O NECESSÁRIO - Marcos Terra [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 14/03/2026 (há 3 semanas) 44:10 612 visualizações

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Transcrição

buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. >> Senhor Estou aqui [música] para agradecer de coração [música] a paz dentro de mim que encontrei [música] na comunhão. Foi nessa casa que [música] aprendi toda a beleza [música] de viver doando amor, [música] vibrando luz. Saudações fraternas, irmãos irmãs, trabalhadores da seara do nosso mestre Jesus. que carregamos a bandeira Deus Cristo e Caridade. Temos a oportunidade nesta tarde de uma sexta-feira de refletirmos sobre a força amorosa do Evangelho do nosso Senhor Jesus Cristo, que nos convida diariamente para a reforma íntima, que nos convida para um viver bem, que nos convida para termos a paz perene, que nos convida a deixarmos o campo das ilusões, do campo da matéria densa, que há quantas encarnações insistimos ainda ao apego, ao apego do ego, à estrutura egóica. Primeiro lugar, eu, segundo lugar, eu, terceiro lugar, eu. E que danem-se os outros. Que bom que neste momento nós, como fala Paulo no Novo Testamento, acorda tu que dormes, já começamos a enxergar e colocar em prática a espiritualidade. Não que não sejamos religiosos. religiosos já somos há quantas encarnações que se já se perde no tempo. Mas compreender a mensagem do Mestre Jesus há mais de 2000 anos que nos convida a uma questão muito simples. Valorize-te como ser humano, valorize o outro, aprenda também com o outro, ajude o outro e reconheça o Pai que nós temos, que é pura bondade e misericórdia. E hoje nós temos por intermédio de um irmão querido, Emanuel, tão conhecido no cardecismo, com a colaboração de Chico Xavier, porque é uma obra mediúnica Vinha de Luz, capítulo 5, que é sobre o amor. Então, o mentor espiritual que já passou por todo tipo de obstáculo de senador romano no mundo antigo, que segundo os escritos mediúnicos foi padre Manuel da Nóbrega aqui no Brasil, no período da colonização. E assim somos todos nós, graças às bênçãos das reencarnações que fala o nosso querido irmão Chiquinho de Uberaba, que não está mais conosco fisicamente,

rega aqui no Brasil, no período da colonização. E assim somos todos nós, graças às bênçãos das reencarnações que fala o nosso querido irmão Chiquinho de Uberaba, que não está mais conosco fisicamente, porém está conosco espiritualmente. É o é para nós estudando sobre esse capítulo, sobre o amor que em grego quer dizer ágape. este amor. Creio que o Chiquinho de Uberaba, que está mais próximo de nós, é uma pessoa que com certeza se perguntar qualquer um de nós aqui no auditório, Dr. Bezer de Menezes, ou para quem está assistindo pelo canal da rede social, qual o maior exemplo de amor que tivemos, que conhecemos aqui no mundo contemporâneo? Com certeza o nosso querido Chiquinho Xavier, até estudando a voz humana, porque a voz humana ela passa características psicológica. Quem estuda a voz humana, só ao ouvir a pessoa por telefone, você já começa a mapear estruturas psicológicas, comportamentais da pessoa que está falando, caso você não conheça a pessoa ainda pessoalmente. E quando nós temos a oportunidade de ouvir os nosso querido irmão Chico Xavier falando nas gravações que ficaram registrado, eu tive oportunidade de em Uberaba várias vezes e fui no museu do Chico, né? E lá tem a, não sei o nome específico do aparelho que eles ligam e o Chiquinho fala contigo. E é tão interessante, não sei se a nossa sensibilidade enquanto espíritas ou espiritualista, quando nós estamos ouvindo uma um ser humano que passou pela Terra e que talvez alguns séculos teremos, as futuras gerações terão dificuldade de acreditar que passou pela Terra um homem chamado Chico Xavier. Aliás, até hoje nós temos certa dificuldade de entender como que ele viveu daquela maneira que serve para nós como parâmetro. E dentro da estrutura do desenvolvimento do ser humano, nós precisamos de parâmetro. Emanuel é parâmetro. Quantas encarnações? Cada encarnação nós vamos burilando aquele diamante que ainda insiste, está enterrado no lodo, como fala Maria Modesta Cravo nas suas obras mediúnicas, né, que foi a ex-rainha da França,

encarnações? Cada encarnação nós vamos burilando aquele diamante que ainda insiste, está enterrado no lodo, como fala Maria Modesta Cravo nas suas obras mediúnicas, né, que foi a ex-rainha da França, Catarina de Medes. E você percebe na época do do período medieval e você percebe a evolução do espírito. E nós ainda que estamos acordando, como fala Paulo, acorda tu que dormes. Nós precisamos de referência. Eu não me canso de falar, fazer uma analogia, porque quando temos pais que nos dão a melhor educação, a palavra convence, mas o exemplo arrasta. Se nós, de fato, tivemos pais que de fato foram exemplos, quem nós somos hoje? frutos de uma boa educação que nossos pais nos deram, a educação da pedagogia do amor. E é claro que aqui nós não estamos julgando nenhum pai que faltou a pedagogia do amor, porque um pai e uma mãe só dão o que eles têm. Nós temos dificuldade de entender isso. Nós precisamos de muitos anos para compreender o que é um processo de maturidade. Então, o nosso querido irmão, ele começa o capítulo 5 de Vinha de Luz, colocando um trecho da Bíblia que fala justamente: "É sobre tudo isso que revesti-vos de caridade, que é o veículo da perfeição." Isso é um trecho bíblico, né? que é Paulo que escreve para a comunidade cristã daquela época, né? Percebe que em todo o contexto histórico do passado e do presente, nós precisamos de referência. Quantas pessoas nesta casa abençoada, nessa casa de caridade, nos inspira para o trabalho? Algumas já até se foram. tive a oportunidade de conhecer, conhecer a dona Irene, o seu Mário. Impossível um dos fundadores desta casa. Impossível você não ser envolvido pela psicosfera do trabalho, pela psicosfera do amor, da caridade, de acreditar daquela fé inabalável. Aonde começou a comunhão espírita? Hoje esse auditório grande são esses dois prédios na Casa do Barat W3 Sulu, no espaço que eles usavam para fazer as primeiras reuniões da comunhão espírita, né, que inclusive tive a oportunidade de trabalhar com o seu Mário. E digo eh antecipadamente para

sa do Barat W3 Sulu, no espaço que eles usavam para fazer as primeiras reuniões da comunhão espírita, né, que inclusive tive a oportunidade de trabalhar com o seu Mário. E digo eh antecipadamente para quem trabalhou diretamente com ele no ofício de trabalho, não dentro de uma casa espírita, mas como empregado empregado, eh o seu Mário era um exemplo de amor. Seu Mário tinha uma, Seu Mário Barata tinha uma capacidade, um dos fundadores dessa casa, presidente, de chamar o colaborador quando precisava ser chamado e falar com aquela educação, falava com aquela amorosidade para ficar mais atento aos clientes, para ter mais cuidado com o material da loja. E o que que é isso? É amor. Amor não fica só confinado quando nós entramos numa casa religiosa, porque há uma tendência genuína ao entrarmos numa casa religiosa, seja qual for a natureza, de criarmos aquela psicosfera de bonzinhos. É claro que nós somos bonzinhos, mas lá fora também nós aprontamos. Lá fora, nós aprontamos no trabalho, falamos de forma ríspida com os colegas, eh humilhamos terceiros que estão abaixo da hierarquia, temos problemas com os vizinhos na comunidade e por aí vai. E principalmente na primeira família. Qual é a primeira família? É a família biológica. Aqui na casa espírita nós temos a segunda família, que é a família espiritual. Tanto a primeira família como a segunda família, a caridade precisa permear. a caridade de entender o outro como o outro é e entender e compreender que cada um tem o seu tempo para despertar. E o que nós podemos fazer pelos nossos filhos, pelos nossos primos, pelos nossos companheiros e companheiras, pelos nossos vizinhos ser exemplo. Só isso. E cada um tem o seu tempo para despertar. e de uma forma sutil, de uma forma amorosa, aí não tem como fala uma forma sutil, amorosa dentro da própria história da humanidade. Jesus é o baloarte. Jesus, eh, a consciência, vamos dizer assim, a consciência espiritual que só falou de amor e ainda submeteu a carnificina humana no Calvário. Tanto é que nós temos aquela

manidade. Jesus é o baloarte. Jesus, eh, a consciência, vamos dizer assim, a consciência espiritual que só falou de amor e ainda submeteu a carnificina humana no Calvário. Tanto é que nós temos aquela frase que nós não esquecemos enquanto cristãos, espíritas, espiritualistas, não importa os adjetivo, pai, perdoai-vos. Eles não sabem o que fazem. O que que é isso? é amor. É simplesmente amor. Amor que transcende que nós estamos ainda nos lampejos da consciência de entender. Mas não estamos aqui com esse discurso eh nos colocando tão pequenos, não. Ao contrário, nós precisamos fazer uma retrospectiva de momentos em que nós perdoamos aquele parente difícil, que nós demos chance para aquela pessoa no trabalho que pela milésima vez cometeu o mesmo erro. Aí você respira profundamente, eu vou ter, eu preciso ter paciência, eu preciso e dar mais uma chance. Até mesmo na casa espírita, quantas vezes nós ouvimos coisas que não queremos ouvir? E aí, pela piedade, pela compaixão, quando a pessoa descarrega a sua agressividade, tem um porquê. Ninguém é agressivo à toa. Quando colocamos a a raiva para fora ou o sinismo, porque o corpo fala, não adianta. Quem estuda o psiquismo humano observa como as pessoas falam. Por isso que eu mencionei, quando escutamos alguém falando pelo telefone, se nunca tivemos a oportunidade de vê-lo a pessoa pessoalmente, nós já temos uma ideia préconcebida. Olha, essa pessoa tem uma voz amorosa. Aonde eu queria chegar aqui na voz do Chico Xavier. Quando ouvimos as orações do nosso irmão Chico Xavier, é pura amorosidade, não tem como. E aquilo mexe conosco, tipo mandando uma indireta para nós. Seja mais calmo, mais tranquilo, mais compreensível com as pessoas que você convive. Porque com o tempo, e muitas vezes precisa o cabelo chegar, ficar branco, às vezes não, nós compreendemos que não mudamos ninguém. Nós só podemos ser o quê? Referência. E aqui nós temos na no na própria Bíblia discorrendo sobre Paulo na no pequeno trecho que Emmanuel coloca, que ele fala que

compreendemos que não mudamos ninguém. Nós só podemos ser o quê? Referência. E aqui nós temos na no na própria Bíblia discorrendo sobre Paulo na no pequeno trecho que Emmanuel coloca, que ele fala que justamente esse amor ele está envolvido na no aspecto da misericórdia, da bondade, da humildade, da mansidão, da paciência e perdão. Tudo isso são o quê? virtude, mas a principal virtude é o amor. Por isso tem aquela música que o nosso irmão brasiliense, que já desencarnou muito tempo e deixou o legado com o nome Monte Castelo, que ele pegou trecho da Bíblia, justamente aqui do Novo Testamento, e texto de Camões, e criou aquela música belíssima. Ainda que eu falasse a língua dos homens e falasse a língua dos anjos, sem amor, eu nada seria. É isso que Paulo fala, porque Paulo também foi envolvido pelo amor do Cristo. E quando nós somos envolvidos, inundados num amor que transcende a matéria densa, o que nós fazemos com aqueles que estão ao nosso lado? Nós queremos compartilhar a pastilha, como os nossos irmãos gaúchos adoram usar essa palavra, pastilha. Partilhar, partilhar o verbo amar, porque aí onde tá o problema, porque o oposto do amor é o egoísmo. Olha a situação do planeta numa eminência de uma guerra nuclear. E o que cabe a nós nesse exato momento é mandar paz, amor. E nós temos uma capacidade, o nosso irmão espírito, para quem é novo na doutrina, a gente sempre quando fala em público tem que ter cuidado, porque você fala: "Ah, o fulano, aí a pessoa é novata no espiritismo, aí pensa que tá falando de um encarnado." ocorreu um fato que eu tive conhecimento, que vale a pena mencionar aqui agora lá em Luziânia, uma senhorinha nos primeiros anos de namoro no espiritismo, ou como é bom esse namoro, né? A gente se apaixona, devora o livro dos espíritos em uma semana e ler obras mediúnicas e romance e ficamos enamorados, né? Aquele amor. Aí um dia ela chegou na recepção, eu queria conhecer essa senhora Jona deângeles, porque essa mulher é muito distinta. se fala muito bem dela aqui no centro, onde

ficamos enamorados, né? Aquele amor. Aí um dia ela chegou na recepção, eu queria conhecer essa senhora Jona deângeles, porque essa mulher é muito distinta. se fala muito bem dela aqui no centro, onde é que eu encontro com ela. Então, quer dizer, as pessoas que faziam palestra não mencionava o espírito Joana de Angeles. Então, quem é neófito na doutrina necessita ter essas comparações para entender se tá falando de encarnado ou desencarnado. Então, nosso querido irmão Renato Russo, com certeza, eh, foi muito bem tuído e tem uma obra mediúnica do Renato Russo, que agora não recordo o nome, com pseudônimo, claro, para não gerar problemas, como gerou para Humberto de Campos na época que Humberto de Campos começou por intermédio de Chico Xavier falando da sua vida no mundo espiritual e situando e falando quem era Humberto de Campos, foi o maior problema na justiça, porque a família entrou com recurso para receber as a de forma proporcional o que estava sendo vendido dos livros espírita. Por isso que nós temos, para quem não tem conhecimento, o pseudônimo de irmão X, orientação espiritual. Tira o nome Humber de Campo, já deu muito problema. Bom, mas faz parte da natureza humana. Eu digo aqui agora, tô falando aqui agora, eu não sei amanhã. De repente eu tenho um parente que desencarnou e começa a psicografar obras que tá vendo milhões e milhões. Aí nós temos o próprio Chiquinho, mais de 400 livros psicografado, que dependeu da madrugada lá em Uberaba de Deus com a caneta escrevendo e também Pedro Leopoldo, onde foi psicografado Vinha de Luz e o nosso próprio irmão Chico Xavier não obteve um centavo. Falou isso aqui é a obra da espiritualidade. Eu sou apenas um instrumento da paz. Por isso que aquela oração de São Francisco de Assis ou Francisco de Assis, para quem queira, né, o São tanto faz. Senhor, fazei de mim instrumento de vossa paz. Eu já tenho necessário. Eu já tenho um teto que me abriga. Eu já tenho a comida que não falta na minha mesa. E este teto, que seja um barraco, que seja

. Senhor, fazei de mim instrumento de vossa paz. Eu já tenho necessário. Eu já tenho um teto que me abriga. Eu já tenho a comida que não falta na minha mesa. E este teto, que seja um barraco, que seja uma mansão, que seja uma comida pobre de marré marré ou uma gastronomia de última geração, é temporário. Isso é o despertar espiritual fantástico. Nós não estamos negando a matéria, pelo amor de Jesus Cristo, não é isso. Mas nós temos que ter uma tomada de consciência que nós enquanto espíritos estamos passando, estamos de passagem pela terra e temos que aproveitar cada momento. Esse momento agora ele é único para quem está assistindo pela internet, para quem tá assistindo aqui e presencialmente, porque nós estamos elaborando informações, concordando, discordando, complementando, abrindo aspas, observações importantes para sairmos daqui com mais fé. É isso que Emmanuel coloca. É isso que coloca que para trabalhar com amor nós temos que ter armadura, armadura da fé, aquela fé que de vez em quando nós somos humanos, nós não podemos esquecer a nossa herança atávica. O que é uma herança atávica? o atavismo, herança de vidas passadas, a preguiça, a inércia, o medo. Então, de vez em quando aqui nesse planeta Terra abençoado, nesse período que nós estamos vivendo, nos dá aquela preguiça, não, ai, não, acordar de manhã cedo, pleno domingo, hã, para ir para orfanato, para ir para eh fazer sopa, para levar para as pessoas situação de rua, visitar penitenciárias. Uai, gente, falar com mineiro agora. Uai, senor. Uai, senor. Quando estudamos a Bíblia, e aqui falando igual o mineiro de forma amorosa, viu, gente? Igual adoro os mineiros, tem muito amigos mineiros. Quando estudamos a Bíblia, o que é que Jesus nos pede? Pelo amor de Jesus Cristo. Será que Jesus nos pede para decorar a Bíblia de trás para frente? ou estudar o livro, estudar as obras mediúnicas e mediante o estudo que mexe com estruturas psíquicas, de fato, o gigante que temos em nós, que ainda está adormecido, que precisa

de trás para frente? ou estudar o livro, estudar as obras mediúnicas e mediante o estudo que mexe com estruturas psíquicas, de fato, o gigante que temos em nós, que ainda está adormecido, que precisa acordar, acorda tu que dormes para de fato abraçarmos. E ele coloca aqui a caridade, tanto caridade como amor, é a mesma coisa. Só que o que que acontece para o nosso processo de aprendizagem? A maioria, para não falar 100%, começamos dentro da doutrina espírita, estudando que a doutrina espírita nos oferece como a nossa segunda família, o o labor lá fora, que é os trabalhos caritativos da cesta básica, da alta de Souza, de visitar a penitenciária, de visitar os idosos abandonados, que hoje não pode falar mais asilo, é uma palavra em desuso, é, agora é chique, é casa de repouso permanente para idoso, é a mesma coisa. E você chega lá, você chega até numas casas muito bem estruturada, mas tá faltando afeto. Tá faltando alguém para dar atenção paraa dona Maria. Está faltando alguém para dar atenção para o seu João e começar a conversar mexendo a esperança, a alegria de viver. É claro que ele vai reclamar que os filhos biológicos há muito tempo e ele não consegue vê-los. E nós com a nossa pedagogia, com a nossa terapia, porque todos nós somos terapeuta do espírito. Todos nós que aprendemos, que estudamos, somos terapeuta. Para ser terapeuta do espírito, com todo respeito, os outros terapeutas, basta ter o quê? amor. E numa conversa você vai retroalimentando a esperança no idoso. Você vai alimentando e ao mesmo tempo aprendendo com ele, porque amanhã somos nós. Amanhã seremos nós se não desencarnarmos cedo. E quando nós temos a oportunidade de visitar uma casa de repouso para permanente para idoso, é um aprendizado para nós, pra nossa alma. E quando saímos de uma casa ou em outra ou trabalho em situação com pessoas em situação de rua, aqui na comunhão, na comunhão espírita, quase que não sai. Nós temos um trabalho relevante com pessoas situação de rua e os trabalhadores que trabalham com essas

tuação com pessoas em situação de rua, aqui na comunhão, na comunhão espírita, quase que não sai. Nós temos um trabalho relevante com pessoas situação de rua e os trabalhadores que trabalham com essas pessoas voltam para para casa em estado de graça. O que que é estado de graça? É estado de preenchimento. Preenchimento. De vez em quando eu encontro aqui nos corredor da comunhão espírita espírita uns Papais Noéis e umas mamães Noéis. Cabelo branquinho, branquinho, branquinho. Falei: "É você amanhã, Marcos Terra, se prepara, é você amanhã". E se eu continuar nessa casa, que maravilha, né? que eu vou morrer trabalhando. Mas isso a gente precisa de parâmetro, não tem jeito. Nós precisamos de parâmetro de referência. Como é que podemos crescer? Então vamos ver a a a trajetória do nosso irmão Chico Xavier, do nosso irmão Emanuel e tantas pessoas da doutrina espírita que nos inspira. E dando continuidade, Emanuel, ele dá várias dicas para nós, para que nós possamos eh entender, compreender o mecanismo que não é difícil evoluir. Metaforicamente nós temos aquela, met, eu sempre falo, fico até meio redundante, mas é tão, para mim é tão forte, é tão significativo quando vê você vê a simbologia do anjo, o arquétipo do anjo, que é um campo de energia do bem para quem vibra no bem, são duas asas. Uma asa é o amor, a outra asa é o conhecimento ou intelecto. E as duas asas elas auxiliam a consciência a elevar espiritualmente. Naturalmente entre conhecimento e amor. Se for para escolher no primeiro momento, nós vamos escolher o amor. Sabe aquelas pessoas semianalfabetas que não tiveram formação nenhuma acadêmica por questões sociais e por aí vai, culturais e etc. Mas tem um coração tão generoso. Quando você fala com essas pessoas humilde, que não tem formação nenhuma acadêmica, você fica horas conversando com a dona Maria, conversando com seu João. E aqueles momentos ocorre isso para quem tem sensibilidade e todos nós temos. Só que muitas vezes preso ao egoísmo, nós não percebemos esse campo vibracional.

m a dona Maria, conversando com seu João. E aqueles momentos ocorre isso para quem tem sensibilidade e todos nós temos. Só que muitas vezes preso ao egoísmo, nós não percebemos esse campo vibracional. Aquela senhorinha naquela casa de palha, no fogãozinho com três pedras de fogo, porque eu vivess isso na minha adolescência e juventude no interior do Maranhão, conversando com pessoas humildes que mal sabia ou nem sabia escrever e elas passavam lição de vida. A maioria já morreram, óbvio, né? ou todos já morreram. Então, mas fica para nós. Então, vamos pensar neste momento. Quem é que nos passa uma paz tão grande numa simplicidade? Também não tô falando que todo pobre, pessoa de baixo recurso tem essa capaz, falando de sensibilidade espiritual, que tem pessoas de abastadas que tem bastante recursos e tem as mesmas habilidades de uma pessoa que não tem nenhum recurso financeiro. Isso é a aquisição do espírito. É isso que o Cristo pede para nós. E aí coloca aqui, por exemplo, o trecho fala que e quando Paulo manda essa carta pra comunidade cristã, ele tá pedindo que as pessoas que querem, que querem seguir o Cristo, que elas aprenda o a nova forma de viver. E quando eu estudei preparando a palestra, eu fiquei pensando comigo já tanto tempo na doutrina espírita, mais de 30 anos, sei lá, 40 anos, nem existia esse prédio aqui na frente, vocês terem uma ideia, era só esse prédio aqui. Eh, eu fiquei pensando comigo, será que realmente de fato eu ou nós agora na partilha, será que nós estamos precisando de novo eh eh receber esse convite para entendermos o convite do Cristo? Esse esse eh esse novo momento, talvez sim, porque é um processo contínuo. Quando a gente pensa que avançou um passo na frente na evolução espiritual, amanhã te dá três passos para trás. É engraçado, não é que estamos regredindo, não regredimos, mas quando nós temos uma pseuda percepção que estamos dando três passos para trás, é que nós estamos evoluindo, por incrível que pareça, porque antes não pensávamos dessa vez,

redindo, não regredimos, mas quando nós temos uma pseuda percepção que estamos dando três passos para trás, é que nós estamos evoluindo, por incrível que pareça, porque antes não pensávamos dessa vez, quantas vezes falamos para terceiros, eu sou a si mesmo, Paulo que nasce, isso é um ditado popular, pau que nasce torto, morre torto, ninguém me muda, eu sou ignorante mesmo. Quantas vezes usamos palavras, expressões, ou até pior do que estou citando aqui agora. E agora nós estamos despertando. Despertando o quê? a amorosidade que o nosso Emanuel nos pede, desenvolver a amorosidade para podermos evoluir. Chega de sofrimento. Bom, eu creio, não sei, talvez esteja errado, mas teoricamente todos nós retornaremos pra terra na abençoada reencarnação, mas, porém, retornaremos mais consciente, mais consciente. na minha primeira escola religiosa, com toda a gratidão que eu tenho, sentava na no banco da missa e pedia perdão para Deus, mas na outra semana já tava preparando a a aprontar de novo, já pensando que eu ia fazer. Mas isso é infantilidade. Acorda, tu que dormes, precisa de tempo, precisa de experiência. Não é da noite para o dia. Nós podemos ler livros e mais livros. Porém, é o tempo que de fato vai demonstrar para nós se nós estamos habilitados ou não para o novo homem ou a nova mulher. Eu lembrei, eu tentei lembrar e de um, de uma fábula, na realidade, que eu me inspirei muito há muito tempo no papel de professor e abençoada profissão. E eu peguei essa fábula de uma ilha que ia afundar. Interessante, né? Você lê parece é um conto de criança. Você começa a ler o conto, a ilha vai afundar. Todo mundo que morava quem morava na ilha era as emoções, os sentimentos e todo mundo foi avisado que ia ter o grande dilúvio. E aí todo mundo faz seu barquinho, o amor, que era um dos personagens, né? O amor, a vaidade, o egoísmo e por aí vai. Eh, a a perseverança, o amor, ele ele gosta tanto daquela ilha que que fica desatento e perde o tempo e não constrói o barquinho dele. E quando vem a

ns, né? O amor, a vaidade, o egoísmo e por aí vai. Eh, a a perseverança, o amor, ele ele gosta tanto daquela ilha que que fica desatento e perde o tempo e não constrói o barquinho dele. E quando vem a tsunami, né, todo mundo consegue no seu barquinho sair, fugir do grande dilúvio e o amor fica perdido, perdido, perdido, pedindo socorro, pedindo alguém que leve ele no barco. E inclusive tem uma parte que essa parte eu não esqueço, que é a riqueza. E a riqueza fala: "Ah, amor, eu sinto muito, você é muito amoroso, mas o meu barco tá cheio de riqueza, de ouro. Eu não posso colocar você no meu barco porque vai afundar na minha canoa, correção, na minha canoa, porque senão vai afundar e morreremos os dois. Mas alguém vai te salvar." E o amor lá, a água chegando, tomando de conta da ilha e o amor em total desespero. Eu nunca esqueço esse conto. Aí, resumindo, resumindo, vem um velhinho numa canoa. Vem, amor, amor já morrendo, já engolindo água. Aí coloca o amor dentro do barquinho. Aí ele fica tão feliz, tão feliz que esquece de perguntar o nome do velhinho. Aí quando chega do outro lado em terra firme, eh, engraçado que eu tentei pegar o conto, perdi o conto, perdi a peça, perdi tudo, mas me veio tudo aqui agora. Ô bem, isso aqui é o espiritismo, viu? Tudo. A a história veio aqui na minha mente aqui agora. Obrigado, Dr. Bezerra de Menezes, Euripes Bastanovo, José Grosso e Cia e Companhia. Bom, e aí o amor chega do outro lado firme. Aí quando o amor fala, me desculpa, me desculpa, qual é o seu nome? Aí ele fala: "O meu nome é o tempo." O tempo? Por que seu nome é o tempo? Porque só o tempo é capaz de entender, de compreender o que é o verdadeiro amor. Gente, é uma é um é um continho assim de uma página, igual vinha de luz, as páginas do Emanuel, é uma página e meia. Aí você como como a capacidade da neuroplasticidade cria o texto, cria os atores, convida a os meninos para dramatizar e faz os pais chorar. Isso é escola de ensino fundamental da vida. Os pais choram igual criança porque vê os

ade da neuroplasticidade cria o texto, cria os atores, convida a os meninos para dramatizar e faz os pais chorar. Isso é escola de ensino fundamental da vida. Os pais choram igual criança porque vê os próprios filhos representando quem? Nós. O amor, a tristeza, a riqueza, a perseverança, o egoísmo e por aí vai a raiva, que são as emoções e sentimentos. Então o nosso querido irmão Emanuel, ele encerra, ele encerra. Uai, gente, tá certo esse relógio? Tá para mim era 8 minutos. Tô com 8 minutos que eu tô falando aqui, não é possível, né? Eu tô de olho lá na na luz. Então, vamos lá. Então, eh, o Emânuel, ele coloca aqui, eh, aí nós perguntamos: "Mas, Emânel, como é? Como que a gente aprende de fato a amar? Qual é o o segredo?" E Emanuel coloca aqui no final que a preparação necessária é justamente renovarmos a comunhão com Deus diariamente. Aí quando você lê esse trechinho aqui que eu tô lendo aqui agora no notebook, quando você lê esse trecho, você lembra daquela daquela daqueles irmãos que lutam contra a dependência química, emocional, adaptando somente hoje não vou fazer mal ao meu irmão. Somente hoje não vou usar as as porcarias das químicas, com todo respeito. Somente hoje vou aprender mais uma vez a perdoar, não falar, enfim, somente hoje, porque amanhã faremos a mesma situação. E o segundo conselho, ele fala compreender os seus semelhantes. Gente, Emmanuel, no final desse texto, ele dá apenas duas dicas para que nós possamos realmente vivenciar esse amor, esse amor que transcende qualquer estrutura egoica. Esse amor que nos torna torna o quê? Humanos. Só isso. Humanos. E ele termina: "Ouçamos a sugestão do amor a cada passo na senda evolutiva. Quem ama compreende e quem compreende trabalha pelo mundo melhor." Aí naturalmente, naturalmente, lembrei de Madre Teresa de Calcutá, que ela falou uma frase há muito tempo que provocou eh muita gente não entendeu, viu a frase pela visão muito reducionista. Quem não presta, tô adaptando, quem não presta para amar, não presta para viver,

ela falou uma frase há muito tempo que provocou eh muita gente não entendeu, viu a frase pela visão muito reducionista. Quem não presta, tô adaptando, quem não presta para amar, não presta para viver, algo assim. Aí você leva um susto. Mas na realidade, o que que matí quis dizer? Essa grande freira que foi a a personificação da caridade, como irmão Chico Xavier, irmã Dulce, São Francisco de Assis e tantos outros. Eh, é justamente isso. Se eu não entendo o amor verdadeiro, a a a minha serventia aqui no planeta, que nós estamos aqui com o único objetivo evoluir, fica limitado. Limitado. Mas o que é o amor verdadeiro? Então, na realidade nós sabemos. Às vezes quando leva pro lado cognitivo, intelectivo, temos dificuldade de processar, mas quando levamos pro lado do coração, nós sabemos o que é o verdadeiro amor. E nós somos testado 24 horas, começando pela primeira escola da terra chamada família biológica. Depois a família do trabalho, do ganhapão e a família da caridade, que é a família espiritual, que é a nossa casa, e tantas outras casa. Vamos pedir o nosso irmão para colocar música para fazermos a oração de fechamento. Aqueles que puderem eh melhorar o seu assento, fechar os olhos, respirar profundamente para ouvirmos a oração que é puro amor. Ó Jesus, mestre dos mestres, irmão maior, nos ensina, Senhor, a cada dia, tocando ainda nos nossos corações endurecidos. Já aprendemos há muito tempo a teoria. Nos falta, Senhor, colocar em prática a amorosidade, começando pela expressão facial, olhar para o outro como extensão de nós. Ó Jesus, que a tua amorosidade nos nos toma de conta do nosso ser, que que possamos abraçar principalmente irmãos que ainda alimentamos antagonismo, que ainda alimentamos o desprezo ou a falta do perdão. Ó Jesus, sabemos que cada um de nós neste auditório é uma verdadeira usina de amor. Que possamos vibrar dos nossos corações, envolvendo num grande coração todos que estão assistindo a palestra encarnados e desencarnados. [música] Que uma partícula deste amor coletivo,

usina de amor. Que possamos vibrar dos nossos corações, envolvendo num grande coração todos que estão assistindo a palestra encarnados e desencarnados. [música] Que uma partícula deste amor coletivo, mestre, seja projetada para as furnas nas regiões umbralinas, [música] alimentando irmãos que estão alguns até mesmo séculos endurecidos na maldade. Que esta amorosidade também Jesus envolva os governantes, os países em guerra e o nosso abençoado [música] lar, os nossos familiares. >> Ó Jesus, abençoa esta casa, abençoa a todos os trabalhadores e trabalhadoras que carregam a bandeira Deus Cristo e caridade. Que assim seja. Passamos a palavra para os irmãos está conduzindo passe. Sejam bem-vindos à nossa [música] sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como [música] finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, [música] pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma [música] confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com [música] o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários [música] ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu [música] Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos [música] de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada [música] no

piritual. Senhor meu [música] Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos [música] de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada [música] no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue [música] a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor [música] do Mestre Jesus em seus corações. e também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto [música] a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons [música] fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, [música] trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na [música] terra como no céu. O pão nosso de [música] cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos [música] devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos [música] do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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