O ontem, o hoje e o amanhã do centro espírita • Caravana Baiana da Fraternidade

Mansão do Caminho 27/04/2025 (há 11 meses) 1:11:44 11,330 visualizações 1,604 curtidas

Momentos Evangélicos com a visita da 27ª Caravana Baiana da Fraternidade Palestra doutrinária realizada no Cenáculo da Mansão do Caminho, todos os sábados, com transmissão ao vivo. #espiritualidade #espiritismo #ofuturodoespiritismo

Transcrição

Muito boa noite a todos. Nós gostaríamos aqui de comunicar que o nosso workshop que vai acontecer no dia 4 de maio, das 8:30 às 12:30, com a presença do Dr. Leonardo Machado, com a Jamile Lima e o nosso irmão Paulo de Tarso, com o título Cendas Luminosas, a conquista interior. Eu recebi essa semana o livro e fiquei assim maravilhado com a com o trabalho gráfico que foi desenvolvido nesse livro. Esse livro vai ser oferecido para aqueles que se inscreveram no dia do workshop. Realmente ficou uma obra prima. Fazia muito, faz muito tempo mesmo que eu não vejo um livro assim tão impactante na sua composição, na sua formatação. Ficou muito, muito bonito, muito bem feito, né? Então, pro nosso workshop, todos os ingressos já foram vendidos, tanto aqui no cenáculo quanto no prédio liancos. Foram 649, se eu não me engano, né, ingressos que foram vendidos. Então, já na próxima, no próximo dia 4, estaremos todos juntos um dia antes do aniversário do Divaldo, que é no dia 5. O Divaldo sempre desenvolvia esse workshop, a ideia era dele, foi ele que idealizou em comemoração o aniversário. Então, mas infelizmente nesse nesse ano ele não vai estar presente pelo estado de saúde dele. Ele está bem, mas sempre necessita muito acompanhamento médico, acompanhamento de enfermagem nutricional, de fisioterapia, né, paraa sua recuperação. Ele está sempre assim em progresso, né, mas ainda muito frágil em termos de saúde. Então, não, possivelmente não teremos a presença do Divaldo aqui no dia do workshop, né? Mas hoje é um dia especial para nós. E eu vou passar agora então a palavra para o nosso irmão Marcos da Federação Espírito do Estado da Bahia para o desenvolvimento das nossas atividades desta noite. Boa noite a todos. Votos de paz. Aos presentes aqui também aqueles que nos assistem pela internet. Estamos nesta noite visitando o Centro Espírita Caminho da Redenção pela Federação Espírita do Estado da Bahia numa atividade chamada Caravana Baiana da Fraternidade, que esse ano estamos na nossa 27ª

Estamos nesta noite visitando o Centro Espírita Caminho da Redenção pela Federação Espírita do Estado da Bahia numa atividade chamada Caravana Baiana da Fraternidade, que esse ano estamos na nossa 27ª edição. A caravana foi iniciada com a nossa irmã Edolha Pichinho, que está aqui presente conosco. Vai também dar sua contribuição o nosso irmão Luciano Crispim. Ednólia hoje está à frente de um núcleo do sistema de comunicação que é o projeto Memórias e que tem tudo a ver com o que nós faremos aqui nesta noite. O nosso irmão Luciano é o coordenador administrativo hoje da Federação Espírita do Estado da Bahia. Eu estou como coordenador do Sistema Espírita de Integração Federativa e temos aqui também a presença de nosso irmão Fernando Maia, que é o coordenador do Conselho Distrital no ou oito, perdão, né? Salvador é uma cidade em que nós dividimos em 13 regiões e temos em torno de 200 centros espíritas. O interior do estado, nós temos 27 regiões em que temos em torno de 500 centros espíritas. Estamos amanhã fazendo o encerramento da Caravana Baiana da Fraternidade em Salvador. No mês de maio a gente termina o interior. Estaremos visitando todos os centros espíritas da Bahia. Iniciamos no dia 3 de fevereiro. Estamos aí agora nesta caminhada muito prazerosa, até porque esse ano nós temos uma data muito especial, a comemoração dos 160 anos do primeiro centro espírita no Brasil. Daqui a pouco vocês vão saber aonde é que foi, né? E o tema da caravana este ano é o ontem, o hoje e o amanhã do Centro Espírita. E é um pouco do que a gente vai estar trabalhando com vocês nesta noite. Muita coisa interessante, principalmente do passado, que a gente não pode nunca esquecer, né? Porque se estamos aqui hoje, tivemos pioneiros valorosos que nos deram a contribuição e a oportunidade para estarmos tendo, né, esse momento de participar do espiritismo. Então agora a gente abre para que a nossa irmã Ednólia Peixinho ela possa, né, fazer a abertura do trabalho. Pois não, querida. Boa noite,

starmos tendo, né, esse momento de participar do espiritismo. Então agora a gente abre para que a nossa irmã Ednólia Peixinho ela possa, né, fazer a abertura do trabalho. Pois não, querida. Boa noite, pessoal. É um prazer estarmos aqui, muito prazer mesmo. E já foi solicitado e eu também peço a todos que vibremos pelo nosso amigo, companheiro, irmão maravilhoso Divaldo Pereira Franco. Vamos entregar esta noite para ele, em homenagem a ele. Então, nós ficamos de falar sobre a caravana baiana da fraternidade. Mas a caravana baiana da fraternidade, ela não existiria não fossem os nossos pioneiros em 1904, lá no Rio de Janeiro, na Federação Espírita Brasileira, que criaram um encontro maravilhoso para homenagear o aniversariante Allan Kardec, o centenário de Allan Kardec. Então nós partimos de lá em nível de organização mais assim federativa no caso. Então eles eles imaginaram assim uma homenagem a Allan Kardec totalmente diferente do trivial. Eles inauguraram um curso de humanidades e esse curso de graça para todo mundo que quisesse, na área de português, na área de geografia, na área de filosofia, enfim. E e as pessoas compareceram lindamente nesse evento em homenagem ao grande educador, Allan Kardec. Repare que coisa diferente, não é? Eles fizeram isso lá atrás. Então essa essas comemorações começaram no dia 1eo de outubro e seguiram até o dia 3, que é o dia realmente do aniversário de Allan Kardec. E a partir daí eles chamaram todo o Brasil para comparecer essas comemorações. E o Brasil foi representando, chamava os delegados, né, as pessoas, aqueles que iam representando as suas instituições e quem que não fosse representando a instituição legalmente, eles podiam também representar as outras instituições que colocavam para aquele que ia, que era longe, né, e para o Rio de Janeiro, elas tão fácil assim. De modo que nós não tivemos nenhum baiano lá. Lamentavelmente, eu digo vocês isso, se candidataram, se inscreveram, mas não compareceram. Alguma coisa aconteceu, eles justificaram a ausência e tal, mas

e modo que nós não tivemos nenhum baiano lá. Lamentavelmente, eu digo vocês isso, se candidataram, se inscreveram, mas não compareceram. Alguma coisa aconteceu, eles justificaram a ausência e tal, mas de qualquer sorte foram muitas pessoas do Brasil inteiro para essa comemoração do centenário de Allan Kardec. E lá depois das da de vários discursos, gente, muito discursos e e todos eles, né, totalmente gravados, que estão transcritos no livro, os discursos, vários eles em torno dessa comemoração inusitada que aconteceu aqui no nosso Brasil. E depois disso aí, dessa desses discursos, eles se reuniram com os delegados, os delegados aqueles representantes para estudarem bases da organização espírita. Então, a caravana existe com foco nessas bases da organização espírita que aconteceu no aniversário de Allan Kardec, no centenário. Então, o que que elas diziam? diziam que em cada estado brasileiro fosse criada uma instituição que pudesse filiar os centros espíritas daquele estado, que os centros espíritas do estado seriam adesos a esta instituição para organizar o movimento espírita no Brasil inteiro. Em função disso, gente, nós vimos que realmente o a presença dos estados do Brasil e aqueles que não puderam comparecer enviaram as pessoas para fazerem serem representadas. E foram muito foi muito significativo isso. Por quê? porque realmente estimulou que cada estado tivesse essa instituição que mobilizaria os centros espíritas do interior do cad estado e os centros espíritas da própria capital. A nossa organização começou lá, olha que coisa começou assim, nesse nível de Brasil, né, todo. E realmente muitas instituições foram criadas. Acontece que de lá para cá as coisas não foram tão benéficas, entre aspas, nessa nessa na aceleração dessas atividades, porque os centros começaram a surgir ali, outro acular, todo mundo do seu mod ao seu modo sem aquela parte operacionalmente falando gratificante em nível da divulgação do espiritismo em todo o Brasil. Bom, de 1954 até 1950, muita coisa aconteceu e

acular, todo mundo do seu mod ao seu modo sem aquela parte operacionalmente falando gratificante em nível da divulgação do espiritismo em todo o Brasil. Bom, de 1954 até 1950, muita coisa aconteceu e foram surgindo coisas que eh instituições que faziam o mesmo papel da Federação Espírita Brasileira, como a Liga Espírita do Brasil, só para citar uma. E essas coisas começaram a a criar um um um desconforto aí agora no congresso que aconteceu e o congresso pan-americano, as instituições estavam presentes e essas instituições se reuniram para solicitar que de momento em diante a Federação seria, a Federação Espírita Brasileira seria a coordenadora do movimento espírita no nosso país. E então se reuniram, fizeram a proposta e criaram então assinaram o Pacto Áure Áureel era um pacto. Quem deu o nome de Áure foi Lin de Vasconcelo, que era um dos dos integrantes do da organização. Então criaram o Pacto Áurrio. E esse pacto áuro, o que era isso? era que nesse pacto todas as todas as federativas dos estados estivessem em torno da Federação Espírita Brasileira, sem nenhuma interferência desta nas na intimidade de cada instituição. Isso é uma coisa muito significativa. e as instituições que estariam também sendo essas federativas ou essas uniões espíritas também não interfeririam nos centros do seu estado. Isso é muito significado que o que a gente tá fazendo, porque existem alguns centros ainda hoje no século XX que acham que as federações vão interferir na intimidade de cada trabalho da casa. Isso não é real nesse nesse aspecto. Então, só que não tinha ninguém, quase ninguém do Nordeste nesse encontro. E antes disso o pessoal lá criou Conselho Federativo Nacional. E para quê? para que essas instituições, que seriam as organizadoras do do movimento federativo no seu estado, teria um assento nesse Conselho Federativo Nacional, um assento, uma reunião anual. Então, todo ano cada federação do estado compareceria a esse Conselho Federativo Nacional. Então, mas o Bahia não tava lá e outros

to nesse Conselho Federativo Nacional, um assento, uma reunião anual. Então, todo ano cada federação do estado compareceria a esse Conselho Federativo Nacional. Então, mas o Bahia não tava lá e outros tantos eh estados também não estavam. Aí que aconteceu? Um baiano chamado Leopoldo Machado com outros companheiros, ele vamos anunciar esse grande acontecimento que aconteceu agora mesmo, né? E então resolveram organizar a caravana da fraternidade. E a caravana da fraternidade pressupunha visitar todos os estados do norte, na época não era nordeste, do norte, anunciando aquele feito, convidando a todas as federações e e atividades que fossem federativas para se inserirem no contexto da Federação Espírita Brasileira. e participarem dessa desse Conselho Federativo Nacional. Então, Leopoldo Machado começou essa caravana pela Bahia, aí veio para aqui e aqui ele reuniu todo mundo para explicar o que era o Pacto Áurrio. E naqueles lugares, naqueles estados, outros estados que não tinham federação espírita, eles criariam. Então aqui em Salvador para ver quem era que ia assistir ao Conselho Federativo Nacional, aquele centro que tivesse nas suas prerrogativas essa possibilidade de adesão dos centros espíritas do seu estado. Mas aqui na na Bahia quatro centros se apresentaram com essas possibilidades. E agora faz o quê? Vocês fariam o quê? quatro instituições, a União Espírita Baiana, que hoje é a Federação Espírita do Estado da Bahia, a Confraternização Espírita Baiana, o Instituto Cardecista da Bahia e um centro espiritualista que atualmente não mais existe. Então, Leopoldo Machado reuniu todos, que é que a gente faz agora e chegar a uma conclusão básica. Todos esses centros, esses quatro centros formarão uma unidade só. a União Social Espírita da Bahia, criada exclusivamente para desenvolver a atividade federativa no estado, fez a papel. Feito isso, teve uma reunião muito importante para essa fundação eh no na Associação dos Empregados do Comércio da Bahia, onde hoje aquele

ra desenvolver a atividade federativa no estado, fez a papel. Feito isso, teve uma reunião muito importante para essa fundação eh no na Associação dos Empregados do Comércio da Bahia, onde hoje aquele edifício importante, amarelinho, que tem ali perto da prefeitura, como é o nome do prédio? R$ 1. Quem me disser o nome do prédio. Então, gente, eles fizeram uma reunião lindíssima, depois eu me lembro, viu? Eh, e então criaram essa instituição que seria e que foi por um período a instituição que gerenciaria e que gerenciou todo o movimento espírita do estado. Bom, vamos botar um ponto aí. Com o passar tempo, eles resolveram os os as quatro instituições resolveram passar para a União Espírita Baiana a coordenação desse trabalho. Então, das quatro, uma só ficou assumindo e que a União Espírita Baiana, que foi criada por Pititinga e Pititinga criou a União Espírita Baiana baseado nessa nessa prerrogativa de 1904. Olha gente, Peditinga na época, sem internet, sem nada, em depois de 1904, ele leu essas para organização espírita e criou uma instituição que seria essa base da organização espírita aqui em Salvador, a União Espírita Baiana. Então, o pessoal achou que a União Espírita deveria ser realmente a que representasse esse esse trabalho. Assumiu, tudo bem. E depois a União Espírita Baiana passou a se chamar Federação Espírita do Estado da Bahia. Graças, graças antes desse trabalho de Leopoldo Machado que veio aqui sensibilizar as pessoas para que nós nos organizássemos enquanto espíritas e que os centros tivessem essa união, essa unificação, essa confraternização, essa ter esse interesse de lidar com o outro, de visitar o outro, de perceber o outro. Isso é um momento muito importante, como está sendo aqui a nossa caravana. Então, depois de algum tempo, no aniversário do pactuário, né, que foi aconteceu em 1999, então 50 anos do pactuário, nós imaginamos fazer uma uma homenagem ao Pactuário, criando a caravana baiana da Fraternidade, que é essa caravana que está aqui alegremente

né, que foi aconteceu em 1999, então 50 anos do pactuário, nós imaginamos fazer uma uma homenagem ao Pactuário, criando a caravana baiana da Fraternidade, que é essa caravana que está aqui alegremente visitando todos vocês. Então, graças a Deus, essa caravana que foi criada em 1999, aos poucos foi crescendo cada vez mais e nós visitamos vários centros. Todos os anos nós fazemos esta caravana para encontrar os nossos companheiros, encontrar assim como nós estamos presencialmente de fato, olhando no olho, sorrindo um para o outro, percebendo a a energia de um outro, da outra pessoa que comunga com os nossos ideais. A caravana baiana da fraternidade pressupõe isso que a gente vai de norte a sul, de leste a oeste e não é fácil. Vai mesa. A gente vai mesmo. Tem ido, graças a Deus, visitar todos os centros Salvador, que é fácil, mas visitar lá Palmas de Monte Alto, visitar lá Uauá, tá lá Juazeiro, visitar Paramirim e coisas que tais, né? e que que o pessoal vai, a gente estimula que o pessoal da cidade também faça com a gente, né? Claro, a gente vai fazer vai fazer sozinho, mas esse é o objetivo da Caravana Baiana da Fraternidade, é que a gente se encontre, se encontre a disseminação da doutrina espírita. de uma forma alegre, fraterna, amorosa e real e fiel aos princípios básicos da nossa doutrina. A caravana une para isso. Vamos fazer tudo de acordo com os preceitos, com os pré-requisitos importantes para que a divulgação da doutrina chegue chegue cada vez mais ampla a todos os corações que com ela sintonizarem. Muito obrigada e muita paz. Obrigado, Ednolia. E dizer que na visita de Leopoldo Machado aqui à Bahia, juntamente com os demais caravaneiros, um jovem Divaldo Franco, não é isso, Ednólia? Estava presente recepcionando esses caravaneiros que vieram aqui em 1950. Bem, como o tema é o ontem, o hoje, o amanhã do Centro Espírita, a gente precisa também voltar para trás e perceber a importância de Allan Kardec. Allan Kardec fundou o primeiro Centro Espírita do Mundo, a Sociedade

a é o ontem, o hoje, o amanhã do Centro Espírita, a gente precisa também voltar para trás e perceber a importância de Allan Kardec. Allan Kardec fundou o primeiro Centro Espírita do Mundo, a Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas, no dia 1o de abril de 1858. E ele também iniciou o movimento espírita, ou seja, ele não apenas publicou as obras da codificação, mas ele teve também esta visão, né, além do tempo, percebendo a importância desses encontros. Allan Kardec, em 1860, ele viaja para Lyon e vai conhecer os espíritas franceses que estavam além dos arredores de Paris. E lá ele encontra um centro espírita formado por operários. Olha que coisa interessante. Um grande intelectual da França indo se encontrar com os operários. E foi uma grande festa. Levaram queijo, levaram pão, levaram vinho porque estavam recebendo nada mais nada menos do que aquela figura impactante que de certa forma trouxe para o mundo, no campo da ciência, da filosofia, da religião, uma grande mudança de paradigma. E ele numa uma felicidade imensa sendo recebido por aquele povo simples, muitos deles analfabetos. Ele então em 1861 ele volta, já amplia o número de visitações e 1862 é uma viagem marcante em que ele viaja por quase 20 cidades da França, fazendo uma grande peregrinação e mais uma vez o contato e a alegria de encontrar uma gama imensa de espíritas ali na França. Depois ele vai até a Bélgica. Inclusive na Bélgica é onde é criada a primeira instituição espírita que cuidava da criança, uma espécie de uma primeira creche espírita. Então, Kardec trouxe para a gente, né, essa percepção da importância dos encontros, da importância de estarmos juntos, de que esta família espírita pudesse, não apenas no campo intelectual, mas acima de tudo da convivência, da integração e da confraternização, pudesse assim promover, né, esses encontros maravilhosos aqui, assim como Ednólia nos citou E esta ideia, além da França na Europa, começa a repercutir. E Salvador, que foi a primeira capital do Brasil, em

se assim promover, né, esses encontros maravilhosos aqui, assim como Ednólia nos citou E esta ideia, além da França na Europa, começa a repercutir. E Salvador, que foi a primeira capital do Brasil, em 1860, um grupo de intelectuais aqui da cidade, sempre antenados com o que estava acontecendo a nível de vanguarda no mundo, descobriram que foi lançado em Paris um livro com o título O livro dos Espíritos. E neste grupo estava a figura ímpar do jornalista baiano Luís Olímpio Teles de Menezes. Ele então, juntamente com esses companheiros, solicita que viesse da França alguns exemplares em francês para que eles pudessem conhecer que livro era esse. Um título inusitado, o livro dos espíritos. E eles então ao receberem estas obras começam a estudar, se encantam, né, com aquilo que estava tendo nos seus conteúdos. E é um momento delicado, porque o catolicismo era a religião oficial do Brasil. E para você implantar qualquer tipo de reunião vinculada no campo da religião, necessitava de ter autorização das, né, autoridades locais. E não foi fácil. E em 1865, no dia 17 de setembro, às 22:30, ou seja, uma boa parte da cidade já estava dormindo, não ia causar tanto alvoroço, eles resolveram fundar o primeiro centro espírita do Brasil, o grupo familiar do Espiritismo. E essa turma sofreu porque não foi fácil. Imaginemos que nos dias de hoje ainda, infelizmente em nossos meios, encontramos a intolerância religiosa. Imagine como era o Brasil em 1865. Mas eles foram bravos, lutaram. E o Luís Olímpio, pelo fato de ser jornalista, ele utilizava do momento em que a doutrina espírita era criticada, era massacrada e ele defendia o espiritismo. E ainda nos deixa um legado de que soldado que está acostumado somente com os tempos de paz, né, de nada adianta. Precisamos estar atentos e antenados para que nos instantes em que precisemos, né, levar a palavra, levar a mensagem espírita, estejamos apostos para isso. E então Luís Olímpio, né, provoca, digamos, um grande reboliço aqui na capital. E esta ideia, assim

ntes em que precisemos, né, levar a palavra, levar a mensagem espírita, estejamos apostos para isso. E então Luís Olímpio, né, provoca, digamos, um grande reboliço aqui na capital. E esta ideia, assim como aconteceu com Kardec em Paris e depois no resto da França e na Europa, aqui na Bahia também isso acabou virando uma espécie de febre. E vários grupos, não somente em Salvador, como no interior do estado, foram sendo formados. A maioria das primeiras instituições eram grupos familiares, grupos pequenos, poucas pessoas que se reuniam, porque imaginem se em Salvador já era difícil de lidar, né, com a autoridade da Igreja Católica e da Polícia. Imagine também no interior do estado. Lá em Feira de Santana, minha cidade, né, e baiano inventa muita coisa. A turma ia com saco de papel na cabeça, porque o padre mandava fiscais ficarem na porta do centro para saber quem que estava entrando. E aí o fiscal anotava, Mário Sérgio, Tânia, né? No outro dia chamava quem era o patrão daquela pessoa, em que escola o filho estudava, quem era o pai, quem era a mãe, no sentido de promover represálias. Olha, o seu funcionário está frequentando o centro espírita, né? O filho daquela pessoa estuda na sua escola e a turma, para não ser pega, né? O que é que utilizava? Furava dois buraquinhos no saco de papel, cobria a cabeça e ninguém sabia quem estava entrando no centro espírita. E assim foi fundado o primeiro Centro Espírita de Feira de Santana, o Grupo Espírita A Paz dos Sofredores. Tivemos uma história também interessante e amanhã vocês vão ver lá na Federação Espírita do Estado da Bahia a criação, Mário Sérgio, do primeiro cemitério espírita do mundo. Olha que coisa aqui na Bahia, gente, em Ambupe, porque lá também existiam grupos familiares, mas não podia ter um centro espírita. Inclusive um dos líderes, Bonifácio, Gil, a sua esposa desencarnou e ele não pôde sepultar a sua esposa no cemitério da cidade porque era espírita, né? Ele então, juntamente com outro companheiro, tem essa ideia

m dos líderes, Bonifácio, Gil, a sua esposa desencarnou e ele não pôde sepultar a sua esposa no cemitério da cidade porque era espírita, né? Ele então, juntamente com outro companheiro, tem essa ideia inovadora e cria o primeiro centro espírita, o perdão, o primeiro cemitério espírita do mundo, na cidade de Ambupe, aqui no estado da Bahia, ali próximo à cidade de Alagoinhas. Leopoldo Machado, passando por lá, intimou os espíritas da cidade. Como é que pode? Vocês têm um cemitério, mas não tem um centro espírita. E eles responderam assim: "Se nós formos abrir o centro espírita, nós seremos convidados para ir para o cemitério". Então, até então, resolveram ficar somente nos grupos familiares e Leopoldo Machado sendo bastante incisivo, não, vocês têm que fundar o Centro Espírita. E então fundaram realmente depois o Centro Espírita Francisco Pinto, né? e essas e outras tantas histórias, companheiros que tiveram que ficar afastados de suas famílias porque se tornaram espíritas, né? Então, foi algo assim muito impactante a nível da das relações humanas, de relações institucionais. E a gente hoje aqui tá no céu. Abrimos o centro espírito a hora que quisermos, no dia que quisermos, no bairro, na cidade. E a esses pioneiros nós devemos louvar, porque eles foram grandes heróis para que hoje pudéssemos estar aqui. E a Federação Espírita do Estado da Bahia, num projeto capitaneado pela nossa irmã Ednólia Peixinho, há mais ou menos 3, 4 anos atrás, criou um projeto chamado Projeto Memórias. estimulando a que todas as instituições espíritas da Bahia possam promover o resgate histórico das suas instituições. E de antemão parabenizar o Centro Espírita Caminho da Redenção e a Mansão do Caminho pelo belíssimo memorial que vocês aqui possuem. E nós estamos estimulando para que todas as casas possam também fazer esse resgate histórico. E este ano na caravana nós estamos abrindo um momento, um espaço para que cada instituição conte um pouco da sua história. E agora são os nossos irmãos aqui do Caminho da Redenção,

resgate histórico. E este ano na caravana nós estamos abrindo um momento, um espaço para que cada instituição conte um pouco da sua história. E agora são os nossos irmãos aqui do Caminho da Redenção, Mário Sérgio, Rose e Tânia, que vão contar pra gente algumas belas histórias daqui do caminho da redenção e da mansão do caminho. Muito bem, muito obrigado, Marcos. O Centro Espírita Caminho da Redenção e a Mansão do Caminho que foram fundados pelo Divaldo Pereira Franco e Início de Sousa Pereira tem uma representatividade muito grande no espiritismo do mundo. Eu imagino nos primeiros passos, quando o Divaldo era bem jovem, ele fez a sua primeira palestra lá em Aracaju, na União Espírita Sergipana. em 1947, no dia 28 de março. E essa primeira palestra foi muito significativa para ele, porque nesse mesmo ano de 1947, no dia 7 de setembro, ele fundaria o Centro Espírita Caminho da Redenção, 5 anos depois, a mansão do caminho. Então eu eu verifico que olhando os dias atuais, eu fico pensando ah e remontando a um passado um pouco mais longo, né? Que essa instituição ela é muito grande. O centro espírit caminho da redenção é uma instituição muito grande. Eu diria que é o maior centro espírita do mundo pela figura de Divaldo Franco e de Nilson Sousa Pereira. onde nós tínhamos nossa reunião de assembleia geral ordinária, que é uma obrigação, digamos assim, estatutária e que onde são apresentados apresentado o relatório das nossas atividades e tem demonstrações financeiras e contábeis e também se desenvolve nessa ocasião a programação naquilo um plano de trabalho do ano de 2025. E na apresentação dos resultados, a gente fica assim estupefato diante dos números da instituição. Hoje nós temos 250 funcionários e tem uma empresa de porte médio, 250 funcionários, né? E nós temos 400 voluntários que operam diariamente na instituição. Aqui dentro circulam mais de 5.000 pessoas. Então eu penso que uma instituição desse tamanho, desse porte, feita por dois jovens praticamente com uma instrução

s que operam diariamente na instituição. Aqui dentro circulam mais de 5.000 pessoas. Então eu penso que uma instituição desse tamanho, desse porte, feita por dois jovens praticamente com uma instrução muito baixa, muito pequena, sem uma formação cultural, o Divaldo vindo lá de Feira de Santana com um ensino normal, o tio Nilson era marinheiro, então eles não tinham tinha uma formação. E hoje eu vejo o tamanho da instituição e os seus números, a grandiosidade feito por dois homens. Eu disse: "Não foi dois homens que fizeram. Issim como teve o livro dos espíritos, aqui é uma obra dos espíritos, né? E quando penso nos espíritos, eu penso sempre na benfeitura Joana de Angeles. Ela que viveu na época de Jesus, com Joana de Cuza, naquela época ela se fascinou por Jesus. Ela teve assim um desenvolvimento de um amor interno muito intenso e entregou a vida dela a Jesus. Ela trocou o filho por Jesus. E passados 20 séculos, todas as reencarnações dela foi sempre dedicado ao trabalho do bem. E nós sabemos que ela esteve, por exemplo, no México, como Juana Só Juan Inês de La Cruz. E ela desencarnou em 1695, jovem ainda com 47 anos. E depois de passar 66 anos, ela viria paraa Bahia como Joana Angélica de Jesus, onde ela foi assassinada por um soldado português no dia 17 de fevereiro de 1822. A partir dessa deste momento da desencarnação dela aqui no convento do Carmo, eh ela foi ao mundo espiritual e foi recebida nesse mundo espiritual por Francisco de Assis. E Francisco de Assis fazia parte da equipe que o codificador da doutrina espírita iria vir à Terra para, aliás, já estava reencarnado para desenvolver o livro dos espíritos, o espiritismo. Então, ela foi convidada para fazer parte dessa equipe crística preparada por Jesus Cristo para o advento do Espiritismo à Terra. e ela fez parte da equipe. Tanto assim que nós temos duas mensagens delas no ano de 1862 no Evangelho Segundo o Espiritismo. Duas mensagens do Espírito Amigo, que nós sabemos ser eh Joana de Angeles, o espírito amigo. Então, a

Tanto assim que nós temos duas mensagens delas no ano de 1862 no Evangelho Segundo o Espiritismo. Duas mensagens do Espírito Amigo, que nós sabemos ser eh Joana de Angeles, o espírito amigo. Então, a partir daquela época que ela foi convidada para Advento do Espiritismo, que nasceu para nós no dia 18 de abril de 1857, ela já pensava num trabalho a ser desenvolvido. Ela veio à Bahia, digamos, para criar um relacionamento neste local em Salvador, especificamente. Então ela solicitou a Francisco de Assis que ela queria fazer uma obra, uma obra educacional em Salvador. E Francisco de Assis aquceu concordando, rogando a ela que também não fosse só de educação, mas ele como franciscano que fosse também de assistência social. Mas o pedido dele seria levado a Jesus, que Jesus que aprovaria ou não o estabelecimento dessa obra. Então, neste momento, ela recebeu uma afirmativa, uma confirmação de que poderia então se preparar a obra. Nesse nesse íenado eh o nosso Divaldo Franco. Então, quando ele desencarna, ela convida a ele que havia sido um filho dela na época de Jesus. Divaldo foi filho dela, assim como tio Nilson também era filho dela. Foi aquele que nós encontramos na literatura através de Francisco Cândido Xavier nos demonstrando o sacrifício dela no circo romano no ano de 28. Então ela tava preparando a obra, fez uma estrutura, digamos, preparou uma estrutura logística muito profunda para que viesse a nascer então Divaldo Franco no dia 5 de maio de 1827, 3 anos antes nasia nasceria o Nilson, né? Então o Divaldo foi sempre conduzido por ela durante a sua trajetória. Então ela 200, hoje fazem 203 anos que esse espírito se dedica ao Centro Espírita Caminho da Redenção. 203 anos. Nós vamos fazer 78 anos no dia 7 de setembro deste ano e a mansão do caminho 73 anos, né? Então esse espírito sempre esteve presente na educação do Divaldo. E como ela sempre pensou numa obra de educacional, mas a educação sem assistência social é necessária assistência social junto com a educação, mas a educação e assistência

ente na educação do Divaldo. E como ela sempre pensou numa obra de educacional, mas a educação sem assistência social é necessária assistência social junto com a educação, mas a educação e assistência social sem a saúde também não não trabalha bem. Então, hoje nós temos aqui um grande grupo voltado paraa assistência social, paraa saúde, paraa educação, além da parte religiosa. Tudo isso foi um planejamento da benfeitura Joana de Angeles. E eu diria que o espiritismo não existiria no mundo se não fosse por ela, porque ela que preparou todas as viagens. Divaldo, viajou 71 países, visitou 20.000 mil cidades pelo mundo. Então, ele levou de Salvador para o mundo o espiritismo. Fundou diversos centros espíritas em diversos países, em diversas cidades, seja na Europa, na América Central, na América Latina, na Ásia, onde ele estivessem, ele estava fundando Centro Espírita e levando o Espiritismo. Então, o que Paulo de Tarso fez? Nós não teríamos o cristianismo se não fosse Paulo de Tarso. Não teríamos o espiritismo no mundo se não fosse Divaldo Franco. Essa é a verdade. E Divaldo Franco, ele foi conduzido por Joana de Angeles. Ela que abriu todas as portas e todos os caminhos. Eu sempre digo assim, quando Divaldo viajava, digamos, para França, ela pedia autorização a São Luís para que a doutrina espírita fosse divulgada na França. Então, o benfeitor, como o nosso Ismael aqui é no Brasil, São Luía na França, então ela pediu autorização. Então, Divaldo de viajava por diversas cidades. Então, tinha o apoio, o apoio no desenvolvimento, na tarefa que ele exerceria na França. Em todos os países ela fazia isto, pedia autorização pro mentor do país para fazer a divulgação da doutrina espírita, seja no Uruguai, na Argentina, na Bolívia, nos Estados Unidos e assim por diante. Então esta obra hoje aqui, ela foi teve um mentor espiritual que foi benfeitora Joana de Angeles com Francisco de Assis e com autorização de Jesus. O Divaldo fez a parte espiritual, Nilson defeusa Pereira fez a parte

hoje aqui, ela foi teve um mentor espiritual que foi benfeitora Joana de Angeles com Francisco de Assis e com autorização de Jesus. O Divaldo fez a parte espiritual, Nilson defeusa Pereira fez a parte material. Todas essas ruas que vocês caminharam ou vieram de carro aqui, foi aberto na picareta, na enchada por Nilson. Não tinha retroescavadeira, não tinha máquinas especiais, foi tudo feito na mão por ele, né? Ele ficou como presidente da instituição por 66 anos. Então ele trabalhou aqui na instituição lá na Barão de Cotegipe, que foi no início para Cotegipe 124, na ansiedade baixa. Depois vieram para cá mais ou menos aproximadamente uns 35 anos. Então, todas essas ruas, todos esses prédios que nós temos aqui, aproximadamente 50 prédios numa fazenda de 83.000 m², onde circulam 5.000 pessoas por dia, obra de Nilson de Sousa Pereira, né? Ele que criou a estrutura física. Então ele dizia assim: "O Divaldo manda da cabeça para cima, da cabeça para baixo sou eu, né?" né? Então ele era o homem da ação, homem material. E o Divaldo sempre necessitou muito do Nilson, porque Nilson era um grande apoio, era um bom ouvido, um bom companheiro, um bom amigo, um excelente presidente que foi durante o exercício dos seus 66 anos. Então, quando nós pensamos aqui no Centro Espírita Caminho da Redeição, veja que representatividade tem esta casa no Espiritismo do mundo nos dias de hoje, né? Eu acredito que das obras para mais de 14 ou 18 lindos, a Dra. Pedade, me corrija lá, por favor, se eu falei se é 14 idiomas ou não. 14 traduções, né, doutora? 17 17 livros traduzidos para diversos idiomas no mundo. 17 17 idiomas, né? Então, fruto da viagem que o Divaldo fez, né? Mas o Divaldo fez tudo isso porque tinha alguém sempre atrás dele. Quer dizer, Joana de Anjas. jornades. Então esse espírito que sempre se apresentou como Joana, Joana de Cuza, Sorana Inê La Cruz, Joana Angélica de Jesus, Joana de Angeles, é sempre mesmo espírito. 2000 anos servindo a Jesus. 2000 anos fidelidade, né? O Divaldo

sempre se apresentou como Joana, Joana de Cuza, Sorana Inê La Cruz, Joana Angélica de Jesus, Joana de Angeles, é sempre mesmo espírito. 2000 anos servindo a Jesus. 2000 anos fidelidade, né? O Divaldo agora num declínio de saúde, que é normal da vida de cada um de nós, né? E ela com certeza vai se preparar para retornar, né, como um grande espírito, eh, acompanhado naturalmente por outros grandes espíritos para trazer a Terra mais esperança, mais alegria para um mundo novo, mundo de regeneração. Eu só dei assim um panorama do que é o nosso centro espírita de forma rápida. Eu pediria também a Tânia, porque a Tânia é nossa secretária, ela é secretária na mansão do caminho e tesoureira no centro espírito da Caminho da Redenção. E a Rose é secretária no Centro Espírito Caminho da Redenção e tesoureira na mansão do caminho, né? Eu sou presidente no centro espírita, Jorge Beira é presidente na mansão. Eu sou vice-presidente na mansão. Jorge Beira é presidente da mansão, né? Então nós que é uma instituição com os mesmos ideais, com os mesmos fundadores, com os mesmos princípios. Então eu convido agora a Tânia para que dê uma uma ideia para nós do que é a parte social, que ela é responsável pela caravana do Alto de Souza e é responsável também pela departamento de infância e juventude da nossa casa. Obrigado a todos. Em relação à parte social, nós lembramos o que Francisco de Assis disse à benfeitura quando apresentou a proposta de um projeto educacional sobre a necessidade de atender aqueles que eram os invisíveis, os que não tinham eh os recursos para a sua sobrevivência. E quando o centro é fundado em 7 de setembro de 1947, a primeira a primeira parte social, diríamos, eh que foi criada aqui na instituição, primeiro departamento, foi a caravana Alta de Souza, em 12 de setembro de 1948. Como começou esse trabalho? Tio Divaldo com tio Nilson dando um pacote de balas. Isso foi aumentando, foi aumentando. Hoje nós temos como previsão 500 assistidos. Isso foi eh ao longo dos

bro de 1948. Como começou esse trabalho? Tio Divaldo com tio Nilson dando um pacote de balas. Isso foi aumentando, foi aumentando. Hoje nós temos como previsão 500 assistidos. Isso foi eh ao longo dos anos, quando chegou a 250 assistidos, 300. Tio Divaldo disse que queria agora que fossem 500 assistidos. Então, essas pessoas que são cadastradas para receber quinzenalmente uma cesta básica, sai com um saco com cinco pães, tomam sopa e ainda as que têm dificuldade, que não moram aqui nas redondezas, recebem um transporte não ida e volta para poder colaborar com este trabalho. Então, a nossa instituição que recebe este amparo de um espírito como Francisco de Assis e conforme Mário trouxe a benfeitora quando Sora Joana Angélica de Jesus desencarna em 1900 182 e em 1830 ela já começa a preparar esta obra pensando nesse cunho educacional que que era a proposta dela. Quando vocês entram na Avenida Allan Kardec, vocês veem umas casas, eram as casas que a ideia inicial da instituição eram os lares para poder receber as crianças que eram órfãs, que haviam sido abandonadas. Então, nós tínhamos tias que recebiam meninos ou meninas na casa em torno de 8, 10 crianças. E essas crianças receberam dessa tia, na figura dessa tia mãe e dos tios de Valdino, a figura do pai, toda essa assistência até a emancipação. Mas essa parte social, ela também se estende para a educação, porque as nossas crianças que chegam desde ace creche aos 4 meses, segue para o jardim, escola Alvorada Nova, elas chegam, recebem a refeição, tem o lanche, tem almoço, tem a refeição e sai para casa com um saco com cinco pães, porque até o outro dia, quando nada estão alimentadas. Mas é interessante quando nós vamos chegando na instituição, no horário de saída de algumas dessas crianças, nós vemos já saem alimentadas, mas já estão com pão no meio do caminho também, coisa de criança, né? E aí a gente vê como sustentar 500 cestas básicas só da caravana alta de Souza, porque tem o grupo de idosos, Centro de Convivência e

já estão com pão no meio do caminho também, coisa de criança, né? E aí a gente vê como sustentar 500 cestas básicas só da caravana alta de Souza, porque tem o grupo de idosos, Centro de Convivência e Fortalecimento de Vínculos, que são 60 pessoas idosas, que mensalmente também recebe a cesta básica, tem toda essa questão de alimentação. Como isso é possível? Graças aos trabalhadores voluntários, graças aos sócios, aqueles que fazem as suas doações, as rendas que são obtidas da cantina, da livraria, do bazar, do brechó. Então, todos nós que pensamos na construção de uma sociedade melhor, temos que pensar no nosso papel, naquela instituição onde nós nos colocamos como trabalhador voluntário. O nosso papel é fundamental, Mário, falando de que temos 250 colaboradores mais 400 voluntários. é um número expressivo, mas observem também a dimensão deste trabalho. Então, hoje não estamos com o teto máximo dos 500 assistidos, porque tem critérios para fazer a inscrição. Atualmente nós temos em torno de 420 pessoas que chegam hoje pela manhã. Nós estávamos aqui dia de sábado, recebemos pessoas idosas e gestantes. Este salão, essa parte do meio cheia. Temos aqui a Nelma, que é uma voluntária de décadas da nossa casa, que faz inicialmente um trabalho de corpo dançarina profissional, né? E aí fazemos esse primeiro momento, depois uma prece, uma música. Levamos a doutrina espírita sem falar de espiritismo, porque a benfeitora Joana de Angelesa se faz presente com a leitura do livro Vida Feliz. Um breve comentário em torno de 10 minutos. Depois temos alguém que é convidado para fazer uma exposição de um conteúdo que é para o dia de terça, quinta e sábado, já que é um público diferenciado. E após, aqueles que na inscrição dizem que querem receber a sopa, entram nessa porta lateral, tem temos quatro mesas grandes, eles tomam sopa, comem o pão e descem. para receber a cesta básica. Tudo isso só é possível, graças aos fundadores, a esta equipe espiritual que nos assiste e nós estamos aqui sendo

tro mesas grandes, eles tomam sopa, comem o pão e descem. para receber a cesta básica. Tudo isso só é possível, graças aos fundadores, a esta equipe espiritual que nos assiste e nós estamos aqui sendo assistidos. Tio Divaldo não está fisicamente, mas certamente a sua mente se direciona. Eu me recordo muito quando o tio Nilson esteve hospitalizado nas cinco semanas finais e ele perguntava: "Minha filha, que dia é hoje?" Eu era plantonista da terça-feira. Eu dizia: "Terça-feira, tio, ah, a chave do carro porque eu tenho que ir pra sessão". Era assim que ele fazia. Então, a conexão nós não perdemos. E se vocês estão aqui visitando, conhecendo ou já integrando algum tipo de atividade, que tenham sempre o bom ânimo, a vontade de ser colaborativo, fazer a sua parte na construção de um mundo melhor. Podemos ser voluntários com a nossa presença, mas também vou falar enquanto tesoureira. Podemos ser voluntários fazendo uma doação. Se entrarem, né, na página da nossa instituição, tem ali como nós fazermos as nossas doações, porque para manter todo este trabalho é um trabalho árduo. Antes, quando o nosso tio Divaldo ainda podia, viajava, vendia-se muitos livros e era uma forma de nós sustentarmos uma parte do nosso trabalho e isso com o tempo vai se perdendo, mas que não percamos esta energia amorosa, essa vontade de estar aqui ou em qualquer casa espírita que vai estar nos oferecendo este suporte, este embasamento e toda casa espírita, ela precisa ter a sua parte social. Não foi à toa que 5 anos depois da fundação do Centro Espírita Caminho da Redenção, a 15 de agosto de 1952, foi criada a mansão do Caminho, que é a obra social do Centro Espírita Caminho da Redenção. Meus amigos, meus irmãos, que Jesus seja conosco. Tendo sido citada como uma das voluntárias daqui do centro espírita da caminão da Redenção e da mansão do caminho, ouvindo falar da caravana da fraternidade do pacto áureo, uma emoção muito grande me invadiu, porque eu fui eh minha memória me traiu. Por coincidência, hoje se meu pai

edenção e da mansão do caminho, ouvindo falar da caravana da fraternidade do pacto áureo, uma emoção muito grande me invadiu, porque eu fui eh minha memória me traiu. Por coincidência, hoje se meu pai fosse vivo, era aniversário dele. meu pai, que eu tinha um amor profundo, eh, filial, tinha também uma profunda admiração por ele e ele foi que me levou à doutrina espírita. Ele era espírita no tempo do no na época do pacto áureo. Eu já existia naquele tempo. Ninguém precisa descobrir minha idade, mas o a caravana que foi a Aracaju, uma das características que se hospedava na casa dos confrades. E eu me lembro uma vaga lembaga mesmo, porque eu ainda era muito pequena disso. Mas foi do tempo dos pioneiros, onde meu pai comerciante era perseguido por se dizer e ser um verdadeiro espírito, aquele que tentava um dia ser melhor do que o outro. E ele me levou ao centro espírita e vê hoje a caravana da fraternidade visitar todos os centros espíritas da Bahia nessa congregação, nesse desejo de unificação, não é de padronização. Cada centro tem a sua direção, tem a sua diretriz, mas precisa manter a fidelidade à codificação. E naquela época, hoje ainda tem gente que faz assim: "O que é que eu vou buscar no centro espírita? Chegar no centro espírita, eu vou ver os espíritos. Quando eu chegar no centro espírito, eu vou ter notícia do meu pai e da minha mãe que desencarnou. Eu vou ficar livre de um espírito que me que me obsidia. Porque que eu vou para a sessão mediúnica e vão tirar o espírito de junto de mim? Não é isso que se encontra no centro espírita. No centro espírita se encontra o estudo e a prática da doutrina espírita. Saber por estamos aqui, como devemos viver, para onde vamos. No centro espírita se estuda os livros de Allan Kardec, que é a base fundamental da doutrina. E essa união de ideias, essa comunhão que a caravana da fraternidade procura fazer. para que haja não haja introduções, não haja adulterações, que a doutrina espírita permaneça pulcra, íntegra, como foi

essa união de ideias, essa comunhão que a caravana da fraternidade procura fazer. para que haja não haja introduções, não haja adulterações, que a doutrina espírita permaneça pulcra, íntegra, como foi criada. Que a cada dia possamos compreender melhor as respostas dos espíritos, porque quando a ciência avança, nós vamos penetrando nas sutilezas daquelas respostas. Isso hoje nós encontramos nos centros espíritas e essa caravana tá fazendo esse esforço para que isso se propague, isso continue, isso progrida e nos beneficie, porque quando aqui chegamos encontramos um ambiente de paz, aprendemos que não vamos nos salvar, que a doutrina espírita não nos salva. Nós nos salvamos quando seguimos os postulados que ela ensina à luz do evangelho de Jesus. Que ele nos abençoe. Obrigada. Bem, o tempo acabou, né, Mário? mais um pouquinho. Então, pronto. Nós precisamos sonhar, né? Peixinho foi um grande estimulador dos sonhos, né? Que a gente sempre sonhasse. E a gente precisa sonhar também sobre qual é o centro espírita que nós queremos para o amanhã. Nós fazemos planos para as nossas vidas, em diversos cenários da nossa existência, mas essa comunidade interexistencial de que fazemos parte e que os espíritos desde o início da codificação nos convidaram para promovermos a renovação social. Olha a responsabilidade nossa. O espírito de verdade nos traz uma mensagem muito importante. Espíritas, amai-vos. Eis o primeiro mandamento, né? E vamos focar um pouquinho nela, porque se o espiritismo é o contraponto do materialismo, a gente precisa refletir o que significa isso, espíritas, amai-vos. Isso quer dizer que não devemos permitir que entre nós hajam disões, disensões, ódios, brigas, né? O que a gente vê muitas vezes no cenário do mundo na atualidade. Este é um grande retrato que, infelizmente, a nossa sociedade passa por hoje, não apenas no Brasil, como no mundo de uma maneira geral. Então, Centro Espírita é um grande laboratório para felicidade em que nós podemos projetar através das nossas

nossa sociedade passa por hoje, não apenas no Brasil, como no mundo de uma maneira geral. Então, Centro Espírita é um grande laboratório para felicidade em que nós podemos projetar através das nossas relações entre nós, em primeiro lugar, e que isso possa reverberar na sociedade de uma forma geral. Mas amanhã na Federação Espírita do Estado da Bahia, das 8 às 12 horas vocês terão mais informações com o nosso seminário de encerramento em Salvador. Mas aqui agora nós vamos fazer aqui, né, um uma breve enquete sobre qual o sonho que nós queremos para o Centro Espírita da Manhã. Vamos começar aqui com Luciano, que falou muito, né? Luciano vai então trazer pra gente um convite. Luciano, qual o seu sonho? Depois Ednol, a Rose, Mário, eu, Tânia e a gente finaliza. E vocês também fiquem sonhando. O que é que vocês querem para o Centro Espírita da Mãe? Boa noite, pessoal. O Marcos, o o espiritismo, ele surge com Allan Kardec, falou muito bem, como contraponto ao materialismo. E observamos que lá para cá, nem a filosofia, nem a religião conseguiu barrar essa predominância ainderialismo. Ou seja, nosso mundo hoje ele ele tem um discurso espiritualista, ele tem uma prática materialista, né? O viés de é o consumo e o de dinheiro. Então, qual é o meu sonho? O sonhos o dia em que nós consigamos colocar de fato em nossas vidas o espírito como elemento gerador de nossos sonhos. Ou seja, tirar a matéria que tem sua função e trazer para o centro de nós decisões o espírito. Para quê? Sociedade passa a viver a era do espírito, compreendendo que este é o caminho do amanhã e a vivência da condição do espírito que somos. Parece-me que é o elemento impulsionador da mudança, da visão de mundo que temos como seres humanos, sociedade e certamente vai fomentar a superação do estado ainda de barbári que vivemos em muitos muitas porções de nosso mundo. O temos sonho, o sonho é vivermos de fato a era do espírito e que mansões do caminhos surjam muitas e muitas no mundo todo para contribuir de forma eficaz

emos em muitos muitas porções de nosso mundo. O temos sonho, o sonho é vivermos de fato a era do espírito e que mansões do caminhos surjam muitas e muitas no mundo todo para contribuir de forma eficaz para a transformação da humanidade. Obrigado, Ednolia. Meu sonho. O meu sonho é que as guerras deixem de existir. E para isso é necessário que nós nos conscientizemos que de alguma sorte por elas somos responsáveis em função dos nossos pensamentos, das nossas condutas, da nossa falta de fraternidade, enfim, que nós realmente utilizemos a doutrina espírita para ser esse luzeiro de luz, para chegarmos à plenitude do espírito. Esse é o nosso sonho. E 2021 eu imaginava que ia ser assim, porque minha mãe dizia que depois do ano 2000 ia tudo ser maravilhoso. Tô esperando ainda, mas não é. Então, gente, essa questão atual está nos incomodando bastante e o meu sonho é que todos nós realmente nos sentíssemos de fato irmãos dos outros. Esse é o nosso sonho. Se me fosse permitido sonhar, eu imagino um centro espírita onde a gente encontre os ensinamentos que nos deem a coragem de pegar a própria cruz e seguir Jesus. Eu vou fazer a tradução aqui de uma de um pensamento do Divaldo Franco que ele repetidamente disse a nós em diversas vezes, de diversas ocasiões, que o sonho dele é que o Centro Espírito Caminho fosse a Umbria, onde nós nos comportássemos todos como irmãos e nos amássemos como Jesus nos amou e vivêssemos a essência do evangelho dentro da casa espírita. Esse é o pensamento de Valdo Franco. Lembrando os primeiros cristãos que esses cinco que foram revolucionários. A casa do caminho. Um só pensamento, um só sentimento, um só coração e tudo é comum a todos. Eu me sinto feliz todos os dias quando eu piso nessa instituição. Eu não estou de domingo a domingo, mas estou alguns dias aqui. É claro que nós enfrentamos desafios de sabores, mas isso é mínimo em relação a esse sentimento íntimo de alegria, de bem-estar por estar aqui nesta casa. Então, eu sonho que todas as pessoas que

qui. É claro que nós enfrentamos desafios de sabores, mas isso é mínimo em relação a esse sentimento íntimo de alegria, de bem-estar por estar aqui nesta casa. Então, eu sonho que todas as pessoas que aqui estejam também possam vibrar neste sentimento de satisfação por estar aqui, de alegria, onde eu vou estar menos preocupada com o outro e mais preocupada comigo mesmo, onde eu vou estar amando mais e não aguardando que seja amada. Este é o meu sonho. Nós agradecemos a Caravana Baiana da Fraternidade pelos momentos felizes que nos trouxeram. Realmente foi foram exemplos citados aqui de como é importante o espiritismo para o mundo e como o Salvador e a Bahia é importante para o Espiritismo no mundo. Nós devemos estar muitos, muitos felizes, todos nós que aqui estamos, pela oportunidade que Deus nos concedeu de poder servir e amar. Vamos agora nos preparar para o encerramento da nossa reunião. Eu convido os médiuns passistas da casa para se colocarem ao longo dos corredores para a aplicação dos passos coletivos. Senhor e mestre Jesus, nosso divino amigo, todos nós aqui presentes fomos convidados por ti para que participássemos do banquete que irias nos oferecer. Muitas vezes recusamos, não queríamos participar outros interesses, Senhor. O mundo, o mundo em determinadas ocasiões fascina, perturba, atrai, mas repetistes continuamente o convite. E eis que vestidos agora, conforme o teu mandamento, nos apresentamos a ti. A fascinação pelo ouro desaparece, mas agora nos fascinamos pelo outro, aquele nosso irmão que necessita de nós. o ensino, o roteiro da doutrina espírita. nos apresentastes o consolador e ele está aqui conosco, esclarecendo as nossas consciências, trazendo-nos esperança, conduzindo-nos definitivamente para o teu rebanho e para o teu amor. Graças te damos, ó Senhor, pela oportunidade concedida do serviço a todos nós que aqui estamos. Servir, servir, servir, amar sempre, amar até doer, Senhor. Por isso vos rogamos nesta noite que abençoes Adivaldo Franco, a Nilson de Souza Pereira, a

ncedida do serviço a todos nós que aqui estamos. Servir, servir, servir, amar sempre, amar até doer, Senhor. Por isso vos rogamos nesta noite que abençoes Adivaldo Franco, a Nilson de Souza Pereira, a todos os 500 espíritas da Bahia, aos milhares do Brasil e aqueles outros que se estende por todo o mundo. e a tua luz fique permanentemente com eles. Alguns nomes, Senhor, nós colocamos na entrada desse cenáculo. Ora por eles. Estende a vossa misericórdia. A água que te apresentamos, que os bons espíritos a abençoe, transformando-a num fluido medicamentoso para nossa saúde física, nossa saúde mental e espiritual. Conduze-nos de retorno ao lar, felizes como agora estamos, lembrando que os nossos familiares nos aguardam. E queremos levar a ele, a eles, a mensagem do teu amor. Se conosco, ó Mestre, hoje e por todo sempre. E que assim seja. Declaramos encerrada a nossa reunião da noite de hoje. Muito obrigado a todos.

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