e isso tudo não ocorre de uma maneira, de um salto. É tudo muito gradativo. E cada um vindo constantemente e procurando manter esta esperança em seus corações, que isto seja o motivo de muito, muito processamento no seu coração, principalmente. Estudar é bom, aprender é bom e é necessário, mas é no coração onde a verdadeira transformação moral vai acontecer. O resto nos ajuda. Estejam então muito felizes por poderem participar no planeta Terra neste momento onde muita necessidade se faz de esperança e de muita luz. Que Cristo continue em nossos corações. Que assim seja.

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