As promessas do Senhor. Palestra com Ana Paula Vecchi.
As promessas do Senhor. Palestra com Ana Paula Vecchi.
Boa tarde. Boa tarde, queridos irmãos. Que a paz de Jesus esteja conosco. Nós cumprimentamos os nossos irmãos que nos acompanham pela internet, agradecendo os parceiros de transmissão, pedindo que Jesus esteja conosco nesse momento, nos envolvendo, que possamos irradiar as bênçãos aqui recebidas até os nossos lares, para a nossa comunidade, para essa casa que nos recebe em oração. que nós possamos nesse instante nos conectarmos com a espiritualidade amiga que nos assiste. Hoje é mais um dia, né, de reflexões do Evangelho de Jesus à luz da doutrina espírita. E nós vamos iniciar então convidando a todos a unir os nossos pensamentos para fazermos a nossa prece. Mestre Jesus, mais uma vez, Senhor, estamos aqui reunidos em seu nome, rogando a sua presença amiga nos envolver. Que o vosso amor alcance os nossos corações. Que nós possamos, Senhor, nos abastecer de todas as vibrações amorosas que aqui circula. Que nós possamos expressar os nossos sentimentos de gratidão, de amor, de fraternidade para todos os companheiros com os quais nós nos relacionamos. encarnados e desencarnados. Que seja mais um dia, Senhor, de refletirmos sobre o seu amor e a sua misericórdia. Que os nossos lares também sejam beneficiados, Senhor, com todo esse amor que nos envolve aqui. Que a tua luz e a tua paz estejam conosco hoje e sempre. Que assim seja. Meus irmãos, hoje nós estamos aqui na companhia muito agradável da nossa amiga Ana Paula Beck, que já é uma conhecida nossa, uma trabalhadora incansável do movimento espírita. Ela agora é trabalhadora também do Lar de Jesus, mas ela é uma trabalhadora do movimento espírita. Hoje ela é vice-presidente da AM Goiânia e ela faz parte da Escola de Famílias da AM Brasil. Ana Paula também tem esses dois livros psicografados, duas coisas que ouvi e senti de Jesus pelo espírito Natanael, a Inquisição e o outro lado pelo espírito Essa de Queiroz. Então, ela tem um coração grande, de muito amor e vai nos trazer hoje uma mensagem sobre o tema as promessas do Senhor.
lo espírito Natanael, a Inquisição e o outro lado pelo espírito Essa de Queiroz. Então, ela tem um coração grande, de muito amor e vai nos trazer hoje uma mensagem sobre o tema as promessas do Senhor. Seja bem-vinda, Ana Paula. Boa noite, meus amigos. Que a paz do Mestre Jesus esteja em nossos corações e as nossas mentes em sintonia. com a espiritualidade maior. Hoje eu vou contar uma história que tá nesse livro das coisas que ouvir de Jesus. Esse livro ele é interessante porque o Natanael descreve seis histórias de amigos que ouviram Jesus e seguiram com Jesus. Um deles é o Lázaro, tá? Na primeira parte do livro. E aí ele faz uma introdução à parte do meio com seis outras histórias de amigos que ouviram Jesus, mas não o seguiram. Provavelmente nós estávamos lá, né, gente, na segunda parte do livro. E aí eu trouxe uma história da segunda parte do livro que que são aqueles que deixaram para depois. Tá dando para ouvir direitinho? Tá. Então, eh, então o Natanael começa a descrever as tardes no Tiberíades em volta do lago de Genezaré. Ele descreve que vinham pessoas de todas as regiões. Os gentios se aproximavam e era de uma beleza ímpar as luzes do sol em ao seu entardecer com faixas vermelhas que ligavam o mar até o infinito. Os homens arrastavam as suas sandálias ao solo e as mulheres estendiam os seus lenços na praia, no chão, e se sentavam. As crianças cantavam e isso trazia uma atmosfera de muita alegria. O perfume de sândalo decaía sobre todos na atmosfera. E Jesus fazia-se ouvir a distância, perto ou longe. A sua presença inefável era sentida no coração de todas as almas. Os seus cabelos até os ombros moldavam semblante sereno e firme. Naquele homem não havia dúvidas, apenas a verdade. Os seus olhos eram capazes de atravessar o tempo e o espaço das nossas próprias almas. descortinava o futuro, mas também buscava o passado. E ele diz assim: "Ele via-nos por dentro, sem censura, sem disfarços. Poucos conseguiram enfrentar a si mesmos sob o olhar de Jesus. Fico pensando que deve ter sido uma
, mas também buscava o passado. E ele diz assim: "Ele via-nos por dentro, sem censura, sem disfarços. Poucos conseguiram enfrentar a si mesmos sob o olhar de Jesus. Fico pensando que deve ter sido uma coisa maravilhosa, indescritível, única, inesquecível também. Quando a gente psicografava o livro, eu via algumas imagens e eram realmente impressionantes para mim. Bom, então eu vou trazer a história de Josafá, Yeshua. Ele era um rabino, levita. do templo de Salomão. Então, como um bom judeu, ele era um servo que eles se dividiam para cuidar do templo. Não sei se vocês sabem disso. E naquela manhã ele acorda, ele passa aquele aqueles cordões no seu braço que eu já esqueci o nome, veste as franjas, faz suas orações, se lava, né, e vai conversar com a esposa numa conversa muito amorosa de despedindo dela para ir servir no templo durante uma semana. Como ele era? Nataniel descreve que ele era um jovem fariseu muito bonito, eh, que tinha uma voz muito firme, que já trazia uma maturidade espiritual. E ele se sentia como um rabino e cuidador do tempo, um homem bom, né? Os judeus eh eh eles entendem que quando eles cumprem as leis mosaicas e fazem tudo conforme as leis, eles são um ser justo. É um justo, né? Muitas vezes Jesus traz essa essa esse termo no evangelho. Um justo, né? Emanuel também gosta muito de citar. Justo é essa pessoa, esse homem de bem, entre aspas, ele segue as leis de Deus, as leis mosaicas. Então ele se sentia inclusive defensor dessas leis. ele também proferia, né, eh, vamos colocar assim, palestras, porém quando ele as proferia tinha sempre uma oratória condenatória e muitas vezes agressiva. Fiquei pensando quantos de nós, né, ao tomarmos a palavra no nosso dia a dia, até nós palestrantes usamos, né, uma forma muito condenatória, muito ameaçadora, eh tem a ver com a nossa tradição judaica, né, cristã, e que não foi assim que Jesus conversava com as pessoas, né? Então, serve pra gente lembrar disso, da de lembrar de como a gente vai colocar as palavras, a entonação da voz, né?
o judaica, né, cristã, e que não foi assim que Jesus conversava com as pessoas, né? Então, serve pra gente lembrar disso, da de lembrar de como a gente vai colocar as palavras, a entonação da voz, né? Emanuel fala que toda palavra ela tem o contorno, ela tem o envolvimento do nosso emocional, né? E aí ele entendia o sofrimento como castigo a quem não cumpre as leis. Gente, se vocês tiverem a oportunidade de ler o Velho Testamento, tem muito isso. Eh, eh, cumpra as minhas leis e não sofrerá. Até nos Salmos, né? Eh, Senhor, envia o castigo para os ímpios. Os ímpios eram aqueles que não eram os justos, que não cumpriam a lei de Deus. E até mesmo se a gente não tiver a doutrina espírita, a gente pensa assim, e até dentro da doutrina espírita, quando a gente vê, a gente tá pensando, né? a pessoa tá sofrendo. Ah, mas que que será que ela fez para tá passando por tudo isso? A nossa mente condenatória, né? Só que a dor entendida pelo espiritismo, ela traz uma outra conotação. Eu até li recentemente esse livro, quando coisas ruins acontecem com as pessoas boas, é de um rabino judeu. Porque pelo judaísmo é isso, a gente cumpre, faz tudo certinho, né? Então, as coisas ruins não vão acontecer conosco. E ele tem um filho que tem uma doença genética e morre aos 12 anos. E aí ele vai buscar. E de fato na Bíblia, na história de Jó, a gente tem um exemplo de pessoas boas, pessoas íntegras que passam pelo sofrimento. Já na história judaica, antes de Jesus. Não vou me alongar nisso. E olha só o que que traz o Nattanel. Escreve. Achei isso aqui uma frase boa pra gente pensar, né? Naquele tempo, Josafá era feliz demais para se ocupar com qualquer um que sofresse. A verdade é que quando nós passamos por alguma coisa difícil, um sofrimento, a gente parece que tem em nós dilatado o entendimento para acolher, entender as outras pessoas, não é? Então, na nossa visão, eu vou parar aqui um pouquinho, depois a gente continua a história. Na o que que a doutrina espírita nos traz? Que quando a dor bate a nossa porta, ela
as outras pessoas, não é? Então, na nossa visão, eu vou parar aqui um pouquinho, depois a gente continua a história. Na o que que a doutrina espírita nos traz? Que quando a dor bate a nossa porta, ela não é um castigo, sabe? Aquela história de carne, eu vou pagar. Não é lei de ação e reação. Deus nos ama mesmo quando nós não fazemos algo correto. O seu amor ele é infinito. Ele continua nos amando. Nós é que precisamos nos ajustar à suas leis para nos sentirmos confortáveis. Então, quando a dor vem, ela é um convite a mudanças, mas ela também é um convite ao autoconhecimento para nós nos percebermos, né? E para que que a gente sofre, né? Uma certa soma de dores necessária a desgostá-lo da sua deformidade pela experimentação do sofrimento. Isso aqui tá no livro dos espíritos. E sabe quem que fala esse texto? É o Paulo, o nosso Paulo de Tarso. O castigo ou sofrimento é o aguilhão que estimula a alma pela amargura. a se dobrar sobre si mesma e a buscar o porto de salvação. O castigo só tem por fim a reabilitação, a redenção. Então é pra gente desgostar daqueles nossos maus hábitos, nos vamos colocar assim, em termos mais próximos a nós, a nos endireitar pelo caminho de volta. É para isso que serve, não é para nos castigar. E depois de Deus, a dor é a única força capaz de alterar o rumo dos nossos pensamentos, compindo-nos a modificação. Isso aqui é André Luiz no livro Entre a terra e o céu. Isso aqui complementa o que Emanuel nos fala em Fonte Viva, no capítulo 147. Ele fala assim: "Há séculos os sentimentos que saem da sua cabeça vão para o coração, do coração vão paraa sua cabeça, séculos e séculos sem modificação alguma." Já pararam para pensar que é verdade? No livro Renúncia o Carlos, que é o algóz da eh dauni, antes de reencarnar, ele tá lá no plano espiritual fazendo palestra para os outros espíritos como Deus é bom, que ele gostaria de ter uma nova oportunidade, de não cometer os mesmos erros, que nas últimas 10 encarnações ele errou sempre no mesmo ponto. E que dessa vez ele pedia para
espíritos como Deus é bom, que ele gostaria de ter uma nova oportunidade, de não cometer os mesmos erros, que nas últimas 10 encarnações ele errou sempre no mesmo ponto. E que dessa vez ele pedia para Deus que não acontecesse isso. Al desce lá de sírios, abraça ele, acalenta, dá força para ele. Que que acontece quando ele encarna? Hã? Ele prende aí, ele é inquisidor. Prende aíun. Quando ele vê que é ela, aí ele desperta, mas é já no final da vida dela. Então é isso. Há muitos sentimentos que te animam há séculos, passam apressados do seu coração ao cérebro e volta ao cérebro, ao coração, sempre os mesmos, incapacitados de acesso à luz espiritual. Enquanto te encontras no plano de exercício da Terra, é normal que superando um obstáculo nos apereça outros. Porque qual é a função da terra ou da escola se não ensinar? Então é a dor faz parte, gente, da nossa trajetória. E não é um castigo, não é porque a pessoa errou, porque a pessoa é má, não. É um instrumento que provavelmente muitos de nós vamos passar por essa escola. Por isso que está no evangelho. A dor é uma bênção que envia, que Deus envia aos seus eleitos. Eu não entendi essa frase. A gente, mas se Deus ama tanta gente, porque que enviador, né? Se não é com essa compreensão espírita, essa compreensão de que a dor é uma escola, a gente não consegue compreender, né? Se não tens contigo, olha o que Emanuel fala no Fonte Viva, se não tens contigo as marcas do testemunho, é possível que ames profundamente a Deus, mas é quase certo que ainda não te colocaste junto dele na jornada redentora. E isso Jó, lá na pessoal fala assim, paciência de Jó, né? No livro de Jó, a gente percebe na jornada dele, eh, quando vem todos os sofrimentos, ele meio que entra numa depressão, uma quase revolta e depois ele faz esse movimento de perceber nele, eh, sentir a presença de Deus nele após o sofrimento. É bem legal. Muitas vezes ensinei do púlpito. Isso aqui Emanuel quando ele estava encarnado lá na no livro Renúncia. Mas o leito quando ele é
ele, eh, sentir a presença de Deus nele após o sofrimento. É bem legal. Muitas vezes ensinei do púlpito. Isso aqui Emanuel quando ele estava encarnado lá na no livro Renúncia. Mas o leito quando ele é internado numa Santa Casa por tuberculose, ele fala essa frase para Alce. Muitas vezes ensinei no púlpito, igual esse aqui que eu tô, né? Mas o leito da doença me reservava lições muito maiores que as dos livros. Voltamos a Josafá. Então ele era um jovem maduro, temente a Deus, cumpridor das leis. E ele trazia no coração a vontade sincera de compartilhar das belezas da palavra de Deus. Ele tinha essa vontade de conhecer a verdade, de ser bom, sabe? E no entendimento dele, ele era uma pessoa boa e ele aguardava as promessas de Canaã, de da de Canaã do Messias, a boa nova do Messias, que chegaria para trazer a libertação do seu povo. Então, ele acreditava na vinda do Messias, mas ele imaginava que o Messias fosse esse que libertasse os judeus e que eh levasse justiça, né, aos ímpios, que eram os outros, né? Muito essa visão aí da das guerras aí. do Oriente, né? Será mesmo que ele já estava entre eles? Ele se perguntava que já estava havendo as notícias de que Jesus era o Messias? Será que era mesmo? Será que ele já estava aqui? Então, numa das reuniões do templo, o sumo sacerdote convoca alguns sacerdotes ali para acompanhar Jesus, investigar esse homem da Galileia. E ele fala: "Josafá, você é um dos escolhidos. Eh, acompanhe, anote todas as eh os feitos dele e mostra que ele tá agindo por si, não por Deus. E lembre-se que a lei é muito clara. Aquele juiz que antes de um infrator não condena, ele vai pagar com a própria vida. Ou seja, ele tava ameaçando, né? Se você eh vê alguma coisa e não falar, é você que vai sofrer as consequências. E Josafá vai. Nataniel diz que ele anda em seu coração e os anjos o guiam até a estrada de Jericó, que foi a primeira vez que ele encontra o mestre Jesus. O sol parecia desperdir-se da Judeia e guiar Josafá para as promessas do seu coração.
em seu coração e os anjos o guiam até a estrada de Jericó, que foi a primeira vez que ele encontra o mestre Jesus. O sol parecia desperdir-se da Judeia e guiar Josafá para as promessas do seu coração. A primeira vez que ele o viu, jamais pôde esquecer aquele olhar. Todos os relatos de quem encontra Jesus diz que o olhar de Jesus era inesquecível e era capaz de transformar. Quando ele olha pro mestre, Jesus olha para ele e diz: "Eis que espero por você, Yesua, Josafá". Jesus sabia o nome das pessoas quando olhava para elas, como o Chico, né? Chico tinha essa capacidade. E ele observou, né? Jesus curando e fala: "Então é verdade, você é capaz de curar". O que é a verdade? Olha só, Jesus tocou no ponto. Ele tava buscando a verdade. O que é a verdade, jovem fariseu? O que pode constatar com os olhos ou aquilo que pode alcançar com sentimento? Diz-me, bom mestre, o que é a verdade? Por que me chamas bom? Bom é só Deus, mas nós, filhos do seu amor, poderemos levar um pouco da sua luz aos cegos de toda parte, acendendo em cada criatura a vontade de ser bom como parte integrante das promessas de um Deus que é pai e espera por todos nós. Nesse momento, nesse momento, Josafá se irrita. Como assim para todos? para todos, pros justos e pros ímpios. Não, isso não está errado. Blasfemas, ele pensou. Tá errado isso aqui. Imagina Deus amar todo mundo, ama eu que sou santo e ama o pecador e ama o o o criminoso. Não pode ser. E ele se afastou. E porém cada canto que ele ia, ele reconhecia os feitos de Jesus. Ele diz ali, ele ouviu a mais bela canção que se poderia ouvir. Qual canto dos rouchinóis a embalar todos os corações do meigo rabi se aproximava. O mundo parava alguns minutos. sobortações do Messias e todos esqueciam suas misérias, dores, dúvidas e disputas. O sorriso do mestre Galileu emantava também os sequiosos de fé. O sorriso de Jesus sustentava os discípulos, mas ele também os sofredores, né? Os que precisavam de esperança, de afeto, de justiça, os fortes, os doentes, os sãos. Não havia
ambém os sequiosos de fé. O sorriso de Jesus sustentava os discípulos, mas ele também os sofredores, né? Os que precisavam de esperança, de afeto, de justiça, os fortes, os doentes, os sãos. Não havia quem não se encantasse com o Divino Galileu. Cada feito, a cada feito, a cada ensino de Jesus, Josafá compreendia que aquele homem era o filho de Deus. Então, muito embora algumas coisas o perturbassem, ele reconhecia a cada dia que Jesus era o Messias. E depois de um ano, Jesus olha para depois de um ano ele volta para o templo. Lembra que ele foi acompanhar Jesus e aí ele volta para o templo e ali ele volta primeiro pra sua casa, abraça a sua esposa Mirtes, abraça suas crianças e ali no jantar ele faz suas orações e conversa com a esposa. A esposa diz assim para ele: "Eh, como é que foi? você conseguiu encontrar eh os os dados que incriminassem Jesus? Ele diz assim: "Mirtes, Jesus é o Messias". Aí ela olha para ele e fala assim: "Como assim? Eu acredito que Jesus é o Messias esperado. O Messias que vai nos libertar de Roma? Não, o Messias que acolhe a todos." E ela olha para ele e fala assim: "Josafá, que caminho é esse de ilusão que a sua mente está percorrendo? Sabe que se não denunciar esse homem, nós é que arcaremos com todo sofrimento. O que vai ser de mim se você morrer? Eu já não tenho mais família." Gente, isso era muito sério no judaísmo, sabe? A mulher viúva, ela era, ela se tornava à disposição do irmão mais velho do marido, então propriedade dele. E se não tivesse mais ninguém da família, ela era jogada na rua, né? O que será de mim? E aí Josafá olha, pensa, ora, abraça a esposa e decide. É, vou tentar primeiro mostrar os feitos de Jesus. E aí ele chega no tempo e e naquele momento antes de entrar ele faz uma oração e ele pergunta: "O que que é a verdade? O como eu devo proceder? Eu vou denunciar Jesus ou eu não vou denunciar Jesus?" E Jesus meio que aparece para ele. O rosto de Jesus aparece e fala assim: "Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Eu sou a porta que
evo proceder? Eu vou denunciar Jesus ou eu não vou denunciar Jesus?" E Jesus meio que aparece para ele. O rosto de Jesus aparece e fala assim: "Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Eu sou a porta que leva até o Pai. Entenda, Josafá, meu pai não pode ser contido em pedras e letras. Ele é a vida, sentimento e esclarecimento. Mas se eu disser tudo o que eu vi, né, você presa e tudo aí, aí Jesus fala para ele o Jesus e imagem, né, gente? Igual quando Pedro eh nega Jesus três vezes e aparece a imagem, né? É como se ele visse Jesus ali. Não temas, Josafá. Deves encontrar em ti a ressonância do belo e do bem, sem ocupar-te com as opiniões. O nosso maior dever é cumprir a vontade de Deus, custe o que custar. Não te enganes. Todos trazem a luz e o selo de Deus em si, desde os profetas até os ímpios, todos têm a marca do Criador e o direito de avançar na ceda do bem. de novo. Isso, gente. Josafá ficou nervoso de novo. Aí ali na frente do do sumo sacerdote de Caifás, Caifás pergunta para ele: "Eh, cadê o que você trouxe?" Ele apresenta só os sinais e no livro tá bem escrito, eu não vou trazer do que Jesus fez. E ele vai comparando com o que os profetas falavam do Messias, né? apresentou, achando que isso ia surtir algum efeito. Sumo sacerdote levanta os olhos, fala assim: "Eu te disse para trazer as provas, onde está?" E ele fica calado, ele fala assim: "Então agora você vai ser condenado às 21 chibatadas e vai ficar preso até que você encontre as provas de que Jesus é um farçante. ele é preso, recebe as chibatadas, mas para evitar a morte, ele vai e entrega eh as provas, né, do dos feitos de Jesus, que servem como provas para pro pro Sinédrio pedir a prisão de Jesus. Naquele momento ele percebe, ele lembra do que Jesus falou: "Bom, por que me chamas bom? Bom, é apenas Deus, meu pai, que está no céu. Ele percebe que ele que se achava o bom ou justo, também era mau, igualmente mal como os romanos, fraco. Era como todos os outros que estavam naquele salão. Trazia a vontade de ser
i, que está no céu. Ele percebe que ele que se achava o bom ou justo, também era mau, igualmente mal como os romanos, fraco. Era como todos os outros que estavam naquele salão. Trazia a vontade de ser bom, mas ainda trazia o egoísmo, a intolerância, a luta entre o bem e o mal estavam dentro dele, como todos nós, né, gente? Muitas vezes a gente começa na doutrina espírita e começa a achar que a gente tá mais endireitado do que os outros, né? Não é não. Todos nós trazemos as nossas sombras, as nossas dificuldades, né? Mas também as nossas luzes. Perdia naquele instante o título de bom que havia colocado em si mesmo há tempos atrás. Também ele era a expressão da humanidade perdida em erros, em busca da verdade, que ainda não podia suportar. Jesus sabia disso e ainda assim o acolhera. Ah, eu acho isso aqui tão lindo, porque é isso mesmo. Jesus nos conhece, ele conhece as nossas dificuldades. Muitas vezes quando a gente aponta pro outro, geralmente é uma projeção de uma sombra nossa, algo em nós que a gente não gosta e a gente enxerga no outro. Mas em nós a gente não enxerga, né? Mas Jesus ainda assim nos ama, ainda assim nos espera. E aí essa passagem, essa lição nos traz muito essa questão de autoaceitação, né? Nós somos perfectíveis, estamos no caminho da do bem, mas nós ainda não somos perfeitos. a gente entender isso. E quando a gente fizer alguma coisa que não foi boa, a gente se perdoar também, reconhecer o erro, nos responsabilizarmos por aquele erro, tentar fazer diferente no outro dia, mas se perdoar e não ficar com aquela maceração de culpa. Ai, quem sou eu para merecer algo de bol? Não, nós estamos todos no caminho. E a gente lembra da passagem de Jesus na condenação da da adúltera e que ele não condena, ele abaixa-se e pega na sua mão, né? Então, terá sofrido alguma vez? Ele fala pros discípulos as vicissitudes que ela atravessou quando tem alguém que erra. Será que a gente conhece bem a história dessa pessoa, as condições em que ela foi criada, as vicissitudes que ela passou pra gente
ípulos as vicissitudes que ela atravessou quando tem alguém que erra. Será que a gente conhece bem a história dessa pessoa, as condições em que ela foi criada, as vicissitudes que ela passou pra gente julgar? O não julgamento, né? A gente julga demais, a gente julga si, a gente julga o outro. A gente tá julgando o tempo todo. É tão difícil a gente observar um fato sem fazer julgamento. Até quando a gente vai discutir com com a outra pessoa, né? Você tá sempre assim assado, não sei o quê, sempre. A gente tá julgando. A gente aprende na comunicação não violenta que a gente não deve julgar, que a gente vai observar. Ai, aquele dia, quando eu cheguei à noite, eh, o seu sapato tava esparramado na sala. Eu gostaria de mais organização, né? Não, você é muito bagunceiro, a gente tá jogando. Pode ser que a pessoa tava cansada. Enfim, não vou entrar nesse médico, deixo para outro dia. Até mesmo Paulo, até mesmo Paulo nas suas cartas, ele reconhecia isso, que ele ele fala: "Eu eu trago um espinho no meu calcanhar". provavelmente a morte de Estevos, provavelmente a morte de vários cristãos, porque gente, Paulo, não vamos ter essa visão assim muito romântica, não, ele perseguiu sim, ele matou muitos cristãos, mas ele ficou eh eh se se culpando e parado, não. Ele se entendia errante no caminho, que ele errou, mas que a partir daquele momento ele ia eh tomar um outro caminho, porque não faço o bem que quero. que é Paulo nas cartas aos romanos. Mas o mal que não quero, esse é o passo. Quantos de nós não passamos por isso no dia a dia, né? A gente quer fazer, dar certo e às vezes a gente faz algo errado, mete os pés pelas mãos, como a gente fala, né? Nossas realizações espirituais do presente são pequeninas réstas, pequeninas fagulhas de claridade sobre as pirâmides de sombra do nosso passado. Que que é André Luiz nos domínios da mediunidade. Por isso que é tão difícil fazer o bem instintivamente. Por isso que a gente precisa de disciplina, a gente precisa de leitura, a gente precisa ouvir boas
que é André Luiz nos domínios da mediunidade. Por isso que é tão difícil fazer o bem instintivamente. Por isso que a gente precisa de disciplina, a gente precisa de leitura, a gente precisa ouvir boas palestras, porque a gente tá assim, ó, de luz e um tantão assim de sombra. A gente precisa exercitar, não é? Então, não julgar e ir além das aparências. E já caminhando para o final, amar-se. A gente pensa que a gente se ama, mas a gente não se ama. Sabe aquela pessoa que agride ou você tá agredindo alguém? Toda pessoa que agride alguém, ela traz uma necessidade não atendida. é uma pessoa que traz um espinho na alma, um sofrimento ali, por isso ela sai agredindo. E quem que vai cuidar dessa pessoa? Ela mesma. Nós mesmos. Nós que temos que nos olhar, perceber as nossas necessidades não atendidas, cultivar o nosso amor, olhar para nós com compaixão, com perdão. Isso é auto amor. Não é só olhar na frente do espelho e falar: "Ah, eu tô muito bonita hoje". Isso também faz parte, tá, gente? A gente faz esse exercício também, a técnica do espelho, olhar, porque a gente olha pro espelho e fala: "Nossa, esse cabelo aqui tá meu Deus do céu, né?" não olhar e falar: "Nossa, eu acredito em você. Eu amo você do jeito que você é. Eu te aceito." Quantos de nós não escutamos isso faz tempo, né? Então, a nossa criança interior, ela precisa de aprovação. E quem pode dar essa aprovação? Nós mesmos para nós. Então, não ficar nos criticando, nos condenando. Ah, mas eu sou uma boba mesmo, eu sou uma burra mesmo. Por que que eu faço isso? Eu já sei que não dá certo, não. Vamos trocar isso por amor, tá? Troca a culpa por responsabilidade. Então, amar-se é entender-se passível de erro, ser perfectível, mas não perfeito, reconhecer os erros e trabalhar-se com paciência. Quem critica si critica o outro. Então, ah, aqui eu já passei, né, que ele recebeu as 21 tibatadas e o seu coração caminhou na escuridão do vazio de não mais seguir o caminho, a verdade e a vida. Ele se salvou, né, mas não continuou seguindo Jesus. E aí,
passei, né, que ele recebeu as 21 tibatadas e o seu coração caminhou na escuridão do vazio de não mais seguir o caminho, a verdade e a vida. Ele se salvou, né, mas não continuou seguindo Jesus. E aí, nesse momento, ele lembra, né, durante toda a sua vida, ele lembra de Jesus falando para ele, se alguém quer vir após mim, negue-se a si mesmo e tome cada negue-se a si mesmo no sentido de negar o que a gente já foi, sabe? Essas sombras, esse passado cheio de criminalidade, porque todos nós já passamos por esse passado e seguir Jesus, que é com essa nova perspectiva, né? e tome cada dia a sua cruz, ou seja, o seu desafio, a sua dor. Todos nós temos a nossa. E segue Jesus com confiança. Porque qualquer que quiser salvar a sua vida, perdê-la a, mas qualquer que por amor de mim perder a sua vida, a salvará. Então, vinde a mim, né? Porque só Jesus, só Jesus permanece. Só um permanece no âmago do ser. palpitando amor e coragem para que, apesar dos nossos equívocos, possamos caminhar um pouco mais rumo a felicidade eterna. Jesus, como face de perfeição conhecida por nós, sabe das nossas fraquezas, dos nossos limites e nos ama. ainda assim nos acolhe e nos inspira para o grande banquete. É a irmã Eolia, eh, a mentora que me acompanha e ela diz assim: "Quantas vezes na nas horas angustiantes do dia se perdem na busca de notícias, nas conversas das telas dos celulares e esquecemos que só um permanece. Tudo pass, tudo se deteriora, apodrece, termina. Basta olhar as as grandes civilizações antigas. Apenas Jesus permanece com seu perfume, com seu olhar inesquecível, com seu amor infinito. Então, que nós possamos olhar para Jesus como grande sol a conduzir os nossos corações. Fiquem em paz e boa noite. Bom, queremos agradecer aqui as palavras da Ana Paula, que trouxeram tantas reflexões para nós e lembrarmos sempre, né, desse Jesus. que, como a gente sempre fala, é nosso modelo e guia para que possamos realmente conduzir as nossas vidas e que possamos realmente encontrar eh em Deus, nosso pai também,
rmos sempre, né, desse Jesus. que, como a gente sempre fala, é nosso modelo e guia para que possamos realmente conduzir as nossas vidas e que possamos realmente encontrar eh em Deus, nosso pai também, esse essa essa pessoa que vai trazer para nós, né, o nossa nossa compreensão, o nosso entendimento, para que a gente possa conduzir as nossas vidas da melhor forma possível, que consigamos transformar a cada dia um pouco mais das nossas vidas. Bom, tem aqui um recado, você vai falar, o reitor vai falar um recado aqui para vocês. Boa noite a todos, pessoal. Meu nome é Heitor, sou lá da Amidade aqui do Lar de Jesus e no início do mês nós tivemos o Arraiá do Lar de Jesus, que acredito que muitos participaram. Só que agora a Mocidade teve uma oportunidade diferente. Eh, a Mocidade, que é a eh a Mocidade ligada à federação, organizou uma festividade com todas as mocidades de Goiânia. Então, vão ter várias mocidades de Goiânia, inclusive de outras cidades também. Pode ter de Anápolis, Aparecida, que eh visa ajudar as mocidades a juntarem dinheiro para si. E a Mocidade teve a oportunidade de ficar com a barraquinha de pamonha. E a gente gostaria de convidar vocês a estarem indo nesse evento no dia 5/07. Vai ser lá no Instituto Emanuel, no setor sul, perto da faculdade de objetivo. O ingresso é R$ 10. E quem tá podendo ir vai poder participar da nossa barraca, comer uma pamonha bem gostosa e tá contribuindo pra mocidade, tá juntando um dinheiro paraas suas atividades. Além disso, quem quiser fazer doação também a gente aceita. E para comprar os ingressos, pode comprar aqui no Lar de Jesus, a gente vai tá vendendo lá no bazar, mas também tá sendo vendido na federação, em outros centros espíritas também. Então a ideia desse arraiar é convidar várias mocidades, divulgar as mocidades espíritas da cidade do entorno de Goiânia e também trazer uma alegria para todas as casas, né? Convidar as pessoas a participarem dessa festividade. Muito bom. Vamos todos participar aí quem puder estar nessa data. E também
entorno de Goiânia e também trazer uma alegria para todas as casas, né? Convidar as pessoas a participarem dessa festividade. Muito bom. Vamos todos participar aí quem puder estar nessa data. E também temos eh que avisar aí que o pessoal tá com nos cursos que a gente oferece. Quem já tem eh prática, né, de cabeleireiro e já é profissional, a gente vai fazer uma oficina de colorimetria e que as pessoas que quiserem se inscrever é totalmente grátis e pode procurar a secretaria aqui do Lar de Jesus para mais informações, tá bom? Bom, e agora nós vamos encerrar a nossa reunião e queria que a o Dr. José Alberto fizesse a prece de agradecimento e encerramento dessa primeira etapa da nossa reunião. Lembrarmos que depois da prece nós vamos ter os passes que todos podem esperar sentados, serão encaminhados à sala de passe e as pessoas que estiverem em tratamento podem aguardar do lado esquerdo serão encaminhadas pela ordem de senha. Queridos irmãos, queridos irmãos, queridas irmãs, Irmãs, senhores e senhoras, vamos fechar os nossos olhos, acerenar nossas mentes, encher os nossos corações de gratidão pelo trabalho dessa noite. As bênçãos copiosas de Jesus caindo sobre nós. É muita gratidão em nossos corações. Vamos rogar pel uma semana abençoada para nós todos. rogar pelo trabalho do evangelho no Brasil, rogar pela paz no mundo. Que Jesus oriente os nossos dirigentes para que o flagelo da guerra não se exalte tanto como temos em perspectiva. Mestre amado Jesus, nós te rogamos abençoar todos nós. Rogamos abençoar todas as famílias presentes nesse templo, bem como os nossos irmãos desencarnados presentes. Que a tua misericórdia esteja com cada um deles e com cada um de nós. Abençoa, mestre, o trabalho de todos os presentes. Abençoa, mestre, os trabalhos da casa do lar de Jesus, bem como de todas as unidades na terra que falam no teu nome, fala tuas das tuas verdades, das tuas verdades que libertam do teu manancial inesgotável de paz e luz. Mestre amado Jesus, rogamos mais uma vez abençoar todos nós e
des na terra que falam no teu nome, fala tuas das tuas verdades, das tuas verdades que libertam do teu manancial inesgotável de paz e luz. Mestre amado Jesus, rogamos mais uma vez abençoar todos nós e concedermos uma semana de muita paz, muita luz e muita fé. Que assim seja. Prezadas irmãs, prezados irmãos, iniciamos agora o passe e o tratamento. Vamos acalmar nossas mentes, encher nossos corações de vibrações amorosas, elevando nosso pensamento a Jesus, nosso mestre de amor. Sinta a sua presença irradiando luz, amor, paz e a cura que tanto necessitamos. Jesus amado, neste momento, rogamos a tua proteção, a tua misericórdia e as tuas bênçãos a todos que dela necessitam. os sofridos e abandonados, os desesperados, os aflitos, os doentes que estão nos hospitais ou em casa, os profissionais de saúde que se dedicam dia outurnamente ao cuidar dos pacientes e a todos os que estão nas listas de tratamento das casas espíritas, aos lares e famílias que sofrem com a partida de seus familiares e aos que partem, rogamos proteção, amparo e tratamento no mundo espiritual. para que possa entender a sua atual condição, que as energias curadoras de Jesus e seus auxiliares cheguem a cada um, envolvendo em paz, acalentando, trazendo o alívio, a cura. Pedimos agora a fluidificação das águas apresentadas, que cada molécula seja portadora das benéces bemfazas que possam contribuir para o restabelecimento e equilíbrio de que tanto precisamos. Passa a nossa prece íntima. Assim, envolvidos nessas boas vibrações, fortalecidos na fé, pedimos ainda bênção para a humanidade, para que cada dia Jesus esteja nos corações de todos, trazendo amor, esperança e paz. Encerramos nossos trabalhos dessa noite com imensa gratidão. Obrigada, Pai. Er
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