O prazer de vivas - com Ana Paula Vecchi
Palestra: O prazer de vivas - com Ana Paula Vecchi
Sejam bem-vindos à nossa casa. Vamos dar início à nossa reunião dessa tarde de noite. Queremos agradecer aqui a presença de todos. que nós possamos juntos aqui nessa tarde aprendermos um pouco da doutrina para que possamos, como se diz, né, melhorar a cada dia, porque o a dificuldade nossa é lutar para sermos melhores. Então, vamos fechar os nossos olhos, elevar o nosso pensamento até o divino mestre, para que possamos juntos aqui, através dessa precebermos as energias, que a espiritualidade, através dos nossos mentores espirituais possam trazer a cada um de nós, que possamos melhorar o nosso entendimento. acalmar nossos corações e trazer a paz interior necessária para que possamos continuar a nossa tarefa do dia a dia. E assim queremos que Deus, nosso pai possa amparar a cada um de nós para que possamos sair daqui melhores do que chegamos. Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia nos dai hoje, Senhor. Perdoa as nossas dívidas, assim como nós devemos perdoar aos nossos devedores. E não nos deixes, Senhor, entregue as tentações, mas livra-nos de todo mal. Porque vós sois o reino, o poder e a glória para todo sempre. Que assim seja. Bom, hoje quem está conosco é Ana Paula Veque, que veio falar aqui um pouquinho para nós, eh, o prazer de viver. Então, ela vai dar um aqui um algumas instruções para nós a luz do Espiritismo, como é que nós vamos fazer isso, né? Porque é difícil, né? Não é fácil não. Todos os dias temos problemas, mas e ela é grande palestrante, está aqui conosco, trabalha aqui na nossa casa. Então é um grande prazer que ela venha aqui falar para nós. Acho que não vai conectar. Boa noite a todos. Que a paz do Mestre Jesus esteja em nossos corações e a nossa mente em sintonia com a espiritualidade maior. Hoje nós vamos comentar o segundo capítulo desse livro das coisas que eu vi e senti de Jesus. Ele começa com Jesus e Lázaro na beira do rio Jordão. Eles estavam a
sintonia com a espiritualidade maior. Hoje nós vamos comentar o segundo capítulo desse livro das coisas que eu vi e senti de Jesus. Ele começa com Jesus e Lázaro na beira do rio Jordão. Eles estavam a caminho de Jerusalém, nas cercanias de Betânia, quando Jesus, em conversa íntima com o amigo Lázaro, se acercam do do rio e ali eles movimentam em silêncio os pés na água, as pedras entre os dedos. E Lázaro começa em silêncio a pensar na sua própria vida. Desde que conhecera Jesus, Lázaro sentia como se um grande frescor na alma a curar as suas feridas incautas. Ele de quando em vez sentia uma angústia muito grande. Sentia uma saudade que ele não sabia exatamente do quê. olhava paraas suas irmãs, sempre alegres e tarefeiras, e ele de quando em vez sentia esse bac na alma, essa falta de prazer, a falta de vontade. E ali olhando para Jesus, mas ainda em silêncio, Jesus olha pro amigo e consegue perceber através dos seus olhos toda a trajetória do espírito imortal que tem os olhos voltado para o passado, mas com as angústias ou com a ansiedade de ter uma vida diferente daquela que ele vivia. uma saudade de um prazer que já passou e uma vontade de ter a alma livre. Todos nós passamos por isso, não é mesmo? Sentimos muitas vezes a vontade de fechar os olhos e acordar só depois que a tempestade passa. ou muitas vezes não tem tempestade grande em torno de nós, mas aquele vazio, aquela dor na alma que nós não sabemos bem explicar. E aí, como uma grande pedra a romper um dique, Lázaro fala com Jesus: "Mestre, que mal é esse que assola o coração dos homens honrados e felizes e que parece corroer o coração da de impeçonhadas?" Porque ele via Jesus curando os leprosos, os eh loucos, né? obsidiados. Ele pensou: "Será que Jesus não tem a cura porque eu sinto? Eu sou um homem justo, sou um homem trabalhador, não tenho grandes problemas, mas ainda assim eu tenho essa essa dor que parece mordida, né, de serpente. Aí Jesus olhou aquele amigo como a revelar através dos olhos celestes a
u um homem trabalhador, não tenho grandes problemas, mas ainda assim eu tenho essa essa dor que parece mordida, né, de serpente. Aí Jesus olhou aquele amigo como a revelar através dos olhos celestes a trajetória do espírito imortal que se apega às delícias do ontem que já passou e aspira a liberdade da ave que já aprendeu a lição e se libertou das correntes do erro. Quem não se identificou com Lázaro? Quantas vezes nós nesta encarnação passamos por enfermidades, perda de sonhos, projetos que fracassam, de sabores na família e a gente sente uma saudade do ontem, porque nós já vivemos, né, riquezas, poder, facilidades, provavelmente não soubemos aproveitar e agora estamos passando pela lição de aperfeiçoamento. E a gente quer o quê? Sentir aquilo que Paulo falava, não é? Não sou eu que vivo, mas Deus que vive em mim. A gente quer viver esse gozo, mas a gente ainda não se libertou dos erros do passado. Assim era o sentimento de Lázaro. O Evangelho Segundo o Espiritismo, no seu item 25, no capítulo 5, ele vai falar da melancolia. Tem uma pergunta, ele começa com uma pergunta: "Sabeis porque às vezes uma vaga tristeza se apodera dos vossos corações?" É que o vosso espírito, aspirando a felicidade e a liberdade se esgota e quer se libertar e quer deixar o peso desta encarnação. Mas ai cuidado, ele continua, né? No no item. Cuidado, livrai-se do desânimo, porque ele é uma falta. E Joana deângeles mais para frente vai dizer para nós: "A nostalgia reflete evocações inconscientes que parecem haver sido ricas de momentos felizes." Claro, quem não viveu a felicidade não sente falta dela. Quem nunca comeu, deixa eu ver aqui alguma coisa. Eu adoro beringela, então acho que vocês não vão gostar desse exemplo. Strogonof tá melhor. Strogonof. Quem nunca comeu strogonof tá tudo bem comer arroz. Fui no supermercado essa ante-ontem e aí eu comprei, tava comprando tomate e a moça era nova lá do caixa e ela falou assim. Aí a outra tava explicando para ela: "Esse aqui é o tomate saladete, esse
z. Fui no supermercado essa ante-ontem e aí eu comprei, tava comprando tomate e a moça era nova lá do caixa e ela falou assim. Aí a outra tava explicando para ela: "Esse aqui é o tomate saladete, esse aqui é o tomate não sei o quê". Esse explicando tudo. Eu falei assim: "Mas a senhora não faz comida na sua casa? Olha só, né? Minha arrogância. Porque gente, quem que não sabe o que que é o tomate saladete, não é? Aí a moça falou assim, ela veio do Pará. Aí eu falei: "Ah, não, tá tudo bem". Quer dizer, eu percebi a minha falta, né? Eu ali, né? Poxa, quem não conhece tomate saladete, ela não conhecia. Provavelmente ela comia, sei lá, não sei o que que ela comia, vamos supor, arroz, feijão, pronto, né? Então, quem nunca comeu o tomate saladete não sente falta dele, não é verdade? Não conhece. Então, a gente só sente essa falta, esse aperto, porque a gente já viveu algumas facilidades no passado. É o que a Joana tá dizendo aqui. Pode proceder de existência transatas do espírito, que hora as recapitula, lamentando não mais as fluir. E a gente lembra da Ivone, né, no seu livro Recordações da Mediunidade, ela conta do sofrimento que ela sentia desde a infância, uma saudade da casa dela. Ela contava que a casa tinha umas escadas, contava de um jardim, contava do quarto dela, das roupas dela de citim. Ela era criança, sentia falta daquilo. E quando ela olhava pro pai, pra mãe dela e pra casa, ela falava: "Issa aqui não é minha casa". E ela apanhava dos pais porque achava que aquilo era um desdém, mas era a alma dela sentindo falta de algo que ela não tinha mais. Então, voltamos lá para para Lázaro e Jesus no rio Jordão, em conversa íntima. Jesus olha então para Lázaro e percebe todas essas angústias e fala para ele: "Lázaro, todos os lugares são abençoados por nosso Pai e não haverá lugar melhor que aquele onde estão os nossos pés. Nossa cabeça deverá estar onde os nossos pés caminham. Jesus tava divertindo um amigo. Sabe por quê? Porque Lázaro era uma alma saudosa de um de uma paragem antiga. Ele era um
nde estão os nossos pés. Nossa cabeça deverá estar onde os nossos pés caminham. Jesus tava divertindo um amigo. Sabe por quê? Porque Lázaro era uma alma saudosa de um de uma paragem antiga. Ele era um decaído de capela. E nas suas encarnações, em várias delas com os primitivos, ele havia se suicidado porque ele não tolerava aquele aquele aquela aspereza, porque a sua alma já era uma alma acostumada com a ciência, acostumada com outros labores, né? Então, era como que um cântico de uma ave solitária esperando uma nota semelhante à sua. E ele não encontrava. Ele não encontrava. E aí Jesus continua, mas que dizer da alma aflita que foge do presente? Era ele buscando um passado culposo a a época dele lá de Capela, ansiando por uma manhã que ainda não preparou. Ele estava naquela preparação. E aí eu pergunto, estamos presentes na nossa própria vida ou será que nós estamos como Lázaro, ali desconfortável, né, com com o nosso dia a dia? Eh, estamos eh trabalhando, esperando o fim da jornada, o rap hour. Estamos no na segunda-feira esperando o final de semana. Estamos no nosso dia esperando as nossas férias, esperando a nossa aposentadoria para, quem sabe sermos felizes. E Jesus fala para ele naquele momento, vem ser feliz agora, Lázaro. Eu vou repetir porque eu até arrepiei aqui, porque eu acho que é um chamado para mim e para vocês, meus irmãos. Vem ser feliz agora. como que preparando Lázaro para os testemunhos do evangelho que a gente vai encontrar, né, ou a ressuscitação de Lázaro, né? Então, nós estamos esperando para sermos felizes quando quitarmos a nossa casa, quando a gente tiver já criado os filhos, ou quando a gente tiver formado ou quando a gente tiver casado, ou quando aposentar, quando é que seremos felizes? Seremos felizes hoje com os ingredientes que nós temos. Ai, Ana Paula, mas eu tenho uma doença. Ai, Ana Paula, mas eu tô com um emprego. Ai, com os elementos que você tem hoje, no dia de hoje. O que que você fez por você que te trouxe prazer? Às vezes foi um banho quente. Gente,
enho uma doença. Ai, Ana Paula, mas eu tô com um emprego. Ai, com os elementos que você tem hoje, no dia de hoje. O que que você fez por você que te trouxe prazer? Às vezes foi um banho quente. Gente, vocês já pensaram que até pouco tempo as pessoas tomavam banho, não tinha chuveiro elétrico, né? No século passado, os reis faziam as suas necessidades e jogava ali, ó, na latrina. Não tinha encanamento. Então, no dia de hoje, às vezes foi uma frase que você leu, às vezes foi uma música que te trouxe prazer. E se até o final dessa palestra você não tiver feito nada que te deu prazer hoje, você vai chegar em casa e vai fazer, nem que seja uma respiração profunda, sentindo seu corpo, sabe? vendo a natureza, alguma coisa, nem que seja pequena, uma massagem nos pés que nos traga prazer. E aí estar presente na nossa própria vida. Eu já falei isso aqui, eu acho que sempre eu repito, então vocês me perdoem por ser repetitiva. Eh, eu sempre gosto de lembrar isso, que quando eu não estou na minha própria vida, eu tô cuidando da vida do outro. É assim, aconteceu um fato e eu tô aqui preocupada. Tô preocupada por causa da guerra, não sei aondde, por causa da do imposto, por causa do dólar. E eu tô com a minha energia ali. Ou então eu tô preocupada com meu vizinho que não coloca eh a roupa direito lá no varal e fica vindo paraa minha casa ou coloca o lixo na minha porta e me atrapalha. E eu tô com a minha energia ali. Então você faz uma pergunta, isso que tá ocupando o meu pensamento depende de mim? Eu consigo controlar? Então é um projeto que eu trabalhei tanto e não foi paraa frente. Dependeu de mim. Dependeu até o fato de você fazer o projeto. Ser aprovado lá na universidade ou no seu emprego, já não depende mais de você. Então adianta você ficar ali lamureando, ah, mas tinha que dar certo. Depende de você não? Então recolhe essa energia que essa energia tá fazendo falta para você. Tá deixando de ocupar a sua própria vida. Então é com outro, então deixa para lá. É comigo, eu posso resolver? Eu tô acima
não? Então recolhe essa energia que essa energia tá fazendo falta para você. Tá deixando de ocupar a sua própria vida. Então é com outro, então deixa para lá. É comigo, eu posso resolver? Eu tô acima do peso, tô sentindo dores, eu posso mudar? Posso, eu posso ir fazer uma caminhada, um pilates? Então beleza, então eu vou mudar. Agora é com a vida, é com o sistema, eu gostaria que, sei lá, eh, as crianças não fossem maltratadas. Depende de mim, sim. As crianças que estão próximas a mim, eu posso fazer esse trabalho, posso fazer palestras, posso fazer, eh, projetos, escrever algum algum artigo, tá bom? Mas e lá na outra cidade eu tenho como impedir? Não tenho, infelizmente eu não tenho. Então, quando eu tomo essa consciência, eu passo a viver mais na minha própria vida, a entrar em contato com as minhas sombras. Que que são sombras? É aquilo que eu não gosto no mundo, no outro e em mim. E ela fica meio reprimidinha. Aí eu começo a tomar contato com tudo isso, né? E aí eu vou percebendo o que me dá prazer, o que eu já não dou conta, não é da minha alçada, sair carregando todo mundo nas costas, salvando todo mundo. Se a pessoa não quiser, não adianta, eu vou morrer e ela não vai ser salva. E aí a depressão, a Joana de Angeles, nos fala no conflitos existenciais que ela acaba sendo o resultado de uma amargura que domina o nosso psiquismo. Amargura pelo quê? pelas minhas frustrações. E aí quando eu percebo o que depende de mim, minha frustração já diminui. Olha só, gente, porque antes eu tava frustrada com um monte de coisa que não dava certo. Se eu começar a tirar minha energia disso, só com aquilo que eu consigo controlar, já diminui meu dabor. Olha só que beleza. E quando eu começo a entender que o outro só me agride porque ele não tem sua necessidade atendida. O Marshall, que foi quem criou a comunicação não violenta, ele explica isso para nós. Quando eu entendo isso, por que que eu vou me ofender? Por que que eu vou levar aquilo para mim? Eu tô entendendo que aquilo é um
foi quem criou a comunicação não violenta, ele explica isso para nós. Quando eu entendo isso, por que que eu vou me ofender? Por que que eu vou levar aquilo para mim? Eu tô entendendo que aquilo é um dessor do outro. Então, as minhas amarguras vão diminuindo, tá vendo? Então, volta, volta lá para Jesus. Jesus fala assim: "Lázaro, lá no riacho, ainda antes dele ir adoecer, nenhuma estrela solar, nenhum sol, nenhum Cristo iluminará a caverna de nossas almas se obstruímos com a pedra do desânimo e da teimosia". Gente, isso aqui é sério. Pensa você lá na caverna, nós nós bota a pedra do desânimo. Tudo tá ruim, tudo a gente reclama e a gente é teimoso. A vida vem, mostra várias coisas pra gente, a gente continua. Eu não vou lá falar com fulano, não. Foi ele que me ofendeu, eu vou me rebaixar. Que que é isso? Orgulho. Adianta Deus derramar sobre as nossas cabeças eh Emmanuel fala que é centupos de milhões de bênçãos derramadas nas nossas cabeças diariamente. Ele derrama diariamente. A gente bota pedra, como é que a gente vai receber? Aí a gente sente cansaço, sente dor, sente desânimo, sente vazio. Jesus continua: "O discípulo deverá sempre se alegrar com as novas oportunidades de crescimento que Deus nos oferece. Aí vocês estão pensando que é o quê? É um novo casamento, é um novo emprego. Novas oportunidades de crescimento, gente, é sempre desafio. Tecendo novos fios de amizade à medida que perdoamos aqueles que nos fizeram mal. A medida que a gente vai tentando sobreviver, é como se a gente caísse assim num de um anal, né? Jesus fala isso para Lázaro. Fala assim: "Essa história de você querer viver ontem, querer ir pro futuro, sendo que você ainda não conquistou nada, é mesma coisa de você pular de uma anal, né, de um navio que te leva de uma margem para outra, de uma forma segura, se afogar ali, né, naquelas naquelas ondas, esperar que alguém te salve, te coloque num novo comboio e que você fique esperando uma nova oportunidade. Esse esse somos nós aqui na encarnação. a
segura, se afogar ali, né, naquelas naquelas ondas, esperar que alguém te salve, te coloque num novo comboio e que você fique esperando uma nova oportunidade. Esse esse somos nós aqui na encarnação. a gente fica aqui desanimado, desesperado e aí a gente cai, né, no abismo aí do do desânimo. E quando a gente tá tentando se reerguer, nesse momento, a gente encontra pessoas que nos auxiliam, porque Deus auxilia os homens de bem através das pessoas de bom coração. E através desses laços de amizade, de amor, nós vamos aumentando em nós a luz, as teias do amor, dissipando as trevas. Por isso que ele fala, tecendo novos fios de amizade, a pedida que perdoamos aqueles que nos fizeram mal. E aí tudo isso são pedras, desânimo, dor leva ao perdão e a reforma interior. E aí Joano de Anjos vai dizer para nós que as crises, né, esses momentos que a gente se sente ali no fundo do poço, que são naturais de toda a trajetória do espírito humano, é uma forma de ruptura com o passado. Jesus não pediu para ele romper. Rompe com passado, Lázaro. Para de ficar querendo voltar lá pra capela. Ele não falou isso, mas é mais ou menos, né? Igual nós. Para de ficar querendo voltar lá para trás. Como que a gente rompe na crise? Porque a crise ela desaba tudo, remexe, igual um tornado, né? Tira tudo do lugar. Aí você fica perdido. Você fala: "Meu Deus, não sei mais quem eu sou. Não sei como que eu vou agir. Parece que eu não sou eu mesmo. A mulher passa, muitas mulheres aqui passaram pela menopausa e pela saída dos filhos de casa, não passaram. É mais ou menos isso, né? Meu Deus, tá tudo fora de lugar. Quem quem que eu sou agora, né? Que que como que eu vou viver? Ou numa doença grave, ou numa grande perda financeira ou na morte de alguém muito querido, né? uma mulher que passa a a morte do companheiro ou companheiro da companheira e agora, né? Mais ou menos isso. Só que nesse vendaval que sai tudo do lugar, a gente dá um passo adiante, porque a gente deixa o nosso eu, que já experienciou tudo que precisava aprender
companheira e agora, né? Mais ou menos isso. Só que nesse vendaval que sai tudo do lugar, a gente dá um passo adiante, porque a gente deixa o nosso eu, que já experienciou tudo que precisava aprender até aquele momento e a gente passa para uma nova fase de aprendizado. Então essa ruptura ela é natural e ela é naturalmente dolorosa. Eu tô rindo que é para não chorar, né, gente? dando tantas notícias ruins assim para vocês. Bom, mas propiciando novos investimentos de inteligência da emoção, a fim de surgirem outros patamares, olha só, de apoio para conquistas mais complexas. Uma vez que outra vez um estado de profunda angústia pode levar ao surgimento posterior de cura. Então, é sempre convite de cura. Esses desafios são COVID para um nosso eu mais sublimado, razão pela qual uma outra ocorrência depressiva torna-se inevitável. Joana deângeles. Olha, quem já passou aí dos 40, dos 50, já vivenciou alguma crise de depressão, porque é natural da vida e da nossa transformação. Isso tá bem documentado no livro do Jó, né, que é sempre narrado como livro de paciência, mas eu vou pegar um trecho que ele entra em depressão antes dele ter essa comunhão com Deus. Ele fala assim: "Apenas me deito, digo, quando irei levantar-me?" Issa é a fala típica da de quem tá passando por uma crise, né, uma depressão. Perdi a esperança, não quero mais viver. Mas depois ele entra em comunhão com Deus, né? Bom, Emmanuel vai dizer para nós que as crises são fases de mudança, muitas vezes marcadas por tribulações, mas que a providência divina trará a renovação e uma amanhã melhor. Então, é a fase que antecede a bone. Depois da tempestade vem abundância. Depois de Deus, por que que é dolorosa, né, gente? Podia ser tão assim alegrezinha. André Luiz vai dizer que depois de Deus, a dor é a única força capaz de alterar o rumo dos nossos pensamentos. É porque a gente precisa mudar a forma de pensar o nosso comportamento ante a vida e ante os nossos irmãos. A gente precisa ter uma outra forma de reação no mundo.
terar o rumo dos nossos pensamentos. É porque a gente precisa mudar a forma de pensar o nosso comportamento ante a vida e ante os nossos irmãos. A gente precisa ter uma outra forma de reação no mundo. E aí Jesus fala para Lázaro e para nós: "Só tu, Lázaro, tens a chave que poderá devolver a luz ao teu templo íntimo". Gente, é só nós. A gente vem aqui no centro, pede apoio das orações, toma o passe, lê os livros, mas quem vira essa chave é a gente, através da vontade. Pode ser mais demorada ou menos demorada, mas é através da nossa vontade. Se você tem vontade, espera, porque vai acontecer. E aí a gente lembra, né, do Emânuel no Fonte Viva. Esse capítulo é maravilhoso, chama Reforma Interior. Ele fala assim: Que gênio milagroso te doará o equilíbrio orgânico, quer dizer, a saúde, né? Se você não sabe calar nem desculpar, se não ajuda ninguém, não compreende, se não te humilhas para os desígnios superiores. O que que é isso? Se você não aceita a vontade de Deus, os acontecimentos na sua vida e nem procura harmonia com os homens, renova o teu modo de sentir. Pelos padrões do Evangelho, enxergarás o propósito divino em tudo na vida. É isso. É mudar o óculos, não é a paisagem, é o óculos. Apenas o doente convertido voluntariamente em médico de si mesmo atinge a cura positiva. Isso é André Luiz nos missionários da luz. E aí, como curar-se de si mesmo? Lázaro perguntava quando Jesus o abraçou, porque ele começa a chorar, né? E aí Jesus fala tudo isso abraçado com Lázaro e da sua, do seu peito luminoso, Lázaro ia sentindo, né, aquela, aquele torpor e ele começava a perguntar: "Como que eu vou me curar de mim mesmo? Onde que tá essa chave milagrosa, né, que Jesus tá falando?" Ele olhava para o céu estrelado em busca de uma resposta, mas só a fadiga encontrava como companheira. Aí daquele momento com Jesus ele foi para casa e aí a cada dia ele voltava do trabalho mais afadigado, mais em si mesesmado, mais silencioso, até que ele sofreu os abalos, né? O seu corpo sentiu os abalos da sua mente, né? todos
ele foi para casa e aí a cada dia ele voltava do trabalho mais afadigado, mais em si mesesmado, mais silencioso, até que ele sofreu os abalos, né? O seu corpo sentiu os abalos da sua mente, né? todos aqueles conflitos, aquelas perguntas e ele adoeceu. Ele entra com febre, tremores e fica alguns dias desse jeito. Só que essa era a chave, essa era a porta que ele estava rompendo. As portas de sua alma dolorida abriam-se a vazar para os nervos. Então, olha só, a alma em choque querendo avançar. Porque pensa, se ele veio de capela, gente, ele tava no mínimo h 6.000 anos aqui na Terra. Quando Jesus chegou, no mínimo, aí naquele encontro abalou tudo. Pensa que tanta teimosia do Lázaro, agora eu vou dizer para vocês, é a nossa porque pode ser que alguns aqui escaparam de capela. Pensa quantos mil anos, hein, que nós estamos aqui? É o de Lázaro mais 2.000. Aí, então aquele abalo na sua alma rompeu para onde? Pro corpo. Graças a Deus. O corpo é o carvão milagroso absorver as toxinas da nossa alma. André Luiz fala no Missionários da Luz. Então, toda vez que a gente adoece, vamos agradecer a Deus. Não quer que não quer dizer que a gente quer ficar doente, não, mas quer dizer que a gente tá rompendo algum processo, o corpo tá nos ajudando, né? E aí, por onde passou? Primeiro pelos nervos, depois pelo sangue, músculos, a tempestade conflituosa das suas emoções foram para lá. Ele ficou cataléptico, ele entrou em catalepsia. Foi isso. E aí, só para lembrar que André Luiz eh que ele começa a reclamar, né? E o o Clarence fala para ele, como é que você tá? Ele reclama, reclama, reclama, reclama. Aí Clarence escuta. De repente ele fala assim: "Você quer melhorar? Quero. Então, aprende a falar menos de si pró de si próprio. Lamentação denota doença da alma e doença de curso laborioso e tratamento difícil. Enxergar padecimentos onde a luta edificante é cegueira da alma. Dor para nós significa possibilidade de enriquecer a alma. A luta constitui caminho para a divina redenção. Tipo assim,
amento difícil. Enxergar padecimentos onde a luta edificante é cegueira da alma. Dor para nós significa possibilidade de enriquecer a alma. A luta constitui caminho para a divina redenção. Tipo assim, chega, meu filho, vamos olhar paraa frente. Aí ele pergunta assim: "E aí, como é que você tá se sentindo?" Ele fala: "Tá melhorzinho?" Ele fala assim: "Tô muito melhor, muito melhor, né? Nada de reclamação." Então, a primeira coisa, a gente cuidar da nossa boca, depois os nossos pensamentos, né? como a gente enxerga a vida, porque parece que o mundo tá contra nós, não é? E muitas vezes não tem nada disso, é o mundo acontecendo como ele acontece, né? Vamos virar essa chave. E aí, aos poucos, Lázaro, nesse ele foi voltando nas vidas passadas e o seu espírito eh dissociado do corpo, né, na letargia, Jesus ouvia. Então ele passou esse aqueles três dias que ele passou morto, né, entre aspas, o seu espírito comunicava com Jesus e Jesus foi ajudando o amigo a rever as cenas, a perdoar as pessoas, a a a voltar-se para o autoperdão. E aí quando a notícia da morte de Lázaro chegou para Jesus, né, Felipe perguntou: "Eh, nós não vamos até Betânia, mestre?" Jesus responde: "Ainda não. É preciso um pouco mais". O que era um pouco mais? Lázaro precisava perdoar a si próprio. E aí eu trouxe esse livrinho aqui que eu tô lendo, chama Os Pantanais da Alma. James Rollins. Eu comprei porque o Divald citou em alguma palestra e olha o que que ele diz aqui. Aprender a perdoar a si próprio é uma das tarefas mais difíceis. Porém, somente quando a alma perdoa a si própria, ela fica livre para avançar armado com a expansão da consciência. E ele diz que a maioria de nós não consegue esse perdão a si mesmo. Vamos ficar essa reflexão para nós. Aqui ele discorre bastante sobre a culpa, mas muitas vezes a gente tem culpa de dizer não. A gente acha que tá infringindo o evangelho. E na verdade é só um desconforto que a gente foi condicionado a sentir quando a gente era criança, quando a gente desagradava os nossos pais.
de dizer não. A gente acha que tá infringindo o evangelho. E na verdade é só um desconforto que a gente foi condicionado a sentir quando a gente era criança, quando a gente desagradava os nossos pais. E aí, não vou me estender não, porque o nosso tempo já tá se acabando, mas vamos voltar para casa hoje e perguntar: Eu consigo me aceitar como eu sou? Eu preciso perdoar algo em mim? E ele diz aqui nesse livro que é tão maravilhoso a gente entender que somos amados e aceitos por Deus, apesar de não merecermos. Porque se a gente for olhar com bastante crítica, não merecemos, somos cheios de erros, não é verdade? Mas nós estamos caminhando para a luz. Jesus não falou que nós éramos perfeitos e nem quis isso de nós, né? Ele só queria que nós olhássemos para a frente e nos esforçássemos para sermos melhores a cada dia. Então, o autoperdão, a nossa própria aceitação. Acabei de falar isso, né? E aí ele chega até Marta e Maria. Marta vem falando: "Olha, eh, Lázaro é morto." Ele fala: "Ele não está morto, ele após dorme. Retirem a pedra". Extremamente simbólico, né? Nataniel no livro ele diz assim que retirar a pedra é como tirar a pedra do nosso desânimo, do nosso queixume, do nosso orgulho e acordar para as diversas oportunidades de ser útil, de sermos úteis, de nos melhorarmos, de sermos felizes todos os dias com os instrumentos que Deus nos deu. Ah, meus irmãos, por quantas vezes clamamos a salvação sem nenhum esforço, não é mesmo? O trabalho nobre nos pés à mãos, a gente reclama do trabalho do trabalho profissional mesmo. Emânuel nos coloca que o nosso trabalho eh eh material, ele só existe para nos ensinar a sermos úteis e a gente reclama. A tarefa excelsa nos enche a boca de reclamações. A enfermidade coloca fé em nossos pesares. A dificuldade em família é tormenta que pesa em nossos ombros. Quantos estão qual mortos sepultados? Desperdiço a experiência humana no entorpecimento dos sentidos, deixando vazia a arca dos sentimentos elevados. Retirem as faixas. Então, retirou
m nossos ombros. Quantos estão qual mortos sepultados? Desperdiço a experiência humana no entorpecimento dos sentidos, deixando vazia a arca dos sentimentos elevados. Retirem as faixas. Então, retirou primeira pedra. Jesus não podia já ter tirado Lázaro de lá. Pronto, gente, claro que podia. Por que que ele pediu para alguém tirar? Ele não tirou não. Ele não tirou nem a pedra e nem a faixa. Que é pra gente lembrar do esforço próprio, né, de nós retirarmos as nossas faixas, que são as armaduras do nosso eu, do nosso egocentrismo, né? Então, ele exorta-nos a todos nós a reconciliar com os nossos desafetos, mas sobretudo a acolher os nossos próprios erros como promessa de mudança e seguir em frente, retirar as faixas, né? sair para fora, porque ele fala, sai para fora, sair de do nosso psiquismo, do nosso eu e tentar ir pro outro, tentar entender o que que se passa na mente, no coração do outro. Isso é empatia. Essa é a mensagem. Sai para fora. Sai para fora de si, coloca-se no lugar do outro. desfazer-se da sua arrogância e sair para a vida plena na reconexão com o pai amoroso e sua magnânima vontade e com o outro. E aí Lázaro fala: "Doravante, Senhor, falarei de ti no silêncio da minha alegria em trabalhar a favor dos que sofrem. Serei o ouvido amigo e cantarei a boa nova com a nova vida que levarei, agradecendo a tudo e a todos." E aí ele agradecia com os olhos, com a boca, com os dedos a palpar a terra e cantava com coração uma melodia inaudível para aqueles que ainda não amam. Quem não ama não conseguia perceber essa vibração que emanava de Lázaro. É uma emanação diferente que só as almas que já aprenderam a amar consegue sentir a ressonância. a música do perdão a si aos outros com a nota sublime do agradecimento a Deus. Aí eu quero terminar com esse pequeno trecho de Emanuel. Sente-se, sentiste-te a afeição do viajor para cuja sede se esgotaram as derradeiras fontes do caminho? Ainda assim, meu irmão, não permitas que a ansiedade te lance a tristeza inútil. Segue adiante.
Sente-se, sentiste-te a afeição do viajor para cuja sede se esgotaram as derradeiras fontes do caminho? Ainda assim, meu irmão, não permitas que a ansiedade te lance a tristeza inútil. Segue adiante. E as lágrimas E se as lágrimas te encharcam a ponto de sentires a noite dentro dos olhos, entrega as próprias mãos nas mãos de Jesus e prossegue servindo. Porque muitas vezes a gente não sabe entender porque aquela provação chegou até nós. A gente não consegue ver sentido naquilo. Faz igual ao Sú no livro Renúncia. Entrega para Jesus aquelas coisas que ainda não consegue compreender, na certeza de que a vida faz ressurgir o pão da da terra lavrada e de que o sol de Deus amanhã nos trará um novo dia. Quem nos separará do amor de Cristo? Isso é Paulo na carta aos Romanos. Tribulação, angústia, perseguição, fome, nudez, perigo, espada? Não. Todo aquele que opere e coopere de espírito voltado para Deus poderá aguardar sempre o melhor. Não é promessa, nem bajulação, é lei. Isso é André Luiz nos falando no livro dos mensageiros. Então, que nós possamos compreender as tribulações que nos chegam, confortar a nós próprios na esperança de que tudo passe. As tribulações, menos o amor de Deus a nos envolver. Que vocês tenham uma feliz noite ao chegar em casa. Muito obrigada. Queremos agradecer aqui a Ana Paula pelas eh esclarecimentos tão importantes e tão difíceis, né, para cada um de nós, mas que nós possamos todos nós exercir exercitarmos realmente, né, eh, toda esse processo que ela diz diz aí que eu acho que ela simbolizou muito bem com Lázaro, onde nós possamos realmente mudar os nossos sentimentos, mudar as nossas atitudes e, principalmente aceitar como nós somos e desafiarmos a melhorarmos a cara do dia. E antes de encerramento, o Humberto vai falar um pouquinho aqui para nós sobre o ESD. Lembrarmos também a todos vocês que quem precisar de atendimento espiritual, nós temos atendimento aqui que funciona aos domingos das 16:30 às 17:30. Eh, temos também eh nosso pessoal aí que
re o ESD. Lembrarmos também a todos vocês que quem precisar de atendimento espiritual, nós temos atendimento aqui que funciona aos domingos das 16:30 às 17:30. Eh, temos também eh nosso pessoal aí que faz os cursos, né? Nós vamos iniciar o nosso curso do MEP no próximo domingo. Estamos com o ESD em andamento e o Humberto vai falar um pouquinho do ESD aqui para nós, tá? >> Boa tarde a todos. Tinha alguém dormindo aí? Duvido. Uma palestra dessa, né, maravilhosa, veio nos despertar para coisas fantásticas. Eu queria agradecer a Ana. Eh, e eu lembro que aproximadamente um ano atrás, Ana, eu recebi o diagnóstico, eu tava com uma veia importante do coração com 80% de entupimento. Foi um susto, ou seja, poderia ter ido a qualquer momento, né? Mas foi em rotina e tudo, mas aquilo meu mundo caiu. Meu mundo caiu e depois ainda tive uma crise de coluna, tive que fazer um segundo stand, enfim, o mundo caiu. E como ela mesmo disse, é um chamado, não é uma punição divina. A pergunta é: há quanto tempo nós estamos dormindo? Há quantos anos? Há quantos milhares de anos nós estamos dormindo? Até quando continuaremos dormindo? Então, às vezes é necessária a dor para trazer uma transformação que a gente necessita. Não é porque Humberto tá aqui toda semana que ele se tornou santo, pelo contrário, é porque ele sabe que ele precisa cada dia mais do trabalho para se fortalecer e para se transformar, tá? E como Humberto, eu acho que todos aqui precisam dessa transformação. Se nós estamos aqui conhecendo a doutrina espírita, é porque é uma necessidade. E essa necessidade é urgente pelos tempos que nós estamos vivendo, que a espiritualidade nos ensina que nós estamos passando pelo momento de transição. E nós precisamos o quê? Não é ficar vendo, como a Ana falou, os defeitos do mundo, os defeitos da pessoa, os problemas do meu trabalho, os problemas do governo. Isso não vai mudar em nada a minha vida. Eu preciso colocar um óculos novo. Eu preciso ver a vida no seu real sentido, no sentido espiritual,
oa, os problemas do meu trabalho, os problemas do governo. Isso não vai mudar em nada a minha vida. Eu preciso colocar um óculos novo. Eu preciso ver a vida no seu real sentido, no sentido espiritual, porque eu estou aqui para me transformar. A palestra foi maravilhosa nesse sentido. Vamos despertar. Nós estamos dormindo um sono letárgico. É necessário, ó, levantar, mudar a nossa vida. E como é que eu Tem óculos novo aí para vender, Ana? >> Tá ali. Tá na porta. Você já, você já tem, você já comprou? Tá ali na porta, gente. Inscrição pro ESD, tá? É o óculos novo que nós estamos precisando ver, entendeu? É preciso você mudar sua visão da vida. É isso é que vai transformar a sua vida. Se você não mudar a sua visão, você vai continuar enxergando ruim. Você tá se negando aí no oculista, OK? Tem alguma coisa a ver com a palestra? Pois é. Você tá se negando aí, oculista. Lógico você vai continuar enxergando mal. Tá dando catarata já. Tá dando. Não, mas eu vou, né? Eu vou. Mas no oculista não vou não. Lá não vou. 3 anos de Humberto, 1 hora e meia por semana. Isso vai acabar com a minha vida. Vamos acordar então. Tá ali, viu, gente? A inscrição tá ali, tá sendo aberta. Nós vamos começar em primeiro de março, 1 horinha e meia por semana. Vocês vão ver que vocês vão sair daqui transformados. Transformados, tá? Então é um curso, ainda tem uma coisa que eu gosto de falar, né, Ana? É um curso tem validade paraa vida eterna. Já viu isso? Qual o curso que tem essa validade? A vida eterna. Olha que maravilha. Então vamos lá. A inscrição está aberta por aí e pelo nosso site, tá? Nosso site também você pode fazer a inscrição lá e nós vamos passar também os eh folders, né, que chama, né, no WhatsApp para vocês também fazer a inscrição, tá bom? Muito obrigado a todos e não vamos perder tempo, hein, gente. É o nosso tempo que nós estamos falando. Isso é ganhar tempo, não perder. Obrigado. Obrigado, Ana, pela linda palestra. >> Boa noite, pessoal. Linda palestra, as palavras do Humberto
mpo, hein, gente. É o nosso tempo que nós estamos falando. Isso é ganhar tempo, não perder. Obrigado. Obrigado, Ana, pela linda palestra. >> Boa noite, pessoal. Linda palestra, as palavras do Humberto também, né, muito importantes, nos convidando para estudar. E eu tô aqui para convidá-los a trabalhar também. Nós temos uma atividade assistencial aqui no Lar de Jesus. Nós temos várias atividades assistenciais, na verdade, e no próximo sábado a gente tem uma atividade de entrega de cestas básicas. E nós estamos precisando muito de voluntários, né? Nós até recentemente lançamos uma campanha de, né, procura-se voluntários, precisa-se de voluntários, porque o trabalho voluntário tá aí. E como a Ana Paula falou, a gente precisa sair um pouquinho de si, né? Humberto falou: "Vem estudar no ESD 1 hora e meia só". A gente faz esse serviço de trabalho de entrega da sexta uma vez no mês. Então é um sábado à tarde, uma vez no mês que você vai sair da sua casa, sair do conforto do seu lar, do seu dia de descanso, talvez, para poder entregar uma cesta básica, que é um alimento para uma família que tá extremamente necessitada, né? Então, eh, eu queria convidá-los a participarem dessa atividade. Vai acontecer no próximo sábado, dia 28, 14 horas. a gente se encontra aqui no Lar de Jesus, aonde a gente eh entrega os endereços das famílias eh as instruções para esse trabalho. Então, nós estamos precisando muito de voluntários. Quem tiver interesse, quiser participar, pode vir no sábado direto 14 horas aqui no Lar de Jesus ou pode me procurar. Eu sou a Carla, posso ajudar a dar informações pelo WhatsApp do Lar de Jesus também, se alguém quiser durante a semana conversar, tirar dúvidas. Mas eu queria realmente deixar o convite para vocês, para que a gente possa iniciar o trabalho, né, de sair de si, parar de olhar pra gente e levar pro outro, porque é um, a gente acha que não, não é uma coisa grandiosa, né? Vou na casa de duas pessoas no sábado, mas são duas famílias diferentes das minhas, são duas
rar de olhar pra gente e levar pro outro, porque é um, a gente acha que não, não é uma coisa grandiosa, né? Vou na casa de duas pessoas no sábado, mas são duas famílias diferentes das minhas, são duas realidades diferentes da minha, são pessoas que estão realmente precisando, contando com uma cesta básica para passar um mês, famílias numerosas, enfim. né? A gente faz uma prece, a gente conversa, um acolhimento, é um trabalho que também é muito importante, modifica, né, cada um dos trabalhadores. Então, convido vocês a participarem e trago também a reflexão. Sei que tem gente que não pode participar, mas quem puder, né, que a gente reflita com a palestra de hoje, com os convites que foram feitos pro estudo, pro trabalho voluntário, para que a gente possa, se a gente quer ver alguma mudança, melhoria, uma cura, né, das nossas enfermidades físicas e morais, que a gente comece nos modificando, né, a cada dia. Se a gente continuar fazendo tudo igual, vai ser difícil a gente sair desse ponto que tá nos incomodando, né, da gente buscar e encontrar essa cura. Então é isso, fica o convite a todos. Vamos fazer a prece. Então, convido vocês a fecharem os olhos. Vamos elevar o pensamento ao alto. Vamos nos conectar a Jesus, o nosso irmão, nosso mestre, nosso modelo e guia, que nos ensinou, através dos seus exemplos, a buscar dias melhores, pensamentos bons, através de caridade, mudança de pensamento e de atitudes. que possamos levar esses ideais nos nossos corações, nos nossos pensamentos, transformando-os em atitudes. que nós possamos sair daqui, mestre, um pouquinho melhores do que entramos e que nós possamos ao longo da semana continuar trabalhando para nos melhorarmos em busca da nossa evolução e que tenhamos um ambiente tranquilo, sadio, harmônico conosco, com os nossos familiares, nos nossos trabalhos, nos lares de cada um de nós. Derrama suas bênçãos, mestre, sobre cada um de nós e nos fortaleça para que possamos seguir os seus passos hoje, amanhã e sempre. Que assim seja.
es, nos nossos trabalhos, nos lares de cada um de nós. Derrama suas bênçãos, mestre, sobre cada um de nós e nos fortaleça para que possamos seguir os seus passos hoje, amanhã e sempre. Que assim seja. Quem for tomar o passe, >> prezadas irmãs, prezados irmãos, iniciamos agora o passe e o tratamento. Vamos acalmar nossas mentes, encher nossos corações de vibrações amorosas, elevando nosso pensamento a Jesus, nosso mestre de amor. Sinta a sua presença irradiando luz, amor, paz e a cura que tanto necessitamos. Jesus amado, neste momento, rogamos a tua proteção, a tua misericórdia e as tuas bênçãos a todos que dela necessitam. Os sofridos e abandonados, os desesperados, os aflitos, os doentes que estão nos hospitais ou em casa, os profissionais de saúde que se dedicam outurnamente ao cuidado dos pacientes e a todos que estão nas listas de tratamento das casas espíritas. aos lares e famílias que sofrem com a partida de seus familiares e aos que partem, rogamos proteção, amparo e tratamento pro mundo espiritual para que possa entender a sua atual condição. Que as energias curadoras de Jesus e seus auxiliares cheguem a cada um, envolvendo em paz, acalentando, trazendo o alívio, a cura. Pedimos agora a fluidificação das águas apresentadas, que cada molécula seja portadora das benéces bemfazas que possam contribuir para o restabelecimento e equilíbrio de que tanto precisamos. Passa a nossa prece íntima. Assim, envolvidos nessas boas vibrações, fortalecidos na fé, pedimos ainda bênção para a humanidade, para que cada dia Jesus esteja nos corações de todos, trazendo amor, esperança e paz. Encerramos nossos trabalhos dessa noite com imensa gratidão. Obrigada, Pai.
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