O QUE É SER MÉDIUM? QUAL O IMPACTO EM MINHA VIDA? Prof. Arandir Calheiros [AMEDF NA SAÚDE INTEGRAL]
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Doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigado a comunhão espírita de Brasília. Senhor, Estou aqui para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor. dessa missão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando A ti. Obrigado a comunhão espírita de Brasília. Senhor Estou aqui para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Boa noite a todos, a todos que nos acompanham pelos canais da TV Comunhão. Nós somos da Associação Médico Espírita do Distrito Federal, que há anos tem uma parceria extremamente gratificante para nós aqui junto à Comunão Espírita de Brasília. E a cada dois meses nós trazemos um tema aos sábados para a nossa reflexão. Hoje nós temos a grata satisfação de recebermos o nosso querido amigo, irmão de jornada dentro da Associação Médico Espírita do Distrito Federal, que é o professora Arandi Calheiros, que é membro da Associação Médica Espírita do Distrito Federal, trabalhador espírita dedicado à prática da meodidade socorr do estudo e da divulgação da mensagem espírita, em especial com entre a conexão entre espiritismo, ciência e filosofia. E hoje o tema é bem interessante porque vem a pergunta: o que é ser médium? E é um tema tão próprio das nossas atividades dentro das casas espíritas e muitos que ficam em dúvidas em relação à possibilidade de percepção além dos cinco sentidos corpóreos. Então, eu tenho certeza que nós teremos um tema e uma reflexão bastante interessante, até vindo do nosso querido
m em dúvidas em relação à possibilidade de percepção além dos cinco sentidos corpóreos. Então, eu tenho certeza que nós teremos um tema e uma reflexão bastante interessante, até vindo do nosso querido amigo, que é um profundo estudioso da doutrina espírita, que vai nos enriquecer muito dentro dessa temática e espero que seja que que fale fundo no coração de cada um de nós que estamos aí no aprendizado constante dessa percepção. e desse domade que é algo inerente ao ser humano. Então, nesse instante nós vamos fazer a nossa prece. Aqueles que se sentirem à vontade podem fechar os olhos. Agradecendo a Deus, a Jesus, nosso mestre, Dr. Dizer de Menezes e os nossos benfeitores espirituais pela oportunidade de estarmos hoje refletindo sobre mais um tema dentro do vasto, temas que nós podemos estudar, nos aprofundar dentro dessa doutrina consoladora. que possamos receber as benéces desses amigos espirituais, abrindo os nossos entendimentos, o nosso coração para recebermos as palavras, para recebermos as vibrações e dessa forma nos orientarmos. melhor pelo nosso caminho aqui na na jornada reencarnatória. que Jesus, nosso mestre, possa estar presente com todos nós, com cada um que nos acompanha e que assim, em nome de Jesus possamos então iniciar o nosso encontro desta noite, dizendo graças a Deus e graças a Jesus. E passando então a palavra ao nosso querido amigo professor Erandi Calheiros, para a exposição. Boa noite. Eh, como a Fabila colocou, nós vamos aqui, a nossa proposta não é, é fazer uma reflexão a respeito da condição de médium. Eh, inicialmente a gente lembra de daquilo que Kardec coloca em um livro dos médiuns, quando ele se refere ao médium. Todo aquele que sente num grau qualquer a influência dos espíritos é por esse fato médium. Eh, nós entendemos usualmente que a a até pela palavra, não é, que médium eh representa aquele que intermedia ativamente ah essa relação eh entre duas esferas da vida, usualmente entre aqueles que estão encarnados na nossa condição e aqueles que estão
vra, não é, que médium eh representa aquele que intermedia ativamente ah essa relação eh entre duas esferas da vida, usualmente entre aqueles que estão encarnados na nossa condição e aqueles que estão desencarnados que estão no plano espiritual, né? Então, quem ativamente eh eh faz esse essa transmissão de conteúdos é que seria médio. E é interessante que Kardec eh ao oferecer, não é, o seu texto de orientações sobre a prática mediúnica, define médium como sendo aquele que sente a influência em algum grau dos espíritos. Ele não vincula necessariamente isso com algum tipo de transmissão de conteúdo ou de informações ou de eh intermediação ativa entre as duas esferas. O simples fato de alguém sentir num grau qualquer a influência dos espíritos coloca essa pessoa, classifica essa pessoa na condição de médium. E ah, então, como nós eh eh vamos perceber a partir daí, isso significa que todos nós de fato somos médiuns, estejamos ou não envolvidos em alguma atividade eh específica no campo da mediunidade, né? para fazer aqui uma uma pesquisa rápida, não é, entre vocês. Eu gostaria que aqueles de vocês presentes aqui que estão nos acompanhando, que t participação em algum grupo mediúnico, seja na condição de médium psicofônico ou de médium eh dialogador, não é, ou de médium de sustentação, levantasse a mão para eu ter uma ideia aqui se tem alguém vinculado aos trabalhos desta casa, tá? Então, eh, estes seriam aquilo que aqueles que nós chamaríamos de médium ostensivo, né? Aquele onde a faculdade mediúnica se mostra de uma maneira mais e eh presente, de maneira mais concreta, mas como coloca o próprio codificador, todos nós somos médiuns em algum grau, né? E a gente, é exatamente sobre isso que a gente quer meditar, que a gente quer refletir hoje, tá? O que é ser médium? Então, a partir daí, em primeiro lugar, eh, a condição de médio implica insensibilidade a influências espirituais, né? Registrar influências espirituais de alguma forma. Captação de pensamentos e vibrações de outras
daí, em primeiro lugar, eh, a condição de médio implica insensibilidade a influências espirituais, né? Registrar influências espirituais de alguma forma. Captação de pensamentos e vibrações de outras mentes. Essa captação de pensamentos e vibrações, eh, que aqui é colocado, eh, não se restringe aos desencarnados, não é? Porque pensar, todos pensamos, todos emitimos pensamento e todos nós, por essa razão, captamos isso também de alguma forma, não é? Então, eh, ser médium implica também nisso. Todos somos médiuns, 24 horas por dia, todos os dias, por toda a nossa vida. Somos médiuns o tempo todo, né? Eh, um dos motivos pelos quais pelo pelos quais é importante que a gente eh medite sobre essa nossa vida de médiuns, não é, do dia a dia. Se somos médiuns, então como é que nós estamos usando essa faculdade? Como é que a gente tá considerando a presença dela nas nossas vidas? Não é? Eh, para que a gente possa prosseguir então e eh colocar as coisas, não é, como nós pretendemos, vamos fazer uma rápida revisão aqui do que que seria a mediunidade em si, a faculdade mediúnica, não é? O que que representa isso? Eh, mediunidade é a faculdade que permite ao ser espiritual medi mediar a comunicação entre diferentes planos da vida. A gente pensa que a mediunidade é exercida normalmente entre encarnados e desencarnados. Na verdade, o processo mediúnico ocorre entre planos diferentes da vida. Isso fica muito claro na obra de André Luiz, né? Onde a gente vê desencarnados eh fazendo o papel de médiuns, tá? Permitindo ou mediando a comunicação de entidades que estão colocadas em planos diferentes daqueles em que eles estão situados. Então, por essa razão, a gente deve entender a mediunidade como sendo um meio de estabelecer a comunicação entre planos diferentes da vida em termos vibratórios, não é? está presente em todos nós em grau maior ou menor, independe da condição corpórea. Nós, encarnados ou desencarnados podemos ter recursos mediúnicos, né, meios de fazer esse tipo de eh intermediação. Transcende os sentidos.
nós em grau maior ou menor, independe da condição corpórea. Nós, encarnados ou desencarnados podemos ter recursos mediúnicos, né, meios de fazer esse tipo de eh intermediação. Transcende os sentidos. Eh, muitas vezes a pessoa que detém recursos mediúnicos específicos no campo da visão ou no campo da audiência, né, eh, imagina, né, que ao ver um desencarnado, ouvir um desencarnado, ela está vendo, ouvindo com os ouvidos materiais por causa do modo como o processo acontece. Na verdade, a percepção mediúnica se superpõe às vias de percepção usuais que nós temos, né? ela usa os recursos eh eh neurais, vamos dizer assim, que se desenvolvem, não é, ou que servem de substrato ao processo de da visão e da audição. Então, embora a visão espiritual e a audição espiritual sejam radicados na mente, eles de fato fazem eh uso, no caso do espírito encarnado, daqueles recursos eh biológicos referente aos sentidos físicos, não é? Então isso significa que o processo mediúnico, na verdade é um processo de ampliação dos sentidos. E nessa medida, ele vai oferecer ao indivíduo uma possibilidade de perceber a realidade de maneira mais rica e mais ampla do que aquilo que é oferecido estritamente pelos sentidos. é uma eh melhoria, digamos assim, na capacidade de percepção através das vias usuais que nós temos de perceber as coisas a nessa volta. É nesse sentido que nós colocamos que ela transcende os sentidos passível de evolução e de desenvolvimento, porque ela tá vinculada aos recursos físicos que nós trazemos e aos nossos processos evolutivos como um todo. Então, ela também essa a mediunidade também é passível de desenvolver-se e é passível de sofrer um processo de aprimoramento de evolução com o tempo. é força mental, talento criativo da alma, capacidade de comunicação e interpretação do espírito, íã do próprio ser. Quem diz isso é Emmanuel no livro Mediunidade e Sintonia. Força mental, não é? Talento criativo da alma. Os processos de criação necessariamente fazem parte, fazem uso de recursos mediúnicos. E nós
r. Quem diz isso é Emmanuel no livro Mediunidade e Sintonia. Força mental, não é? Talento criativo da alma. Os processos de criação necessariamente fazem parte, fazem uso de recursos mediúnicos. E nós temos capacidade de comunicação e interpretação do espírito e íã do próprio ser. Essa função de íaã de do próprio ser talvez seja aquela mais relevante quando a gente fala da questão usual ou da mediunidade da forma eh mais básica que se manifesta na nossa vida, né? Eh, o que ele quer dizer aqui é que o nosso psiquismo funciona como uma espécie de íã, não é? instalado na nossa intimidade e e que assim eh quando ele faz essa comparação, ele quer dizer que ele atrai, não é, no sentido específico que nós vamos ver. E não se limita a fenômenos ostensivos como psicografia, incorporação ou vidência, não é? A mediunidade pode existir sem que nenhuma dessas formas específicas eh seja utilizado ou mobilizado, tá? Para que a gente então eh possa a partir daqui já eh eh começar o nosso processo de reflexão sobre a questão mediúnica usual, vamos lembrar daquilo que é colocado na doutrina espírita sobre o o processo de pensamento ou da criação por meio dele, né? Começamos com isso aqui, uma colocação de Albélio lá no livro dos Homenses da Medividade que diz o seguinte: "Podemos arrojar de nós a energia atuante do próprio pensamento? Estabelecendo em torno de nossa individualidade o ambiente psíquico que nos é peculiar. Então, todos nós temos um ambiente psíquico que nos é próprio, que nos é comum, não é? E que se estabelece sempre de imediato à nossa volta, né? Algumas pessoas eh vão se sentir afinizadas com esse ambiente psíquico nosso e outras não. E é natural. Isso não quer dizer eh eh não implica em nenhuma questão de qualidade, é uma questão de afinidade, tá? Não tem nada a ver com qualidade, tem a ver com afinidade. A afinidade pode existir ou não entre indivíduos que têm um ambiente psíquico parecido, independente do conteúdo mental que seja. eh que circule, não é, usualmente dentro
ade, tem a ver com afinidade. A afinidade pode existir ou não entre indivíduos que têm um ambiente psíquico parecido, independente do conteúdo mental que seja. eh que circule, não é, usualmente dentro desse ambiente psíquico. Continua ele. Nossa mente é um núcleo de forças inteligentes, gerando plasma sutil, que a exteriorizar-se incessantemente de nós, oferece recursos de objetividade às figuras de nossa imaginação sob o comando de nossos próprios desígnios. Refletimos as imagens que nos cercam e arremessamos na direção dos outros as imagens que criamos. Isso é um processo usual da vida mental de todos nós. Ao pensar, nós estamos sempre e eh criando, não é? E essas criações que brotam o tempo todo da nossa individualidade eh são sempre movimentadas na direção de objetivos diretos. que eh muitas vezes são compartilhados por outras individualidades que então passam a permutar conosco criações do tipo semelhante, né? Então isso eh representa um processo de de ressonância que amplia muitas vezes o poder de atuação do nosso pensamento. Então aquilo que pensamos é tanto mais poderoso e tanto mais influente quanto mais pessoas estejam pensando e sentindo da mesma forma que nós, né? Os nossos pensamentos são forças, imagens, coisas e criações visíveis e tangíveis no campo espiritual. A gente não percebe isso, né? olhando à nossa volta as pessoas, nós não eh enxergamos, não vemos aquilo que está sendo processado no campo espiritual, mas nós percebemos isso de alguma forma, não necessariamente de um modo objetivo, mas percebemos de alguma forma, né? Atraímos companheiros e recursos de conformidade com a natureza de nossas ideias, aspirações, invocações e apelos. sempre que a gente está pensando, não é? Sempre que nós estamos eh eh voltando a nossa atividade mental para alguma coisa, a gente tá sempre mobilizando ideias e a gente tá fazendo isso em relação a algum tipo de aspiração ou algum tipo de invocação ou de apelo que é dirigido aquilo, não é, ou aqueles que estão à nossa volta, né? E isso acontece
zando ideias e a gente tá fazendo isso em relação a algum tipo de aspiração ou algum tipo de invocação ou de apelo que é dirigido aquilo, não é, ou aqueles que estão à nossa volta, né? E isso acontece de forma automática, não é isso? Energia viva. O pensamento desloca em torno de nós forças sutis, construindo paisagens ou formas e criando centros magnéticos ou ondas com os quais emitimos a nossa atuação ou recebemos a atuação dos outros, né? Então, toda vez que a gente está pensando, eh, esse processo todo está acontecendo. Ele não tem interrupção, ele não cessa, né? Ele é ele é inerente à nossa vida consciente. A partir do ponto que nós atingimos um certo eh nível na nossa atividade de consciência, isso aqui começa a acontecer e acontece de maneira sistemática, regular e contínua. Então, a gente tá sempre vivenciando essa eh situação, né? Ah, então a partir dessa plataforma, do fato de que nós temos uma atividade mental constante, nós estamos sempre gerando conteúdos mentais eh o tempo todo, não é? Nós estamos sempre nos movimentando em torno de de aspirações, de invocações, dirigindo apelos diversos à vida à nossa volta. Eh, então esse processo contínuo é que vai servir de base paraa mediunidade usual, a mediunidade generalizada que todos nós temos, né, que não precisa se manifestar como uma faculdade mediúnica específica, ela é aqui, digamos assim, a mediunidade de nível básico, não é? sobre a qual todas as outras modalidades mediúnicas são construídas por meio de algum processo evolutivo de desenvolvimento. Eh, para que alguém seja em algum momento da vida médium vidente ou médium audiente, eh, de ou médium psicógrafo. Inicialmente, a base sobre a qual todos esses processos de comunicação elaborada são construídos é a base da mediunidade generalizada própria que é própria de todos nós, que está radicada no funcionamento normal do nosso pensamento, nessa capacidade que todos nós temos de pensar, influenciar, criar, agir à nossa volta e permutar com outras pessoas encarnadas
odos nós, que está radicada no funcionamento normal do nosso pensamento, nessa capacidade que todos nós temos de pensar, influenciar, criar, agir à nossa volta e permutar com outras pessoas encarnadas ou desencarnadas os conteúdos mentais que nos são próprios. Essa é a base. Então, em cima disso é que as outras modalidades mediúnicas são construídas, tá? Então, aqueles de vocês que não desenvolvem uma atividade mediúnica regular, não obstante isso tudo, vocês são médiuns, assim como eu e a Fabíola presente o tempo todo. Nós somos médiuns, ainda que não estejamos participando de nenhuma atividade regular no campo da mediunidade. em todos os lugares do nosso dia a dia, da nossa vida em que estejamos, estamos sempre por meio dessas capacidades criativas do pensamento, atuando e recebendo, por nossa vez, a ação daqueles que compartilham eh ideias, concepções, aspirações, desejos semelhantes aos nossos, tá? Então é isso que a Em vai colocar lá no prefácio do livro nos homens da medidade quando ele diz isso aí. Todos somos médiuns dentro do campo mental que nos é próprio, associando-nos às energias edificantes, se o nosso pensamento flui na direção da vida superior, ou as forças perturbadoras e deprimentes, se ainda nos escravizamos às sombras da vida primitivista ou torturada. Então, conforme for o conteúdo da nossa vida mental, tal vai ser o tipo de vínculo mediúnico que nós sustentamos no nosso dia a dia, na nossa vida comum, nas situações diversas em que nós nos vejamos inscritos na grande escola da vida. Todos, mesmo sem perceber, estamos conectados às mentes que se afinam ao nosso modo de ser, não é? Isso tá ligado com aquilo que os espíritos chamam de onda de psiquismo dinâmico, não é? A a o nosso pensamento expressa a nossa individualidade, o conjunto das nossas experiências, o tonos das nossas emoções, o campo típico, não é, de atividade mental que nós preferimos, aquilo para que nós temos inclinação, aquilo que nós gostamos, deixamos de gostar. Tudo isso eh gera
iências, o tonos das nossas emoções, o campo típico, não é, de atividade mental que nós preferimos, aquilo para que nós temos inclinação, aquilo que nós gostamos, deixamos de gostar. Tudo isso eh gera aquilo que os amigos espirituais chamam de onda de psiquismo dinâmico. É uma onda mental característica de cada um de nós. É um é tipo um sinal de rádio, não é? que nós emitimos o tempo todo à nossa volta e que é captado por aqueles que se encontram em situação semelhante a nossa, mentalmente falando, em termos de conteúdo mental e em termos de, principalmente emoções e sentimentos. As emoções e os sentimentos, né, é que governam a grande parte desse processo de vinculação pelo pensamento, né? Por isso é que elas devem ser sempre eh eh vigiadas de perto. Mediunidade é parte do nosso sistema de percepção ampliado. Então, nós temos um sistema de percepção básico com o qual nós estamos habituados, não é? aqui lança a mão dos recursos de percepção do nosso corpo, os nossos sentidos, mas todos eles são potencialmente ampliados pela via da mediunidade. Às vezes, essa ampliação eh não se mostra de maneira imediata para nós. Nós não percebemos isso porque não não costumamos analisar o nosso próprio processo de percepção e de conhecimento das coisas, não é? Mas se a o componente mediúnico não estivesse presente, não é, nos processos de percepção, ah, uma boa parte dos conteúdos mentais construídos, a partir do que é percebido, seriam iguais para todo mundo. E a gente sabe que a gente eh costuma colorir, não é, a aquilo que nós percebemos ou perceber parcialmente o que é oferecido ao nosso sentido a depender de muitas coisas, mas depende também do tipo de influência psíquica que atua no nosso campo mental, não é? Continuando então sobre o aspecto da unidade generalizada, vai dizer o seguinte: "Tanto quanto o tato é o alicece inicial de todos os sentidos, né, todos os sentidos eh começam eh evolutivamente falando no tato, a intuição é a base de todas as percepções espirituais.
r o seguinte: "Tanto quanto o tato é o alicece inicial de todos os sentidos, né, todos os sentidos eh começam eh evolutivamente falando no tato, a intuição é a base de todas as percepções espirituais. Eh, e por isso mesmo, toda a inteligência é médium das forças invisíveis que operam no setor de atividade regular em que se coloca. Então, a nossa atividade mental regular, se nós queremos saber eh a nossa pergunta inicial é sobre o que significa a mediunidade nas nossas vidas, né? Se nós queremos saber qual é a direção, o uso que a nossa mediunidade natural tem nas nossas vidas, a primeira coisa que nós temos que nos perguntar é: com que eu me ocupo regularmente do ponto de vista do que eu penso e do que eu sinto, não é? Quando a gente tá numa casa espírita, a gente vem aqui com um objetivo específico, não é? em geral, um objetivo eh eh que está catalogado, que pode ser catalogado dentro daquelas eh questões referentes as nossas necessidades de espiritualização. Esse, digamos, é o andar de cima da nossa casa espiritual, é aquela parte mais nobre do nosso psiquismo, é aquelas atividades onde nós eh eh mobilizamos o que há de melhor em nós. Mas nem sempre essa é a nossa atividade mental regular. Lá no livro Missionários da Luz, a gente vai encontrar uma situação muito interessante de um conjunto de pessoas que se reúne para formar um grupo mediúnico e a eles não conseguem desenvolver a faculdade mediúnica de jeito nenhum. E aí André Luiz pergunta pro instrutor espiritual, Alexandre, porque que eles não têm resultados, né? E aí ele vai analisar pessoa por pessoa e ele mostra que o vínculo que eles têm com a atividade mediúnica é um vínculo localizado no espaço e no tempo. Eles querem ser médiuns dentro do centro espírita no horário da reunião. Quando eles estão fora de lá, eles são outras pessoas. Eles descem do andar de cima da atividade mental e mergulham naquilo que tá chamando aqui de setor de atividade regular. Então, tem aquele que se dedica à maledicência, tem a candidata ao à
s pessoas. Eles descem do andar de cima da atividade mental e mergulham naquilo que tá chamando aqui de setor de atividade regular. Então, tem aquele que se dedica à maledicência, tem a candidata ao à mediunidade que eh tem vício, um vício, não é, projetado no campo da alimentação. Tem um companheiro que traz viciação específica voltada pro campo do sexo. Então, quando eles estão fora da reunião mediúnica, a preocupação deles do ponto de vista mental não é com estar vinculado com as esferas superiores da vida. Não é isso? E aí o que que acontece? A atividade regular é que comanda o processo de vinculação. É aquilo que nós fazemos, não é? Eh, automaticamente quando não estamos muitas vezes vigiando o conteúdo da nossa atividade mental, prestando atenção no que estamos pensando, né? e eh escorregar do andar de cima das nossas melhores possibilidades para um andar mediano das atividades regularmente sustentadas, os nossos hábitos comuns, é muito fácil, basta que a gente não esteja prestando atenção muitas vezes. Por isso é que os amigos espirituais costumam incentivar a oração constante, né? Buscar tarefas de cooperação, de colaboração, onde a gente faça o bem. O espírita eh pratica caridade por várias razões, mas o espírita médium pratica caridade para educar os sentimentos e as emoções de maneira a combater exatamente isso aqui, as suas inclinações no campo da atividade regular mental para que ele possa cada vez mais oferecer recursos de eh interferência às entidades que estão locadas colocadas em planos espirituais. mais elevados, não é? Então, a gente eh eh precisa pensar nessas coisas, nós precisamos refletir a respeito disso, né? Todos os homens têm o seu grau de mediunidade nas mais variadas posições evolutivas. E esse atributo do espírito representa ainda a alvorada de novas percepções para o homem do futuro, quando pelo avanço da mentalidade do mundo, as criaturas verão eh humanas verão alargar-se a janela acanhada dos seus cinco sentidos. Então, eh eh digamos assim, a
s percepções para o homem do futuro, quando pelo avanço da mentalidade do mundo, as criaturas verão eh humanas verão alargar-se a janela acanhada dos seus cinco sentidos. Então, eh eh digamos assim, a mediunidade é a matriz sobre a qual será construída a nossa percepção e, portanto, se ampliará também a partir dela a visão que temos daquilo que é realidade, não é isso? Quando nós analisamos o movimento das criaturas em sociedade, a gente vê que a a aquilo que há de mais refinado no campo do pensamento, não é? e que nós vamos encontrar eh na atividade regular da ciência e da filosofia, que podem ser um indicador do processo de evolução do pensamento humano. Nós vamos ver em toda parte uma sedimentação das concepções em torno do materialismo. De onde vem essa sedimentação em torno do materialismo? Da restrição da nossa capacidade de perceber o mundo à nossa volta. Se as criaturas, todas elas na sua totalidade percebessem a realidade espiritual do mesmo jeito que elas percebem as coisas concretas à sua volta, o materialismo não existiria. O materialismo existe acima de tudo porque os sentidos dão suporte à certezas construídas de que o mundo é apenas aquilo que a gente toca e vê, coisa que o médium percebe que não é. O médico percebe a realidade espiritual. Então, quando isso for comum para todo mundo, a realidade espiritual e, portanto, a percepção ampla da realidade, porque ela exige a percepção das questões espirituais, vai se dar de maneira natural, não é? Aí alguns dizem assim: "Olha, mas poderia fazer isso agora e aí seria mais fácil o trabalho de transformar a moralidade das pessoas, né? Porque todo mundo percebendo que existe uma vida espiritual, a criatura estando encarnada veria as situações do mundo de uma maneira diferente. Bom, se isso fosse verdade, não existiriam espíritos desencarnados revoltados, que às vezes levam 100, 200 anos e têm que ser arrastados para as reuniões mediúnicas para receberem algum tipo de socorro e mudarem a sua maneira de pensar. Então, na verdade, quando nós
revoltados, que às vezes levam 100, 200 anos e têm que ser arrastados para as reuniões mediúnicas para receberem algum tipo de socorro e mudarem a sua maneira de pensar. Então, na verdade, quando nós somos internados no corpo com restrição dos recursos de percepção, o que ocorre é a enfermagem de Deus. para que a nossa miséria espiritual não se destaque aos nossos olhos e assim a gente possa ensaiar espontaneamente recursos de evolução e de melhoria por nossa própria iniciativa. Porque do contrário, nós não nos tornaríamos bons. Nós seríamos constrangidos a agir no bem por conta de saber, não é, e ter medo daquilo que se encontra fora da realidade física que nos é habitual. Não é isso que a espiritualidade deseja em nós e nem Deus e nem Jesus. O que eles querem é que nós espontaneamente nos tornemos bons, que nos tornemos bons pelo próprio bem e não por constrangimento, por força do medo daquilo que o futuro nos possa trazer quando deixarmos o corpo físico, né? Até lá, a mediunidade ainda vai ser uma coisa colocada concentradamente na pessoa A, B, C ou D, que vai trazer certos avisos e a grande parte das criaturas vai se posicionar sobre isso como quiser, para que estando livres, como dizia Jesus, vendo não enxerguem, escutando não ouçam e assim possam ser salvos. Porque a salvação vem da transformação fundamental interna que cada um de nós faz. Não vem do constrangimento externo. Se fosse por isso, ninguém reencarnava, né? A necessidade da reencarnação vem dessa da importância de sermos colocados numa situação de restrição e assim poder escolher livremente fazer algo melhor, né? Temos que apontar aqui quando falamos dessas questões também do problema da relação entre mediunidade e responsabilidade. Estamos falando aqui então da mediunidade generalizada, né? Aquela que todos nós temos. Somos responsáveis pelos conteúdos vibratórios que exteriorizamos. Ah, mas a gente sofre influência espiritual? Sim, sofremos influência espiritual. Se uma pessoa se colocar eh na rua,
odos nós temos. Somos responsáveis pelos conteúdos vibratórios que exteriorizamos. Ah, mas a gente sofre influência espiritual? Sim, sofremos influência espiritual. Se uma pessoa se colocar eh na rua, né, aleatoriamente, não estamos interferindo a ninguém particular, estamos falando de uma situação eh hipotética em que qualquer ser humano poderia estar envolvido. Eh, e ocorresse diante dela um ato que deixasse essa pessoa profundamente revoltada, ela poderia pensar, por exemplo, em executar algum grau, algum tipo de justiça com as próprias mãos. Ela vai ficar provavelmente só no pensamento, mas se tiver uma outra junto com ela pensando a mesma coisa e mais uma e mais uma e mais uma, muito facilmente essas quatro, cinco, seis pessoas vão passar do pensamento paraa ação, porque elas estão reforçando o pensamento umas das outras. Todas vão querer fazer a mesma coisa e disso aí vai nascer um impulso para agir de fato. E aí depois a pessoa perguntar: "Ué, mas como foi que eu fiz uma coisa dessas? Você fez uma coisa dessas porque você gerou um conteúdo mental, compartilhou esse conteúdo mental, teve ele reforçado e a partir daí, por comportamento de manada, todo mundo passou do pensamento paraa ação. E isso acontece com muita frequência no mundo em relação a várias coisas, né? Então nós somos responsáveis pelos conteúdos vibratórios que nós exteriorizamos de nós, né? Albério diz o seguinte: "A ideia é um ser organizado por nosso espírito. Nós organizamos, não é? É um ser. Quando nós pensamos alguma coisa, a gente coloca isso em movimento, tá? À nossa volta. Então ela é um ser organizado por nosso espírito, que o pensamento dá forma, pensamento dá uma forma para aquilo e ao qual a vontade imprime um movimento e uma direção. Toda ideia se dirige a alguma coisa. Ela é um apelo, ela é um desejo, ela é um ato de construção em algum grau. E quando ela é projetada, ela vai encontrar outras que lhe são semelhantes e que vão se reforçar. E esse reforço incide sobre os diversos autores, né? É
sejo, ela é um ato de construção em algum grau. E quando ela é projetada, ela vai encontrar outras que lhe são semelhantes e que vão se reforçar. E esse reforço incide sobre os diversos autores, né? É um processo de ressonância. Quanto mais ela circula, mais forte ela fica, né? Emanuel disse por essa razão, inclusive que a gente tem que ter muito cuidado com aquilo que nós projetamos com a nossa mente, porque assim como existem coisas que têm requerem esforço para ser sustentadas, mantidas e ampliadas, existem outras que requerem da nossa parte o contrário. Um esforço sistemático para desmanchar, desmontar e extinguir. No mundo à nossa volta, certas ideias crescem com muita facilidade, do mesmo jeito que outras não. Então, a gente precisa sempre avaliar o conteúdo do que pensamos por também por causa disso, né? Porque isso reflete uma contribuição que cedo ou tarde vai incidir sobre nós. Tudo aquilo que nós contribuímos para gerar e que tem repercussão, cedo ou tarde retorna de alguma forma nos efeitos, não é? sobre nós que estamos pensando. Nossas ideias alimentam ou perturbam o ambiente psíquico coletivo. Existe um ambiente psíquico compartilhado e nós estamos sempre injetando coisas o tempo todo nesse ambiente, fazendo com que ele fique melhor ou pior de acordo com o conteúdo daquilo que pensamos. Vemos a mediunidade em todos os tempos, em todos os lugares da massa humana. Missões santificantes e guerras destruidoras, tarefas nobres e obsessões perfetas, guardam origem nos reflexos da mente individual ou coletiva, combinados com as forças sublimadas ou degradantes dos pensamentos de que se nutrem. Médiuns somos todos nós as linhas de atividade que nos situamos. tá aí novamente, né? Em todos os lugares, em todos os momentos da vida, em todas as situações, somos sempre médiuns, estamos sempre captando, estamos sempre ampliando, estamos sempre compartilhando em alguma direção, de alguma forma, e sempre tem um grau de responsabilidade individual associada a tudo isso, tá?
uns, estamos sempre captando, estamos sempre ampliando, estamos sempre compartilhando em alguma direção, de alguma forma, e sempre tem um grau de responsabilidade individual associada a tudo isso, tá? Nós estamos falando aqui no fundo da questão da sintonia, né, que todos nós conhecemos. O processo de comunicação mediún se estabelece por sintonia, né? Nós somos médiuns, em primeiro lugar daquelas pessoas ou espíritos que pensam e sentem como nós. Por isso é que é difícil de perceber, né? para se uma entidade eh eh muito diferente de mim viesse se manifestar através de mim, eu perceberia por causa do contraste. Ah, mas por que que eu não percebo que eu sou médium? Porque aqueles indivíduos, aquelas individualidades encarnadas e desencarnadas que têm contato com você pensam e sentam exatamente como você. Então você não percebe diferença. Você acha que é você, porque é você também. No fundo é você e os outros. A essência da sintonia é: nenhum de nós pensa em nem sente nada sozinho. E aí tem um detalhe, né? Nenhum de nós pensa nem sente nada sozinho. Portanto, quanto mais gente estiver pensando e sentindo como eu, mais é difícil, mais resistente, mais consistente, mais fixa, uma ideia se torna, né? É por isso que muitas vezes é fácil gerar uma ideia e depois é muito difícil fazer com que as pessoas esqueçam aquilo e e não se preocupem mais e não pensem mais naquilo. Isso a gente vê acontecer frequentemente eh na mídia em geral, né? Certas ideias são colocadas em movimento, são sustentadas e depois os seus próprios autores fazem de tudo para fazer com que as pessoas esqueçam aquilo, mas não tem mais jeito, porque depois que ela ganha sustentação por acúmulo via sintonia, ela passa a ganhar uma realidade própria, dependente da adesão psíquica das várias pessoas que estão pensando e sentindo a mesma coisa, né? Pensamentos são ondas no campo mental que nos vinculam de imediato a todas as consciências afim situadas no mesmo padrão vibratório. Todo mundo que vibra do mesmo jeito, pensa e sente do mesmo
sa, né? Pensamentos são ondas no campo mental que nos vinculam de imediato a todas as consciências afim situadas no mesmo padrão vibratório. Todo mundo que vibra do mesmo jeito, pensa e sente do mesmo jeito, está em contato o tempo todo, né? Por isso é que quando a gente vai falar em tratamento da de obsessão, por que que os amigos espirituais recomendem recomendam renovação do pensamento, né? Eh, recomendam que a pessoa procure algum tipo de atividade de de caritativa, fraternal, porque eles recomendam eh a prece, né, o culto no lar. Todos esses recursos são meios de renovar o campo mental pontualmente. À medida que eles forem repetidos, né, eles se transformam em focos de transformação do padrão vibratório, porque a resolução do problema da obsessão é, na verdade, uma questão de mudança de padrão vibratório. Nós solucionaremos os nossos problemas de adoecimento psíico relacionados à obsessão quando solucionarmos o problema de transformar o nosso padrão vibratório. Aquilo que a gente que é determinado, vamos lembrar por aquilo que nós pensamos e sentimos, principalmente. Como na radiofonia, sintonizamos conteúdos externos em conformidade com os conteúdos internos que expressam nossa onda mental característica. Então, aquilo que eu sinto e penso o tempo todo estabelece a minha onda mental. que cria um conteúdo interno que me é próprio e através dele aqueles que sintonizam, não é? Como na radiofonia com o que eu estou pensando e sentindo, vão contribuir para aquilo que eu penso e sinto. Se for bom ou se for mal, não depende de de eh moralidade, né? Isso é uma lei natural. É mesma, do mesmo jeito que a lei que determina a transmissão das ondas eletromagnéticas no ar, que fazem com que um uma estação de rádio num aparelho sintonizado capte o que tá sendo emitido por uma estação em um lugar distante. É um processo físico, independe do conteúdo que está sendo veiculado, se ele é bom ou se ele é mau. O que vai depender, a questão moral vai depender as consequências, vai
estação em um lugar distante. É um processo físico, independe do conteúdo que está sendo veiculado, se ele é bom ou se ele é mau. O que vai depender, a questão moral vai depender as consequências, vai determinar as consequências sobre nós, os resultados, né, em termos de espirituais. Cada consciência evolve no grupo espiritual cuja a cuja movimentação está subordinada. Eh, somos vastíssimo conjunto de inteligências sintonizadas no mesmo padrão vibratório de percepção, integrando um todo, constituído de alguns bilhões de seres que formam, por assim dizer, a humanidade terrestre. Quando a gente fala assim, o estado do mundo, o estado do mundo é a somatória das condições estabelecidas por todos nós em relação ao que nós pensamos, ao que nós sentimos, né? O mundo é o nosso retrato de todos nós. Todos nós estamos não estamos assim na mesma posição, mas numa mesma faixa. Tem uma certa amplitude aí, né? Aqueles que estão num padrão um pouco mais alto, estamos falando aqui da questão da atividade mental regular, aqueles que estão num padrão um pouco mais baixo, nós nos movimentamos dentro dessa faixa, não é? Se isso não acontecesse, se não houvesse essa amplitude, digamos assim, né, de de essa flutuação vibratória, eh receber mensagem mediúnica de espírito superior só seria possível para quem fosse também superior, né? Por que que espíritos mais elevados que nós podem entrar em contato conosco? Porque dentro dessa faixa de amplitude, nós podemos estar um pouco acima ou podemos estar um pouco abaixo. O que é importante no dia a dia é aquilo que regularmente acontece. É a média. A média. A média do que eu penso durante um dia, a média do que do que eu penso durante uma semana, a média do que eu penso durante um mês, a média do que eu penso durante a minha vida. A regularidade, o frequente, o comum. É claro que aqui excepcionalmente eu vou estar no meu padrão mais alto e se eu tiver num lugar muito ruim ou que estimule a minha o meu lado negro, vamos dizer assim, eu vou me mover também
, o comum. É claro que aqui excepcionalmente eu vou estar no meu padrão mais alto e se eu tiver num lugar muito ruim ou que estimule a minha o meu lado negro, vamos dizer assim, eu vou me mover também facilmente para pr pro ponto mais baixo da minha faixa vibratória de pensamento, né? Essas são coisas ocasionais, né? Dependendo da frequência que nós fazemos, né? Mas há um um nível regular, que é aquilo que permeia os nossos atos comuns no dia a dia. É isso que nós temos que prestar atenção quando falamos de mediunidade normal, da mediunidade básica, não é? Essa mediunidade genérica que todos nós temos, o regular, o padrão, o frequente na nossa atividade mental. Agimos e reagimos uns sobre os outros através da energia mental, criando, alimentando e destruindo formas e situações, paisagens e coisas na estruturação dos nossos destinos. Então, todos tomamos parte nesse grande drama, não é, da vida. Lízias lá em nosso laras coisas interessantes a esse respeito. Quando numerosas almas se congregam no círculo de tal ou qual atividade, seus pensamentos se entrelaçam, formando núcleos de força viva, através dos quais cada um recebe seu quinhão de alegria ou sofrimento da vibração geral. Nós aderimos, nos conectamos, recebemos de acordo com aquilo que estamos vinculados. É por essa razão que no planeta o problema do ambiente, ele tá falando aqui de ambiente espiritual, mental, é sempre fator ponderável no caminho de cada homem, de cada ser humano, de cada um de nós, não é? As pessoas dizem assim: "Ah, mas esse negócio de ambiente, não importa o lugar onde eu estiver, eu sou sempre eu mesmo." Sim, eu sou sempre eu mesmo. O que eu tenho que lembrar, como dizia Jung, é que se eu tenho um céu dentro de mim, porque eu penso em Deus, eu carrego um inferno também e eu posso me mover muito facilmente de um pro outro. E o ambiente influi nisso. Então eu sou sempre o mesmo, mas dependendo do lugar onde eu estiver, a parte de mim que vai se manifestar pode não ser a melhor, não é isso? Então é sempre um fator ponderável
ambiente influi nisso. Então eu sou sempre o mesmo, mas dependendo do lugar onde eu estiver, a parte de mim que vai se manifestar pode não ser a melhor, não é isso? Então é sempre um fator ponderável nos nossos caminhos. Cada criatura viverá aquilo que cultiva. Cultivar, lembra o quê? Repetição, hábito, é aquilo que muitas vezes não recebe a nossa atenção. A gente não se preocupa com isso. O que nos chama atenção é o excepcional, o fora da curva, o diferente, o incomum. Por que que a grande parte das pessoas só sofrem mudanças ou apresenta sofr mudanças? O termo passa por um processo de mudança construtivo quando sofre um trauma ou quando passa por uma crise. Por quê? Porque o trauma, a crise, não é? O processo agudo e de origem externa revolve o campo do pensamento e das emoções, mostra pra pessoa certas coisas que estavam ali na cara dela, o quer dizer que todo mundo à volta dela percebe, menos ela mesma. E ela então faz o esforço para modificar tudo aquilo, não é? O póstrauma é o processo de reconstrução, de reelaboração da alma, semelhante a à fase escura da fotossíntese, não é? Tá tudo fora do olhar, mas passando por um processo de transformação profundo que às vezes leva séculos, dependendo da situação que for atravessada pelo espírito, não é? Então, a criatura pontualmente, não é, recebe da vida essas esses presentes do ponto de vista evolutivo. Por isso que os amigos espirituais falam pra gente sempre ver, sempre ver as dificuldades como oportunidades de de superação, de elevação e de transformação para nunca acolher a situação difícil. com revolta ou com indignação ou com mágoa, nunca. Por quê? Porque sempre são esses processos da vida que representam aquela pequena janela aberta ou pequeno ponto por onde a luz pode penetrar no nosso íntimo e mostrar o trabalho a ser feito, oferecer uma perspectiva diferente e uma oportunidade de sair do regular, do comum, do habitual, de efetivamente alcançar algum tipo de renovação interna, não é? Então, a gente sempre eh eh vive
eito, oferecer uma perspectiva diferente e uma oportunidade de sair do regular, do comum, do habitual, de efetivamente alcançar algum tipo de renovação interna, não é? Então, a gente sempre eh eh vive daquilo que estamos cultivando. Isso só não acontece sempre o tempo todo porque a vida oferece oportunidades através de momentos agudos de sofrimento e dor de romper com isso. Do contrário, seríamos eternamente os mesmos. Tanto é, não existe isso de evolução eh espontânea no tempo sem que o espírito passe por experiências indutoras de transformação, né? A gente diz assim: "Vivemos no mundo de expiações e provas." Lá no Consolador, Emanu diz assim: "Quando perguntou para ele: "O que são expiações e provas? Qual a diferença entre um e outro?" Aí, Emanu diz mais ou menos o seguinte: eh eh a prova é aquela situação difícil que é imposta ao espírito preguiçoso e a expiação é a mesma situação àquele que carrega a culpa. Então, se não fôssemos, espiritualmente falando, preguiçosos e nem culpados, não estaríamos inscritos na faixa da vida referente aos mundos de expiações e provas. a a tônica da questão, não é? Então claro que se nós não recebêssemos o estímulo repetido e periódico da reencarnação difícil e dolorosa, nós seríamos sempre os mesmos, invariavelmente, né? Tanto é que lá no livro Libertação, quando o Gúbio vai falar daquela cidade no plano espiritual, né, onde tá o Gregório, aqueles espíritos em condições difíceis, ele fala assim: "Há entidades matriculadas nos processos evolutivos da Terra via reencarnação, que são a mesma pessoa há 10.000 anos." Ou seja, o espírito reencarna, desencarna, reencarna, desencarna, reencarna, desencarna. Ele amplia experiência, amplia, ele ganha conhecimento, ganha. Mas no íntimo, a individualidade em termos de sentimento, de concepções de vida, de objetivos, de interesses é a mesma, né? Ora, se é assim, então como é que poderíamos deixar isso? sair disso sem mobilizar recursos mais amplos. E pesa neste fato, na psíquica de cada um
s de vida, de objetivos, de interesses é a mesma, né? Ora, se é assim, então como é que poderíamos deixar isso? sair disso sem mobilizar recursos mais amplos. E pesa neste fato, na psíquica de cada um de nós, o fato da sintonia de que vibratoriamente somos muito parecidos, não é? É muito difícil você ficar diferente por conta própria quando você convive com um grupo de almas que sente exatamente igual a você. Você vai ficar sempre com a impressão olhando a sua parte que tá tudo certo, porque todo mundo igual a você. né? Todo mundo faz a mesma coisa, todo mundo sente a mesma coisa. Ah, o que você sente? Ah, o que todo mundo sente. O que você pensa? Ah, eu penso que todo mundo pensa. Eu faço o quê? O que todo mundo faz? Claro, espiritualmente somos todos iguais, né? Por isso que precisa ouvir Jesus, precisa ouvir Kardec, sempre tem que vir alguém que não é daqui para poder dar um show, né, de fogos de artifício e mostrar pra gente, olha, esse não é bem assim isso aí não, tá? Que você tá imaginando, não é mais do que isso aí, tá? Aí nós que estamos sempre espiritualmente cochilando, a gente faz assim, né? Ah, é, ali tá acontecendo alguma coisa ali, não é? Então a nossa essa essa questão da nossa mediunidade natural precisa ser vigiada também sobre esse aspecto, porque se nós não prestamos atenção nisso, ela pode ser tanto uma ferramenta de aprimoramento como pode ser também o meio pelo qual nós permanecemos exatamente como somos e frequentemente é isso que ela faz. A nossa mediunidade natural, quando não se acha, né, revestida de recursos destinados ao nosso aprimoramento, vai nos fazer andar em círculos em torno das mesmas coisas o tempo todo, porque estamos sempre em sintonia com pessoas que pensam e sentem exatamente como nós, né? Tá? Quem se oferece diariamente a tristeza, né? ela se movimentará. Quem enaltece determinado, quem enaltece a enfermidade sofreá o dano, né? Isso quer dizer que todas as doenças, todos os males ocorrem exclusivamente por causa da questão da
a, né? ela se movimentará. Quem enaltece determinado, quem enaltece a enfermidade sofreá o dano, né? Isso quer dizer que todas as doenças, todos os males ocorrem exclusivamente por causa da questão da nossa mediunidade natural. Não, não é isso que tá sendo dito. Não. O que está sendo dito é que se nós no na intimidade daquilo que pensamos e sentimos estamos sempre inclinados paraa tristeza ou pro adoecimento, nós vamos estar sempre reforçando esses conteúdos em nós e aumentando a presença dele nas nossas vidas, né? a gente vive. Aí a gente quer concluir aqui a nossa reflexão colocando uma pergunta, não é, para vocês. Por que que esse é o século da depressão? Por quê? À luz do que a gente tá colocando aqui, por quê? Vamos pensar, né? Eh, era isso. Então, agradecemos a a atenção de vocês e fica aqui sempre o convite pra gente meditar, avaliar essas coisas todas, né? Temos certeza que esse conteúdo que colocamos aqui não é novidade para nenhum de vocês, né? Vocês já sabem de tudo isso, não é isso? O que nós queremos renovar aqui é o convite para que a gente, olhando a mesma coisa de um outro ponto de vista se decida a fazer diferente. Porque às vezes é isso a vida. Não é porque o arroz vai deixar de ser arroz, o feijão vai deixar de ser feijão, não é? O ovo vai deixar de ser ovo, embora nesse caso ultimamente talvez fosse melhor que fosse, né, Fabula, diferente. Não é por nada disso. As coisas serão sempre aquilo que elas são. Às vezes a renovação está em eu fazer isso aqui, ó. Olhar de um jeito diferente, ver de uma forma diferente. Para quê? para dar chance ao meu recurso mediúnico natural de agir e perceber aquilo que eu não estou percebendo e talvez assim modificar o meu destino, que é o propósito disso tudo. Uma boa noite para todos nós. Vamos pensar, refletir e principalmente buscar nos transformar, né? Que é para isso que nós reencarnamos, não é para sair daqui do jeito que nós chegamos, né? sair pelo menos um pouquinho melhorados. Queridos irmãos, quanta informação, né? Falar de
os transformar, né? Que é para isso que nós reencarnamos, não é para sair daqui do jeito que nós chegamos, né? sair pelo menos um pouquinho melhorados. Queridos irmãos, quanta informação, né? Falar de um tema como esse, mas trazendo a realidade para o que nós vivenciamos todos os dias é importantíssimo, né? Eu tenho certeza que a partir de agora nós vamos ficar muito mais atentos a essas percepções que passam desapercebida na nossa correria, mas é importante esse alerta. Então, nós agradecemos muito por nos trazer essas informações que tenho certeza que serão muito úteis para todos nós. E nesse instante nós vamos então agradecer a Deus, a espiritualidade amiga, a Jesus, nosso mestre, nosso modelo e guia, que com toda a paciência nos conduz através do seu evangelho para estarmos atentos às inúmeras possibilidades que trazemos. em cada experiência reencarnatória. E isso pode ser feito todos os dias, a cada manhã. Basta, como bem disse o nosso mestre, termos olhos de ver, ouvidos para ouvir, que possamos, após essas reflexões tão importantes para todos nós e fundamentais, que possamos sim procurar melhorar a nossa sintonia. olhando para nós e agradecendo a cada dia pela oportunidade que temos de renovar os nossos destinos. Que a luz se faça sobre todo o nosso planeta, sobre toda a humanidade, que nesse momento de transição passa por desafios tão complexos. Mas que temos a certeza absoluta do amparo de Deus na sua infinita misericórdia e amor por todos nós. Gratidão a Deus, gratidão a Jesus e aos nossos benfeitores que nos conduzem nessa caminhada. Se conosco, Senhor, hoje e sempre. E assim seja. Graças a Deus. Obrigada a todos. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no
os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim
omentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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