"O PONTO DE VISTA"- MÁRCIA RAMOS
22ª Semana Espírita de Vianópolis GO Tema Geral: MEU REINO NÃO É DESTE MUNDO Palestrante: Márcia Ramos Segunda-feira 21/07/2025 às 19h30min Movimento Espírita de Vianópolis GO 🎙️ Novo na transmissão ou querendo melhorar? Confira o StreamYard e ganhe $10 de desconto! 🎙️ Novo na transmissão ou querendo melhorar? Confira o StreamYard e ganhe $10 de desconto! 😍 https://streamyard.com/pal/d/4876899936894976
Nossa 22ª Semana Espírita de Vianópolis. é motivo de muita alegria para todos nós recebê-los e também todos aqueles que estão nos acompanhando eh pelas redes sociais, pela internet. E para dar continuidade, nós gostaríamos de convidar o nosso companheiro Lânio Tomás para continuar cantando mais três músicas para nós. E gostaríamos de falar também que o nosso companheiro Lânio é um trabalhador do movimento espírita de Luziânia e tem levado a doutrina espírita por meio da arte para várias regiões de todo o estado de Goiás e pelo Brasil. A gente agradece o Lânio por pelo por ter aceitado esse convite e convidamos para mais três músicas. >> Eu que agradeço a todos. Uma boa noite, queridos irmãos e irmãs. É um prazer estar na 22ª Semana Espírita de Vianópolis. Quanta luz neste ambiente crescendo sobre nós. Nós vibrando em nossa mente. Quanta luz quando assim em prece como a alma cresce aos olhos de Jesus. Quanta luz pois em oração a voz do Mestre fala ao nosso coração. Quanta luz descendo sobre nós. Quanta luz, quanta luz. Quanta luz neste ambiente descendo sobre nós. Nós vibrando em nossa mente. Quanta luz quando assim prece como a alma cresce aos olhos de Jesus. Quanta luz pois em oração a voz do mestre fala ao nosso coração. Quanto a luz descendo sobre nós. Quanta luz, quanta luz, quanta luz. Pois em oração a voz do mestre fala ao nosso coração. Quanta luz descendo sobre nós. Quanta luz. Luz. Quanta luz. Essa próxima canção gostaria de dedicar a todos vocês, em especial meu amigo Rui Merelles lá de Luzânia, que tá aqui hoje. Essa música é uma alusão que a gente faz a ao plano espiritual e o Rui teve a felicidade de psicografar essa música e eu a felicidade de colocar uma melodia em cima e se chama Herdeiro das Estrelas. Sou herdeiro das estrelas. Eu sou filho do Senhor. Guardo sonhos de beleza na grandeza do amor. E com elas sempre sonho. E também vejo brilhar a esperança de um dia. Junto a elas eu poder estar. Não importa o quanto espere. Sei que não vou perdê-las,
Guardo sonhos de beleza na grandeza do amor. E com elas sempre sonho. E também vejo brilhar a esperança de um dia. Junto a elas eu poder estar. Não importa o quanto espere. Sei que não vou perdê-las, pois sou filho do Senhor. Sou herdeiro das estrelas. Junto delas onde eu vou. Ah, como é bom. as estrelas poder contemplar e compreender que o lugar delas também é meu lugar e ver coisas tão sublimes. da pátria espiritual. A morada verdadeira do espírito imortal. Não importa o quanto espere. Eu sei que não vou perdê-las, pois sou filho do Senhor, sou herdeiro das estrelas para junto delas um dia eu vou. Ah, como é bom as estrelas poder contemplar e compreender que o lugar delas também é meu lugar. Ah, como é bom as estrelas poder contemplar e compreender que o lugar delas também é meu lugar, que o lugar dela também é meu lugar, que o lugar delas também é meu lugar. Essa se chama Noites três toeiras para encerrar essa primeira parte. Quem souber pode cantar junto, tá bom? Deus está aqui neste momento. Sua presença é real em meu viver. Entregue sua vida e seus problemas. Fale com Deus, ele vai ajudar você. Deus te trouxe aqui para aliviar o seu sofrimento. É ele o autor da fé, do princípio ao fim de todos seus tormentos. Ou e ainda se vier noites traçoeiras. Se a cruz pesada for, Cristo estará contigo. E o mundo pode até fazer você chorar, mas Deus te quer sorrindo. Ainda se vier. Noites traiçoeiras. Se a cruz pesada for, Cristo estará contigo. E o mundo pode até fazer você chorar, mas Deus te quer sorrindo. Seja qual for o seu problema, fale com Deus, ele vai ajudar você. Após a dor vem alegria, pois Deus é amor e não te deixará sofrer. Deus te trouxe aqui para aliviar o seu sofrimento. É ele o autor da fé, do princípio ao fim de todos seus tormentos. E ainda se vier, noites trai soeiras. Se a cruz pesada for, Cristo estará contigo. E o mundo pode até fazer você chorar, mas Deus te quer sorrindo. E ainda se vier noites traiçoeiras. Se a cruz pesada for, Cristo estará contigo.
soeiras. Se a cruz pesada for, Cristo estará contigo. E o mundo pode até fazer você chorar, mas Deus te quer sorrindo. E ainda se vier noites traiçoeiras. Se a cruz pesada for, Cristo estará contigo. E o mundo pode até fazer você chorar, mas Deus te quer sorrindo. Mas Deus te quer sorrindo. Mas Deus te quer sorrido. Muito obrigado a todos. Obrigado. Uma excelente semana espírita para vocês. Muita paz >> por essa bela apresentação. Nós ficamos imensamente gratos pela presteza em atender os nossos pedidos. Nós gostaríamos de agradecer a Federação Espírita do Estado de Goiás, na pessoa da sua presidente, Márcia Ramos, por nos facilitar os vários meios de transmissão da 22ª Semana Espírita de Vianópolis. E nós gostaríamos de convidar o nosso querido companheiro Rui Meirelles para fazer a prece inicial. Queridas irmãs, queridos irmãos, paz aos nossos corações neste momento que aqui nos encontramos. Reunidos em nome do Cristo para a abertura da 22ª Semana Espírita de Vianópolis, elevemos os nossos pensamentos a Jesus, o nosso mestre, o nosso guia e modelo, para dizer-lhe Obrigado, Senhor, por nos conceder essa oportunidade de aqui estarmos reunidos em Teu nome, te agradecer por esta semana espírita que inicia, que seguramente vem nos trazer luzes de aprendizado. agradecer, Senhor, pelas bênçãos concedidas a cada um de nós através das oportunidades das reencarnações, que tem nos propiciado o trabalho e o estudo como fontes inesgotáveis para o nosso progresso. Agradecer-te, Senhor, pelos teus ensinos que são luzeiros em nossa vida. que nos fortalece e nos ampara em todos os instantes da nossa caminhada. É a paz de te agradecer, querido amigo. Queremos te rogar que continue a derramar as tuas bênçãos sobre cada um de nós, abençoando também toda essa semana espírita. Que sejam bênçãos de paz, de harmonia, serenidade, equilíbrio, forças, coragem, fé e esperança. E de uma maneira especial rogamos as tuas bênçãos a nossa querida Márcia, que fará a exposição desta noite. Que ela
ênçãos de paz, de harmonia, serenidade, equilíbrio, forças, coragem, fé e esperança. E de uma maneira especial rogamos as tuas bênçãos a nossa querida Márcia, que fará a exposição desta noite. Que ela seja envolvido pelas tuas inspirações, mestre Jesus, trazendo-nos a pureza e a singeleza dos teus ensinos. Assim, querido irmão, querido amigo, em teu nome nós damos por iniciado os trabalhos dessa 22ª Semana Espírita de Vianópolis. Seja conosco hoje e sempre e que assim seja. E agora, dando continuidade, nós gostaríamos de convidar o Antônio Gomes Júnior, o Toninho, para fazer a abertura da 22ª Semana Espírita. >> Boa noite a todos. Senhoras e senhores presentes aqui no auditório do Centro Espírita Chico Xavier em Vianópolis, Goiás, e também todos aqueles que nos acompanham pelas páginas do Facebook e do YouTube do Movimento Espírita de Vianópolis, pela TV Goiás Espírita Rádio Sint Antonia no bem e rádio Portal da Luz. As nossas cordiais saudações. Sejam muito bem-vindos a mais uma edição da nossa semana espírita. Queremos agradecer primeiramente a Deus pelo dom da vida e especialmente pela oportunidade de estarmos reencarnados. no planeta Terra, neste momento tão atípico pelo qual atravessa toda a nossa humanidade. Agradecemos a Jesus e aos seus emissários espirituais, que são os verdadeiros coordenadores dos trabalhos que foram programados para se realizarem durante toda esta semana. Queremos agradecer ainda aos trabalhadores encarnados que fazem com que os esforços dos irmãos espirituais possam se corporificar no plano espiritual. Agradecemos a Federação Espírita do Estado de Goiás, na pessoa de sua presidente, Márcia Ramos, aqui presente, por nos disponibilizar vários meios de retransmissão da nossa semana espírita, fazendo com que mais pessoas venham desfrutar deste banquete espiritual que foi programado para acontecer durante toda esta semana aqui na cidade de Vianópolis. Muito obrigado, Márcia. Rezam os compêndios da boa nova do notável escritor Humberto de Campos,
uete espiritual que foi programado para acontecer durante toda esta semana aqui na cidade de Vianópolis. Muito obrigado, Márcia. Rezam os compêndios da boa nova do notável escritor Humberto de Campos, que a tarefa libertadora da consciência humana é inaugurada nos primeiros dias do ano 30 da era cristã. Em momentos preparatórios para a grande missão que viria a se consolidar nos anos seguintes, o mestre divino veio a se encontrar com João Batista no deserto triste da Judeia, não distante das areias ardentes da Arábia. Após entendimentos sublimes com memorável precursor das ideias cristãs, o grande homem demandou o oasis de Jericó, uma bênção de verdura e águas entre as inclemências da estrada agreste. de Jericó, buscou o templo de Jerusalém, onde foi notado por um grupo de sacerdotes e pensadores ociosos. Atraído pelos seus traços de formosa originalidade e pelo seu olhar lúcido e profundo, o sacerdote Hanã aproxima-se do mestre divino com todo o orgulho que o caracterizava. indagando-lhe: "Galileu, que fazes na cidade? Passo por Jerusalém, buscando a fundação do reino de Deus. E que pensas tu vem a ser isso? Esse reino é a obra divina no coração dos homens", tornou o mestre. O grande homem continuou a esclarecer o sacerdote com doçura e firmeza, dando a conhecer que não viera ao mundo senão para propiciar a regeneração de toda a humanidade. Vencido em suas argumentações, o orgulhoso sacerdote demandou até a Torre Antônia em atitude orgulhosa, de superioridade, sem suspeitar que aquele formoso peregrino não era menos que o governador espiritual do nosso planeta. E o mestre continuou a sua missão ao longo de três fecundos anos. apresentando justificativas que nos elevam ao patamar da confiança no futuro da humanidade terrena. assevera em seu evangelho que não veio para destruir a lei e os profetas, mas para dar-lhes cumprimento. exibe a confirmação de outras tantas moradas ao longo de todo o universo, trazendo-nos alento aos nossos corações endurecidos e promete preparar-nos um lugar onde
fetas, mas para dar-lhes cumprimento. exibe a confirmação de outras tantas moradas ao longo de todo o universo, trazendo-nos alento aos nossos corações endurecidos e promete preparar-nos um lugar onde estejamos perpetuamente ao seu lado. O notável mestre veio afirmar, sem subterfúgios, que ninguém poderá ver o reino de Deus. se não nascer de novo. Nesta passagem memorável, o grande benfeitor da humanidade nos mostra a um só tempo a necessidade de avançar e a segurança de que a ascensão não se dará a um reduzido estágio que medeia entre o berço e o túmulo. enalteceu a importância da fé que fosse do porte de um grão de mostarda, removeria as montanhas do preconceito, do egoísmo e das paixões orgulhosas. Em suas exposições ao pé do monte das beatitudes, à beira do mar da Galileia, trouxe aos humanos um dos mais belos poemas de amor, exaltando as aflições restauradoras, a mansidão, a misericórdia, a pureza de coração e, por fim, a humildade que eleva os avidos coraçõ ao nível mais elevado da experiência humana. Ao final de seu ministério sublime, veio a declarar com sabedoria que o seu reinado, por agora não pertence a este mundo, que não nasceu nem veio a este mundo, senão para dar testemunho da verdade. Todo aquele que é da verdade ouve a sua voz. Para coroar o seu trabalho de desprendimento dos bens de natureza existencial, o benfeitor divino permitiu-se ser levado à cruz, oportunidade em que exemplificou o amor na sua mais pura essência, dando testemunho irrefutável de todo o seu apostolado evangélico. idos de muita fé e esperança, possamos cada um de nós ser portador de um cadinho de confiança e auxílio para que o reinado de Jesus se estabeleça em nossos corações. É neste clima de otimismo que damos início aos trabalhos da 22ª edição da Semana Espírita de Vianópolis. Que Jesus nos abençoe a todos. A palestrante de hoje é a nossa companheira Márcia Ramos, trabalhadora do Movimento Espírita de Goiás. e hoje na presidência da FEGO. Márcia, por favor. Queridíssima família espírita,
abençoe a todos. A palestrante de hoje é a nossa companheira Márcia Ramos, trabalhadora do Movimento Espírita de Goiás. e hoje na presidência da FEGO. Márcia, por favor. Queridíssima família espírita, é com muita alegria e honra que estamos aqui para a abertura desta semana espírita. Na verdade, é o quarto ano que a gente tem esse privilégio de aqui estar. E já agradecemos pela acolhida e pelo convite, mas também queremos cumprimentar o nosso companheiro, amigo, ex-diretor da Federação Espírita, Rui Meireles, grande companheiro e grande amigo nosso. Estamos também acompanhados da Márcia Riso, que é diretora da gestão editorial da Federação Espírita e da Vilma Garcia, que é secretária da presidência da federação. E já antecipamos os nossos agradecimentos e lembrando também que estamos sempre à disposição do movimento espírita. Mas vimos agora uma mensagem belíssima trazida pelo nosso querido Humberto de Campos no livro Boa Nova, pela psicografia iluminada de Francisco Cândido Xavier. E nos lembrávamos também de uma outra passagem trazida no livro Pontos e e Apólogos, também do Humberto, que ele vai nos relatar uma excursão, vamos assim dizer, que foram feitas por determinação de sábios do plano espiritual, habitantes de outras galáxias. Eles determinaram que algumas espíritos nas condições mais ou menos da Terra visitassem o nosso planeta. E dali todos eles deveriam se levar o seu ponto de vista do que eles acharam, do que eles viram, que eles observaram. E assim cada um foi para uma região do planeta Terra. A equipe que foi para a Europa, ela se instalou em Paris e depois de uns dias ali na cidade luz, eles retornaram e dizer disseram à aquele sábio: "Olha, a terra é um lugar maravilhoso, tem muitos museus, muita cultura, muita arte, muitos cafés, muitas lojas, muitos carros bonitos. É um lugar maravilhoso. Na sequência, chegou uma outra equipe e disse assim: "A terra é um lugar de muito sofrimento, muitas pessoas que não têm habitação, não tem alimentação, guerras, guerrilhas.
s. É um lugar maravilhoso. Na sequência, chegou uma outra equipe e disse assim: "A terra é um lugar de muito sofrimento, muitas pessoas que não têm habitação, não tem alimentação, guerras, guerrilhas. Muito triste essa condição da terra. Crianças sem estudo, crianças sem pais, órfãs. Muito triste. Essa equipe tinha estado na África. Na sequência chegou uma outra equipe e disse: "A terra só tem areia. Areia, mais areia, mais areia. Não tem vida. De vez em quando a gente vê um coqueiro, mas não tem nada. Muito triste a situação dessa quantidade de areia que existe na Terra. Essa equipe tinha passado pelo deserto do Saara. Daí a pouco chegou uma outra equipe e disse assim: "A terra é o lugar mais gelado que existe no mundo. Só tem gelo, gelo, gelo. Não tem vida, muito gelo. Essa equipe tinha passado pelo Polo Norte. Daí a pouco chegou a outra equipe e essa equipe disse assim: "A terra só tem água. Água por todo lado, uma água salobra, ninguém pode beber a água. E lá dentro dessa água tem alguns animais, alguns peixes, mas só eles podem viver nesse lugar. Não tem vida. Mas daí a pouco chegou uma outra equipe e disse assim: "A terra tem muita floresta, muit muita e muita floresta mesmo. E essa floresta é muito bonita, tem animais, tem aves, tem muitas plantas de diversos tipos. É um lugar muito bonito. Cada um desses dessas equipes, trouxeram o seu ponto de vista do que eles viram. E o mérito de Campos diz assim: "É importante ir, conhecer, mas mais importante do que ir conhecer é lá ficar. Porque se essas pessoas, esses espíritos tivessem ficado nesses lugares, eles iam começar trocando ideias uns com os outros e chegariam à condição, entendimento, que existem muitos e muitos lugares aprasíveis no planeta Terra, outros lugares com maiores dificuldade, mas tudo isso faz parte do nosso próprio processo de evolução espiritual. E quando nós falamos em evolução espiritual, nós observamos também as colocações trazidas por Emanuel nesse mesmo propósito de entendermos o nosso
rte do nosso próprio processo de evolução espiritual. E quando nós falamos em evolução espiritual, nós observamos também as colocações trazidas por Emanuel nesse mesmo propósito de entendermos o nosso ponto de vista. Porque aqueles que vieram de outras galáxias para a Terra, cada um saiu daqui com um ponto de vista diferenciado do que era a Terra. E Emanuel também pela psicografia do Chico, ele diz assim que existiam três prisioneiros e eles começaram aos escutar os propósitos daqueles três prisioneiros. Um prisioneiro olhava aquelas grades e imaginava assim: "Como é que eu posso fazer para sair desse lugar? Eu gostaria tanto de ter a liberdade para ver as plantas, encontrar as pessoas. No entanto, eu estou aqui preso, encarcerado. Mas era um espírito bondoso. Ele queria tão somente a liberdade. Por algum motivo cometeu um delito, estava apenado, mas não era aquela pessoa belicosa, aquela pessoa má. queria tão somente ver o verde do lado de fora. O outro que também estava preso pensava assim: "A hora que esse guarda passar aqui, eu assassino o guarda, eu cometo um homicídio porque eu já tenho outros na nas costas mesmo e posso sair daqui." E o terceiro, o terceiro imaginava assim: Deus poderia me dar as condições da liberdade para que eu pudesse atender outras pessoas, para que eu pudesse servir a sociedade. Quando nós vemos essas duas histórias, nós observamos que as pessoas têm pontos de vista diferenciados. Quando nós volvemos o nosso olhar lá para aquela Galileia distante, que vimos a mensagem tão linda trazida pelo livro Boa Nova, vamos verificar a posição de Pôncio Pilatos, preposto de Roma, na província mais pobre de todas que foram conquistadas por Roma, que eram 17 províncias. A mais pobre era a Judeia. Ele não tinha interesse em martirizar Jesus. Aliás, na véspera do início do martírio do Senhor, a esposa dele, Cláudia, diz a ele assim: "Eu sonhei que aquele Jesus da Galileia é um homem santo. Portanto, quando vocês começarem o processo para punir o Senhor, tome
o início do martírio do Senhor, a esposa dele, Cláudia, diz a ele assim: "Eu sonhei que aquele Jesus da Galileia é um homem santo. Portanto, quando vocês começarem o processo para punir o Senhor, tome cuidado. Olha o ponto de vista dela que havia sonhado. Um sonho é a mediunidade onírica, como diz Allan Kardec, como nos ensina Allan Kardec. Na verdade, ela teve o conhecimento da importância de Jesus, o nosso guia e modelo. E aí nós conhecemos a história que ele lava as mãos, que ele manda Jesus para Herodes. E Herodes também não tinha essa preocupação. A preocupação maior era com os membros do Sinédrio, os doutores da lei. é que tinham um ponto de vista diferenciado relacionado a Jesus. Por quê? Porque Jesus disse: "Eu não vim destruir a lei, a lei de Moisés. Eu vim para dar cumprimento." E ele resume a lei de Moisés em duas leis. Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a nós mesmos. Mas nós sabemos que Moisés, o grande legislador, estadista, médium hebreu, ele precisava legislar para aquele povo. Ele precisava ter normas para aquele povo que estava saindo de um cativeiro do Egito, com tantas dificuldades que eles passaram pelo deserto e dificuldades outras, porque muitos daqueles acreditavam em muitos deuses. E nós sabemos que o judaísmo é uma religião monoteísta que acredita tão somente em um deus. Então, havia necessidade de Moisés trazer a lei civil e são 613 artigos de lei. A Torá, que são os cinco primeiros livros da Bíblia atribuídos a Moisés, 613 artigos para os homens, somente três para as mulheres. Ficaram felizes, né? Então, vamos ver quais são esses três artigos. primeiro acender a lâmpada, a vela. E aí a gente fica imaginando aquela mulher que deu as duas moedinhas, a viúva que deu as duas moedinhas ao templo de Jerusalém. Ela tinha tão somente as duas moedas. E ela certamente deve ter tido um drama, porque se ela tivesse tão somente duas moedas pela lei e se tivesse de comprar a vela e o pão, ela tinha que dar preferência para a vela. Será que ela tinha mais dinheiro
mente deve ter tido um drama, porque se ela tivesse tão somente duas moedas pela lei e se tivesse de comprar a vela e o pão, ela tinha que dar preferência para a vela. Será que ela tinha mais dinheiro para dar aquela esmola ali de frente, o gasofilácio, para comprar o pão e para comprar a vela? Provavelmente que não. No entanto, este é o primeiro artigo da Torá para as mulheres, acender a vela. Isso tem um significado muito maior do que a gente imagina, porque é a vela física, mas também a vela do sentimento, para que a mulher traga a serenidade, a harmonia, o equilíbrio à família, porque foi esta a orientação dada por Jesus a Joana de Cusa. Mas a segundo artigo da lei para as mulheres era o banho da purificação. E se a mulher não tomasse o banho da purificação, ela ficava impura. Vamos nos lembrar da mulher hemorroíça. Aquela mulher, ela estava com a dificuldade física de enfermidade, 12 anos, mas também havia a dificuldade da discriminação, porque ela vertia sangue e não podia tocar nas pessoas, não podia se aproximar das pessoas. Tanto que quando ela segurando para pelos lados e fortalecendo para chegar até Jesus e ela não consegue se aproximar dele, ela toca as vestes. E quando ele ela toca as vestes, Jesus diz assim: "Quem lhe tocou?" E ela se ajoelha aos pés dele e pede perdão, porque havia tocado no Senhor, porque pela lei de Moisés ela estaria impura. No entanto, Jesus diz a ela que a fé, o amor, a benevolência, as virtudes dela haviam curado-a. E a terceira lei para as mulheres é ajudar o homem a cumprir as 613 leis. Portanto, não é OBN, porque na verdade são 613 mais três leis, 616 leis para as mulheres. E aqueles que estavam ali no Sineddri, os doutores da lei, foram os que mais instigaram a população do ponto de vista deles, porque Jesus era um risco, era um perigo. O ponto de vista deles, eles instigaram tanto que a gente sabe da do martírio da crucificação de Jesus, mas nós também sabemos da ressurreição. 40 dias na terra, participando das atividades dos apóstolos, com as irmãos
eles, eles instigaram tanto que a gente sabe da do martírio da crucificação de Jesus, mas nós também sabemos da ressurreição. 40 dias na terra, participando das atividades dos apóstolos, com as irmãos de Maú, com as mulheres ali na beira do túmulo aos 500 da Galileia. E esses 500 da Galileia firmaram um ponto de vista que prometeram ao Senhor que em todas as épocas e em todos os tempos da humanidade eles estariam encarnados para trazerem a serenidade, a harmonia, o progresso espiritual à terra, que também está no livro Boa Nova. Portanto, nós estamos vendo que ponto de vista é algo diferenciado e requer o conhecimento, o conhecimento que liberta. E esta é a proposta de Allan Kardec para todos nós que professamos a nossa abençoada doutrina espírita. Allan Kardec na revista espírita de 1862 tem muitos fatos interessantes em toda a revista espírita, mas essa ele vai falar dos efêmeros. Efêmero é uma coisa passageira, é igual uma encarnação, passa de pressa. E ele lembra nesse artigo que ele traz na revista espírita de um momento na mocidade que ele assistiu uma peça de teatro que se chamava Os efêmeros. E nessa peça de teatro, a vida das pessoas se passava em 24 horas. Nascia, ia pra escola, chegava a madureza, a velice e morriam. 24 horas era peça, por isso que chamavam os efêmeros. E aí ele conclui dizendo assim: "Se tudo é tão passageiro, se tudo é tão rápido, se tudo é tão efêmero, por que que a gente fica criando casa, brigando, querendo sempre ter razão? Que o nosso ponto de vista seja melhor do que o ponto de vista das demais pessoas? Na verdade, isso se chama soberba, isso se chama egoísmo, isso se chama orgulho, isso se chama vaidade. E ele então traz esses relatos, mas também nessa mesma revista Espírita de 1862, no mês de agosto, ele vai trazer uma uma narrativa relacionada ao auto de fé de Barcelona. O ato de fé de Barcelona foi o momento em que Allan Kardec e o Didier, que era o livreiro dele, encaminham para a Espanha, para Barcelona, cerca de 300 obras espíritas.
ada ao auto de fé de Barcelona. O ato de fé de Barcelona foi o momento em que Allan Kardec e o Didier, que era o livreiro dele, encaminham para a Espanha, para Barcelona, cerca de 300 obras espíritas. Vamos pensar a dificuldade que era para se editar um livro. Hoje é muito fácil. Hoje nem precisa de edição, tá ali na internet. Mas vamos pensar mais de 160 anos. O livro O Céu e o Inferno, completando este ano 160 anos. A dificuldade que era para ter um livro, o custo financeiro deste livro. A França passava por um período de grandes dificuldades e aflições, onde estava uma ditadura instalada, cujo ditador se intitulou se intitulou Napoleão I. Então, era fome, era tristeza, eram perseguições, eram misérias mesmo pela qual passava a França. E ele manda então os livros para a Espanha com todos os os as taxas, impostos pagos. E chegando lá na Espanha, em Barcelona, o bispo da cidade diz assim: "Esses livros precisam ir para um auto de fé". O alto de fé é quando eles queimavam as pessoas vivas. Entre esses muitos que foram queimados, muitos, muitos que foram queimados vivos, vamos nos lembrar de Joana Dark e tantas e tantas obras belíssimas, contando a saga de Joana Dark, que na verdade é a reencarnação do nosso do apóstolo Judas, mas também outros foram queimados vivos. Joas, que era reitor da Universidade de Praga, uma grande intelectual, uma pessoa de grande cultura, também foi queimado vivo. Era assim, não concordou com o ponto de vista daqueles que estavam ali no poder, queima a pessoa e a desculpa era que queimava o corpo para purificar o espírito. O certo é queimava. As pessoas eram queimadas vivas. Quando chegaram os livros lá em Barcelona, os livros foram incinerados. Entrou para a história como o Auto de Fé Barcelona. E aí aconteceram situações assim diplomáticas difíceis, porque ficou parecendo que era uma censura à obra francesa. Os jornais da época também não manifestaram a favor daquela da não inceneração dos livros. Houve uma dificuldade maior do ponto de vista.
s, porque ficou parecendo que era uma censura à obra francesa. Os jornais da época também não manifestaram a favor daquela da não inceneração dos livros. Houve uma dificuldade maior do ponto de vista. No mês de agosto, subsequente, portanto, em 1862, está lá na revista espírita, um livro que se chama revista espírita, a colocação trazida por Allan Kardec. E o detalhe é que Allan Kardec nunca disse o nome desse bispo. E nessa mensagem ele diz assim que alguém até havia sugerido para que Kardec evocasse o espírito, porque logo depois do alto de fé ele desencarnou. Então, quer Kardec eh evocasse o espírito, mas isso não foi necessário, porque antes da ação de evocar esse espírito, o espírito se manifestou, >> o espírito do bispo na sociedade parense de Estudos Espíritas e lá ele vai dizer com todas as letras do arrependimento dele de ter tido aquela atitude. Porque depois que ele chegou ao plano espiritual, ele mudou o ponto de vista face à orientação trazida pela doutrina espírita. Porque a doutrina espírita, vamos nos lembrar, nós estamos nos referindo ao capítulo segundo do Evangelho Segundo o Espiritismo, quando Jesus diz que o reino dele não era deste mundo. E na sequência das colocações trazidas por Jesus, nesse capítulo, existem as mensagens as trazidas pelo próprio codificador. Porque o livro do Evangelho Segundo o Espiritismo, a metodologia que Kardec utiliza é da seguinte maneira. Primeiramente vem as palavras trazidas, as parábolas, as orientações trazidas por Jesus. Depois vem as colocações trazidas pelo próprio codificador. Quando não tem assinatura, é Alan Karatec que está trazendo aquela mensagem. E depois vem a instrução dos espíritos. No capítulo 6, por exemplo, que é o Cristo consolador, tem quatro mensagens ou instrução trazida pelo espírito verdade. Portanto, nesse capítulo segundo, a orientação trazida por Allan Kardec, os comentários, melhor dizendo, de Allan Kardec, é falando exatamente sobre o ponto de vista e ele vai nos dizer sobre a lei do trabalho e
esse capítulo segundo, a orientação trazida por Allan Kardec, os comentários, melhor dizendo, de Allan Kardec, é falando exatamente sobre o ponto de vista e ele vai nos dizer sobre a lei do trabalho e a lei do progresso. Porque se todos nós concordarmos aqui, não, realmente a doutrina espírita é a doutrina que consola as nossas aflições, consola as nossas dores e eu sou espírita e vou continuar sentado aqui porque eu sou espírita. Eu estou convicto que eu sou espírita. Lindo. Só que quem divulga doutrina espírita são os espíritas. Portanto, nós temos o compromisso, o dever de divulgar a doutrina espírita, de espagir as ideias trazidas pela codificação da doutrina espírita, que são exatamente as palavras trazidas pelo Senhor. Eu voltarei ao Pai, não vos deixarei órfãos, mais tarde eu enviarei o consolador. é a doutrina que consola as nossas aflições e as nossas dores. E por que que a doutrina espírita consola as nossas aflições e as nossas dores? Vamos ver os seis primeiros capítulos do Evangelho Segundo o Espiritismo, porque Allan Kardec vai dividindo os capítulos de acordo, vamos dizer assim, didaticamente, de acordo com os assuntos. Os primeiros capítulos, ele está falando dos fundamentos da doutrina espírita. E qual que é o primeiro fundamento da doutrina espírita? É a paternidade de Deus. E quem nos trouxe isso também? Jesus quando ele nos fala sobre o Pai Nosso. E a gente fica imaginando a ousadia de Jesus, se a gente pode assim dizer, de dizer para os romanos que os romanos e os hebreus eram filhos de Deus. Ou ele vai dizer que judeu e samaritano era filho de Deus, escravo, filho de Deus, homem e mulher. Filhos de Deus, olha a percepção, a o ponto de vista de Jesus trazendo essas informações. Tão assim importante observarmos isso, Deus Pai de todos, que quando o senador Pubo Lentolos procura Jesus na calada da noite, porque ele não podia aparecer ao a luz do sol para consultar Jesus, porque na verdade ele estava indo ali consultar Jesus. E que Jesus diz a ele: "Ô senador, você podia,
cura Jesus na calada da noite, porque ele não podia aparecer ao a luz do sol para consultar Jesus, porque na verdade ele estava indo ali consultar Jesus. E que Jesus diz a ele: "Ô senador, você podia, não nessas palavras tão coloquiais, mas quem quiser saber a beleza do diálogo, está lá no livro Há 2000 anos". Ô senador, por que que você não veio durante o dia? E o senador pensou, quem que é ele para tá falando assim com um senador do império. Pensou ponto de vista, a importância do império. E Jesus diz a ele: "Esse império haverá de perecer. Em breve esse império haverá de perecer. 300 e poucos anos depois, o império romano do ocidente havia só sobrado. E sabem por quê? Por conta do ponto de vista. Porque quando os apóstolos, sobretudo o apóstolo Paulo, o apóstolo Pedro chegam a Roma e Paulo tinha uma visão de estadista, ele queria chegar a Roma porque ele sabia que se colocasse a ideia do cristianismo na sede do império, essa ideia ia espargir por todos os lados. Portanto, quando o Paulo de Tarso chega em Roma, ele sabia que seria assim. E vieram os imperadores martirizando os cristãos, porque o ponto de vista dos imperadores e de todas as autoridades romanas era que aquele povo era um povo muito complicado e que eles tinham até um outro deus, eles tinham até um outro rei. E o ponto de vista dos cristãos da primeira hora foi exatamente enfrentar aquelas dificuldades, aqueles sofrimentos, porque tinha uma certeza da imortalidade da alma e mais ainda, a comunicabilidade dos espíritos. Espírito em todas as épocas e em todos os tempos eles comunicaram. Isso é princípio da doutrina espírita, a existência, a paternidade de Deus, a existência dos espíritos e a comunicabilidade. Se nós observarmos os índios do Brasil, do Peru, toda a América Central, do México, todos esses índios evocavam espíritos. Quando observamos as pirâmides que existem aqui na região de Cancum, a a pirâmide Tiá, e observamos as pirâmides do Egito, elas são semelhantes, só que não tinha meio de comunicação.
ocavam espíritos. Quando observamos as pirâmides que existem aqui na região de Cancum, a a pirâmide Tiá, e observamos as pirâmides do Egito, elas são semelhantes, só que não tinha meio de comunicação. Então, presume-se que os espíritos que deram aquelas intuições para que eles realizassem aqueles trabalhos das pirâmides, para que tivesse a ideia convicção da sobrevivência dos espíritos, são os mesmos espíritos que o mesmo grupo de espíritos que estiveram aqui também na América Central. Mas um outro princípio da doutrina espírita, a paternidade de Deus, a existência dos espíritos, a comunicabilidade dos espíritos. E a comunicabilidade dos espíritos é algo que a ciência, tivemos agora um congresso em São Paulo, onde grandes e grandes cientistas lá estiveram para comprovação da existência da alma e da comunicabilidade dos espíritos. Várias e várias universidades do mundo, dos Estados Unidos, da Europa, já tem matérias específicas para tratar dos procedimentos da mediunidade. A mediunidade, sim, é uma palavra criada pelo codificador, mas sempre houve comunicação dos espíritos. Mas além da paternidade de Deus, da comunicabilidade dos espíritos, da existência dos espíritos, nós ainda temos os procedimentos reencarnatórios. É a lei da ação e da reação, é a justiça de Deus. E quando a gente vê o livro O céu e o inferno, a gente firma mais ainda a convicção da existência de outros mundos melhores e mais adiantados ou talvez mais atrasados do que o planeta Terra. E essa obra, podemos dizer que ela foi desdobrada pela obra de André Luiz. E vamos ver a quantidade de informações sobre o mundo espiritual que estão ali contidas na obra de André Luiz. André Luiz, quando encarnado, tinha um ponto de vista semelhante ao bispo lá da de Barcelona, da Espanha, quando ele retorna ao plano espiritual, que passa aqueles anos todos no nas regiões umbralinas e que chega ao a colônia nosso lar, ele tem um ponto de vista totalmente diferente, mas o ponto O de vista dele vai modificando cada vez mais
al, que passa aqueles anos todos no nas regiões umbralinas e que chega ao a colônia nosso lar, ele tem um ponto de vista totalmente diferente, mas o ponto O de vista dele vai modificando cada vez mais para melhor, sobretudo quando ele visita a casa da viúva, da ex-esposa dele, e vê que a vida continuava e ele tem que mudar novamente o seu ponto de vista para entender da liberdade das pessoas, porque também é um princípio da doutrina espírita. Quando Kardec pergunta aos imortais como teriam sido criados os espíritos? E eles respondem: "Todos nós, todos os espíritos foram criados da mesma maneira, simples e ignorantes, no sentido de nada saberem, dotados de inteligência e livre arbítrio." E André Luiz vai pensar assim, conversando com a Narcisa, que já tinha um outro ponto de vista, eu preciso de ter paz. Isso é para todos nós, porque de repente a gente começa com atrito com um com outro, com um com outro. E tem até um ditado popular que diz assim: "Eu quero ter razão ou quero ter sossego? É melhor a gente ter paz do que às vezes a razão com o tempo a gente pode firmar aquele nosso ponto de vista que estava certo, se é que estava certo. quando ele então conversa com a Narcisa e ela o orienta e já havia orientado antes outros pontos de vista também e ele chega à conclusão que devia pacificar e atende a família, atende o novo marido da esposa, médico que era, e ele chega à colônia Nosso Lar. No último capítulo do livro Nosso Lar, ele chega como cidadão, quer dizer, o reconhecimento dele como cidadão do nosso lar. E a doutrina espírita vai nos formando os caracteres de cada vez termos mais personalidade, mais ponto de vista formado. E quem nos auxiliou foi exatamente o codificador pelas cinco obras, pelas revistas de Paris. Mas vamos imaginar Dr. Bezerra de Menezes, médico, jornalista, época do império, um homem de muito prestígio, embora não tivesse dinheiro, mas antigamente as pessoas de prestígio não precisavam ter dinheiro, elas tinham prestígio, as famílias tradicionais
alista, época do império, um homem de muito prestígio, embora não tivesse dinheiro, mas antigamente as pessoas de prestígio não precisavam ter dinheiro, elas tinham prestígio, as famílias tradicionais tinham prestígio e muitas não tinham dinheiro. Era o fato de Dr. Bezerra de Menez. Vamos imaginar quando ele muda o ponto de vista dele. E ele muda o ponto de vista exatamente quando ele lê o livro dos espíritos e se torna espírita e proclama às pessoas que que se tornou espírita. A gente quando vê histórias de espíritas do estado de Goiás, na década de 20, 30, que a gente fica sabendo que fulano se declarou espírita, a gente fica, mas era corajoso, porque as as pessoas tinham verdadeira assim cisma, uma palavra bem suave, cisma com relação aos espíritas. Lembro de uma colega de de escola que de frente à casa dela tinha uma senhora que se dizia espírita e ela não passava na calçada dessa senhora. Se ela tinha que vir na casa de uma amiga e a outra morava do lado de cá, ela rodeava pela rua que nem asfalto tinha, de medo de passar na porta daquela pessoa e pegar todas os as maldades que o povo dizia que os espíritas faziam com as crianças. Mas vamos pensar, professor Eulípedes Barçu, no interior de de Minas Gerais, ele se declarara espírita. E por que que ele se declara espírita? Exatamente pelo conhecimento. Quando ele lê Leoneni, uma noite toda lendo Leonir. E na sequência ele vai à fazenda onde lá estava o senhor Mariano, que era um tio dele. O senhor Mariano tem histórias lindíssimas relacionadas a ele. E quando ele chega, era uma semana santa. Ele chega e começa a pensar que ele queria uma mensagem trazida por João, o evangelista. Ele, como se diz, não deixou barato, que era uma mensagem de João Evangelista. A mensagem veio por um médium analfabeto. E além de analfabeto com inteligência bastante, Obtusa, ele naquele momento que ele ouve aquela palestra, ele muda o ponto de vista dele e já diz para o senhor Mariano, nós vamos lá na casa do Carlos e o senhor Mariano falou assim, mas é
bastante, Obtusa, ele naquele momento que ele ouve aquela palestra, ele muda o ponto de vista dele e já diz para o senhor Mariano, nós vamos lá na casa do Carlos e o senhor Mariano falou assim, mas é muito longe, tá de noite, perigoso falando: "Não, mas nós temos que ir sim. Porque o Carlos tem três dias e três noites que ele não se alimenta e não tem água para beber. Nós vamos lá. Arriaram os cavalos e foram. Chegando lá, o Carlos era um leproso. A lepra até 1945 era uma doença gravíssima e discriminatória. E ele abraçou o Carlos e contam os biógrafos que o Carlos se curou naquele exato momento. Ele declara, ele era vereador, ele declara, ele era membro do santíssimo do do da Igreja Católica. Ele se declara espírita, assim como Dr. Bezerra também havia feito. Mas se nós chegarmos a Pedro Leopoldo, nós vamos ver o trabalho belíssimo de Francisco Cândido Xavier, consolando corações, enxugando as lágrimas e divulgando sobretudo a nossa abençoada doutrina espírita pelo seu exemplo. determinado momento, quando ele foi, programou para mudar para Uberaba, aquelas senhoras mais religiosas, elas entenderam, o ponto de vista delas é que ele era um perigo pra sociedade e elas então confabularam entre si e chegaram à conclusão que elas iam fazer um abaixo assinado pra cidade de Uberaba não receber Francisco Cândido Xavier e fizeram e editaram um jornalzinho para falar mal do Chico. E as pessoas, os espíritas que estavam próximos, no ponto de vista deles, diziam assim: "Chico, você precisa de contestar tudo isso que elas estão fazendo e falando e ele calado, porque o silêncio é talvez um dos melhores pontos de vista. Quando a gente tá com muita gerizo de alguém, muita mágoa, melhor a gente ficar calado, porque senão a gente vai estigar aquilo cada vez mais. E ele calado. Num determinado dia. Ele foi muito pressionado e ele disse assim: "Essas pessoas que estão fazendo esse abaixo assinado, muitos não sabiam ler. Eles aprenderam a escrever o nome para fazer esse abaixo assinado. E muitos estão aprendendo a
ssionado e ele disse assim: "Essas pessoas que estão fazendo esse abaixo assinado, muitos não sabiam ler. Eles aprenderam a escrever o nome para fazer esse abaixo assinado. E muitos estão aprendendo a ler para ler o jornalzinho que está falando mal de mim. Portanto, é um benefício que está acontecendo daí. Então, vamos deixar o jornalzinho, vamos deixar essas senhoras. E o certo é que o ponto de vista dessas senhoras foi mudando e com o tempo elas já participavam das atividades realizadas lá na casa, no grupo da prece. Mas para que tudo isso aconteça, e Emmanuel tem uma mensagem que diz assim: "Cair em si". Nós nos lembramos do filho pródigo, porque o filho pródigo, num determinado momento, ele teve a ideia que era bom sair pelo mundo. O pai, atendendo a solicitação do filho, conhecemos a história, deu a parte dele e ele saiu pelo mundo. Enquanto tinha dinheiro, muitos amigos, muitas festas, isso é normal da vida. Quando as coisas foram escasseando, ele chegou ao ponto de cuidar de porcos. E esse detalhe a gente sempre fala que não existem palavras vãs nos textos dos evangelistas e nem na obra da codificação. Cuidar de porco, de porco em Israel é um grande assente. Porque judeu não come porco, é proibido pela lei de Moisés e não se pode criar porco na terra de Israel. Ele tava cuidando de porcos e ele não tinha nem a comida dos porcos. No entanto, num determinado momento, ele caiu em si, ele refletiu, ele pensou e chegou à conclusão que ele deveria voltar para a casa do pai. E aí nós conhecemos a beleza da recepção que o pai fez a ele. Conhecemos também as condições do ponto de vista do irmão, que era um ponto de vista negativo, que quem merecia mais misericórdia naquele instante era exatamente o irmão mais necessitado, mas há necessidade de nos envolvermos nos nossos pensamentos, nos nossos sentimentos, para exatamente termos as condições de aquilatar, avaliar o que é preciso fazer para sermos mais consolados, para termos mais esperança, para sermos mais felizes. E
ensamentos, nos nossos sentimentos, para exatamente termos as condições de aquilatar, avaliar o que é preciso fazer para sermos mais consolados, para termos mais esperança, para sermos mais felizes. E essas condições, todas elas passam pelo conhecimento da doutrina espírita que muda o nosso ponto de vista. que certamente já mudou o ponto de vista de muitos de nós, mas temos o dever de divulgar a doutrina espírita e faremos isso sobretudo pelo nosso exemplo, que tenhamos as condições de ter dar bons exemplos aos nossos familiares, aos nossos companheiros de casa espírita, à sociedade, lembrando do cancioneiro popular, a paz do mundo começa em mim. Então que a gente tenha realmente o entendimento da paz em nós para espagir para as outras pessoas. Muita paz. É a nossa gratidão pela oportunidade, pelo convite. Muito obrigado. aí. Nós agradecemos a nossa querida Márcia por ter atendido o nosso convite e pela brilhante palestra que ela trouxe pra gente. Gostaríamos de convidar também os jovens João Miguel e Luís Fernando para entregar uma lembrança paraa Márcia. coisa Nós vamos programar o 42º Congresso Espírita que será no carnaval e as cadeiras terão o número marcado. E a gente sempre brinca e fala assim: "Rui, você é responsável por isso, porque ele falou tanto que precisava ser no carnaval". Vocês vocês ouviram isso ou não? Sim, >> só eu. Ponto de vista aqui é só meu. Acho que todo mundo ouviu, né? Então nós passamos para o carnaval, cadeira marcada e tem uma promoção hoje. Amanhã já muda o preço. Hoje é R$ 100. R$ 100 não paga o congresso. É assim realmente uma um ponto de vista nosso que a gente tá fazendo assim. Tem uma, as nossas companheiras estarão aí fazendo as inscrições, quem tiver interesse. Mais alguma coisa, Márcia? Ah, e ganha um livro também, tá? E quem fizer a a inscrição hoje, além dos R$ 100, ainda ganha um livro. E vamos estar juntos no carnaval com muita alegria, com muita festa, defendendo o nosso ponto de vista. Vai passar o vídeo aí agora, né?
izer a a inscrição hoje, além dos R$ 100, ainda ganha um livro. E vamos estar juntos no carnaval com muita alegria, com muita festa, defendendo o nosso ponto de vista. Vai passar o vídeo aí agora, né? Tá ok. Obrigada, viu, gente? Mestre Jesus alto. >> Nós gostaríamos de agradecer a Cyber Internet por ter disponibilizado a internet para a transmissão deste evento durante esta semana. E amanhã continua a nossa 22ª Semana Espírita e com o painel interreligioso. Todos são convidados. E agora nós gostaríamos de convidar a todos para que nos dirijamos ao refeitório aqui do lado para um momento de um delicioso lanche e também um momento de confraternização. Muito obrigado a todos e até amanhã.