O IMPACTO DA CRÍTICA NA EVOLUÇÃO DO ESPÍRITO - Márcia Sirotheau [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 27/12/2025 (há 3 meses) 41:55 501 visualizações

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Transcrição

Comunhão Espírita de Brasília. Senhor, estou aqui, >> meus amigos. Amigos, boa tarde a todos. Sejam muito bem-vindos à nossa comunhão. Eu sou a Márcia e vou conversar com vocês hoje sobre o tema impactos da crítica. É um tema bastante difícil para nós, né? Porque nós quase nunca criticamos ninguém e recebemos as críticas às vezes muito tranquilamente, né? Então, é um tema que a gente tem alguma dificuldade, mas para que a gente possa se preparar, vamos ler uma página para harmonizar o nosso ambiente do livro Receitas para a alma, pelo espírito irmãito Fô e que se intitula Visão. Bem-aventurados são os limpos de coração, porque eles verão a Deus. Mateus 8 versículo 5, aliás, capítulo 5 versículo 8. E irmã se nos diz assim: "A sua realidade é o resultado de como você relaciona-se com o mundo à sua volta. O sentido que você dá às relações e vivências determina sua forma de ver e entender. Em razão disso, tomará pessoas e fatos sempre sob a ótica de seus sentimentos e sob a lente do conhecimento que você possui. Se você está na sombra da vida, absorverá o asco vibratório, com o qual asfixiará suas emoções e pensamentos. Se você se adianta na luz, consumirá a essência vitalizada do bem. Olhe-se com honestidade. Assuma para si mesmo o que sente. Mergulhe em meditação sincera, sem recriminação e sem exagero. Após o quê? Recolha-se na oração e prossiga dia após dia, ininterruptamente, perdoando-se e mirando sem receios a sua imagem no espelho da consciência. com o coração limpo, perceberá que Deus age em você, meus amigos. Então, vamos fazer a nossa prece. Quem desejar fechar os olhos, aquiietar o nosso coração para que possamos sentir o envolvimento deste ambiente, perceber as vibrações de paz, de esperança e de amor que nos envolve. e agradecer ao nosso mestre Jesus. Obrigada, Senhor, por esses momentos de reflexão, porque conseguimos parar um pouquinho o nosso dia a dia e pensar no teu evangelho e lançar luzes sobre o nosso próprio coração, a fim de nos entender, de nos

a, Senhor, por esses momentos de reflexão, porque conseguimos parar um pouquinho o nosso dia a dia e pensar no teu evangelho e lançar luzes sobre o nosso próprio coração, a fim de nos entender, de nos amparar, de nos apaziguar. Abençoa, mestre Jesus, o nosso intento, o nosso propósito, que nós possamos todos assim envolvidos nas tuas vibrações, ter as nossas mentes e os nossos corações abertos para receber esses ensinamentos. Nos protege, mestre Jesus, e nos dá a tua permissão para o início da nossa tarefa. Graças a Deus. Meus amigos, o tema hoje crítica, os impactos da crítica sobre nós. É interessante que a gente veio do Natal, uma época muito linda em que nós refletimos sobre a mensagem de Jesus, mas é a época também das comemorações mundanas da nossa festa, das famílias reunidas. E é uma época também conhecida muitas vezes pelas dificuldades que a gente tem de conviver com um outro parente mais distante, aquele parente que a gente não adora tanto, mas ah, é Natal, né? Tem que reunir a família e a gente acaba se envolvendo nessas nessas nesses reencontros. E aí nós somos convidados a pensar sobre a crítica. Qual o impacto da crítica que nós recebemos? Às vezes aquela crítica disfarçada, né? Engordou um pouquinho, né? Aquela coisa assim sutil, aquela alfinetadinha ou aquelas críticas que a gente faz. Às vezes a gente tá ali numa reunião, a pessoa sai, nossa, mas você viu fulano, né? Esse emprego dele é difícil. é aquela aquele comentáriozinho ácido que a gente às vezes faz e recebe. Então, como como nós nos vemos quando esses comentários são endereçados a nós? Eles nos atingem, tiram a gente do sério, acabam com o nosso dia. E quando somos nós que lançamos essas essas flechazinhas assim maliciosas pro outro, como é que nós nos sentimos? Como é que está a nossa crítica em relação às nossas próprias condutas e sentimentos? A autocrítica? Será que nós estamos nos transformando naqueles muito benevolentes que cultivam a ilusão de que sou perfeito, tô maravilhosa, tá tudo bem?

ção às nossas próprias condutas e sentimentos? A autocrítica? Será que nós estamos nos transformando naqueles muito benevolentes que cultivam a ilusão de que sou perfeito, tô maravilhosa, tá tudo bem? ou o outro extremo que é igualmente grave, aquela autocrítica super severa, sempre esperando uma aprovação de fora, porque eu não me dou a aprovação, sempre esperando que o outro me valide porque eu não estou organizada no meu mundo íntimo para me valorizar, para valorizar as minhas conquistas. Então, a nossa conversa de hoje é sobre essa essa avaliação que nós precisamos fazer. E nós vamos então nos apoiar numa passagem do Evangelho que é lindíssima, que é a passagem na qual Jesus nos ensina a não julgar. E é uma um ensinamento muito difícil para nós, porque muitas vezes a gente acha que não julgar é aceitar tudo, é achar que tá tudo certo, tá tudo normal. Será que isso é não julgar? Que que o Cristo quis falar naquele momento em que ele encontrando aquela mulher que havia sido pega em adultério, né? E os fariseus ali querendo executar aquela sentença de apedrejar a mulher. Que que Jesus veio nos ensinar naquele momento? Ele veio falar conosco sobre como nós criticamos o outro, como nós nos colocamos diante do que para nós é um erro que o outro cometeu. Então ele nos ensina, ele faz uma intervenção maravilhosa, que é uma intervenção terapêutica, uma terapia de grupo. Quando ele, quando é perguntado pelos fariseus assim, olha, mestre, ela tava em adultério. E a lei manda que essas aí tem que ser apedrejadas. E aí como é que vai ser? Para que ele ficasse justamente naquela sin cuca de pico, né? Vai contrariar a lei de Moisés, mas vai apedrejar aquela mulher? Vai fazer o quê? E aí Jesus fica ali escrevendo na terra, né? Reflete um pouco. E aí ele diz que quem estivesse sem pecado atirasse a primeira pedra. E esse momento é tão importante para nós, porque ele vem nos convidar uma reflexão sobre como nós, ao longo da nossa vida, a gente vai amadurecendo. E como que essa maturidade que muitas

imeira pedra. E esse momento é tão importante para nós, porque ele vem nos convidar uma reflexão sobre como nós, ao longo da nossa vida, a gente vai amadurecendo. E como que essa maturidade que muitas vezes vem a preço de as pancadas aí que a gente leva da vida, cai ali, levanta, se desequilibra, se reequilibra de novo, como que essa trajetória vai nos amadurecendo espiritualmente, vai como que trabalhando o nosso orgulho, porque nessa passagem os mais velhos foram saindo, foram os primeiros a sair, ou seja, já haviam vivido mais E, portanto, também errado. Mais o erro nos ajuda a ampliar a nossa compreensão a respeito da natureza humana. Nós somos ainda falíveis, nós erramos ainda. E qual é a nossa conduta diante do erro? É apedrejar? É punir? Ou é também aproveitar aquele erro para olhar para dentro de nós mesmos e fazer aquela avaliação? E eu? Será que eu posso eh condenar? Será que eu não tô incorrendo nas mesmas atitudes? E aí os mais velhos foram saindo primeiro. E aí Jesus pergunta para ela: "Onde é que estão aqueles que te condenaram?" Ah, foram embora, Senhor. E aí ele que sim podia condenar porque não tinha pecado, podia tirar a primeira, a segunda e a terceira pedra. Ele fala que ele tampouco a condenaria. E aí Jesus faz uma coisa linda com essa mulher que ele faz com todos nós. Ressaltar diante do momento em que nós erramos, não o erro, o erro aconteceu, mas as nossas possibilidades de superação, de acerto, porque ele vira para ela e fala assim: "Vai e não peques mais, vai e não erra mais. vai procura acertar, faz diferente, você consegue. Então é uma intervenção psicológica profunda, porque ele vai focar na potencialidade, na luminosidade, na capacidade de crescimento e superação. E é isso que ele faz conosco. E nós fazemos o quê conosco? Diante dos nossos erros, a gente fica se martirizando, a gente fica se mortificando. O impacto da crítica que eu recebi, poxa, você não trabalha quase, Márcia, você é muito acomodada. Às vezes até sou, né? Pode ser que o outro tenha

fica se martirizando, a gente fica se mortificando. O impacto da crítica que eu recebi, poxa, você não trabalha quase, Márcia, você é muito acomodada. Às vezes até sou, né? Pode ser que o outro tenha razão, mas como que eu recebo aquilo? Como algo que vai diminuir ou como uma possibilidade de eu me olhar também? E foi por acaso, meus amigos, foi por acaso mesmo que nós abrimos essa lição aqui da remance do fogo, que vem nos falar sobre visão no início da nossa preparação, né? e que ela diz que a nossa realidade é o resultado de como nós nos relacionamos com o mundo. Então, a maneira que eu enxergo o mundo, os meus pré-julgamentos, as minhas sentenças inflexíveis são a lente pela qual eu também vou me enxergar. Então, quando a gente fala em crítica, é muito importante ter essa reflexão. Eu estava antes de vir para cá fazendo um estudo, não vai dar pra gente trazer tudo, trazer talvez alguma coisa da obra de Ramed As Dores da Alma, em que ele vai falar em dois capítulos sobre a crítica. E na no segundo capítulo que ele aborda a crítica, ele vai dizer algo muito interessante. Ele vai dizer que muitas vezes aquela pessoa extremamente crítica, ela simplesmente é assim porque ela não desenvolveu ainda a coragem de fazer, de pensar. Então é mais fácil, mais cômodo eu ficar ali sentada de braço cruzado, só olhando que que o outro vai fazer. Nossa, esse bolo tá horrível. Fulana não sabe cozinhar. Mas vem cá, você você se se preocupou em fazer um bolo? Se preocupou em oferecer alguma coisa para a pessoa? Isso vale em relação a qualquer situação. Às vezes a gente tá criticando alguma coisa no outro, deixando de perceber qual a razão profunda para aquela crítica. A gente pode, se a gente quiser ser superficial, dizer assim: "Ah, eu critico porque o outro tá errado, ó, por isso que eu tô criticando, tá? Isso é uma maneira de ver superficial. E se a gente aprofundar um pouco mais? E se a gente começar a se perguntar quais as nossas razões íntimas para que aquilo ali nos incomodasse tanto, porque a

tá? Isso é uma maneira de ver superficial. E se a gente aprofundar um pouco mais? E se a gente começar a se perguntar quais as nossas razões íntimas para que aquilo ali nos incomodasse tanto, porque a gente tá cercado de coisas, de acontecimento, de maneira diferente de ser e algumas incomodam mais que outras. Por que será isso? O que que isso tem a ver sobre a minha realidade íntima? E aí nós vamos lá no livro dos espíritos e vamos perceber que Kardec pergunta assim pros espíritos: "A gente pode é culpado o homem que vai estudar os defeitos alheios? É feio a gente ficar analisando ali o defeito alheio, né? Fala dessa maneira, não fala dessa maneira, mas é isso na questão 903. E aí os espíritos, a questão é um pouco longa, mas eles dizem uma coisa interessante: incorrerá em grande culpa se o fizer para criticar e divulgar, porque será falta com a caridade. Então, se a gente só quer ficar olhando o defeito só para ter assunto, só para ficar criticando, só para espalhar, estaríamos faltando com a lei da caridade. continuam os espíritos. Se o fizer para tirar dali proveito para evitá-los, evitar esses erros, tal estudo poderá ser-lhe de alguma utilidade. E aí, Ramed, nesse livro Dores da Alma, ele aprofunda um pouquinho essa noção quando ele vai nos dizer que existe um elo muito profundo entre o meu mundo interior e o que que eu vivencio. A gente chama isso também de lei da afinidade, lei de causa e efeito. O que eu estou pensando, sentindo e fazendo vai determinar que eu vivencie determinadas situações, que eu estabeleça certos tipos de relações. Não é tão simplesinho como a gente achava que era naquele livro Segredo. Vocês lembram dele? Ah, então se eu pensar vai acontecer. Eu sou responsável pela minha vida. Sim, mas não é tão simples assim. É uma alteração profunda que tem a ver não com o nosso desejo. Ah, eu quero ganhar na loteria, eu vou mentalizar, eu vou conseguir. Não tem a ver com o desejo mais profundo, que é o desejo de todo ser humano, que é a necessidade de

m a ver não com o nosso desejo. Ah, eu quero ganhar na loteria, eu vou mentalizar, eu vou conseguir. Não tem a ver com o desejo mais profundo, que é o desejo de todo ser humano, que é a necessidade de evolução. Então eu vou atrair para mim as situações que vão me proporcionar a evolução que é necessária para que eu vá construindo a minha paz, para que eu vá estabelecendo momentos de felicidade pouco a pouco. Então, dessa maneira, quando a gente critica alguém, Ramed nos fala que a gente esteja muito atento, porque essa crítica ela está refletindo algo do meu mundo íntimo. E na hora que eu paro e tento me perguntar o que que é isso, eu tenho grande chance de aprender algo com aquela minha conduta. Então, vejam que não é para eu falar assim: "Ah, meu Deus, eu critiquei, tô errada. Meu Deus!", não é isso. Por que que me incomoda? E eu paro e penso um pouquinho, por que que me incomoda. E é isso que o livro dos espíritos fala, que o que a gente critica no outro pode nos ensinar alguma coisa sobre nós mesmos. E aí segue ainda nessa lição que eu não tô lendo toda, tô só pensando algumas coisas. Segue dizendo assim: Antes de considerar as imperfeições do dos outros, vede se de voz não poderão dizer o mesmo. E é aquela coisa que a gente já sabe, né? Puxa, se eu tô muito incomodada porque eu acho o outro egoísta, será que eu não tô sendo egoísta e não consigo ver isso? E aí é um mecanismo psicológico que a gente utiliza que se chama de projeção. Projeção é uma maneira de defesa que a nossa a nossa mente, a nossa psique usa para que a gente possa se proteger a gente, porque a gente se vê assim tal como a gente é, não é fácil, é difícil, precisa preparo. Ainda mais nós que já estudamos o evangelho, a gente que já tem essas aspirações do bom, do belo, do justo, aí de repente bota um espelho e vai ver tudo como é, não é difícil. Aí que que nós fazemos de maneira inconsciente? Projetamos no outro aquilo que me desagrada. Então, o que que Ramed propõe pra gente é que a gente pegue

m espelho e vai ver tudo como é, não é difícil. Aí que que nós fazemos de maneira inconsciente? Projetamos no outro aquilo que me desagrada. Então, o que que Ramed propõe pra gente é que a gente pegue essa nossa projeção para que essa projeção, essa crítica que eu faço no outro me dê a dica do que que eu tenho que ver em mim. E aí ele vai mais adiante nos falar dos mecanismos de evolução. os mecanismos, ele vai dizer de mecanismos de aprendizagem e vai nos dizer que nós vamos aprender, a gente vem evoluir, mas que nós podemos eh aderir voluntariamente a esse nosso processo de aprendizagem, quando a gente está ali querendo se entender, se compreender, tirar proveito de cada lição. Puxa, isso me aconteceu. O que que será que essa isso aí que eu tô vivenciando? o que que vem trazer para mim é vontade de crescer. Então a gente pode aí a gente está conscientemente aprendendo, é uma maneira de aprender. Mas ele diz também que muitas vezes a gente se envolve eh nesse processo de crescimento de forma inconsciente. E aí a crítica tem muito a ver com esse papel. Então, quando nós de alguma maneira deixamos de nos olhar, estamos apenas criticando o outro, a gente tá perdendo a oportunidade de se ver e se conhecer, porque eu tô só projetando no outro. Não, o outro que é malvado. O mal está completamente fora de mim. Dentro de mim não tem mal. uma ilusão. E aí quando eu eh me fixo nessa conduta, eu deixo passar as oportunidades de crescimento. Aí automaticamente, como a lei é da evolução, como nós vamos evoluir sim ou sim, nós nos matriculamos em outro sistema de ensino. É como se a gente saísse do sistema de ensino eh diário, sei lá, o programa, né, a o colégio tal, a faculdade tal e a gente se matriculasse em uma instituição diferente. E essa instituição é da aprendizagem inconsciente. não estou decidindo aprender, eu estou me matriculando nesse sistema que é o sistema da dor e do sofrimento, que nós estamos também matriculados, né, que a gente também tem dor e sofrimento, mas a

te. não estou decidindo aprender, eu estou me matriculando nesse sistema que é o sistema da dor e do sofrimento, que nós estamos também matriculados, né, que a gente também tem dor e sofrimento, mas a gente pode eh adotar esse sistema de maneira mista, quando der que a gente fique consciente de como nós podemos crescer e paremos de projetar nos outros as nossas dificuldades, os nossos conflitos. Então, meus amigos, ele vem falar para nós que muitas vezes eh essas nossas críticas são maneiras que nós temos de apaziguar o nosso coração diante da dificuldade que nós temos de ver as nossas próprias imperfeições, os nossos próprios conflitos. E sobre esse assunto, eu gosto muito de lembrar de uma história muito interessante, que é de dois jarros d'água. Ah, mas a gente não é jarro d'água, mas eles têm muita coisa para nos ensinar. Porque essa historinha vai dizer para nós que existiam dois jarros de água e um fazendeiro utilizava aqueles jarros para ir todo dia pegar água no rio e voltar para abastecer sua casa. Ele ia lá com aqueles dois cântaros de água, né? Amarrava os dois ali numa numa vareta e aí ia carregando os dois vasinhos e voltava com os dois cheios de água. Um dos vasos tinha uma pequena rachadura de ponta a ponta. Ele não tava inutilizado, não dava para abastecer de água, mas ele vazava a água. E o jarro que estava perfeito, virava para esse jarro que vazava a água e dizia assim para ele: "Ah, que vergonha! Você não tem vergonha? A crítica. Você não tem vergonha de ser assim? Olha, o patrão nem sei por não dispensa você, porque você metade da água você derruba pelo caminho. Você já reparou? Olha, você é um inútil, serve para nada. Eu que sou perfeito, maravilhoso, trago toda a água. Aí sim eu vale a pena. lá você devia ter vergonha de existir dessa maneira. E o vaso que tinha aquela pequena rachadura começou a ficar chateado, não conseguiu absorver aquela crítica de uma maneira mais tranquila. E aí ele começou a ficar chateado e começou a entrar numa leve depressão que

nha aquela pequena rachadura começou a ficar chateado, não conseguiu absorver aquela crítica de uma maneira mais tranquila. E aí ele começou a ficar chateado e começou a entrar numa leve depressão que foi aumentando, aumentando. De repente ele já não queria mais fazer nada. Podiam acabar comigo logo me destruir. Era melhor porque eu não tô servindo para nada. só sirvo para carregar peso e chego aqui com pouca água. E aí o patrão, observando que ele estava nessa tristeza toda, resolveu chamar ele só os dois pro passeio, aquele percurso que eles faziam todo dia. E aí chegou para ele e falou assim: "Meu amigo, olha aqui, que que você vê aqui desse lado aqui, esse lado esquerdo aqui do nosso caminho?" Ah, tudo árido, né, chefe? Muito árido, muita pedra, areia. Tá bem, tá bem. Agora vai vendo aqui desse outro lado aqui que você vê. Ah, mas tem flores lindíssimas. Nossa, mas que diferente um lado e outro. Como assim tem flores? Que cresceu aqui. Eu nunca tinha reparado. Ele falou assim: "É, meu amigo, sabe o que acontece quando nós vamos? Você vem desse lado aqui que tá árido. Nenhum de vocês está cheio. Na volta eu inverto e aí você vem desse lado aqui que tem essas plantações todas, essas flores lindas. E eu sabendo que você tem essa rachadura, eu trago sementes de flores e aí eu vou jogando pelo caminho e a água que pinga de você vai molhando essas sementes e aí vai criando toda essa paisagem lindíssima. Fomos nós que criamos, eu com a sua ajuda. E ele se emociona e começa a chorar e fica felicíssimo e grato por aquela oportunidade de perceber que ainda com tantos defeitos ele conseguia ser útil. Quem que é o vaso rachado, meus amigos? Nessa história não somos nós. Quem de nós é perfeito aqui na terra? Não tem. Teve um, né, nosso mestre Jesus. Outros espíritos de luz também, mas perfeito, só Jesus. E nós, nós somos os vasos rachados, mas que ainda assim podemos ser úteis, que ainda assim podemos nos olhar, reconhecer as nossas fragilidades e empregá-las para o bem, para o nosso crescimento. E essa

nós, nós somos os vasos rachados, mas que ainda assim podemos ser úteis, que ainda assim podemos nos olhar, reconhecer as nossas fragilidades e empregá-las para o bem, para o nosso crescimento. E essa proposta que o Cristo nos faz quando ele nos diz assim: "Não julgueis para não serdes julgados". É nesse sentido que a gente possa ter consideração, carinho com as nossas próprias fragilidades. Elas são passageiras? Claro que sim. Nós vamos ser um dia espíritos plenos, né? E vamos atingir a perfeição relativa. Por enquanto estamos a caminho. Como é que vai ser esse nosso caminho? Vai ser de autodesvalorização, vai ser de lamúria, vai ser de da gente qualquer crítica que o outro faz, a gente fica ali que nem o vaso, arrasado, deprimido e triste. Ou nós vamos aproveitar aquela lição para nos conhecer, para nos trabalhar. É uma escolha que é feita por nós a cada dia. É uma escolha que a gente precisa resolver. Como vamos nos posicionar? Então, meus amigos, Joana deângeles, no livro Jesus e o Evangelho, a luz da da psicologia profunda, voltando ainda à análise da mulher adúltera, né, que a gente começou a falar sobre isso em relação às críticas e julgamentos, a Joana de Angeles vai nos falar que toda vez que um indivíduo descredenciado legalmente, ou seja, que não tem a função legal de julgar, né, porque faz parte da sociedade. Procede a um julgamento caracterizado pela impiedade e precipitação, realiza de forma inconsciente a projeção da sombra que nele jaz. É o mesmo que nos falou Ramed nos no livro As Dores da Alma. a gente projeta essa nossa sombra no sentido de esse lado nosso que nós ainda não conhecemos, a gente inconscientemente projeta no outro. E aí é um mecanismo que a gente utiliza para que a gente se libere daquele conflito que nós trazemos, desse incômodo, porque ainda não somos tudo aquilo que a gente gostaria de ser. Aí a gente projeta no outro. Foi exatamente o que fizeram os fariseus no caso da mulher adúltera. criaturas ainda falidas moralmente, di Joana de Angeles, falidas interiormente

gente gostaria de ser. Aí a gente projeta no outro. Foi exatamente o que fizeram os fariseus no caso da mulher adúltera. criaturas ainda falidas moralmente, di Joana de Angeles, falidas interiormente e sem forças para superar as próprias enfermidades morais, se arvoravam em sensores absolutos. Ou seja, para não verem as suas dificuldades, as suas mazelas, se colocavam um manto de senhores da verdade, de pureza absoluta, total observância da lei, perfeição, né, por não dizer, para criticar o mal que eles projetavam no outro. Porque quem de nós não tem conflitos emocionais e sobretudo na área afetiva? Então nós nos perguntamos assim: quando é que nós agimos como os fariseus? A gente também procede dessa maneira? Quando é que nós projetamos no outro que a gente não tem coragem de ver em nós ou não temos ainda a força de vontade para trabalhar as nossas imperfeições? Quando é que a gente faz isso? Por isso que Jesus falou que a gente não deveria julgar. Era nesse sentido. Então, precisamos, diz Joana de Ângeles, de uma sutileza para que a gente possa analisar o que nos acontece no nosso dia a dia. E claro, a gente analisa porque nós temos um sexo crítico natural, discernimento. A gente tá julgando toda hora. Isso é bom, não é bom, eu quero, não quero, a gente tá escolhendo. E qual que é a sutileza disso? Como é que eu aplico o ensinamento de Jesus? é que esse meu julgamento que é natural não se revista desse ar de sensor do mundo, de palmatória do mundo, de senhor da verdade, que eu não me coloque no pedestal aqui, julgando outro aqui. E eu posso falar assim: "Não, mas pera aí, tem erro aí que eu realmente não cometo, não. Pera aí, não é todo mundo comete tudo quanto é erro, não. Tem coisa que eu jamais faria. Um crime horrendo, por exemplo, aí a gente pode pensar cada um o seu que jamais faria, né? Eh, tudo bem, pode ser verdade, mas nós não viemos de existências milenares. A gente há 300 anos atrás estava como? E será que estávamos como há 1000 anos atrás? Então, muitas vezes as faltas que

né? Eh, tudo bem, pode ser verdade, mas nós não viemos de existências milenares. A gente há 300 anos atrás estava como? E será que estávamos como há 1000 anos atrás? Então, muitas vezes as faltas que nós já superamos e a gente se vangloria, não, isso aí eu não faria. OK, parabéns, lição foi aprendida, mas nós não temos um passado também de erro atrás de nós? Por que a nossa falta de compreensão com aquele outro que tá naquele estágio daquele erro que nós já superamos? Não é que ele esteja inferior a nós, não. Ele superou uns erros, nós não superamos outro e aí a gente vai, cada um com as suas dificuldades. Muitas vezes, para alguns de nós, é muito fácil, por exemplo, não cair no erro da maledicência. Não, não sou muito fofoqueira não. Até que não gosto de falar mal de ninguém, mas às vezes eu caio no erro da usura, do querer tudo para mim, não dou nada, é tudo meu, meu, meu. Não, que eu sou prudente. E aí a gente disfarça. Então, cada um de nós tem as suas feridas, tem os seus calos. Qual que é o nosso compromisso? Olhar aonde o meu calo me aperta. Não é o calo do outro. truc do outro, deixa com ele, porque só ele vai poder resolver o problema do sapato adequado e do como caminhar. E só eu vou poder resolver o que que eu vou fazer com aquela minha dor, como é que eu vou cuidar daquele calo, daquela ferida, como é que eu vou andar, apesar dele como vaso partido. E para isso, meus amigos, nós temos, se nós oferecermos a nossa vontade, primeiro tem que querer, a nossa boa vontade, que é muito mais do que querer, é o meu, eu me dispor a de todo coração fazer o meu melhor. E se eu oferecer a minha perseverança, eu vou contar com a ajuda do alto. E por que que a perseverança é tão importante? Porque muitas vezes a nossa impaciência nos leva a querer resolver a coisa para ontem. E aí nós não resolvemos absolutamente nada. Não adquirimos as nossas fragilidades, os nossos conflitos do dia paraa noite. A gente vem a milênios com eles. A gente quer se livrar em um dia, em ah, não,

aí nós não resolvemos absolutamente nada. Não adquirimos as nossas fragilidades, os nossos conflitos do dia paraa noite. A gente vem a milênios com eles. A gente quer se livrar em um dia, em ah, não, vou tomar oito passos, fazer um tratamento e já resolve. Não é difícil. Mas por isso a espiritualidade sempre nos convida a perseverar, é insistir, não é do dia paraa noite, não, mas é possível que a gente realize, que nós não esmoreçamos na nossa vontade de crescer, porque esse é o aprendizado para o qual somos convidados. E vamos nos lembrar de Ramed, tem duas escolas que a gente pode se matricular. aquela em que eu cresço conscientemente, querendo me analisar, me estudar, me superar. E aquela que eu vou inconscientemente. Quando eu projeto tudo que mazela minha no outro, não me olho, não faço meu dever de casa. E aí, graças a Deus, a gente conta com o sofrimento para fazer com que a gente vá aprendendo, que a gente vá adquirindo a humildade, que a gente possa também se olhar e aí vamos crescendo. Meus amigos, eu agradeço a todos vocês. Chegou o nosso horário, né? Vamos fazer a nossa prece antes de encerrarmos. Beber essa água frutificada antes para molhar a garganta, que eu falei muito. E vamos fazer a nossa prece, né? Então, quem desejar fechar os olhos, vamos agradecer ao nosso mestre Jesus. Obrigada, Senhor, por esse momento em que nós estamos buscando cultivar pequenos atos de humildade, tendo a coragem de nos olhar, de nos observar. Nos ajuda, mestre, porque a tarefa das mais difíceis. que possamos te sentir ao nosso lado, nos incentivando a olhar as nossas fragilidades com coragem, a nos lembrar também das nossas conquistas, a nos lembrar do teu amor, sempre nos impulsionando, não nos julgando, mas ao contrário, nos compreendendo e nos convidando a caminhar. abençoa, mestre, os nossos esforços e nos ajuda para que possamos visualizar as nossas dificuldades, ao invés de projetá-las nossos irmãos de caminhada, que possamos ter diante dos erros nossos e dos nossos

a, mestre, os nossos esforços e nos ajuda para que possamos visualizar as nossas dificuldades, ao invés de projetá-las nossos irmãos de caminhada, que possamos ter diante dos erros nossos e dos nossos companheiros, indulgência, sabendo que todos nós somos aprendizes do teu evangelho e que todos contamos com a tua bênção. com a tua proteção, com o teu incentivo diário, através dessas luzes que vieram para nós no teu abençoado evangelho. E assim pedimos a permissão para encerrar esta fase do nosso trabalho, dizendo graças a Deus. Meus amigos, muito obrigada. Agora eu passo a palavra pra nossa querida Evons, que vai nos orientar em relação ao passe. Tenham todos uma excelente noite, excelente final de semana. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual. Substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade.

nhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. E também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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