CULPA E FELICIDADE - Marcelo Meireles [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 31/03/2026 (há 1 semana) 45:30 420 visualizações

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Transcrição

Aqui eu [canto] entendi qual o [música] valor dessa missão. Foi nessa [música] casa [canto] que aprendi [música] toda a beleza de viver, [música] doando amor, [canto] vibrando luz. Buscando [canto] a ti, buscando [canto] a ti. Obrigado. Comunhão [música] espírita de Brasília. >> Senhor, [canto] [música] estou aqui para agradecer de [música] coração a paz dentro [canto] de mim [música] que encontrei na [canto] comunhão. Foi nessa [música] casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, [música] vibrando luz, buscando a ti. >> Muito bom dia. Sejam todos muito bem-vindos, muito bem-vindas à Comunhão Espírita de Brasília. Saudo todos que estão aqui presencialmente no salão Bezerra de Menezes e também aqueles que nos acompanham pela internet, seja agora ao vivo ou posteriormente gravado, né? Estamos aqui com o nosso irmão Marcelo Meeles, que vai trazer o tema culpa e felicidade. Já vejo aqui no chat o Gilberto Mota dando bom dia, Fátima Pimenta, Jennifer Fontes, Algia Braga, desejando que a paz do mestre esteja com vocês, conosco, né, nesse dia de hoje. Muito bom dia. Então, deixo aqui o meu abraço antecipado, todos que forem deixar mensagem aqui no chat e também os que nos acompanharem, né, depois de forma gravada, o nosso abraço. Eh, eu vou ler um capítulo desse livro, Conselhos úteis, de autoria de Hilda Pereira Magalhães, recebida pela médio do Alonso. Honso foi trabalhadora aqui da, foi não, né? continua sendo, ela foi enquanto encarnada e agora no outro plano continua trabalhando do lado de lá, mas uma média bastante ativa, tem diversos livros aqui editados pela editora Comunhão e esse Conselhos úteis é um deles. São mensagens singelas, simples, mas de rico conteúdo, né? É uma boa forma da gente se fortalecer no dia a dia e refletir sobre algum ponto. E aí pro dia de hoje, interessante, Páscoa. A Páscoa é oportunidade de confraternização, de alegria cristã para os lares bem formados, para os corações que amam. É tempo de rever amizades, trocar abraços e cumprimentos. carinhos.

sante, Páscoa. A Páscoa é oportunidade de confraternização, de alegria cristã para os lares bem formados, para os corações que amam. É tempo de rever amizades, trocar abraços e cumprimentos. carinhos. Atenta a isto é que te recomendo a meditação sobre o especial significado desta ocasião. És tu responsável pelo sucesso total do encontro com teus filhos e netos nesta Páscoa. Faze com que o acontecimento seja glorioso e que todos possam sentir os seus corações reconfortados, plenos de amor. Para tanto, não te esqueças de pedir a proteção divina para cada um particularmente. Roga ao Senhor que seja o real anfitrião na tua casa, que ele presida a reunião que se vai efetuar e que todos possam sentir a presença do homenageado da data. Que os preparativos e arranjos não sejam apenas materiais, mas sobretudo espirituais. e que tu sejas um instrumento do amor divino. Falei interessante porque é a semana da Páscoa, né? E a e mais interessante ainda porque a autora do livro, né, autora espiritual é a Yda Pria Magalhães e ela foi mãe da Ilda Alonso. Então é um conselho maternal pra filha para se preparar pra Páscoa, né? para se preparar para ser um instrumento do amor divino, né? E convidando que a Páscoa seja algo muito mais material. Ela coloca aqui um encontro de corações. Se que seja a gente possa ser no nosso lar, na nossa realidade, seja ela qual for, um anfitrião, né? Um anfitrião de Jesus, porque ele é o homenageado, né? Ele que provou, né? ali naquela época que a morte não existe, é só uma mudança de estado e a vida continua. Pois bem, após essa breve e rica leitura com relação à Páscoa, nosso agradecimento pelo registro da nossa irmã Hilda, mas principalmente agradecer a Deus, nosso pai por esse dia que se inicia diante de nós, esse dia cheio de oportunidades, uma página em branco. que temos diante de nós e escolhemos estar ouvindo uma palestra espírita para renovar nossas energias e encher o nosso peito de coragem e fé. agradecer também toda a espiritualidade que aqui se faz presente e rogamos que

nós e escolhemos estar ouvindo uma palestra espírita para renovar nossas energias e encher o nosso peito de coragem e fé. agradecer também toda a espiritualidade que aqui se faz presente e rogamos que continua nos amparando, nos abençoando e renovando as energias durante a palestra. Nos ajude a estar concentrado no que ouviremos e aplicarmos em nossas vidas. E por fim, ampare nossos espíritos amigos ao nosso irmão Marcelo, para que ele seja intuídos seus pensamentos, trazendo a reflexão que ele preparou para nós. Que assim seja. Bom dia, meus irmãos, minhas irmãs. Estão aqui no salão Bezerra de Menezes, aqueles que nos acompanham pela internet. Semana passada eu também fiz uma palestra às 8 horas. Eu dizia, né, que o apóstolo Paulo fala que em tudo devemos dar graças e no dia nós estávamos dando graça porque estava chovendo. Hoje nós damos graças por começar um belo dia, a gente vê o sol por trás do pé de jambo aqui, né, e começar o dia refletindo sobre os ensinamentos do Cristo paraa nossa vida. Eh, quando o Anderson começou a ler da Páscoa, eh eh é um momento de muita reflexão para nós. E embora eu não tenha pensado nessa questão da Páscoa pro tema que nós vamos refletir na sequência, a Páscoa serve para isso. na na no Novo Testamento, eh, descrito que o Cristo no domingo anterior, vamos simplificar a questão dos tempos, naquele domingo que é tratado pelo pela pelos nossos irmãos católicos, como o Domingo de Ramos, quando o Cristo chega a Jerusalém, ele é saudado pelo povo e pelos judeus como aquele que era o Salvador, com os gritos de Hosana ao Filho. de Davi. E alguns dias depois, aquelas mesmas pessoas, talvez nós, se estivéssemos por ali, gritavam para Jesus ser crucificado numa escolha com Barrabá. E diante disso tudo, o Cristo quando eh na cruz, ele se dirige a Deus dizendo: "Pai, perdoa-os, porque eles não sabem o que fazem. Nós somos espíritos que somos criados simples, ignorantes e vamos vivendo as nossas existências uma após outra. Eu costumo fazer muita

Deus dizendo: "Pai, perdoa-os, porque eles não sabem o que fazem. Nós somos espíritos que somos criados simples, ignorantes e vamos vivendo as nossas existências uma após outra. Eu costumo fazer muita referência a essa expressão de tal maneira que uma vez uma amiga falou: "Por que que você fala sempre isso? Porque a gente precisa tomar consciência disso." Nós fomos criados simples, ignorantes, destinados à perfeição. E vamos fazendo escolhas nas nossas vidas. Vamos fazendo escolhas, vamos aprendendo a nos relacionarmos com o criador, vamos aprendendo a viver de acordo com as suas leis, com as leis de Deus, aprendendo a viver no bem, a deixar de lado a materialidade e vivermos mais para o espírito. E até nisso a gente pode fazer uma reflexão pela Páscoa, né? A Páscoa que para os judeus era o momento da chegada da terra, do leite mel, do de uma nova existência, de uma nova vida. E quando nós lembramos do Cristo, vem a vitória sobre a morte, porque é o Cristo que é crucificado e ele aparece depois a Maria de Migual mostrando que a morte é apenas uma passagem. Mas hoje quando nós olhamos, se nós formos medir pela pela pelas mídias sociais, pelos jornais, a Páscoa é o dia do coelhinho, é o dia de comer peixe, nós precisamos retomar essa consciência de que nós somos espíritos imortais, criados, simples ignorantes, destinados à perfeição e que precisamos ir acertando o nosso passo, buscando nos colocarmos como seres feliz. Czes. Às vezes nós ouvimos muitas expressões de que o planeta Terra é um local de sofrimento, o planeta Terra é um lugar de dor, é um momento, é um local de espíritos culpados. E quando nós não atentamos para a mensagem do Cristo, acabamos refletindo isso. Na doutrina espírita, no capítulo 5 do Evangelho Segundo o Espiritismo, no item 20, tem uma expressão colocada dentro de um contexto que muitas vezes é retirada desse contexto quando está escrito que a felicidade não é desse mundo. E a gente ouve que a Terra é um local de sofrimento, a felicidade não é desse

a dentro de um contexto que muitas vezes é retirada desse contexto quando está escrito que a felicidade não é desse mundo. E a gente ouve que a Terra é um local de sofrimento, a felicidade não é desse mundo. Então, pronto, nós viemos aqui para sofrer. Mas não, Joana de Angeles, dentro das suas obras psicológicas, tem um escreve um dos livros justamente nos convidando a despertarmos e sermos felizes, termos um estado de consciência do que nós estamos vivendo no planeta. Nós encarnamos, todos nós encarnamos, não para comer o chocolate na na Páscoa, nem para ter carro, nem para fazer uma viagem, mas nós espíritos encarnamos para evoluir. Nós estamos aqui para evoluir. Evoluir acertando os passos na direção da vivência no bem, de fazermos a nossa regeneração, evoluir no sentido de fazermos a nossa reforma íntima e de aprender. Só que nesse processo de aprender, de fazer escolhas, nós cometemos enganos, nós cometemos erros e vamos cometendo ao longo das nossas incontáveis existências, como diz o espírito Ramédio num livro que eu sempre faço referência chamado renovando atitudes. Quando nós, nas nossas incontáveis existências, vamos fazendo, fazendo escolhas motivados muitas vezes pela materialidade, pelo nosso orgulho, pelo nosso egoísmo. E quando tomamos essas escolhas, essas atitudes, nós erramos. Erramos. E às vezes, por esse não ser um mundo de felicidade, achamos que viemos aqui para sofrer como se Deus fosse aquele velhinho de barba branca e meio sádico, que quer fazer o seu filho sofrer. E essa é uma outra ideia que nós precisamos sepultar, dar outro significado, mudar completamente da nossa mente. O Cristo nos apresenta o Deus como o Pai amoroso e justo, o Pai que é sempre amor. O amor, aquele mesmo amor que Paulo de Tarso diz que ainda que eu fale a língua dos homens e dos anjos, se eu não tiver amor, eu nada vou ser. o amor na sua plenitude na obra do criador, mas ele também é justo. Então, se nós nas nossas escolhas erramos, transgredimos as suas leis, erramos na

dos anjos, se eu não tiver amor, eu nada vou ser. o amor na sua plenitude na obra do criador, mas ele também é justo. Então, se nós nas nossas escolhas erramos, transgredimos as suas leis, erramos na conduta com o próximo, cometemos enganos, cometemos erros, fizemos atitudes ruins, é da justiça divina que todos nós precisamos aprender, caminhar para o bem e superar esse mal, equilibrar essa contabilidade dos erros que cometemos. Mas daí a gente, como como nós estamos no meio do caminho, nós ainda não conseguimos entender tudo que se passa à nossa volta. Aí a doutrina espírita nos apresenta o modelo e guia que devemos buscar paraa nossa vivência. E quando Kardec pergunta qual o modelo e guia que o criador nos apresentou, a resposta é: vede Jesus. E Jesus diante de eh pessoas de espíritos encarnados que ele claramente percebia que haviam cometido eh equívocos nas suas escolhas, qual era a conduta do Cristo? No Evangelho de João, eh, nos narra a passagem da mulher adulta. mensagem é muito rica, é motivo de muitas reflexões, mas eu vou pegar só um pedacinho. E só para mencionar, Jesus estava com os seus eh seus discípulos quando ele foi chamado por por pessoas, porque uma mulher fora pega em adultério, e a lei dizia que ela devia ser apedrejada naquele momento. E aí tem muitas outros significados, mas o Cristo quando colocado diante daquela situação, ele olha num determinado momento, o texto de João diz que ele se abaixa e começa a escrever na terra. E quando se levanta, ele diz: "Aquele que nunca cometeu um erro, aquele que nunca esteve em pecato, em pecado, em erro, que atire a primeira pedra". Claramente a autoridade moral do Cristo fazia com que aqueles que ouviam se sentissem passados num raio X, né? Não adianta eu mentir que eu não cometi um pecado, porque ele vai saber. E então Jesus se abaixa, continua escrevendo e o texto diz que todos vão saindo, começando pelos mais velhos, até que não há mais ninguém. E então Jesus se dirige à mulher e pergunta: "Mulher, cadê aqueles

ão Jesus se abaixa, continua escrevendo e o texto diz que todos vão saindo, começando pelos mais velhos, até que não há mais ninguém. E então Jesus se dirige à mulher e pergunta: "Mulher, cadê aqueles que te julgavam? Ninguém te condenou?" E ela diz: "Nenhum Senhor." E Jesus que podia falar: "Ó, você errou, viu? Você não devia ter feito isso. Por isso agora Jesus simplesmente se vira para ela. Também eu não te condeno, vai e não peques mais." O Cristo, que no evangelho de Lucas é chamado a Betsaida, onde existe um homem eh um homem cego. Quem assistiu The Chosen, esse episódio é bem explorado. E ele diante do homem cego, claramente aquele era um espírito que pela lei da justiça de Deus já estava em condições de ficar livre daquela daquela condição. Jesus eh primeiro passa a saliva, enfim, tem todo um processo, mas eu não quero entrar nisso aqui hoje. E o homem volta a enxergar. E novamente Jesus podia ter dito para ele: "Olha, você não teve visão porque, ó, na existência passada você fez isso. Sabe o que que você fez?" E Jesus simplesmente lhe diz: "Vá e não te torne a cidade. Vá e não te torne a vida anterior. Não volte àela existência". Mostrando que o Cristo não condenava e que nós também precisamos aprender a não nos condenar diante da nossa consciência de erro. Muitas vezes nós passamos a nossa existência nos nossos dia a dia, no nosso dia a dia lembrando e convivendo com a situação, com a ideia, com o sentimento de culpa. Se nós somos espíritos que caminhamos na direção do bem e estamos tentando acertar o passo, é esperado que de vez em quando, de vez em quando, a gente cometa enganos diante da lei de Deus. Todos nós somos destinados à perfeição e precisamos fazer a nossa regeneração, mas às vezes nos enganamos e precisamos também para o nosso para o o nosso estado de equilíbrio, para que nós possamos trabalhar efetivamente paraa nossa evolução, aprender a lidar com o resultado dos nossos enganos. E quando nós vamos refletir sobre a culpa, é um grande um grande ponto a a

brio, para que nós possamos trabalhar efetivamente paraa nossa evolução, aprender a lidar com o resultado dos nossos enganos. E quando nós vamos refletir sobre a culpa, é um grande um grande ponto a a trabalhar dentro de cada um de nós. Primeiro que por muitas vezes nós eh levados pelo orgulho, pelo egoísmo, nunca achamos que estamos culpados, né? Joana de Angeles num livro da Joana de Angeles e dita a Adivaldo Pereira Franco uma série de livros chamados série psicológica. Entre eles tem um livro chama O Ser consciente. Nesse livro Ser consciente, Joana descreve que o ser consciente, aquele espírito que toma consciência da sua existência, que toma consciência da sua missão, da sua do seu da sua tarefa aqui na terra. Ele não carrega nem a culpa, nem a justificativa. Não, mas então como é que é, né? Se eu sei que eu erro, eu não vou carregar a culpa. Não, a culpa, a mágoa, o remorço são três coisas que nós devemos extirpar da nossa existência, porque não nos leva a caminhar. Novamente, Ramed, nesse livro, Renovando Atitudes, ele diz que a culpa é nós perdermos a oportunidade do presente, revivendo situações do passado. Quando nós tomamos consciência do equívoco, tomamos consciência do erro que cometemos, do quanto transgredimos a lei de Deus, a gente não pode continuar vivendo a vida como Gabriela, né? Ah, eu nasci assim, eu cresci assim, você sempre é assim, é assim que eu sou. Eu não posso fazer isso. Eu preciso primeiro, no primeiro momento, entender que essa consciência de erro já é um avanço. E como diz Aroldo Dutra, eh o espírito que é ruim, ele continua fazendo as suas traquinagens e não toma consciência disso. Então, quando nós tomamos consciência de que nós cometemos o equívoco, já é um processo de melhoria que tá em andamento. Mas tomamos consciência, é preciso nós passarmos a trabalhar por aquilo que nós entendemos que agimos errado. Então, como eu comentei, remorço não adianta nada. Por que que remorço não adianta nada? uma coisa que a gente traz aqui. Um dia

passarmos a trabalhar por aquilo que nós entendemos que agimos errado. Então, como eu comentei, remorço não adianta nada. Por que que remorço não adianta nada? uma coisa que a gente traz aqui. Um dia eu falei alguma coisa pro Anderson e eu vi que eu errado. Aí eu começo a olhar para ele com vergonha. Eu tenho um remorço, né? E às vezes as pessoas falam assim: "Eu tenho uma remorço daquilo que eu falei naquele dia paraa Maria, pro Joaquim, tá?" E o que que você fez com isso? Eu não faço nada porque aquele remorço me remoe. Tá remoendo mesmo. Não só tá remoendo como tá impedindo o próximo passo. Então, no livro eh no livro Céu Inferno aparece tem um um texto que fala sobre o Código Penal da Vida Futura. E ali naquele texto, naquele nesse, nesse capítulo, nós aprendemos que o processo de recuperação, de obtenção do perdão, do reequilíbrio pelas faltas cometidas, ele envolve três etapas. O primeiro é o arrependimento. Ah, então arrependimento não é a mesma coisa que o remorço, não. O arrependimento ele é ativo. O arrependimento é: "Eu tomei consciência do meu erro, eu vou fazer alguma coisa para tentar reverter aquela situação. É uma é um processo de recuperação de novo significado. entender que nós erramos. Sim, como diz dizia Paulo de Tarso na epístola a Timóteo, num determinado ele momento, ele se refere que o contato com o Cristo o redimiu. E ele fala: "Eu que era blasfemo, injuriador, torturador, eu fui salvo pela misericórdia de Deus, porque aquela época eu era ignorante e infiel. Nós, ao longo das nossas existências, chegamos ao que nós somos hoje. E hoje nós somos, como diz um amigo, o Ricardo Honório, nós somos a melhor versão de nós mesmos. Ou como diz uma outra amiga, lá para trás nós só fomos mais tranqueira. Aquela coisa de nós pensarmos como é que eu era na época da renascência francesa, mais tranqueiro. Como é que eu eu era pior? Porque o progresso sempre nos impulsiona paraa frente. Então, hoje nós vivemos um momento que quando nós olhamos para essa existência lá para quando nós tínhamos

tranqueiro. Como é que eu eu era pior? Porque o progresso sempre nos impulsiona paraa frente. Então, hoje nós vivemos um momento que quando nós olhamos para essa existência lá para quando nós tínhamos cabelo, né, Anderson, a gente olha assim e fala: "Poxa, naquela época eu não deveria ter feito isso". Então, ao invés de eu ficar me culpando, né? Eu não me não me eu não me perdoo porque eu fiz lá atrás. Eu não me perdoo. Eu me culpo, eu não consigo conviver com isso. Nós precisamos abandonar isso. Aquele processo de construção que nos trouxe ao que nós somos hoje, é necessário que nós perdoemos não somente aos outros. Nós precisamos nos perdoar. Como diz Nivaldo Pereira Franco, nós precisamos do auto perdão. Nós precisamos nos perdoar das atitudes e ações que nós tomamos quando nós não éramos como nós somos hoje e também quando nós não sabíamos que existiam outras opções, opções melhores. Eu cito muito eh Paulo de Tarso nas nossas reflexões e assim, Paulo Paulo perseguia os seguidores do Cristo. Paulo martirizou Estevão e quando ele tá indo para Damasco, Jesus surge a ele. E Jesus simplificando a passagem pergunta a ele: "Por que que você me persegue?" Então, naquele momento, ele não era nem Paulo ainda, ele era Saulo. Ele poderia eh fazer duas coisas. Ele podia se culpar. Ele podia se jogar diante: "Ó, mestre, eu sou um pobre pecador, culpado." Ou ele podia se justificar. Não, eu fiz isso porque eu aprendi com Gamaliel, aprendi com o pessoal lá do do templo de Jerusalém. Mas o ser consciente não se culpa nem justifica. Ele arregaça a manga e trabalha. E Saulo quando confrontado com a imagem do Cristo, por que me persegues? Ele apenas diz: "O que queres que eu faça?" Então Jesus não diz para ele: "Ah, legal, agora que você falou, que queres que eu faça? Tá zerado, resetou, vai ser feliz?" Não, porque Deus é amoroso e é justo. Então, Saulo nesse momento perde a visão e Jesus fala: "Entra cidade que lá vai te ser dito o que você tem que fazer". Então nós, quando nós nos

, vai ser feliz?" Não, porque Deus é amoroso e é justo. Então, Saulo nesse momento perde a visão e Jesus fala: "Entra cidade que lá vai te ser dito o que você tem que fazer". Então nós, quando nós nos confrontamos com equívocos que nós cometemos, nós não precisamos nos punir, nos martirizar, nos fazer sofrer, porque se for necessário, o momento de reparação virá na nossa existência. Porque como eu dizia lá no Código Penal da Vida Futura, as três etapas para obtenção do pedrão, do perdão, são o arrependimento, a reparação e a expiação. A reparação que consiste em eu equilibrar o que eu desequilibrei, reerguer o que eu derrubei, consertar o que eu afetei. E a expiação é eu passar por situações que eu e entenda. e aprenda o contato com as leis divinas. Ah, então nessa hora que eu vim aqui para sofrer, depende, depende do que eu faço com a minha noção do erro. No livro A vida escreve, eh, existe a a eh conta a história de uma pessoa, de um de um cidadão que vivia lá em Minas Gerais, chamado Saturnino Pereira, que era uma um exemplar de de cidadão, bom pai, bom filho, bom profissional. trabalhava num centro espírita, não que isso seja, mas é o caso do do Saturnino, trabalhava no grupo mediúnico, isso tudo importante para pro resto da história. A eh a mantinha uma creche, fazia um monte de coisa boa. E um dia ele teve um acidente na fábrica, quem quiser ver, eu tô simplificando, livro A vida escreve. Ele tem um acidente no trabalho e ele acaba perdendo uma parte da mão. E aí as pessoas falam: "Mas Deus não é justo". tanta gente ruim no mundo para perder um pedaço da mão. Vai ser justo o Saturnino que vai perder. Por que que acontece isso com ele? E aí à noite no grupo mediúnico, um mentor se comunica e diz: "Vocês devem estar achando demais. Saturnino Pereira numa existência tirou o braço de uma pessoa e no planejamento reencarnatório, ele ia passar pela experiência de entender o a a abrangência, né, o quanto de dano, o quanto de dor ele causou. Mas ele veio, ele viveu no bem e ao chegar naquele

soa e no planejamento reencarnatório, ele ia passar pela experiência de entender o a a abrangência, né, o quanto de dano, o quanto de dor ele causou. Mas ele veio, ele viveu no bem e ao chegar naquele momento, os débitos foram abrandados, porque como dizia Pedro, o amor cobre uma multidão de pecados. Então, quando nós estamos diante da consciência de que erramos, não é para nós ficarmos olhando para trás e deixarmos de andar paraa frente nesse momento só por conta da culpa. André Luiz, no livro Libertação conta num num capítulo que ele vinha com algumas pessoas eh com alguns espíritos, né, eh socorrer pessoas que passavam por dificuldades. E num determinado momento havia uma um senhor que ele vivia eh eh obviamente com toda a sua a sua constituição psíquica, psicológica, totalmente abalada, preso na consciência de um mal que ele tinha feito para uma para um outro espírito, para uma mulher, quando ele era jovem. E aquilo impedia que ele vivesse. E aí na hora que ele vive sempre sofrendo, sempre volto em vibrações negativas, a espiritualidade que vinha eram espíritos sofredores ou aqueles que vinham cobrar aquela atitude, porque ele ficava preso naquela vivência. E André Luiz vem com alguns espíritos e um dos espíritos que vem com André Luiz para ajudar aquele senhor é a pessoa que ele achava que tinha prejudicado. Então, quando nós formos visitados pela noção de culpa, vamos arregaçar a manga e seguir em frente e trabalhar como se fosse nos colocando como Paulo de Tarso, perguntando: "O que que eu tenho para fazer hoje? O que que eu posso fazer hoje? que eu possa tomar consciência da minha situação, mudar os meus valores, mudar os meus sentimentos, mudar o meu relacionamento com o próximo, me engajar em ações de caridade. Viver preso na culpa eh vai ao encontro de um texto do Evangelho de Lucas, quando ele diz que aquele que pega o arado e vive olhando para trás não é digno de entrar no reino dos céus. olhar para a frente, porque é isso que vai nos conduzir à condição de

o Evangelho de Lucas, quando ele diz que aquele que pega o arado e vive olhando para trás não é digno de entrar no reino dos céus. olhar para a frente, porque é isso que vai nos conduzir à condição de felicidade, a felicidade de nós fazermos a nossa regeneração. André, eh, no num texto de André Luiz é citado uma passagem que Kardec escreve dizendo que a felicidade plena, felicidade plena só é dada aos espíritos puros. E nós caminharemos nessa direção quando formos superando as nossas más inclinações, quando formos fazendo a nossa regeneração, quando nós deixarmos eh equilibrada todo o resultado eh de eh por meio de colheitas, né, daquelas semeaduras que nós fizemos menos felizes. Mas nesse momento no planeta, a nossa felicidade relativa, ela passa pela posse do necessário, pela consciência tranquila e pela fé no futuro. Então, se nós tomamos consciência de que erramos, vamos buscar aquele para quem nós erramos e nos acertarmos. Como no Evangelho de Mateus que diz: "Reconcilia-te com o teu eh com o teu". Às vezes a gente ouve falar do seu inimigo, mas aquele com quem tem alguma diferença enquanto estáais a caminho, que nós encarnamos e estamos próximos dos próximos mais próximos, né? Por quê? Para termos a oportunidade de junto com eles acertarmos a nossa escolha. Não vamos ficar enraizado na culpa, sofrendo. Ah, eu sou um pobre pecador, culpado, você não sabe o que eu fiz. Às vezes falam isso, falem: "Não sei não, e nem quero saber que não deve ser boa coisa". Mas nós, conosco mesmos, vamos dar um novo significado para tudo que foram as nossas escolhas. Olhar paraa frente, ter a fé no futuro, porque hoje nós estamos eh semeando o que nós seremos quando chegarmos na espiritualidade e quando eh voltarmos em próximas existências. Então, para caminharmos paraa felicidade, vamos deixar de lado o remorço, deixar de lado a culpa, deixar de lado a mágoa. Sempre que tomarmos consciência de que fizemos uma escolha errada, nós estamos no mundo de provas e expiações. Nós precisamos

deixar de lado o remorço, deixar de lado a culpa, deixar de lado a mágoa. Sempre que tomarmos consciência de que fizemos uma escolha errada, nós estamos no mundo de provas e expiações. Nós precisamos tomar consciência também que não somos esse último alic dourado. Se a gente fosse essa e tudo aquilo que às vezes a gente acha que é, a gente estava lá em, sei lá, lá em Saturno ouvindo bar tocar algumas sinfonias. Nós somos espíritos no mundo de provas e expiações. E no mundo de provas e expiações, nós precisamos dar significado para as nossas escolhas também. Então, nos libertemos da culpa, porque quando nos libertarmos da culpa, estamos dando um passo na direção do nosso equilíbrio e da nossa felicidade. E que o Cristo nos inspire, nos suporte e nos ajude nesse processo de melhora contínua. Obrigadão, Marcelo, pelas reflexões, né, desta manhã, culpa e felicidade, né? Deixar também o agradecimento de todos que estão aqui presencialmente no Salomão Bezerra de Menezes. A gente se conecta, né, em energia e pensamento. Isso é muito gostoso e muito importante. Também saúdo todos que estão aqui pela internet, né, no chat. >> mensagens da Manu, Raquel, Mônica, Emiliana, Raimunda, Tânia, Rafael e tantos outros que estão aqui deixando mensagem, que sintam-se também, né, abraçados virtualmente. Eh, nós na toda sexta de manhã a Com Espírita de Brasília tem um projeto aqui chamado Mãos Unidas, onde recebe cerca de 30 pessoas em situações de rua, né? e o grupo, né, eh mãos Estendidas solicitou para, eh, a necessidade, registrou a necessidade, tá solicitando ajuda de doações de roupas, em especial roupas masculinas, né? E aí alguns alguns trabalhadores até brincaram comigo, falam assim: "Vocês homens usam roupa até rasgar, né?" E aí isso dificulta o nosso trabalho. Então a gente dá dá uma olhadinha melhor na roupa, aquela roupa que a gente não tá usando tanto ou a gente engordou um pouquinho e ela já não tá cabendo mais e a gente tá esperando emagrecer para poder caber de volta. Que a gente possa

elhor na roupa, aquela roupa que a gente não tá usando tanto ou a gente engordou um pouquinho e ela já não tá cabendo mais e a gente tá esperando emagrecer para poder caber de volta. Que a gente possa doar para esse projeto que é tão gostoso, né? A gente recebe essas pessoas que estão ali em situação de rua, a gente não sabe a história de cada um, mas eles tomam banho, cortam cabelo, né? Dão uma renovada. Então, eh, fica o registro, né? Quem tiver alguma eh algo para doar nesse sentido, é só doar aqui no na mxerifada, né, no lado externo aqui do do auditório, que eles recebem a doação e é encaminhado pro pro grupo Mãos Estendidas. Então, volto a registrar o agradecimento da presença de todo mundo presencialmente e virtualmente e voltemos a levar o nosso pensamento ao alto, agradecendo toda a espiritualidade que aqui se faz presente, nos amparando e nos acolhendo. Que possamos nesse momento sentir a presença do nosso mestre Jesus. Jesus, que ao conversar com os apóstolos, disse que não os via como servos, e sim como amigos, porque tudo o que ele recebia de orientação do alto do pai, ele estava compartilhando com todos eles. esse amigo que também prometeu que onde dois ou mais estiverem presentes em seu nome, ele também estaria presente. Então, sintamos neste momento o abraço de Jesus. >> O abraço de Jesus renovando as nossas energias mais íntimas, dando coragem e fé para continuarmos a batalha de cada dia, nesse esforço que é pessoal de sermos melhor, melhores a cada dia. E nesse momento de renovação de energia que permanecemos nessa paz interior, nos encaminhando para o passe presencial ou virtual, onde essas energias serão reorganizadas por cada centro de força de cada um de nós. Que possamos ir em paz e que Jesus nos acompanhe. Graças a Deus. Bom dia. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita [música] de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos.

la de passe virtual da comunhão espírita [música] de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo [música] melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, [música] restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, [música] pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus [música] de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo [música] de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários [música] ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu [música] Deus, permita que os bons espíritos que me cercam [música] me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária [música] para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a [música] cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. que também os mentores espirituais [música] possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam [música] para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que

de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam [música] para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa [música] estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então [música] a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na [música] terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao [música] nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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