O MESTRE E O APRENDIZ - Rafaela Guidi [PALESTRA ESPÍRITA]
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Mesmo tão [música] longe de atingir a perfeição, [música] aqui eu entendi [música] qual o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi [música] toda a beleza de viver, doando amor, [música] vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. [música] Obrigado a comunhão espírita de Brasília. >> Senhor Estou aqui para agradecer [música] de coração a paz dentro de mim que encontrei na [música] comunhão. Foi nessa casa [música] que aprendi toda a beleza de viver. >> Boa tarde, queridos irmãos e irmãs. Aqui somos todos irmãos de Jesus, o nosso modelo e guia. Que sejam todos muito acolhidos aqui no auditório de A Bezerra de Menezes da comunhão espírita, assim como da TV e rádio comunhão. todos possam sentir a presença do mestre, pois esse mês, esse mês de dezembro, todo o sentimento de amor que Jesus veio exemplificar, que foi simplesmente como seguir as leis divinas, nos faz refletir nesse momento e ainda mais que tem uma mudança de calendário. aonde que nós buscamos uma nova vibração para seguir adiante. E para a nossa harmonização, eu vou ler a última mensagem desse livrinho Senhor e Mestre de Carlos Batelli, pelo espírito do irmão José. Senhor e Mestre, somente a Jesus terás por teu Senhor e Mestre. A ele seguirás. Tem o menor receio de que te decepcione. Confiarás a ele a tua vida. Nele, e tão somente nele depositarás todas as tuas esperanças. Amáis como ele nunca deixou de amar-te, e haverás de servi-lo com a mesma imensa alegria com o que ele sempre te serve. Com ele vencerás todas as dificuldades e embaraços do caminho. Contarás nele o amigo incondicional de todas as horas, que te estende os braços. e ampara o coração. E nesse momento, meu irmão, meus irmãos, convido a todos a abrirem seu coração, elevarem sua sintonia e aqueles que desejarem podem fechar os olhos numa prece de agradecimento ao Pai pela vida, a Jesus, por todos os ensinamentos deixados. no seu evangelho e todos espíritos de luz que nos trazem mensagens de amor, de esperança e que nos fazem refletir sobre as nossas mais inclinações que
ida, a Jesus, por todos os ensinamentos deixados. no seu evangelho e todos espíritos de luz que nos trazem mensagens de amor, de esperança e que nos fazem refletir sobre as nossas mais inclinações que ainda trazemos e que possamos nesse momento aliviar-nos desse peso, pois sabemos que somos aprendizes e que estamos buscando incessantemente a nossa melhoria e que nesse momento mais uma reflexão para refletirmos sobre o nosso dia a dia, as nossas os nossos desejos, os nossos pedidos e a nossa compreensão da mensagem divina que vem incondicionalmente dentro de cada um. e no momento certo, porque nós temos que abrir os olhos para compreender a lição que vem das oportunidades que são difíceis e também reconhecer que muitas vezes pela dor aprendemos, mas que ainda nesse planeta de provas e expiações ainda enfrentaremos muitos desafios. E contando com os conselhos, as instruções, as orientações de Jesus, vamos caminhar mais firmemente uns com os outros, pois somos todos filhos de Deus. E assim iniciaremos a nossa meditação entre o mestre e o aprendiz. Jesus em Lucas capítulo a e agora esqueci o capítulo, versículo 15. Um dia, num certo lugar estava Jesus a rezar. Terminando a oração, disse-lhe um de seus discípulos: "Senhor, ensino-nos a rezar, como também João, João Batista ensinou a seus discípulos. Jesus então ensinou a oração dominical, o nosso conhecido Pai Nosso, que tem tantos ensinamentos e que na coletânea de preces, que vem no capítulo 28 do Evangelho Segundo Espiritismo, ele tem para cada versículo desse dessa oração toda uma explicação, um aprofundamento e Cada vez que sentimos aquelas palavras ditas do Pai Nosso, nós temos uma conexão forte com o Pai. A doutrina também nos alerta que a gente não precisa fazer repetições de orações gravadas. Ela pode ser uma conversa, uma conversa de filho com pai. E quando nós estamos conectados com a espiritualidade superior, com o Pai, nós temos intuições, intuições que nos auxiliam naquele momento a pensar diferente, a sair daquela nossa ponto de vista que
. E quando nós estamos conectados com a espiritualidade superior, com o Pai, nós temos intuições, intuições que nos auxiliam naquele momento a pensar diferente, a sair daquela nossa ponto de vista que não conseguimos enxergar que existe um universo ao redor que pode nos facilitar a nossa caminhada. E é uma conversa livre, pessoal, com o divino. Nós não precisamos de palavras rebuscadas. Às vezes até somos intuídos por palavras simples, por objetivos, por observar uma flor, o seu perfume, e sentir como a natureza responde à bondade do universo. A oração sempre é uma fonte de conforto quando ela é feita com coração, quando estamos abertos a novos pensamentos, porque nós sabemos que Deus sabe mais que nós, mas muitas vezes nós queremos que ele faça o que que nós achamos que está melhor, mas nem sempre é o melhor, porque ele tem uma visão de futuro. Nós somos ainda muito imediatistas. Temos uma paz interior nos momentos de aflição. Uma oração, uma respiração funda, com uma expiração profunda nos traz paz e nós conseguimos ver mais claramente o que fazer e não entrar na energia do outro. Ela muitas vezes nos dá força para, digamos assim, tacudir a poeira que está nos atravancando e seguir em frente, tirar os nossos as coisas que estão nos impedindo de seguir em frente. E muitas vezes é restícios do passado que nós não podemos mudar. Nós sabemos que só podemos construir daqui para frente um novo futuro. E é um grande meio à oração para a nossa conexão espiritual. E esse essa nossa aproximação com esse pai misericordioso e bom. Emanuel tem uma mensagem no livro Antologia mediúnica do Natal, psicografia de Chico Xavier, do Mestre aprendiz que nos lembra que nos nós devemos ter consciência entre o que pedimos na oração e o que fazemos no nosso dia a dia. e com algumas orientações. Vamos refletir sobre elas. Diz Emanuel, quando rogares amor, não abandones o próximo ao frio da indiferença. Realmente, Pai, nós somos eternos pedintes. A oração, nós sabemos que ela serve para louvar e agradecer também, mas
s. Diz Emanuel, quando rogares amor, não abandones o próximo ao frio da indiferença. Realmente, Pai, nós somos eternos pedintes. A oração, nós sabemos que ela serve para louvar e agradecer também, mas atualmente muitos de nós, eu muitas vezes me pego pedindo e não agradecendo o que eu já tenho, o que que eu já consegui esse amor. Porque o amor, meus irmãos, é uma semente que quando a gente espalha, ela se multiplica absurdamente rápido. Porque quando nós tratamos o nosso irmão com consideração, com respeito, ele transmite para nós esse amor, essa compreensão também, porque é a lei de ação e reação. Então nós busquemos, eu sei que é o grande desafio dessa existência e que de muitas outras, mas é por esse caminho. E nesse sentido é não deixar o irmão que passa ao nosso lado na indiferença. Hoje em dia nós temos vários meios, vários receios. É natural pel tudo que tá acontecendo nesse mundo, nós temos nosso senso de proteção, né, de preservação. Mas uma oração, um olhar carinhoso e não julgativo, já faz a diferença, porque nós sabemos que isso transmite energia e essa energia traz paz e consolação. Emanuel fala também que quando nós suplicarmos o dom da fé viva, tenhamos fé. Não relegue teu irmão à descrença ou a tortura mental. Se nós queremos ter fé, nós devemos praticar a fé. Nós devemos sair do pessimismo, daquele mesmismo que nunca consegue, que tudo o que vem para mim é ruim. E esse pensamento já transforma para o outro. Porque se a gente colocar pro outro que para ele vai ser ruim, que para ele sempre é difícil, isso também vai ser para nós, porque nós também sabemos que o nosso pensamento tem poder, as palavras têm poder. E quando desejamos algo pro outro, nós muitas vezes recebemos aquilo. Então, nós devemos mudar essa forma. Nós devemos acreditar mesmo na misericórdia divina com uma fé raciocinada que nos chama a doutrina. Mas essa fé raciocinada é sentir que não estamos sozinhos e deixar aproximar a solução, porque a solução existe. O pai não dá um um cobertor menor do que o frio que a
ocinada que nos chama a doutrina. Mas essa fé raciocinada é sentir que não estamos sozinhos e deixar aproximar a solução, porque a solução existe. O pai não dá um um cobertor menor do que o frio que a gente tá passando. Ele pondera, mas ele exige algum esforço de nós, porque a nossa evolução só se faz com a nossa transformação. Por isso, nós sabemos também pela doutrina que nós estagnamos quando não queremos mudar alguma coisa em nós que nos incomoda, que nos causa dor, que nos causa insatisfação, que nos causa desalento. Mas quando a gente começa a buscar mudar, não é de uma hora para outra. Nós já sentimos um apoio e isso é que nós queremos. E quantas vezes a gente pede luz para enxergar a luz no final do túnel, onde que a gente tá passando que tá numa escuridão, a gente não pode condenar o nosso companheiro a perturbações das trevas. Ah, você nunca vai ser capaz. você nunca vai caminhar. E muitas vezes com um pouquinho de esforço ele pode dar alguns passos. Ele pode agir de outra forma com interagir, melhor dizendo, com aqueles que estão ao seu redor, sem caminhar, correr perfeitamente, mas com o coração, com a sua emoção, com a sua palavra, se pode chegar até o outro. Haja o exemplo do gigante deitado, Jesus Gonçalves, que ele não podia fazer muita coisa, mas todo mundo queria chegar perto dele, porque ele orava, ele falava, ele ria, ele emocionava. E quem olhasse para ele de longe, como pode viver um indivíduo deitado o tempo inteiro? E ele estava lá feliz. Quando nós solicitarmos a bênção da esperança, não espalhemos o fé da desilusão. Porque se a gente acha que não vai acontecer, acaba não acontecendo mesmo, porque essa energia, esse querer, e é importante a gente ter essa esperança, ter a certeza que tudo passa, mas também que o bem também passa, o que a gente acha bom, que tá confor ele passa, porque pra gente sair do que que a gente chama de zona de conforto, vai ter um balancinho pra gente se adaptar um pouquinho mais lá pra frente. Então, nós temos que ter consciência
á confor ele passa, porque pra gente sair do que que a gente chama de zona de conforto, vai ter um balancinho pra gente se adaptar um pouquinho mais lá pra frente. Então, nós temos que ter consciência que se nós estamos desesperançosos, nós não vamos conseguir auxiliar ninguém que estar ao nosso redor. Mas quando chega alguém com esperança, com essa certeza da vida futura que a doutrina nos traz, faz a diferença, porque ela busca mudar o nosso pensamento. Se vai mudar ou não, cabe a cada um no seu momento. E isso também é respeito. Quantas vezes não imploramos socorro? Vivemos em uma situação, ah, eu tenho que terminar esse trabalho hoje e agora? Será que vai dar tempo? E se a gente ficar nisso, nisso, nisso, o tempo vai passar. Mas se a gente começar a dar o primeiro passo, a fazer a primeira linha, ele vai poder estar concluindo no tempo. Algumas vezes a gente vai ter que adentrar a noite, diminuir as nossas horas de sono, que é o esforço. O esforço que a doutrina também nos diz que nós temos que buscar parachar. Nós temos que fazer a nossa parte. Jesus caminha ao nosso lado. Ele só nos carrega quando nós não temos força nenhuma para caminhar. Aí sim ele carrega. Mas senão ele nos dá a mão, nos mostra o caminho, acende a luz, coloca no alto para que possamos dessa forma fazer a nossa parte e sentirmos felizes por termos conquistado algo que tanto desejávamos e que não caiu, mas que foi um esforço. Às vezes a gente para e fala ai, principalmente nessa época do ano, ai esse ano foi tão ruim, não fiz nada. Mas se olharmos para trás, nós conquistamos muitas coisas. Algumas lições foram aprendidas, alguns desafios foram ultrapassados e pouco a pouco esse socorro que nós pedimos, ele chegou. Às vezes foi uma mão estendida que nós não quer quiser, que nós não pegamos nela para nos levantar, mas ela esteve lá. E isso que importa que vem desses nossos pedidos. E tem, né, um grande pedido. Ai, meu pai, me perdoe porque eu pequei. Ah, minha mãe, eu não devia ter falado, Rute com você ontem. Me perdoe.
teve lá. E isso que importa que vem desses nossos pedidos. E tem, né, um grande pedido. Ai, meu pai, me perdoe porque eu pequei. Ah, minha mãe, eu não devia ter falado, Rute com você ontem. Me perdoe. Mas e a gente perdoa a mãe? que ela falou, Rute com a gente em um momento que ela estava com trilhões de coisas na cabeça e a gente chega, mãe, daqui a um mês a gente vai viajar para onde? Ela tá preocupada com agora. E aí ela responde: "Agora ainda não sei". E você fica chateado e você não perdoa e guarda aquela mágoa. Ah, minha mãe não quer passar as férias comigo e ela quer. Só que naquele momento, a forma que a que ela conseguiu responder foi daquela daquele jeito. Mas nós queremos o perdão, então nós devemos também perdoar. E já tá no Pai Nosso. Pai, perdoai as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido. Então, a nossa parte está aí, está aí no Pai Nosso. Lembrando de Jesus, Jesus falou para Pedro que ele deveria perdoar 70 vezes s vezes. Isso é um número muito grande. Então, nessa existência, nós devemos buscar perdoar o máximo de vezes ou ao mesmo tempo, como Jesus, ah, ele não sabe o que faz. Então, meu irmão, vai e mude esse seu comportamento, que esse seu comportamento não tá bom. E era assim que ele fazia. E em Mateus capítulo 18 versículos 22 a 35 tem a parábola dos credores e dos devedores. E diz Jesus: "O reino dos céus é como um rei que resolveu ajustar as contas com os seus servidores. E tendo começado a fazê-lo, apresentaram-lhe um servidor que lhe devia 10.000 talentos, mas ele não tinha como pagar. E o rei ordenou então a já que no momento você não tem como pagar, vende sua mulher, seus filhos, tudo que você possui, sua casa, suas joias e liquida a dívida. O servidor ficou desesperado, ajoelhou-se no chão, ficou aos pés do rei e suplicou, dizendo: "Senhor, tem um pouco de paciência, eu lhe pagarei tudo". E o rei ficou compadecido por aquele servidor e deixou ele ir para que ele pagasse mais paraa frente a dívida e até descontou aquelas parcelas de juros, né,
m pouco de paciência, eu lhe pagarei tudo". E o rei ficou compadecido por aquele servidor e deixou ele ir para que ele pagasse mais paraa frente a dívida e até descontou aquelas parcelas de juros, né, que muitas vezes vem a sendo oferecidas nos recupera DF, essas questões de renegociação de dívidas. O rei fez isso. Agora o rei, o servidor, esse que devia 10.000 talentos, saiu e logo que ele saiu do castelo, ele encontrou um dos seus companheiros que devia apenas 100 moedas. agarrou esse amigo, esse companheiro pelo pescoço, quase sufocando. Você vai me pagar agora o que me deve. e seu companheiro, atirando-se a seus pés, igualmente que ele fez com o rei, suplicou-lhe, dizendo: "Tem um pouco de paciência, eu lhe pagarei tudo em breve". Mas aquele servidor dos 10.000 meu talentos não quis escutá-lo e retirando-se mandou prendê-lo até que pagasse o que devia. Os outros servidores, seus companheiros, vendo o que se passava, ficaram extremamente aflitos e foram avisar o rei sobre o que tinha acontecido. O rei mandou buscar o servidor dos 10.000 talentos e disse: "Mau servidor, perdoei-lhe tudo que me devia. Pois assim me pediu. Não deveria então ter tido piedade do seu companheiro como eu tive de você? O rei ficou funioso. Entregou aos carrascos até que ele pagasse até o último centavo do que ele devia. E é assim o nosso pai e ele vai nos tratar assim. Se nós não perdoarmos aqueles que nos ofendem, aqueles que nos tiram do sério, por um momento que é deles, não é nosso. Não tem muito a ver conosco, tem a ver com o outro, mas essa sintonia, esse equilíbrio, nós devemos construir e construir pouco a pouco. E muitas vezes a gente acha que somos injustiçados, né? Então, nós queremos justiça, nos diz Emanuel, em favor da nossa própria segurança. Mas não devemos nos descuidar da harmonia de todos que precisam, que precisas assegurar ao preço da de tua renunciação e de tua humildade a benefício dos que te cercam. Então, nós devemos fazer a nossa parte e não prejudicar os outros.
rmonia de todos que precisam, que precisas assegurar ao preço da de tua renunciação e de tua humildade a benefício dos que te cercam. Então, nós devemos fazer a nossa parte e não prejudicar os outros. E isso nós temos. E quem é infinitamente justo é Deus. A nossa justiça ainda é falha, ela ainda muda. Ah, os 10 mandamentos eles são perenes porque eles vêm das leis divinas. E quando reclamamos pela claridade da paz, não estendamos a sombra da discórdia. Não alimentemos discussões infrutíferas, porque eu tenho um pensamento, o meu irmão tem um outro. E se nós aguardarmos o concurso do céu, não menusprezemos a colaboração que o mundo te pede a boa vontade, porque um ajudou o outro. Nós estamos todos em sintonia, nós estamos caminhando e aí nós retornamos aquelas diretrizes. Assim como fizeres aos outros, assim será feito a ti. Segundo plantares, colherás. Então, não nos esqueçamos que a vontade do Senhor é também a lei eterna. e que tudo responderá na vida conforme os teus próprios apelos e suas próprias ações. E nos chama Emanuel para que possamos caminhar, caminhar com o mestre, aprendendo essa lição da oração, orando e perdoando e ajudando sempre que pudermos. Mas não devemos nos sentir culpados se nós não estivermos em condições de auxiliar, porque aí é a hora que a gente pede o socorro e que o outro que estar um pouquinho melhor que nós naquela situação ir virá nos ajudar. ou até compreendamos a situação e agiremos com resignação e bondade. E finalizando, nos diz: "Foi então que o aprendiz, reconhecendo que não basta simplesmente pedir para receber a felicidade, passou a construí-la através do serviço à felicidade dos outros, compreendendo por fim que somente pelo trabalho incessante no bem poderia e orar em perfeita comunhão com a bondade de Deus. É aquela questão de voltarmos para nos reconciliar com o nosso inimigo enquanto estamos a caminho. Então, meus irmãos, que nós possamos depois dessa reflexão do mestre que nos chama em questão da nossa oração, da nossa comunicação com ele, que possamos
om o nosso inimigo enquanto estamos a caminho. Então, meus irmãos, que nós possamos depois dessa reflexão do mestre que nos chama em questão da nossa oração, da nossa comunicação com ele, que possamos de adotar uma postura ativa e altruísta na medida das nossas possibilidades de servir para construir ir alinhando os nossos desejos com a lei universal do bem e da reciprocidade. E assim, já conectados com alto, ligados nessas orientações do mestre, não bem lembradas por Emanuel, nós possamos agradecer, agradecer esse momento, agradecer as reflexões, agradecer as pequenas sementes de ideias para uma vida um pouquinho diferente daqui paraa frente e que possamos agradecer as oportunidades que nos tem dado para o nosso progresso, para a nossa prosperidade, para a nossa vida, para o nosso amor, para a nossa paz, pois tudo que desejamos é essa harmonia, é o bem viver e compreender que o melhor prazer que se tem é de servir sem a necessidade de ter um reconhecimento do próximo, mas sem vislumbrar um caminho de semeiadura que um dia vai irá florescer, porque o Deus e Jesus é os são os jardineiros que cultivam essa semeadura. Que assim seja. Graças a Deus e graças a Jesus. E assim nós encerramos esse momento de meditação e convido a todos a permanecer em seus lugares que assim que começar o passe irão ser chamados para a segunda parte desse trabalho. E desejo a todos uma boa tarde, um bom final de ano e que Jesus esteja sempre convosco, independente de dia e nem de momento. Que assim seja. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual [música] da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação [música] física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos [música] benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser [música]
e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser [música] utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus [música] de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso [música] mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre [música] nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental [música] e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária [música] para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos [música] lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. [música] Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, [música] trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos [música] à nossa estrada da vida. Estamos [música] chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no [música] céu, santificado
à nossa estrada da vida. Estamos [música] chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no [música] céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita [música] a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa [música] as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa [música] as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. [música] Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso [música] ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos [música] ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta [música] casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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