O PODER DA PALAVRA - Enid Rocha [PALESTRA ESPÍRITA]
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Estou aqui para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigado a comunhão espírita de Brasília. Senhor Estou aqui para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor A todos e todas, sejam muito bem-vindos à Comunão Espírita de Brasília. Hoje, dia 12 de maio, já tivemos dia das mães, dia dos trabalhadores, agora tá na hora de ser nossos di, nosso dia, né? O dia de todos nós aqui juntos, orando pelos, por esse país, por esse planeta, por essa cidade, por cada um. Eu vou ler uma breve passagem. Eu tinha escolhido, escolhido, não, abri dois livrinhos, mas eu vou ler um menorzinho, senão a Enid não vai conseguir falar, né, Enid? Sejam então muito bem-vindos mais uma vez. E aí eu peguei o livro Agenda Cristã, o item 15, lucrará fazendo assim: Reconforte o desesperado. Você não escapará as tentações do desânimo nos círculos de luta. Levante o caído. Você ignora onde seus pés tropeçarão. Estenda a mão ao que necessita de apoio. chegará a seu dia de receber também cooperação. Amparo doente. Sua alma não está usando um corpo invulnerável. Esforce-se por entender o companheiro menos esclarecido. Nem sempre você dispõe de recursos para compreender como é indispensável. Acolha o infortunado. Nem sempre o céu estará inteiramente azul. para seus olhos. Nós estávamos aqui conversando, eu e Enid, exatamente sobre receber, atender, compreender, aprendermos a ser um pouco mais pacientes, com humildade, com compreensão. Então vamos elevar nossos pensamentos ao mais alto, mentalizando Jesus, esse
exatamente sobre receber, atender, compreender, aprendermos a ser um pouco mais pacientes, com humildade, com compreensão. Então vamos elevar nossos pensamentos ao mais alto, mentalizando Jesus, esse irmão querido, mentalizando os mentores espirituais de cada um de nós e dizer grato somos por todos vocês que se encontram conosco a nos auxiliar. Que assim seja. Graças a Deus. Vou passar agora a palavra pra Enid, que vai falar, vai apresentar o tema e a bibliografia. Tudo bem? Esse aqui eu não vou falar. Bom dia a todas e todos. É um prazer estar aqui com vocês nessa manhã de segunda-feira. Eh, hoje eu fico sempre prestando, né, bastante atenção nas mensagens que são escolhidas, né, para eh paraa Net antes da gente iniciar e também como que ela traz, né, como se fosse assim, ela traz a tônica da nossa fala. E é bacana pensar, eu gosto de ver assim porque não é uma coisa preparada, né? Ela mesmo disse que escolheu, tinha duas, então ela leu uma mensagem e antes de começar, eh, a gente tava aqui conversando e ela disse mesmo, né, da importância eh de quem atende, de saber acolher, do falar. E por incrível que pareça, gente, ela não sabia e eu também não sabia que ela ia falar. E o tema que eu trago hoje paraa nossa reflexão é o poder da palavra, construindo com o que dizemos, que justamente fala sobre isso. Eh, nós vamos refletir sobre o quanto a nossa palavra, o que dizemos, a forma como falamos, tem esse poder de construir ou de destruir, de acolher ou de dispersar, né? Então, nós vamos refletir sobre isso, o poder da palavra. E eu começo esse tema eh falando eh refletindo sobre como que eh o que está no livro Pensamento e Vida, que inclusive foi tema da palestra anterior no mês passado que eu trouxe aqui no capítulo um, que quando Emanuel diz que o pensamento é a base de tudo, né? Que a mente, nossa mente reflete a nossa vida em toda parte. Então, nisso, quando a gente pensa que o pensa, né, que o pensamento é força viva e atuante, e ele gera a palavra, o gesto, a atitude e ação. Então, ele tá
sa mente reflete a nossa vida em toda parte. Então, nisso, quando a gente pensa que o pensa, né, que o pensamento é força viva e atuante, e ele gera a palavra, o gesto, a atitude e ação. Então, ele tá querendo dizer que toda palavra nasce do nosso impulso mental, né? É por isso que o que pensamos molda, o que dizemos. Então, se aí então se o nosso pensamento, se o nosso eu, se a nossa mente, né, tá impregnada de benevolência, de acolhimento, eh, né, que tá em paz, as nossas palavras também vão expressar toda essa serenidade. Agora, se é o contrário, nossa mente tá ansiosa, né? Tá impregnada de orgulho, de mágoa, de impaciência, né? Assim, não tem como separar como estamos do que falamos. Muitas vezes a gente até consegue, né, eh, aquele controle por pouco tempo, mas depois as palavras saem de qualquer jeito, né, quando estamos ansiosos, né? Muitas vezes a gente faz coisas e fala coisas que não queríamos, mas é porque o nosso interior tá dessa forma. Então, a fala, né, apenas torna audível, ou seja, eh, apenas traduz o conteúdo íntimo que já vibra em nós, né? Então, eh, eu li quando tava preparando aqui essas reflexões, né, uma frase que é assim: "A palavra é a força". modeladora. Isso significa que a palavra tem o poder de moldar, formar, transformar, tanto no campo interno, porque nós falamos, né, conosco mesmo, no nosso estado íntimo, nossas emoções, quanto no campo externo, nos ambientes, nas relações que tocamos com que dizemos. Então, o que que quer dizer a palavra é uma força moderadora? A força refere-se à aquele impulso original, né, que movimenta alguma coisa. Já modeladora vem daquele verbo modelar, que é dar forma a algo, como um escultor que trabalha, né, uma grande pedra e daí ele vai dentro daquela pedra mostrar o que ele quer trazer por meio da sua escultura. Então, tá querendo dizer assim que a nossa palavra é isso, né? A gente por meio do que pensa, do que sente, fala e ela então molda, né? Ela vai dar uma forma aquele pensamento, né? Significa que quando, por exemplo,
ndo dizer assim que a nossa palavra é isso, né? A gente por meio do que pensa, do que sente, fala e ela então molda, né? Ela vai dar uma forma aquele pensamento, né? Significa que quando, por exemplo, nós elogiamos, nós moldamos no outro a confiança. Quando nós criticamos com agressividade, a gente forma ali com o outro bloqueio emocional. E quando a gente aconselha com amor, né, a gente tá falando com o filho, com alguém que a gente ama e a gente tá falando com carinho, a gente talvez tenha esse poder de transformar o sentimento do outro. E quando a gente fala conosco mesmo, com aquela dureza, né, que muitas vezes a gente fala conosco, a gente tá se intoxicando, né? a gente tá fomentando aquela discórdia, discórdia entre o nosso eu profundo e o que muitas vezes no profano a gente fala, porque a gente fala com a gente, né, com muita dureza. E aí o Emanuel trata disso com muita profundidade em várias obras dele, né? Essa que eu já citei, Pensamento e Vida, que ele mostra então que o pensamento é causa e a palavra é o veículo, né? Então, a gente falou muito sobre isso, né, dessa ligação entre nosso coração, a mente e o que falamos e o que fazemos. Então, ele diz justamente isso, que o pensamento é a causa e a palavra é o veículo que espalha causa pelo mundo, transformando tudo o que toca. Então, gente, olha o poder, né, da palavra. A palavra, então, ela pode ser tanto aquela aquele instrumento que cura ou que derruba a pessoa de uma vez, né, dependendo da intenção com que ela se movimenta. Então, eh, essa síntese, né, que Emmanuel traz, que é a palavra é inspeção do pensamento e vibração da alma. Então, na visão espiritual, ela é então essa modeladora, podendo ser esse veículo de paz, console e verdade ou de destruição. Jesus, né, que é nosso mestre por excelência, sempre usava, se a gente, né, lembrar das passagens do evangelho, ele sempre usava a palavra como instrumento de cura e orientação. E se a gente observar, ele não falava muito, né, gente? Ele falava aquilo que era preciso
nte, né, lembrar das passagens do evangelho, ele sempre usava a palavra como instrumento de cura e orientação. E se a gente observar, ele não falava muito, né, gente? Ele falava aquilo que era preciso daquela forma importante, com fundamento e com profundidade. Eh, aí a gente tem uma passagem e que eu queria lembrar, né? São várias que eu vou passar por aqui, mas logo quando a gente tá falando isso, a gente lembra muito daquilo que ele disse, né, que o mal não é aquilo que sai, que entra, mas aquilo que sai, né? Então, a passagem que diz assim: "Eh, Jesus alerta que não é o que entra na boca que contamina o homem, mas sim o que sai dela. Isso indica que o que pensamos, sentimos e dizemos tem um impacto maior na vida moral do que aquilo que consumimos." Então ele eh eh nessa passagem que era assim, tinha uma preocupação dos fariseus excessiva com a higiene, né, com o ritual que incluía lavar as mãos antes de comer, não comer certos alimentos. Então, naquele contexto Jesus disse isso, que o que entra pela boca não contamina. Então, quando ele diz isso, ele estava desafiando aquela prática um pouco hipócrita de enfatizar o que não era o mais importante. Jesus queria dizer assim: "O que sai da boca", né? Já lá em Mateus 15:18, eh, explica em Mateus que o que contamina o homem são as coisas que procedem do coração, como os maus pensamentos, as palavras e as ações. E que tudo isso ele queria mostrar que o que falamos, né, o que sai da boca tenha um impacto moral na vida da gente e na vida do nosso próximo. Então ele queria nos dizer assim que ao invés de nos concentrarmos na, né, na aparência externa, naquele caso rebatendo os fariseus, né, da higiene, do ritual, Jesus apontava para o coração, que é o centro da nossa vida moral, que a contaminação não vem de algo que é físico, mas sim de algo que é espiritual e que se manifesta por meio das nossas falas e ações. Por isso que ele continua ainda nessa passagem, vai lá na 19, ele ainda, né, eh, destaca mais ainda que o coração é fonte de
algo que é espiritual e que se manifesta por meio das nossas falas e ações. Por isso que ele continua ainda nessa passagem, vai lá na 19, ele ainda, né, eh, destaca mais ainda que o coração é fonte de maus, né? Ele queria dizer assim, que o nosso coração são os nossos sentimentos, o que pensamos que leva a gente a falar e a fazer, que é fonte de todo mal, né? Então ele tava querendo, então a gente pode dizer que é fonte dos homicídios, dos adultérios, eh tudo, tudo que a gente faz procede de onde? Procede da forma como sentimos, pensamos e falamos, né? Então são essas coisas que ele queria enfatizar que que nos contaminam, né? E não aquilo eh que entra, né? Que ele falava que entra na boca. Com isso, ela enfatizava que nossa vida moral, ela é influenciada diretamente pelo que sai da nossa boca, ou seja, pelas nossas palavras, pensamentos e ações. Eh, e que nossas palavras, né, ela tem então um poder enorme, tanto para edificar como para destruir. Por isso que é tão importante nós sermos conscientes do que falamos e dos efeitos que provocamos em nós e nos outros. um pouco, né? Ela enfatiza nessa passagem que a nossa vida moral é determinada pelo que está dentro de nós e não pelo que está fora. Tanto que em Lucas já mudando, né, aqui no capítulo 6:45 a gente encontra assim: "O homem bom do bom tesouro do seu coração tira o bem e o homem mal do mau tesouro tira o mal. Porque a boca fala do que está cheio o coração. Então, o que que isso significa? Às vezes a gente eh também teve uma vez, eu preparei uma palestra que a gente falou sobre as tentações, né, que como e não essas tentações no sentido ai aquele pecado, não, são as tentações humanas, né? Porque nós temos essas dois polos dentro da gente. A gente quer ser bom, quer melhorar, mas aí, né, que a gente fala, quanto mais eu rezo, mais o diabo aparece e fala: "Ah, eu quero ser assim, se assim, de repente a gente cai ali." Não tem problema. Somos imperfeitos. a gente levanta e continua no caminho que a gente quer seguir. Mas a gente leu, eu
aparece e fala: "Ah, eu quero ser assim, se assim, de repente a gente cai ali." Não tem problema. Somos imperfeitos. a gente levanta e continua no caminho que a gente quer seguir. Mas a gente leu, eu aprendi aqui com vocês que as tentações que nos acometem, elas nos aquelas tentações que mais nos acomet. Então, ninguém cai numa tentação, sei lá, vamos ver, eh, vamos falar de uma coisa assim bem prosaica, né? eh, que seria a gula. Se uma pessoa não tem isso dentro dela, é aquela pessoa que já come pouquinho, não liga muito para doce, ela vai numa festa, ela não vai cair na tentação de comer muito, mas se ela tem, né, traz dentro dela já aquela coisa de comer muito, de gostar, aí ela já sabe, se eu ficar muito tempo aqui nessa mesa, eu vou cair na tentação. Então é disso que a gente tá falando. A gente tá dizendo assim que nós falamos o que sentimos. nós emitimos, né, ao sentimento. Tanto é que quando a gente tá ansioso, tá irritado, como que saem, né, as nossas palavras. Então, assim que eu fiz essa esse paralelo com aquilo que nos faz sair daquele caminho que a gente tem, aquele propósito de seguir. Eh, então essa citação do bom tesouro do seu coração, tira o bem o homem mal, tira o mal tesouro, foi uma pregação pública de Jesus voltada a uma multidão que ele fazia orientações sobre humildade, perdão, autenticidade moral. Então ele explicava que antes de dizer que a boca fala, né? Então ele disse assim, a boca fala do que está cheio o coração. Aí antes dele falar isso, Jesus comparava eh o ser humano com uma árvore, né? Dizendo: "Cada árvore é conhecida por seus frutos". Então, olha que metáfora, né, profunda que Jesus usava, né, comparando a gente com uma árvore. Então ele dizia, cada árvore é conhecida por seus frutos. E a gente aqui nessa nessa reflexão sobre o poder da palavra, se que sai da nossa boca, se o que a gente fala eh são coisas vazias, são coisas que não constróem, é porque nosso coração está cheio, né, desse tipo de coisas. Eh, e aí Emuel no livro Vinha de Luz, no
e que sai da nossa boca, se o que a gente fala eh são coisas vazias, são coisas que não constróem, é porque nosso coração está cheio, né, desse tipo de coisas. Eh, e aí Emuel no livro Vinha de Luz, no capítulo 16, ele fala muito, né, voltando aqui da responsabilidade espiritual da fala, tem uma mensagem que é intitulada Palavras Amargas, onde ele afirma o seguinte: A palavra amarga traz à tona o fé oculto. O verbo descontrolado é sempre fermento de perturbação. Guardar a língua é preservar-se. Então, quantas vezes o silêncio é tão precioso? A gente já ouviu, né, que uma vez que a palavra sai da nossa boca, ninguém mais segura. Então, Emanuel tá dizendo, olha, guardar a língua é preservar-se. Então, a gente podia também, e eu fico pensando dessa importância, como que é importante muitas vezes a gente guardar a nossa língua, né? a gente ficar em silêncio, porque quantas vezes, né, gente, na nossa vida a gente falou coisas que depois se arrependeu. Então fica para nós essa chave, né, da prática do silêncio nos momentos de discórdia, nos momentos de briga, de irritação, né? Mas a gente conseguir guardar a língua, mesmo que lá dentro a gente saiba o nosso sentimento, aquele nosso coração tá daquele jeito, muitas vezes é melhor esperar um pouco, porque senão a gente já viu que a palavra tem esse poder de ir ao mundo, de destruir ou de construir. Daí, nesse capítulo, emano trata então dos efeitos destrutivos da palavra que é impensada e que ele fala que é uma palavra venenosa. Ele nos convida então a vigilância constante sobre o que expressamos. A palavra amarga, segundo Emanuel, não apenas revela ressentimentos eh acumulados, mas também alimenta o desequilíbrio onde for lançada. Então, a palavra sem controle, quando falamos com impulsividade, frequentemente, né, gente, abre feridas difíceis de curar quando alguém fala coisas que nos magoam, né? Como que, né, a gente fala assim, ai, peguei na na ferida. A gente já não ouviu falar assim: "Ah, peguei na ferida de fulano e
e feridas difíceis de curar quando alguém fala coisas que nos magoam, né? Como que, né, a gente fala assim, ai, peguei na na ferida. A gente já não ouviu falar assim: "Ah, peguei na ferida de fulano e pega mesmo, gente." E difícil curar quando a ferida tá aberta ou alguém vem e, né, toca naquela ferida ou nós mesmos, aí fica assim cada vez mais difícil. Então ele diz assim, conter a língua não é repressão, é disciplina interior que protege a paz ao redor e dentro de nós. Daí a gente entra de novo na importância do vigiai e orai. Na importância, tendo essa clareza, essa consciência de que a palavra tem esse poder, então cabe a nós essa disciplina interior que protege. Ele diz a paz. ao redor e dentro de nós. Sabemos que é muito difícil essa disciplina interior. Nem sempre a gente consegue. É o que a gente tava falando há pouco. Às vezes quanto mais a gente reza, não quer fazer, mais a gente vem. Parece aquela tentação. Mas é um exercício, é um trabalho que a gente faz dentro de nós para disciplinar o que sentimos, o que pensamos e o que falamos. Então ele nos lembra então Emânuel nesse capítulo, né, que a palavra pode ser comparar e que é já um outro livro que é em palavras da vida eterna. Ele diz aprofundando esse tema, a palavra pode ser compada à corrente de água pura ou ao ácido destruidor. Tudo depende do sentimento que a move. Então, ou uma água pura que refresca, que mata a sede, ou um ácido que corroi e que destrói, que tudo vai depender do nosso sentimento, do que moveu, né, eu abrir minha boca e falar determinada coisa. Então ele nos lembra nesse capítulo que o verbo, ou seja, a palavra, é um instrumento poderoso. Ele nos convida, então, a pensar antes de falar, refletindo sobre a emoção que inspira nossas palavras. Ele destaca que não basta falar com correção formal ou com aparência de doçura. É preciso que o sentimento, por trás do que dizemos, seja realmente construtivo. Por isso, é essencial cultivarmos bons pensamentos, pois deles brotam as palavras que irão
ou com aparência de doçura. É preciso que o sentimento, por trás do que dizemos, seja realmente construtivo. Por isso, é essencial cultivarmos bons pensamentos, pois deles brotam as palavras que irão tocar ou ferir os que nos ouvem. Não basta, ele conclui, vigiar a língua. É preciso cultivar a paz, compaixão e verdade no coração. Então tudo, vocês percebem que tudo nos liga aos nossos sentimentos e ao nosso pensamento. Então que o que sai da nossa boca reflete o que nós temos e o que nós fazemos. Mas como nós não somos apenas seres instintivos, né, do reino animal, nós temos dentro de nós a razão. É isso que ele nos alerta. Vamos controlar, vigiar a nossa palavra, né? Vigiar o que sai, prestar atenção no sentimento que nos movem. Sabemos que nem sempre é possível, mas quanto mais espaço a gente der dentro da gente para essa parte mais nobre que temos, para essa parte espiritual, mais isso vai tomar conta de nós. Mas nós vamos compreender como que em determinados momentos a gente só ganha em ficar em silêncio. que quando o nosso sentimento tá todo revirado, né, se nós estamos ansiosos, irritados, o que será que nós vamos falar? E vai ferir, né, a pessoa? Eh, a gente pode pegar na ferida, como dizem, né? Então, para quê? Para quê? Que que vamos ganhar com isso? Sabendo que nossa palavra pode ter o poder de construir, nós vamos, talvez tá destruindo um relacionamento, né? E ao longo do evangelho, né, nós vemos que Jesus utilizava a palavra para transformar realidades. Tem uma passagem muito bonita que foi dita pelos guardas do templo que foram enviados pelos fariseus para prender Jesus. Ela tá em João, capítulo 7, versículo 46. Na época, os líderes religiosos viam Jesus como uma ameaça e queriam silenciá-lo. Então, a ordem dada aos guardas era clara, levá-lo preso. Entanto os eh os guardas a ouvirem suas palavras marcadas por sabedoria, mansidão e poder espiritual, eles foram profundamente tocados e sentiram-se desarmados diante de um Nazareno tão doce e retornaram sem cumprir a missão
a ouvirem suas palavras marcadas por sabedoria, mansidão e poder espiritual, eles foram profundamente tocados e sentiram-se desarmados diante de um Nazareno tão doce e retornaram sem cumprir a missão de prender Jesus. E tá escrito em João aspas, nunca homem algum falou como este homem. Então, se a gente olhar todo o evangelho, nós temos ali exemplos, né, que a gente pode seguir sobre a palavra, porque Jesus é considerado o modelo máximo do uso elevado da palavra. Ele não apenas falava, ele tocava almas, suas palavras curavam. orientavam e libertavam. Então ele consolava os aflitos com no sermão da montanha, que esclarecia com sabedoria, como naquele diálogo com Nicodemos, libertava consciências, né, como ao perdoar a mulher adúltera e curava doenças e desespero, né, como naquele cego, né, Bartimeu, que era aquele cego muito pobre que vivia ali, que começou clamar a Jesus. Jesus, filho de Davi, tem misericórdia de mim. Jesus tão tocado. E qual é, qual foi a palavra síntese de Jesus nessa passagem? Vai, a tua fé te salvou. Então, não eram discursos, não eram palavras vazias, eram palavras e frases sábias, com sabedoria, e que dizia aquilo que queria dizer. Então, são esses os exemplos, né? Então, eram palavras. Outro exemplo muito comovente foi eh quando Jesus foi curar a filha de Jairo, que já estava, né, desfalecida. Aí ele disse: "Talita cum". Que quer dizer no aramaico, menina, levanta-te. Então, não tinha discursos, não tinha eh, como se diz, eh, discurso moralistas, não. Ele dizia aquilo que tinha que dizer com fala simples, mas revestida de amor e autoridade moral. não gritava, não humilhava, não ironizava, dizia apenas o necessário no momento oportuno. Então, é esse o modelo que somos convidados a seguir. Daí, dito isso, eu queria rapidamente falar eh do vício que gera eh a palavra maldita, né? Né? Maldita é mal, depois dita, né? palavra que é vazia e que vem destruir e que a gente já ouviu sobre esse vício que chama maledicência, que é o veneno da linguagem. Qual é a origem dessa
ldita, né? Né? Maldita é mal, depois dita, né? palavra que é vazia e que vem destruir e que a gente já ouviu sobre esse vício que chama maledicência, que é o veneno da linguagem. Qual é a origem dessa palavra? Ela vem do latim malcere de séere, que significa literalmente falar mal. designa o ato de falar negativamente sobre outra pessoa com a intenção ou efeito de prejudicar sua imagem ou reputação. E no evangelho, né? Então, na no campo moral, a maledicência é uma falha grave, pois é incompatível com a lei da caridade ensinada por Jesus. Mesmo que se diga a verdade, quando se fala com intuíto dispor ou julgar, falta o amor. No Evangelho Segundo Espiritismo, no capítulo 9 tem 6, o espírito protetor afirma o seguinte: "A benevolência para com os semelhantes, fruto do amor ao próximo, produz a afabilidade e a doçura que lhe são as manifestações. Essa bondade, porém, não exclui a firmeza. E Emanuel, em Fonte Viva adverte sobre a maledicência. Falar mal na legítima significação será render homenagem aos instintos inferiores e renunciar ao título de cooperador de Deus para ser crítico de suas obras. A maledicência é um tóxico sutil que pode conduzir o discípulo a imensos disparates. Então, quanto mal que a gente provoca quando a gente tá falando do outro, expondo o outro, né? E aí tem uma um estudo de caso que chama assim, que tá lá no irmão X, que eu sempre gosto de de citar, é uma uma história, né, contada. É um conto que se chama ameada. Pra gente ver um pouco, né, no extremo as consequências da maledicência. Tá no livro Estante da Vida do Irmão X, Humberto de Campos, psicografado por Chico Xavier. conta a história então da vizinha, dona Lequinha, que está no ônibus e ouve a conversa de duas vizinhas. Então, na conversa elas falavam assim, uma delas falava assim: "Ah, eu não consigo, por exemplo, não é bem assim, mas vou resumir para dar tempo". Ela dizia assim: "Não consigo eh deixar o Dionísio". Aí a outra falou assim: "Mas você ama o Dionísio tanto quanto seu marido?" Ela falava: "Sim, não consigo
em assim, mas vou resumir para dar tempo". Ela dizia assim: "Não consigo eh deixar o Dionísio". Aí a outra falou assim: "Mas você ama o Dionísio tanto quanto seu marido?" Ela falava: "Sim, não consigo ficar sem ele, né? Então elas estavam falando, gente, de um gato que chamava Dionísio. E de forma precipitada a dona Lequinha, que tava em pé, as duas conversando, ouviu aquilo, falou: "Nossa, mas ela tá traindo o marido com esse Dionísio". chegou em casa, contou pro marido. O marido trabalhava com a esposa de uma dessas vizinhas que eu esqueci o nome agora, e contou pro marido, olha, fulana tá tendo um caso, né? Daí o marido, que era muito amigo desse colega de trabalho, foi lá e falou: "Olha, infelizmente eu tenho que te contar isso. Sua mulher tá te traindo". E aí na conversa do ônibus elas falavam assim: "Então, hoje à tarde, ele vai lá em casa, né?" E ficou assim como se tivesse tudo armado. E esse então o marido da dona Lequinha contou. Aí o marido desconfiado foi lá no determinado horário e viu um homem que estava assim como se debruçado na cama. E aí com tudo isso, com aquela fala maledicente e com o que ele viu, ele formou toda aquela história na sua mente, na sua alma, foi e se suicidou. Aí a conclusão que a gente pode tirar daqui é que estrago, né, gente, que que traz a maledicência, que traz a palavra mal falada, né, por conta de um gato, de uma coisa que estava, se a gente analisar a dona Lequinha e que pensou isso significava que esse mal tava dentro dela. Então, ela destruiu uma pessoa, destruiu uma família por conta das suas palavras e que emergiam é do seu coração. Então essa história ilustra com essa sensibilidade e ironia o poder destrutivo de uma palavra leviana proferida sem caridade nem certeza. Irmão X nos adverte por meio dessa história que a maledicência não apenas fere reputações, ela pode matar esperanças, afetos e vidas. Por tudo isso, pra gente encerrar, né, o que fazer então, né, diante dessa reflexão de que o que falamos pode construir e
icência não apenas fere reputações, ela pode matar esperanças, afetos e vidas. Por tudo isso, pra gente encerrar, né, o que fazer então, né, diante dessa reflexão de que o que falamos pode construir e destruir, né? Então, a pista vem da gente saber que o que falamos emerge dos nossos sentimentos e dos nossos pensamentos. Então, a importância da gente primeiro cuidar dos nossos sentimentos e dos nossos pensamentos por meio do que a gente aprende aqui na comunhão, em todos os lugares que a gente vai conversar, nós recebemos esse conselho, a reforma íntima, né, que pra gente conseguir trabalhar as nossas palavras, a gente precisa desse autoconhecimento. a gente precisa prestar atenção em nós, olhar o que me move a falar isso. Então, isso tudo vem dessa reforma íntima, que é esse trabalho silencioso e progressivo, que começa com o autoconhecimento e prossegue com a prática do bem. Muito obrigada, gente. Agradecer a Enid. Enquanto ela falava, eu me lembrei dos bombões, gente. Quando Deus você vê um bombonzinho, você não consegue ficar num só, né? Eu fiquei pensando: "Meu Deus, olha a minha agula". Mas vamos então elevar os pensamentos em agradecimento a esse pai maravilhoso, a esse irmão Jesus, nosso companheiro. Agradecer a Enedicência, muitas vezes, aparentemente pequenininha, né, mas ela cresce conforme a dor interior de cada um. E vou sugerir, toda vez eu gosto de sugerir alguma leitura, mas esse livro eu nunca li é interessantíssimo porque ele é do Hamed e é uma consequência, ou seja, uma continuidade do as dores da alma que eu já venho falando com vocês. Esse é a imensidão dos sentidos. é do mesmo autor do As Dores da Alma e é a mesma forma que ele tem de conduzir o diálogo conosco. Então, agradecendo a espiritualidade, a Deus nosso pai, vamos lembrar do mês de Maria. Ave Maria, cheia de graças, o Senhor é convosco. Bendito sois vós entre as mulheres. Bendito é o fruto do vosso ventre, Jesus. Santa Maria, mãe de Jesus, rogai por todos nós, encarnados e desencarnados
ve Maria, cheia de graças, o Senhor é convosco. Bendito sois vós entre as mulheres. Bendito é o fruto do vosso ventre, Jesus. Santa Maria, mãe de Jesus, rogai por todos nós, encarnados e desencarnados nesse planeta e por esse universo aa que todos possam receber a energia vinda do mais alto, mas não é do mais alto no sentido de ficarmos aguardando algo e sim de praticarmos o bem, agradecendo sempre, porque aqui É a escola da vida. Que assim seja. Graças a Deus. Fazer um convite a todos. Nós, só para lembrar, porque eu já falamos a semana passada, nós agora temos a 30 a o passe era virtual, agora é presencial. Então, quem puder divulgar que a partir meio 30 nós temos o passe também presencial. E no dia 1eo de junho teremos a nossa festa junina. Então, coloquem no aí na agenda de vocês, porque a festa junina, o o todo o valor que vier a entrar é em benefício das crianças lá da do abrigo do nosso lar. Então, dia 1eo de junho é a partir de 11 horas, vale a pena um almoço gostoso, estarmos presentes, um olhando pro outro, ai você que bom, não sabe, né? É interessante a gente se confraternizar. Então, os convites estão feitos. Que a paz esteja com todos. Aguardem que serão chamados pro passe. Que assim seja. Eu tô vendendo participar. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a
emos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. E também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais.
aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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