O Livro dos Espíritos em nossa Vida | #246 - DA LEI DIVINA OU NATURAL - Questões 623 a 625
O Livro dos Espíritos em nossa Vida | #246 - DA LEI DIVINA OU NATURAL - Questões 623 a 625 Participe, através dos comentários ou pelo email: tv@comunhaoespirita.com Programa O LIVRO DOS ESPÍRITOS EM NOSSA VIDA é uma produção da Comunhão Espírita de Brasília, através da TV Comunhão. Semanalmente, questões de "O Livro dos Espíritos" são comentadas por Ricardo Honório, Alcir Almeida e Adilson Mariz. Uma nova edição do programa O LIVRO DOS ESPÍRITOS EM NOSSA VIDA, vai ao ar toda terça-feira, às 19 horas, no canal da Comunhão Espírita, no Youtube! Não perca! #LivroDosEspiritosEmNossaVida #ComunhaoEspirita #TVComunhao TV Comunhão - Inscreva-se no nosso canal, deixe seu like e ative as notificações para ficar por dentro de tudo o que acontece na Comunhão Espírita de Brasília. Canais de Mídias e Redes Sociais da Comunhão Espírita de Brasília: HomePage: http://www.comunhaoespirita.org.br Rádio Comunhão: http://www.radiocomunhao.com.br TV Comunhão: http://www.tvcomunhao.com.br Facebook: http://www.facebook.com/comunhaoespirita Instagram: http://www.instragram.com/comunhaoespirita Twitter: http://twitter.com/ComunhaoOficial COMUNHÃO ESPÍRITA DE BRASÍLIA Missão: Promover o Ser Humano, facilitando-lhe o acesso ao Conhecimento da Doutrina Espírita, amparando-o e ofertando-lhe os meios para vivência cristã. Visão do Futuro: Ser uma Casa Espírita de excelência na sua organização, na geração de conhecimento, na educação, na difusão doutrinária, na assistência espiritual e social , com estímulo a vivência cristã. ESPIRITISMO O termo "Espiritismo" é sinônimo de Doutrina Espírita, porém, frequentemente, é utilizado erroneamente para designar qualquer prática do mediunismo (comunicação com os Espíritos), ou confundido com cultos afro-brasileiros (Umbanda, Candomblé, entre outros). O Espiritismo é uma doutrina que trata da natureza, da origem e do destino dos Espíritos e de suas relações com a vida material. Traz em si três faces: filosofia, ciência e religião (moral). Os adeptos da Doutrina Espírita são os espíritas e suas práticas se baseiam no estudo das obras básicas da Codificação e na assistência material e espiritual aos necessitados. Quando Surgiu? Foi revelada por Espíritos Superiores e codificada (organizada) em 1857 por um professor francês conhecido como Allan Kardec. Surgiu, pois, na França, há mais de um século. Porque estudá-lo? Em João 8:32, Jesus disse: "E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará ." Para sermos, verdadeiramente, espíritas – porque é impossível compreender e viver uma Doutrina tão complexa e abrangente sem dominar seus conhecimentos básicos.
Começa agora o programa o livro dos espíritos em nossa vida. Olá, estamos de volta com o programa O Livro dos Espíritos em nossa vida. Eu sou Ricardo Honório e comigo o meu dileto companheiro semanalir Almeida. Seja bem-vindo para mais um programa, muito obrigado, Ricardo Honório. É uma grande alegria e uma honra estar aqui e estar com vocês que nos acompanham aí pelas mídias sociais da Comunão Espírita de Brasília, né? Eh, ao assistir o nosso programa, não esqueça, gostou, pode deixar o seu like. Não gostou, deixe o seu dislike e faça o seu comentário, né? Esse programa é feito para vocês. Forte abraço. Forte abraço, Ricardo. A recíproca é verdadeira, Almeida. Vamos lá, Almeida. Nós estamos estudando o terceiro livro de O Livro dos Espíritos. Lembrando que o terceiro livro ele trata das leis morais a partir da questão de número 614. E hoje nós vamos comentar a partir da questão de número 623 e este é o programa de número 246, Almeida. Isso significa, Almeida, que nós temos, além deste 245 programas disponíveis no nosso canal no YouTube para os nossos ouvintes. Podemos seguir. Vamos lá, Almeida. Na questão 623, o Kardec fez a seguinte pergunta: "Os que pretenderam instruir os homens na lei de Deus não estavam algumas vezes enganados e frequentemente não os extraviaram por meio dos falsos princípios?" Olha que interessante essa pergunta, demais, demais. O Kardec quer saber, dentre aqueles homens e mulheres que pretenderam, né, que se atreveram, digamos assim, a divulgar a mensagem divina, a falar da da lei de Deus para os homens, eles não cometeram enganos, excessos, eh falhas. Muito. E aí, é como você disse, né, é uma questão vastíssima, né, muito dá pra gente discutir aqui vários programas por horas e horas sem fim. Para afirmar que sim, nessa tentativa de compreender a lei de Deus, vários homens cometeram erros, é só a gente começar a pensar desde que o primeiro hominídio, no primeiro australopitecos, que tava lá pendurado no num galho de uma árvore à noite, que ele olhou para cima e no meio
cometeram erros, é só a gente começar a pensar desde que o primeiro hominídio, no primeiro australopitecos, que tava lá pendurado no num galho de uma árvore à noite, que ele olhou para cima e no meio da da copa da árvore, ele começou a perceber que tinha alguma coisa brilhando lá em cima. e não, ele não conseguia aprender aquilo e começou a imaginar o que seria, né? Até nós, seres humanos do século XX, quantos erros nós já não cometemos? É, em nome de Deus, em nome da vontade de Deus, né? É só a gente parar para pensar quantos ritos religiosos foram criados em que o sacrifício de vidas humanas era incluído. Erro terrível. E não vamos ficar dizendo: "Ah, e aqueles povos?" Aqueles povos não somos nós na fita. É, né? Nós que estávamos lá. outro momento histórico, mas fomos nós que cometemos aqueles erros, como diz aquela música do do do Raul Seixas, né? Eu nasci há 10.000 anos atrás. Nós vivemos tudo aquilo que tá na história. Nós somos os artífices, os sujeitos e as consequências. Nós somos as consequências desse processo todo, maravilhoso processo em que o pai eterno estabeleceu leis que dão o contexto, dão, digamos, o cenário onde nós atuamos, né? Ele colocou leis extremamente sábias que impedem, por exemplo, que nós retroajamos, impedem que alguém, algum de nós tenha poder extremo que possa bloquear o processo evolutivo de todos os outros. Por isso a gente desencarna, por exemplo, né? E e e é muita coisa para dizer. Então, vamos resumir. A a os que pretenderam instruir os homens na lei de Deus não estavam algumas vezes enganados? Sim. No momento que você cria uma uma lei de Deus, em que você estabelece que os seres humanos têm que viver em castas e não podem sair das regras de casta, por exemplo, cometeu-se um erro. No momento em que um cananita lá nos tempos de Abraão, de Jacó, pegou um bebê e sacrificou ele ao deus Baal, cometeu um erro terrível. Imaginemo-nos como aquele sacerdote que pegou um bebê para matar, para sacrificar e jogar no fogo, né? Pois é. E nós nos achávamos
egou um bebê e sacrificou ele ao deus Baal, cometeu um erro terrível. Imaginemo-nos como aquele sacerdote que pegou um bebê para matar, para sacrificar e jogar no fogo, né? Pois é. E nós nos achávamos como os outros senhores da lei de Deus. Esta é a vontade de Deus. Amos nós na fita. A gente não pode esquecer essas coisas, né? Não nos extraviaram por meio de falsos princípios. Sim, mas acima de tudo, no meio de tanto erro, de tanta pisada de bola, a gente caminhou, a gente solidificou um processo de colonização do planeta Terra. que cada vez é mais digno, né, de ser mostrado a Deus. E cada vez nós somos uma versão melhor de nós mesmos, ou seja, por linhas tortas, a lei de Deus nos conduz a um rumo certo. É isso. Eu penso assim também, Almeida. Enquanto você falava, eh, aquela frase de Jesus que é muito maior do que o tempo que ela levou para ser pronunciada. Quando ele na cruz, eles não sabem, ele olha, ora ao Pai e pede que perdoe os seus algozes, porque eles não sabem o que fazem. E nós continuamos sem saber. Mas a beleza, a beleza desse processo, Almeida. Uhum. É, é a gente vislumbrar a sabedoria divina. É aquela coisa, quando você para para pensar, Deus previu tudo. Pois é, porque mesmo e Deus não tá sendo enganado, ele não está sendo surpreendido com nada disso, mas mesmo assim ele continua confiando na sua criatura, dando as suas criaturas, que somos nós, a oportunidade de crescermos, de aprendermos, inclusive com os nossos erros. Então, quando a gente observa a humanidade atual e faz um corte na história de 1000, 2000 anos, do meu ponto de vista, é impossível não identificar uma grande melhoria, uma grande eh um grande aperfeiçoamento. Somos perfeitos hoje, estamos longe. A a nossa sociedade demonstra bem o quanto nós ainda precisamos nos melhorar. Mas isso a gente percebe quando olha paraa frente e devemos olhar paraa frente e dizer precisamos melhorar muito, mas que os erros, as as falsidades que nós cometemos hoje, que não seja motivo eh para desânimo. Porque quando a gente olha para trás e
e devemos olhar paraa frente e dizer precisamos melhorar muito, mas que os erros, as as falsidades que nós cometemos hoje, que não seja motivo eh para desânimo. Porque quando a gente olha para trás e percebe, como você acabou de citar, eu posso ter sido aquele cananita que sacrificou aquela criança até recentemente, eu não sei se ainda tem, mas nos nossos indígenas tem uma prática chamada de cunhã membira. Não sei se você já ouviu esse termo. Cunhã membira. É uma prática indígena em que a tribo sacrifica a criança que nasce com algum defeito. Ah, não, isso continua. Isso aí e quanto mais e aí os nossos irmãos que que peço desculpa a aqueles irmãos que idealizam a visão dos nossos indígenas. Peço desculpas, né? Mas não, você está certo. Esses hábitos continuam. Quanto mais distante os índios estão do processo civilizatório nosso ocidental, mais eles se encontram apegados a esses costumes. Está aí na internet, para quem quiser ver um vídeo de um jovem que é holandês, né, mas nasceu entre os ianomames. Ele passou, ele voltou a a a à região amazônica para conviver na tribo da mãe dele, que era Yanomami. E ele filmou o dia que nasceu Gêmeos. E segundo a crença, segundo a lei de Deus deles, Uhum. um nasce sem alma. Então eles escolhem: "Esse que nasce sem alma tem que ser enterrado vivo." Sério, cara, né? Então, sim. Esses hábitos continuam sim. Pois é. E por aí vão. Conhecer o nomeira. Quemira. E e por aí vão os inúmeros exemplos que a gente pode dar. Um exemplo, um comentário bem atual. Eh, eu eu vim para Brasília em 2004, então grande parte da minha vida foi lá em Recife, colegas de faculdade, colegas eh de quartel lá do tempo que a gente era soldado, aquele negócio todo. Uhum. E um tempo desse, um tempo desse não, foi mais duas semanas depois que eu coloquei no arpiritismo para iniciantes, um deles, em tom de brincadeira falou assim: "Vem cá, você acha que você tem condições de fazer um trabalho de divulgação desse? Eu te conheço, cara. E eu falei assim: "Eu sei quem tu é.
a iniciantes, um deles, em tom de brincadeira falou assim: "Vem cá, você acha que você tem condições de fazer um trabalho de divulgação desse? Eu te conheço, cara. E eu falei assim: "Eu sei quem tu é. É, né? Eu sei o que você fez no verão passado. E eu falei assim: "Não, eu não tenho condição nenhuma de fazer isso, mas alguém precisa fazer, porque eu posso ser o indivíduo mais imperfeito que o Almeida conhece. Mas quando eu faço, quando nós fazemos um trabalho como este, nós não estamos aqui para divulgar as nossas imperfeições que sabemos que existem. Eu não conheço, mas você deve ter algumas imperfeições. Poxa, eu tenho as minhas. Ele tá de boa vontade de dizer que não reconhece as minhas imperfeições, mas tudo bem. Eu tenho as minhas. Mas já pensou, Almeida, se todo mundo se reconhecesse imperfeito, eh praticante de falsos princípios no seu dia a dia e por conta disso parássemos completamente de fazer um trabalho como esse? Jesus amado. Ou seja, aquilo que já é difícil tornar-seia, tornar-se impossível de fazer, né? Então, hoje eu li a resposta antes de da gente começar e e a resposta vai nesse sentido. Deus aproveita o que nós temos de bom, aproveita tudo. E aí está um exemplo a ser seguido por nós. Já pensou se aqui no programa conhecesse os defeitos do Almeida? Aí chegaria pro nosso presidente, o Adilson, e diria assim: "Não, não, não. Adilson, me arruma outro colega aí. outro companheiro aí, porque eu conheço bem o Almeida e ele não tem condições de fazer esse trabalho não, porque, né? E aí talvez o Adils diria assim: "Então vou ter que arrumar outro apresentador também porque você também não é perfeito e daqui a pouco vamos acabar com o programa porque não tem gente perfeita". Ah, ter que acabar com a casa porque não tem médium perfeito, não tem presidente perfeito, tem perfeito. É isso. É isso, Almeida, que que neste momento essa questão suscita, né, que essa questão suscita para mim, para você, para os nossos ouvintes, paremos de olhar e apontar os defeitos de quem quer que seja, mas
isso, Almeida, que que neste momento essa questão suscita, né, que essa questão suscita para mim, para você, para os nossos ouvintes, paremos de olhar e apontar os defeitos de quem quer que seja, mas principalmente daqueles que estão tentando fazer alguma coisa de bom. alguma coisa boa. Não é porque na juventude o Almeida aprontou que eu vou desperdiçar o Almeida de hoje, porque o Almeida de hoje, o Ricardo de hoje não é o mesmo Almeida, nem o mesmo Ricardo de 20, 30 anos atrás. É aquela história, né? A gente olha pro Ricardo, vocês podem ter certeza que é o mais aperfeiçoado Ricardo da história. Eu sou o melhor que eu já fui, né? e daqui a algum tempo seria melhor do que hoje. E isso acontece porque nós já estamos minimamente conscientes de que precisamos crescer. É aquela história, a gente não sabe o tamanho dela, mas a gente sabe que a gente tem uma extremamente alta ignorância. Exatamente. E quando a gente faz um trabalho desse, né, Almeida, eu falo muito isso nas palestras, nós não estamos aqui para ensinar nada a vocês, a ninguém. Nós estamos aprendendo juntos. Se tem um Você tem um objetivo nesse programa, é dar um um input, um start, um início para que vocês tenham vontade de ler esse livro. Exato. Essa é a ideia. Para para encerrar esse meu comentário que tá se alongando muito, tem uma uma história que o Divaldo conta que certa vez ele estava um tanto assim eh macabúzio, eh porque a Joana de Angeles nas suas nos seus livros, nas suas mensagens, né? O Divaldo se achou um tanto órfão. Ora, a Joana manda mensagem para todo mundo. Ela nunca direcionou uma mandou uma para mim, uma mensagem para mim, né? E ele estava nessas conjecturas e a Joana apareceu para ele e falou: "Tá reclamando de quem? Deivaldo?" Ele disse: "Ô, minha irmã, você nunca direcionou um livro para mim falando coisas para mim, né?" E tem alguma coisa que você leu que não sirva para você, cara. Aí a Joana, aí a Joana disse assim para ele: "Mas Divaldo, tudo que você escreve, tudo que eu escrevo pro seu intermédio é para você.
é?" E tem alguma coisa que você leu que não sirva para você, cara. Aí a Joana, aí a Joana disse assim para ele: "Mas Divaldo, tudo que você escreve, tudo que eu escrevo pro seu intermédio é para você. O primeiro que tem que ler é você, criatura. Você você [risadas] publica porque quer. Você publica porque quer, mas é para você essas mensagens. Então, quando eu estou fazendo uma palestra, e eu já comentei isso contigo, eu gosto de assistir as minhas palestras, porque eu digo assim: "Caramba, como é que eu falei isso? De onde é que veio isso?" Uhum. E eu aprendo comigo mesmo. E como é que eu falo um negócio desse e não aplico, né? Como é que eu faço um negócio desse e continuo fazendo o contrário? É, né? Então o trabalho ele nos força a praticar aquilo que a gente diz. A gente obriga a gente a cauterizar feridas, obriga a gente a retificar trajetórias. É é desse sentido. É nesse sentido, né? E e é por isso que Deus continua, né? é insistindo com a gente, porque ele sabe, ele sabe e ele sabe que de gota em gota essa vasilha um dia vai encher. Né? De gota em gota a gente vai e olha que e olha que a gente faz força para evaporar, né? [risadas] A gente faz força. Cai uma gota, evapora duas. Almeida, a gente já comentou bastante. Vamos ler a resposta. Vamos ver. Eu vou repetir a pergunta para situar os ouvintes. Os que pretenderam instruir os homens na lei de Deus não estavam algumas vezes enganados e frequentemente não os extraviaram por meio de falsos princípios? E a resposta: Aqueles que não estando inspirado por Deus e que se deram por ambição uma missão que não tinham, certamente puderam transviá-la. Entretanto, como em definitivo eram homens de gênio, no meio mesmo dos erros que eles ensinaram, frequentemente se encontram grandes verdades. É isso que essa história de que beleza de resposta. Não é porque em meio a tantos erros, em meio a tantos erros, os acertos ficam e os erros se vão, né? É aquela, os erros servem de referência, é aquela história, né? E e de alguma
e beleza de resposta. Não é porque em meio a tantos erros, em meio a tantos erros, os acertos ficam e os erros se vão, né? É aquela, os erros servem de referência, é aquela história, né? E e de alguma forma a gente foi um cananita matando um bebê em homenagem a um deus. É, isso ficou para trás, mas a necessidade de glorificar a Deus ficou. Exatamente. E o processo reencarnatório vai nos nos depurando. E hoje nós já conseguimos adorar a Deus sem sacrificar ninguém, sem sacrifícios cruentos, a não ser da nossa próprio egoísmo, do nosso próprio egoísmo, da nossa vaidade, do nosso orgulho, da nossa dos nossos vícios. Dos nossos vícios. Beleza, né, homem? Essa Ah, não, muito legal. Vamos. Espero que vocês gostem também, né? Na questão, na questão seguinte, na 624, o Kardec perguntou: "Qual é o caráter então do verdadeiro profeta?" Uau! Vamos fazer um um um perfil proficiográfico, [risadas] né? Vamos fazer um estudo do perfil psicológico, das características físicas, como é que a gente vai definir agora, né? O profeta é aquela história, né? Profeta é aquele que busca ser a voz do mais alto, né? profetizar é é buscar a inspiração do mais alto para proclamar a verdade. E e nesse sentido a gente vai compreender que o que o que o profeta é aquele que percebe de alguma forma eh eh eh eh ele ele recebe, ele percebe, não tem outra palavra, percebe esse chamado, essa vocação, né? vocação é de ser chamado para apresentar as palavras de Deus. Ele interpreta esse chamado, ele interpreta essa verdade e a proclama e a diz. E de certa forma eh eh o profeta não temos como dizer de outra maneira dentro do espiritismo, que ele também é um médium. Sim, né? E quando ele fala, ele tem todos os problemas de todos os médiuns. Ele vê aquela palavra divina tão perfeita, tão irretocável, interpreta conforme ele entende. Aí nós temos o problema da comunicação, né? Tem a fonte, tem o que ele entendeu e tem aquilo que ele foi capaz de expressar. Como é que é? É, é a mensagem, tem o o emissor e o receptor, né? né? O que é
í nós temos o problema da comunicação, né? Tem a fonte, tem o que ele entendeu e tem aquilo que ele foi capaz de expressar. Como é que é? É, é a mensagem, tem o o emissor e o receptor, né? né? O que é importante é o que o receptor entendeu, mas tudo isso vai passando por um processo em que a mensagem lá no início é pura. Aí o o médium ouve, entende alguma coisa, fala já perdendo mais um pouco e quem tá ouvindo ali na frente perde mais um pouco. É, então nós temos que compreender que isso faz parte do processo, mas ele é uma pessoa que busca, ele tenta, ele se esforça para ser fiel à palavra de Deus, a de ser um bom intermediário, uma boa ferramenta para que a voz de Deus se manifeste o mais fiel possível. O mais fiel possível. O servo fiel vai tentar buscar fazer isso. É. E a resposta diz isso: "O verdadeiro profeta é um homem de bem, inspirado por Deus. Pode-se reconhecê-lo por suas palavras e por suas ações. Deus não pode se servir da boca do mentiroso para ensinar a verdade. Acho que é isso, né, amigo? Mas não tem mais o que acrescentar, não. Pois é. Eu acho que dá para mais uma. Sim, uma dá. Questão. Questão 625. Qual é o tipo mais perfeito que Deus ofereceu ao homem para lhe servir de guia e modelo? Vou falar bem rápido porque o nosso tempo, a resposta é curta, mas logo vem um comentário que vale um livro. É exato. Então o que é que acontece? O maior modelo que nós temos, maior sinal de perfeição na terra da história conhecida e reconhecida é Jesus. Não tem o que conversar. Não tem outro. Jesus. E, e, e, e, eu digo que vale a pena, vale a pena estudar Jesus. Ah, mas eu tenho dificuldade, cara. pega um evangelho e vai ler tudo que tudo o que foi transmitido para nós do que Jesus teria dito. Ah, mas eu gosto de história. Vai compreender é o que é o Jesus histórico, esse conceito filosófico tão profundo que é o Jesus histórico. Vai compreender como é que essa palavra de Jesus veio até nós. Tem várias maneiras de você perceber isso, mas acima de tudo essa verdade não tem o
eito filosófico tão profundo que é o Jesus histórico. Vai compreender como é que essa palavra de Jesus veio até nós. Tem várias maneiras de você perceber isso, mas acima de tudo essa verdade não tem o que discutir. Dos seres humanos que vieram aqui, pisaram neste planetinha aquele que melhor representou a vontade de Deus, Jesus. É exatamente isso. E a resposta diz: "Vede Jesus, ele é o nosso modelo e guia, é o nosso arquétipo. É o arquétipo. E aqui tem um comentário do Kardec. Isso. Jesus é para o homem o modelo da perfeição moral que a humanidade pode pretender sobre a terra. Deus no oferece como o mais perfeito modelo e a doutrina que ensinou é a mais pura expressão de sua lei. Porque ele estava animado de espírito divino e foi o ser mais puro que apareceu sobre a terra. Se alguns daqueles que pretenderam instruir o homem na lei de Deus, algumas vezes a extraviaram por meio de falsos princípios, foi por se deixarem dominar eles mesmos por sentimentos muito terrestres e por terem confundido as leis que regem as condições da vida da alma com aquelas que regem a vida do corpo. Vários deram como leis divinas o que não eram senão leis humanas criadas para servir as paixões e dominar os homens. É um excelente ficha pro programa de hoje. Fico até com medo de fazer algum comentário e quebrar esse cristal da resposta e do comentário de Kardec. Uhum. Com certeza. Não é isso? Com certeza. Almeida, o nosso tempo, nós temos mais um pouco mais de 2 minutos. Uhum. Mas aí eu vou abusar um pouquinho até para falar um pouquinho sobre essa história do Jesus, né? Hum. É, é, é muito legal quando você, ah, mas será que Jesus existiu? Olha, Jesus, segundo as as melhores teorias, as mais aceitas hoje em dia, ele deve ter vindo ao mundo terreno por volta do ano 5 e não zero. Por volta do ano 5. Soma em 33 vai dar 38. Ou seja, aquele evento que nós chamamos de crucificação ocorreu por volta de 38. Eh, isso também é é cálculos de historiadores, de cientistas, de estudiosos, enfim, o único registro
em 33 vai dar 38. Ou seja, aquele evento que nós chamamos de crucificação ocorreu por volta de 38. Eh, isso também é é cálculos de historiadores, de cientistas, de estudiosos, enfim, o único registro indiscutível que existe da existência do do Cristo entre nós são as memórias do Flávio Josefo, que foi um judeu histórico com princípio meio e fim, que era que acompanhou as legiões de Vespasiano e Tito, na campanha do final da da destruição do templo, né? Ele acompanhou toda a guerra dos judeus, escreveu as memórias e nós estamos falando aí de eventos que aconteceram no início dos anos 70 do primeiro século. Ou seja, nós estamos falando de coisa que aconteceu para Flávio Josefo 30 anos antes e ele fala da seita dos seguidores do Nazareno, né? Então ali é um fato histórico que a coisa mais próxima da da origem. Ah, mas então você tá desprezando os evangelhos. Historicamente os evangelhos são posteriores. Historicamente os evangelhos que que chegaram para nós são posteriores. Ah, mas então você está dizendo que aquilo que tá escrito em Paulo Estevão não é verdade, que o Evangelho de Mateus o Paulo já lia. Existiu sim um Evangelho de Mateus que o Paulo leu, mas as evidências históricas é que o evangelho que nós lemos outro hoje é outro. Aquele texto, infelizmente, teria sido perdido. E vamos lembrar que a maioria dos que com Jesus conviveram eram analfabetos. Eu acho que o o único letrado era ous, era o Mateus que era médico, né? Mateus era letrado, Paulo era letrado, o próprio Jesus tá na Bíblia que ele que ele foi na sinagoga para ler, então ele era letrado, né? A a e as atitudes que ele tinha, as referências que ele usava, as as respostas que ele dava aos doutores da lei era de quem lia, né? e e ler a Bíblia para para os seguidores lá do do judaísmo era uma coisa muito importante, mas os pescadores lá em Cafarna não, eles eram analfabetos. Excelente comentário. Terminou o nosso tempo, Almeida? Uhum. Semana que vem a gente volta. Voltamos. Muito obrigado pela companhia mais uma
mas os pescadores lá em Cafarna não, eles eram analfabetos. Excelente comentário. Terminou o nosso tempo, Almeida? Uhum. Semana que vem a gente volta. Voltamos. Muito obrigado pela companhia mais uma vez. Muito obrigado pela companhia de todos. Se gostaram, deixem o like de vocês, o joinha. Inscrevam-se no canal para receber as próximas edições do nosso programa e a gente se vê na próxima semana, se Deus quiser. Forte abraço. Até mais.
Vídeos relacionados
O Livro dos Espíritos em nossa Vida | #255 - DA LEI DIVINA OU NATURAL - Questões 647 e 648
Comunhão Espírita de Brasília · Ricardo Honório, Alcir Almeida, Adilson Mariz
O Livro dos Espíritos em nossa vida | #322 - LEI DE LIBERDADE - LIBERDADE NATURAL - Quest. 825 a 828
Comunhão Espírita de Brasília · Ricardo Honório, Alcir Almeida, Adilson Mariz
O Livro dos Espíritos em nossa Vida #284: DESTRUIÇÃO NECESSÁRIA E DESTRUIÇÃO ABUSIVA - Q. 728 e 729
Comunhão Espírita de Brasília · Ricardo Honório, Alcir Almeida, Adilson Mariz
O Livro dos Espíritos em nossa Vida | #244 - DA LEI DIVINA OU NATURAL - Questões 614 a 618
Comunhão Espírita de Brasília · Ricardo Honório, Alcir Almeida, Adilson Mariz
O Livro dos Espíritos em nossa Vida | #270 - DA LEI DA REPRODUÇÃO - Questões 686 a 688
Comunhão Espírita de Brasília · Ricardo Honório, Alcir Almeida, Adilson Mariz
O Livro dos Espíritos em nossa Vida | #289 - LEI DE DESTRUIÇÃO: GUERRAS - Questões 742 a 745
Comunhão Espírita de Brasília · Ricardo Honório, Alcir Almeida, Adilson Mariz
O Livro dos Espíritos em nossa Vida | #276 - LEI DE CONSERVAÇÃO - Questões 702 a 706
Comunhão Espírita de Brasília · Ricardo Honório, Alcir Almeida, Adilson Mariz
O Livro dos Espíritos em nossa Vida | #256 - DA LEI DA ADORAÇÃO - Questões 649 a 652
Comunhão Espírita de Brasília · Ricardo Honório, Alcir Almeida, Adilson Mariz