O PROVEITO COMUM - Marcos Terra [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 10/05/2025 (há 11 meses) 42:11 373 visualizações

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Transcrição

de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Saudações fraternas a todos nós, irmãos e irmãs, que trabalhamos e carregamos a bandeira Deus Cristo e Caridade. Sejam bem-vindos à comunhão espírita de Brasília, como também irmãos e irmãs que estão acompanhando a transmissão da palestra pelo canal desta casa de caridade. Nós temos a oportunidade de estudarmos o capítulo 48 da obra Jesus no Lar. Como sempre eu menciono nas palestras, esta obra mediúnica é uma obra atemporal desde a época de Jesus, porque a obra narra 50 capítulos, que são 50 encontros onde Jesus, conversando com os discípulos na casa de Pedro traz informações importantes, porque é o início do Evangelho do Mestre. E quando temos a oportunidade de ler este livro tão pequeno, é uma linguagem atemporal, porque serve para os dias de hoje. E ao mesmo tempo indagamos porque a doutrina espírita é filosofia, a doutrina espírita é ciência, a doutrina espírita é fé racionalizada. E quando lemos Jesus no lar, fica aquela indagação, mas Jesus está falando para nós, sim, para nós de hoje, em pleno século XX, há mais de 2000 anos. Por quê? Porque nós ainda não aprendemos a conjugar o verbo amar em todos os tempos. Então, somos espíritos, de certa forma teimosos. que estamos tendo sempre a bondade divina das reencarnações como possibilidade de melhoramento e naturalmente melhoramos a cada abençoada reencarnação. Porém, o nosso desenvolvimento ainda é muito lento. Hoje estamos nesta casa espírita, como tantas outras casas existentes no Brasil e fora do Brasil, como uma oportunidade de clarear, esclarecer, discernir o Evangelho do Mestre, do Rabi da Galileia, do sublime perengrino. E de certa forma temos que questionar o que tá sendo falado, se procede ou não, se faz sentido, porque é assim que ocorre a evolução. Depois que burilamos a

do Rabi da Galileia, do sublime perengrino. E de certa forma temos que questionar o que tá sendo falado, se procede ou não, se faz sentido, porque é assim que ocorre a evolução. Depois que burilamos a razão, ao máximo inicia-se o processo da intuição. É muito interessante observar isso. Ou seja, de novo, a metáfora da escada de Jacó. Degraus, degraus, degraus. e romper os infinitos. caberá cada um de nós por meio da lei do esforço, do discernimento. E após o discernimento, a ação, as abençoadas mãos que nós temos, nos serve não só para a higiene corporal e para alimentar o corpo físico, mas também, como fala Miramês, o espírito que outrora foi o jovem rico que não quis seguir o mestre, mas depois seguiu depois de muitas reencarnações em suas obras. como horizonte da fala. E também Caena, outro espírito na obra mediúnica, Canção da Natureza, ambos mencionam que as mãos elas fazem parte da argamassa fisiológica, não só para cuidar da higiene pessoal e do alimento físico, mas para pegar na massa. E no sentido figurativo de pegarmos na massa, é o trabalho social que é a caridade. Não podemos falar de espiritualidade deixando de lado a ação. Como é que podemos evoluir sem o trabalho caritativo? Porque o trabalho caritativo é nada mais que um desprendimento do materialismo e do egocentrismo. Quantas noites, quantos milênios vivemos aqui na terra presos a estruturas egóicas? Primeiro lugar, eu. Segundo lugar, eu. Terceiro lugar eu. E que danem-se os outros. Até que as abençoadas doenças de natureza emocionais batem na nossa porta e vale a pena compreendermos e relembrarmos o aforismo espírita. Quem não vai pelo amor vai pela dor. E se nós estamos aqui nesta casa e ouvindo pela internet estas elocubrações evangélicas, é sinal que nós somos persistente. É sinal que queremos evoluir, é sinal que queremos amenizar os impactos da dor em uma reencarnação. E quando chegar o momento do desencarne, que podermos fechar os olhos, pela última vez, os olhos físicos, para abrir de forma ampla os

nal que queremos amenizar os impactos da dor em uma reencarnação. E quando chegar o momento do desencarne, que podermos fechar os olhos, pela última vez, os olhos físicos, para abrir de forma ampla os olhos espirituais, passar por questões de segundos, assim eu imagino, valeu a pena passar pela terra por esta abençoada escola, como falava o nosso querido saudoso Chiquinho de Uberaba, Chico Xavier. A terra é uma escola, é um educandrio para o espírito. E como nós sabemos, pelas informações da espiritualidade, a fila é quilométrica de desencarnados, esperando pela oportunidade de reencarnar. Então, a palestra de hoje ela traz argumentos, mas precisa passar pelo crio da razão. Jesus tinha conhecimento profundo quando aconselha os discípulos na casa de Pedro, porque começa uma indagação e há um senso comum entre os discípulos, porque eles ficam injuriados por aquela multidão que segue o mestre, porém quase nada coloca em prática e começam a terceir e comentários. E Jesus, como sempre, pelo menos na obra Jesus no Lar Mediúnica, psicografada por Chico Xavier e pelo espírito Neo Lúcio, só observa em total silêncio. É uma atitude muito diferente de nós agora encarnados, presos aos atavismos de outrora, que perdemos a paciência com muita facilidade, que ficamos injuriado quando ouvimos comentários, seja no núcleo família, seja no núcleo de trabalho, e terminamos agindo com violência mediante certos comentários. Olha o poder da comunicação que nos falta. Por isso que temos que ler as obras do Espírito Miramês, horizonte da fala, como também da irmã Caena, Canção da Natureza, que nos orienta sobre a comunicação, a comunicação evangélica, a comunicação não violenta, tão usada hoje no século XX, fundamentada pelo psicólogo norte-americano Maron Rosenberg, que na realidade ele tinha como inspiração Mahatma Gandhi. Porque Mahatmandi tinha o discurso da não violência. Todavia, Mahatmagand tinha como grande líder Jesus de Nazaré, o filho do carpinteiro. Olha que coisa interessante. Então,

nspiração Mahatma Gandhi. Porque Mahatmandi tinha o discurso da não violência. Todavia, Mahatmagand tinha como grande líder Jesus de Nazaré, o filho do carpinteiro. Olha que coisa interessante. Então, Jesus interrompe os discípulos quando termina a discussão falando: "Veja, nós temos vendedores que aproveita a oportunidade do aglomerado de pessoas na praia. para vender vinho. Nós ficamos injuriados com muitos que têm carroças, que ficam divulgando o evangelho, falando de Jesus, falando dos milagres, mas não coloca nada em prática. A intenção deles, naturalmente, é trazer os doentes de longe, com fins mercadológicos. E o texto, que é o capítulo 48 desta obra magnífica, não cita aquela passagem, se a passagem ocorreu antes deste momento na casa de Pedro ou se foi depois, quando o Mestre entra no templo, segundo a Bíblia, e começa a chicotear os mercadores da fé, que talvez para nós espírita, até entendendo um problema, de comunicação de um livro que foi composto por diversas peças, do aramaico, do hebraico e depois para o grego, do grego, para o latim, do latim, para diversas línguas. Talvez tenha ocorrido um ruído de comunicação, porque fica muito difícil para nós, enquanto espíritas compreendermos Jesus de Nazaré como um exemplo puro de amor, de misericórdia, de paz, pegar um chicote e sair batendo todos os mercadores da fé religiosa. É provável que o mestre com certeza reprovou os aproveitadores da fé e com doçura e ao mesmo tempo, um olhar firme, como menciona o espírito Joana de Angeles nas suas obras do estudo do psiquismo humano, o mestre quando tinha oportunidade de poder falar com as pessoas diretamente e possamos agora em tempo real imaginar Jesus de Nazaré com aquele olhar profundo. vasculhando o psiquismo humano, vasculhando as nossas sombras, que são nada mais conteúdos reprimidos. Naturalmente cairíamos no chão em choro e falaríamos dos nossos pecados. E aqui, entre aspas, porque é uma palavra muito estigmada, traz um estigma muito forte. Hoje nós podemos traduzir ou trazer uma

Naturalmente cairíamos no chão em choro e falaríamos dos nossos pecados. E aqui, entre aspas, porque é uma palavra muito estigmada, traz um estigma muito forte. Hoje nós podemos traduzir ou trazer uma nova releitura para a palavra pecado como momentos que não fomos felizes no aprendizado e tirar a carga do estigma. No entanto, os discípulos se encontravam injuriados e o mestre tomando a palavra depois de algum tempo. E fica para nós esse conselho, quando percebemos atritos no ambiente de trabalho, no ambiente familiar, no ambiente social, principalmente no voluntariado que trabalhamos, porque sabemos que todos aqui somos atores sociais, todos somos anjos da terra, todos abraçamos o voluntariado e quando tem essas discussões por algum motivo, mantemos em silêncio até para abrir a boca e falar de fato, palavras que vão agregar valores. E o mestre conta uma história para o discípulo de um antigo filósofo. E quando falamos de filosofia, sabemos que a etimologia da palavra filosofia é amigo da sabedoria. são aqueles que já têm a sabedoria além do conhecimento, que na verdade é junção de conhecimento e o e a sabedoria em prática. Conta a história que um sábio ou filósofo há muito tempo, e aqui eu brinco, quem sabe não foi o próprio Sócrates, porque antes de Jesus, Sócrates foi considerado um dos homens mais sábios do mundo antigo. E como também sabemos, porque somos estudiosos, a doutrina espírita nos convida para estudar constantemente. Sócrates e Platão foram, como está no Evangelho segundo o Espiritismo, na nota de Kardec, precursores do Espiritismo. Então, vamos pensar que seja um dos discípulos de Sócrates. E o discípulo de Sócrates se encontrava injuriado, da mesma forma também como o discípulo de Jesus na casa de Pedro, justamente por aquele por os pseudos seguidores do filósofo, que não colocava nada em prática. Filosofia. Se não houver prática, apenas indagações, não saímos do ponto morto. É como um HD cheio de conhecimento. Nós pegamos diversos textos, diversas peças, diversos livros,

ocava nada em prática. Filosofia. Se não houver prática, apenas indagações, não saímos do ponto morto. É como um HD cheio de conhecimento. Nós pegamos diversos textos, diversas peças, diversos livros, comentários e colocamos no HD em termo de armazenamento. Todavia, se não colocarmos em prática, é conhecimento inútil. E filosofia é prática, é ação. Então o filósofo Sócrates, adaptando o texto, tenta ajudar o discípulo que se encontra injuriado com o mesmo problema. É, daqu era um discípulo que todo dia reclamava, reclamava dos hipócritas, dos aproveitadores no contexto do comércio, a dentro da filosofia, como também aqueles que não coloca nada em prática. E o filósofo conta uma história para o discípulo, falando de um certo tempo que houve uma torrencial em uma região, a região muito seca. As primeiras chuvas, como sabemos, são chuvas fortes, como ocorre aqui no Planalto Central. Imaginamos o período de seca, depois do mês de agosto e setembro, as primeiras chuvas. E quando cai a água do céu, a torrencial é tão forte que inunda o pântano. E o filósofo convida o discípulo que reclama para fazer uma visita no terreno e fala: "Se não houvesse essa chuva tão forte, o pântano que estava praticamente seco com águas imundas, os seres habitante ou poucos seres teriam morrido. E com as bênçãos da água, da chuva, vários seres sobreviverão. Os girinos, por exemplos, que são seres minúsculos, que depois com o tempo se transforma em sapos, rãs, pererecas. Quem nasceu no campo, quem foi criado no campo teve uma oportunidade de conhecer os girinos. Eu tive essa oportunidade e sou muito grato por ser filho do campo. Então você vê aqueles seres pequenos e com o tempo transformam em rãs e sapos e eles aproveitam a água da chuva porque atrai insetos e se alimentam. Depois o filósofo leva o discípulo para outra área que se encontra meramente o torrão seco ou trora. E a água que cai, que molha o torrão, ele fala: "Amanhã voltaremos nesta neste mesmo local". E ao voltar neste mesmo local, o

iscípulo para outra área que se encontra meramente o torrão seco ou trora. E a água que cai, que molha o torrão, ele fala: "Amanhã voltaremos nesta neste mesmo local". E ao voltar neste mesmo local, o discípulo fica impressionado porque ele observa lírios nascendo. Como pode? Uma terra de torrão seca, nascer lírios para embelezar a natureza. E qual de nós não ficamos maravilhados com lírio, com IP amarelo, roxo, vermelho? E depois, dando continuidade ao processo de aprendizagem, o filósofo mostra aquelas árvores secas, secas como as nossas árvores aqui do Planalto Central, no período de agosto e setembro. E com poucas chuvas no início, elas renascem. Observamos metaforicamente a beleza das árvores do cerrado. São pequenas, tortas. Vem o fogarel de forma natural e muitas vezes de forma proposital, provocado pelo homem primitivo, que está preso a heranças atávicas, bélicas, que coloca fogo na natureza de propósito. Então, este fogo ele toma de conta de todo cerrado. E o que passa na nossa cabeça que acabou, não tem mais como nascer nada porque tá tudo escuro, tudo preto, queimou até as raízes. Todavia, trazendo o exemplo da própria natureza. Como o espírito miramês e caiena menciona que se nós tivermos capacidade de desenvolver a sabedoria, a própria natureza é a universidade do espírito, porque a cada dia nós temos uma nova aula e essas árvores quase mortas com pequeno orvalho, renascem, reflorescem. Mas por que ocorre isto? As raízes dessas árvores são profundas, elas fazem consórcios, com os lençóis freáticos. E para nosso estudo, nós precisamos sermos como essas árvores, porque vem a tempestade, porque vem o calor, porque vem a queima, porque vem todo tipo de perturbação psíquica, principalmente neste período de transição planetária, que precisamos ser firmes, porque vai chegar momentos, é provável, de muitas turbulências. E se formos como árvores com raízes profundas, ajudaremos os nossos familiares, ajudaremos os colegas em desespero no trabalho. Então o discípulo começou

momentos, é provável, de muitas turbulências. E se formos como árvores com raízes profundas, ajudaremos os nossos familiares, ajudaremos os colegas em desespero no trabalho. Então o discípulo começou entender o processo. E aproveitando, nós temos que até para o fechamento do capítulo 48 é tão profundo que é interessante ler, transcrevir para entendermos a profundeza, porque problemas t muitas vezes ficamos reclamando, reclamando, reclamando da vida, mas na realidade não não estamos querendo curar a mi espiritual. Todavia, o pior cego não é o cego físico. No próprio evangelho, nós temos uma comunicação mediúnica que se pede para o espírito da cura ajudar aquela jovem, pobre mulher a curar da cegueira física. E na mensagem mediúnica, o espírito menciona que ele vai tentar fazer o que é possível, mas deixa muito claro que a pior cegueira é a cegueira espiritual, que talvez para aquela jovem é necessário que ela permaneça cega fisicamente durante a encarnação, porque talvez seja necessário para a evolução espiritual. E quanto de nós podemos nas próximas encarnações ou nesta encarnação já temos alguma deficiência como uma oportunidade de compreendermos que é educatória, faz parte da educação do espírito. Então, o que que o filósofo menciona para o discípulo que reclamava: "Jamais censure o manancial do socorro celeste. Cada homem lhe recebe o valor no plano em que se encontra, guardando os princípios sublimes. O criminoso se faz menos cruel". E aí eu lembrei de uma oportunidade que tive de fazer uma vivência na Papuda de uma semana com os nossos irmãos que estavam estagiando na época, se faz muito tempo. E eu só podia entrar na papuda porque tinha um amigo do alto escalão que abriu as portas. E eu fiquei impressionado com a necessidade dos jovens falar da suas criminalidades, dos seus crimes. Isso é terapêutico. A pessoa precisa falar: "Eu fiz isso, eu fiz aquilo". Porque é uma forma de cartaze de colocar para fora, né? ou se redimir. É como se tivesse ali fazendo um abençoado papel de um padre, de um

êutico. A pessoa precisa falar: "Eu fiz isso, eu fiz aquilo". Porque é uma forma de cartaze de colocar para fora, né? ou se redimir. É como se tivesse ali fazendo um abençoado papel de um padre, de um pastor, de uma pastora ou de uma liderança espírita no atendimento fraterno. Faz parte do psiquismo humano falarmos, colocarmos para fora as nossas dores. Eu tinha que ouvi-los. é a terapia da escuta, mas eu confesso a vocês, eu tive que ter muito centramento para voltar para casa com o meu emocional equilibrado, porque no outro dia tinha encontro de novo com eles. Foi uma semana, mas uma experiência que eu guardo para o resto da minha vida. Eu agradeço por poder compartilhar, porque eu tenho certeza que vocês também ou já passaram por experiência dessa natureza ou passarão. Quando chega alguém para falar para nós dos problemas, sejamos terapeutas do espírito. Escutemos com ar de misericórdia, com ar de amor. Foi assim que o mestre fez e nos ensina. O pior se mostra menos mal, o imperfeito melhora, o infortunado encontra alívio e os bons se engrandece para maior amplitude no serviço do nosso pai. Olha que interessante isso o filósofo falando para o discípulo depois que ele percebe que o discípulo entendeu o processo. E continuando, se possu o raciocínio suficiente para discernir a realidade, não te percas em reprovação vazias. Aprende com o supremo Senhor que ajuda sempre de acordo com a posição e a necessidade de cada um e distribui com todos que cerca os bens que já podes reter com a fidelidade e o céu te abrirá o sucesso e o tesouro. Esta foi a recomendação do filósofo quando percebeu que o discípulo, que só reclamava entendeu o processo. A palestra ela tem dois objetivos. Primeiro percebermos se tem procedimento, a mensagem do mestre, se traz um significado, porque só ocorre aprendizado de forma sustentável paraa nossa evolução espiritual, quando tem um significado. Tem um significado. É prático a lição de hoje para nós. Traz um novo despertar consciencial. Porque nós temos que subir na escada de

entável paraa nossa evolução espiritual, quando tem um significado. Tem um significado. É prático a lição de hoje para nós. Traz um novo despertar consciencial. Porque nós temos que subir na escada de Jacó. Não podemos ficar embaixo. Quanto mais subimos, a nossa visão desperta. A gente procura ter um entendimento maior. E quando Jesus conta a história do filósofo, o silêncio é total na casa de Simão, de Pedro Simão. Todos compreenderam, todos entenderam. E nesse exato momento, a pergunta que fica para nós, quantas palestras ou estudo sistematizado nós tivemos a oportunidade ou em roda de conversa fora da casa espírita, roda de conversa construtiva, alguém fez uma indagação dessa natureza e passamos a pensar: "Poxa, realmente ando reclamando demais. Eu tenho um corpo perfeito? Eu tenho um trabalho que me sustenta. Eu tenho uma família abençoada que é uma escola. Eu tenho uma representatividade social no papel de pai, no papel de mãe, no papel de chefia, de coordenação, de um cargo X, de uma liderança Y. E o que eu estou fazendo com minha compreensão? Que estou fazendo para melhorar o mundo? O que estou fazendo para a busca do autoconhecimento? Não tem como evoluirmos sem o autoconhecimento. Nesse exato momento, estamos falando do conhecimento. Vocês estão processando como eu também, que sou um eterno aprendiz, estou também processando. Em tempo real estamos fazendo análise. Podemos sair desta casa espírita após o passe magnético, o abençoado passe, que é uma injeção espiritual, que também tem a colaboração de médiuns que se prepararam durante o dia para serem canais, como menciona São Francisco de Assis. Senhor, fazei de mim um instrumento de vossa paz. E podemos, após o passe retornar para os nossos abençoados lares, preenchidos, como fala a mentora Joana de Angeles, ou não? Tudo é uma questão de escolha. Será que o Mestre Jesus, o sublime perengino da Galileia, tem razão neste convite de hoje? Vamos pensar com carinho e pensar ao mesmo tempo nas próximas oportunidades, quando começar a vir no

escolha. Será que o Mestre Jesus, o sublime perengino da Galileia, tem razão neste convite de hoje? Vamos pensar com carinho e pensar ao mesmo tempo nas próximas oportunidades, quando começar a vir no pensamento, não é nem verbalizar oralmente, mas é no pensamento que é a matriz da comunicação. A nossa fala é um resultado de pensamentos e emoções. Como está as nossas emoções? Estão em desalinhos as emoções? Porque se as emoções estão em desalinhos, com certeza vamos reclamar. Se as emoções não estão equilibradas, como fala Jesus, seja manso como a pomba, que é a mente emocional, e prudente como a serpente, que é a mente correção. Seja manso como as pomba, correto, que é a mente emocional, e prudente como a serpente, que é a razão. Se não está em equilíbrio, com certeza vamos abrir a boca para reclamar e perdermos a oportunidade do autocuidado, do autoamor, do autoconhecimento, de sermos consciências aglutinadoras, que soma, que agrega e buscarmos por meio da gratidão diariamente a autorrealização. Então, se nós estamos trabalhando nessa dinâmica, com certeza nós assimilamos a mensagem, o conselho do divino mestre Jesus, do doutor, do médico, dos médicos com as bênçãos do nosso pai maior. Nós vamos agora nos preparar para a oração final de encerramento. E aqueles que puderem manter os olhos fechados e a partir de agora focar na respiração, inspirar bem devagar, como fala a mentora Joana de Angeles, é no silêncio, é no silêncio que temos oportunidade de fazermos uma conexão maior com o Pai. Ó Pai, Deus criador, causa primordial de todas as coisas. O sentimento que fica neste momento é a gratidão. Ó Jesus, irmão maior, nós só temos que agradecer, mestre, que estes sublimes ensinamentos permaneçam ancorados dentro de nós ao sairmos desta casa abençoada de amor e de caridade, possamos intensificar o trabalho pelo bem maior, percebermos que já temos uma luz que está acesa, que seja a pequena luz do pirilâmpago ou do vagalume, mas que esta luz, Jesus, possa se intensificar cada dia.

intensificar o trabalho pelo bem maior, percebermos que já temos uma luz que está acesa, que seja a pequena luz do pirilâmpago ou do vagalume, mas que esta luz, Jesus, possa se intensificar cada dia. Ó mestre, pedimos pela paz no mundo. Neste momento, Senhor, que já sabemos e somos conhecedores, que quando tem mais de dois unidos em teu nome, mestre, esta espiritualidade maior recolhe deste campo mórfico, deste campo de energias salutares, energias que possam ser levadas para as regiões umbralinas, que possa ser levada para lugares onde tem muitos irmãos passando fome em ambientes de guerra. Ó Jesus, que os nossos pensamentos doados em amor se tornem lerentivos para tantos irmãos que precisam neste momento. Pedimos também, mestre, pelas nossas famílias e principalmente para aqueles que não têm afeto conosco. lembrando uma máxima inquestionável: "Respeito todas as criaturas, credos e partidos políticos, mas tenho a minha linha de conduta com a conduta do Cristo. E assim, Jesus, nós te agradecemos por esta oportunidade do dia de hoje. Gratidão. Boa noite, sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física. mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos

possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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