O HOMEM NO MUNDO DE PROVAS E EXPIAÇÕES - Marcelo Meireles [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 21/01/2026 (há 2 meses) 44:10 483 visualizações

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Transcrição

que encontrei na [música] comunhão. Foi nessa casa [música] que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. >> Senhor, mesmo tão longe de atingir a [música] perfeição, aqui eu entendi qual o valor >> dessa missão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de [música] viver, doando amor, vibrando luz, [música] buscando a ti, buscando a ti. Boa tarde a todos. Sejam bem-vindos e bem-vindas à nossa comunhão espírita de Brasília para mais um momento de aprendizado, de reflexões. Hoje teremos nosso irmão Marcelo, que tratará do tema O homem em um mundo de provas e expiações. Sendo assim, convido a todos que levemos nossos pensamentos a Jesus, a Deus. Busquemos essa sintonia, pacifiquemos nossas mentes e nossos corações, lembrando da imagem do mestre, como se ele estivesse olhando para cada um de nós aqui. Amado Cristo, o vosso amor, o vosso chamamento amoroso sempre nos atinge por algum motivo, aqui nos encontramos hoje. Seja por ter o prazer de aqui vir neste templo, seja por um convite que recebemos, seja por uma inspiração que nos tocou aqui. Amos, então, alguns sabendo, outros não, porque aqui se encontram, mas temos a esperança de que daqui sairemos com algo para o nosso proveito, para o nosso benefício, que devemos construir ou fortalecer em nós, na construção que h efetivamos e que muitos de nós às vezes estão desfalecidos nessa tarefa de construir ainda em nós esse trabalho eterno de progresso intelectual, moral e emocional. Precisamos continuar a nossa educação cristã para transformar em aprendizagem estes teus ensinos, transformar em aprendizagem para que nos modifiquemos pouco a pouco, conforme a lei do progresso, sem violências, mas de forma constante e determinada a nos melhorarmos. que a compreensão trazida pelo conhecimento e pela vivência dele possa nos fazer ver a vida sobre um outro prisma, ver as dificuldades como necessidades de superação para o nosso crescimento, para que a convivência com o nosso semelhante, nos desafios que nos trazem

ossa nos fazer ver a vida sobre um outro prisma, ver as dificuldades como necessidades de superação para o nosso crescimento, para que a convivência com o nosso semelhante, nos desafios que nos trazem possa ser vistas como uma escola para que nosso espírito aprenda a melhorar o seu campo emocional e o seu campo de compreensão. Assim, viemos aqui te ouvir por intermédio de teus emissários, daqueles que se colocam à tua disposição para transpormento dos teus ensinos. e dos ensinos de teus emissários espirituais. Ilumina o nosso palestrante e pacifica o nosso coração para que possamos absorver o que ele tem a dizer para nós. Assim seja. Com vocês então o nosso irmão Marcelo. Bom, boa tarde a todos que nos acompanham. aqui no salão Bezerra de Menezes da comunhão espírita. aqueles que nos acompanham pelas mídias sociais. Sempre uma alegria estar nessa casa para, como disse o nosso irmão Roberto, podermos falar das coisas do Cristo, o nosso modelo e guia, aquele que veio como governador espiritual do nosso planeta, nos exemplificar, nos traduzir as leis de Deus, como nos diz Emanuel no livro Pão Nosso, e trazer um modelo paraa nossa conduta. Para nós que somos espíritos criados simples e ignorantes e que temos uma certeza na nossa existência, que um dia nós chegaremos à perfeição. A doutrina espírita nos mostra sempre falando para o espírito imortal. Nós conversávamos um pouquinho agora falando exatamente disso. A doutrina espírita traz os ensinamentos tendo em vista o espírito imortal. Não é um ensinamento apenas para essa existência, mas paraa continuidade da vida. Porque afinal somos espíritos que fomos criados simples ignorantes, vamos fazendo escolhas e de acordo com as nossas escolhas, com as nossas semeaduras, vamos fazendo colheitas. Mas hoje, nessa, nesse estágio em que nós estamos, nessa vida, nessa encarnação, no planeta Terra, nós somos, estamos na ordem que a doutrina nos classifica como de espíritos imperfeitos. Somos espíritos que estamos a cada dia num mundo de provas e expiações,

da, nessa encarnação, no planeta Terra, nós somos, estamos na ordem que a doutrina nos classifica como de espíritos imperfeitos. Somos espíritos que estamos a cada dia num mundo de provas e expiações, passando por provas e expiações. Às vezes nas casas espíritas e quando somos acompanhados pela internet, temos temos a oportunidade de conversar com irmãos nossos que não têm a frequência contínua da doutrina. Então, às vezes, é importante nós lembrarmos alguns pontos. Nós somos espíritos que estamos precisando de provas e expiações e por isso nós estamos aqui. Então, algumas vezes as pessoas dizem: "Por isso que esse esse mundo é um mundo de sofrimento. Nós viemos aqui para sofrer." E a doutrina nos mostra justamente o contrário. Nós viemos aqui para aprender, para com o aprendizado diário, com as nossas escolhas diárias, irmos passando, sim por provas e expiações, porque precisamos acertar a colheita das semeaduras do passado para nós podermos evoluir. Então, a finalidade do espírito com a encarnação é evoluir. ou como dizia eh eh Chico Xavier, uma frase que uma passagem que eu gosto muito, que onde ele dizia que vivia e se esforçava o máximo a cada dia para ele poder chegar no túmulo um pouquinho melhor que ele chegou no berço. Então, se a gente conseguisse a cada dia ter esse propósito, hoje eu vou fazer o meu melhor para eu somar mais um pouquinho, vivendo nesse mundo de provas e expiações, que não é um mundo de sofrimento, não é um vale de lágrima. Às vezes a gente quando olha no capítulo 5 do Evangelho Segundo Espiritismo, tem uma passagem que diz que a felicidade não é desse mundo. E muitas vezes pensamos, tá vendo, a gente não tá aqui para ser feliz. Mas Joana deângeles escreve escreve um livro que hoje o título é desperta e seja feliz. Ser feliz na medida daquilo que podemos ter nesse momento, nesse mundo, mas sabendo que nós somos espíritos imperfeitos. E somos imperfeitos porque ainda não conseguimos viver no bem. Não conseguimos viver a nossa existência

ilo que podemos ter nesse momento, nesse mundo, mas sabendo que nós somos espíritos imperfeitos. E somos imperfeitos porque ainda não conseguimos viver no bem. Não conseguimos viver a nossa existência observando a todo momento as leis de Deus. Então, quando nós não estamos no bem, nós vibramos no mal. E quando a gente para para pensar, mas eu vibro no mal, mas eu não faço mal. Eu não faço mal pensando no mal, mas sempre que nós não estamos vivendo no bem, nós estamos vibrando no mal. E quando a gente fala isso, parece meio forte, né? Mas é a nossa realidade. Porque o mal por si só ele não existe. O mal ele é passageiro, ele é temporário. Porque o que é duradouro, o que é permanente é a prática do bem, é o bem. Então, quando nós ainda não estamos vivendo no bem, nós estamos ainda vivendo no mal. E precisamos ir superando essa vivência no mal. Por quê? Porque o nosso planeta, ele vai passar por uma fase, ele está passando por uma uma fase de transição. E quando nós falamos o homem, o espírito encarnado, e aí sempre usamos essa referência quando a gente fala do homem no mundo ou o homem no mundo de provas e expiações, estamos referindo ao item 10 do capítulo 17 do Evangelho Segundo o Espiritismo, cujo título é exatamente o homem, a humanidade, o espírito encarnado no mundo. Então, o mundo que nós vivemos, que é um mundo de provas e expiações, vai diminuindo a quantidade de mal nesse mundo. E por isso nós estamos numa fase de transição. Quando passaremos para o mundo de regeneração, a gente costuma sempre citar algumas obras espíritas para que a gente possa ler. Então, quem tiver eh disponibilidade, fica a recomendação de ler transição planetária do Divaldo Pereira Franco pela pelo espírito Manuel Filomeno de Miranda, quando ele descreve exatamente que o nosso planeta está mudando de mundo de provas e expiações para um mundo de regeneração. E o que vai acontecer quando chegarmos no mundo de regeneração? Não é que seramos um mundo de tos ou feliz. Apenas o bem acontecerá em maior quantidade do que o

expiações para um mundo de regeneração. E o que vai acontecer quando chegarmos no mundo de regeneração? Não é que seramos um mundo de tos ou feliz. Apenas o bem acontecerá em maior quantidade do que o mal. Então, se nós ainda estamos vibrando no mal, nós então somos espíritos bem infelizes porque ainda estamos no mal. Não. Nós, como dizia aquela frase de para-choque de caminhão, né? Eu não sou o dono do mundo, mas eu sou o filho dele. Somos filhos de Deus, criados por uma por um pai amoroso e justo, um criador bondoso, que nos dá sempre a oportunidade de ir acertando o nosso passo. E nós estamos nesse processo de crescermos. Joana deângeles escreveu uma série de livros que recebeu o nome, o título, né, de série psicológica. num deles, esse aqui chamado autodescobrimento. Então já fica o segundo segunda segunda dica de obra. Nesse livro, autodescobrimento, num determinado momento, Joana deângeles se referindo ao eu espírito, porque às vezes nós dissemos o meu espírito, na verdade sou eu, o espírito que estou habitando nesse corpo. O eu espírito, Joana de Angeles chama de o eu profundo. Então nós como vamos fazendo as nossas escolhas, vamos fazendo as nossas decisões, vamos vivendo as nossas vidas sucessivas, cada um de nós nesse momento somos a melhor versão do nosso eu profundo, do nosso espírito que já existiu. Lá para trás, nós sempre fomos mais tranqueira do que nós somos hoje. Ah, mas quando eu vivia na renascência francesa era mais tranqueira. Ah, mas quando eu vivia era mais tranquila. Certamente nós vivíamos muito mais arraigados no orgulho, no egoísmo, na vaidade. Melhoramos, melhoramos porque o progresso sempre vem. O progresso é uma das leis morais. A lei de progresso sempre se dá. Mas é necessário que a gente faça a nossa parte, que nós ajudemos. Na doutrina espírita é muito comum nós ouvirmos de vez em quando em algumas casas uma prece bastante conhecida, que é a prece de cáritas, aquela que começa assim: Deus, nosso pai, que sois todo poder e bondade, dai força àquele que

mum nós ouvirmos de vez em quando em algumas casas uma prece bastante conhecida, que é a prece de cáritas, aquela que começa assim: Deus, nosso pai, que sois todo poder e bondade, dai força àquele que passa pela aprovação e dai luz àele que procura a verdade. Nessa prece, no último pedacinho, no último parágrafo, eh, quando dirigimos a Deus, a prece diz: "Pai, dá-nos a força de ajudar o progresso a fim de subirmos até vós." Nós temos que ter a força de ajudar a lei do progresso, fazendo as nossas escolhas, fazendo as nossas escolhas voltadas para o bem, a cada dia criando um propósito. Por quê? Porque nós estamos no mundo de provas, expiações. E se nós sabemos que o mundo de regeneração vai ter mais bem do que mal, e eu ainda vibro mais no mal do que no bem, quando acontecer essa mudança, essa transição planetária e que vier um mundo de regeneração, se eu não tiver me regenerado, eu não vou conseguir fazer esse acompanhar a evolução do planeta. E aí, como os colegas daquele grupo Amigos da Luz, eles têm um sket que é mais ou menos assim, a pessoa tá sentada em casa, toca o telefone, ela atende, ele fala: "Olha, aqui é o teu mentor, é o teu orientador espiritual. Eu tô te ligando para dizer que você ganhou uma passagem. É uma passagem para um outro planeta. Porque assim, você não fez muito bem, né? Tá chegando essa tal de de regeneração e você vai ter oportunidade de viajar para um lugar muito legal. que você vai viver muito em contato com a natureza, porque lá não vai ter energia, lá não vai ter televisão, lá não vai ter celular, é lá como o planeta Terra teve há muitos anos atrás. Então, é necessário que nós façamos a nossa regeneração, vibremos na mesma sintonia do bem para que nós consigamos seguir essa evolução nesse planeta. Então nós passamos do mundo de provas, expiações pro mundo de regeneração. Mas e se a gente não conseguir fazer isso, a gente vai para um outro mundo por misericórdia divina ter a oportunidade de estar num lugar de acordo com a nossa sintonia.

ações pro mundo de regeneração. Mas e se a gente não conseguir fazer isso, a gente vai para um outro mundo por misericórdia divina ter a oportunidade de estar num lugar de acordo com a nossa sintonia. Mas é preciso que nós tomemos conhecimento, consciência disso e a cada dia nós busquemos a nossa salvação. Porque se a gente não conseguir acompanhar, ir pro outro mundo, é uma misericórdia divina. Mas vamos tentar ficar por aqui, né, pelo menos. Então, a gente precisa da salvação da ida para esse mundo que seria de acordo com o nosso apego à materialidade, do nosso apego ao mal. E a doutrina espírita nos diz que o caminho da salvação está naquela frase: "Fora caridade não há salvação." Então, devemos buscar acrescentar no nosso dia, vivendo no mundo de provas e expiações, acrescentar a caridade no nosso dia a dia. Às vezes a gente vai na na nas casas espíritas e a gente ouve muitas pessoas falando. Esse final de semana tinha Artur Valadares em tripla edição aqui na comunhão no sábado, no sábado de noite, no domingo e a gente ouve Maíse e no encontro com a turminha de sábado. Quanto daquilo que a gente já ouviu de tudo a gente consegue vivenciar no dia a dia? Quando a gente fala fora da caridade, não há salvação. Muitas vezes lembramos da pergunta do livro dos espíritos: como devemos entender a caridade no sentido que o Cristo nos trouxe? E às vezes a gente ouve até uma uma sigla, né, bip, benevolência, indulgência e perdão. Caridade é benevolência, indulgência e perdão. Eu proponho que a gente faça até um caminho diferente, ao invés da gente falar benevolência, indulgência e perdão, que a gente comece pensando que se eu sou um espírito que estou num estágio intermediário, todos nós que estamos nesse mundo de provas e expiações estamos nesse estágio eh intermediário. Não adianta a gente pensar, porque aqui não tem nenhum último alicrm dourado, nenhuma última Coca-Cola do deserto, nenhum última bolacha do pacote. Somos todos espíritos que vamos tentando acertar e precisamos acertar. E se eu

, porque aqui não tem nenhum último alicrm dourado, nenhuma última Coca-Cola do deserto, nenhum última bolacha do pacote. Somos todos espíritos que vamos tentando acertar e precisamos acertar. E se eu cometo desvios, se eu cometo deslizes e eu paro de olhar pro meu umbigo e passo a olhar pro próximo, eu começo a entender que o próximo também está nesse processo de crescimento. Então, quando a gente começar a pensar na caridade, talvez a gente comece a pensar pela indulgência. Se eu cometo desvios, o meu irmão também comete. Então, que eu seja indulgente com as falhas do próximo, que eu não coloque um megafone, que eu não aponte os olhos, o dedo, que eu não veja eh o cisco no olho do meu do meu e da pessoa que tá na minha frente, não veja o argueiro na minha frente, que eu analise as minhas atitudes e sendo assim eu seja indulgente com o próximo. E se eu sou indulgente com o próximo, nada mais natural que eu busque a prática do perdão. Porque o perdão no sentido de dar significado diferente para aquilo que às vezes me agrediu, para aquilo que me contrariou. E se eu sou indulgente e eu pratico perdão e eu entendo o meu irmão como um companheiro em processo de evolução, eu passo a buscar o bem. Então, a prática da caridade é o caminho para que eu possa fazer a minha jornada evolutiva e conseguir essa salvação, acompanhando esse mundo de provas e expiações nessa transição planetária para um mundo de regeneração. Quando nós lemos algumas algumas obras espíritas, nós podemos citar o caso do livro Pão da Alma do Carlos Batelli, em que ele nos desafia a cada dia buscar eh eh entender que o evangelho, a boa nova do Cristo, deve ser sim um ponto de consolo, o consolador prometido. O evangelho deve consolar, mas nós precisamos usar o evangelho para nos transformar a cada dia, tentando entender aquilo que a doutrina espírita nos fala, que conhece o verdadeiro espírita pelo esforço em controlar as suas más inclinações, promovendo a reforma íntima, a cada dia tentando promover a

tando entender aquilo que a doutrina espírita nos fala, que conhece o verdadeiro espírita pelo esforço em controlar as suas más inclinações, promovendo a reforma íntima, a cada dia tentando promover a superação das nossas mazelas, dos nossos maus comportamentos, saindo das nossas zonas de desconforto do espírito. Porque às vezes a gente fala assim: "Não, eu vou ficar na minha zona de conforto". Pode ser zona de conforto pro pra matéria, mas para o espírito imortal é uma tremenda zona de desconforto quando a gente incorpora a síndrome de Gabriela, né? Eu nasci assim, eu cresci assim, você sempre é assim, é assim que eu sou e não usei a minha jornada para evoluir. É preciso que a gente entenda que nós estamos aqui para evoluir, para nos transformar. E Santo Agostinho nos dá uma uma receita. Sempre que a gente fala que Santo Agostinho nos dá uma receita, eu aposto que muitos que já leram o Evangelho vai dizer: "A receita é no final do dia". passar em análise todas as suas atitudes e verificar onde é que eu me comportei de acordo com as leis divinas. Sim, essa é uma das receitas de Santo Agostinho que atua muito bem como um processo. Se todo dia quando eu acordasse, eu acordo, abro os olhos, conheci onde eu tô, opa, tô encarnado ainda, né? Porque pode ser que uma hora a gente, uma hora a gente vai abrir o olho e não vai conhecer, ih, não tô encarnado. Aí nessa hora, como a gente costuma falar no outro centro que a gente trabalha, cheguei, abri o olho, não conheço ninguém, não sei o que que estão falando. Reza, reza porque, como dizia Paulo de Tarso, rejubilai-vos, né, sempre, ou seja, esteja sempre alegre, tem alegria pela vida, né? Regozijai-vos sempre, orai sem cessarem, em tudo dai graças, porque essa é a vontade de Deus. Mas se eu abrir o olho, eu conheci, opa, tô aqui encarnado mais um dia, vou me propor. Somente por hoje eu vou tentar ser melhor. Mas eu vou tentar ser melhor em quê? E aí eu vou tentar ser melhor em alguma coisa, vou viver o dia e no final do dia

i encarnado mais um dia, vou me propor. Somente por hoje eu vou tentar ser melhor. Mas eu vou tentar ser melhor em quê? E aí eu vou tentar ser melhor em alguma coisa, vou viver o dia e no final do dia eu vou fazer como Santo Agostinho falou: "Passa em estudo, passa em análise, passa em revista, cada atitude." Como é que eu fui quando eu cheguei no trabalho? Como é que foi quando eu cheguei na sala para tomar café com meu filho, minha mulher, minha mãe, minha avó, enfim, com aquele que compartilha comigo? Como é que eu fui aquelas coisas bem clichê? Como que foi quando eu encontrei com o porteiro, quando eu cheguei no trabalho e aí entender aqueles momentos em que eu fui OK e aqueles que eu não fui OK. Não é me xibatar, não é ficar com mágoa, não é ficar com ressentimento, mas é tomar a decisão de que se somente por hoje eu não fui assim, somente por amanhã eu vou ser assim. Mas Santo Agostinho diz o seguinte, que o caminho que nós precisamos fazer passa por três verbos e fica melhor quando a gente coloca no imperativo, né? Conhece-te. Eu preciso me conhecer. Eu preciso avaliar como que eu me eu reajo, onde é que estão os pontos que me incomodam, onde estão os meus calos, os meus calcanhares de aquiles. Eu preciso me conhecer, mas eu preciso me aceitar. E aceitar, quando eu entendo alguma coisa que eu identifiquei em mim, que não é legal, aceitar que eu sou assim mesmo, porque afinal de contas eu sou um espírito imperfeito. E não terceirizar a responsabilidade. Eu sou assim por causa do meu chefe, eu sou assim por causa da minha mãe. Minha mãe quando eu era pequena, meu pai. E o Rossando Cling sempre fala: "Nós precisamos sempre ter em conta que, de uma maneira ou de outra, as gerações materna e paterna entregam mais do que receberam. Não terceirizar a responsabilidade, aceitar que eu sou assim. Então, conhece-te, aceita-te e supera-te". A cada dia aceitando que eu sou isso mesmo e daqui a pouco eu vou superar e eu vou melhorar. Eu consegui eh me superar um dia, dois dias, três

eu sou assim. Então, conhece-te, aceita-te e supera-te". A cada dia aceitando que eu sou isso mesmo e daqui a pouco eu vou superar e eu vou melhorar. Eu consegui eh me superar um dia, dois dias, três dias, no quarto dia eu piso na bola, como dizia Richard Simonete, não tem problema. Eu vou ter a oportunidade bendita de recomeçar amanhã. O nosso o nosso propósito deve ser sempre aprender, superar as minhas as minhas condutas inferiores. E aí quando nós paramos para pensar, eu sou um espírito e estou encarnado. O Kardec, como nós dissemos, trata disso no capítulo 17 do Evangelho Segundo Espiritismo, no item 10, quando ele se refere ao homem no mundo, dizendo que nós somos espíritos que estamos encarnados no mundo de provas, espiações. Vamos insistir sempre nesse ponto, porque ainda precisamos de provas e expiações. Se nós fôssemos espíritos que não precisássemos mais disso, estaríamos ouvindo B em Júpiter, como diz a revista espírita lá de 1871. E nós temos que aproveitar as oportunidades bem ditas de a cada dia ir acertando o passo. Quando o Cristo eh eh nos nos dirige os seus ensinamentos, eh ele mostra que o caminho da nossa redenção é superar as más inclinações vivendo a caridade. a caridade, que é em algum em algumas obras isso vem colocado, a caridade que é o amor em ação. E o amor é tudo na existência. Como nós dissemos, o bem é permanente e o amor é permanente. Quando nós evoluirmos ao ponto de estarmos não mais no mundo de provas, expiações, mas no mundo de tos ou feliz, o bem e o amor estarão lá sempre. Quando nós tomamos contato com os ensinamentos do Cristo, com os ensinamentos da doutrina espírita, nós precisamos num primeiro momento, sim, nos alegrarmos com aquele com aquele conhecimento, sim, trazer paraa nossa existência e servir de consolo, porque essa doutrina consoladora nos ajuda a entender e de certa forma a encontrar a racionalidade do de tudo que acontece à nossa volta. E o Emanuel pela psiografia do Chico Xavier no livro Caminho, verdade e vida,

trina consoladora nos ajuda a entender e de certa forma a encontrar a racionalidade do de tudo que acontece à nossa volta. E o Emanuel pela psiografia do Chico Xavier no livro Caminho, verdade e vida, ele num no item 119 ele comenta da glória daquele que encontra o ensinamento do Cristo. A glória cristã nos diz Emanuel, não é, não está nos títulos, nos reconhecimentos, nas nas glórias sangrentas, nas glórias de avareza, nas glórias da riqueza. Mas a glória do seguidor do Cristo é o testemunho da consciência própria transformada em tabernáculo dos seus ensinamentos, como é Emanuel que tá falando, né? Então é a consciência viva de que se nós ainda não estamos vivendo, nós estamos nos esforçando para que cada atitude minha no dia a dia seja um espelho, represente os ensinamentos do Cristo. É fácil. Em tese, é fácil. O difícil é vivenciar. A gente vai saber, não, nós temos que ser pacientes, né, Roberto? Mas é fácil ser paciente no dia a dia? É fácil nós controlarmos os nossos impulsos, fazermos aquele caminho de nos seguirmos pelo instinto, pela sensação e chegarmos no momento de vivermos pelo sentimento. O Cristo, no evangelho de João, já quando estava estava lá no no Monte Oliveiras, eh se preparando e sabendo de quais seriam os próximos passos, ele se dirigia a aqueles que viriam a ser os seus seguidores, os seus discípulos. E quando nós entendemos que o Cristo é o modelo e guia, é aquele que o Pai, o criador da vida, nos colocou nessa existência como exemplo a ser a ser seguido. E nós entendemos que se nós queremos vivenciá-lo, nós queremos nos colocar na condição de discípulos, o Cristo dizia no Evangelho de João: "Eis o que vai caracterizar os meus discípulos. por viver se amando intensamente. O amor é o que vai caracterizar o mundo de regeneração e e a evolução desses mundos. Então, quanto mais nós conseguimos pautar a nossa existência pela prática da caridade, pela vivência do amor em cada momento, mas nós estaremos na nos aproximando da nossa condição de espírito que busca a

o, quanto mais nós conseguimos pautar a nossa existência pela prática da caridade, pela vivência do amor em cada momento, mas nós estaremos na nos aproximando da nossa condição de espírito que busca a evolução. Mas é preciso entender que se nós dissemos sempre que a doutrina se dirige e a mensagem do Cristo e da doutrina espírita sempre se dirigem para o espírito imortal, não quer dizer que devemos nos isolar do mundo. E é isso que é tratado no item do homem no mundo, no evangelho. Quando o quando Kardec escreve e o capítulo 17, num determinado momento, eh vem escrito assim: "A virtude, a virtude, que é a superação das más inclinações, não consiste em tomar um aspecto severo e lúgubre, em em repelir os prazeres que as vossas condições humanas permitem. Basta, quando se começa ou acaba uma obra, elevar o pensamento até o criador e pedir que seja que haja proteção para ser bem-sucedido e seja a sua bênção para a obra terminada. Não é preciso sair do mundo, não é preciso ir viver isolado, até porque isolado nós não temos nem a possibilidade de praticar a caridade e o perdão. O homem no mundo leva o ensinamento do Cristo pro seu dia a dia. Ele não se isola para viver o ensinamento, não, porque nós estamos aqui de passagem, vamos chegar no plano espiritual. Às vezes quando a gente a gente fala isso, esquecemos que agora nós estamos construindo a realidade que nós vamos encontrar quando chegar na espiritualidade. As oportunidades que nós temos de de da prática do bem quando encarnados são típicas da vida como encarnado. Nós precisamos colocar o evangelho presente nas nossas atitudes a cada instante, na maneira como nos relacionamos com o próximo, na maneira como escolhemos o que olhamos nas mídias sociais, com o que vibramos, até porque aquilo que nós vibramos determina quais são as nossas companhias espirituais. De tal maneira aqui no num ponto do do do livro dos espíritos, quando Kardec pergunta: "Os espíritos influenciam a nossa vida?" E a resposta é sim e de tal maneira que de ordinário são eles que

tuais. De tal maneira aqui no num ponto do do do livro dos espíritos, quando Kardec pergunta: "Os espíritos influenciam a nossa vida?" E a resposta é sim e de tal maneira que de ordinário são eles que vos governam. Vos governam por quê? Porque nós vamos mantendo um padrão vibratório que atrai por por sintonia, por similaridade de pensamento. Então é importante que a gente pense a cada dia, o que eu posso fazer? para colocar mais os ensinamentos do Cristo no meu dia a dia, na minha vida. E já caminhando para pro nosso horário de encerramento, eu gosto sempre quando a gente fala como é que eu coloco o ensinamento do Cristo? Às vezes a gente fica criando altas teorias complexas e eu me lembro de um amigo e essa história é real, tá? É que a gente sempre quer contar alguma coisa da gente. Fala, eu tenho um amigo, né? Eu tenho um amigo, o nome dele era Pedro, e nós nos conhecemos no interior do Rio de Janeiro, numa cidade chamada Valença. Esse amigo era jovem, ele morava no Rio de Janeiro, voltou paraa Valença e foi morar a mãe trabalhando e um dia por semana ele passava na casa da avó dele e ele passava aquele dia, vamos supor que fosse uma terça-feira, porque hoje é terça-feira, e ele passava na casa da avó e um dia a avó pegou eh em cima da mesa duas bananadas, tipo essas bananadinhas assim, essas que você compra que baratinha num plástico. E ela chegava num horário e dava para ele, olha, vamos comer uma bananada para adoçar o dia e contavam algumas coisas e colava a bananada porque ela gruda, né? Gruda na boca, gruda no céu da boca e ela estalava a língua e ria com aquilo. E toda terça-feira ela comprava a bananada e eles comiam. E o tempo foi passando, eh, ele foi fazer faculdade na mesma cidade, a vozinha dele foi envelhecendo e sempre tinha bananada. E um dia ele chegou e tava as bananadinhas em cima do móvel e a avó dele já tava bem velhinha, não conseguia mais comer, já tava na cama e ela falou: "Eu não vou poder comer hoje". E ele comeu as duas bananadas. Passado uns dias, ela desencarnou. E o

do móvel e a avó dele já tava bem velhinha, não conseguia mais comer, já tava na cama e ela falou: "Eu não vou poder comer hoje". E ele comeu as duas bananadas. Passado uns dias, ela desencarnou. E o Pedro chegou na casa e coube a ele mexer e organizar as coisas da vozinha. E quando ele abriu a gaveta, tinham lá duas bananadas que ele detestava. Ele detestava a bananada, mas ele comia porque era muito legal comer a bananada com a avó dele. E quando ele pegou um livro de receitas de agenda, ele abriu para ler e num lugar tava assim: "Não esquecer de comprar a bananada. Eu detesto, mas o Pedro gosta tanto. Então, quando a gente consegue colocar o amor nos atos diários, em ver a felicidade do próximo, em ver a felicidade de quem tá conosco, nós mudamos as nossas condutas e vamos aos poucos trazendo o bem pra nossa vida e nos aproximando um pouquinho mais de nos salvarmos dessa passagem para um outro planeta e continuarmos na nossa jornada ascensional, na nossa jornada do progresso. Que o Cristo nos abençoe agora e sempre e que tenhamos sempre bananadas para comer nossos encontros semanais. Agradecemos ao nosso irmão Marcelo as reflexões com que nos presenteou sobre esse título importante. Eu recomendo, reforçando o que ele já fez, que passemos os olhos nesse nesta nesse texto do Evangelho Segundo o Espiritismo, o homem no mundo, porque ele, esse texto, ele fala muito bem sobre estarmos no mundo, convivermos com as coisas no mundo, sem nos apegarmos às coisas do mundo. Então, o nosso irmão nos proferiu essa belíssima palestra para nossas reflexões. Para concluirmos então o nosso encontro, eu os convido para proferirmos a oração que Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoai as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido. E não nos deixeis cair em tentações e livrai-nos do mal. Que vossa paz

a como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoai as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido. E não nos deixeis cair em tentações e livrai-nos do mal. Que vossa paz acompanhe a cada um de nós aqui até nossos lares e lá possamos distribuí-las aqueles com quem convivemos. Assim seja. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade [música] auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, [música] mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser [música] utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que [música] em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos [música] sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo [música] de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio [música] do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem [música] nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do [música] bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo [música] a alegria de viver, a paz, a

gério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo [música] a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. que também os mentores espirituais possam visitar os nossos [música] ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a [música] serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para [música] cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para [música] continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso [música] que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos [música] aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos [música] aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues [música] à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, [música] retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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