O óbolo da viúva
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No lamento de pobres mortais. Vejo Deus nas estrelas perenes de luz. Vejo Deus no esplendor que a alvorada traduz. Vejo Deus no suave perfume da flor. Vejo Deus no adeus, companheiro da dor. Sinto Deus na saudade que invoca lembranças. Sinto Deus no morrer de febr esperanças. Sinto Deus da tristeza de verte partir. Sinto Deus na tua volta, irmão, a sorrir. Ouço Deus no murmúrio das águas dos rios. Vejo Deus no esplendor que a alvorada traduz. Sinto Deus na tristeza de verte partir. Deus na tua volta irmão, a sorrir. Quando orar, imagine Deus guiando e abençoar os empreendimentos teus na vida. A oração nos liga a Deus e ele nos enviará. Aquela que fora melhor ajuda. Venha pensamentos bons. Ore pelos seus irmãos. Aprece é o amor que sai do coração. Venha pensamentos bons. Ore pelos seus irmãos. A prece é o amor que sai do coração. เ Onde eu encontro a paz? Estou querendo saber. Ouvi quando alguém me falou que o caminho mais perto é você. Eu quero somente encontrar a luz para o meu coração. Errei, já não vou mais errar. Eu estou lhe pedindo perdão, Deus. Eu preciso mais tempo aqui. Meu passado não posso lembrar. De agora em diante eu quero servir. E o presente viver só para amar. Como é bom a gente ter alegria, paz. para dar esperança renascer e com Deus, com Jesus caminhar. Eu quero somente encontrar a luz para o meu coração. Errei, já não vou mais errar. Eu estou lhe pedindo perdão, Deus. Eu preciso mais tempo aqui. Meu passado não posso lembrar. De agora em diante eu quero servir e o presente viver só para amar. Como é bom a gente ter alegria para dar. Esperança renascer e com Deus, com Jesus, com a minha alma. Um raio de luz nascido do alto nas mãos de Jesus percorre o espaço e vem à terra fazer-se mensagem. Que se encerra a beleza e a imagem do ensinamento do evangelho. A mensagem deixa uma paz na gente e vai agindo igual a semente que mora um caminho onde é semeada. Iluminando tudo, florindo a estrada, trazendo ao mundo mais amor e mais vida. A mensagem deixa uma paz na gente e vai
uma paz na gente e vai agindo igual a semente que mora um caminho onde é semeada. Iluminando tudo, florindo a estrada, trazendo ao mundo mais amor e mais vida. A mensagem deixa uma paz na gente e vai agindo igual a semente que muda o caminho onde é semeada. Iluminando tudo, fluindo a estrada, trazendo ao mundo mais amor e mais vida. O pai nunca dá pedra ao filho que pede pão. É Jesus que nos ensina o recurso da oração. Pai nosso que estás no céu, abençoa o meu coração. Que eu aprenda a ser melhor e amar o meu irmão. Oh, oh, oh, oh. Pai nosso que estás no céu, abençoa o meu coração, que eu aprenda a ser melhor e amar o meu irmão. อ Ao anoitecer em Carfanaú, a casa de Pedro tão simples, casinha com mim. se enchia de paz, repleta de luz, ouvindo as palavras eternas do mestre Jesus. Vou me imaginar sentado ali entre João, Pedro, Tiago, André e Levi. A beira do lago de Genesaré, lançando a alma para sempre. semes de fé que eu tão criança ainda naquele lugar, quem sabe Jesus me levasse para passear no quintal da casa de Pedro, a luz do luar sentindo abrir da noite o perfume do mar dissesse para mim: "Já é hora de você voltar. A gente se encontra de novo no seu evangelho a gente se encontra de novo no seu evangelho. reunidos em nome do Senhor, em um Só pensamento e coração desligados lá do mundo exterior. Este tempo de fé e oração, procuremos entrar em sintonia com os nossos mensageiros do pelas ombas do amor e da harmonia, tão somente para a prática do bem. Elevemos uma prece, implorando ampar e proteção por aqueles que laboram nesta procurando a regeneração. Procuremos entrar em sintonia. com os nossos mensageiros do além pelas ondas do amor e da harmonia, tão somente para a prática do bem. Agradecemos, Senhor. estes momentos de paz, que te sentimos aqui em vibrações fraternais, A estrada da vida conduz ao bem na alegria ou na dor. Seja o amor nossa bandeira de luz. Amado Mestre Jesus. Seja o amor, nossa bandeira de luz. Amado mestre Jesus. Boa noite, queridos irmãos.
ernais, A estrada da vida conduz ao bem na alegria ou na dor. Seja o amor nossa bandeira de luz. Amado Mestre Jesus. Seja o amor, nossa bandeira de luz. Amado mestre Jesus. Boa noite, queridos irmãos. Que a paz de Jesus esteja conosco. Nós queremos cumprimentar cada um de vocês que estão aqui nesse momento especial e que nós separamos na nossa semana para estudarmos e meditarmos no Evangelho de Jesus à luz da doutrina espírita. Nós cumprimentamos também os nossos irmãos que nos acompanham pela internet, rogando a presença de Jesus nos lares, em todos os ambientes e que nós possamos aqui representar o nosso mestre através do seu evangelho. Nós vamos começar hoje fazendo o nosso sorteio tradicional. Nós fazemos uma parceria com a livraria da FEGO para que nós possamos trazer um título inédito para divulgação com vocês e vocês estão representando aqui esse público a quem a gente quer atingir através das obras espíritas. Hoje nós temos aqui uma obra autoral de uma trabalhadora da FEGO, a Cíntia Vieira, e ela, a livraria fez essa doação para nós. E na semana em que a gente faz esse sorteio aqui, a livraria também fica com esse título em promoção, né? Então, eh, o nosso objetivo com isso é incentivar a leitura das obras espíritas, que são especiais, são reveladoras, são consoladoras aos nossos corações. Então, hoje nós estamos aqui com essa obra, fala para mim aí o título, A arte de educar. É uma psicóloga educadora, a Cíntia. E quem tiver a oportunidade de fazer a leitura desse livro vai se encantar. Hoje o primeiro número que nós sorteamos aqui é o número 33. É o número que tá na mensagem. Olha, educadora, a professora do Cader Kids. Muito bom. E aí a gente manda junto uma pomadinha do vovô Pedro, que é para vocês conhecerem também. Parabéns, Mariana. Bom, então pra gente começar a nossa atividade, nós vamos fazer a nossa prece e eu vou fazer uma leitura do livro A vinha de Vinha de Luz do Espírito Emanuel na psicografia de Francisco Cândidos Xavier. O título de hoje é Em nossa luta. Ele
vidade, nós vamos fazer a nossa prece e eu vou fazer uma leitura do livro A vinha de Vinha de Luz do Espírito Emanuel na psicografia de Francisco Cândidos Xavier. O título de hoje é Em nossa luta. Ele faz uma reflexão sobre um versículo da segunda epístola de Coríntios, capítulo 13, versículo 10, onde Paulo diz que segundo o poder que o Senhor me deu para edificação e não para a destruição. E o benfeitor Emanuel faz esse comentário: "Em nossa luta diária, tenhamos suficiente cuidado no uso dos poderes que nos foram emprestados pelo Senhor." A ideia da destruição assalta-nos a mente em ocasiões incontáveis. Associações de forças menos esclarecidas no bem e na verdade. Somos tentados a movimentar processos de aniquilamento. Companheiros menos desejáveis nos trabalhos de cada dia. Intentamos abandoná-lo de vez. Cooperadores endurecidos, deixá-los ao desamparo. Manifestações apaixonadas em desacordo com os imperativos da prudência evangélica. Nossos ímpetos iniciais resumem-se a propósitos de sufocação violenta. Algo que nos contraria as ideias e os programas pessoais. Nossa intolerância cristalizada reclama destruição. Entretanto, qual a finalidade dos poderes que repousam em nossas mãos em nome do divino doador? Responde-nos Paulo de Tarso com muita propriedade, esclarecendo-nos que recebeu faculdades do Senhor para edificar e não para destruir. Não estamos na obra do mundo para aniquilar o que é imperfeito, mas para completar o que se encontra inacabado. Renovemos para o bem, transformemos para a luz. O supremo pai não nos concede poderes para disseminarmos a morte. Nossa missão é de amor infatigável para a vida abundante. Então, inspirados nessa leitura, nós vamos unir os nossos pensamentos, trazer a figura amorosa de Jesus a nos envolver, agradecer por essa oportunidade de aqui estarmos reunidos com esse propósito de amar e servir em nome do nosso mestre. Obrigado, Senhor, por esse recurso que o Senhor tem nos dado de estudarmos o seu evangelho nesse grupo de pessoas tão amigas
armos reunidos com esse propósito de amar e servir em nome do nosso mestre. Obrigado, Senhor, por esse recurso que o Senhor tem nos dado de estudarmos o seu evangelho nesse grupo de pessoas tão amigas e que nós possamos unir os nossos corações nesse objetivo, Senhor, de conhecer e de vivenciar o teu evangelho à luz da doutrina espírita. Te agradecemos, Senhor, porque o Senhor tem nos deixado tantas lições valiosas, o Senhor tem nos feito compreender o sentido da nossa vida e que nós possamos ser multiplicadores de cada um desses ensinamentos. Pedimos que o Senhor envolva a nossa palestrante da noite e que ela também possa trazer essa mensagem consoladora para os nossos dias. Deixa-nos, Senhor, a tua paz. Que assim seja. Meus irmãos, antes de nós apresentarmos aqui a nossa palestrante da noite, que eu já vou antecipar e já agradeço a presença a Márcia Ramos, ela é atualmente a nossa presidente da Federação Espírita do Estado de Goiás. Hoje ela vai trazer para nós a reflexão do nosso estudo que nós temos aqui na quinta-feira, que é o estudo sequencial do Evangelho Segundo o Espiritismo. Estamos no capítulo 13, que não saiba a vossa mão direita, o que dá a vossa mão esquerda. E hoje ela, o tema é o óbulo da viúva. Mas antes eu quero convidar aqui a equipe do Congresso Espírita do Estado de Goiás para fazer uma divulgação e trazer umas novidades aqui para nós a respeito do 42º Congresso Espírita de 2026. Sejam bem-vindas. Pode passar o passar antes ou depois? Boa noite a todos. Eu sou a Márcia Riso, estou diretora de gestão editorial da livraria da FEGO, estou também na equipe do Congresso Espírita. Tô aqui junto com a Vilma Jalene, todas também da livraria e do congresso. Estamos participando aí das duas frentes, graças a Deus. E o nosso Congresso Espírita, nós estamos com os valores muito baixos que são para fazer a inclusão de pessoas. Nós temos sempre dito, né, dona Márcia sempre fala que a gente fala de inclusão, pensa que é inclusão de pessoa com deficiência, com algum outro tipo de problema, mas
para fazer a inclusão de pessoas. Nós temos sempre dito, né, dona Márcia sempre fala que a gente fala de inclusão, pensa que é inclusão de pessoa com deficiência, com algum outro tipo de problema, mas essa inclusão com com a pessoa que não tem condição financeira. Então essas que nós queremos atingir para que todos possam estar presentes no Congresso. Então iniciamos os preços com R$ 100, agora está 120 para o adulto com cadeiras marcadas. Já temos 50% dos ingressos vendidos em 45 dias. São são 188 lugares. Nós já estamos com mais de 900 vendidos. E para conseguir eh esse valor baixo, nós estamos fazendo doação de pessoas que tem a possibilidade. Nós temos o livro de ouro, então quem quiser fazer, qualquer doação, pode assinar o livro de ouro. Será muito bem-vindo, sabendo que essa doação vai subsidiar ingressos sociais para outras pessoas. E também vamos ter patrocínio. V vamos trabalhar com três cotas de patrocínio, diamante, ouro e prata para empresas, para as empresas divulgarem no Congresso, que é um local que tem mais de 2.000 pessoas, muita visibilidade, né? Então é uma possibilidade muito boa de divulgação e ajuda o Congresso. Então com esses recursos, nós estamos tendo a possibilidade de reduzir esses valores. Os ingressos de jovens está R$ 50 e de crianças R$ 30. As crianças vão ficar no Francisca de Lima. E aqui na livraria nós estamos vendendo os ingressos físicos dessa forma, porque às vezes tem pessoas que tem dificuldade de comprar no site. Então nós temos alguns ingressos disponíveis. Quem quiser também ajudar a vender, ó, nós temos aqui. E hoje nós estamos com a promoção especial. Quem comprar o ingresso vai ganhar esse maravilhoso livro Crônicas da Galileia, do nosso maestro Ângelo Dias, que ele fala histórias de Jesus. Então, terminando aqui, nós estaremos lá na livraria FEGO com muito amor, esperando todo a todos vocês. E agora nós vamos passar um vídeo para vocês relembrarem o congresso, que fazemos 42 anos de congresso. Muito obrigada, viu? Vamos divulgar.
livraria FEGO com muito amor, esperando todo a todos vocês. E agora nós vamos passar um vídeo para vocês relembrarem o congresso, que fazemos 42 anos de congresso. Muito obrigada, viu? Vamos divulgar. O o vídeo vai ser passado em outra oportunidade mais tarde. Obrigada, gente. Ah, e nós temos também o Instagram do Congresso. Vamos seguir e compartilhar. Então, nós vamos convidar a Márcia Ramos para estar aqui conosco, fazendo a sua palestra sobre o óbvulo da viúva. Querida família espírita, é sempre uma alegria aqui estarmos compartilhando esse espaço, mas sobretudo para recebermos as energias e as vibrações de amor dos encarnados e dos desencarnados que que se encontram. E o tema é muito oportuno e gostamos muito desta lição trazida pelos evangelistas Marcos e Lucas a respeito do óbvulo da viúva. Mas pra gente ter um entendimento mais preciso da importância deste óbulo, vamos voltar à aquela Galileia distante, mais precisamente a Jerusalém. E Jerusalém, nós adentramos ao primeiro templo. O primeiro templo de Jerusalém foi construído pelo rei Salomão. E lá havia o Santo dos Santos, que era o tabernáculo, onde estavam guardadas as relíquias de Moisés, inclusive o decálogo, os 10 mandamentos, que é a base de toda a justiça do mundo. Mas esse templo, primeiro templo, ele foi destruído pelos babilônios. E as pessoas, os os hebreus foram conduzidos. A Babilônia é hoje o Iraque. Esses hebreus foram conduzidos como servo, escravos dos babilônios. E lá eles ficaram cerca de 70 anos. Nós estamos falando cerca de 500 anos antes de Jesus. Depois, quando veio o imperador Ciro primeiro, ele liberta esses hebreus, eles voltam para Jerusalém e muito tempo depois, o rei Herodes, o grande, constrói o segundo templo, beleza o segundo templo. Por que que nós estamos fazendo referência ao templo de Jerusalém? Porque tudo acontecia no templo e existia uma parte do templo para os gentios, existia uma parte do templo para as mulheres, existia existiam aquelas piscinas. Vamos nos lembrar daquele paralítico da
Porque tudo acontecia no templo e existia uma parte do templo para os gentios, existia uma parte do templo para as mulheres, existia existiam aquelas piscinas. Vamos nos lembrar daquele paralítico da piscina que estava na porta das ovelhas. Quer dizer, muitas e muitas portas existiam. E quando Jesus chega um determinado, porque ele foi muitas e muitas vezes ao templo, quando ele chega nessa porta das ovelhas, que lá estava o paralítico, 38 anos, e ele liberta o paralítico daquela aflição. Por que que ele estava ali? Porque existia nessa porta das ovelhas uma piscina e tinha uma lenda que a água da piscina ela movimentava determinado dia do mês e a primeira pessoa que adentrasse aquela piscina, primeiro enfermo, ele seria curado. Só que ele era um paralítico, 38 anos ali. E Jesus quando pergunta a ele se ele queria ser curado, ele responde que ninguém o havia levado à piscina. Jesus o cura, diz a ele: "Pega sua cama e anda." Só que era um sábado e sábado é proibido, é o dia do Shabá. É proibido qualquer judeu exercer alguma atividade até hoje. Naquela época mais complicado ainda. Então, tudo acontecia no templo de Jerusalém. E Jesus nasceu, viveu e morreu como judeu. Portanto, ele foi apresentado ao templo pela Sagrada Família de Nazaré. O carpinteiro José, Maria Santíssima, o levam ao templo. Ele é recebido por Simeão e Ana, bebê. E naquele momento em que Simeão pega os Jesus no colo, nos braços, ele começa a pensar assim: "Por que que ele não veio no trono dos faraós ou na glória dos romanos? porque seria mais fácil para ele dominar o mundo. Porque até então Seme, embora entendendo que ele era o Salvador, imaginava que poderia, através do poder das glórias mundanas, realizar o trabalho da divulgação do reino de Deus no coração dos homens. E nesse instante que ele é bebê, ele entrega o Jesus para Maria Santíssima. Mas quando ele estava naquela inquirição, naquelas perguntas, Jesus batia, bebezinho, batia as mãozinhas no peito de Simeão. Ele entrega a criança para Maria Santíssima e diz assim: "Eu
ia Santíssima. Mas quando ele estava naquela inquirição, naquelas perguntas, Jesus batia, bebezinho, batia as mãozinhas no peito de Simeão. Ele entrega a criança para Maria Santíssima e diz assim: "Eu já posso ir porque hoje eu conheci a salvação". E nos fala Humberto de Campos no livro Boa Nova, que somente quando ele chegou no plano espiritual, ele entendeu que Jesus batia a mão no peito de Semeão, porque ele não veio para os potentados da terra, mas ele veio para o coração dos homens. A mesma colocação ele trouxe em um outro momento que ele estava ali no templo, quando Anás pergunta a ele, Galileu, que fazes por aqui? a fisionomia, a serenidade, o aspecto divinal dele fez com que Anas, que depois seria o seu inclor, perguntasse o que que ele estava fazendo ali nas regiões de do templo, ali próximo ao templo. E Jesus repete que não veio, estava ali para construir o reino de Deus no coração dos homens. também Humberto de Campos no livro Boa Nova. Mas Jesus também é apresentado ao templo quando ele tem 12 anos. Todos os judeus são apresentados ao templo. Ele também é apresentado ao templo naquele momento em que ele tinha 12 anos. Portanto, o templo era algo assim bastante conhecido de Jesus e de todos os judeus. Esse templo, o segundo templo, ele foi destruído no ano 70. pelos romanos. E quem quiser saber mais o horror que foi a destruição desse templo saqueando toda Jerusalém, está lá no livro Há 2000 anos, onde o senador Públo teve o olho queimado e o companheiro dele o coração retirado do peito em vida e o templo foi destruído. E nunca mais se construiu o templo em Jerusalém. Hoje a gente vê em muitos e muitos momentos autoridades políticas religiosas quando vão a Jerusalém, elas visitam o muro das lamentações. Foi o que sobrou do templo de Jerusalém. Colocam aquela que paga aquele solidel, porque também não se entra de qualquer maneira no átrio onde está ali é o muro de arrimo, o alicerce do templo de Jerusalém foi o que sobrou. Portanto, no ano 70 da nossa era, depois de Cristo, e
del, porque também não se entra de qualquer maneira no átrio onde está ali é o muro de arrimo, o alicerce do templo de Jerusalém foi o que sobrou. Portanto, no ano 70 da nossa era, depois de Cristo, e não se construiu mais o templo, onde existia o templo, porque ele agora tem só o muro de arrimo hoje é uma mesquita, a mesquita do domo dourado, portanto é uma uma instituição muçulmana. O lugar mais sagrado do judaísmo é exatamente o muro das lamentações. Como Jerusalém é considerada a cidade sagrada do mundo para os os cristãos, é o Santo Sepulcro, a igreja do Santo Sepulcro. E para os muçulmanos é a mesquita do domo dourado, porque para os muçulmanos são três as cidades santas. Ee Meca, Medina e Jerusalém. Portanto, nós estamos observando que todas as três religiões monoteístas se convergem os logais locais mais sagrados para Jerusalém. Jesus então era frequentador do do templo de Jerusalém. E aí o detalhe é que ele entra como judeu que era, porque existiam lugares reservados para os gentios. E a gente vê isso quando ele derruba aquelas bancas dos cambistas, daquelas pessoas que estavam vendendo animais e outras coisas. Então ele era acostumado. E aí ele entra e fica de frente o gasofilácio. E o que era o gasofilácio? Era o cofre desse templo muito suntuoso, onde os judeus colocavam as suas doações. Muita e muita doação de grande importância. Ele fica sentadinho lá e aí de repente surge uma viúva. E aí vamos o detalhe também pela tradição judaica. As vias quando tinham pouca condição financeira e a grande maioria era assim, mesmo porque as mulheres, podemos observar, elas não tinham uma identificação. Era a mãe dos filhos de Zebedeu, era Marta e Maria, irmã de Lázaro, era Miriam de Magdala, quer dizer, a cidade de Magdala. elas não tinham uma identificação. Portanto, as viúvas com dificuldades financeiras, elas eram atendidas pelas próprias sinagogas, pelo próprio templo. Quer dizer, existia, vamos dizer, um trabalho social para atender essas viúvas, mas na suposição que essa viúva não dependesse
eiras, elas eram atendidas pelas próprias sinagogas, pelo próprio templo. Quer dizer, existia, vamos dizer, um trabalho social para atender essas viúvas, mas na suposição que essa viúva não dependesse das condições sociais, e se ela tivesse tão somente aquelas moedinhas. Quando a gente vê a Torá, que são os cinco primeiros livros da Bíblia atribuídos a Moisés, nós aprendemos lá na Torá que são 613 artigos de lei. E desses 613 artigos de lei, 365 artigos são artigos negativos. Não pode comer a carne do sacrifício, não pode isso, não pode aquilo. São muitas as colocações trazidas por Moisés, porque existia também uma lei sanitária dentro daquele contexto, daquelas 613 leis para os homens e para as mulheres só tinham três leis. Aí muitas dev fal: "Nossa, mas que beleza, só três leis para as mulheres." Vamos ver como é que eram essas leis. A primeira lei era acender a lamparina ou a vela, enfim, o candieiro, levar a a luz para dentro de casa. Essa tem uma significação mais ampla, porque poderia ser a luz física, mas também a luz da serenidade, da harmonia e da paz. Mas nesse contexto dessa primeira lei, que era acender a vela, tinha também uma colocação assim: se ela tivesse o dinheiro tão somente para a vela ou se ela tivesse de escolher entre a vela e o pão, ela tinha que escolher a vela. Portanto, era muito positivo que havia necessidade dela atender a questão da iluminação da própria casa. Vamos imaginar que essa viúva tivesse só aquelas duas moedinhas e ela precisava de acender a vela ou comprar o pão e ela resolveu colocar aquela moedinha no cofre, no gasofilácio. E aí Jesus disse que de todos aqueles que haviam colaborado com o templo, ela é que havia dado mais o recurso todo que ela possuía. E Allan Kardec, na codificação da doutrina espírita, no livro dos espíritos, que é dividido em quatro partes, ele vai fazer uma pergunta aos imortais na parte da legislação, porque o terceiro livro do livro dos espíritos fala sobre lei. São as 10 leis. Aí vai falar da lei natural, da lei de
em quatro partes, ele vai fazer uma pergunta aos imortais na parte da legislação, porque o terceiro livro do livro dos espíritos fala sobre lei. São as 10 leis. Aí vai falar da lei natural, da lei de produção, de reprodução, da lei do trabalho, a lei de adoração. E aqui na lei natural, nessa questão 646, ele vai perguntar assim: "O mérito do bem que se faz está subordinado a certas condições ou a diferença diferentes graus no mérito do bem?" tá perguntando assim: "Todo bem que se faz é igual?" Vamos ver a resposta dos imortais. O mérito do bem está na dificuldade. Não há mérito em fazer o bem sem esforço e quando ele nada custa. Deus tem mais consideração pelo pobre que reparte seu único pedaço de pão do que pelo rico que só dá o seu supérflo. Jesus disse isso a propósito do óbulo da viúva, a mesma colocação trazida por Jesus. E depois Allan Kardec em 1857, através dos espíritos, ele referenda, ele ratifica essa informação trazida por Jesus. Então o mérito depende da dificuldade e do sacrifício. Aí nós começamos a imaginar assim, mas essa dificuldade, esse sacrifício é financeiro também? Porque quando nós observamos também na codificação da doutrina espírita, na questão 886 do livro dos espíritos, Kardec vai perguntar o que que seria a caridade no entendimento de Jesus. E os espíritos vão responder a ele que a caridade no entendimento de Jesus é a benevolência para com todos, a indulgência para com as imperfeições alheias, o perdão das ofensas. Aí a gente fica imaginando, mas isso era a França, onde é primeiro mundo, onde as coisas são mais fáceis, porque ele não falou em nada de ordem material. Ele não falou em sopa, ele não falou em cesta básica, ele falou benevolência, indulgência e perdão das ofensas. Vamos ver como é que era a França naquela época de Allan Kardec. Ela estava saindo de uma revolução que mudou o contexto da história. A revolução de 1789, que é a Revolução Francesa, mudou o contexto da história, onde a realeza, a nobreza, muitos e muitos nobres e reis
estava saindo de uma revolução que mudou o contexto da história. A revolução de 1789, que é a Revolução Francesa, mudou o contexto da história, onde a realeza, a nobreza, muitos e muitos nobres e reis foram tiveram foram guilhotinados e onde o clero, muitos padres, muitas pessoas ligadas à religião católica também foram martirizadas dentro dos claustrios, dentro dos conventos. E a situação ficou tão grave na França naquela época que Nossa Senhora de Notredame, que estava entronizada naquela igreja de Notredame, que pegou fogo há uns do anos, h pouco tempo, a Nossa Senhora que estava ali entronizada, ela foi retirada da igreja e entronizou-se uma cantora, uma da ópera de Paris. era intitulada A deusa Razão. Portanto, eles estavam passando por um momento político, um momento social gravíssimo na época da codificação da doutrina espírita e nesse período já era o imperador Napoleão Iir, mas quando a gente entende a benevolência, a indulgência e o perdão das ofensas, é porque nós estamos falando na terceira revelação. e a primeira revelação com Moisés e a justiça. A segunda revelação com Jesus, o amor e a terceira revelação com Kardec e a verdade é para a eternidade. Portanto, daqui 500, 800, 1000 anos, nós não vamos estar falando mais em cesta básica. Com a graça de Deus, todas as pessoas, se ainda a gente tiver alimentando como alimentamos agora, com a graça de Deus, todas as pessoas terão condições de ter a sua própria subsistência. Kardec, então traz a questão 886, nesse sentido, é para a eternidade. E aí nós observamos tantas e tantas situações que as pessoas elas dão de si em favor de outras tantas pessoas. Nós observamos, por exemplo, no século XX a figura de Mahatma Gandhi, o trabalho que ele realiza para a libertação do povo hindur. E são trabalhos de grande importância, tanto que o Leon Tostoi, que é considerado santo da Rússia, que trouxe obras, era um literato, trouxe obras como Guerra e Paz, que vai se reportar às guerras napoleônicas, a invasão de Napoleão à Rússia em 1812
o Leon Tostoi, que é considerado santo da Rússia, que trouxe obras, era um literato, trouxe obras como Guerra e Paz, que vai se reportar às guerras napoleônicas, a invasão de Napoleão à Rússia em 1812 e também Ana Carenina. São livros que ele trouxe. E Leon Tostóico, quando ele desencarna, ele pede permissão aos amigos espirituais, porque ele estava numa condição de conforto espiritual, porque foi é considerado, como diz o santo da Rússia, ele pede permissão aos amigos espirituais para estar junto do Gand naqueles momentos em que houve a revolução do sal e também aquela dos tecidos, não foi permitido porque já estaria no processo de de da das condições que seriam levariam à Segunda Guerra Mundial e havia necessidade de muitos e muitos espíritos luminares para se estarem apostos na Terra na Segunda Guerra Mundial. E nós tivemos no século passado grandes nomes que fizeram a história da de beneméritos do plano material aqui na Terra. o próprio Allan Kardec, porque nesse período em que ele estava trazendo a codificação da doutrina espírita, todas essas aflições que a gente disse há pouco, elas continuaram por muito tempo ainda na França. Ele trouxe a proposta da ciência, a proposta da filosofia, a proposta da religião no aspecto da filosofia que é Deus, inteligência suprema, causa primária de todas as coisas. Quando ele fala em ciência, ele se reporta inclusive aquela colocação trazida por pelo apóstolo Paulo. Analise tudo, retende o que é bom. Quer dizer, observemos as condições próprias ciência. Mas quando ele fala em religião, ele vai dizer, isso tá inserido no capítulo 15 do Evangelho Segundo o Espiritismo, quando ele diz, "Fora caridade não há salvação". Vamos lembrar que a caridade é aquela, aquela definição trazida por Allan Kardec na questão 886. Mas se nós atravessarmos o oceano, observem que a gente começou lá na Palestina, já passamos pela Europa, pela Rússia, pela Índia e estamos chegando ao Brasil. Quando nós chegamos ao Brasil, nós vamos ver a figura de Dr. Bezerra de Menezes e
em que a gente começou lá na Palestina, já passamos pela Europa, pela Rússia, pela Índia e estamos chegando ao Brasil. Quando nós chegamos ao Brasil, nós vamos ver a figura de Dr. Bezerra de Menezes e vamos nos colocar na no lugar de Dr. Bezerra de Menezes. Ele era um literato, ele era um político, ele era um médico, era uma pessoa muitíssimo bemquista pela sociedade século passado, século XIX, final do século XIX. A gente sempre costuma dizer que aquelas pessoas que se declararam espíritas no início do século XX e nós conhecemos muitas e muitas histórias, eram verdadeiramente pessoas muito corajosas, porque até então havia uma discriminação relacionada aos espíritas, inclusive nos aspectos da Constituição da Primeira República, que não podia os os espíritas se reunirem. Primeira República ali, logo depois, quando o imperador Dom Pedro II é exilado e vem a República através da do golpe que trouxe a República para o Brasil. Bom, então vou chegando a Dr. Bezerra de Menezes. Vamos observar que ele reúne 2000 pessoas na no clube da velha guarda ali no Rio de Janeiro, que era a capital da depois se tornaria a capital da República, para se declarar espírita. É muita coragem, é muita convicção, porque a gente sempre aprende assim que os espíritas eles nunca serão fanáticos, eles são convictos e a convicção vem através do conhecimento que liberta. Mas logo na sequência, depois de Dr. Bezerra de Menezes, onde ele preside a Federação Espírita Brasileira, onde lá está estendida a tenda de Ismael com a bandeira Deus, Cristo e Humildade, quando ele quando ele realiza o trabalho da unificação do movimento espírita. E na sequência nós vamos chegar lá em Sacramento, Eurípedes Barçanovo. Professor Eurípes, ele desencarnou com 38 anos de idade, portanto era muito jovem quando ele tomou decisões na vida relacionadas à importância da doutrina espírita, porque a doutrina espírita é o libertador das nossas consciências. Ela nos traz o consolo e, por consequência, nos traz a esperança, porque os
na vida relacionadas à importância da doutrina espírita, porque a doutrina espírita é o libertador das nossas consciências. Ela nos traz o consolo e, por consequência, nos traz a esperança, porque os princípios da doutrina espírita são da paternidade de Deus, da existência dos espíritos, da comunicabilidade dos espíritos, da pluralidade dos mundos, da lei de ação e reação. Tudo dentro da mais perfeita lógica. E professor Euríped católico muito fervoroso, assistia a missa ali dentro do do altar da da igreja, irmão do santíssimo, ele também se declara espírita. Como que o professor Euríped se declara espírita? Ele leu um livro, olha mais uma vez os livros, porque doutrina espírita é feita de livros, a começar pela própria codificação. Ele lêu um livro de Leon Deni, que foi um sucessor de Allan Kardecis da morte. E através desse livro ele se convenceu da importância da doutrina espírita. Ele vai para a fazenda, ele morava em Sacramento, ele vai para a fazenda Santa Maria. Chegando lá, havia uma sessão mediúnica. E ele, Dr. Professor Eurípeds, antes da de se tornar espírita, ele tinha dois problemas no mundo. Ele tinha duas dificuldades. A primeira dificuldade era os acessos, os desmaios que a dona Meca, a mãe dele, sofria. Interessante que depois que ela começou a dar passe, que ela começou a sentar à mesa mediúnica, ela nunca mais teve acesso, ela nunca mais desmaiou. Então, era a influência dos espíritos que estavam ali pedindo a presença da mediunidade dela para aliviar os espíritos. E o outro problema que ele tinha, o professor Eurípedes, era exatamente porque ele não entendia as bem-aventuranças. E ele chegando à fazenda só havia dois lugares, tudo lotado ali. E ele tinha também, voltando um pouquinho, ele também tinha um um desgosto, vamos assim dizer, porque a família dele toda já era espírita. E aí ele vai chegando lá na fazenda, o senhor Mariano, que era tio dele, que presidia o trabalho, senta e pergunta mentalmente o que seriam as bem-aventuranças. E terminando, ele mentalmente ele diz:
E aí ele vai chegando lá na fazenda, o senhor Mariano, que era tio dele, que presidia o trabalho, senta e pergunta mentalmente o que seriam as bem-aventuranças. E terminando, ele mentalmente ele diz: "Gostaria que fosse respondido por João Evangelista". Daí a pouco, um médium se manifesta, apresenta a João Evangelista. Esse médium era de uma inteligência obtusa, bastante analfabeto e inteligência obtusa. E ele discorre sobre as bemventuranças. E professor Euriptes, terminando esse momento, ele diz ao senhor Mariano, nós temos que ir a uma fazenda distante, porque o Carlos está lá e ele tem três dias e três noites que ele não se alimenta, nem água tem para ele beber. E o professor, e o senhor Mariano diz a ele assim: "Mas tá de noite, a gente vai amanhã." Não, nós vamos agora. Coragem, determinação. Nós estamos observando que não teve nessas ações, tanto de Dr. Bezerra de Menezes quanto de professor Eurípedes, questões monetárias, tão somente ações do próprio coração, do próprio sentimento, do próprio espírito. E eles vão a esse local, cavalo, passando por uma mata. Chegando lá, estava o Carlos leproso, um grau bastante adiantado, por isso é que ele morava na mata sozinho. Professor Euríptes dá um abraço nele e ele é curado na hora. A gente observa quantas e quantas pessoas professor Euripe descurou com a sua mediunidade santificada. No entanto, ele morreu de gripe espanhola, foi o COVID da época, embora tenha cuidado tratado de muitas pessoas. Mas se nós chegarmos ao Uberaba, nós vamos ver Francisco Cândido Xavier. Em Uberaba agora tem de um tempo para cá, tem o memorial Chico Xavier. Esse memorial, primeiramente, a hora que se entra tem um enorme coração. Existem algumas aparelhos de telefone daqueles antigos, onde se pega o telefone e existem as mensagens pela voz dele. Livros, mensagens, livros, mensagens, muitos e muitos. E a gente tá falando mais uma vez de coração, de amor, de sentimento. Foi esse o trabalho realizado por Francisco Cândido Xavier, trazendo alento a tantos e
sagens, livros, mensagens, muitos e muitos. E a gente tá falando mais uma vez de coração, de amor, de sentimento. Foi esse o trabalho realizado por Francisco Cândido Xavier, trazendo alento a tantos e tantos corações de mães, pais, esposa, esposo, cujos filhos retornaram ao plano espiritual. Quantas e quantas casas espíritas foram fundadas através do incentivo de Francisco Cândido Xavier? Nesse memorial a gente não vai ver nada, absolutamente nada de ordem material, a não ser os livros. Não tem uma caneta, não tem um relógio. Há muitos e muitos anos a gente sempre frequentava a casa do Chico lá em Pedro Leopoldo. E quando nós íamos, a gente sempre levava algumas pomadas, alguma coisa lá para a casa do Chico. É um centro espírita que tem Pedro e Leopoldo que compensa. São nessa época era domingo 6 horas, 18 horas era o trabalho lá. E a gente chegava com essas caixas e entregávamos paraas pessoas que lá estavam e eles nos conduziam ao local onde elas seriam guardadas. Era uma caminha que os antigos chamavam de cama patente, aquela pequenininha mesmo, coberta com a bandeira de Minas Gerais, libertas, que o esferatam é o a inscrição que está na bandeira de Minas Gerais, e eles colocavam debaixo da cama porque não tinha uma mesa, não tinha um armário, não tinha absolutamente nada. Este homem santificado é considerado, foi considerado o brasileiro do século, não por iniciativa de alguém, foi por iniciativa do povo brasileiro. Daí a importância de entendermos o óbulo da viúva, que todos nós podemos sim colaborar se não temos as condições financeiras, mas nós temos assim um copo de água que podemos dar. Mas se nenhum copo de água pudermos dar para algumas pessoas, nós podemos sim as vibrações de amor, as vibrações de amor para a nossa casa, a nossa família, através do culto cristão no lar, as vibrações de amor para o nosso Brasil, as vibrações de amor para a nossa abençoada doutrina espírita, para esta casa que nos acolhe, estudantes do Evangelho, para a nossa Federação Espírita que realiza o
rações de amor para o nosso Brasil, as vibrações de amor para a nossa abençoada doutrina espírita, para esta casa que nos acolhe, estudantes do Evangelho, para a nossa Federação Espírita que realiza o trabalho da unificação, do movimento espírita para nós mesmos, porque nós precisamos e merecemos ter paz. E se nós tivermos as condições de entendermos a importância do óbulo da viúva para conosco, não precisamos de nada, absolutamente nada exterior, mas não somente serenidade, equilíbrio, paz. Esta é a proposta de Jesus para todos nós. Que ele nos abençoe, que tenhamos muita paz, que as graças de Deus nos envolva hoje sempre. Muito obrigada. Nós vamos agradecer a nossa irmã, companheira por essa viagem, né? Nós fizemos uma viagem luminosa, um passeio gratificante pelo evangelho, pela história e com certeza marcou para nós hoje esse estudo do óbulo da viúva. Então nós vamos pedir o nosso companheiro Miguel que faça a condução do passe ouvindo uma música aqui com Adones e vamos serenando os nossos corações que hoje nós tivemos um banquete, né? Nós estamos alimentados e que a gente possa serenar, né, os nossos corações para esse momento especial. Quanta luz neste ambiente descendo sobre nós, vibrando em nossa mente. Quanta luz quando assim prece. Como a almace aos olhos de Jesus. Quanta luz, pois em oração a voz do mestre fala em nossos corações. Quanta luz descendo sobre nós. Quanta luz, quanta luz. Convidamos nossos irmãos e irmãs passistas a se posicionarem no salão e a todos os presentes que se sentirem confortáveis a fechar os olhos, tomando uma respiração longa e profunda. Senhor Deus, infinita bondade, infinita justiça, inteligência primeira e suprema. Nós te louvamos e damos graças, ó Senhor, pelas maravilhas que todos os dias realiza em nossas vidas. Mestre Jesus, modelo e guia. Agradecemos, Senhor, por seu evangelho, por suas palavras, palavras essas que desejamos arentemente que se multiplique em nossos corações. Ó mestre amado, que sua misericórdia cubra todos aqui
e guia. Agradecemos, Senhor, por seu evangelho, por suas palavras, palavras essas que desejamos arentemente que se multiplique em nossos corações. Ó mestre amado, que sua misericórdia cubra todos aqui presentes, inspirados por seu modelo de simplicidade, pureza e misericórdia. Da manjedor à cruz nos trouxe exemplos que edificam o nosso ser e auxilia-nos nas decisões diárias. de construir um mundo melhor, sendo sempre nossa referência para a nossa evolução moral e intelectual. Ô mestre amigo, rogamos, Senhor, por todos aqueles que necessitam de seu amparo. Unimos todos nossos pensamentos num só. Paz. amor e caridade. Auxilia-nos, Senhor, a ser o próximo, mais próximos de nossos irmãos e que possamos, na medida de nossas capacidades, contribuir caridosamente para o progresso de todos. Mestre Jesus, que possamos levar as luz a quem tateia nas trevas. que possamos levar o amor no meio do desentendimento e da confusão. Que possamos levar a paz aos conflitos, a ao alimento à fome, a coberta ao frio. Mestre amado, faz de nós seu instrumento de paz e de amor. Obrigado, Jesus. Obrigado, Jesus. Esteja conosco, mestre, hoje e sempre. Que assim seja. Obrigado, irmãos e irmãs. Convidamos todos a tomar água furidificada aqui na frente. Esperamos nos ver novamente na semana que vem. Vamos com Deus e boa semana. Olhe pro céu. Continua aberta. A recado. A livraria continua aberta, viu? Para quem precisar ir na livraria, ela tá aberta. Comece a crer que vale a pena a que viver. O sol ensina a renascer. A esperança de se vencer. Sigam o exemplo sol. Ele é vida. É a força maior que vem de Deus. Deus é o sol o coração de quem ficou na escuridão. Jamais devemos parar no tempo. Deus deu o som como exemplo. O exemplo só, ele é vida. É a força maior que vem de Deus. Obrigado.
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