O PAPEL DA VONTADE - Enid Rocha [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 01/12/2025 (há 4 meses) 48:51 697 visualizações

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Transcrição

Ando luz, buscando a ti, buscando [música] a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. >> Senhor, estou aqui para agradecer [música] de coração a paz [música] dentro de mim que encontrei na [música] comunhão. Foi nessa casa [música] que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. >> Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, [música] aqui eu entendi qual o valor >> dessa missão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de [música] viver, doando amor, vibrando luz, [música] buscando a ti, buscando a obrigado a comunhão espírita de Brasília. >> Senhor [música] Estou aqui para agradecer de coração a paz [música] dentro de mim que encontrei [música] na comunhão. Foi nessa casa [música] que aprendi toda a beleza de viver, [música] doando amor, vibrando luz, buscando [música] a ti. Senhor, >> bom dia a todos e todas. Sejam muito bem-vindos à comunhão espírita de Brasília. Estamos hoje no primeiro dia de dezembro, terminando o ano, terminou o ano, né, vamos dizer assim, e vamos aproveitar e agradecer porque podemos participar desse banquete que é a reencarnação. Vamos uma breve leitura para não atrapalhar, provavelmente do livro Vigiai e Orai. Antes de qualquer palavra depreciativa sobre a vida dos semelhantes, coloca-te no lugar de quem pretendes criticar. Imagina-te, mas imagina-te com sinceridade na situação de quem é alvo de teus comentários. Engraçado era o que nós estamos comentando aqui, né? estivesses vivenciando as experiências que vivenciam, provavelmente fizesses pior. Caso sofresses o que sofrem, é possível que não te mantivesses com tanta dignidade. Sustentasses a luta íntima que sustentam, não serias capaz de prever a tua reação. Atravessas as dificuldades que atravessam, talvez não resistisse às injúrias que são compelidas ao ouvir. Imagina-te na pele de quem amarga em compreensão aleheia antes os acontecimentos que lhe surgiram do fugiram do controle. Provavelmente sequer tivesses ânimo para defender-te de quem? Para acusar-te nada mais

te na pele de quem amarga em compreensão aleheia antes os acontecimentos que lhe surgiram do fugiram do controle. Provavelmente sequer tivesses ânimo para defender-te de quem? Para acusar-te nada mais tivesse que fazer ao abrir a boca. Bom, é importante que exatamente o tema desse livro, vigiai e orai, como muitas vezes nós nos esquecemos de vigiar e temos julgamentos precipitados, indevidos, talvez até, né? Então, vamos aproveitar esses momentos hoje, dia 1eo de dezembro de 2025, dar tchau para esse ano que se vai e dizer obrigado, Senhor, porque aqui nos encontramos mais uma vez juntos. nessa caminhada. E vamos então passar a palavra paraa Enid, que irá apresentar o tema e a bibliografia pela qual ela se baseou para fazer essa reflexão. Seja bem-vinda. Bom dia a todos e todas. Eh, um prazer muito grande sempre que tem oportunidade de estar aqui para trazer eh alguma algum tema para que possamos refletir sempre pensando na melhoria da do nosso espírito, da melhoria da dos nossos comportamentos, uma reflexão, né, das nossas ações. E sempre eu fico eh muito impressionada positivamente, porque muitas vezes eu trago um tema, né, que eu escolhi aqui pra gente conversar e quando a dirigente do dia ou anete escolhe uma mensagem para ler e eu fico impressionada muitas vezes com eh a conexão, né, da mensagem que é lida ali por acaso, né, ela tinha duas abertas e nós escolhemos essa, mas já tava aberta a conexão com o tema, né, que eu trouxe hoje pra gente conversar. Nós vamos conversar hoje sobre algo que toca profundamente a vida de todos nós, né, que é a distância entre quem somos hoje e quem gostaríamos de ser. Então, o tema que nós vamos refletir hoje, que tem como título Entre quem somos e quem queremos ser. E aí a Anete leu uma mensagem do livro eh do irmão José, né, que é Vigiai e Orai, que tá justamente dizendo que eh da importância da gente se colocar no lugar do outro, né, antes de criticar, reclamar, né? Isso tem muito a ver com aquilo que queremos ser e com quem somos hoje. Porque muitas

stamente dizendo que eh da importância da gente se colocar no lugar do outro, né, antes de criticar, reclamar, né? Isso tem muito a ver com aquilo que queremos ser e com quem somos hoje. Porque muitas vezes a gente não quer ser assim, né? a gente fala: "Não, eh, eu gostaria de, né, não ser uma pessoa que tem esse senso crítico em relação às ações do outro tão apurada, né? Gostaria de ser uma pessoa melhor, mas quando a gente vê, a gente já foi e já falou qualquer coisa, né? reclamou do outro, pensou e aí a gente deixou de ser quem a gente queria ser e somos quem somos hoje. Então essa reflexão que eu queria trazer com vocês, que é essa distância que aparece, né, em muitos aspectos, eh muitos, eh, práticas, muitos dramas do nosso cotidiano, né, isso tá sempre aparecendo. Então, muitas vezes a gente fala assim: "Hoje eu não vou perder a paciência. Daí daqui a pouquinho a gente tá ali no trânsito, alguém dá uma fechada ou buzina ou fica muito tempo parado com o semáforo aberto e aí surge aquela irritação e aí a gente não consegue respirar fundo e pronto. A gente não é aquela pessoa que gostaríamos de ser. Então também muitas vezes, né, essa essa coisa aparece dentro de nós num aspecto muito importante que a gente eh pensa assim: "Ah, eu confio em Deus, né, que vai dar tudo certo, a gente decide confiar, tá passando por um problema, algumas circunstâncias, mas assim, mais adiante vem aquela incerteza, aquela ansiedade, né, aquele medo e aí a gente vai agindo no automático, né, também aparece Quando a gente pensa assim, eu quero agir com equilíbrio, né? Não quero ficar oscilando tanto, mas aí vem um impulso, uma lembrança, uma emoção mais forte e aí quebra toda a nossa intenção de sermos pessoas melhores, né? Então tudo isso, todos nós, né, já passamos por isso. É por isso que essa reflexão é tão importante, justamente eh essa discussão de quem somos hoje e quem gostaríamos de ser. Essa luta que é profundamente humana. Então, se a gente pensar isso, essa luta, né, entre quem

ssa reflexão é tão importante, justamente eh essa discussão de quem somos hoje e quem gostaríamos de ser. Essa luta que é profundamente humana. Então, se a gente pensar isso, essa luta, né, entre quem somos e quem gostaríamos de ser, né, ela não é uma luta, por exemplo, dos animais, né, por quê? Porque eles não têm essa razão, esse pensamento, né? Eles são quem eles são agindo por instinto também. não é uma luta dos espíritos superiores que já ultrapassaram, né, já conseguem dominar os instintos, as emoções. Então essa, né, entre quem somos hoje e quem gostaríamos de ser, né, é uma luta nossa, né, que estamos entre, como diz Emanuel, entre a animalidade e a angelitude. Então, somos nós, os seres humanos. né? Então, porque entre os anjos, né, na angelitude, entre os espíritos eh elevados, eles já conseguem, né, já conseguiram integrar a vontade, a emoção, o pensamento e a ação. Então, não há essa cisão como há na gente, que ora a gente tá, né, naquele extremo, ora tá para lá. Então, eh, a gente fica buscando esse equilíbrio. Tem uma literatura hindu, talvez vocês conhecem, que é o bagavaguita. Ele eh divide as ações dos seres humanos em três, né? Tem assim uns nomes eh diferentes, né? Eu vou só falar aqui, mas ela quer quer dizer assim, então tem rajas, tamas e sát. tá querendo dizer assim, rajas, é quando a gente tá naquele extremo, né, eh, com falta, porque muitas vezes tem aquele extremo da inércia, onde a gente não faz nada, né? Deixa a vida me levar. E tem aquela do excesso, ou então a gente trabalha muito, tá sempre irritado, tá fazendo isso e tem, né? E aí diz essa literatura e também a gente encontra esse diálogo, né, em toda a literatura espírita, que a importância da gente buscar o equilíbrio, né, nem a carência, nem o excesso, mas buscar o equilíbrio. Mas como nós estamos, né, nessa parte da evolução, que é a evolução humana, adquirimos a razão, né, como diz Emanuel, entre animalidade e angelitude, a gente fica oscilando para lá e para cá. É por isso que nós nunca eh nem

é, nessa parte da evolução, que é a evolução humana, adquirimos a razão, né, como diz Emanuel, entre animalidade e angelitude, a gente fica oscilando para lá e para cá. É por isso que nós nunca eh nem sempre conseguimos ser aquela pessoa que queremos ser, né? Então, eh, essa reflexão é importante a gente pensar isso, porque esse conflito, né, esse choque entre o impulso e o ideal, entre o que sentimos e o que desejamos sentir, entre a reação automática e a resposta consciente, é exatamente o núcleo da nossa evolução espiritual. E se tem uma coisa que nós não temos dúvida, é que tudo evolui, que nós estamos aqui em evolução. E se é que é fato que nós já passamos pela animalidade, né, e agora a gente adquiriu a razão, estamos desenvolvendo que isso é a parte do ser humano também. É verdade que nós temos os instintos dentro de nós, né? Então, eh, dominar os desejos, dominar os instintos, é esse o nosso aprendizado. Então, por isso que refletir, né, esse processo em que que nós estamos aqui, porque se cada eh cada coisa da natureza, da vida, tem a sua missão, tem o seu objetivo, então nosso ser humano justamente é equilibrar, né? eh eh equilibrar e dominar os nossos instintos, as nossas emoções, né, os nossos desejos e buscar o nosso dever, né, viver com equilíbrio, mas também entender que se essa é nossa luta, não tem problema, cai aqui, cai ali. O que é importante a gente notar é se quando a gente cai, né, a gente observou que caiu. Isso é o sinal de que a gente tá ficando, ó, mais esperta em relação à gente mesmo. A gente tá aplicando o autoconhecimento, tá olhando aquilo que faz, porque já houve tempo e às vezes, muitas vezes, acontece quando a gente age no automático, a gente vai errando as cegas, né, irritando ali, ficando inerte ali, mas sem se dar conta que a gente tá dessa maneira. Então, o mais importante é a gente olhar depois, como nos ensina, né, Santo Agostinho, que conta que antes de dormir que ele repassava, né, a vida dele para ver como é que ele agiu e aí a gente saber saber

, o mais importante é a gente olhar depois, como nos ensina, né, Santo Agostinho, que conta que antes de dormir que ele repassava, né, a vida dele para ver como é que ele agiu e aí a gente saber saber observar e falar: "Nossa, ali realmente não agi bem, né? Deveria, não fui quem eu gostaria de ser, né? Ou eh me cedi, né? Ou não fiz, né? Não vivi aquilo que é a minha essência divina. Então, quando a gente começa a observar isso, é um sinal muito importante, né? É um sinal de que nós estamos de fato, né, crescendo, porque a gente já tá vendo. Agora, acontece muitas vezes quando a gente não se dá conta de errar, de não agir de acordo com a nossa essência e a gente nem perceber. Aí sim, mora o perigo, né? Porque aí a gente eh nem se percebe, né? Porque nós temos também, Emmanuel também nos explica o princípio da associação, né? como que por meio dos nossos pensamentos, da energia, do sentimento que nós emitimos, como que a gente se associa com energias, né, que nos rodeiam, tanto dos nossos irmãos encarnados como os desencarnados que se assemelham e pensam como a gente. Então, se nós não estamos vigiando em primeiro lugar, né, e orando, quando a gente observa que tá quase, né, caindo ali naquela tendência, a gente nem se percebe e vive, né, nessa associação como um jogo, né, para lá e para cá. Então, eh, para nos ajudar, né, nessa jornada, nós vamos recorrer aqui, eh, a três guias fundamentais. Paulo, né, o apóstolo Paulo, que reconhece com honestidade essa luta íntima, Emmanuel, que explica com clareza a mecânica desse dessa luta dentro do nosso pensamento. E Jesus que nos mostra então o destino final dessa caminhada. Sedes perfeitos como perfeito é o vosso pai, né? Então, Paulo, apóstolo Paulo, em uma das confissões mais humanas, né, do Evangelho, ele disse assim: "Está em Romanos, capítulo 7, versículo 15. Olha que importante pra gente ver que não é uma luta só nossa, né?" Então Paulo diz assim: "Pois não faço o bem que quero, mas o mal que não quero, esse faço." Então ele tá dizendo assim: "Eu queira,

Olha que importante pra gente ver que não é uma luta só nossa, né?" Então Paulo diz assim: "Pois não faço o bem que quero, mas o mal que não quero, esse faço." Então ele tá dizendo assim: "Eu queira, eu quero fazer o bem, mas quando eu vejo, eu não fiz e sim fiz o mal". Então, quantas vezes isso não nos acontece, né? Por isso que é importante a gente ter essa chave, né, desse conhecimento de pensar, é normal, porque essa é a luta dos seres humanos. a gente de fasto dominar nossos desejos, dominar nossos instintos e não é o dominar, reprimir, porque isso está sempre dentro de nós, né? Porque se é verdade que estamos em evolução, nós já falamos, nós temos os instintos de sobrevivência, né? Nós temos os instintos eh que os instintos de sobrevivência não é só comer, né, tomar água ou coisa parecida em relação ao nosso corpo, mas esse instinto de sobrevivência, por exemplo, ele aparece, vamos supor, lá no nosso trabalho, quando a gente eh muitas vezes quer passar na frente do outro, né, para ter alguma vantagem a mais, né, ou tá no trânsito, quer passar na frente. Então, tudo isso é nosso instinto de sobrevivência. Mas se a gente para nesses momentos e consegue pensar e respirar fundo, a gente vai dizer assim: "Isso é o que eu quero ser, né? Será que é assim que eu quero ser?" A gente vai ver que não, porque como nós temos o reino de Deus em nós, né? Eh, existe, como diz Kardec, que o reino de Deus está na nossa consciência e que a gente sabe qual é o nosso dever, nós buscamos o equilíbrio, a gente vai pensar e vai falar: "Não, não é essa pessoa que eu quero ser. Deixa aí, né? Isso não é o mais importante." Só que, como diz Paulo, todos nós oscilamos para lá e para cá. Então, essa frase do do apóstolo Paulo é o retrato perfeito do nosso desafio, é o resumo do nosso tema de hoje, ou seja, a travessia entre quem somos e quem desejamos ser. E é nesse intervalo, nesse entre, né, o que eu sou hoje e o que eu quero ser amanhã, que vivem então a vontade, a disciplina, a vigilância, a cooperação interior e a

e quem somos e quem desejamos ser. E é nesse intervalo, nesse entre, né, o que eu sou hoje e o que eu quero ser amanhã, que vivem então a vontade, a disciplina, a vigilância, a cooperação interior e a misericórdia divina que nos acompanham. Então, e aí nós entramos então aqui, gente, nesse livrinho. Para quem já me viu, sabe que eu gosto demais desse livro, que é Pensamento e Vida. Ele tem uma história muito bonita para mim. Eu ainda fazia o ESD, acho que era o primeiro ano que eu estava e tinha no final do ano o instrutor fazer uma brincadeira pra gente dar presentes de livros pros colegas. E eu então recebi esse livro do próprio instrutor, seu Artur, e eu li ele muitas vezes e nada eu entendia. Eu não entendia porque ele é um pouco complexo. A gente tava, né, começando há muitos anos atrás. Daí hoje eu vejo que esse livro ele traz tanta coisa para vocês eh saberem a história dele, né? O livro Pensamento e Vida, ele veio, ele é uma cartilha falada no mundo espiritual que é lida, tá escrito aqui, para todos os seres que estão de volta ao berço, ou seja, que estão prestes a reencarnar. Então aqui, né, Emanuel conta que uma pessoa pediu para que perguntando a ele, será que tem alguma coisa, algum livrinho aí que em palavras, né, que possa nos ajudar na experiência humana? Então, segundo ele, né, ele se lembrou dessa cartilha falada lá no mundo espiritual para aquela para nós que estávamos prestes a desencarnar. Ele diz aqui: "Eu aqui, portanto, eis aqui, portanto, adaptada quanto possível ao campo do esforço humano, a nossa cartilha simples, pensamento e vida chamam-lhe no mundo espiritual e sob a mesma designação oferecemos-la aos nossos irmãos de luta, temporariamente internados na esfera física para, olha só, para informá-los mais uma vez de que nosso pensamento cria a vida que procuramos através do reflexo de nós mesmos, até que nos identifiquemos um dia no curso dos milênios, com a sabedoria infinita e com infinito amor, que constituem o pensamento e a vida do nosso pai. E o

ocuramos através do reflexo de nós mesmos, até que nos identifiquemos um dia no curso dos milênios, com a sabedoria infinita e com infinito amor, que constituem o pensamento e a vida do nosso pai. E o que que ele nos ensina que tem relação, né, com o que a gente tá falando hoje. Logo no seu primeiro, né, eh, primeiro capítulo, a mensagem é sobre o pensamento, né? Ele traz aqui, eh, de uma forma muito profunda, querendo dizer para nós que o nosso pensamento ou a mente, como ele chama, é o espelho da vida em toda parte. Então, que nós, ele diz assim, eh, que nós vivemos por fora, que a nossa vida é aquilo que nós construímos por dentro. Então, nós emitimos pensamentos e também os recebemos. Atraímos aquilo que sintonizamos. os mesmos sentimentos retornam, os mesmos desafios desaparecem, porque nossa vida mental ainda vibra na mesma faixa. E se a gente olhar, o apóstolo Paulo também reconhece essa lei quando ele diz assim: "Não faço, apesar de querer o bem, a nossa natureza antiga, nossos instintos ainda nos influencia intensamente. Então, nessa mesma mensagem que Emanuel fala, então, que nós temos que que a mente é o espelho da vida em toda parte, ele diz assim em outras, né, em palavras mais rebuscadas, ele ele compara a nossa vida humana como um diamante bruto enterrado lá na Terra, né, lá de baixo e que ele é encontrado, ele emerge, mas ele vai ser burilado. Então, assim somos nós na nas experiências reencarnatórias, a cada vez a gente vai burando nossos o nosso espírito. Daí eh ele explica mais um pouquinho assim que definindo a nossa mente, né, como o espelho da vida. Então, o que que é? Quando ele fala o espelho da vida, gente, significa assim que, vamos supor, aqui tá o nosso pensamento, que é o espelho, aí ele reflete a nossa vida. Então, o que pensamos, né? Daí ele explica assim, olha, reconhecemos, olha só, que o coração é a face desse espelho. Então significa que nós sentimos, né, nós sentimos a face do nosso espelho, que é a vida que nós temos, e o cérebro é o centro de suas ondulações,

cemos, olha só, que o coração é a face desse espelho. Então significa que nós sentimos, né, nós sentimos a face do nosso espelho, que é a vida que nós temos, e o cérebro é o centro de suas ondulações, gerando a força do do pensamento que tudo move, criando e transformando, destruindo e refazendo para nos acisolar, no nos prender, né, no mesmo espaço, né, demorando mais para galgar degrau. ou para nos sublimar. Então ele explica assim: "Ah, esse mecanismo eu sinto, emito, meu cérebro trabalha essas energias e daí eu ajo, faço e falo." Por isso que é essa importância que a gente fala tanto aqui do vigiar e orar. Para nós caminharmos para sermos a pessoa que nós gostaríamos de ser, a gente precisa saber que hoje nós temos a vida que nós construímos por meio dos nossos sentimentos que viram pensamentos, palavras, né, e ações na prática do nosso cotidiano. Então, olha que importância. Eh, daí ele nos explica, né, que justamente o que a gente falou há pouco, que é a posição evolutiva em que nós encontramos entre animalidade e angelitude. Segundando Emanuel, estamos entre a animalidade e a angelitude. Carregamos instintos antigos, impulsos automáticos, emoções intensas e pouco disciplinadas. A alma humana ainda não domina suas forças íntimas. Por isso existe essa diferença entre o que desejamos viver e o que conseguimos realizar. É exatamente essa essa tensão que Paulo então descreve naquela passagem. Aí, eh, a gente vai dizendo sobre a temperança, né, que a virtude da temperança é justamente a gente conseguir dominar, né, os os nossos instintos e desejos, porque a gente vive muito assim naquela coisa de que, ah, eu faço o que eu gosto ou eu não vou fazer isso daqui porque eu não gosto, né? Não, não vou ser assim porque eu sou, né, de tal jeito. Então a gente vive naquela eu gosto, eu não gosto, então não vou. Quando na verdade a gente precisa viver, né, e andar pela linha do dever, né, não é esse dever imposto por outras pessoas, mas é imposto por nós mesmos, né? Quando nós sabemos o que é

, então não vou. Quando na verdade a gente precisa viver, né, e andar pela linha do dever, né, não é esse dever imposto por outras pessoas, mas é imposto por nós mesmos, né? Quando nós sabemos o que é necessário ser feito, né? que eu não vou viver só dos prazeres ou vou deixar de fazer, não. A gente vai olhar para nós e vai pensar um pouquinho que é que eu tô fazendo aqui, né? o que é que se esperam de mim como ser humano? Daí, eh, que eu achei importante, né, trazer para vocês também para ilustrar a nossa a nossa reflexão, o mito de Penélope, né, tecer e desfazer como nós, porque muitas vezes o que que acontece com a gente? a gente à noite, tem aquelas boas intenções, acorda cedo, super bem intencionado, vou fazer assim, vou fazer tal, mas quando a gente vê, a gente não conseguiu e desfez tudo. Então, eh, nesse mito de Penélope, eh, falando um pouquinho, ela foi uma personagem da mitologia grega, né? É uma personagem conhecida por sua fidelidade e pela sua paciência. Então, ela era cônjuge de Ulisses. Ulisses estava longe, né? E ela que estava ali no reino, ela era pressionada porque ela, Ulisses, tinha ido à guerra, então ela era pressionada a ter um novo marido. E aí ela inventou então que ela ia tecer, né, eh, uma grande mortalha e disse: "Quando isso estiver pronto, aí eu me caso de novo". Né? Só que ela tinha paciência e tinha aquela esperança da volta do Ulíes. Então o que que ela fazia para ganhar tempo, ela teve uma ideia muito simples, né? Ela disse que só tomaria uma decisão depois de terminar e tecer uma grande mortalha. Então, todos os dias ela sentava-se no tear e tecia fio após fio, mas quando a noite chegava, ela já tava tudo em silêncio, ela desfazia tudo que ela tinha feito durante o dia e assim, descendo e desfazendo, ela resistiu por anos. Então, é uma imagem muito bonita para falar de nós mesmos na nossa vida espiritual. Fazemos exatamente isso. De manhã tecemos o esforço sincero, dizendo assim: "Hoje vou ser mais paciente, hoje vou me controlar, hoje vou arrigir

nita para falar de nós mesmos na nossa vida espiritual. Fazemos exatamente isso. De manhã tecemos o esforço sincero, dizendo assim: "Hoje vou ser mais paciente, hoje vou me controlar, hoje vou arrigir diferente." Mas muitas vezes quando a noite chega e olhamos pro nosso dia, percebemos que desfazemos um pedaço do tecido, uma irritação que não seguramos, um impulso que não conseguimos dominar, uma palavra grosseira, né, que magoou, que escapou, um velho hábito que não conseguimos deixar, que voltou. Mas isso é importante a gente ter claro, não significa que falhamos. significa que estamos aprendendo. O importante, assim como no mito de Penélope, é não deixar de tecer, é continuar apesar das recaídas, retomar apesar do cansaço, reconstruir apesar dos fios que se soltam. Então essa constância, por isso que eu disse no início, o ruim não é observar que caímos de novo no velho hábito. O ruim é nem perceber que caímos. Então é sempre, gente, tá aprofundando esse autoconhecimento, estar aprofundando o hábito de nos observarmos, de olhar como somos, né? Porque toda mudança é de dentro para fora. E aí, continuando em Emanuel, bem rápido, né, eu vou tentar resumir. Então, ele nos explica, né, que olha o desafio que temos, né, a gente teria que mudar nossos sentimentos para mudar o nosso pensamento e as nossas ações. Mas ele explica que nós ficamos durante muitas vidas, muito tempo, no mesmo campo de ação, né? Muitas vezes caindo naqueles mesmos vícios, naqueles mesmos velhos hábitos, que isso demora um tempo até que a gente consiga ultrapassar algum algum degrau, assim como no mino de Penélope, que vai desfaz e faz, mas que a gente consegue. Daí como, né, que a gente consegue? Ele diz assim, ele depois no outro capítulo que ele fala, ele é o capítulo da vontade, aí rapidamente ele fala que a nossa mente é como se fosse uma grande empresa. Então, nós temos dentro dela nossos sentimentos, eh nós temos dentro dela nossas emoções, nós temos a inteligência, a imaginação, daí tudo

le fala que a nossa mente é como se fosse uma grande empresa. Então, nós temos dentro dela nossos sentimentos, eh nós temos dentro dela nossas emoções, nós temos a inteligência, a imaginação, daí tudo isso são departamentos, mas ele explica que nesse gabinete, né, nessa empresa que é a nossa mente, que nós temos nossos instintos, a nossa inteligência, a nossa imaginação, tudo isso que tá aqui, existe um gabinete que comanda tudo. Ele explica, esse é o gabinete da vontade. E ele diz que nós recebemos esse gabinete da vontade que aquilo dentro de nós que todos nós sentimos muitas vezes que gente que às vezes tá lá deitado na cama e sei lá, a gente tem que ir na academia, sabe que tem que fazer qualquer coisa e aí a gente sente aquela coisa dentro de nós, aquela vontade, aquele impulso em outras circunstâncias da nossa vida e que nós recebemos essa xispa, essa luz, né, por misericórdia divina. Então ele diz que é por meio da vontade que nós conseguimos então esse autocontrole seguir o caminho do meio. Então é muito, muito bacana a gente saber que nós temos para onde correr, né? Isso tá dentro de nós. Esse que é o reino de Deus em nós. Aquela vontade que no desperta, aquela vontade que nos trouxe aqui hoje. Isso é a vontade nos trouxe aquele aquele sentimento de ouvir, de tomar um passe, de melhorar, de fazer. Essa é a parte divina em nós. Então, é por meio dessa vontade que a gente consegue controlar esses nossos desejos, né? Viver em harmonia. E aí, eh, já tentando encerrar, também trouxe uma história que ela amplia um pouco essa nossa discussão e nos talvez nos faz fazer uma reflexão, que ela fala sobre o sábio e as tentações. Conta-se que um discípulo buscou um mestre espiritual muito idoso, conhecido pela serenidade que radiava. era alguém que já tinha vivido décadas, né, a oração, ao serviço e ao trabalho interior. Então, era um ser muito evoluído, né, a gente pode imaginar um ser que já ancião, né, que tinha dedicado muito tempo para sua melhoria interna. Aí o discípulo, impressionado

ço e ao trabalho interior. Então, era um ser muito evoluído, né, a gente pode imaginar um ser que já ancião, né, que tinha dedicado muito tempo para sua melhoria interna. Aí o discípulo, impressionado com a paz daquele sábio, perguntou: "Mestre, depois de tantos anos de vida espiritual, o senhor ainda sente tentações?" O sábio sorriu e respondeu com simplicidade: "Sinto, sim". Então vocês imaginam, né? um grande sábio, com vasta, né, dedicação espiritual, já a gente pode imaginar já vivendo num certo isolamento, ele admitiu que ele ainda sente as tentações. Aí o discípulo, surpreso, insistiu: "Mas como é possível? O senhor parece tão iluminado, tão acima dessas coisas?" O mestre olhou para ele com ternura e disse: "Meu filho, a diferença é que eu aprendi a não acreditar em todas elas". Essa resposta que ele deu, gente, é muito profunda. Ele diz: "Sim, eu tenho, mas eu aprendi a não acreditar em todas elas". Então, como que isso cabe pra gente mesmo? que às vezes a gente tem muitos impulsos e desejos e sem questionar a gente segue tal impulso, tal desejo. E se a gente, porque a gente acredita em tudo e a nossa mente, como nós vimos, a gente vive, né, a associação e a reciprocidade. Então, muitas vezes nem é um desejo nosso, não é aquilo que queremos fazer. Então, convém a gente se questionar, olhar para nós e falar: "Sei lá se é isso mesmo que eu quero, né? Será se eu vou atrás, né, desse sonho, esse desejo?" Então, foi uma resposta muito profunda desse sábio que mostra que a evolução espiritual não elimina todos os impulsos, desejos, medos ou emoções automáticas. Isso vive dentro de nós, porque nós passamos pela animalidade, tudo isso tá dentro de nós, né? Elas ainda surgem porque fazem parte da nossa natureza em desenvolvimento. Mas o sábio com o tempo aprendeu algo essencial. Nem todo impulso, nem todo desejo, nem toda ideia que aparece dentro de nós merece ser seguido. Nem todo desejo é verdadeiro, nem toda emoção tem razão de ser. Quantas vezes a gente não se enganou a seus altar e

pulso, nem todo desejo, nem toda ideia que aparece dentro de nós merece ser seguido. Nem todo desejo é verdadeiro, nem toda emoção tem razão de ser. Quantas vezes a gente não se enganou a seus altar e depois a gente viu que não era nada disso. Nem todo pensamento é confiável. Basta a gente pensar nas associações, né, com os nossos irmãos menos felizes na dimensão espiritual ou aqui mesmo. Então, nem todo eh pensamento que surge é confiável. Nem todo pensamento é nosso mesmo. Então, o sábio, ele não deixou de sentir as tentações. Ele aprendeu a escolher qual que ele vai acreditar. A tentação aparece, a emoção vibra, a vontade antiga desperta, mas ele não embarca. automaticamente ele olha, reconhece, respira e deixa passar. Ele trata a tentação como aquilo que é. E o que é? Um movimento da alma antiga, né? Não um comando para o presente. E é aqui que essa história se conecta diretamente com o tema da nossa palestra. Entre quem somos e quem queremos ser. Existe exatamente esse aprendizado que é não acreditar em tudo que sentimos, não reagir a cada impulso como se fosse uma ordem, não seguir cada desejo como se fosse verdade, não permitir que cada emoção eh coordene as nossas atitudes. Essa é a grande lição, gente, que Emanuel traz no livro Pensamento e Vida. A alma só se governa quando ela consegue coordenar, harmonizar os seus departamentos, como ele ensinou, que a vontade é o grande líder, né, que governa todos os outros departamentos dentro de nós que são inferiores. Então, nós precisamos dar consciência, né, tomar consciência daquilo que tem sentimos e decidir quem nós vamos alimentar. Então tem também, já encerrando, que me lembrei agora quando a gente fala assim, admitir aquilo que a gente vai alimentar, né? Tem também aquela história muito antiga, né? A quem que eu vou alimentar, né? Que desejo eu vou alimentar, o que vai ser mais forte dentro da gente? Aí tem aquela passagem no Evangelho que fala assim: "Eh, onde está, eh, o seu tesouro, ali também está o seu coração." Então, quando a gente

eu vou alimentar, o que vai ser mais forte dentro da gente? Aí tem aquela passagem no Evangelho que fala assim: "Eh, onde está, eh, o seu tesouro, ali também está o seu coração." Então, quando a gente alimenta desejos que não t a ver com aquilo que nós queremos ser, a gente mais se distancia daquilo que a gente deseja ser, daquilo que a gente veio fazer nessa missão, né, dessa encarnação que estamos aqui. Então, com isso que eu queria pedir, né, para que eh que a gente peça, né, que Jesus nos fortaleça nesse caminho, né, de sermos pessoas melhores, de olharmos para nós mesmos, né, e nos inspire sempre a continuar descendo com humildade e coragem à alma que estamos destinados a ser. Obrigada, gente. >> Agradecer a Enid pela reflexão. Precisamos trabalhar muito em nós exatamente esse conforto interior. Precisamos aprender a nos ouvir e, ouvindo-nos, ter mais empatia com aqueles que estão ao nosso redor. Vamos então orar, agradecer ao Pai pelo carinho, pelo afeto, pela compreensão e agradecer a todos aqueles que estão ao nosso redor, nos auxiliando a sermos melhores. Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome e venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje, Senhor. Perdoai as nossas ofensas, assim como nós tentamos, Senhor, perdoar aqueles que nos têm ofendido. Não nos deixe cair em novas e difíceis tentações. Livra-nos, Senhor, de todo mal, de todo pensamento negativo, de toda ação voltada só para si. Porque somos importantes, sim, para nós, mas também para todos aqueles que se encontram nesse reino de Deus. Que assim seja. Aguardar que vamos ser recebidos lá na lateral. Vocês podem subir para tomar o passe. E que Deus abençoe a todos. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de

nhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas [música] pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, [música] restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o [música] nosso mestre amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu [música] Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido [música] do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, [música] abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e [música] que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. E também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto [música] a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam [música] para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a [música] fé para continuarmos a nossa estrada da

erenidade. Que esses bons fluidos se estendam [música] para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a [música] fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então [música] a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no [música] céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as [música] nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos [música] ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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