O papel da família na prevenção, tratamento e recuperação do dependente | Família no Ar
"A melhor escola ainda é o lar, onde a criatura deve receber as bases do sentimento e do caráter.” Emmanuel, O Consolador. Que tal debater sobre a Família à Luz do Espiritismo por meio de diversos temas relevantes para este momento de transformação e evolução da Terra? Vem com a gente para o "Família no Ar”, um programa da FEB Lives, o canal de transmissões ao vivo da Federação Espírita Brasileira! No dia 26 de abril de 2023, abordaremos o tema "O papel da família na prevenção, tratamen...
Olá meus irmãos Boa noite a todos sejam muito bem-vindos a mais um programa família no ar essa produção da Federação Espírita brasileira que cria um espaço para debatermos temas que fazem parte do nosso cotidiano dentro das nossas famílias a luz da doutrina espírita esse ano no mês de abril que estamos encerrando com esse último programa Hoje nós tivemos a discussão durante todas as nossas lives de do tema dependência química e como esse processo é visto a luz do espiritismo e na noite de hoje nós vamos aprofundar um pouquinho mais essa nossa compreensão mas nós vamos colocar o foco dentro das nossas casas qual o papel da família junto as pessoas que têm alguma dificuldade seja uma dependência seja um abuso do uso de substâncias aquelas pessoas que estão em em fase de recuperação Mas também como fazer uma prevenção em nossos lares para que o problema do uso e Abuso das substâncias que criam dependência química possam estar acontecendo acontecendo dentro dos nossos lares e para falar sobre um assunto tão importante quanto esse nessa noite nós temos duas pessoas muito queridas ao nosso coração são duas pessoas muito especiais nós temos aqui a nossa irmã Márcia Caldas Leon A Márcia é médica pediatra gastro pediatra é da AME Brasil do departamento de família da AME Brasil vice-presidente da ame Planalto a Márcia Além disso trabalha no seu dia a dia com as famílias no seu no consultório dando o testemunho muitas situações aqui quando a gente conversa sobre os desafios da família de uma maneira geral seja bem-vinda Márcia boa noite Cris boa noite aos amigos que estão nos assistindo nesse momento e também aqueles que vão nos assistir Daqui um pouquinho né uma alegria muito grande a gente tá aqui com você Cris com o nosso amigo Marco leite e com todos aqueles que dentro da área de família da FEB trabalham nessa nesse paradigma né da Saúde da Família então é com muita alegria que a gente tá aqui e a gente sempre agradece o convite em nome do departamento de família Dame Brasil
e família da FEB trabalham nessa nesse paradigma né da Saúde da Família então é com muita alegria que a gente tá aqui e a gente sempre agradece o convite em nome do departamento de família Dame Brasil muito bem Márcia Então como a massa também já falou nós vamos estar recebendo o nosso querido Marco Leite O Marco é diretor da FEB coordenador Nacional da área da família no Conselho federativo Nacional O Marco é palestrante articulista é psicoterapeuta psicanalista educador e também trabalha no cotidiano com desafios relacionados à família além do movimento Espírita seja muito bem vindo Marco Olá Cris Olá Márcia nosso abraço e um abraço a todos que estão nos ouvindo nesse momento e como a Márcia falou né que vamos ouvir a partir de então quem sabe daqui a alguns anos muita gente ainda vai estar acessando esse nosso momento é a grande vantagem da internet nesse sentido e a gente vai observar hoje nesse nosso bate-papo que a família é um dos principais Pilares para recuperação dependente químico né o tema vai estar trabalhando nisso pois a família é corresponsável pelo tratamento pela reinserção social desses entes que estão intrigados nesse processo né é isso significa que além do suporte emocional espiritual presença e disposição para ajudar essa pessoa que tá tendo esse problema nesse momento precisam compreender e ter ajuda durante esse processo né e necessário também serem ajudados que é uma das coisas que às vezes nesse processo as pessoas acham que podem estar conseguindo isso sozinho nós vamos ver que às vezes não é assim ok muito bem como a gente falou no início nós estamos durante todo esse mês conversando sobre essa questão da dependência química a luz do espiritismo e o que que nós ouvimos ao longo desse processo é que às vezes a pessoa que tem a dependência química identificada é aquela que denuncia disfuncionalidade da sua família então normalmente a dependência anda de mãos dadas com algum tipo de sofrimento algum tipo de disfunção nas palavras do Dr Wesley Assis é difícil você falar de
enuncia disfuncionalidade da sua família então normalmente a dependência anda de mãos dadas com algum tipo de sofrimento algum tipo de disfunção nas palavras do Dr Wesley Assis é difícil você falar de dependência sem falar em família não só na questão na identificação do processo Mas também como de fumar na questão do envolvimento para que haja um bom encaminhamento dessa situação tão dolorosa e daí estamos falando é o que acontece pelo número de dependentes químicos que nós vimos em crescimento na nossa sociedade nós podemos dizer que estamos vivendo em uma sociedade adoecido porque as famílias estão adoecidas também a bola tá com vocês obrigada Marco olha Cris eu acho que nós precisamos fazer a gente está conversando os bastidores né Nós estamos precisando de Socorro os emergenciais para família né quando a gente fala de dependência química nós vamos ver e até lembrando um pouco da fala do Wesley né a própria família pode ser um fator de proteção ou de risco né quando a gente lembra quando a gente lembra que é na família que nós devemos encontrar a estabilidade que nós precisamos né enquanto seres individualizados pertencem pertencentes a essa comunidade familiar nós estamos buscando muitas vezes o equilíbrio estamos buscando o reequilíbrio quando nós estamos falando de tratamento da dependência química substâncias e ilícitas que a gente não pode esquecer né E principalmente no momento atual também nas dependências porque não do Meio digital né então quando a gente observa tudo isso a família está nesse contexto centralizada como fator de risco pais muitas vezes ou cuidadores aí nós estamos falando de crianças que um dia se tornaram adultos é Podem trazer instabilidades inseguranças muitas vezes pelo seu modo é egocêntrico ou que estão passando por dificuldades entre os cônjuges ou mesmo naquele divórcio emocional como Wesley também gosta de dizer entre os participantes daquela família e ela é meio de proteção quando a gente observa que é quando você tem aquele equilíbrio afetivo entre os
ele divórcio emocional como Wesley também gosta de dizer entre os participantes daquela família e ela é meio de proteção quando a gente observa que é quando você tem aquele equilíbrio afetivo entre os pares da família vai que trazendo uma segurança para esses membros de já tem a infância até a vida adulta e consequentemente até o idoso que nós devemos lembrar que a dependência ela vai da infância né quando transviada no sentido de estar isolada dos seus contexto familiar até o idoso então o leque é muito amplo então quando nós falamos de desses perfis nós estamos falando muitas vezes de disfuncionalidade como causa para a fuga né buscando Recompensas imediatas e consequentemente quando a gente observa isso né crise a gente é ver que são situações emergenciais estampando um vazio existencial então ando dificuldades internas a família é aquele laboratório na fala de Joana de Ângelis e de Emmanuel pra gente sedimentar É principalmente os laços afetivos quando a gente afasta disso nós estamos indo em direção a disfuncionalidade e consequentemente adoecimentos psíquicos e adoecimentos dos sentimentos e aí é um prato feio para as dependências de uma maneira geral poderia falar é uma doença que ela vai se instalando muito devagarzinho né através de um gatilho como predisposição ativada muitas vezes por fatores falsos familiares ou a família influencia nesse processo tanto como você bem colocou para a sua instalação quanto a sua prevenção então ela vai de uma maneira muito gradual E conforme o aumento daquela questão do consumo no seu dia a dia né da substâncias podemos falar assim psicoativas vai aumentando essa quantidade a família influenciando positivamente ou negativamente nesse processo vai favorecendo com que essa dependência ou vício possa acontecer a gente observa que apesar de ter uma característica do químico dentro do corpo é o indivíduo que vai estar se deixando vou colocar entre aspas aqui esses deixando levar aquela situação né ou seja os problemas vão acontecendo os desejos vão ocorrendo
ca do químico dentro do corpo é o indivíduo que vai estar se deixando vou colocar entre aspas aqui esses deixando levar aquela situação né ou seja os problemas vão acontecendo os desejos vão ocorrendo e às vezes a vontade dele terminar tão menor do que o que tá dentro dele e por isso a necessidade do tratamento em si e do entendimento disso na família para poder estar auxiliando a essa pessoa mas vamos estar trabalhando isso melhor ao longo desse momento é de maneira geral que vocês dois colocaram é que a família não pode ser alejada dessa discussão e desse não só desse cuidado mas desse tratamento mesmo para Que ela possa atuar de uma maneira adequada ajudando os seus membros a enfrentarem as suas fragilidades antes os desafios do nosso cotidiano Joana de Ângelis no livro adolescência vida nos coloca uma citação muito importante para que a gente possa refletir também os exemplos domésticos decorrentes de pais que se habituaram a usar medicamentos sobre qualquer pretexto especialmente válido e livre como buscas de buscas de equilíbrio de repouso oferecem aos filhos estímulos negativos de resistência para enfrentar desafios e dificuldades de toda natureza existe Inclusive a discussão de que nós estamos hoje em dia medicalizando a vida as pessoas não podem ficar tristes Porque estão deprimidas não podem estar naquela expectativa por construção de algo porque isso já é ansiedade e aí vamos usar os ansiolíticos os famosos tarja preta esse exemplo de pais frágeis que recorrem a essas muletas vocês percebem no trabalho de vocês que isso é realmente uma realidade considerando que o livro adolescência vida é do final do século passado mais do que a atual né mais do que atual né Marco e quando a gente observa essa fala de Joana a gente vê isso no consultório todos os dias e até a gente estava conversando aqui nos Bastidores né atualmente é os pais têm tido uma certa dificuldade de frustrar em seus filhos com os nãos dificuldades de estabelecer limites entre o sim sim ou não isso aconteceu
conversando aqui nos Bastidores né atualmente é os pais têm tido uma certa dificuldade de frustrar em seus filhos com os nãos dificuldades de estabelecer limites entre o sim sim ou não isso aconteceu acontece só agora não isso é ao longo da humanidade mas principalmente no momento atual onde as facilidades para tudo né elas chegam muito rapidamente é acaba que a família tem uma certa dificuldade de lidar com essas com esses nós recentemente uma amiga também da área médica tava falando assim para mim Márcia parece que no nosso tempo a gente era mais forte parece que hoje tá tudo muito frágil muito lábio aceitar mesmo porque na realidade na nossa época os nossos pais os momentos eram outros não tinha tanta facilidade de acesso à informação as coisas eram muito mais localizadas e você girar no seu conhecimento nas suas amizades no seu relacionamento dentro de um espaço curto Hoje em dia a internet é o mundo inteiro Então você depara com conhecimentos com acontecimentos com notícias que afetam diretamente o nosso psiquismo e também os nossos sentimentos daí na questão da dependência ser classificado como um transtorno porque são causas multifatoriais né E a família a gente vê que os pais hoje em dia estão muito preocupados e não se sentirem amados pelos filhos de não serem contemplados com aquele amor que transcende e principalmente que não se pode corrigir quando eu falo na palavra correção eu estou falando em realinhamento de rotas né a gente não vai deixar um filho pequeno colocar um grampo na tomada a gente corre e tira ali de uma vez mas quando você entra no campo é dos relacionamentos interpessoais dos seus filhos parece que não pode fazer nenhuma orientação não pode corrigir não pode dizer não isso não pode e várias vezes a gente vê isso no consultório porque eu trabalho com um mundo infantil e adolescente né A minha faixa etária de tratamento são até os 18 anos de idade então a gente vê que os pais hoje em dia não é que eles estão mal preparados Eles não têm sim atributos muitas vezes para
adolescente né A minha faixa etária de tratamento são até os 18 anos de idade então a gente vê que os pais hoje em dia não é que eles estão mal preparados Eles não têm sim atributos muitas vezes para trabalhar questões dos limites das orientações corretas mesmo que essas orientações vão frustrar a expectativa dos filhos então o problema ele é muito mais delicado do que a gente imagina e consequentemente quando a gente vê estímulos e principalmente os exemplos dos Pais os filhos copiam naturalmente porque para eles é o modo correto de viver né E daí vão repercutir no meio escolar ou no ambiente Universitário de uma forma totalmente descaracterizada daquilo que seria o ideal do realinhamento do ser humano então quando a gente fala de readaptação de retrilhar este caminho nós estamos falando de trazer para este espírito Imortal aquilo que realmente importa que é o comportamento ético moral e que nem sempre tudo é lícito daí a fala de Joana ser extremamente atual porque ela vem resgatar a dificuldade que os pais têm ou os cuidadores têm de centralizar naquilo que é adequado para criança o jovem serem pessoas equilibradas no futuro é você falando aí eu tava lembrando de que no passado o filho sentia uma dorzinha de barriga nós dávamos um cházinho fazíamos uma bolsinha de água quente tava com dor de cabeça a gente também deitava do lado fazer uma prece dava um passe hoje esse poder de melhorar a situação tem sido muito deslocado para os medicamentos é não só que os pais consomem mas também que colocam para os filhos né E aí Marco esses pais frágeis não conseguem dar conta do recado e aí prejudicam os filhos é isso os pais recebem como a Márcia falou uma missão de Deus daquele espírito que chega no nosso lá para fazer todo um processo de orientação ético moral nessa vida eu tenho uma frase Márcia quando sento com um grupo de pais familiares a grande missão de nós pais nesse mundo é desenvolver um processo de frustração controlada amorosa olha só a nossa Grande Missão diante dos nossos
e Márcia quando sento com um grupo de pais familiares a grande missão de nós pais nesse mundo é desenvolver um processo de frustração controlada amorosa olha só a nossa Grande Missão diante dos nossos filhos é desenvolver um processo de frustração controlada amorosa isso porque o mundo vai frustrar E se ele não for frustrado dentro de casa até os pais né porque muitas vezes e por isso que eu falo assim frustração controlada amorosa os pais vão ter que fazer isso porque se eles não fizerem esses filhos vão estar no dia a dia se perdendo né quando você coloca a proposta dos Pais quererem ser amados e como amado por uma criança de 5 6 anos ele abre mão muito das vezes do Poder pátrio de dizer não né e deixa que aí não é o nosso objetivo hoje mas tem uma situação que é chamada síndrome do Imperador onde uma criança de 5 6 anos quatro três quatro anos já tá mandando na casa é simplesmente o Imperador onde é que ele Reizinho tá imperando diante da família não é verdade então é os pais não exercem aquela sua grande missão de estar desenvolvendo e trabalhando a orientação do filho para como você colocou para os valores éticos Morais que eles vão ter necessidade ao longo da vida primordialmente no início da adolescência tá afirmar isso para fazer adulta Então nesse momento quando a gente observa no queijo nos colocou E aí mas se você com médica É tenso muito claro para poder tá firmando que eu vou dizer agora em nenhum momento nós estamos dizendo que somos contra medicamentos não é verdade na necessidade tem que ser usado exatamente ou seja muita das vezes é necessário o medicamento Lógico que sim Lógico que sim eu já Dispensei pacientes né em consultório porque tava fazendo a orientação dele por exemplo buscar psiquiatra ele tava num processo terapêutico assim ó preciso que você vá no Psiquiatra para ter a complementação medicamentosa para a gente fazer o trabalho aqui contigo você tem essa necessidade E durante algumas sessões ele se recusar você recusar você recusado eu falei assim ó você não
ra ter a complementação medicamentosa para a gente fazer o trabalho aqui contigo você tem essa necessidade E durante algumas sessões ele se recusar você recusar você recusado eu falei assim ó você não estará buscando o tratamento que a gente tá idealizando para você eu não vou assumir o seu caso não pedi que ele procurasse um outro terapeuta porque ele não tava aderindo ao processo terapêutico naquele determinado momento entendeu então é muitas das vezes o medicamento é necessário lógico lógico né ninguém tá sendo contrário a essa questão do medicamento mas a fala de Joana e no que nós estamos colocando é que às vezes a gente usa o medicamento como Bengala e não vai atrás do processo da Terapia do tratamento que é necessário nesse determinado momento às vezes nós estamos falando aqui da dependência química o medicamento às vezes vai ser necessário não tenha dúvida agora vai chegar uma determinado momento que ele precisa parar ou não dependendo da situação aqui vai tá fazendo essa avaliação não somos nós enquanto dependentes vão ser os profissionais dessa questão então é nós não podemos estar utilizando o medicamento como Bengala como a situação definitiva que é muito fácil né tem um problema os medica e depois vicia naquele medicamento porque o medicamento não determinado momento resolve E aí fica na cabeça daqueles que estão vendo o processo que é fácil medicamentar e não é isso que estamos buscando estamos falando aqui da dependência química a dependência química é uma doença como a você falando é um transtorno ela tem cura cura eu disse ela tem tratamento porque no momento é estabilização né Marco é exatamente no momento em que um vício a dependência ela se instala meu amigo né então vamos lá nesse primeiro momento a gente tem que estar trabalhando com prevenção para que ela não venha ocorrer Porque no momento que ocorre não é fácil e depois é a estabilização para o tratamento que eu brincaria é para o resto da vida né É para o resto da vida que a pessoa vai ter que estar fazendo Esse controle
ue no momento que ocorre não é fácil e depois é a estabilização para o tratamento que eu brincaria é para o resto da vida né É para o resto da vida que a pessoa vai ter que estar fazendo Esse controle a partir do momento que foi identificada essa dependência para que ele não recaia mas nós vamos daqui a pouco falar isso né porque até mesmo no tratamento a recaída é normal né A questão é não ficar na recaída como um processo negativo mas entender que aquilo vai acontecer e a gente vai trabalhar novamente para voltar a essa estabilização que você está falando e por isso a necessidade da família a família tem que posso dar um exemplo aqui Cris que é muito comum nos dias atuais né a gente sabe que os transtornos na infância principalmente deve ter atenção hiperatividade né quando avaliadas pelo neuropediatra e que você detecta realmente alterações comportamentais que muitas vezes você precisa de usar de medicação para poder fazer com que o desempenho escolar daquela criança seja bom porque ele realmente existe uma ineficiência né E aí as medicações são muito bem utilizadas e muito bem indicadas mas sobre supervisão do colega da neuropediatria ou da psiquiatria infantil é muitas vezes a gente vê famílias trazendo essa essa dinâmica do seguinte aspecto Eu tenho um filho difícil que dá muito trabalho com certeza ele tem TDH então tem que levar no neuro para ele poder passar um remédio Às vezes a criança tem uma síndrome do pensamento acelerado às vezes ela tem uma dificuldade de imposição de limites às vezes ela não tem deficiência de atenção mas como é trabalhoso ajustar a educação desta criança porque educar dá trabalho né então muitas vezes se busca o arrimo da medicação para conter a criança e às vezes a criança não precisa né então a gente chama muita atenção para esse excesso da médica medicalização muitas vezes a psicoterapia é importante não só da criança Mas do pai e da mãe porque quem às vezes está com problema e vendo coisa onde não existe é pai e mãe porque hoje
esso da médica medicalização muitas vezes a psicoterapia é importante não só da criança Mas do pai e da mãe porque quem às vezes está com problema e vendo coisa onde não existe é pai e mãe porque hoje em dia é muito mais fácil você dar uma medicação e a criança fica quieta mas ela não tá no normal dela às vezes é um espírito que vem é com aquela dinâmica de ser uma criança ou uma pessoa eufórica de ser uma pessoa Às vezes atinada a fazer muitas coisas ao mesmo tempo né E isso não é adoecimento então a gente vê muitas vezes no consultório e aí a gente chama a atenção dos Pais Não trate sem ter um aval de um psiquiatra infantil ou do neuropediatra a gastro não resolve isso que a minha especialidade o pediatra geral não resolve isso que a minha especialidade também nem um clínico quem tem que resolver é a especialidade essa e para eles fecharam diagnóstico precisa dar de um relatório da escola da psicopedagoga da escola da família do cuidador que cuida daquela criança junto com o pai com a mãe então para você fechar um diagnóstico desse é um diagnóstico que depende de uma série de observações para o colega Dal diagnóstico que fala assim esse precisa de remédio aquele não precisa mas precisa de psicoterapia não só a criança mas o pai e a mãe Então por quê Porque educar nos dias de hoje dar trabalho porque você precisa desligar do que você tá fazendo que muitas vezes a vida profissional dos pais estão em primeira opção e os filhos estão abandonados ou relegados esse segundo plano e muitas vezes esses filhos vão buscar esses comportamentos também uma chamada de atenção por isso que eu falo sempre a criança é uma esponja da família você olha para criança você vê isso ou aquilo você sabe em que perfil o contexto familiar você está inserir ela está inserida então a gente precisa ter um olhar mais ampliado para essa questão que Joana tá trazendo aqui que ajuda quando necessária mas como objeto de fuga nunca é e com a clareza de que um indivíduo que está usando a medicação ele só está
olhar mais ampliado para essa questão que Joana tá trazendo aqui que ajuda quando necessária mas como objeto de fuga nunca é e com a clareza de que um indivíduo que está usando a medicação ele só está trabalhando os sintoma de conforto a causa de verdade ele vai precisar trabalhar num processo de autoconhecimento auto aceitação um esforço que ele vai precisar fazer para superar os seus bloqueios os seus traumas porque às vezes essas situações vem com o Espírito de muitas existências vocês dois falaram nos outros tipos de dependência massa se torque é dependência eletrônica nós temos nos dias de hoje os casos de dependência alimentar Onde o alimento também entra como um viciante o açúcar entra para muitas pessoas né essa questão hoje das várias dependências né que nós assistimos dentro das nossas casas como é que a família pode atuar quando percebe que aquele filho está demonstrando alguns sinais já dependência ele não consegue ir para outras atividades ele não consegue mais interagir com os amigos que isso também acontece tanto na dependência dos Jogos Eletrônicos como acontece também na questão do uso das substâncias e porque não dizer também nos transtornos alimentares que a gente vai ter também com essa mesma característica o que que esses pais podem fazer como é que eles podem agir para trabalhar com esse filho quando eles começam a perceber aqueles primeiros indicativos de dificuldade para poder atuar quando identifica isso até quando a gente aborda um pouco na questão da psicanálise e retornando o nosso querido Emanuel é muito feliz muito feliz ao trabalhar a questão da vontade dá vontade né O que ocorre quando colocamos que o processo dos pais junto ao filho e a Márcia deixou isso muito caro é de valores morais e éticos na vida esse ser reencarnado em uma família ele traz muita das vezes em vidas anteriores algumas coisas que vão querer brotar nessa existência E aí o que que acontece os próprios pais deverão trabalhar e por isso a necessidade da frustração controlar
az muita das vezes em vidas anteriores algumas coisas que vão querer brotar nessa existência E aí o que que acontece os próprios pais deverão trabalhar e por isso a necessidade da frustração controlar amorosa né Márcia diz assim meu filho eu sei que você deseja isso mas não pode você tem que ser mais forte do que o seu desejo E quando é que a gente começa isso aos três para quatro anos quando Aquela fase psíquica né não egocentrismo infantil começa a aparecer a gente vai estar ó eu sei que você deseja fazer tal coisa uma situação muito simples né é o irmãozinho querendo bater no outro irmão eu sei que você deseja bater mas não pode tá errado né ele é um irmão menor vamos lá tá o Garotinho de 6 anos e o outro irmãozinho de três que pegou o brinquedo mas o que é que isso tem a ver com o nosso tema de independência química porque a gente tá falando é de um processo educativo dentro do Lar que vai estar considerando esse indivíduo como um todo e que ele vai ter seus desejos e que os pais devem ensinar que apesar da gente ter desejo esse desejo deve ser controlado que ele tem que estar assumindo que Apesar dele querer alguma coisa nem tudo que a gente quer a gente pode por conta disso disso daquilo né Às vezes o grande problema numa situação do que você trouxe é porque os pais vão identificar lá na frente uma situação que poderia ter sido prevenida se tivesse atuado alguns anos atrás Quantas vezes você já tá entrando na prevenção ótimo que a gente tem que acontecer eu lembro mais um pai que eu atendi uma vez porque senão mas esse é o momento em que eu tenho que trabalhar muito porque o que acontece quando meu filho chegar na adolescência ele vai precisar muito de ele vai precisar muito de mim então agora que ele tá criança eu tenho que fazer isso é juntar é Posses né dinheiro porque mas lá na frente eu vou ter que estar me dedicando mais a ele eu falei assim ó realmente quando chegar na adolescência ele vai precisar muito de você muito só que nós vamos ter um problema como você não acostumou estar
u vou ter que estar me dedicando mais a ele eu falei assim ó realmente quando chegar na adolescência ele vai precisar muito de você muito só que nós vamos ter um problema como você não acostumou estar com ele na fase da infância quando chegar na adolescência você não vai querer saber de você e você não vai conseguir ficar com ele porque a base não está sendo estruturada não é verdade não é então é você quer ajudar seu filho na adolescência Aproveite a infância dele e fique muito com ela né porque quando chegar lá na adolescência Talvez os problemas que você tá falando Não existe mais porque você já resolveu agora Então essa é uma das coisas preventivas que às vezes os pais não observam porque um momento da formação dessa base é na infância e a gente deixa passar entendeu E quando a gente trata é esse simples ponto de um desejo qualquer nós estamos firmando dentro daquela criancinha daquele espírito Imortal como você me colocou o controle o controle dos seus desejos independente da área que vai estar sendo para uma dependência química para o vício do jogo eletrônico para o sexo né porque ele vai estar aprendendo a se controlar e o que que é uma dependência química não é muito diferente de uma dependência de jogos eletrônicos não é muito dependente de alguns outros vícios que vão aparecer ao longo da vida porque no cérebro as conexões são idênticas né ele vai estar buscando aquilo para tá fugindo de alguma coisa ou para atender o prazer que ele tá precisando então quando a gente na infância começa preventivamente firmar isso naquele serzinho que a gente teve a oportunidade de Deus mudar essa responsabilidade já estamos resolvendo problema muito forte lá na frente então é a presença da família no início que precisa ser firmada cada vez mais perfeito Marco e a gente tem que lembrar quando a gente pensa na viciação Qualquer que seja ela a própria viciação digital utiliza o sistema da dopamina no cérebro que é o mesmo sistema utilizado pelas viciações químicas ilícitas né
lembrar quando a gente pensa na viciação Qualquer que seja ela a própria viciação digital utiliza o sistema da dopamina no cérebro que é o mesmo sistema utilizado pelas viciações químicas ilícitas né ilícitas também então se a gente for pensar em termo de corpo físico nós vamos ter o mesmo sistema atuando e isso leva um aumento da ansiedade em que você precisa de mais e mais e mais eu vejo às vezes no consultório é criança entra com celular assim ela passa pelo médico ela não fala boa tarde boa noite bom dia a mãe fala assim não vai falar bom dia para Doutora ele nem responde ele não escutou o que a mãe falou e muito menos vai lembrar de dar bom dia porque ele tá focado naquele ali né então quando a gente observa nessa questão das dependências de ampla espectro principalmente na dependência digital a gente vai ver que é um mundo a parte porque uma coisa que você tá vendo na telinha outra coisa é o que realmente existe atrás da telinha né quando a gente pensa nos abusos infantis na perversão erótica da criança ou do Adolescente quando isso caminha muitas vezes para o isolacionismo familiar quando é normal a criança passar o dia inteiro no celular ou no quarto né quando você vê que rede de pedofilia bem instaladas lá atrás a mãe e o pai precisa de saber com quem que o filho está falando com quem que ele tá lidando ali na rede quem são os amigos os ditos amigos né porque na realidade a gente não sabe o que está ali por trás e isso leva um perfil difícil ação psíquica muito grande a ponto da gente ter processos de automutilação quando se sentem frustrados por não estarem ali e às vezes de ação suicida a gente lembra aí há pouco tempo a história da baleia azul né a gente vê que muitas crianças são submetidas adolescentes submetidos a provas de coragem então pai e mãe tem que saber com quem que o filho tá ligado quem está ali né É nós tivemos recentemente um caso muito sério em que uma criança começou a se isolar se isolar e o grupo de colegas também fazendo o mesmo isolamento social
uem que o filho tá ligado quem está ali né É nós tivemos recentemente um caso muito sério em que uma criança começou a se isolar se isolar e o grupo de colegas também fazendo o mesmo isolamento social da família não almoçava mais junto tava sempre encurtado um dia a mãe resolveu pegar o celular ele quase teve um ataque porque a mãe descobriu então que ele estava viciado numa série de filmes pornográficos Mas por que que a mãe não tomou isso antes porque o pai dizia que aquilo ali era uma privacidade que né que o adolescente precisava ter Então a gente tem que lembrar que a privacidade infantil ela só pode existir quando o pai e mãe participa da privacidade principalmente no discurso da questão da mídia digital é um caso muito sério e na dependência de qualquer coisa o circuito dopaminérgico está em atividade isso gera desequilíbrios isso gera transtorno de ansiedade quadros disruptivos de personalidade porque você vai amplificando os estragos feitos na criança o sistema nervoso central da Criança e do Adolescente está em formação então precisa de ter esse cuidado precisa de ter essa orientação precisa dos Pais estarem cada vez mais próximo desses filhos não a gente tem que trabalhar quanto enquanto Profissionais de Saúde de evitar esse distanciamento emocional né a gente sabe que nós somos até hoje E aí eu já tô terminando a minha fala Cris a gente sabe que nós somos até hoje o que nós construímos até os sete anos de idade né o caráter está instalado ali com os exemplos com as falas que os pais e os cuidadores dão para essa criança né depois ela amadurece esses conteúdos e aprende coisas novas muito pouco né só aquelas coisas exatamente então a gente precisa ter essa visão de que educar é muito mais do que beabá educar é para vida educar é construir uma relação harmônica dentro da própria Criança e do próprio adolescente para que a gente depois lá na frente a gente não reclame do azar que essa criança caiu em tal coisa ou então situação mas não teve a orientação a coisa de uns quatro anos nós levamos
óprio adolescente para que a gente depois lá na frente a gente não reclame do azar que essa criança caiu em tal coisa ou então situação mas não teve a orientação a coisa de uns quatro anos nós levamos lá na Federação na nossa reunião de estudo de temas familiares dois companheiros que trabalham com segurança digital e um deles é da polícia federal e algumas recomendações nos foram repassadas naquele momento não só para a gente da reunião mas para os pais uma das colocações já chama o comentário do Nelson tem a ver com a criança não deve ter acesso ao meio digital desacompanhado os pais precisam ver o que é que ela está assistindo Ah mas o meu filho tem um computador no quarto a televisão no quarto não ele vai acessar isso no local que vocês pais possam estar vendo que eles estão acessando porque a privacidade que você quer dar para o seu filho expõe ao risco do que a rede representa né das armadilhas que a rede traz então é uma dica que a gente deixa aqui e a sugestão também é para que os momentos de filmes de televisão eles possam ser mais socializados então o pai e a mãe vão ter que adiar um pouquinho aquela série que eles tanto gostam de ver para ficar com a criança com adolescente fazer alguma coisa que possa ser feito em família também orientado né Cris Exatamente isso daí vai criando o vínculo vai criando cimento vai evitando que os quartos dos nossos filhos e até mesmo os nossos se tornem os mundos individuais dentro dele dentro do mesmo lá que são verdadeiros Universos paralelos onde um não entra no universo do outro é Então esse é um trabalho de prevenção que a gente tem poder fazer nós temos um comentário do nosso irmão Nelson vou pedir para o pessoal colocar de novo aqui Muitos pais optam por tentar diagnosticar doenças nos filhos que não mas tem como fuga para ausência física e espiritual deles próprios que são os verdadeiros fatores responsáveis pelos problemas né tem tudo a ver com que vocês estavam falando aqui né quer dizer eu desloco eu não identifico um problema
sica e espiritual deles próprios que são os verdadeiros fatores responsáveis pelos problemas né tem tudo a ver com que vocês estavam falando aqui né quer dizer eu desloco eu não identifico um problema no pai ou na relação para colocar numa patologia que esse filho vai ter E o Nelson traz o aspecto espiritual e aí eu gostaria de pegar nesse comentário dele já jogar pergunta para vocês é como a educação fundamentada e trazida pela doutrina espírita pode atuar nesse processo de prevenção mas às vezes também de tratamento para aqueles que já estão com dificuldades né nós sabemos que os conhecimentos do Espiritismo podem fazer grandes grandes ajudas trazer nos grandes ajudas mas vocês consideram que isso é viável como um processo preventivo começar com Marcos não tenha dúvida não tenha dúvida nosso querido Emanuel na introdução do nosso lar o livro altamente difundido hoje em dia inclusive com vídeos né inclusive já aproveitando esse momento agora em agosto vamos estar lançando o filme O nosso A2 que a continuidade do nosso lar que aconteceu há alguns anos atrás realmente não lembro Quanto tempo né Emanuel nos fala assim ó o mundo precisa de espiritismo precisa mas ele precisa muito mais espiritualidade porque as pessoas precisam ter uma visão que o mundo não é só essa matéria que a gente vive então independente Aí é bacana né porque nós não vamos estar aqui defendendo todo mundo tem que ser Espírita de jeito nenhum levasse a pessoa tem que estar sendo a religião que ela se sinta bem bem Independente de qual seja mas essa espiritualidade tem que estar conduzindo o comportamento das pessoas atitude porque essa espiritualidade é o que vai fazer toda uma diferença na vida das pessoas porque no momento em que elas só enxerga a vida da matéria opa pera aí então a gente tem que ter uma visão transcendental uma visão espiritual de que essa vida elas chegam determinado no mundo da matéria que acaba e a gente continua existindo então a gente não pode pensar única exclusivamente nos bens da terra Como
ental uma visão espiritual de que essa vida elas chegam determinado no mundo da matéria que acaba e a gente continua existindo então a gente não pode pensar única exclusivamente nos bens da terra Como disse Jesus né é Não se pode estar servindo a Deus e a Mamon a gente serve ao mundo da matéria que é uma mão ou serve ao mundo de Deus mas Jesus também fala uma coisa muito bacana que as pessoas tem que saber fazer essa discussão daí acesso que é de César e a Deus que é de Deus ou seja apesar da gente estar aqui na terra e não se virar mamão nós temos que estar aproveitando o mundo de César tá dando a valorização esse mundo da matéria servindo a Deus Olha só e essa é uma distinção que a gente tem que ter muito claro ou seja daí acesso que é de César estamos encarnados estamos na matéria estamos precisamos valorizar as coisas da matéria sim mas servindo a Deus sabendo que esse lado espiritual ele existe e valorizar E ter como valores primordiais éticos Morais do que a Márcia Falou bem no início é na condução da nossa existência aqui na terra então a religiosidade faz parte sempre positivo Esse aspecto da espiritualidade desse transcendente que a gente tem que estar conduzindo os nossos valores de vida e no momento em que isso nos conduz Às vezes o prazer do momento ele vai ser adiado ele vai ser adiado porque porque a gente vai estar enxergando lá na frente fala assim eu vou estar segurando isso aqui para poder ser feliz né um exemplo muito simples para ficar claro essa ideia Adoro sorvete se eu pudesse comer sorvete todo momento isso dá prazer dá a dopamina chega fica feliz né Márcia né porque vai dar prazer agora no momento em que eu vou querer só tomar sorvete vou ficar alegre naquele momento vou estar sendo feliz não porque minhas taxas sanguíneas vão lá para o espaço vou engordar daqui a pouco a minha saúde vai para o espaço e cadê a felicidade acabou né então eu seguro o prazer de tomar um sorvete a todo momento para o que buscar uma saúde a saúde sim vai ser motivo de
gordar daqui a pouco a minha saúde vai para o espaço e cadê a felicidade acabou né então eu seguro o prazer de tomar um sorvete a todo momento para o que buscar uma saúde a saúde sim vai ser motivo de felicidade o sorvete vai ser só alegria do instante isso é a gente saber controlar o desejo por uma vontade de buscar ser feliz por uma vontade de ter saúde Então esse é o grande papel as vezes dos Pais de tá instituindo isso na cabecinha dos filhos dos pequenos desde pequena infância assim filho adia isso isso aqui vai estar te gerando problema Ah mas eu quero eu sei que você quer né E não tô dizendo que você vai acabar com esse desejo Mas isso não vai te fazer bem por conta disso aquilo por isso você não vai poder ter isso agora é frustração é faz bem E como faz é Márcia porque ele vai estar aprendendo a segurar um desejo para uma vontade de uma coisa boa na frente né preventivo perfeito para as dependências para os vícios eis por diante Ok Marcinha é complementar gostaria sim tirando só o aspecto religioso é por um tempinho né fazer um parêntese aqui as pesquisas médicas mostram principalmente aquelas coordenadas pelo Doutor lá na Universidade do que da Carolina do Norte ele faz um trabalho muito sério muito grande a gente sabe que a espiritualidade e a religiosidade quando bem trabalhados na infância e continuar na adolescência e para o resto da vida daquela daquele ser humano porque o Doutor não é espírita né mas ele traz para gente nas suas pesquisas o seguinte a religião e a espiritualidade são fatores protetivos para quem prática e usufrui na sua vida como o modo vivência então é claro que a possibilidade de um filho de um Espírita de um evangélico de um católico extremamente atuante na sua religião ter problemas com as viciações mas diminui fantásticamente essa probabilidade se for pegar no espectro populacional então famílias que instituem é a religiosidade e a espiritualidade elas trabalham no ser questões não só éticomorais mas questões da psicoeducação então a
ilidade se for pegar no espectro populacional então famílias que instituem é a religiosidade e a espiritualidade elas trabalham no ser questões não só éticomorais mas questões da psicoeducação então a doutrina espírita Ela traz um trabalho de psicoeducação a luz do Evangelho de Jesus Então quando você senta em casa com a criança com a família para o estudo do Evangelho no Lar quando se Programe na casa espírita para evangelização quando os pais Deixando as crianças na evangelização estão no grupo de pais a luz dos temas familiares a luz da doutrina espírita você está trabalhando a psicoeducação de todos então faz bem para a saúde física e psíquica trabalhar religiosidade e espiritualidade são fatores protetivos e mais você trabalha melhor a questão de conhecimento mas também a questão de lidar com o seu íntimo e com o íntimo dos outros trazendo a luz daquela daquela família princípios não médico Moraes porque para trazer a princípio ético moral você não precisa ser religioso mas você precisa trabalhar aquilo que a identidade do ser comunga com transcendente Independente de que nome a gente dá para o transcendente Independente de que religião é então a doutrina espírita como consoladora e como esclarecedora e trazendo como base o Evangelho do Cristo Você trabalha psicoeducação do ser espiritual encarnado e também dos desencarnados que a gente não pode esquecer que eles fazem parte da nossa família né então como um engano ali princípios e valores éticos Morais religiosos você tá amplificando o espectro de ação de transcendência e consequentemente fator protetivo para todas as viciações que nós humanos estamos sempre sendo submetidos né agora ir nessa direção é uma escolha mas essa escolha precisa ser muito bem trabalhada para não cair na questão da viciação formal e daí você tem o adoecimento físico e psíquico como transtorno mental ok nós temos uma pergunta aqui agora a gente já tá com bem pouquinho tempo eu vou passar só para Márcia falar e depois a gente passa uma outra é poucos pais foram as
e psíquico como transtorno mental ok nós temos uma pergunta aqui agora a gente já tá com bem pouquinho tempo eu vou passar só para Márcia falar e depois a gente passa uma outra é poucos pais foram as reuniões e rodas de conversas que escolas promovem sobre educação e família como fazer para que os pais se interessem mais pela educação dos filhos a pergunta difícil né mas é uma pergunta que dá para a gente pensar bem na realidade a escola não precisa chamar atenção isso tem que nascer do ambiente familiar pai e mãe tem que estar com vontade de educar seus filhos numa questão em que envolve um amplispecto desta psicoeducação que a gente acabou de falar então Muitas vezes os pais acham que reunião de escola para falar de nota para falar de comportamento da Criança e na realidade a escola e a família precisa estar unida né então precisa dos pais se interessarem e terem vontade de se interessarem por tudo aquilo que envolve seus filhos a começar não só dentro de casa mas na escola então o convite ele é sempre bem-vindo mas muitas vezes ele não é aceito Porque não se tem a dinâmica uma visão mais Ampla do que representa essas reuniões Aonde a criança passa muito tempo dentro da escola principalmente quando ela tá em período integral então é a segunda casa dela então os pais precisam sim de saber o que acontece com a criança e também colaborar para que outras famílias também se engagem nessa temática de discussão viu Cris OK obrigada Márcia nós vamos abrir com uma última para o último comentário de vocês é uma colocação do Joana de Angelis onde ela nos fala aqui diante portanto do desafio das drogas a terapia do amor ao lado das demais especializadas constitui recurso de urgência que não deve ser postergado a pretexto algum sobre pena de agravar seu problema tornando-se Irreversível e de defeitos destruidores essa terapia do amor dentro do Lar é o caminho para que a gente possa colaborar efetivamente para encarar isso daí como a gente exercer essa terapia do amor de uma maneira consistente marque eu sei
es essa terapia do amor dentro do Lar é o caminho para que a gente possa colaborar efetivamente para encarar isso daí como a gente exercer essa terapia do amor de uma maneira consistente marque eu sei que o tempo é pequenininho mas um minutinho para você um minutinho para massa que queria ouvir vocês dois eu colocaria que o início do tratamento é o mais alto grau de importância do tratamento começa nessa terapia do amor porque a pessoa precisa ser se sentir vamos dizer assim sentir amada que tem alguém que tá preocupando que tá se ocupando por ela quantas e quantas vezes no nosso processo terapêutico quando vem os jovens primordialmente né a massa falou que trabalha até os pacientes oito anos normalmente começa a buscar todos para frente Márcia pego esses adolescentes às vezes 8 20 e Poucos Anos né e alguns deles eles trazem essa situação da utilização das drogas tanto lícitas infelizmente né a gente observa o cigarro o a bebida ou álcool primordialmente Mas algumas drogas ilícitas e nós vamos encontrar sempre sempre no nosso caso dos nossos pacientes a questão da família é favorecendo aquela situação dele não no sentido do incentivo mas do aparecimento da dependência ou do início da utilização da droga por conta de uma questão familiar então a família termina sendo um dos principais iniciadores não consciente de uma forma inconsciente para que aquele jovem que se a criança que está adulto inicia um processo da utilização de uma droga para estar mais à frente tendo a dependência Então essa terapia do amor vai ser gritante Vital para que a pessoa sinta que tem alguém do lado e fala assim não não é por aí né tô junto contigo Vamos iniciar alguma coisa diferente isso não existe dificulta muito o tratamento e aí já não é mais a prevenção é a recuperação e essa recuperação sem a família pode acontecer pode com a família a chance de sucesso é infinitamente maior a gente quer da área médica a gente tem um breve um grande defeito a gente pensa em caedline Então vamos lá com simples
ília pode acontecer pode com a família a chance de sucesso é infinitamente maior a gente quer da área médica a gente tem um breve um grande defeito a gente pensa em caedline Então vamos lá com simples palavras Quem ama educa aí a gente lembra o grande exame tiva né então Quem ama educa quem educa se preocupa quem preocupa acolhe e quem acolhe ama de novo então isso faz com que a terapia do amor seja sempre o melhor medicamento da Alma viu crise Marco Ok Ai que pena que acabou acabou nosso tempo mas fechamos com uma chave de ouro indicando né no final desse mês entre a gente debater essa problemática que hoje traz muito que é tudo para os corações das famílias o caminho indicado por Joana que nos relembra o caminho apo por Jesus o amor ao próximo e esse amor vivido dentro da família funciona antes do problema se instalar como um grande preventivo e depois caso ele tenha se instalado como um grande recurso terapêutico que garante a possibilidade de esperança no enfrentamento dessa drama das drogas nos dias de hoje com o coração profundamente Agradecido a vocês dois na certeza de que quero ter sempre vocês aqui conosco E com coração mais agradecido ainda por ter tido um pai de vocês que nos assistiram marcamos o nosso reencontro para a próxima quarta-feira onde estaremos discutindo a maternidade a luz do Espiritismo grande beijo a todos em público como coordenadora atual do departamento de família da Brasil eu quero agradecer sempre o espaço que a área Nacional de família e a área de família da FEB dá o nosso departamento então é com muita alegria que nós estamos participando desde o início e vamos trabalhar ao longo do ano esse sistemas maravilhosos que nos foram propostos e eu já de antemão agradeço a você e crise ao Marco por essa oportunidade do nosso departamento continuar nessa temática Muito obrigado a vocês Márcia essa parceria é uma parceria por uma grande e boa causa um grande beijo a todos até para semana fiquem com Deus tchau tchau você gostou deste conteúdo então nos
temática Muito obrigado a vocês Márcia essa parceria é uma parceria por uma grande e boa causa um grande beijo a todos até para semana fiquem com Deus tchau tchau você gostou deste conteúdo então nos ajude a manter Este trabalho a febtv está presente em multipla plataformas para alcançar você Onde Estiver nas maiores e principais redes sociais com o YouTube Facebook Instagram Tik Tok e kauai em sites modernos e individualizados para cada programa com conteúdos extras que permitem que você amplie e a profunde suas experiências nas principais plataformas de áudio streaming como Spotify Gisa Google podcasts Apple podcasts e castbox produtores técnicos programadores designers e juntos fazemos da febtv e da FEB lives companheiras diárias das suas e das nossas vidas e aí podemos contar com a sua colaboração a padrine a febre TV acesse www.fabtv.com.br e faça parte dessa rede de investidores do bem estamos com você através da febtv
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