A dependência química na família | Família no Ar
"A melhor escola ainda é o lar, onde a criatura deve receber as bases do sentimento e do caráter.” Emmanuel, O Consolador. Que tal debater sobre a Família à Luz do Espiritismo por meio de diversos temas relevantes para este momento de transformação e evolução da Terra? Vem com a gente para o "Família no Ar”, um programa da FEB Lives, o canal de transmissões ao vivo da Federação Espírita Brasileira! No dia 05 de abril de 2023, abordaremos o tema "A dependência química na família". O con...
Boa noite meus irmãos sejam todos muito bem vindos a mais um família no ar esse programa da Federação Espírita brasileira que traz assuntos que interessam a família em suas mais diferentes fases problemas relacionados a nossa educação dos filhos como trabalhar com os nossos pais enfim temas que da na atualidade estão presentes no cotidiano das famílias e na noite de hoje teremos um tema muito importante a questão da dependência química e como é que essa dependência física química atua na família para conversar conosco sobre esse assunto nós vamos receber um irmão muito querido que já esteve conosco no ano passado o doutor Wesley Assis Dr Wesley ela de Goiás trabalha na ame Goiás é palestrante Espírita escritor e um profissional da área de saúde porque o doutor Wesley vai falar aqui com a gente não só como Espírita mas também usando a sua vivência como psiquiatra já longos anos seja muito bem vindo meu irmão boa noite a você um prazer estar aqui Cris né Para a gente tá iniciando o trabalho com muita alegria que eu sou convidado sou convidado assim eu já vejo que a gente tem um papel de Despertar nas consciências uma visão nova da questão dos comportamentos de risco então prazer boa noite a todos esse tema que nós vamos conversar sobre ele na noite de hoje é um tema extremamente atual de acordo com o Sistema Único de Saúde de saúde o ministério da saúde né nos informa que os atendimentos nas unidades do SUS em decorrência de dependência e use abuso de substâncias teve um crescimento de 12,4% num período muito pequeno de dois anos e a Organização Mundial da Saúde afirma que pelo menos 6% dos brasileiros sofrem com algum tipo de situação envolvendo a dependência química então nós já vamos passar para Doutor Wesley para conversar um pouquinho com ele para que ele possa nos explicar realmente o que que vem a ser essa dependência química né como é que nós podemos cabelo é esse uso e Abuso E por que que essa dependência química acontece parece que o nosso irmão Wesley tá com
plicar realmente o que que vem a ser essa dependência química né como é que nós podemos cabelo é esse uso e Abuso E por que que essa dependência química acontece parece que o nosso irmão Wesley tá com algum problema na sua internet Wesley você nos ouve Oi acho que você voltou agora né Wesley você desapareceu da tela um pouquinho Tá bom o que é a dependência química Na verdade é um conceito que está em mudança porque focar o assunto tão complexo no produto químico é um equívoco já de entrada da sociedade da de todo mundo científico né então o conceito Hoje ele tem que ser desfocado da substância a substância tá no campo da toxicologia e o indivíduo e com todos os fatores ligados ao uso eles são anteriores ao primeiro contatos são anteriores A experimentação portanto todos aqueles fatores relevantes já existiam antes das drogas o indivíduo já tá engajado no comportamento de risco tanto com álcool quanto com droga já estava engajado anteriormente é um comportamento de risco e foi nessa trajetória desses comportamentos impulsivos onipotentes dessa compulsão dessa gratificação imediata e da própria imaturidade que o indivíduo entrou em contato com a substância então muitas vezes interrompendo até a própria auto-realização a forma todos os processos do indivíduo então a dependência química ela é um processo neurológico ou seja tem um aspecto biológico mas também tem os aspectos psicológicos os aspectos sociais culturais que englobam toda as relações humanas a história de mudança Mental comportamental para os substância antiga na humanidade vai de milênios principalmente o álcool então a história de conceitos da dependência química tem só os 300 anos então Estamos correndo atrás de lidar com isso e o grande papel do Meio Espírita é conseguir oferecer o complemento da ciência não faz que a questão da espiritualidade então oferece a química é um padrão desadaptativo em que o indivíduo busca no próprio erro de cálculo prazer busca Euforia busca ficar fora de si né E nesse erro de cálculo
questão da espiritualidade então oferece a química é um padrão desadaptativo em que o indivíduo busca no próprio erro de cálculo prazer busca Euforia busca ficar fora de si né E nesse erro de cálculo ele acaba por perder o controle e continua usando as substância de eleição dele apesar de todos os problemas isso que é o conceito da doença ele vai usar também o estado de Mouro para ampliar ele ou também para se enturmar ou para se sentir pertencendo a grupos de todo jeito o controle que o indivíduo no uso da substância é delegado para alguma coisa externa a ele algo siga controlar a abstinência por exemplo e tem a ilusão que controla abstinência então ele se dá melhor diz que mexer com a relação que ele tem com pai com a mãe com alguma questão relacionado Então esse processo ele está intermediando a experimentação a recaída a progressão do uso e posteriormente as dificuldades para seguir sem usar substâncias Então os fatores não tem a ver com a dependência aqui tem a ver com as questões profissionais com grande processo de de perda de controle Mas acima de tudo Independente de quem deveria ser chamado de mensageiro paciente deveria ser chamado mensageiro ele é mensageiro do sistema de onde ele veio então se alguém acha que tratar isso seria incluir só o usuário de substância está enganado tem que englobar todo mundo principalmente a família ou seja ele dentro daquele sistema ele acaba informando ou denunciando desequilíbrio que está ali é isso ele aponta fatores de risco e proteção Ou seja a família é o mesmo tempo risca e proteção ela tem fatores que protege o paciente que a gente identifica quando vai buscar um tratamento nós damos nome a essa esses fator de proteção da família de capital de recuperação Ou seja todos os recursos sociais familiares né da família todos os recursos do indivíduo se ele já tem uma profissão se ele já tem uma condição sabe as estratégias de copo em psicológico ou seja capacidade de lidar com crise de ver a crise como oportunidade de mudança então todas
ndivíduo se ele já tem uma profissão se ele já tem uma condição sabe as estratégias de copo em psicológico ou seja capacidade de lidar com crise de ver a crise como oportunidade de mudança então todas essas questões elas estão envolvidas no tratamento Então se a gente fala só o produto químico a gente dá um poder que leva um erro por que que eu fico focando assim e quando a gente fala dependência química o indivíduo pode chegar o erro de achar que ficou abstinente tá tudo resolvido se o paciente para de usar droga nossa família não tem problema mais E isso não pode ser é uma ingenuidade né um erro de avaliação é e muitas vezes as pessoas ficam um pouco preocupadas porque uma pessoa na família é o único que usa mas é o que você tava explicando que os outros fatores estão ali presentes também né nos outros que usam uma substância é o erro um erro de avaliação a gente achar que o indivíduo começou a usar droga o problema começou ali né a situação que levou aquele ali os fatores que levaram aquele ali já iniciaram bem antes e a hora que o indivíduo usa as substância ele está só agregando mais uma complexidade mais um problema na história de problemas já para esses tempos Alguns falam assim não mas lá em casa todo mundo era tranquilo a gente não tinha uma relação disfuncional gente se a gente for observar né tem 30 anos que eu lido com Independência química Então já deu para observar há uma jornada gente onde o paciente quando ele começa a usar substância o primeiro diagnóstico que eu percebo é eu pergunto assim para família e pergunta para o paciente quanto tempo que ele usa Aí eu pergunto para família quanto tempo que você sabe que ele usa Às vezes o paciente usa droga ou outras comportamento de risco a seis anos a família sabe a três meses isso denota para gente uma Claro divórcio emocional uma falta de dedicação multa ou a falta de percepção uma falta de convivência que permita a gente perceber um indivíduo intoxicado que não é percebido pelo meio familiar porque não às vezes
emocional uma falta de dedicação multa ou a falta de percepção uma falta de convivência que permita a gente perceber um indivíduo intoxicado que não é percebido pelo meio familiar porque não às vezes não convive outras vezes não sabe nada dependência química não tem instrução sobre ela esse é os grandes problemas que as Pesquisas mostram a família não sabe ter o indivíduo travado na cocaína travada no uso de uma maconha então ele não consegue ele consegue ver o álcool pelo cheiro pelo comportamento pelas coisas no entanto a história de uso pode não coincidir com a família sabe muitas vezes a história já está bem anterior o indivíduo já tá numa fase não de flerte com a droga ou com álcool ele já tá numa fase de uso regular então não tem jeito de estruturar isso quando começa um tratamento primeiro a gente vai tentar é fazer o paciente querer tratar ou ver que tem um problema que às vezes ele não vê que tem um problema só a família É isso é verdade e você falou agora da questão do álcool a gente percebe Eu trabalho também com com essa situação a gente percebe muito uma preocupação das famílias muito focada nas drogas ilícitas só que nós temos em nosso país e no mundo todo o consumo de drogas lícitas é que passam muitas vezes batido dentro da estrutura familiar a questão do consumo do álcool a questão da independência do uso e Abuso do fraco e às vezes até mesmo de medicamentos né esse diferenciação né entre consumir o que é ilícito que é lícito para o sofrimento psíquico para o adoecimento e para a própria questão da dependência tem alguma diferença ou é muito mais um estigma social que a gente coloca na verdade o álcool é conhecido no meio da dependência química por nós profissionais como a droga suja quer dizer é uma droga que mexe com todo o circuito das Outras Drogas ela chama todas as outras drogas Então ela está no circuito evolutivo da experimentação e do uso o álcool sempre está com raras exceções então ele tá presente na evolução da experimentação o que que é
ela chama todas as outras drogas Então ela está no circuito evolutivo da experimentação e do uso o álcool sempre está com raras exceções então ele tá presente na evolução da experimentação o que que é experimentar gente é o indivíduo ter contato com nicotina ou álcool Às vezes as primeiras experiências com estado alterado da consciência é com álcool e nicotina posteriormente ele pode evoluir ou não outros pode ir direto para cocaína alguns pelo crack outros só pelo álcool mas de todo jeito maconha a trajetória de contato com substâncias que altera consciência começa muito com as listas pela facilidade Então nesse caso a evolução naturalmente é ela ocorre vou usar uma imagem aqui até cômica É como se você pegasse cada experimentador e colocasse no estilingue muito gigante colocasse ele fosse vindo para trás esticando A Liga a borracha do chinês não conhece a estilingue aí é Então a hora que for soltar o estilingue mostrando que a experimentação ela tem várias trajetórias a hora que liga Alguns vão cair quebrar a cabeça e morrer outros vão ficar com machucados vão ficar incapacitados alguns outros vão cair e sair andando aparentemente os melhores problemas e alguns vão simplesmente ficar presos em alguma condição ali não sai mais do lugar onde caiu então eu tô dizendo que graças a Deus nem todo mundo que Experimenta evolui para dependência químico mas cá Com certeza o indivíduo que bebe ou usa nicotina Com certeza ele tem mais chance de seguir em frente ele já começou jornada entendeu já tem e quem usa maconha é mais fácil e bebida e nicotina é mais fácil experimentar a cocaína porque ele já começou uma jornada ele já tá com experiência de alterar consciência e usar essa aquela outra droga é mais tranquilo ele já tá no meio e já tem uma pressão de grupo já tem todo uma confissão com envolve Então esse padrão do álcool né de dizer droga lícita para nós da área é um mero enfeite porque para o indivíduo essa parte biológica da intoxicação é só uma das janelas quanto mais janelas
com envolve Então esse padrão do álcool né de dizer droga lícita para nós da área é um mero enfeite porque para o indivíduo essa parte biológica da intoxicação é só uma das janelas quanto mais janelas abertas mais vulnerabilidade para o uso Então os psicológicos são muito importantes os fatores familiares os fatores sociais né a evasão escolar então tem muita coisa que não dá para falar no escopo só de umas lives perfeito é ainda voltando nessa questão família e o uso de substância é às vezes em algumas famílias principalmente aquelas descendentes de povos onde o uso do vinho a mesa é muito comum o adolescente às vezes até mesmo uma criança começa muito cedo a bebezinho por exemplo e não não como você falou alguns nunca vão evoluir para uma dependência Esse aspecto cultural presente na família daquele consumo ali habitual e tudo ele pode mascarar essa dificuldade ou ele como tá contextualizado esse consumo é expor esse indivíduo a menos risco o modelo esse modelo que você descreveu aí ele é mal entendido foi muito bom você ter falado Cris porque na verdade se você usa uma bebida no contexto de uma tradição de um folclore de uma tradição ela não tem essa evolução a evolução da droga que nós estamos falando na pós-modernidade que pioram muito é o uso da droga para preencher um vazio é o indivíduo querendo escapar de si mesmo das suas angústias é a euforia eu fora de mim eu saí do processo né é diferente é aqui um exemplo que eu já dei na outra Live né os judeus em Israel é o índice de alcoolismo é muito baixo muito baixo os judeus em Nova York com isso e alcoolismo é um elevadíssimo você vê lá eles usam no contexto de uma festividade fora de lá não é permitido não é de bom Tom bebê fora daquele fora daquele daquele almoço Gaúcho ou uma condição um queijo na Serra Gaúcha num contexto do frio o vinho ele tá introduzido o indivíduo não vai naquele estado de abuso ele faz um uso a evolução é lenta ele evolui porque não existe bebês entra de risco existe bebê de baixo risco médio risco e grande risco
ele tá introduzido o indivíduo não vai naquele estado de abuso ele faz um uso a evolução é lenta ele evolui porque não existe bebês entra de risco existe bebê de baixo risco médio risco e grande risco quanto mais fatores de vulnerabilidade mais risco então por exemplo um chinês um já ética para isso deu deu deu uma cortadinha aí então o indivíduo ele ele começa a experimentar o álcool e se ele tiver muitas vulnerabilidades E se o avô o pai tem problema com o álcool ele não vai herdar o alcoolismo gente ele não vai ele vai ter uma facilidade de metabolismo maior do álcool e ele vai beber mais ele vai ter mais facilidades a chance dele evoluir mais rápido é grande e se ele tiver outra é outra condição que possa Se somar a essa condição biológica por exemplo ele tem uma ansiedade e se sente mais aliviado bebendo ele se sente mais pertencendo a uma questão social se ele beber porque ele vai desinibir e tal se ele tivesse aspecto da personalidade eu tiver uma ansiedade generalizada uma fobia social ele vai beber Nesse contexto ela olha tanto de fatores que nós estamos juntando aqui e vamos hábito familiar seja bebê no domingo só no domingo pode ser que ele não consiga fazer isso só no domingo ele vai fazer mais em outros locais é isso que chama vulnerabilidade fatores de risco numa situação todo mundo faz uso ele já faz abuso o que Que abuso abuso é a evolução do consumo que é o que abuso uso no contexto social como nós falamos e o abuso é quando o padrão que ele consome é sempre maior do que ele pretendia ele sai do aniversário onde ele bebeu e ele vai para o depósito de bebida pega bebida ele não para mais ele tá tendo dificuldade com o controle Independência é aquela pessoa que sai da abstinência para o uso os outros dois sai do normal para intoxicação o indivíduo dependente ele sai da abstinência ele não sai mais do normal ele não volta ao normal porque agora o corpo dele funciona melhor com álcool ou com droga então ele caiu então é isso que eu digo que o álcool ele está
le sai da abstinência ele não sai mais do normal ele não volta ao normal porque agora o corpo dele funciona melhor com álcool ou com droga então ele caiu então é isso que eu digo que o álcool ele está presente tanto na evolução do consumo quanto na na recaída dos pacientes do consultório é e nós temos às vezes dentro da nossa sociedade um estímulo extremamente frequente para o consumo do álcool porque a propaganda aparece a oferta é muito facilitada Esses dias eu tava conversando conversando que no Brasil não normalmente não é pedido a identificação de quem vai consumir a bebida alcoólica muitas vezes um adolescente consegue comprar e usar e fazer o uso abuso e até as transgressões relacionadas a isso né as políticas públicas e a repressão que deveria ser dos órgãos públicos no Brasil é muito fragilizado nos Estados Unidos se você sair com a com a bebida alcoólica fora de um saco de papel alguma coisa você você é preso você tem que responder aquilo Se Você dirige alcoolizado é preso mesmo você não fica como se não tivesse acontecido nada então as políticas aqui são muito difíceis no sentido de aplicação elas estão aí então o que nós precisamos é que a família Reforce é a educação o estilo parental para que na hora do inimigo entrar em contato ele possa modular a sua vontade para dizer não e aí que tá a questão a questão preventiva tem que ser falado se eu a gente não pode aqui na live é enredar para caminho curativo onde eu tô mexendo com pacientes graves eu tenho que ficar na frente então não preventivo se você me permite da mesma forma que o paciente ele pode ir nessa caminhada do uspo abuso é dependência a família segue junto ele intoxicando com substância Qualquer que seja e a família intoxicando de Emoções negativas medo ansiedade culpa e vai cruzando a linha de forma que a família fica olhando muito paciente e o paciente reclamando muito da família é um no afetivo esse novo afetivo não muda Só pelo fato da pessoa ficar desintoxicada então é importante perceber que se não há um engajamento da
uito paciente e o paciente reclamando muito da família é um no afetivo esse novo afetivo não muda Só pelo fato da pessoa ficar desintoxicada então é importante perceber que se não há um engajamento da família no processo essas práticas de tratamento elas são bem bem sem sucesso é um fracasso generalizado então a gente precisa entender que precisa trazer as pessoas para o tratamento e muitas vezes esse tratamento precisa engajar todo mundo então esse engajamento da família o meio Espírita pode fazer isso muito bem porque nós podemos fazer a psicoeducação podemos fazer grupo nós não podemos é querer nosso tratamento é complementar nós não podemos os órgãos a psicologia a psiquiatria o Clínico os caps não podemos fazer esse papel isso já está ali definido por lei nós temos o papel é de resgatar a espiritualidade é a condição de olhar as coisas de um prisma superior e o prisma maior que possa então trazer a família para um vínculo melhor trabalhar um vínculo trabalhar as relações fortalecer o sistema familiar porque senão as Recaídas são frequentes 75% das Recaídas né diz o livro prevenção do marland é 75 anos tão ligado a três coisas a primeira delas né é dificuldade para lidar e gerenciar emoções negativas e também positivas tem gente que recai porque tem Euforia as coisas vão dando certo ele não sabe lidar com a euforia e com tristeza quando frustração e a segunda causa de recaída de retorno ao uso no seio familiar e do paciente é dificuldade nas relações interpessoais e só a terceira que é ambientes e colegas então a maioria pensa que é assim que o culpado é sempre o filho do outro amigo dela então a gente sempre fala que essas três fatores podem ser trabalhado no meio Espírita não no fundo terapêutico não é isso mas os grupos realizados no meio Espírita eles têm consequências terapêuticas como qualquer grupo tem né então os grupos de estudo de Joana de anjos tem consequências terapêuticas mas não é um grupo terapeuta mas um grupo seja online ele já ajuda muito presencial ajuda muito mais é quando uma
rupo tem né então os grupos de estudo de Joana de anjos tem consequências terapêuticas mas não é um grupo terapeuta mas um grupo seja online ele já ajuda muito presencial ajuda muito mais é quando uma pessoa é terapeuta do outro de tanto ele falar coisas que fazem sentido então é esse processo da família é sempre importante a gente realçar necessidade da família parar de indicar o indivíduo como paciente é o sistema é o sistema todo é paciente não é isso gente é a forma de agir de entender para que você possa então ser qual participante do tratamento de forma adequada Então faz com que a gente mude o circuito salvacionista e faça sair para um circuito mais de acolhimento das necessidades do sistema familiar e do paciente é isso que você tá colocando é muito importante quando nós trazemos esse tipo de ponto aqui para família no ar é para termos uns alertas as buscas né de orientação que são tão necessárias e importantes E para isso meus irmãos nós precisamos muito da participação de vocês mandem as suas questões as suas participações isso faz com que o nosso programa chegue mais pertinho da necessidade de vocês e do coração dos outros irmãos que estão precisando dessa mensagem Wesley eu gostaria que a gente pudesse falar rapidamente né É sobre algumas repercussões alguns sinais que nós vamos poder estar atentos dentro da família você falou que às vezes a família pensa que a dependência começou a três meses já tem muito tempo né É quais seriam aqueles sinais de alerta para que a família pudesse estar atenta principalmente é no comportamento dos seus filhos e de outros integrantes também da família que que poderia chamar atenção né você falou aí de fatores predisponentes por exemplo nós temos os primeiros são estilo parental os quatro os quatro estilos parentais mais comuns que é o autoritativa aquele que autoriza a autoestima tem muitas regras mas também tem presença real junto da criança ele é o mais protetor a gente não consegue ser assim o tempo todo né a gente passa mas
é o autoritativa aquele que autoriza a autoestima tem muitas regras mas também tem presença real junto da criança ele é o mais protetor a gente não consegue ser assim o tempo todo né a gente passa mas o estilo autoritário o estilo negligente né e o estilo passivo baseado no Mimo eles são três portas abertas se a família funciona mais tempo que a gente não fica o tempo todo polarizado em um a gente passa por isso aí em alguns momentos né Mas se a gente tá polarizado no estilo negligente no estilo autoritário onde não há Justiça na concessão de permissões onde há muita autoridade mas não tem presença real junto à criança a criança cresce se virando né nesses três estilos sem assumir responsabilidades maiores sem assumir é a regras sem participar dos ritos familiares os jantar a família hoje está perdendo esses valores essas tradições então é quando ele começa a usar droga não tem gente de perceber nada porque não tem convivência Então esse é o primeiro fator a convivência familiar quando tem essa supervisão essa essa presença mais próxima com mais dedicação mútua a vulnerabilidade do uso sem perceber não tem jeito porque logo a mudança no hábito é percebida e pode reconhecer o uso na fase da experimentação ou na fase do uso mesmo Aí fica fácil Então esse é o primeiro a convivência e as rotinas familiares as refeições tomadas juntos o culto no lar quando tem uma religiosidade prática já então esse opções outras condições é ligado ao vínculo entre as pessoas sabe se hoje o exemplo que as Pesquisas mostram claramente que pais que bebem sinalizam para o filho que bebê é benigno que não tem problema então as pesquisas mostram muito isso nos estudos preventivos né então outra questão é a questão da relação do casal né então é muito importante a gente ver que o casamento em si o casal quando ele não está preso as suas imaturidades eles têm um olhar maior para os filhos e para as pessoas da família de forma que eles conseguem identificar os fatores e alterações na rotina intercorrências com
le não está preso as suas imaturidades eles têm um olhar maior para os filhos e para as pessoas da família de forma que eles conseguem identificar os fatores e alterações na rotina intercorrências com mais com mais sensibilidade quando são presos a discussões e conflitos dão presos adverso emocional a convivência nossa boa então isso é importante o último seria a questão é da excesso de de ausência de casa o excesso de trabalho excesso de doutorado de estudo excesso de tudo né da mesma forma que entra violência entre a suicídio e até dependência química também é um processo na base de quase todos os comportamentos de risco a negligência está presente e algumas vezes a família tá presente a família tá toda envolvida no contato mas tem os fatores do indivíduo Então nem sempre gente fatores só do ambiente familiar não às vezes a família tá bem agregada e o filho por alguma situação é envolve-se com o uso de droga e uma das explicações que eu tenho visto nesses anos é a presença de processos Auto obsessivos como se o indivíduo despertar-se com aquela experiência Inicial conteúdos do inconsciente dele começa com automatismos graves Então esse tipo de condição também está associada ao início do uso e a evolução grave é como se ele abandonasse a faculdade abandonasse tudo para ficar com aquele padrão é um quadro desa adaptativo grave que eu tenho visto e a gente vai avaliar ele não tem comorbidade não tinha fatores de risco tão importantes e ele evolui de uma forma bruta em questão de um ano dois anos ele já tá no uso grave Nós temos muitos casos onde fatores espiritual precisa ser aventado como fator principal perfeito perfeito a nossa irmã Márcia fez uma pergunta aqui que consideramos que é importante a gente poder estar colocando deixa eu ver aqui a pergunta dela para não como impacto do uso das substâncias alcoólicas em casa no desenvolvimento emocional das Crianças jovens partindo do princípio Que agressividade é está presente nesses casos né ou pode estar presente nesses
impacto do uso das substâncias alcoólicas em casa no desenvolvimento emocional das Crianças jovens partindo do princípio Que agressividade é está presente nesses casos né ou pode estar presente nesses casos né você falou já um pouquinho mas eu acho que a gente pode aprofundar um pouquinho Wesley é a sua internet tá cortando um pouquinho vamos esperar a internet do nosso irmão ficar um pouquinho melhor mande suas perguntas coloquem as suas sugestões aqui para nós Wesley a sua internet cortou um pouquinho volta para o comecinho da tua fala eu nem falei eu tava esperando que saiu tudo aqui então vamos lá uma das coisas muito importantes nas pesquisas epidemiológicas e de prevenção é que o ambiente familiar e já tá bem configurado pelos estudos da psicologia e do desenvolvimento psicossocial o desenvolvimento da criança ele se dá de forma mais adequada na estruturação da autoestima através de um ambiente onde as figuras de vinculação pai e mãe ou aquele responsável pela criança consiga dar segurança para criança o ambiente fica o ambiente fica previsível no ambiente onde tem o álcool onde um dos pais ou ambos lidam muito frequentemente com álcool com discussões ou algum tipo de quebra na rotina o ambiente fica imprevisível gerando um estado de insegurança porque aqueles que deveriam da segurança estão envolvidos nas problemas no alcoolismo então o alcoolismo é um dos ambientes mais estressante mais formadores de memórias traumáticas nas crianças e no ambiente familiar então ele desagrega o uso do álcool as discussões aquele medo né de que algo vai acontecer aquilo ocorre uma idade onde a criança não dá conta de elaborar uma resposta de enfrentamento ele guarda aquilo reprime transformando na fase da adolescência do adulto em transtornos de ansiedade em condições espirituais em condições depressivas em quadros de uso de substâncias juntamente ali porque o sistema está desagregado então é muito importante a gente perceber que a presença do álcool ele interfere na relação afetiva de todos é uma
vas em quadros de uso de substâncias juntamente ali porque o sistema está desagregado então é muito importante a gente perceber que a presença do álcool ele interfere na relação afetiva de todos é uma substância que está aceita pelas tradições pelo costume pelo hábito Mas é uma das grandes relacionadas com o problema da dos conflitos familiares e dos traumas se a gente fizer a história de um paciente que chega no consultório e com transtorno de ansiedade pode buscar os fatores lá o ambiente familiar imprevisível um pau quebrava toda hora e aí é a pessoa fica numa insegurança muito grande o pai chegava alcoolizar todo mundo escondia dentro do guarda-roupa debaixo da cama porque aí a coisa ia dar errado então é esse fator é muito comum isso que você tá falando me recorda um paciente com transtorno de ansiedade que eu atendi já com quase 40 anos e tinha um problema grave de insônia E aí fomos trabalhando e ele foi relacionar a dificuldade dele de dormir é um medo que ele tinha na infância quando na infância e na adolescência quando o pai sair de casa para beber ele ficava acordado esperando o pai chegar porque invariavelmente o pai ia bater na mãe e ele ia se interpor ali entre os dois Então essa questão do da ansiedade dele quando chegava à noite que não conseguia ter tranquilidade quando ele se deu conta que isso remontava lá a época de da infância de adolescência foi um grande avanço porque agora ele tava vivendo num outro contexto muito melhor mas ainda traziam-se o trauma de todo esse conflito por provocado pelo álcool isso pode ocorrer com os adultos quem convive com um indivíduo com comportamento de risco do álcool de outras substância Nós também vamos fazendo uma história de sobressaltos toda vez que o indivíduo começa porque um dos critérios do alcoolismo é a saliência do comportamento familiar aprende que aquele dia daquele comportamento saliente ele vai se intoxicar E aí aquele processo desencadeia uma a resposta física nos fa Mas é a mesma do teft do ultrassom de estresse postado
familiar aprende que aquele dia daquele comportamento saliente ele vai se intoxicar E aí aquele processo desencadeia uma a resposta física nos fa Mas é a mesma do teft do ultrassom de estresse postado revivercência ansiedade muito grande entorpecimento e irritabilidade medo e um quadro assim de muito desequilíbrio dependendo o indivíduo pode ter problemas graves comportamentais agressividade só de conviver com aquela situação repetidamente É temos uma pergunta aqui da nossa companheira Carla que que nos faz a questão sobre a bebida leva ao suicídio ou seja temos uma relação entre a dependência eu vou ampliar aqui né que dependência química e suicídio você percebe isso na sua experiência isso É frequente 17% dos alcoolistas para o suicídio né então é muito grave né Eu falo isso porque esses números não são ampliados por isso que eu rio de uma situação dessa porque é uma tragédia então a outra questão é o seguinte quando a gente vai avaliar suicidabilidade a suicidaridade do indivíduo a gente vê os quatro fatores a gente chama de os quatro desses desamparo desesperança depressão e desespero o quinto D que ninguém fala é dependência química então o 4D quando a gente vê isso aqui a gente observa que no dependente químico de álcool se tem bipolaridade ou não tem desamparo desesperança depressão não leva ao suicídio só o sofrimento sem sentido que é o desespero aí a dependência química tá ali o comportamento dependente química é igual adolescente que tenta o suicídio quando entra no estado de agitação Então esse indivíduo suicida quando passa o efeito do álcool muitos deles alcoolizado mas muitos é quando passa que ele entra naquela naquele contato com a realidade dela é muito importante a gente ver que o suicídio É tá muito associado ao uso de substância principalmente cocaína e álcool é isso são elementos extremamente importantes para que nós estejamos atentos a isso né Wesley como é que nós né como espíritas podemos é iniciar ou trabalhar o auxílio a uma família que está vivendo é esse
o são elementos extremamente importantes para que nós estejamos atentos a isso né Wesley como é que nós né como espíritas podemos é iniciar ou trabalhar o auxílio a uma família que está vivendo é esse esse drama dentro da sua junto com familiar Ou às vezes toda a família como você disse né vivendo esse drama da dependência química qual seria o caminho ideal para que a gente pudesse fazer esse trabalho de auxílio o trabalho primeiro precisa concientizar a família com conhecimento bem embasada encaminhar para tratamento tratamento médico tratamento psicológico é a família encaminhar para grupos de ajuda mútua então aí depois de sanar dessa questão profissional de que eles estão recebendo apoio o meio Espírita tem que oferecer psicadução de base contextualizada com conteúdos que amplia a consciência da família o entendimento discernimento o paciente na entrevista motivacional no consultório ser motivado sem esclarecido para que a balança desses olha dele assuma um equilíbrio maior né juntamente com isso tratamento desobsessivo que é muito importante na minha experiência ele é crucial a ciência não oferece nós temos que oferecer não é alternativo gente é complementar a ciência não faz nós temos que oferecer mostrar o médico que tá atendendo que ele não tem uma religião ele tem uma espiritualidade que ele precisa da espiritualidade ser do contato com Deus né se ele pode conseguir isso através de uma religião que seja que seja a Catarse ali naquele momento vai ajudá-lo e aí o tratamento Espírita envolve tratamentos obsessivo tratamento é de energético magnético tratamento esclarecimento e palestras orientações que possam então lidar com essa complexidade e quando eu falo paciente eu tô falando o sistema familiar como todo o paciente então além da terapêutica é importante também essa postura de acolhimento que individualmente todos nós como espíritas precisamos oferecer essas famílias que estão passando por esse momento de Dores sofrimento é isso no grupo GSI grupo saúde integral que já faz esse trabalho
ue individualmente todos nós como espíritas precisamos oferecer essas famílias que estão passando por esse momento de Dores sofrimento é isso no grupo GSI grupo saúde integral que já faz esse trabalho num projeto que eu inaugurei em 2007 esse trabalho eles são feitos assim o paciente antigamente a gente separava a dependência química dos outros fazendo hoje não hoje é tudo junto na mesma sala hoje feito online foi feito presencial muitos anos o que que significa cada tema a questão do sofrimento a questão da espiritualidade a questão é do pensamento das vibrações tudo que possa ampliar a consciência para levar o indivíduo a fracassar no uso da droga toda vez que ele usa com a mente alimentada com tanto saber sofre mais e sai ele vai fracassar no uso porque você alimentou a mente dele o discernimento então Jesus mostrava isso em todo momento nós temos que fazer isso com paciente no sentido despertar ele para a sua espiritualidade a sua conexão com algo maior transcendente ele precisa ter esse entendimento ele precisa ter a caridade do acolhimento de ouvir as coisas ouvir as crenças distorcidas que ele tem e acolher elas porque ele tá no tratamento é para melhorar isso então não ficar apontando Ah não recupera uma das coisas mais importantes a vibração que a família tem no em cima do paciente a vibração de que ele vai usar de que ele tá isso envolve ele não é um circuito que ele não escapa ele já tá com circuito de entidades que associava ao uso aí a vibração da família em cima ou não tem uma vibração que possa romper esse circuito Então a gente tem que trabalhar a família para que ela possa ajudar ela possa engajar ela possa estar junto com os profissionais e com a casa Espírita ou com qualquer outra religião que possa transformar não é a religião como doença gente baseada na no denegrimento da criatura na baixa autoestima né e coisas assim eu tô falando da espiritualidade é aquilo que você faz com que você crê então é nesse prático eu penso que aí o espiritismo tem muito a contribuir
nto da criatura na baixa autoestima né e coisas assim eu tô falando da espiritualidade é aquilo que você faz com que você crê então é nesse prático eu penso que aí o espiritismo tem muito a contribuir é você falou aí do do demérito de quem usa muitas vezes as pessoas é querem aterrorizar quem tá usando para ver se ele pelo medo ele deixa de usar e na prática não é assim que funciona É verdade é mais rica é uma relação uma aliança terapêutica daquele daquele paciente se sentir acolhido pelo profissional a família se sentir acolhida mas também um grupo espírita colher aquela pessoa com respeito com entendimento com compaixão com empatia porque o que tá precisando que a família refaça gente não é a questão da droga é afetividade é os são os vínculos os vínculos que precisam ser restaurado então o indivíduo precisa entender isso ele entender isso aí ele vai engajar com a gente no trabalho logo logo ele tá bem melhor e conseguindo alcançar melhores resultados luta né é o fato é Wesley você falou ainda pouco da predisposição que ele pode ter porque tem na família que elemento né mas nós sabemos também que alguém que foi dependente dependente numa outra vida ele pode trazer para essa novamente aquelas matrizes na sua consciência ou no seu inconsciente para para dependência né então é importante que os pais estejam muito atentos desde pequeno aquela criança que tem uma dificuldade de lidar com as frustrações com as contrariedades seria poderiam ser elementos indicativos de uma fragilidade emocional maior que poderia no futuro novamente ser um deflagrador de uma dependência química hoje eu tenho percebido que não é um número muito muito grande crescente de pessoas que aparecem no consultório psiquiátrico eles são Auto obsessivos São indivíduos que em alguma época no período da puberdade ou mais cedo é ele entrar em contato com alguns fator gatilho alguma experiência de uso alguma situação e eles começam a apresentar um padrão de comportamento errático muito grave e precoce pacientes por exemplo de
ele entrar em contato com alguns fator gatilho alguma experiência de uso alguma situação e eles começam a apresentar um padrão de comportamento errático muito grave e precoce pacientes por exemplo de 12 anos bebendo grandes quantidades de álcool e a gente observa no tratamento espiritual que esses indivíduos tem no inconsciente dele no atendimento condições que mostra para a gente que ele já teve essa experiência muito grande mas é importante a gente entender que essas condições precisam de tratamento dentro de uma de uma ciência espiritual adequada Ou seja você precisa ir e usar a técnica adequada e o agregado humano dessa pessoa ela tá ali precisando de um atendimento profundo e o espiritismo ele tem esses recursos e temos formas de caminhar né isso não acontece só com droga gente existe aquelas que ele costume antigo que graças a Deus tem diminuiu abruptamente dá aquelas indivíduos acharem que o rapaz precisa ir né no prostíbulo no lugar para fazer um rito de passagem irá homem né e ele não sabe o que que a pessoa viveu mais e aí desperta nós temos visto esses atendimento a medicina fica pasma não sabe o que que é o quadros de automatismo São condições que veio para ser sanada naquelas condições que ele tá ele sai daquela condição e ele entra nos comportamentos civil álcool as drogas tem um componente muito sério quantos indivíduos Retornam depois de vidas desperdiçadas com ópio e ele caminha no campo do álcool eu tenho muitas experiências com tratamento espiritual de condições como essa então a gente tem que tomar cuidado que é uma verdadeira Roleta Russa na adolescência o experimentar e na infância e experimentar de drogas principalmente perfeito agora eu gostaria que a gente pudesse falar mesmo que rapidamente da questão da dependência hoje dos medicamentos porque nós temos hoje muitas pessoas que que depende né de medicamentos de uma maneira muito muito acima do que já foi em qualquer outra época porque temos uma facilidade de acesso a isso daí esse quadro É tão
s temos hoje muitas pessoas que que depende né de medicamentos de uma maneira muito muito acima do que já foi em qualquer outra época porque temos uma facilidade de acesso a isso daí esse quadro É tão sério quanto a dependência das outras substâncias Wesley na verdade para o cérebro gente é usar álcool ou usar um benzodiazepine com Rivotril da vida um clonazepam é dá na mesma o zolpidem dá na mesma então hoje uma das coisas que estava terrível é a dependência o abuso de zolpidem que é um remédio de dormir então esse tipo de abuso Tem se tornado de forma sim grave muito grave não sei como que é Anvisa os órgãos não estão tomando Providência paciente usando 30 40 comprimido das 24 horas então a dependência de benção de exemplo medicamento injetável oral ou a questão dos indutores do Sono todas essas condições gente para o cérebro é a mesma coisa das drogas sabe parte do mesmo grupo então os bens de ezepin são os remédios para dormir os remédios tranquilizantes os psicotrópicos Eles estão no mesmo grupo do álcool então o indivíduo usa é a resposta do cérebro é uma dependência como qualquer outra nós temos a dependência de jogos que são não químicos de tecnologia né temos as dependências é o impulso sexual aumentado desequilibrado nós temos várias outras não químicas no entanto elas dependências de medicamento ela está incluída então se você olhar a morfina todas essas substâncias elas agem no circuito cerebral como qualquer outra droga Então o paciente vai ter os problemas do mesmo jeito esses idosos que chegam tomando 12 10 comprimidos de remédio para dormir eles têm uma dependência química guardada as proporções quimicamente o comportamento esconder o remédio não querer tratar recair no remédio a gente tem as mesmas lutas que nós temos com qualquer outro usuário guardadas as proporções a evolução do alcoolismo ela tem umas características do craque da cocaína tem outras características então a evolução guarda particularidades que não dá para falar no programa assim porque é bem
ções a evolução do alcoolismo ela tem umas características do craque da cocaína tem outras características então a evolução guarda particularidades que não dá para falar no programa assim porque é bem amplo então no caso dos medicamentos a gravidade é muito grande principalmente no meio da Saúde onde médicos enfermeiros morrem né com as dependências de proporção de morfina de dolantina são os remédios injetáveis então esse quadro É uma realidade no consultório mas num campo preventivo igual nós estamos falando aqui a orientação é a questão de para tudo a família tem uma saída química a sociedade hoje Para tudo tem uma saída química ou Para tudo tem um bisturi para resolver né Tem uma cirurgia bariátrica então é importante que a gente veja que no campo da prevenção a gente quer prevenção é chegar antes então chegar antes é muda os comportamentos nossas práticas Então isso é importante né então o tratamento na dependência química ele é um tratamento de Equilíbrio mas ele não vai poder ficar sem o tratamento ele vai ter que seguir com tratamento por longo período já o preventivo não você pode fazer uma diminuição do dano então é importante entender que as dependência de medicamento no consultório a gente trata igual qualquer outra guardada as proporções a gente vai providenciar tratamento como qualquer outro e a maioria dos dependentes de medicamento gente a maioria não quer parar Então esse é uma dificuldade muito grande que a gente tem no consultórios não querem parar eu fiquei aqui pensando naquela mamãe que a criancinha sente ou tá tá queixando de alguma de algum incômodo e que às vezes ela quer porque quer que aquele incômodo seja tratado com algum medicamento eu quanto a gente precisa resgatar aquela questão de Vamos colocar a criança vamos dar um banho para ela poder relaxar vamos ali conversar com ela fazer uma prece são práticas tão importantes dentro do lar para ela também sentir que tem um recurso da proteção divina mas que ela também pode se acalmar que ela não
laxar vamos ali conversar com ela fazer uma prece são práticas tão importantes dentro do lar para ela também sentir que tem um recurso da proteção divina mas que ela também pode se acalmar que ela não precisa do remédio só para se acalmar como a uma ideia na sociedade que a gente não pode sofrer então o indivíduo tá em luto tem que levar no médico para ele não lutam experiência terapêutica é uma experiência saudável então ele tem que viver o luto Agora se ele tá com muita dificuldade vai viver isso vai no psicólogo trabalha as coisas que você acha fala com no sentido de entender alguns aspectos entender fases Tá mas às vezes a pessoa quer dar um medicamento o filho é adolescente termina o namoro sofre profundamente se frustra aí quer levar no médico não tá com depressão vamos ao remédio não isso não é depressão depressão não tem nexo depressão isso aí a tristeza tristeza tem né terminou namoro se frustrou e numa fase em que ele quer ser apoiado é aí ele tá vivendo isso intensamente se tiver demais leva no terapeuta para ajudar em alguns aspectos Talvez ele consiga trabalhar Isso lá é melhor mas medicamento não você não pode usar medicamento neles não é doença então não dá para fazer né da mesma forma na Pediatria meu menino não come você vai olhar a rotina alimentar o diário de bordo do paciente daquela criança Ela come sim mas completamente errado então é preciso a gente começar a não ter achar que precisa ter uma saída química para tudo né ansiedade leve querendo usar remédio vai aí enfrentar ela vai mudar sua forma de lidar com a realidade Então pensa que é essa essa coisa da do produto químico de forma geral ele precisa ser mais falado com as pessoas as compulsões para buscar isso a gratificação imediata falando melhor a gratificação imediata Eu quero uma aqui vamos fazer eu tô ansioso Deixa eu comer eu tô ansioso deixa eu me mutilar aqui eu tô ansioso deixa eu gastar eu tô ansioso deixa eu ficar na série aqui maratonando tem até verbo para isso agora deixa eu ficar
er eu tô ansioso Deixa eu comer eu tô ansioso deixa eu me mutilar aqui eu tô ansioso deixa eu gastar eu tô ansioso deixa eu ficar na série aqui maratonando tem até verbo para isso agora deixa eu ficar maratonando aqui então essas coisas elas fazem parte dos comportamentos e risco também e muita gente começa na compulsão para alívio de ansiedade o álcool a nicotina maconha e segue em frente muito bom Wesley é como você falou o nosso tempo acaba sendo pequeno para tantas coisas que nós devemos abordar estamos perto do final do programa eu queria que você pudesse fazer suas considerações finais para esse tema que eu diria que não vai fechar nunca mas sempre vamos ter mais coisas para falar sobre ele acho que é sempre bom a gente como diz um autor né O Agnaldo paviani é bom a gente pensar e ter certeza que nunca vão me esgotar assunto a gente só tem que fazer pensar então a gente fizer pensar a gente vai seguir em frente eu acho que a coisa maior que nós temos que pensar é colocar o os fator de proteção o magnetismo da nossa casa seja fortalecido pela prece pelo respeito aos outros pela dedicação uns aos outros pela compreensão pela mansitude humildade resignação seja café mobilize nossos recursos de interação uns com os outros porque esse é o propósito da existência se nós desviarmos disso nós vamos tentar nas neuroses de massa que é a violência o suicídio a dependência química a depressão então a ansiedade que são processos que Victor Franco já tinha falado tanto no evangelho fala isso que o indivíduo só permanece vicioso se ele quiser ficar viciado se ele quiser sair ele tem ajuda e o espiritismo a ciência está aí para alavancar esse motivos para fazer mudança que ele tem ele sempre deve buscar grandes palavras muitas reflexões aqui para que nós possamos Rever não apenas o nosso estilo de vida mas como nos posicionarmos diante da vida para que a sociedade possa receber os melhores reflexos nossos também né nessa fé que nos sustenta Wesley com coração muito agradecido com a vontade de podermos
s como nos posicionarmos diante da vida para que a sociedade possa receber os melhores reflexos nossos também né nessa fé que nos sustenta Wesley com coração muito agradecido com a vontade de podermos voltar a conversar com você em outras oportunidades né como a noite de hoje né Nós agradecemos por ter estado aqui com a gente compartilhando tantas informações relevantes e a vocês que nos ouviram na noite de hoje que estiveram aqui conosco nós queremos também agradecer do fundo do coração dizendo que é importante que nós de fundamos esses conhecimentos recebidos do nosso irmão aqui dentro dos nossos círculos de relação na semana que vem nós vamos continuar falando sobre dependência mas vamos falar sobre as consequências físicas mentais e espirituais do uso de substâncias dessas dependências e nós vamos receber aqui o nosso irmão Leonardo Nunes na ame de São Paulo assunto não se esgota continuaremos conversando com isso e queremos ter vocês sempre que conosco um grande beijo a todos uma grande noite e muita paz fiquem com Deus você gostou deste conteúdo então nos ajude a manter Este trabalho a febre TV está em multipla plataformas para alcançar você Onde Estiver nas maiores e principais redes sociais com o YouTube Facebook Instagram Tik Tok e kauai em sites modernos e individualizados para cada programa com conteúdos extras que permitem que você amplie e a profunde suas experiências nas principais plataformas de áudio streaming como Spotify Deezer Google podcasts Apple podcasts e Cash Box somos com unicórnios produtores técnicos programadores designers e juntos fazemos da febtv e da FEB lives companheiras diárias das suas e das nossas vidas e aí podemos contar com a sua colaboração a padrini TV acesse www.fabtv.com.br e faça parte dessa rede de investidores do bem estamos com você através da febtv
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