O JUSTO REMÉDIO - Carla Daniela [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 23/05/2025 (há 10 meses) 37:31 318 visualizações

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Transcrição

Bom dia a todos. É uma alegria estarmos aqui mais uma vez compartilhando desse espaço da nossa comunhão espírita, esse espaço de estudo, de reflexões e de compartilhamento a respeito do Evangelho de Jesus à luz da doutrina espírito. Esse espaço em que nos alimentamos da palavra de Deus, nos alimentamos do próprio Cristo, assim como ele nos ensinou, quando ele nos diz que é a palavra da vida eterna. Quando ele, após dar de comer a todos aqueles que sentiam fome, ele também apresenta-se como pão da vida, que alimenta os espíritos também. E nós estamos aqui para alimentar o nosso espírito, para aproveitar esse espaço que nós temos e também eh trazer o Cristo como alimento da nossa alma. E para tanto, convido a todos a fazermos a nossa prece, elevar o nosso pensamento a Deus, agradecer pelo dia de hoje, por tudo que ele trouxe para nós, de bom, de belo, pela luz do sol que ilumina, que traz o calor, que rompe com o frio da madrugada nesses frios, nesses dias frios aqui da nossa cidade. agradecer por todas as belezas, pelas flores, pelas aves que cantam, por tudo o que existe de bom e de belo no mundo. Agradecer pela oportunidade de estarmos aqui, de termos renascido e de podermos reformular a nossa caminhada, aproveitando e seguindo naquilo que nós já temos de bom, renunciando àquilo que ainda nos faz mal, direcionando os nossos esforços. cada vez mais para que possamos atingir as nossas metas e avançar no rumo do espírito, no rumo da nossa felicidade, da nossa perfeição, da nossa identidade e comunhão com Deus e com as leis do universo. Confiamos que todos nós seremos felizes, que temos em nós germes da felicidade, que é mais forte do que qualquer tristeza, mais forte do que qualquer dor, mais forte que qualquer prova que estejamos passando. Temos consciência de que somos deuses dotados dessa divindade que nos torna fortes diante das dificuldades. Pedimos que os nossos mentores nos intuam, nos auxiliem, nos socorram em tudo que necessitamos. Pedimos o socorro de Bezerra de Menezes,

s dessa divindade que nos torna fortes diante das dificuldades. Pedimos que os nossos mentores nos intuam, nos auxiliem, nos socorram em tudo que necessitamos. Pedimos o socorro de Bezerra de Menezes, o nosso médico dos nossos corpos, das nossas almas, das nossas emoções, que trata as doenças do nosso corpo, da nossa alma, que traz os unguentos que aliviam as nossas dores e a vitamina que nos dá força e coragem diante da vida. E que Jesus, sobretudo seja o nosso mestre, seja o nosso modelo e guia, seja o nosso norte, o nosso farol, mas não apenas no fim da nossa caminhada, que ele esteja em cada passo, esteja conosco e que, sobretudo, nós estejamos com ele. Que assim seja. Hoje nós vamos falar sobre o justo remédio. É um tema que está aqui no livro Fonte Viva. É o capítulo 138 dessa coleção tão preciosa, né? desses livros que Emanuel nos traz com grande sabedoria, em que ele sempre traz uma passagem do Evangelho ou das cartas de Paulo e dos Atos dos Apóstolos e comenta elucidando para nós a luz da doutrina espírita esses ensinamentos que nos foram trazidos pelo Cristo e pelos grandes homens que formaram os primeiros cristãos daquela época. E ele parte de uma de uma mensagem da primeira carta de Paulo aos Tessalonicenses, no capítulo 4, versículo 9, quando ele diz: "Quanto, porém, a caridade fraternal, não necessitais de que vos escreva, porque já vós mesmos estais instruídos por Deus, a que vos ameis uns aos outros". E aí ele fala da importância da caridade como um justo remédio. Ele fala que todos nós enfrentamos dificuldades, enfrentamos problemas e temos contato em nossa vida com irmãos que passam por dificuldades também e que nos machucam com essas suas dificuldades, com essas suas imperfeições e com aqueles pontos da vida que ainda trazem sofrimento. Ele fala do fi do filho rebelde ingrato, do pai que não compreende, do, enfim, do cônjuge que deserta do lar, do irmão que se nega ao concurso fraterno, o chefe insensível, enfim, várias pessoas que acabam nos trazendo sofrimento e recomenda o

pai que não compreende, do, enfim, do cônjuge que deserta do lar, do irmão que se nega ao concurso fraterno, o chefe insensível, enfim, várias pessoas que acabam nos trazendo sofrimento e recomenda o auxílio da caridade, o auxílio do bem como chave para todas as portas, ou seja, como o justo remédio. para que nós encaremos essas dificuldades, essas realidades e para que nós tratemos esses males, essas dores que existem na nossa alma, que também demos o concurso para aqueles que necessitam. E a gente pensa, né, refletindo junto com o Emanuel nessa passagem de Paulo, a gente pensa na importância de nós termos as noções que vão além da carne, que vão além da matéria. Desde a mais remota antiguidade que já se percebe, já se sabe que os remédios da alma são presentes também, que eles se somam aqueles remédios que curam o nosso corpo e mais do que isso, que as dores do nosso corpo são somadas às dores da nossa alma e que muitas vezes a nossa cura do corpo físico, das nossas enfermidades não está somente nos unguentos, nos remédios e na nas poções que a medicina e a ciência nos colocam para tratar o nosso corpo material, mas vão para muito além disso. As nossas curas muitas vezes dependem daqueles remédios da alma, daquelas posturas que nos fazem ver além, porque nossas enfermidades muitas vezes também estão muito além do nosso corpo físico, que adoece muitas vezes em virtude dos nossos pensamentos, das nossas dores da alma que se transferem para o corpo e seantam a ele, gerando em nós uma dor ainda maior. Tem um filósofo grego chamado Epicuro, que era um filósofo hedonista, ou seja, os hedonistas eram aqueles filósofos que buscavam o prazer como filosofia de vida. Mas Epicuro era um hedonista que não era daquele tipo que dizia que aproveitar a vida e ter prazer na vida era apenas enfiar o pé na jaca e ter muito de tudo que a vida pode oferecer ao máximo, sem reflexão. Muito pelo contrário, o Epicuro, ele é dizia que nós podemos obter o máximo prazer na vida e obter o máximo de felicidade em

jaca e ter muito de tudo que a vida pode oferecer ao máximo, sem reflexão. Muito pelo contrário, o Epicuro, ele é dizia que nós podemos obter o máximo prazer na vida e obter o máximo de felicidade em cada momento. Mas ele diz que a felicidade é possível para todos, que a gente não precisa ter acúmulo de bens, acúmulo de experiências, acúmulo de sentidos para poder sermos felizes. Pelo contrário, ele coloca uma máxima que ele diz que todos os prazeres são simples e fáceis de conseguir para qualquer pessoa que os busque. Então ele diz que você pode ter prazer no imenso banquete, num banquete com as iguarias mais elaboradas, mais caras, com mais raras que existem no mundo. Mas você pode ter o mesmo prazer e sentir-se em um banquete comendo aquela comida maravilhosa que a sua mãe fazia quando você era criança, comendo aquela comida simples do fundo do quintal. Então, às vezes, um cuscuz com ovo me traz tanto prazer quanto aquela aquele prato mais caro e mais elaborado. A gente fala em grandes viagens para passar por experiência e isso é uma das coisas da moda ultimamente, mas a gente esquece que a gente pode fazer grandes viagens onde quer que a gente esteja. Um dia desses eu tava falando com os amigos que eu mais recentemente conheci uma cidade de Brasília que eu não conhecia, porque eu estou vendo e conhecendo lugares que eu nem sabia que existiam aqui. Então, um dia eu descobri que existe lá no setor militar urbano a chamada Praça dos Cristais, porque meus amigos estavam marcando uma caminhada para lá. E aí eu aproveitando, era um fim de tarde e naquela região os pores do sol são muito bonitos e eu aceitei e me encantei com aquela paisagem que estava ali. E aí eu perguntei para eles: "Vem cá, mas essa praça sempre esteve aqui? Esse lugar sempre esteve ou é recente?" E aí eu descobri que já faz mais de 30 anos que essa praça existe. Eu nunca tinha ouvido falar. E muitas vezes a gente numa pequena caminhada, num pequeno dia, num num numa pequena experiência, a gente

aí eu descobri que já faz mais de 30 anos que essa praça existe. Eu nunca tinha ouvido falar. E muitas vezes a gente numa pequena caminhada, num pequeno dia, num num numa pequena experiência, a gente consegue ter prazer infinito. Uma vez eu tava caminhando no parque e precisava, eu sempre caminhava no mesmo parque, no mesmo sentido, fazia a mesma volta, passando pelos mesmos lugares. E um dia eu, um dos portões estava fechado e eu entrei pelo outro portão e comecei a caminhar no sentido inverso. Parecia que eu tava andando em outro parque completamente diferente. Os lugares pareciam diferentes, as tudo parecia diferente. E eu me encantei novamente com aquele lugar que eu pensava já conhecer tão bem. Então, a gente pode encontrar alegria, pode encontrar prazer e cada um sabe onde encontrar o seu prazer. Eu posso ter prazer numa caminhada no parque, posso ter prazer numa música que eu amo e que me toca profundamente a alma, num sabor de sorvete que é o meu predileto e que me remete muitas vezes a experiências boas da minha vida. Eu adoro o sorvete de milho verde, que eu me lembro de quando eu era criança e ia comer com a minha mãe nos dias que a gente ia passava juntas. A gente pode ter prazer na companhia de pessoas que nós amamos, sem precisar pagar fortunas por isso, sem precisar viajar aos sete mares e subir todas as montanhas do mundo para poder chegar a esse ponto. Ele também fala do tetrafármaco. O tetrafármaco é o remédio que ele coloca para todos os males que existem. o remédio que ele considera que que é eficaz para todos os males da alma. E é tetra, porque são quatro, na verdade, quatro remédios que ele coloca para nós, remédios da alma. Ele diz: "Não temer os deuses". Mas não temer os deuses significa amar os deuses, assim como Jesus nos ensinou. Não há porque temer no sentido de ter medo de Deus. A gente deve buscar compreendê-lo e amá-lo, sobretudo amá-lo. E essa comunhão que Jesus dizia que ter com ele, com a lei divina, que Jesus dizia: "Eu e o Pai somos um". E que Paulo

e ter medo de Deus. A gente deve buscar compreendê-lo e amá-lo, sobretudo amá-lo. E essa comunhão que Jesus dizia que ter com ele, com a lei divina, que Jesus dizia: "Eu e o Pai somos um". E que Paulo repetiu isso no final de sua vida em relação a Cristo também no caminho dessa relação com Deus, né? Ele dizia que eu vivo, mas já não sou eu quem vive, é o Cristo que vive em mim. Então, quanto mais a gente se aproxima de Deus, quanto mais a gente se aproxima da lei divina, quanto mais a gente se aproxima dessa abundância de vida que Deus nos entrega, mais felizes nós seremos. Quanto mais a gente se afasta, mais difícil se torna a nossa vida. É como remar contra maré, é como nos afastar do seio da vida. E Jesus nos fala, né? Aquele que aquele ramo que se afasta do tronco da árvore seca e morre. Então, quando nós nos aproximamos de Deus e quando nós buscamos amá-lo e viver intensamente essa comunhão com Deus, nós somos melhores, nós somos mais felizes, nós temos essa vida em abundância. Ele diz também para não temer a morte. é o segundo ponto do tetrafármaco. E nós na doutrina espírita compreendemos que não existe a morte. Nós somos espíritos que nascemos e somos imortais. Não somos eternos. Porque eterno é aquele que não nasce e não morre. É Deus, o criador em criado. Nós nascemos há um tempo lá atrás. Nós fomos criados como espíritos, mas nós jamais morreremos. Nós deixaremos essa existência, nos transformaremos pela lei de destruição que acaba para transformar, mas nós jamais morreremos. Então não há porque temer a morte, que é uma etapa necessária do processo de transformação da vida. Quando nós compreendemos que a nossa vida é muito mais do que aquilo que a gente vive entre o nosso primeiro choro e o último suspiro, nós ampliamos a nossa fé. e buscamos os verdadeiros tesouros da nossa alma. Então, não temer a morte, compreendendo a imortalidade da vida, é também um ponto muito importante da nossa felicidade e dos remédios da nossa alma. O terceiro remédio que ele coloca

os da nossa alma. Então, não temer a morte, compreendendo a imortalidade da vida, é também um ponto muito importante da nossa felicidade e dos remédios da nossa alma. O terceiro remédio que ele coloca é que a felicidade é possível. E muitas vezes nós nos acreditamos muito distantes da felicidade. Acreditamos que ela não é possível para nós. Colocamos ela no lugar muito longe, impossível de chegar. Mas nós temos que pensar como epicuro. A felicidade é fácil de conseguir e para cada um existe a felicidade. A gente às vezes olha paraa felicidade de outras pessoas, para os modelos de felicidade que são colocados para nós pelo mundo e nos sentimos distantes, incapazes de conseguir. Mas é preciso, quando a gente busca a felicidade, que a gente olhe, não para fora, mas que a gente olhe para dentro e se pergunte: "O que é a felicidade para mim? O que é que me faz feliz? O que é que aumenta a potência da minha alma? O que é que me traz um sentimento bom e que me traz essa satisfação que só a alma pode trazer? e acreditar que nós somos capazes de consegui-la e que nós não apenas som que a felicidade não apenas é possível, mas que ela é um destino certo de todos nós. Então, a infelicidade, sim, é temporária, é limitada e vai ser vencida necessariamente. A felicidade é o nosso destino, o nosso rumo certo e mais do que isso, é a nossa maneira de caminhar. E o último é que nós podemos suportar a dor. Às vezes a gente acha que a dor é impossível, tanto quando nós estamos vivendo a dor, como quando nós tememos e evitamos fazer qualquer coisa com medo de que a dor nos assole. Uma das maiores tendências do ser humano é a evitação da dor. E nós muitas vezes nos prendemos na nossa concha, nos prendemos no nosso pequeno mundo, evitando a dor. E nós precisamos compreender que a dor é possível de suportar. E mais do que isso, que a dor em determinados momentos da nossa vida é inevitável. Nós não evitaremos muito, embora nós vivamos eternamente, nós tenhamos a vida como realidade, não evitaremos a morte, a

mais do que isso, que a dor em determinados momentos da nossa vida é inevitável. Nós não evitaremos muito, embora nós vivamos eternamente, nós tenhamos a vida como realidade, não evitaremos a morte, a transição, tanto de nós quanto daqueles a quem amamos. Por mais que a gente esteja vivendo o clarão do dia, não evitaremos a noite. Por mais que a gente busque a vitória, não evitaremos eventuais fracassos, não seremos queridos por todos. Não teremos sucesso em todas as nossas empreitadas. Então, podemos ver a dor e mesmo o fracasso como processos naturais e inevitáveis dentro da nossa aprendizado. Na questão 90 do livro dos espíritos, não, na questão 894, Kardec pergunta aos a aos espíritos se existem aqueles espíritos que já fazem o bem com naturalidade, que já são bons. E aí os espíritos respondem a Kardec que aqueles que já são bons são aqueles que já erraram e que hoje acertam. Então o erro aconteceu para todos e acontece para todos. O sofrimento que decorre desse erro também acontece para todos. A dor das provas acontece para todos. Então, evitar essa dor é o sofrimento maior. Temer essa dor nos faz eh ter ainda mais a distância do que é bom. Então, encararmos essa dor como inevitável, como necessária, mas como algo que nós podemos e vamos necessariamente vencer, é um caminho de serenidade, como Estevão, que sabia que ele precisava passar por aquele processo e que para vencer o o mal que existia, ele deveria se manter sereno mesmo diante das provas da vida, até mesmo da prova que levou a ao fim aquela sua existência, mas ele não piscou, não temeu, ele se entregou aquelas provas e viveu, deixando para nós esse exemplo e esse legado também. Naquela época a gente é muito famoso, né, o oráculo de Delfos, que era o repositório maior da sabedoria naquela época, né, ali naquela Grécia antiga. E a máxima mais conhecida que estava na porta do oráculo de Delfos era Conhece-te a ti mesmo. uma máxima que foi reproduzida por muitos e que está aqui no nosso também no nosso livro dos

récia antiga. E a máxima mais conhecida que estava na porta do oráculo de Delfos era Conhece-te a ti mesmo. uma máxima que foi reproduzida por muitos e que está aqui no nosso também no nosso livro dos espíritos, na questão 919, quando Santo Agostinho refere-se e coloca isso como o nosso caminho, né? nós conhecermos a nós mesmos é o caminho da nossa evolução, o caminho da nossa felicidade, buscarmos nos compreender. E nessa questão ele dá um resumo de como fazer isso, colocando as práticas que ele aprendeu a fazer e que ele nos ensina muito bem. É uma das questões mais longas aqui do livro dos espíritos, mas vale a pena ler e sobretudo vale a pena colocar em prática o que Santo Agostinho fala para nós, né? Na questão 919, ele pergunta, Kardec pergunta: "Qual o meio mais prático e mais eficaz que tem o homem de se melhorar nessa vida e resistir à atração do mal?" E aí ele diz: "Não, um sábio da antiguidade voludice-me: "Conhece-te a ti mesmo". E aí numa diante de uma nova pergunta de Kardec, ele vai detalhando esse processo de conhecer a si mesmo e nos dando esse remédio também. Então esse é o caminho pra superação do mal, pra felicidade, para que a gente consiga ser melhor e mais feliz diante da dos desafios, né? E eles colocam também algumas outras máximas que são muito interessantes. Escolha o divino, ou seja, aquilo que é sublime, aquilo que é melhor em detrimento das coisas do mundo, né? buscar o amor maior, buscar o que é belo, o que é justo, o que é bom e aquilo que está de acordo com as diretrizes do divino, que sempre nos trarão bons resultados, muito embora a gente possa ter dabores eh momentâneos, mas a escolha do que é bom, do que é divino, sempre vai nos trazer mais segurança e mais felicidade. nada em excesso. Ou seja, não precisamos de excessos. Nós devemos nos manter na temperança, naquilo que é necessário para nós, daquilo que é no que é suficiente, né? Eles tinham essa doutrina de que basta o suficiente, não precisa de mais do que isso. E já falando do caminho do meio, né, entre a

ilo que é necessário para nós, daquilo que é no que é suficiente, né? Eles tinham essa doutrina de que basta o suficiente, não precisa de mais do que isso. E já falando do caminho do meio, né, entre a avareza e o excesso existe esse caminho do que é necessário, do que é suficiente e do que somos providos e provemos com equilíbrio. Usar o tempo com moderação, tendo consciência de que o nosso tempo bem empregado é a maior riqueza da vida. não menosprezar a ninguém, porque nós não sabemos diante de quem. Nós que somos espíritas temos isso muito mais claro, né? diante daquela pessoa que está dentro de nós, existe um universo, existe uma história, existe um, existem vidas e vidas que podem tocar a nós também, que podem ter tocado a nós no passado e que podem ser um grande caminho pro futuro. Então, em cada lugar, em cada pessoa, está um caminho pro bem e pra nossa felicidade. Não invejar ninguém. A gente não sabe o se o que a gente olha das pessoas hoje em dia no mundo de redes sociais, se aquela imagem que ela passa, se aquilo que ela tem, aquilo que ela traz realmente traz felicidade, se aquela felicidade que a gente tanto inveja é real e se é mesmo o mais adequado para nós. Às vezes nós buscamos a felicidade de outras pessoas sem saber que para nós aquilo faz sentido. Então, devemos buscar a felicidade que nos toca, aquilo que é importante para nós, mesmo que não seja a felicidade mais instagramável que exista. Honrar os bons homens e nos e buscar ter como exemplo os bons, né? aqueles que tiveram a boa postura, que viveram a vida correta, em detrimento daqueles que, embora tenham sucesso perante o mundo, tem procedimentos lamentáveis e fazem sofrer muitos irmãos e agem com desregramento e impondo o sofrimento às outras pessoas. Eh, ele fala também, nos ensina a sermos felizes com o que temos, né? Não querermos mais do que o que precisamos e do que aquilo que temos, né? amar aquilo que nós temos e trabalhar a partir do que nós temos, receber com gratidão o que a vida nos dá

com o que temos, né? Não querermos mais do que o que precisamos e do que aquilo que temos, né? amar aquilo que nós temos e trabalhar a partir do que nós temos, receber com gratidão o que a vida nos dá e, claro, buscar sempre melhorar, buscar sempre nos desenvolver e crescer, mas sempre gratos por aquilo que nós temos e afeiçoar-nos a boa sorte, saber que nós temos dentro de nós essa boa sorte e que buscando essa boa sorte nós conseguiremos crescer e evoluir no que é bom, né? né? Outro parâmetro que é imprescindível e que a gente não pode esquecer, Gandia, né, que se todos os livros do mundo se queimarem e restar apenas um trecho, que é o sermão da montanha, ali a gente terá toda a sabedoria que a gente precisa para recomeçar o novo mundo. E Jesus trouxe nesse sermão da montanha que tá ali no capítulo 5 do Evangelho de Mateus, as chaves pra felicidade. Tem as bem-aventuranças. Bem-aventurados significa felizes. Então ele nos dá alguns versos que são o caminho paraa nossa felicidade e que são os remédios para as dores da alma. Então ele diz: "Bem-aventurados os pobres de espírito, porque deles é o reino dos céus". Ou seja, aqueles que buscam o equilíbrio, aqueles que não buscam mais do que o que precisam, não buscam se segurar e e apenas nos bens que existem nesse mundo, do progresso desse mundo. Aqueles que, como ele diz aos seus discípulos, estão no mundo, mas não são do mundo, porque buscam os verdadeiros tesouros da alma. Então, são aqueles que são os pobres no espírito, né? aqueles que se colocam com as riquezas do espírito e que não colocam, não que não possam e não devam ter aquilo necessário diante do mundo, mas que não fazem disso o seu centro, o seu objetivo maior. Buscam sim aquelas riquezas do espírito. Bem-aventurados os mansos, porque herdarão a terra. E aí ele já tá nos dando o caminho para o mundo de regeneração. Os que herdarão a terra são os que permanecerão na terra de regeneração e nos caminhos que a terra virá, né? regeneração, mundo feliz, mundo ditoso. Então, o que ele

minho para o mundo de regeneração. Os que herdarão a terra são os que permanecerão na terra de regeneração e nos caminhos que a terra virá, né? regeneração, mundo feliz, mundo ditoso. Então, o que ele diz, quando ele diz felizes os mansos é que a terra de regeneração não é lugar de violência, não é lugar de egoísmo, é um lugar de solidariedade, de bem, de tranquilidade, em que a gente não busca prevalecer os nossos interesses em detrimento dos outros, em que a gente não ataca as outras pessoas, fazendo-a sofrer para buscar aquilo que nós temos. Então, são os mansos, aqueles que os pacíficos, em outras traduções, aqueles que buscam a paz e que semeiam a paz. Bem-aventurados os conflitos, porque serão consolados. Ele diz: "Na vida, não, no mundo não, no eh no mundo tereis aflições. E essas aflições, essas dores, são parte do nosso caminho paraa felicidade. Felizes os que têm fome e sede de justiça, porque serão saciados. Nós encontraremos a justiça que buscamos, mas encontraremos essa justiça em Deus. Lá na minha terra a gente tem um ditado que diz que nós não somos palmatória do mundo, né? A gente não deve buscar a vingança, buscar o mal das outras pessoas. Punir os outros e sofrer com o mal que existe nos outros é muito pesado para nós. Concentremo-nos na nossa trajetória, na nossa caminhada. Deixemos o exercício da justiça para Deus. Aqueles que pecam contra Deus e pecam contra o seu próximo encontrarão o seu caminho em Deus. Nós não precisamos ajudar a justiça divina nos prejudicando. Bem-aventurados os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia. Então, tenhamos misericórdia, tenhamos amor, tenhamos caridade, porque nós também seremos medidos com essa justa medida. Felizes os puros de coração, porque verão a Deus. Aqueles que vêm a Deus em tudo, que vem a Deus no irmão, no próximo, em cada mensagem, em cada lugar, são aqueles que conseguem obter a felicidade, o prazer em todo momento. E aqueles que, como epicuro falo, conseguem ser felizes com as pequenas coisas, porque Deus está em

ada mensagem, em cada lugar, são aqueles que conseguem obter a felicidade, o prazer em todo momento. E aqueles que, como epicuro falo, conseguem ser felizes com as pequenas coisas, porque Deus está em tudo e conseguem ter os olhos de ver e os ouvidos de ouvir que Jesus tanto nos falou para compreender a essência divina em nós e em cada criatura do mundo. Bem-aventurados os pacificadores, aqueles que promovem a paz, porque serão chamados filhos de Deus. Então, para os judeus daquela época, você dizer que é filho de alguém significa que você tem as características de alguém, né? Então, falava-se filhos da luz. São aqueles que trazem a luz em si. Então, quais são as características que nos fazem filhos de Deus, que nos trazem a genética divina? É nós promovermos a paz. Se nós buscarmos a paz e levarmos essa paz, como diz Nando Cordel, a paz do mundo começa em mim, nós conseguiremos ser chamados filhos de Deus. Nós faremos, como disse Jesus, semearemos o reino de Deus aqui na terra e traremos também o mundo de regeneração. E ele nos diz que nós somos o sal da terra e que nós somos a luz do mundo. Então, ele nos convida para ser os propagadores dessas verdades e dessas doutrinas que nos trazem a felicidade. E aí, Emanuel nos fala que nós podemos levar esse remédio, nós podemos buscar esse remédio pra nossa vida, esse remédio da alma que nos cura esses males e essas dores. E podemos também distribuir esse remédio. Emanuel fala numa outra passagem que aquele que recebe a luz do Cristo, aquele que tem a luz, ele pode divulgar essa luz, ele pode transcender. E é o que Jesus nos fala. Coloque a sua luz sobre o o alqueir, acenda a luz e essa luz não iluminará apenas a a nós mesmos, iluminará tudo o que está ao redor. Então, acendamos a nossa luz, busquemos os remédios que vem do alto e nós nos tornaremos também remédios para aqueles que estão conosco. Que Jesus esteja conosco, que ele seja o nosso caminho, a nossa verdade, a nossa vida. que nós saibamos compreender e aplicar todas as

ós nos tornaremos também remédios para aqueles que estão conosco. Que Jesus esteja conosco, que ele seja o nosso caminho, a nossa verdade, a nossa vida. que nós saibamos compreender e aplicar todas as verdades, todas as máximas que ele nos deu e que ele exemplificou. que nós nos amparemos no bem, que nós tenhamos a certeza de que somos filhos de Deus, de que somos divinos e que trazemos em nós a marca da abundância, a marca da vida, a marca do bem e da felicidade. Sejamos felizes, sejamos bons e sejamos deuses. Que assim seja. Muito obrigada a todos. Uma ótima tarde e recebamos o passe, que também é um justo remédio para nós. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário

ha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. que também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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