18 Das causas primárias

INSTITUTO GOIANO DE ESTUDOS ESPÍRITAS IGESE 04/10/2025 (há 5 meses) 1:27:09 126 visualizações

Estudo da obra Das causas primárias com Otaciro Rangel.

Transcrição

เฮ เฮ เ Boa noite A todos. Sejamos todos muito bem-vindos a mais uma sala virtual do GES com o estudo da obra das causas primárias com os nossos amigos e parceiros de transmissão, Web, Rádio Fraternidade, Rede Amiga Espírita Centro Espírita Chico Xavier Santos, Rádio Portal da Luz, TV Goiás Espírita, o Ecoesiritismo com Otaciro, e conecta espiritismo para aprendermos um pouquinho mais com o nosso querido professor e amigo Otaciro Rangel. Boa noite, professor. Tudo bem? >> Boa noite, Ana, tudo bem? Boa noite a todos os nossos amigos >> que estão aí conosco. >> É, já a gente já estar aqui nessa sala. plenário virtual, né, onde todos nós estamos reunidos através dos recursos da mídia pra gente dar continuidade aos nossos estudos, as nossas reflexões desse primeira parte do livro dos espíritos, constituído de 75 perguntas e respostas e que dá uma visão geral de todas as coisas a partir de Deus e do processo criativo de Deus até aparecimento do homem e da desenvolvimento do homem. Então, esse capítulo é um capítulo muito bonito que nós escrevemos buscando fazer um panorama, não é, desse resultado todo, dessas 75 perguntas. Vamos acrescentar mais algumas pra gente ter uma visão geral do que a gente poderia até chamar elegantemente de sinfonia da vida. >> É muito lindo, que lindo esse esse nome que foi dado, hein, professor? E é o que a gente viu até agora, né, professor? Com certeza enriqueceu todos nós aqui. A gente não vai sair desse estudo igual nós entramos. Com certeza. Alguma coisinha, algum, alguma sementinha tá aqui no nosso coração. >> Isso. Algum degrauzinho a gente terá subido. >> É. E aqui tá aparecendo para mim, professor, como novo membro aqui, a Nícia Aguiar. Então, seja bem-vindo, nice. Esse estudo, todo o estudo fica gravado aí em todos esses nossos amigos parceiros, né, que foi falado aqui no começo, no próprio GES e todos os outros. Aí você consegue achar lá todos os estudos anteriores até chegar nesse momento aqui. Seja bem-vinda, em especial no eco

parceiros, né, que foi falado aqui no começo, no próprio GES e todos os outros. Aí você consegue achar lá todos os estudos anteriores até chegar nesse momento aqui. Seja bem-vinda, em especial no eco espírit, >> é especialmente no eco e precisa ser bastante acessado para poder manter, não é, as atividades dentro do YouTube. >> É o é o registro eterno do nosso professor ali, hein? É. Então, eh, principalmente ali no eco. Bem falado >> isso aí. Quando eu desencarnar vocês vão ficar lembrando de mim entrando no eco. >> Com certeza. Com certeza. Vamos. E tem muita coisa para fazer depois ali. Ou se tem. Você vai ver. Você vai ver do plano espiritual depois. >> Me intua, hein, professor. Me intua, por favor. >> Isso aí. >> Ah, o senhor tem algo a falar para nós, né, professor? >> Temos. Hoje é um dia especial, na verdade hoje é dia 3 de outubro e nós temos, né, a o conhecimento de que no dia 3 de outubro de 1804 nasceu o nosso querido mestre, segundo mestre, eu chamo ele sempre de segundo mestre, >> porque o nosso mestre maior é Jesus, Masc é o nosso segundo mestre, porque ele foi capaz de nascendo num corpinho, numa família de juristas, não é? tendo a educação depois aprimorada através da convívio com Pestalose no Instituto Verdum na Suíça, ele poôde aprender ou apreender, melhor dizendo, porque ele já veio o espírito preparado para isso, a todos os recursos preparatórios para que ele pudesse mais tarde, depois de exercer o papel, o trabalho de professor, de mestre, ele poôde então esbarrar com o conhecimento da realidade espiritual e trazer para nós essa profunda filosofia, conhecimento do mundo espiritual, nós conhecemos como doutrina espírita. Então, Kardec, na verdade, passou a ser uma figura que não sairá mais da história da humanidade terrena, porque ele é essencialmente o inaugurador com seu trabalho da era do espírito na evolução do nosso planeta. Então isso é muito importante. Nós estamos aqui reunidos hoje, graças a ele. Nós estamos estudando a primeira parte

ente o inaugurador com seu trabalho da era do espírito na evolução do nosso planeta. Então isso é muito importante. Nós estamos aqui reunidos hoje, graças a ele. Nós estamos estudando a primeira parte do livro dos espíritos, que representa o seu primeiro trabalho, onde ele busca no mundo espiritual as informações necessárias para que a gente possa saber tudo que é possível para o nosso entendimento sobre a vida que nos espera ou da qual nós saímos, porque é um e vir continuado através dessa linda lei tão bem defendida, revelada e demonstrada pelos fatos da lei da reencarnação. Então, nós homenageamos Allan Kardec, reverenciamos esse mestre querido e colocamos o nosso pensamento e o nosso coração à disposição no altar da gratidão por tudo que ele nos legou. Salve, Allan Kardec. >> É, gratidão, né, professor? o fato de estarmos aqui, né, hoje também tem a ver com ele, né, nesse estudo, né, das obras, das, né, com a codificação espírita. Então é gratidão a ele mesmo. >> Isto. >> Eh, e aí, professor, já temos aqui, eh, opa, apetei o lugar errado aqui. Um probleminha entre a o, a, o computador e o mouse. Eh, já estamos todos apostos aqui. Depois eu vou colocando aos pouquinhos, porque tem já já estamos aqui em 70 pessoas já. E aí, ao longo do estudo, eu vou colocando aqui todo mundo aqui o as felicitações que estão colocando aqui pro senhor. >> Então vamos iniciar. >> Estamos todos juntos. >> Todos juntos. É mais pra gente aproveitar mais aí o professor. Então vamos começar com a nossa prece, professor. >> Vamos. Querido mestre Jesus, neste dia em que nos reunimos, como fazemos todas as sextas-feiras às 21 horas do Brasil, buscamos, Senhor, a tua presença entre nós através da nossa prece, que é a colocação de nosso sentimento de nosso pensamento direcionado a tu à tua presença entre nós. Sabendo hoje, Senhor, da força do pensamento que aprendemos com a doutrina espírita, te buscamos junto de nós para que nós possamos, usufruindo das vibrações amorosas de teu coração amigo,

entre nós. Sabendo hoje, Senhor, da força do pensamento que aprendemos com a doutrina espírita, te buscamos junto de nós para que nós possamos, usufruindo das vibrações amorosas de teu coração amigo, estudar e aprender lições tão preciosas. trazida por esse segundo mestre nosso, Allan Kardec, teu discípulo moderno, que nasceu entre nós com o propósito sublime de codificar os conhecimentos espirituais, colocando-os todos eles recebidos em príscas eras. num resumo integrativo que representa a doutrina espírita. Na doutrina espírita, Senhor, encontramos através do trabalho generoso de Allan Kardec, toda a síntese do conhecimento espiritual que a Terra já conquistou até hoje. Conquistou, Senhor, através de dois caminhos. o caminho das revelações espirituais que parte de teu coração amigo Jesus, enviando seus discípulos de tempos em tempos para trazerem as informações do mundo espiritual. E a segunda, através da nossa própria consolidação experimental, observando e vivenciando os fatos da natureza. Somos felizes, Senhor, por estarmos aqui reunidos e por isso te pedimos, mestre, em especial que acenda cada vez mais profundamente a luz espiritual desse coração amigo Allan Kardec, que ele possa ainda do mundo espiritual, Senhor, continuar nos amparando. nos assistindo no aprendizado espiritual e reconhecemos que o seu trabalho representa a inauguração na humanidade terrena da era do espírito. Progredimos sempre, Senhor, e já agora, na nossa maturidade humana, esbarramos com a nossa realidade espiritual e podemos compreendê-la nas suas bases mais bem demonstrada e explicadas pela lógica e pelos fatos espíritas por Allan Kardec, que nos faz convictos, Senhor, de que somos espíritos imortais. Te agradecemos, mestre, por tudo que temos recebido e agradecemos a Allan Kardec esta obra primorosa que representa a doutrina espírita que ficará conosco, como tu prometestes, querido mestre Jesus, como consolador até a consumação dos séculos. Isto é, inaugurada fase da realidade espiritual

rimorosa que representa a doutrina espírita que ficará conosco, como tu prometestes, querido mestre Jesus, como consolador até a consumação dos séculos. Isto é, inaugurada fase da realidade espiritual no mundo. Jamais a perderemos. A teremos, Senhor, conosco para sempre. Abençoe todos os nossos irmãos e humanidade. Que todos os nossos irmãos possa um dia e em breve reconhecer, Senhor, o trabalho digno de Allan Kardec. para o mundo. Abençoe o nosso estudo da noite. Que assim seja. Então nós vamos iniciar, professor, com a vou espelhar aqui pro senhor com uma visão sintética da evolução da vida hoje, né? Quem quem tem o meu livrinho na segunda edição tem esse capítulo como o último capítulo do livro. Quem tem a primeira edição não tem esse capítulo. Esse capítulo foi colocado quando a gente fez uma revisãozinha rápida do livro e adicionamos um capítulo para fazer uma síntese dessa primeira parte do livro dos espíritos que nós estudamos, porque nós estudamos as 75 perguntas e respostas do livro dos espíritos, que constitui a primeira parte do livro, que tem sua continuidade também na Gênese. Não é? E para poder colimar todas as ideias que a gente apreende nas 75 perguntas e respostas, nós procuramos sintetizar tudo isso nesse último capítulo que a gente chamou de uma visão sintética da evolução da vida. Como nós já dissemos que a vida pode ser definida dentro da doutrina espírita como a manifestação do princípio inteligente em qualquer fase do seu estágio evolutivo. Então, ela se apresenta como vida na célula, como vida nos organismos, como vida no ser humano e como vida no mundo espiritual. Então, a gente pode ter esse conceito geral de que a vida é a expressão do princípio inteligente em qualquer fase da sua evolução em que se encontra. Então, hoje nós estamos expressando a vida humana entre nós e observando, olhando para trás, a vida de todas as espécies que nós podemos ainda acompanhar, que são vidas que se manifestam no nosso planeta. Historicamente, a gente sabe que outras

umana entre nós e observando, olhando para trás, a vida de todas as espécies que nós podemos ainda acompanhar, que são vidas que se manifestam no nosso planeta. Historicamente, a gente sabe que outras vidas já teve que foram extintas, mas os princípios inteligentes que utilizaram das corporificações extintas da vida planetária continua no processo evolutivo nas espécies que vão aparecendo na renovação do processo da vida. Então, nós encontramos a Terra como uma escola espiritual. Na verdade, esse texto que nós colocamos no nesse livro como último capítulo foi escrito antes para uma outra edição com um nome diferente, não é? E a gente fez algumas modificações para poder colocar aqui, porque os direitos autorais da primeira primeira versão foi doada para a editora do Rio Grande do Sul, da FEB do Rio Grande do Sul, onde a gente deu um título diferente, chamou, nós chamamos esse texto como a sinfonia da vida. Então aqui a gente modificou, fez algumas estruturas modificadas para poder colocar nesse livro e chamamos de uma visão sintética da evolução da vida. Então, nós faremos aqui um panorama da evolução da vida desde os primeiros momentos da vida bacteriana que surgiu na Terra cerca de 3 bilhões de anos atrás, avançando até a plenitude da vida angelical que se dará para nós em um futuro ainda muito distante. Para ficar mais didático pensar na vida, no seu desenvolvimento, vamos dividi-la então em três fases, a saber, a vida celular, a vida orgânica, a vida humana e a vida espiritual. Então são quatro fases. Se a gente tivesse falando de uma sinfonia da vida, seriam as quatro peças que constituem uma sinfonia. Porque uma sinfonia é uma eh construção musical que é dividida em várias partes e cada uma das partes relatando uma história que está envolvida e intrínseca. na expressão musical. Então, a semelhança disso, a gente fez esse texto pensando mais ou menos como um compositor que certamente eu não sou capaz de de ser, por isso não escrevi isso sozinho, tive muita ajuda

ssão musical. Então, a semelhança disso, a gente fez esse texto pensando mais ou menos como um compositor que certamente eu não sou capaz de de ser, por isso não escrevi isso sozinho, tive muita ajuda espiritual para fazer isso. E nós dividimos então em quatro atos ou quatro partes, não é? a parte da vida celular, a parte da vida orgânica, a parte da vida humana e a parte da vida espiritual. Na vida celular, a gente inclui todos os organismos vivos unicelulares que compõem a vida na Terra. Na vida orgânica, todos os organismos individualizados, abrangendo todo mundo vegetal e todo mundo animal, desde os insetos até os mamíferos e incluindo todas as plantas diferenciadas entre si, mas excluímos da vida animal a vida humana. A terceira parte é a vida humana que se destaca da vida orgânica por suas características diferenciadora, que é a existência da consciência da própria individualidade, se manifestando nesse ato, nessa fase da vida, não é? da vontade racional, do ser racional, do ser que pensa, que sente, que sabe, que pensa e que tem acesso à sua memória com consciência. E depois, finalmente, a última parte, que é a vida imortal dos espíritos. Obviamente que na terceira parte a vida humana está olhando do ponto de vista material, a gente fala da vida do homem e da mulher ou da humanidade terrena. Mas olhando da parte espiritual também os espíritos que estão no processo de ir e vir através do mecanismo da reencarnação, do nascimento e da morte entre o mundo físico e o mundo espiritual que a gente pode, usando uma linguagem de Viana de Carvalho, chamar dos das duas margens do rio da vida. a margem material da vida material e a margem da vida espiritual. Atravessar esse rio significa visitar do mundo material o mundo espiritual ou sair do mundo espiritual, nascer no mundo material ou visitar o mundo material através de alguns mecanismos que são possíveis. Então, os mecanismos que a gente pode utilizar para atravessar o rio da vida é a reencarnação, nascimento, a morte, que é a volta, atravessa de um

erial através de alguns mecanismos que são possíveis. Então, os mecanismos que a gente pode utilizar para atravessar o rio da vida é a reencarnação, nascimento, a morte, que é a volta, atravessa de um lado pro outro e do outro lado pro primeiro que a gente da onde a gente veio. e também fazer isso durante o nosso sono físico. Porque quando a gente dorme, a gente desprende parcialmente o mundo espiritual, toma um barquinho veloz, atravessa o rio da vida, vai pro mundo espiritual, convive um pouquinho de tempo lá e acorda, volta e acorda no corpo. E também podemos fazer isso nas reuniões mediúnicas, onde nós recebemos a visita dos espíritos através dos recursos da mediunidade que vem falar conosco. Então, vejam que essa terceira fase, ela é uma fase muito dinâmica, muito interessante, que precisa ser muito bem compreendida e a gente só vai compreender isso bem, continuando a estudar as obras de Allan Kardec. Claramente há por trás dessas quatro fases, um elo que liga uma outra, que a conecta uma outra, que é a precisa. e maravilhosa lei da evolução. Então, a lei de evolução conecta todas essas fases da vida umas nas outras. E por isso a gente habita um planeta que convive com essas fases todas, quase que simultaneamente, n? nós podemos dizer simultaneamente, mas é interessante entender também o palco, né, dessa sinfonia da vida, onde essa vida se dá e quais são os ingredientes que formam essa sinfonia ou essa síntese evolutiva da vida. Então, a gente tem como substrato ou como palco de tudo isso Deus, espírito e matéria, que são as bases de sustentação da vida que transcende o nosso planeta Terra para ser então a grande realidade de todo o universo. Então, para caracterizar e compreender essa base Deus, espírito e matéria, a gente estudou a primeira parte do livro dos espíritos, mas que a gente vai fazer uma revisãozinha aqui. Então vamos destacar algumas perguntas fundamentais que nós já estudamos previamente, analisamos previamente, relembrando-as aqui para entender que a sinfonia da

gente vai fazer uma revisãozinha aqui. Então vamos destacar algumas perguntas fundamentais que nós já estudamos previamente, analisamos previamente, relembrando-as aqui para entender que a sinfonia da vida, que a síntese dos processos da vida na Terra tem como base Deus, espírito e matéria. Então, a primeira coisa que a gente vai é relembrar a primeira pergunta, que é Deus. Porque então Allan Kardec pergunta que é Deus e não quem é Deus. A gente já falou sobre isso, mas vamos repetir aqui, porque Kardec nesse questionamento nos convida a fazermos uma mudança de reflexão e de pensamento sobre o criador. Nós temos que tirar de nós, de dentro de nós, desse atavismo que a gente cultivou das diferentes encarnações que a gente já teve. Essa visão de Deus como um velho de barba branca, não é? Construtor do universo, cheio de caprichos humanos e com a silhueta humana. A gente não tem que pensar em Deus como um ser humano. A gente tem que mudar o nosso pensamento sobre Deus. Por isso ele pergunta: "Que coisa é Deus?" Não, quem é Deus? Porque se perguntar quem já fez o modelo humano, porque a gente usa quem para pessoas, Deus não é uma pessoa, certo? Então é preciso que a gente aprenda a pensar em Deus. Então a gente vê aqui que Kardec nesse questionamento nos convida a uma mudança de postura filosófica no ato de pensar sobre Deus. pensar em Deus sem modelar, sem fazer um modelo, sem fazer uma imagem, sem fazer uma ideia, sem usar uma ideia preconcebida material montada em cima das coisas materiais. Então, a pergunta, o que é deixa os espíritos livres para nos apresentarem uma nova maneira de pensar? com a sua resposta destituída de um modelo, ainda que inconscientemente já imaginado por nós. Então, vamos lá. Que que é? Significa que coisa é, portanto, uma maneira distinta de pensar em Deus, tá certo? Então, veja bem, essa forma de perguntar de Allan Kardec, então nos convida a reformular o nosso entendimento sobre Deus, excluindo todo pensamento associado à matéria. Portanto, nós vamos utilizar de

Então, veja bem, essa forma de perguntar de Allan Kardec, então nos convida a reformular o nosso entendimento sobre Deus, excluindo todo pensamento associado à matéria. Portanto, nós vamos utilizar de nossa maneira de pensar em Deus nada dos nossos sentidos. físicos, que são sentidos de observação do mundo material, tá certo? Então, nós vamos pensar nele como criaturas espirituais e não como ser humano transitório. Nós vamos deixar de ser homens e mulheres, apesar de estarmos encarnados num corpo masculino ou feminino, e pensar em Deus como espírito imortal que a gente é. Então, vai subir intelectual e filosoficamente um degrau da nossa postura, saindo da fase humana, material para entrar na fase espiritual, espíritos imortais que somos. Por que que a gente vai fazer isso? por causa das respostas, da resposta que os espíritos dão. Eles respondem de uma forma muito sintética, mas profundamente abrangente a resposta. Deus é inteligência suprema, causa primária de todas as coisas ou causa primeira de todas as coisas, entendendo como a causa original de tudo que existe. Então, inteligência é algo abstrato. Então, veja que Deus tá definido aqui com uma ideia abstrata, não é mais uma figura. É uma inteligência. Parece simples a resposta, mas contém tudo que o ser humano atual pode compreender de Deus. Além disso, ela é tão completa e simples que a sua compreensão universaliza o pensamento do homem sobre Deus. Nós podemos pensar aproximadamente igualmente sobre Deus todos nós, porque cada um de nós faz uma visualização interior de Deus, não é por conta própria, mas com esses dois conceitos de inteligência suprema e causa original de tudo que existe, causa primária de todas as coisas, a Gente, então pensa junto, pensa em harmonia. Toda a humanidade pode pensar harmonicamente em Deus. Então, essa compreensão universaliza o pensamento do homem sobre Deus. O pensamento humano deixa de ser heterogêneo e passa a ser um pensamento homogêneo. Então, a gente pensa que uma simples

em Deus. Então, essa compreensão universaliza o pensamento do homem sobre Deus. O pensamento humano deixa de ser heterogêneo e passa a ser um pensamento homogêneo. Então, a gente pensa que uma simples perguntinha dessa que tem uma respostinha rápida não tem um significado profundo e tem. Basta que a gente pare e medite e busque subir esse degrau de sair da vida física e entrar na vida espiritual pra gente entender isso melhor. Então, Deus não é apresentado, Deus nos é apresentado como a fonte inteligente do universo material e espiritual. Então veja, Deus é fonte inteligente de inteligência suprema. É fonte porque ele cria tudo e é criação inteligente e de inteligência suprema. Portanto, cria sem cometer qualquer tipo de erro ou de engano, porque a inteligência suprema, para ser suprema não pode cometer erros, tá certo? Então, toda aquela ideia que a gente fazia, que Kardec ainda utiliza no livro, Deus é onipotente, onisciente, não é soberanamente bom e justo. São detalhes do entendimento de uma fonte suprema de inteligência suprema, tá certo? são, na verdade, tentativas explicativas de esmiuçar a compreensão de Deus, que tá resumidamente bem colocado como a fonte de inteligência, a fonte inteligente de tudo que existe, de inteligência máxima. Tudo que existe é obra de Deus e é absolutamente perfeito, porque tem inteligência suprema, não cria coisas imperfeitas. Aí a gente precisa dar um uma mudança de pensamento, porque quando a gente pensa perfeito, a gente pensa pronto e não necessariamente, tá certo? Uma fonte, ela pode ser de água pura e cristalina, mas ela vai sair dali e vai correr como um pequeno regato, transformar num eh córrego maior, num rio pequeno, num grande rio e desaguar no mar. Então, a gente não precisa entender que Deus é uma fonte que faz as coisas já definitivamente prontas. Tudo é perfeito, mas tudo progride. É muito bonito. É uma mudança de pensamento filosófico que a gente faz. Então essa resposta nos faz pensar em Deus sem projetar imagens materiais ou

amente prontas. Tudo é perfeito, mas tudo progride. É muito bonito. É uma mudança de pensamento filosófico que a gente faz. Então essa resposta nos faz pensar em Deus sem projetar imagens materiais ou pessoais, e sim como pensamento abstrato. Pois a inteligência é imaterial. O que é inteligência? É imaterial. Ela não se sustenta em nada material. É interessante notar que esse conceito apresentado pelos espíritos está em pleno acordo com a primeira lei do decálogo trazido por Moisés, que está descrito no livro Êxodo, lá no capítulo 20 do Êxodo do Velho Testamento, que a gente pega em qualquer uma das bíblias que a gente encontre aí, mas eu vou reproduzir aqui paraa gente poder acompanhar como a gente lê. lá em Moisés, nos mandamentos, nos decálogo, começa o decálogo assim: "Eu sou o Senhor, teu Deus, que te tirei da da terra do Egito, da casa da servidão. Não terás outros deuses diante de mim, então eu sou único. Não farás para ti imagem de escultura. nem alguma semelhança do que há em cima nos céus, nem embaixo na terra, nem nas águas debaixo da terra, e não te encurvarás a estes símbolos e nem a servirás. Então aqui nesse ensinamento do decálogo, a gente tá vendo um Deus imaterial. Tá certo? E como de como é único, tem que ser supremo. Então, a resposta que os espíritos dão, ela tá numa linguagem diferente, mais sintética e filosófica, do que aquela que foi a primeira apresentação da ideia de um Deus único para os povos que se desenvolveram na nossa humanidade e que nos deixaram de herança esses conhecimentos antigos que tem a essência dos valores espir espirituais quando a gente sabe ler. Então, a gente vê nessa resposta dada pelos espíritos, o atendimento perfeito a essa recomendação da lei de Moisés. Se Deus é inteligência, ele não pode ser pensada como imagem, não dá para fazer uma escultura da inteligência, tá OK? Então, ela é imaterial. Deus é imaterial. É muito importante isso, porque ele que cria a matéria, ele que cria o espírito. Então ele transcende ao espírito e à

er uma escultura da inteligência, tá OK? Então, ela é imaterial. Deus é imaterial. É muito importante isso, porque ele que cria a matéria, ele que cria o espírito. Então ele transcende ao espírito e à matéria. É uma inteligência superior. Então a gente pode fazer algumas considerações que são decorrentes deste novo conceito sobre Deus. O primeiro deles é: inteligência suprema não erra. Portanto, tudo que está criado tem uma razão de ser. E se não a compreendemos, é por falta de evolução nossa para tal. Então, a gente não pode dizer assim: Deus não devia ter feito assim. Por que que Deus não nos criou perfeito? Pronto. A gente quer ser perfeito. Pronto. A gente é perfeito na perfeição relativa do desenvolvimento em que a gente se encontra, porque a gente é indestrutível. Os princípio inteligente criado é indestrutível. A matéria criada também é indestrutível. Ela é transformável. Depois a gente vai comentar um pouquinho sobre isso também. O segundo é que Deus não criou o universo e sim Deus cria. Criou no passado como se ele não fizesse nada agora. Se ele é fonte inteligente do universo, fonte não para de jorrar. Portanto, Deus cria por toda a eternidade. Deus cria o universo. E a gente vê o universo em evolução através das transformações das coisas da natureza que nos mostra então o universo em evolução, implicando que ele não é uma obra acabada e nunca será, já que como fonte Deus é eterno e atua incessantemente. Tudo que existe então se baseia em dois princípios criados por Deus, o princípio material e o princípio espiritual. Vamos falar um pouquinho primeiro sobre o princípio material. O princípio material, tá certo? Porque é mais fácil, mais palpável para nós, porque nós vamos usar os nossos sentidos até um limite, porque os nossos sentidos não permite a gente compreender a matéria em todos os estágios que a matéria se encontra. Há estados materiais que para nós ainda não foram detetadas nem pelos nossos sentidos e nem pelos nossos instrumentos, que são amplificações dos

matéria em todos os estágios que a matéria se encontra. Há estados materiais que para nós ainda não foram detetadas nem pelos nossos sentidos e nem pelos nossos instrumentos, que são amplificações dos nossos sentidos. E por isso mesmo a gente só vai compreender esses estados materiais mais sutis através da nossa própria realidade espiritual desconectada da matéria grosseira. Então, da visão humana sobre o princípio material, relembramos os conceitos trazidos pela ciência. Entende-se a constituição do universo material por meio da matéria observável e através das quatro leis de forças que a ciência já determinou nos seus estudos da estrutura da matéria. A força gravitacional, a força eletromagnética, a força nuclear fraca e a força nuclear forte. Por quê? Porque que a matéria se apresenta para nós como algo que interage entre si através da gravitação por causa da massa que ter interage entre si por causa das cargas, então através das forças eletromagnéticas por causa da sua organização na estrutura atômica da matéria. mostrando dois tipos de forças curiosas no interior dos núcleos atômicos, a força nuclear fraca e a força nuclear forte. A força nuclear forte é a força nuclear que garante a estrutura dos prótons e nêutrons de todas as partículas que a gente chama de radrônicas, uma partículas pesadas. massivas e as forças nucleares fracas são aquelas que mantém ligação estrutural entre os núcleos, entre os átomos dentro do núcleo para compensar a força repulsiva elétrica por causa dos prótons terem cargas positivas e estavem estarem aglutinados muito próximos uns do outro, portanto, serem repel idos pela força elétrica, tem que haver uma outra força que compensa essa força elétrica para não deixar o núcleo se esfelar essa força chamado força nuclear fraca. Então ficam constituídos nessa parte todas as partículas elementares, todos os átomos e moléculas, todas as substâncias e toda a forma de radiação eletromagnética. através do fenômeno da luz, da radiação luminosa

constituídos nessa parte todas as partículas elementares, todos os átomos e moléculas, todas as substâncias e toda a forma de radiação eletromagnética. através do fenômeno da luz, da radiação luminosa percebida pelo nosso olho, mas de todas as radiações de natureza eletromagnética percebida pela nossa instrumentação tecnológica. raios X, raios de ondas longas, ondas de rádio, onda, as microondas, a radiação infravermelho, a radiação visível, a radiação ultravioleta, a radiação que vai até os raios X e a radiação eh que são formadas dentro dos núcleos dos átomos, que é a radiação gama. Então, toda essa radiação faz parte da estrutura material do nosso corpo, mas ainda faz parte, ainda por ignorância nossa de saber na sua essência o que a matéria que a gente chama de matéria escura, que tem efeito gravitacional, mas a gente não observa a radiação delas, por isso a gente chama de matéria escura, mas ela é age através da força gravitacional. E a gente ainda não sabe de que matéria escura, de que tá constituída essa matéria escura. a gente tá investigando ainda. E também essa energia escura que mantém o nosso universo em expansão. É uma espécie de força que contrabalança a força gravitacional que é atrativa, que tenderia a fazer todos os corpos se aproximarem uns dos outros, mas eles estão expandindo. Então, o que tá empurrando para fora é uma espécie de força que a gente não compreende direito, que vem de uma energia que a gente também não compreende direito, que a gente chama de energia escura. Então, todas as coisas materiais se resumem em tudo isso, tá OK? E é o que a gente observa. Vale lembrar que a nossa observação do universo se dá através de dois fenômenos importantes. A radiação eletromagnética, que permite a gente observar os astros e agora também pelas ondas gravitacionais que a gente aprendeu a detetar, que mostra como o espaçotempo se modifica. Então, uma definição diferente de matéria relatada pelos espíritos no livro dos espíritos, na pergunta 22a. A gente também já falou sobre isso, mas

detetar, que mostra como o espaçotempo se modifica. Então, uma definição diferente de matéria relatada pelos espíritos no livro dos espíritos, na pergunta 22a. A gente também já falou sobre isso, mas vamos relembrar. Que definição podeis dar matéria? A matéria é o laço que prende o espírito. É um instrumento de que este se serve e sobre o qual ao mesmo tempo, exerce sua ação. Então aqui a gente entende porque Deus criou dois princípios. Porque esses princípios vão se associar para que o princípio inteligente, que é permanente e que vai evoluir, posso utilizar da própria do princípio material para se mostrar, isto é, para dizer para todos os outros, olha eu aqui, interajam comigo. e também para utilizar a própria matéria como instrumento de interação. Então, veja, nós estamos interagindo através da mídia e da fala. Eu falo, vocês escutam, vocês veem minha imagem, né, e vocês podem ver minha expressão e tudo por causa do mundo material. Então, no mundo espiritual, a gente também tem que ter uma espécie de corporificação ainda material para que nós nos comuniquemos uns com os outros. E para fazer isso, a gente então precisa de uma corporificação apropriada à realidade do espírito, que é feito também desse princípio material que a gente vai descobrir ao longo do nosso estudo. A gente já falou sobre isso também, que é apresentado para nós pelos espíritos na forma de revelação chamado fluido universal. Então nós vamos parar aqui porque a gente precisa trocar ideias. Vocês já devem estar aí cheio de questionamentos outros pra gente conversar. Então dessa definição que a matéria é o laço que prende o espírito, é um instrumento de que este se serve e sobre o qual ao mesmo tempo exerce ação, não é? Então, sob esse ponto de vista, a matéria é um instrumento de ação, ao mesmo tempo que é o campo de ação do espírito, tá certo? Então, essa matéria que atende essa necessidade do espírito, como o espírito é um ser evolutível, ele pode se encontrar e Deus o cria sempre, porque Deus não para de criar

ação do espírito, tá certo? Então, essa matéria que atende essa necessidade do espírito, como o espírito é um ser evolutível, ele pode se encontrar e Deus o cria sempre, porque Deus não para de criar como princípio inteligente. E nós já sabemos que existem espíritos angelicais. Isso significa que existe um caminho evolutivo desde o princípio espiritual mais rudimentar até o espírito mais angelical. E para ele se revestir de alguma matéria para poder se fazer identificável, essa matéria tem que ser capaz de atender as necessidades de um princípio espiritual no começo e de um princípio espiritual no máximo da sua evolução. Portanto, tem que ser uma matéria extremamente capaz de se adaptar a uma realidade evolutiva do espírito para essa corporificação, que no ser humano, na fase humana, essa corporificação a gente chama de corpo perespiritual. Allan Kardec, o nosso segundo mestre, denominou esse corpo do mundo espiritual de corpo perespiritual ou perespírito. Perespírito é aquilo que envolve o espírito propriamente dito. Então, a corporificação do espírito. Muito bem. Então, na próxima sexta-feira, pulando a próxima, né, daqui 15 dias, nós vamos falar sobre o princípio espiritual, falando sobre o princípio material aqui para mostrar todas as fases em que ele se encontra nas diferentes observações que a ciência faz do mundo que nós observamos e aquela revelada pelos espíritos do fluido cósmico. OK, então vamos conversar entre nós. Nossa, eu tava pensando aqui, né, professor, o com isso tudo, né, que a gente revu aqui, fez um um um resumo, né, do que já vimos, eh quando Jesus fala, né, da gente ter olhos de ver, né, e ouvidos de ouvir, eu fiquei pensando para ver, a gente tem que estar acordado, né? Tem que tá esperto, tem que tá atento a essas coisas que são faladas para nós, né? E não sei, embora a gente seja o mesmo depois. Oi, Ana, deu um, deu um congelamento. >> Voltou, professora? >> Voltou. A impressão que vai me dar, eu sou, eu consegui ouvir até que parte que eu

s, né? E não sei, embora a gente seja o mesmo depois. Oi, Ana, deu um, deu um congelamento. >> Voltou, professora? >> Voltou. A impressão que vai me dar, eu sou, eu consegui ouvir até que parte que eu falei do de que a gente tá tem que tá vendo para ver, tem que tá atento para ver, >> acordado, né, professor? para para conseguir nessas nessa eh simbologia que ele colocou, a gente tem que estar muito atento, né, acordado nas coisas que são colocadas para nós. Mas embora a gente >> a internet hoje tá não tá nos ajudando, eu não sei se tá parando para todos vocês. >> Então, Ana, eh, vamos continuar. me deu a impressão. >> Tá tá interrompendo, tá interrompendo. >> Tá me ouvindo agora? >> Tô. >> Tá interrompendo. >> Dá a impressão que a gente vai mudar totalmente a nossa forma de Oviu? Não, né? Cortou. >> É. Tá, tá cortando. >> Cortou. Congelou. Ah, então não quer que fale. Então eu falei que eu acho que a gente vai ver as coisas de uma maneira diferente do que a gente vê hoje. Embora a gente fez seja o mesmo, eu acho que vai mudar toda a percepção das coisas, professor. >> Claro. Ah, já está mudando. Veja que pensar em Deus como inteligência já é uma percepção nova. Quando eu penso em Deus, eu penso em Deus como uma fonte inteligente. Eu já não materializo a ideia de Deus. Eu penso em Deus como uma fonte inteligente, uma fonte que cria, que me envolve, que me alimenta, que me sustenta, que convive comigo, que me impulsiona paraa frente através da lei de evolução, que me faz ter vontade de experienciar coisas novas e que me faz analisar o resultado dessas experiências. e me senti irresponsável pelas escolhas que faço. Então, Deus é imaterial nesse sentido. Não é uma um senhor de barba branca, não é que tá me vigiando, que está olhando o que é que eu tô fazendo para depois cobrar de mim. Tá certo? A gente materializou a ideia de Deus no passado, mas agora a gente tem uma visão diferente convocada por essa colocação de Kardecosta Kardec. OK? Então, nós temos aqui um pouco de

ar de mim. Tá certo? A gente materializou a ideia de Deus no passado, mas agora a gente tem uma visão diferente convocada por essa colocação de Kardecosta Kardec. OK? Então, nós temos aqui um pouco de dificuldade com a Ana, mas eu vou vou olhar aqui as perguntas porque eu tenho acesso a elas, tá? OK. Deixa eu colocar. Eu eu ouvi a sugestão da Ktia aqui que ela falou: "E sai e entra novamente". Então eu saí e entrei novamente, Cátia, vamos ver aqui se vamos ver se fixa aqui. Senão estão querendo, a internet quer me expulsar do estudo hoje. >> Vamos lá. Vamos lá. A, o Fran Carlos eh colocou uma pergunta aqui. Eh, professora Tacir, boa noite. Poderia falar sobre ondas gravitacionais? Obrigado. >> Podemos. >> Podemos. >> Isso não é muito complicado. >> A gente vai pensar, tá certo? que o espaçotempo é uma figura, uma espécie de tecido espacial, espaço temporal que se deforma aonde existe matéria concentrada. Onde tem matéria concentrada? Nas estrelas, nos planetas, nas galáxias como um todo, tá certo? Então o espaço fica curvado pela teoria da relatividade geral. O espaço, em vez de ser um espaço plano, ele é um espaço curvo. Então, onde tem um planeta, a curvatura do espaço gera a posição dos outros. Por exemplo, onde tem um sol, uma estrela que tem muito maior massa do que os planetas, você tem uma curvatura em funil do espaçotempo. Isso aí uma imaginação nossa, tá certo? Mas é assim que a gente descreve, como se fosse um funil cônico, onde como os corpos t que se mover no espaço tempo, eles vão mover, tá certo? Nessa boca do funil. em órbita fechada. Por isso os planetas giram em torno dos centros estelares. As luas, que são corpos menores do que os planetas, giram em torno do cone deformado, menos deformado do que o das estrelas, mas suficiente para criar uma espécie de bacia espacial, onde a lua fica circulando em volta do planeta numa órbita, tá OK? Então, o que a gente sabe é o seguinte. Se você pegar dois corpos muito massivos e fazer com que eles variem a posição deles muito

l, onde a lua fica circulando em volta do planeta numa órbita, tá OK? Então, o que a gente sabe é o seguinte. Se você pegar dois corpos muito massivos e fazer com que eles variem a posição deles muito rapidamente, essa deformação do espaço oscila e cria uma onda gravitacional. A onda gravitacional é uma onda do espaço tempo que tá movimentando o espaço, tá encolhendo e diminu e espichando, encolhendo, espichando, fazendo uma onda e se propagando pelo universo. fora aquela deformação espaço-tempo em torno de uma estrela muito intensa que captura um corpo muito massivo, por exemplo, pela força gravitacional. Interação de dois buracos negros, dois interação de duas estrelas de nêutro que são muito massivas, elas deformam, não é? que elas estão variando rapidamente, então elas deformam o espaço tempo e criam uma onda gravitacional que se propaga com a velocidade da luz. Essa deformação, espaço temporal se propaga com a velocidade da luz. É o que a gente sabe, né? É o nosso pensamento sobre essa visão do espaço tempo gerado pela teoria da relatividade geral. construída por Alberto Einstein e que também já tá comprovada por uma série de fenômenos observados que é assim mesmo. Nosso espaço não é um espaço plano, é um espaço curvo. Não sei se ficou claro. >> Depois coloca para nós aqui. Então se se se ficou muito claro. A Cátia falou para mim para prevalecer minha vontade. Pode deixar, ô, ô, Cátia, eu vou ficar firme aqui. E não, a internet, a internet não me irá me derrubar. >> Isso não vai se der. Eh, ô professor, a Cátia colocou assim: "O espírito Joana de Angeles afirma que Deus preenche o universo >> e está além dele, força mantenedora do universo." Veja bem, Ktia, o universo, quando você pensa no universo, você pensa nele finito ou infinito. Se for infinito, significa que o universo está em formação. Se for finito, tá pronto. Então, o universo é infinito, porque Deus cria sempre, tá certo? Se Deus cria sempre, Deus está se manifestando na criação. Por isso, Deus é onipresente.

so está em formação. Se for finito, tá pronto. Então, o universo é infinito, porque Deus cria sempre, tá certo? Se Deus cria sempre, Deus está se manifestando na criação. Por isso, Deus é onipresente. Onipresente significa tá presente em tudo e em todos os lugares, em todos os pontos do universo que a gente imaginar. O limite é a nossa capacidade imaginativa, tá OK? Deus está para além do universo porque ele transcende o universo. Ele é o criador do universo. Então ele não pode só estar no universo, ele transcende a tudo. Aí foge a nossa capacidade imaginativa, não consegue compreender direito. Então, quando Joana de diz o que ela colocou aqui para nós, é uma maneira de enxergar com os limites do nosso entendimento que nós vamos ampliando à medida que formos evoluindo. É claro que a compreensão de um espírito angelical sobre Deus é muito, muito, muito, muito mais além do que a nossa, ainda de espírito de expiações e provas, que somos atrasados ainda com pouco desenvolvimento espiritual. >> É o que nos foi dado, né, professora, conhecer temporariamente, né? >> É. E e aí a gente, eu eu penso, né, o quanto que a gente ainda é orgulhoso e vaidoso de achar que sabe muito, né, >> a ponto de até fazer análises >> que vão além da gente. A gente não consegue entender a gente mesmo e às vezes >> a ponto de questionar Deus, >> é, questiona as coisas e as e e situações e acha que aquelas frases que a gente ouve às vezes, ah, não tem jeito, fulano, não tem jeito, ciclano não, né, professor? Eh, a gente tem um conhecimento tão pequeno ainda, né, para entender o todo, né, >> que tá tudo organizado. A gente esquece, na verdade, que tá, quem tá comandando é Deus, né? Deus que tá comandando. Então, ele sabe, >> ele conhece a mim, conhece o Senhor, né? >> É. E quando quando, veja bem, quando a gente fala em que Deus está comandando, a gente tá personificando Deus. É ainda uma imagem materialista. Ah, entendi. Não é porque não é um homem que é um homem. >> Não, não, >> não quer dizer isso. É, é as leis. Eu

ue Deus está comandando, a gente tá personificando Deus. É ainda uma imagem materialista. Ah, entendi. Não é porque não é um homem que é um homem. >> Não, não, >> não quer dizer isso. É, é as leis. Eu sei, mas eu tô aproveitando o que você falou para mostrar que a gente tem dificuldades de pensar em Deus imaterial. >> É, >> porque para nós imaterial é uma coisa que não existe. Porque o que existe, o que é realidade para nós? realidade para nós é tudo aquilo que a gente observa, portanto, observa com os sentidos que são materiais ainda. Então, é muito complexo esse pensamento. Então, a gente tem que ir com calma com ele, não é? Pensando que a gente vai desenvolvendo esse pensamento aos poucos. Então, a passagem do pensamento sobre Deus como um Deus imagem e semelhança do homem, mas com todas as virtudes que o homem imagina e pensar em Deus como inteligência suprema do universo é um pulo gigantesco, tá certo? Que a gente tá começando a fazer. Nós estamos agora entrando na fase da realidade espiritual e estamos aprendendo a pensar como espíritos imortais e por causa disso a gente transcende um pouco os nossos sentidos e cria ideias abstratas. Uma das ideias abstratas é a inteligência. Você sabe o que é inteligência, mas não sabe definir. >> É, >> né? A gente não define, não é uma coisa fácil de definir o que é inteligência. A gente sente, sabe o que é, mas não sabe explicar exatamente o que é. Definição de inteligência é complexa. >> É, >> não é? Ela é insuficiente. Do mesmo jeito que descrever sentimento para nós é uma coisa insuficiente. Eu te amo. Que tanto? Não é? A gente sabe quantificar sentimento, a gente até quantifica, ah, eu amo você tanto quanto daqui a lua. É só para dizer que é um pouco maior do que aquilo que é daqui ali na na sua casa, tá certo? A gente tá fazendo uma analogia, uma imagem analógica. A gente não conhece nem as emoções direito, né, professor? Não. >> Então, a gente tem dificuldades, é natural que a gente tem as dificuldades, mas se a gente não fizer esse exercício,

magem analógica. A gente não conhece nem as emoções direito, né, professor? Não. >> Então, a gente tem dificuldades, é natural que a gente tem as dificuldades, mas se a gente não fizer esse exercício, a gente não cresce, >> né? Eh, o aqui em casa a gente tem a Maria que passa por psicólogo, né? E a psicóloga ajuda a lidar com as emoções, né? >> E ela conversa com os pais. E aí, professor? e a aos meus 51 anos que eu fui perceber que essa questão de raiva, né, como a gente entrou nesse entendimento, né, de emoções e tudo mais, eh, as a raiva são uma série de emoções, é o medo, é a carência, é a frustração, é uma série de coisas que a gente transforma em em atitudes e e e falas que, na verdade, porque a gente não sabe lidar nem com as nossas próprias emoções, né, professor? A gente não consegue nem entender a gente mesmo, né? Então eu acho que enquanto humanidade, né, eu tô falando num num contexto geral, como que a gente vai entender, né, isso tudo? Como a gente entende Deus? Como a gente entende, né, a a eh que é Deus? Porque se eu parar para pensar, sai fumacinha, né? É >> porque eu sei, eu sei que tem, que existe Deus, eu sei, não é que eu acredito, eu sei, mas se eu parar para pensar, fica que nem a minha internet aqui, fica saindo e voltando. Saindo e voltando. >> Vamos ver mais que que tem de comentário sobre os >> Vamos ver, professor. >> Participação acompanha. Adiná disse assim: "Quando Jesus diz, na casa de meu pai tem muitas moradas, faz com que faz com que pensemos materialmente e quando oramos pedindo a ele também." É, mas veja bem, as moradas a gente já entende que não precisa ser mundos materiais, que pode ser as proximidades espirituais de alguma morada material. Então, por exemplo, o mundo espiritual adjacente ao nosso planeta é um mundo espiritual. Ele é constituído das recursos da realidade espiritual que pode existir entre no espaço cósmico que a gente acharia que está vazio, porque o espírito vai onde quer, quando ele tem a liberdade de cidadão cósmico, já

ído das recursos da realidade espiritual que pode existir entre no espaço cósmico que a gente acharia que está vazio, porque o espírito vai onde quer, quando ele tem a liberdade de cidadão cósmico, já adquirida pela sua evolução. Então, a gente já começa a imaginar, usar da nossa capacidade imaginativa de pensar em coisas mais abstratas, tá certo? Então, esse passo a gente vai fazendo aos poucos. Essa abstração que a gente consegue fazer hoje, a gente não conseguia fazer 10.000 anos atrás, 8.000 1000 anos atrás, 5000 anos atrás, muito provavelmente. Então, a gente tá progredindo lentamente na capacidade de entendimento das coisas de Deus. Eh, a Sandra ela colocou assim: "Pois é, hoje no estudo dos Salmos, Aroldo falou do pavor que se tem da morte, porque a gente não consegue dimensionar, não consegue visualizar o que ocorre naquele momento. Ora, se somos amparados, eu não sei se tem mais alguma coisa. >> Ora, >> ora, se somos amparados. Não, não. A >> no parto da mesma forma no desencarna. Isso >> também somos assistidos. Como não? >> Sim, amparados sempre somos, mas isso não exclui, por causa do amparo, não exclui a nossa insegurança de sentimentos, a nossa insegurança emocional durante o transe da morte. Então, a gente pode segurar na mão do espírito que vai nos ajudar, mas a gente pode segurar suavemente porque nós estamos tranquilos. Ou apertar a mão dele, tô usando símbolo, ou apertar a mão dele intensamente porque nós estamos inseguros, como a gente faz aqui entre um e outro, quando a gente pega na mão um do outro, no momento de dificuldade, tá certo? Então veja, o fato da gente ter amparo não tira de nós o nosso a nossa expressão psicoemocional já ou não conquistada, tá certo? Se a gente não tem conquista, a gente tem insegurança. Se a gente tem conquista, a gente vai tranquilo. É como você atravessar uma ponte que balança a primeira vez, você fica morrendo de medo, mas depois que você faz isso umas 10 vezes, se acostuma com o balanço dela, você faz tranquilo, tá certo?

uilo. É como você atravessar uma ponte que balança a primeira vez, você fica morrendo de medo, mas depois que você faz isso umas 10 vezes, se acostuma com o balanço dela, você faz tranquilo, tá certo? Então, a gente aprende com o fenômeno. Então, como a gente já nasceu, já morreu muitas vezes, se a gente conscientiza a nossa realidade espiritual, a gente perde o pavor da morte. O Rafael, professor, perguntou assim: "Professor, será que a matéria do perespírito é um dos estados da matéria que não conhecemos?" É claro, >> é claro que sim, porque o fluido cósmico, ele é o elemento material e ele se modifica pela ação do espírito para modificar essa composição eh de fluido cósmico para expressar sua realidade. Portanto, o fluido cósmico que mantém o a corporificação de cada um de nós é diferente um do outro, porque a gente estruturou ele diferente. Então é um estado material sutil, que não tem nada a ver com a estrutura atômica da matéria. É um uma matéria num estado diferente que a gente não sabe conceber, tá certo? Porque ela não é feito de átomos de hidrogênio, carbono, nitrogênio, nada disso. É uma matéria elementar que modificada forma os átomos. Os átomos advém do fluido cósmico, mas o fluído cósmico não é atômico. >> Então a gente chama de matéria sutil. para por falta de nomenclatura a chama de matéria sutil. A Francisca Gil disse: "Quando dizemos que Deus está em nós, também estamos materializando Deus. >> Até certo ponto não. Sabe por quê? Porque ele não está em nós materialmente, ele está em nós em sentimento, em presença inteligente. Então é menos material do que dizer que Deus está me acompanhando. Porque para acompanhar tem que estar individualizado comigo, tá certo? Então veja que às vezes a gente usa as expressões, algumas expressões que materializam a ideia de Deus e outras que não materializa a ideia de Deus. Deus está em nós como as células, tá certo? estão pro espírito. Quer dizer, é uma visão comparativa, mas Deus está em nós porque ele move com seu amor

eus e outras que não materializa a ideia de Deus. Deus está em nós como as células, tá certo? estão pro espírito. Quer dizer, é uma visão comparativa, mas Deus está em nós porque ele move com seu amor no nosso sentimento e move a sua inteligência na nossa inteligência. Então isso já não é material mais é sutil. A Sandra falou: "Eu ia isso, eu ia completar que quanto mais espiritualidade a pessoa eh ser, menos dor e sofrimento >> também, porque a gente vai se autodisciplinando a ter controle sobre si mesmo. E os os sentimentos de sofrimento, de dor, são sentimentos que o espírito, não é? experiencia, mas ele pode superar isso porque ele pode ter o equilíbrio necessário para não se deixar desorganizar-se psicoemocionalmente e ficar tranquilo. >> Professora, não temos mais comentários. Ótimo. Que bom. Pessoal tá compreendendo bem ou não entendeu nada? >> Ah, eu acho que entendemos sim, professor. Entendemos. >> A Luciene pois assim: "Um dia entenderemos o que é Deus. Um dia nós estaremos na comunhão consciencial plena com Deus quando a gente for espírito perfeito, espírito puro, espírito angelical. Jesus comunga com Deus e nós não comungamos ainda com Jesus. É, é difícil. É difícil. Mas um dia nós vamos conseguir, né, professora? >> Vamos. É, isso é uma questão de evolução, >> é na hora certa, >> porque a gente vai ver nesse estudo que a gente tá fazendo, nessa síntese, que a gente é criado como princípio inteligente, simples e rudimentar, vai se desenvolver para ganhar um dia, através da longo tempo de evolução, a forma espiritual consciencial, como espírito não é maiúsculo. A partir daí, a gente, com a consciência da própria individualidade, a gente vai progredindo e escolhendo, porque a gente adquire a vontade, a capacidade de lembrar ontem e de decidir se hoje faz igual ou modifica. Então a gente vai mudando, vai fazendo escolhas, porque a razão, a consciência de si mesma, a racionalidade dá também a capacidade de escolha, o livre arbítrio. E aí, pelas consequências das nossas escolhas,

gente vai mudando, vai fazendo escolhas, porque a razão, a consciência de si mesma, a racionalidade dá também a capacidade de escolha, o livre arbítrio. E aí, pelas consequências das nossas escolhas, a gente vai acumulando experiencia enriquecendo o conhecimento até um dia atingir a nossa finalidade. que atingir não é atingir o fim, porque nós não teremos fim, mas atingir a finalidade, que é diferente de fim. A finalidade é a de sermos espíritos angelicais em comunhão plena com Deus, trabalhando como cocriadores do universo. Eh, eu acho que realmente o pessoal já Ah, não tem. Chegou um do Rafael aqui. Aprendi com o professor que o aprendizado é em ciclos. Quando retomamos o assunto novamente, teremos mais facilidade que hoje. >> É verdade, porque a gente vai amadurecendo a ideia dentro da gente. O aprendizado é o que a gente chama de dialética do aprendizado, não é? é que você ao rever, você já revê com uma visão nova, porque ao ver é a primeira visão, ao rever a segunda visão, ao fazer uma nova revisão, você vai entrando na intimidade daquele conceito e compreendendo ele cada vez mais profundamente. Por isso, ler não é estudar. Estudar e refletir na leitura. >> É trazer para perto de nós, né, professor? os ensinamentos na nossa realidade. Como é como você disse, tem que estar atento, acordado para ver e ouvir. Ver e ouvir para entender. >> É porque se deixar distante o ensinamento não vai ter proveito, tem que trazer perto de nós, né? >> É. >> Então todos isso, todas essas circunstâncias e situações a gente tem que trazer pra nossa realidade, né? Isso >> pra gente conseguir associar, aplicar, né, entendendo, né? >> E é, eu acho que é isso, hein, pessoal. Encerrou mesmo, pessoal. Não tem mais dúvidas. >> Que bom. Vamos então fazer nossa nossa preço de agradecimento >> por estarmos aqui juntos pensando nessas belezas grandiosas que a revelação espírita vai trazendo para nós. >> Então vamos fazer nossa prece, professor, porque não realmente >> vamos sim. >> É, é. Então, agradecendo já.

untos pensando nessas belezas grandiosas que a revelação espírita vai trazendo para nós. >> Então vamos fazer nossa prece, professor, porque não realmente >> vamos sim. >> É, é. Então, agradecendo já. Então vamos agradecer, como o professor Tiro disse, a oportunidade que temos de estudar, de compreender, para nos esforçar na aplicação, para que possamos vivenciar para termos uma vida melhor a caminho da felicidade relativa que é possível desde já da terra. Agradecemos a toda a equipe espiritual desse trabalho e mais uma vez a nossa querida Allan Kardec. por nos proporcionar tanto. Agradecemos ao seu esforço, porque naquela época sabemos o quanto que era muito mais difícil compilar as perguntas, as respostas, a luz de vela, as viagens. muito muitas vezes mais difíceis. agradecer a todo esse esforço que ele teve, pensando na humanidade e no bem de todos nós. Agradecemos a Jesus, nosso irmão, que sempre está conosco e a Deus, nosso pai. Agradecemos o nosso professor Otaciro, que a espiritualidade bondosa cuide da sua saúde, do seu bem-estar. Agradecemos a todos que estão aqui conectados e unidos pelos laços do coração. Que na próxima semana possamos estar de novo firmes nesse mesmo propósito. Que assim seja. >> Que assim seja. Muito obrigado. Um abração a todos. >> Uma boa noite e até ten aí um bom fim de semana >> e até a semana que vem com o estudo de Jesus e a regeneração da humanidade. >> Humanidade. Isso aí. >> Um beijo. >> Um beijo a todos.

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