O Espírito da Coisa | ENTREVISTA COM WAGNER ARANTES [Mocidade Espírita do Rio de Janeiro]
👉 Assista até o final para não perder nenhum detalhe! 👍 Se você gostou, deixe seu like e comentário! 💬 🔄 Compartilhe o vídeo e se inscreva no canal! 📲 📢 Interaja com a gente! Deixe sua opinião nos comentários. ✨ Sua interação é importante e ajuda o vídeo a ser sugerido para mais pessoas! 🙏 #palestraespirita #comunhaoespirita #tvcomunhao ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 👥 Seja um membro apoiador do canal: https://www.youtube.com/channel/UC1clNlD8PZc6XC4ZFfOf9PA/join 💙 Ao se tornar membro, você apoia a produção de mais conteúdo Espírita, ajudando nossa Comunhão a crescer e alcançar mais pessoas. 🌟 Junte-se a nós e faça parte dessa jornada de luz e conhecimento! ✨ ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ ⚠️ Aviso de Direitos Autorais: Este vídeo é original e pertence ao canal da Comunhão Espírita de Brasília. 📹 A reprodução não autorizada deste conteúdo pode resultar em uma reclamação por direitos autorais, conforme Lei n.º 9.610/1998 (Lei de Direitos Autorais), e a aplicação de sanções pelo YouTube e e demais redes sociais. ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 📲 Receba as notícias da Comunhão Espírita de Brasília no seu WhatsApp! 🔔 Inscreva-se no canal da Comunhão Espírita: https://whatsapp.com/channel/0029VaKXCKCFcow3x3c3mk2P ✨ Fique por dentro das novidades e conteúdos! ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 📺 TV Comunhão - Inscreva-se e acompanhe nossos canais no YouTube! 🌟 Deixe seu like e ative as notificações para ficar sempre atualizado sobre tudo o que acontece na Comunhão Espírita de Brasília! 💡 O canal da Comunhão Espírita de Brasília oferece conteúdos transformadores e educativos sobre Espiritismo e espiritualidade, abordando temas como autoconhecimento, reforma íntima, vida após a morte, e a prática do amor e da caridade. Com palestras, entrevistas, estudos e reflexões inspiradoras, nossos vídeos promovem o esclarecimento espiritual e fortalecem a conexão com a fé e o bem. 🔗 Nossos Canais: 📖 Comunhão Espírita de Brasília (Palestras e Lives) - https://www.youtube.com/comunhaoespiritadebrasilia?sub_confirmation=1 🎥 TV Comunhão (Projetos e Programas Espíritas) - https://www.youtube.com/tvcomunhao?sub_confirmation=1 🔴 TV Comunhão 2 (Transmissão 24 horas e mensagens espíritas) - https://www.youtube.com/@TVComunhao2?sub_confirmation=1 👧 TV Comunhão Kids (Canal Infantil) - https://www.youtube.com/tvcomunhaokids?sub_confirmation=1 🙏 Inscreva-se agora e faça parte dessa jornada de conhecimento e transformação espiritual!
Olá, seja bem-vindo ao Espírito da Coisa. Eu sou Artur Souza e esse é o programa que fala do espírito do espírita. e das coisas dos espíritos e dos espíritas. O nosso convidado de hoje me pregou uma peça, mandaram o currículo dele e falaram assim: "Olha, ele tem aí 45 anos de trabalho na seara espírita. E eu fiquei aqui na porta da comunhão esperando um vovozinho chegar. E chega um senhor aqui que é mais jovem do que eu, com a sua esposa Cleid. E nós temos aqui hoje com a gente o Wagner Arantes, que tem realmente um currículo muito bonito, de muita produção, começando no Centro Espírita Humildade e Amor, no Rio de Janeiro, em Irajá, passando pela Comerge, por vários encontros nacionais, hoje é diretor da BRT e é com muita alegria e é uma honra para nós aqui do espírito da coisa te receber, Wagner. Olha, eh, eu confesso que fiquei assim muito lisongeado com o convite, né, quando a nossa amiga Germana lá também da uma das associadas da Abra convidou para falar um pouco da trajetória nossa no Rio de Janeiro, né? E e a arte é uma é uma e é algo que me persegue já pelo nome. Eh, a minha mãe eh ela foi cantora lírica durante muitos anos, né? eh, e sempre teve envolvida com a arte. E o primeiro filho dela, ela deu o nome do grande músico alemão, Wagner, né? Eh, em homenagem a esse grande músico. >> E e aí aquilo, né, apesar de eu não ter a voz maravilhosa, porque ela é uma cantora lírica fabulosa, eh, eu sempre procurei ensaiar na minha pequena no meu pequeno início de trajetória alguma coisa. Era o violão ainda na juventude da mocidade, lá com meus 12, 13 anos. cheguei a a ensaiar alguns estudos de piano, cheguei até a compor uma música no piano. Nossa! >> Mas depois eu vi que meu negócio acho que tava muito mais voltado paraa produção mesmo, né? Para para fazer com que os outros que desenvolvem arte pudessem crescer eh em qualidade, em em mensagem, né? Porque ah ao longo dessa trajetória, eh, como a gente já apontou para vocês, nós começamos com a a, assim, o cenário lá muito rudimentar. Eu
arte pudessem crescer eh em qualidade, em em mensagem, né? Porque ah ao longo dessa trajetória, eh, como a gente já apontou para vocês, nós começamos com a a, assim, o cenário lá muito rudimentar. Eu sou da época do Fita Cassete, em que a música espírita para ser divulgada se faziam cópias de cassete, né? Eh, começando lá pelo grande amigo Ariovaldo no Rio de Janeiro, eh, gravando nas mostras de músicas as esses cassetes para que a gente começasse a ter os registros históricos da música. Um belo dia na rádio Rio de Janeiro, fazendo um trabalho lá de divulgação, eu perguntei: "Poxa, por que que aqui na Rádio Rio de Janeiro a música espírita eh não tem a sua vez?" Aí o um dos dirigentes falou o seguinte: "Porque a qualidade das gravações não atende a qualidade do público. Eu preciso ter gravações de qualidade". E aquilo ali não me saiu da cabeça. Ou seja, qualidade é uma coisa que a gente tem que perseguir. Eh, muito jovem, eh, envolvido na na juventude, participei de muitos encontros, conheci minha esposa num movimento de música, né? na minha região lá do do Irajá. >> Olha gente, dá certo, viu? Vai frequentar encontro espírita aí que funciona. Fazer 34 anos de casado. >> Então, eh, não que foi com esse objetivo que eu fui lá, né? Olha lá, pensa direito. Meu objetivo era participar da da mostra de artes que tinha lá, que se chamava Quem Canta Seus Males Espanta. Era um encontro de músicas e poesias que acontecia regularmente na nossa região em Irajá, que reunia várias casas espíritas do entorno do bairro de Irajá, eh, Osvaldo Cruz, Madureira, eh, colégio, e tinham grupos que se apresentavam, um deles que ficou muito famoso na na nossa região que chamava Grumepa, grupo Mensageiros da Paz e Amor, que muitas músicas dele continuam gravadas no YouTube mesmo na época do cassete. Mas percebe-se a a trajetória que a arte começou a fazer. Ah, então lá nesse encontro que eu conheci minha esposa, a gente, né, travou um primeiro contato, mas de fato a gente conseguiu e estabelecer o nosso primeiro
a trajetória que a arte começou a fazer. Ah, então lá nesse encontro que eu conheci minha esposa, a gente, né, travou um primeiro contato, mas de fato a gente conseguiu e estabelecer o nosso primeiro relacionamento numa Comeerge. A Comerge, né, pro pessoal que é do Rio de Janeiro, mas para quem não é, é uma confraternização que acontece até os dias de hoje das mocidades espíritas do estado do Rio de Janeiro. Eu acho que ela tá na Queencajages, vai fazer mais de 50 anos de edição, né? Eh, é, para você ter uma ideia, quem começou os primeiros eventos de jovens foi o Raul Teixeira, junto com outras pessoas, né, o grande médium lá do de Niterói, José Raul Teixeira. Ele foi um dos primeiros jovens dessas que foram os precursores encontros que deram origens depois à Comer. E a Comerge foi um grande celeiro de criação de arte. Ah, não se via a comerge, o encontro jovem sem que se começasse com uma grande peça teatral. que ela ia derivar todo o estudo a ser discorrida nos quatro dias de carnaval, sem contar o coral maravilhoso que tinha, que que gerou formações de vários, né, vários maestros e maestrinas, né, a gente tem para falar o próprio Luís Pedro, Luiz Pedro Silva Paulo, um grande eh maestro compositor de coral da região de Realengo, a Lilian, que até hoje faz parte da da do coral da Comer e então esse evento cada vez mais ficava tava envolvido e eu, né, e eu fui embebecendo dessa energia e eu não conseguia me ver livre desse ambiente. A arte e eh ela preenchia a a minha alma de tal forma que eu tinha que dar para ela, né, para as pessoas retribuir o que a arte estava me contribuindo. E aí e da Comeerge surgiram outros encontros regionais, como o Dirajá lá, que é o EMEI, que também acontece até hoje, que é mais regional. Ah, aí a gente com esse movimento jovem encontrou lá o o próprio FCEF depois de alguns de alguns anos, que é o movimento de Franca, festival nacional de Franca. Eh, só que passou esse tempo, né, entre o nosso em que a gente se conheceu, eu e minha esposa, a
próprio FCEF depois de alguns de alguns anos, que é o movimento de Franca, festival nacional de Franca. Eh, só que passou esse tempo, né, entre o nosso em que a gente se conheceu, eu e minha esposa, a gente casou, eh, tivemos os nossos filhos, aí demos uma afastada, mas a arte me trouxe de volta, né, porque o grupo jovem precisava novamente de alguém lá à frente da mocidade espírita do centro espírito de amor. Ah, por lá eu fiquei como dirigente de 17 anos à frente do grupo jovem. E um belo dia, dois jovens da mocidade falou: "Poxa, Wagner, o movimento de arte espírita aqui na nossa região morreu, né? Eh, tinha o quem canta seus males espanta, depois ele virou o canta crê, mas acabou, faziam mais de 5 anos que não se tinha mais nenhum movimento de de divulgação da arte". Eu falei, gente, mas que isso? Vamos lá e tal. Falei assim, a gente quer criar aqui no nosso centro esse movimento. Eh, e eu falei: "Vocês já pensaram em alguma coisa?" Eu falei: "Não, sim, mas eu quero você como padrinho." Eles me convidaram para ser o padrinho que eles iam organizar, que iam fazer tudo jovem, né? Eu era um jovem, mas um jovem um pouquinho mais velho lá, meus 24, 25 anos por aí. E eles eram jovens um pouquinho mais novos. Bom, vou ser o o patrocínio de vocês, vou conversar com o presidente da casa, vou dizer que eu vou est apoiando, que eu vou estar junto e tudo mais. Beleza? E e qual é o nome? Aí, olha, o nome que a gente pensou é amarte no movimento espírita. Falei: "Poxa, que legal, um nome forte, nome bacana, né?" >> Eh, e olha, esse trabalho começou com eles, com a ideia deles. A gente iniciou esse trabalho eh numa tarde de domingo, convidou as mocidades das casas espíritas próximas e algumas pessoas que já desenvolviam um certo trabalho com qualidade de arte. Arivaldo participou, Marielsa Tiscate, né? Se alguém tivesse aí vendo a minha camisa que eu tô com um trecho da música da nossa querida amiga Marielsa Tiscate lá do Rio de Janeiro. Alan Filho. Então foram os primeiros
ou, Marielsa Tiscate, né? Se alguém tivesse aí vendo a minha camisa que eu tô com um trecho da música da nossa querida amiga Marielsa Tiscate lá do Rio de Janeiro. Alan Filho. Então foram os primeiros artistas que a gente convidou para dar aquela impulsionada. Ou seja, eu ia ter a juventude eh desenvolvendo um trabalho ainda um pouco eh iniciante e eu ia ter esses grandes, né, nomes que já eram nomes da região naquela época para dar aquele incentivo. E assim a gente fez o primeiro ano em 2003, eh, numa tarde de domingo. Aí falou: "Pô, ficou legal, né? Vamos embora". Fizemos o segundo numa tarde de domingo. Aí os dois jovens que deram, né? O foram embora. Um casou, foi para Portugal, outro foi para São Paulo. Eu falei, gente, mas não vamos deixar isso morrer, o negócio tá legal. Aí fizemos um, né, era uma coisa em que você assim, por que que a gente tá fazendo só num sábad num domingo à tarde e não pode estender um domingo inteiro? Aí a gente foi, conversou com a diretoria, olha, a gente queria fazer um domingo inteiro com almoço, né? Aí tá bom. Aí nesse primeiro almoço a gente resolveu contratar uma uma um grupo, um restaurante terceirizado. Nossa, foi um caos, porque experiência, né? a gente não tinha feito inscrição, eh, que é uma característica desse evento, né? A gente realizou esse evento 22 anos, 21 anos e ele, a gente não cobrava nada, né? Cobrava apenas a entrada opcional, um gênero de alimento. E a gente, a mocidade fazia diversos eventos ao longo do ano para conseguir arrecadar recursos pra gente fazer o evento, né? Inicialmente a gente pegava emprestado, né? Pendura e calha aqui, né? No Rio de Janeiro a gente fala pendurical, tá? Vai botando uma coisa em cima da outra. Eh, era o som de um emprestado com a caixa de som do outro, com o microfone do outro. Eh, e aí a gente sempre fazendo as avaliações e as avaliações diz assim: "Olha, o evento maravilhoso, mas o som não tava legal. É um evento maravilhoso, a cada ano, poxa, mas o som tava como chiado e tal e tal vez cara, aquilo
zendo as avaliações e as avaliações diz assim: "Olha, o evento maravilhoso, mas o som não tava legal. É um evento maravilhoso, a cada ano, poxa, mas o som tava como chiado e tal e tal vez cara, aquilo ficou martel andando. Aí a gente foi crescendo no evento, entendendo que esse trabalho precisava de motivação para que a região começasse a produzir qualidade. Aí o meu grande consultor e amigo Ariovaldo sempre era o meu eh espírito protetor que falava o nome dos artistas, ó, chama fulano, chama belano. Aí o primeiro grupo de fora do Rio de Janeiro que a gente resolveu chamar foi o Anima de Taubaté. Trouxemos o grupo Anima e nossa, eles fizeram uma revolução. Aí nesse dia, nesse nessa época o encontro já era em dois dias. A gente saiu de uma tarde de domingo para um domingo inteiro, >> por uma tarde de sábado e um domingo inteiro de encontro, né? Era uma loucura, porque a gente praticamente dominou o centro e eu acho que só não continuou mais porque a casa deu uma reestruturada porque eu já tava envolvendo evangelização que até consegui fazer um ano. Segura esse ano. >> Eu até consegui fazer num ano que acontecesse durante o horário da evangelização um teatro que fazia parte da programação do >> Mas Wagner, você falando da mocidade, nós tivemos a divulgação de uma pesquisa do IBGE, que é o censo, que foi feito, acho que em 2020 ou 22. que trouxe o resultado sobre as religiões. E há um crescimento menor do que o esperado para os evangélicos. Há uma diminuição menor do que esperada para os católicos e, surpreendentemente, há uma diminuição de espíritas. E o relator eh atribui, porque tem muita gente que se declarou sem religião e agnóstico, que foi o número que aumentou mais. E a pessoa que interpretou os resultados falou que a questão é que o espiritismo não é atraente ao jovem. Você que tá perto das mocidades e que trabalha com juventude há tanto tempo, como é que você vê essa explicação? Você acha que é uma explicação razoável ou não tem nada a ver? E qual é o papel da mocidade
que tá perto das mocidades e que trabalha com juventude há tanto tempo, como é que você vê essa explicação? Você acha que é uma explicação razoável ou não tem nada a ver? E qual é o papel da mocidade espírita como vetor de organização do movimento espírita e da adesão desse jovem ao espiritismo? Que você falou aí, o cara deu a ideia e vazou, foi para Portugal ser feliz. Então me conta como é que você vê isso. >> É, você falou uma coisa fundamental, jovem é a renovação. A gente não faria o evento que fez, né? os que na realidade eles não debandaram, eles tiveram seus compromissos familiares, foram, um deles até voltou depois que foi o próprio Gilvan, ele retornou ao depois que casou, teve filho, tudo, ele voltou e voltou a trabalhar fortemente no evento. Ah, mas a juventude é que desenvolveu o trabalho, né? A gente tava lá pilotando o avião, mas a turbina, quem fazia esse movimento, quem vem eh produzia pipoca, fazia o cachorro quente, fizemos tarde de pizza, tarde de pastel, foram a juventude. >> E como é que era a integração dessa juventude dentro da casa? Porque o que o que o jovem fala em todas as casas é o seguinte: a gente serve para fazer festa, a gente serve para cantar, mas a gente não serve para ser uma parte pensante do movimento espírita dentro do centro. Então é como se fosse assim, tá, vamos lá pro pro espaço kids, aí faz uma brincadeira, serve um sanduíche. Como é que é isso? Como é que a gente pode pegar e integrar essa mocidade ao trabalho do centro? >> É quebrando a barreira, achando que o jovem não é capaz de fazer o que ele pode fazer. >> Uhum. E e esses dias eu assisti um trecho de uma entrevista de um amigo lá do Rio, chama Thiago Brito. Eu acho até que ele já veio aqui. Se ele não veio aqui, convidem que ele tem um >> Thaago, fica o convite, >> é, tem um podcast, tem um tem um trabalho de humor aí fantástico, né? E aí ele visitando uma casa espírita, que não me recordo agora qual é a localidade, ele se deparou com os jovens na na fila do trabalho mediúnico lá para
um tem um trabalho de humor aí fantástico, né? E aí ele visitando uma casa espírita, que não me recordo agora qual é a localidade, ele se deparou com os jovens na na fila do trabalho mediúnico lá para aplicar o passe. Aí que você perguntou assim, ó, jovens com 20, 21, não, 15, 16, 17 anos, eram jovens aplicando o passe. Eles estavam lá para aplicar o passe. >> É, por que que não pode trabalhar como um passista? Kardec começou a doutrina com quem? Com jovens. A juventude é uma força motriz. Aliada a experiência daqueles que já estão há mais tempo, você consegue moldar o trabalho para fazer com que a energia dele e a sua eh experiência ao longo do tempo possa fazer um trabalho maravilhoso. Então eu acredito muito nisso. >> Mas isso está funcionando no seu centro, pode ser >> lá no nosso centro ele tem bastante integração, né? Os jovens participam de vários trabalhos, várias várias frentes de trabalho. Alguns eh lá por uma regra ainda dos 18 anos é que ele só pode começar a ser passista ou mediúnico com 18 anos. Uhum. Mas existe sim a flexibilidade para fazer outros trabalhos, porque a gente acha às vezes que ser médium é só simplesmente tá lá dentro da sala mediúnica aplicando o passe, mas não numa numa numa entrevista pessoal ou numa num atendimento numa recepção. Então hoje os jovens lá na nossa casa, eles são muito envolvidos em diversos trabalhos. A gente promove isso até porque a gente tá ficando velho e sabe que essa juventude é que vai crescer. Ah, a pandemia realmente deu uma enxugada, né? Eu eu fiquei na direção da mocidade lá até o ano de 2019, completando 17 anos à frente da mocidade, quando eu comecei a trabalhar em outras coisas, eu fiz uma sugestão de trocar da vez para outro. Mas era uma mocidade com mais de 100 jovens, né, com frequências com várias faixas etárias. A nossa divisão lá, a gente inclusive antecipou, a juventude lá começa com 12 anos, eh, enquanto muitas mocidades às vezes começavam com 13, 14 anos. A gente porque o jovem já de 12 anos já não se
as. A nossa divisão lá, a gente inclusive antecipou, a juventude lá começa com 12 anos, eh, enquanto muitas mocidades às vezes começavam com 13, 14 anos. A gente porque o jovem já de 12 anos já não se não pensa mais que ele é um é um um é um da infância. >> Aqui é com mais de 18, eu acho. Mocidade >> é, né? Não, lá é de 12 a 21 anos, é a faixa etária da mocidade. Então a gente começa a treinar essa juventude já desde cedo, porque esse tem que ser o trabalhador do futuro. >> É, aqui na nossa casa, mas não usando como parâmetro única referência, existe uma divisão bem bem escalonada de idades que que envolve a divisão de infância e juventude. E a pessoa que chega na mocidade, geralmente ela chega com mais de 18 anos. Mas um eu sou um dos dirigentes da mocidade, acho muito engraçado, né? um um cara de 60 anos tá dirigindo a uma cidade, mas ainda tá fazendo sentido. E eu penso como você, mas teve uma fala muito interessante de um jovem na formatura esse ano que o nosso presidente foi, sempre está presente, faz parte da direção da mocidade e ele falou uma coisa assim: "Gente, vocês são o futuro da casa espírita". E um jovem falou: "Presidente, a gente não quer ser o futuro da casa espírita, a gente quer ser o presente da casa espírita". >> E ficou um climão, porque naquele momento a gente a gente entendeu que você fica pensando nesse jovem para lá, mas ele tá aqui agora. A gente tem que captar essa energia agora. >> Se não tiver aqui agora, ele vai procurar. >> Eu acho, eu fico muito feliz que isso esteja acontecendo lá no Isso é uma inspiração para nós. Mas eu queria te perguntar uma outra coisa. Só, só um parêntese lá. Inclusive, não. Se o jovem quer participar do estudo sistematizado da casa, ele pode, mesmo que ele frequente a mocidade, se ele quiser ir nos estudos sistematizado ou se ele já se sente, né, ele acha que já não é tão jovem quanto esse aí já em idade, ele pode frequentar o estudo sistematizado regularmente como um adulto. Então não tem essa essa barreira há muitos anos
ele já se sente, né, ele acha que já não é tão jovem quanto esse aí já em idade, ele pode frequentar o estudo sistematizado regularmente como um adulto. Então não tem essa essa barreira há muitos anos não tem essa barreira, né? >> É, eu agora é o momento treta do programa. Ai, ai. A gente sabe que a organização federativa ela ela sempre traz algumas questões importantes para a reflexão e para a convergência de pensamentos e olhares e ideias e linguagens, né? A gente sabe que a estruturação da FEB não foi uma coisa suave, porque uma federativa nacional ela impõe esse esse consenso, né? Então, a gente tem a Abra, que é uma associação que quer integrar a arte espírita num movimento nacional. E aí você é diretor e eu quero saber aí uma um bastidor aí como é que é a treta de você integrar a arte espírita, porque a gente sabe que cada centro quer propor e cada região tem a sua própria expressão artística e cada região quer propor um movimento artístico de uma certa ordem ou com um determinado olhar. E como é que iso se integra dentro da BRT ou não tem integração, como é que funciona isso aí? Momento treta. Fala aí. >> É, é, eu eu acho que é uma treta que tá virando um, uma casadinha boa, né? >> Ah, é, tá funcionando. >> É, é a a Abra da minha vida, ela surgiu em 2016, >> eh, formalmente em 2016. Eu tive contato com a BRT em 2007, quando o Rogério Fenizbino, né? A, Rogério, mais fácil Rogério, que foi o primeiro presidente da BRT na no ano de sua fundação. Eh, ele esteve visitando o nosso evento que já tava lá na sua eh quarta, quinta, sexta edição, né? E a gente teve lá para conhecer o evento e falar da BRT. Então, a gente pôde ter abertura. Aí quando eu falei, eu quero me associar a Brart, foi uma das coisas que eu muito cutuquei na BRAT. Quando eu entrei lá, você vai preencher a ficha lá, tava dizendo artista, qual é você, qual é a sua modalidade de artista? Eu falei: "Pô, mas eu não sou artista, eu sou produtor de arte, eu produzo os eventos para que as coisas aconteçam".
a ficha lá, tava dizendo artista, qual é você, qual é a sua modalidade de artista? Eu falei: "Pô, mas eu não sou artista, eu sou produtor de arte, eu produzo os eventos para que as coisas aconteçam". Aí eu briguei, briguei até que se abriu a possibilidade e em 2016 eu consegui entrar para ser um dos membros associados da Abra. No no ano de 2023 eu fui convidado para fazer parte integrante da nova diretoria que termina o mandato no ano que vem, 2027 26, que são mandatos de 3 anos. Eh, e um dos grandes desafios que a gente tem, eh, quando eu já entrei lá, já existia um grupo de trabalho para essa, eh, união com a a FEB. a gente não trabalha, eh, se a gente quiser trabalhar isolado, a gente não consegue os êxitos almejados com grande velocidade. Na nossa casa espírita, esse era o exemplo. Se eu fizesse algo diferente do que estivesse organizado dentro da casa espírita, o homem não teria tido 22 edições. E a gente tinha edição em que de manhã tinha tinha um estudo sistematizado, enquanto tava passando o som no salão, nas salas tinha um estudo e a gente estava lá com bateria, com tudo organizado. Na hora que tinha que fazer determinado barulho, o pessoal fechava as portas, tinha sala sistema, o estudo correndo. Então, ou seja, numa harmonia, nunca deu problema o evento. A pandemia veio e acabou o evento, uma série de outros fatores. Mas eu acho que o que a gente tem construindo na Abra hoje é isso, né? A gente tá buscando uma sinergia no fórum que nós tivemos esse ano agora no no feriado de Corpus Cristou no mês passado, nós tivemos a presença da Mayara, eh, uma das membras integrantes da área de cinema da da FEB, tendo oportunidade de estar lá, desenvolvendo uma roda de conversa com a gente, vendo como a BRT eh se relaciona com os artistas espíritas do Brasil inteiro, criando cada vez mais, estreitando esse laço. Eu penso muito nessa união. a gente se unir cada vez mais e nós somos imbatíveis porque a gente tem artistas maravilhosos, qualidade de trabalhos maravilhosos que
cada vez mais, estreitando esse laço. Eu penso muito nessa união. a gente se unir cada vez mais e nós somos imbatíveis porque a gente tem artistas maravilhosos, qualidade de trabalhos maravilhosos que a gente precisa divulgar, né? Eu bato de vez em quando lá na na na minha casa, quando eu vejo lá uma determinada apresentação e o pessoal bota lá uma música popular, aí eu mando uma mensagem para ela, olha, eu me me coloco à disposição, foi maravilhoso a ter, mas se você precisar de uma sugestão, fala comigo qual é o objetivo da apresentação, que eu digo para você qual é a música espírita que vai se encaixar nessa apresentação. Nada contra as outras músicas, mas se eu espírita não divulgar a minha arte, quem fará? Pois é, mas isso aí é uma grande questão também que fica, porque até em termos de terminologia que a gente procura e tende a usar muito trabalhador espírita na área da arte, mas tentando de alguma maneira, no meu ver, evitar um pouco a ideia do artista espírita e e mesmo a discussão sobre o que é arte espírita. Então, o que você tá me trazendo agora, não sei se eu ouvi direito, é que essa integração, ela tem que pertencer. A gente não pode se espalhar tanto. É isso. E eu acho que se a gente trabalhar unido, convergindo as ideias, vão ter divergências. Não tem dúvida. Mas se as divergências elas forem eh conduzidas de forma que a gente tenha um entrelaçamento, qual o grande resultado que a gente tem? Eu me lembro de uma fala que eu que que eu ouvi de uma amiga, né, que é daqui da comunhão, chama Germana, lá em Campina Grande, quando se falava de cinema, por que não coloca os artistas, né, para fazer os papéis? A gente até entende o lado comercial do trabalho, que você precisa ter o apelo comercial e aí uma imagem eh conhecida do público em geral atrai público, que é também o objetivo da divulgação. Mas se a gente tem outros artistas que eu posso usar privilegiando trabalhadora espírita com custos praticamente nenhum, né? Porque a maioria do trabalhador na arte espírita,
o objetivo da divulgação. Mas se a gente tem outros artistas que eu posso usar privilegiando trabalhadora espírita com custos praticamente nenhum, né? Porque a maioria do trabalhador na arte espírita, ele faz o trabalho por amor e por por doação. E inclusive alguns desses artistas renomeados também acabam fazendo e doando o seu trabalho. Então eu penso que a gente tem que convergir, conversar, criar diálogos, estabelecer rotinas e isso já vem acontecendo. A gente percebe nessa nessa aproximação da FEB com a Abra reconhecendo que a gente já vai fazer quase 20 anos de estrada nesse campo da arte. já errou muito. Erra ainda, mas erra menos do que errava no no passado e agora tende a cada vez mais melhorar, né? Eu acho que é isso, um pouco desse desse desapego ao meu e pensar no que é nosso, né? Qual é o objetivo que o Espiritismo quer? Não é passar a mensagem do Cristo, seja numa palestra, seja numa poesia, seja numa dramaturgia, seja numa melodia, né? Numa poesia musicada, e seja numa tela. que reflete uma reflexão eh de que forma o espírito que tá endurecido consegue alcançar a mensagem que vai fazer a libertação dele para voltar o caminho dele pra trilha do Cristo. Então são diversos esses caminhos, né? >> É. E você falando da questão do cinema, a gente tem os relatos dos atores que não são necessariamente espíritas e foram fazer trabalhos que estavam ali para a divulgação do espiritismo. E todos eles relatam experiências muito intensas no setting que eles não estavam acostumados ou orientados do que poderia acontecer. E aquilo os fez refletir de que aquele era um espaço diferenciado. Aquele não era só um setting de filmagem. Aquele também era um espaço da expressão multidimensional da vida e que eles estavam ali inseridos. Então, muitos deles falam: "Nossa, teve uma que é a Cristiane Torlone que falou, fez um determinado filme que ela falou assim, foi pro diretor e falou assim: "Olha, tá muito confuso o lugar que eu tô, tá estranho, eu sinto uma coisa esquisita."
que é a Cristiane Torlone que falou, fez um determinado filme que ela falou assim, foi pro diretor e falou assim: "Olha, tá muito confuso o lugar que eu tô, tá estranho, eu sinto uma coisa esquisita." E ela falou essas palavras. Você pediu autorização a alguém espiritualmente paraa gente poder usar esse espaço, essa memória, essa vida que partiu dessa maneira? A mulher não tem nada a ver com o espiritismo. Ela mesma chegou a essa conclusão do tipo de atitude e abordagem que o artista dentro do espiritismo, o respeito que ele tem que ter por aquele material que vai ser colocado, né? Então isso tudo eu acho que compreende um pouco. >> Eh, a gente tá falando de energia. Eh, é muito interessante isso que você falou. Eu trabalho também lá na Casa Espírita numa reunião mediúnica que lida com energias eh muito arraigadas de de pessoas que ainda não conseguiram se livrar do processo obsessivo. E obviamente dentro dessa reunião a gente tem lá o a, né, a o espírito orientador do trabalho. E quando eu comuniquei para ela, olha, na próxima semana, isso foi antes do fórum, eh, eu vou participar lá de um evento de arte e tal. Disse assim: "Olha, vocês não tm noção. Olha ela, espírito desencarnado, né? A irmã conversando comigo, falou assim: "O o vocês não tm noção da maravilha que esses trabalhos de arte e realizam de cura na espiritualidade? Como a gente usa essa energia pros tratamentos espirituais? fora da matéria. Eh, então aquilo cada vez me dá mais certeza de que eu tô fazendo um trabalho e todos nós que que desenvolvemos e a Abra principalmente quando ela promove isso e a gente vem trabalhando cada vez mais. A gente vai agora, não vou adiantar o próximo tema, mas eu vou dizer para vocês o seguinte, já tem o tema do próximo fórum. Fiquem atento, viu, galera, que a gente vai soltar se não esse mês, mas no início do mês que vem já a inscrição pro próximo fórum que é em Belém, tá viu? Germana que tá ouvindo aí nos bastidores, eu sei que tá, nós vamos soltar já inscrição. Sei que gente
ão esse mês, mas no início do mês que vem já a inscrição pro próximo fórum que é em Belém, tá viu? Germana que tá ouvindo aí nos bastidores, eu sei que tá, nós vamos soltar já inscrição. Sei que gente pede pô, que que não solta a inscrição antes? Vamos ser desafiador e vamos lançar a inscrição no mês que vem. Então, eh, a gente vai falar do espírito, da mente, do corpo. Prestem atenção no próximo tema do fórum da BRAT, que vai ser muito bom em linha com isso que a gente tá falando. >> É, e isso também traz um dilema muito importante que nós vivemos aqui na casa e tomamos uma decisão. Você falou sobre excelência artística, né? Então, a gente sabe que no nível de base, qualquer trabalho que tenha uma expressão de elevação, ele vai de alguma maneira atuar nessa dimensão da cura, do auxílio aos espíritos. Mas como é que você vê essa necessidade de fazer isso com excelência artística? >> Eu vou te trazer um exemplo muito muito marcante que eu vivenciei no festival de Franca, quem é o Fecef, que já acontece há mais de 20 anos, né? Eh, aliás, quase 30, 40 anos, porque ele é Bienal, né, que é o Festival da Canção Espírita de Franca, eh, que multiplica, né, ele é promovido lá pelo Instituto Arte e Vida, eh, no interior de São Paulo. Eh, e eu tive a possibilidade de participar de umas cinco edições muito muito marcantes, eh, levando gente do Rio e tudo mais. E aí numa das das entrevistas das dos encontros que eu tive lá de estudos, foi com o Danton e com o Marcelo do grupo Arte Nascente e ele contou uma experiência muito marcante que foi quando eles foram gravar o CD e a banda do Gan, né, muitos jovens iniciantes e tal. Eh, aí o produtor da musical chamou ele no canto, falou assim: "Olha, muito bom a música de vocês, passou uma mensagem, mas com esses músicos acompanhando vocês não vai dar. Se vocês querem um trabalho de qualidade, vocês vão ter que contratar o músico para fazer a produção no CD". Foi uma dificuldade, os músicos não entenderam, mas depois esses músicos ao longo do tempo perceberam que de fato
balho de qualidade, vocês vão ter que contratar o músico para fazer a produção no CD". Foi uma dificuldade, os músicos não entenderam, mas depois esses músicos ao longo do tempo perceberam que de fato eles tinham que se profissionalizar. Se eles quisessem continuar fazendo a arte que a mensagem do Gan deveria alcançar. E hoje o Gan, grupo Arte Nascente de Goiânia, é um dos maiores sucessos do do movimento espírita, né? Eh, eu fico pensando nessa profissionalização e ao mesmo tempo reconhecendo avanços de espíritas atuantes que se propõe a produzir, né? Eu tive a oportunidade de ver o musical produzido pelo pelo pessoal de Mesquita, que eles adoram, que não fala mesesquita, fala Mesquita da Aurora, né? >> É. >> E gente, aquilo ali é sublime, né? na qualidade, muita qualidade. Então, a gente tem a possibilidade dessa contratação, mas ao mesmo tempo temos que reconhecer que algumas áreas, algumas regiões, como é o caso do Rio de Janeiro, com a Comerge, como você citou, consegue produzir uma qualidade muito interessante. Qual é a mágica? Dá a receita aí pra gente, como é que faz isso? É, e eu acho que isso é um conjunto de experiências que a gente foi tendo ao longo do tempo da necessidade de passar a mensagem de qualidade que a gente quer que o público compre, né? a gente acha que basta eh tá lá com violão e uma voz que vai atender, mas eh o público em geral, se a gente quer alcançar cada vez mais a mensagem, a gente precisa realmente de fato eh investir na qualidade. Eu trago um exemplo de uma das edições do nosso encontro do Rio, né, que é do AM, eh, em que a Marielsa Tiscate, que é uma musicista da nossa região, eh, muito conhecida, e com milhões de músicas, acho que mais de seis CDs publicados, né, muita música no Instagram que inspira, né, arte musical no no Brasil como um todo. Eh, num determinado ano que ela ia se apresentar, ela precisava de um acompanhamento profissional. E ela falou: "Wagner, você sabe que eu não cobro nada, mas eu tenho dois músicos que eu preciso pagar a diária, porque
do ano que ela ia se apresentar, ela precisava de um acompanhamento profissional. E ela falou: "Wagner, você sabe que eu não cobro nada, mas eu tenho dois músicos que eu preciso pagar a diária, porque eles vão deixar de se apresentar na na no campo deles como músicos profissionais para me acompanhar. Você vi algum problema dele disso?" Eu falei: "De jeito nenhum. Outros membros que estavam comigo, que é isso? A Marielsa tá cobrando? Eh, mas que história é essa?" Eu falei assim: "Não, gente, olha só, uma coisa não tem nada a ver com a outra. Eu preciso passar uma mensagem de qualidade e se eu preciso ter profissional que a acompanhe e se ele tem o seu trabalho, precisa ser remunerado, por que não vou pagar o trabalho remunerado. Você falou aí do do trabalho do Bem-vindo Aurora, né, que é feito lá pelo pelo pela oficina de estudos da arte espíritas, fica no andar aí que tem gente de Mesquita, tem gente de Irajá, tem gente de tudo quanto é lugar, né? é um trabalho maravilhoso que esse grupo faz lá, Oficina de Instituto da Arte Espírita, eh, que para fazer esse musical, eh, eles já era o segundo musical deles. O primeiro eles tiveram experiência de fazer com microfones eh de uma qualidade menor. Ficou bom o trabalho, mas não ficou excelente. Aí ele dis assim: "Olha, para fazer esse trabalho, vamos nos adequar, temos que contratar o melhor dos melhores microfones de lapela". Para isso tem que ter uma equipe contratada para fazer esse trabalho que não é barato. Para fazer aquele musical, se não me engano, eles pagaram algo em torno de R$ 9.000 só para eles se apresentarem. Então a oficina gastou o dinheiro no bolso para eles se apresentarem porque teve uma equipe, eles tiveram que ensaiar na véspera, eles tiveram que se apresentar, acompanhar e tudo mais. Então é um trabalho de qualidade eh que custa dinheiro. >> Pois é. Falando nisso, como é que você vê a possibilidade para esse bem maior, que é uma produção de qualidade, que leve a emoção, a espiritualidade, mas que traga a
ualidade eh que custa dinheiro. >> Pois é. Falando nisso, como é que você vê a possibilidade para esse bem maior, que é uma produção de qualidade, que leve a emoção, a espiritualidade, mas que traga a excelência que é necessária para atuar nos espíritos também? Como é que você vê a possibilidade de cobrança de alguma coisa para que isso se faça de uma maneira suave pro centro espírita? O o artista ele ele pode até ser o voluntário, né? Dar de graça aquilo que Deus Deus lhe permitiu, que é a voz, que é a dramaturgia, né? Mas o equipamento que a gente vai usar, ele custa a manutenção, né? Ele tem uma uma vida útil que ele precisa ser eh tratada. Se eu quero qualidade, eu tenho que ter equipamento de qualidade. Se eu não posso comprar o equipamento de qualidade, porque eu não não tenho aquela constância, eu preciso alugar aquele equipamento. Eu vou para um teatro, eh, eu tenho um custo com teatro, eu tenho um custo de luz, eu tenho um custo de bilheteria, eu tenho custo de divulgação. Então, existe toda uma uma um orçamento envolto nisso, eh, que tem dois caminhos. ou eu arranjo um bom patrocinador que banca aquilo tudo para eu colocar o espetáculo gratuito e aí cubra os custos, ou eu consigo uma parte de patrocinadores e uma parte eh de venda de ingressos. E com a venda de ingressos eh a gente se faz isso. O Bem-vindo Aurora teve um pouco disso. Ele teve um pouco de pessoas lá que contribuíram com alguma coisa, né? alguns patrocinadores, mas muitos assim, lanche, eh, pros, eh, artistas, pros trabalhadores da do do grupo, mas a grande maioria da arrecadação veio da bilheteria. Se não fosse a bilheteria, não pagava mais de 20 espetáculos que o Bem-vindo Aurora já fez ao longo desses dois anos em que ele estava na >> Perfeito. Wagner, eu olho para você e e o que vejo muitas coisas, mas o que me toca de maneira mais importante, significativa, é a o seu empenho e a sua vivência junto das mocidades. Acho que isso realmente é tocante, porque a gente sabe que trazer esse canal de comunicação com o jovem de
neira mais importante, significativa, é a o seu empenho e a sua vivência junto das mocidades. Acho que isso realmente é tocante, porque a gente sabe que trazer esse canal de comunicação com o jovem de uma maneira genuína, autêntica, verdadeira, sem subestimar a capacidade deles, sem, e é isso, eu tô, eu tô imaginando que é assim que você se relaciona. Você se relaciona com as pessoas que são capazes. >> Isso. E isso muito nos interessa. Então aqui já encaminhando pro encerramento do nosso bate-papo que eu acho que vai ter número dois, vai ter parte dois, porque tá muito bom. >> Eu queria te pedir para você endereçar a sua mensagem agora a essa mocidade, a esse jovem que tá no centro espírita, que às vezes não acredita que pode alcançar esse espaço. O que que você diria, né, para esse para esse jovem? E como você pode trazer essa experiência para motivá-los e inspirá-los a seguir? >> Primeira mensagem pros pais, né? Eh, eu vejo que às vezes o o pai espírita acha que a obrigação dele é levar o a criança paraa evangelização e esquece que a continuidade da evangelização é a mocidade. O trabalho que a gente faz eh fazia e continua fazendo lá no nosso centro espírita em Irajá, humildade e amor, é um trabalho de continuísmo, né? um trabalho de incentivo, aonde a gente tem na evangelização, que é um determinado horário, no sábado de 3 às 4:30, tem o grupo de pais junto com a evangelização. seguindo, né, no trabalho, tem no final do ano, sempre o encerramento desse final do ano, ah, a mocidade indo lá fazendo o convite para que aquela garotada que tá com 11 anos, vai fazer 12 anos, estão se formando da da infância e caminhando pra juventude. E uma coisa que deu muito certo, a criação do grupo de pais da mocidade, porque é o pai às vezes leva o filho, larga e vai embora, depois vem buscar e ou vice-versa. Então esse trabalho gerou esse continuísmo. Então o grupo jovem lá começa de 12 anos, vai até 21. Depois ele se enganja em outros trabalhos da casa. A o o incentivo tem que ser
buscar e ou vice-versa. Então esse trabalho gerou esse continuísmo. Então o grupo jovem lá começa de 12 anos, vai até 21. Depois ele se enganja em outros trabalhos da casa. A o o incentivo tem que ser constante. Então, a juventude tem que saber que ela tem um papel predominante. Ela não pode achar que ela vai resolver tudo da casa espírita, da cabeça dela. Tem que haver o equilíbrio, juntar a experiência com a energia e com a vontade. Aprendemos muito isso na Comerge, que é aquela confraternização que eu falei no início da mocidade espíritas do estado do Rio de Janeiro, eh, em que ela forma a juventude. lá, pega lá desde a infância, quando a criança tá lá, dos filhos dos trabalhadores, com os jovens de 10 até 11 anos, que é um grupo, 12 a 13, que é um outro grupo, 14 a 16 que é um outro grupo, 17 a 18 e os mais velhinhos de 21 a 26. >> Uhum. >> E esse trabalho que é que gerou essa e e e esse enorme número de trabalhadores na arte espírita que a gente tem, né? E puxando a dica para Abrte, na última assembleia nossa, o um dos nossos associados, Edmundo César, né, na última assembleia trouxe uma proposta da gente criar uma Abrart Teams. Então, já digo aí, antecipo que a gente tá trabalhando nesse projeto de criar o associado Jovem para Abra. Em breve terão notícias. Wagner, muito obrigado pela sua presença, realmente é inspirador o seu trabalho. Depois você me passa a receita, o que que você tá fazendo? Porque 45 anos de serviço prestado, com essa carinha de 45, alguma coisa aconteceu aí que a gente não sabe. Mas muito obrigado pela sua presença, pela sua palavra e você que está aí >> num centro espírita pequeno, num centro espírita maior, mas que tem acesso à sua mocidade, vamos então motivá-los a participar dos trabalhos do centro, a se engajar nos trabalhos, nas tarefas. E o caminho aqui pode ser pelo entendimento da arte, pela expressão da vida através da arte. Wagner, até a próxima e para você. Obrigado. >> Um grande abraço e até a próxima. Eu sou Artur Souza e esse é o espírito da
pode ser pelo entendimento da arte, pela expressão da vida através da arte. Wagner, até a próxima e para você. Obrigado. >> Um grande abraço e até a próxima. Eu sou Artur Souza e esse é o espírito da coisa.
Vídeos relacionados
VOCÊ NO MUNDO | #03 - ARTE ESPÍRITA E OUTROS CONTEÚDOS ESPÍRITAS VOLTADO PARA OS JOVENS
Comunhão Espírita de Brasília · Mariza Borges
LIVE | SÚPLICA JOVEM (APRESENTAÇÃO MUSICAL)
Comunhão Espírita de Brasília
LIVE | E AGORA, JOVEM ESPÍRITA? E O FUTURO, PRA ONDE VAI? (Parceria @FEDFTV)
Comunhão Espírita de Brasília
Espírita Pop | #102 - EVANGELIZAR É AMAR - PARTE 2
Comunhão Espírita de Brasília · Camila Machado, Cristiano Alves, Yasmim Toriani, Yuri Carraro
Espírita POP | #104 - EVANGELIZAR É AMAR - Parte 3
Comunhão Espírita de Brasília · Camila Machado, Cristiano Alves, Yasmim Toriani, Yuri Carraro
LIVE | SÚPLICA JOVEM (APRESENTAÇÃO MUSICAL)
Comunhão Espírita de Brasília
12º Congresso Espírita do RS | 2º Dia
FergsPlay - Canal da Federação Espírita do RS · Ástrid Godoi, Cezar Braga Said, Vinícius Lima Lousada, Eulália Bueno, Jorge Godinho, Janete Azambuja, Adeílson Salles, Amélie Gabrielle Boudet, André Trigueiro, Janete de Azambuja, Larissa Carvalho, Adair Ribeiro, Divaldo Pereira Franco
13º Congresso Espírita do RS | 2º Dia | Manhã
FergsPlay - Canal da Federação Espírita do RS · Jacobson Trovão, Eulália Bueno, Alessandro de Paula, Maria Elisabeth Barbieri, Cezar Braga Said, Sandra Borba, Vinícius Lima Lousada