"O erro antiespírita", com Lucas Berlanza e apresentação de Adriano Máscimo

TV Goiás Espírita 31/03/2026 (há 1 semana) 1:25:30 3 visualizações

Live de estudos espíritas com o tema "O erro antiespírita", com Lucas Berlanza e apresentação de Adriano Máscimo!!! Não perca!!!

Transcrição

เฮ Pai, Deus protetor, aqui me ponho aos seus pés para lhe falar. Pai, pequeno eu sou, mas seu amor me deu a chance de poder recomeçar. Por isso peço em oração que ilumine meu caminho de cristão. Que eu jamais esqueço o que eu tenho nas mãos. A doutrina da consolação. Pai meu criador, bênção maior, tesouro igual neste lugar não há. Pai, ó meu Senhor, com gratidão lhe peço forças para fazer multiplicar no lar, na casa de oração, numa rua onde houver algum irmão, levarei com toda a minha Minha devoção, a doutrina do meu coração. Pai meu criador, bção. maior tesouro igual neste lugar não há. Pai, ó meu Senhor, com gratidão lhe peço forças para fazer multiplicar no lar, na casa de oração, numa rua onde houver algum irmão. Levarei com toda a minha devoção a doutrina do meu coração. Ah. Olá, olá, sejam todos muito bem-vindos a mais uma live do Igés Instituto Goiano de Estudos Espíritas. É com muito prazer que nós estamos aqui com vocês nesse dia 30 de março de 2026. E já vou trazer o nosso convidado aqui, meu irmão, que eu sempre tenho um prazer gigantesco de recebê-lo aqui no Iges, Lucas Berlanza. Seja bem-vindo, meu irmão. Tudo tranquilo? >> Tudo bem, Adriano. Tudo tranquilo, tudo caminhando. Sempre um prazer atender ao convite os nossos amigos aí do Instituto Goiano de Estudos Espíritas. Que bacana, meu irmão, que bacana ter você aqui com a gente. Valeu demais. Obrigado aí pela disponibilidade. A gente sabe que você tá cheio de afazeres. A gente até brinca, né? Quando a gente marca a data, fala: "Ó, fica tranquilo que se precisar mudar a gente muda, porque de vez em quando surgem compromissos aí para você, viagens, né? Enfim, a trabalho, a gente sabe disso." Mas que bom que você pode estar com a gente e acho que nós temos uma outra data aí pro pro segundo semestre. Então é sempre um prazer gigante mesmo te receber aqui no G Falando Espiritismo. Você agrega demais. O Lucas, para quem não conhece, é expositora espírita, né? E tem aí obras importantes publicadas tanto em vo solo quanto em em parceria.

o te receber aqui no G Falando Espiritismo. Você agrega demais. O Lucas, para quem não conhece, é expositora espírita, né? E tem aí obras importantes publicadas tanto em vo solo quanto em em parceria. Vou vou citar aqui o espiritismo perante seus inimigos e desafios contemporâneos. Esse em parceria com Eric Pachec, o Artur Azevedo, obra de 2022. História geral do Espiritismo, resumo expositivo em parceria com Éric Pache, cobra de 2023. O progresso à luz do Espiritismo de 2024. E nós estamos aqui fazendo um lançamento, o erro antiespírita, obra que acabou de sair do forno agora de 2026, não é isso, Lucas? >> Isso aí. Tá aqui nas minhas mãos, >> ó. Deixa eu colocar aqui pra gente, ó. Aí, ó, o erro antiespírita, né? Obra de Lucas Berlan, acabou de ser lançada essa obra e ele vai falar pra gente hoje acerca desse tema, né? O erro anti espírita. Talvez muita gente aí não esteja nem entendendo o que que quer dizer, né? O erro anti espírita. Enfim, o Lucas vai falar pra gente acerca desse tema. Então, antes de mais nada, deixa eu fazer a nossa prece abertura. Vou pedir que todos nós então fechemos os nossos olhos, vamos elevar os nossos pensamentos a Jesus, pedir que o divino amigo esteja conosco neste momento, nos amparando e nos intuindo. Nós que te rogamos, Jesus, a assistência espiritual que todos necessitamos, que o Senhor possa derramar sobre todos nós uma cachoeira de águas cristalinas, a nos banhar e a retirar de nós todas as energias pesadas e deletérias que porventura estejam envolvendo, tudo aquilo que nos traz sensação de cansaço, de tristeza, de amargura, de agonia. Que tudo isso possa ser dissipado neste momento e realizada essa limpeza. Nós te rogamos, Jesus, as energias renovadoras que nós precisamos. Nós te pedimos energias de tranquilidade, de paz, de harmonia e, ao mesmo tempo, Senhor, de ânimo, de vigor, de coragem para o enfrentamento do dia a dia da vida terrena. E te pedimos que o Senhor leve essas energias aos nossos lares, aqueles que convivem conosco no nosso

o tempo, Senhor, de ânimo, de vigor, de coragem para o enfrentamento do dia a dia da vida terrena. E te pedimos que o Senhor leve essas energias aos nossos lares, aqueles que convivem conosco no nosso ambiente doméstico, os nossos familiares, amigos, vizinhos, parentes, companheiros de estudo e de trabalho, companheiros de casa espírita, de movimento espírita e, enfim, Jesus, a todos aqueles que necessitam de ti neste momento. Que o Senhor seja o litivo, que todos os corações aflitos buscam e que o Senhor possa levar paz e harmonia a todos, principalmente aqueles que passam por dificuldades, seja no campo espiritual, emocional, seja no campo físico. Muito obrigado por tudo. Graças te damos. Que assim seja. Graças a Deus. Lucas, antes de passar a palavra a você, tem comentários aqui, ó. pessoal que tá participando com a gente, Miriam Mariano está conosco. Valeu Miriam, obrigado por estar conosco aqui no Inés falando de Espiritismo. Equipe da TV Secal, né, retransmitem o nosso conteúdo. Web rádio Fraternidade, TV Conecta Espiritismo, TV Goiás Espírita, Rede Amigo Espírita, Grupo Espírita Fonte Viva, ah, eh, Rádio Portal da Luz, TV SECAL. Então, tá todo mundo retransmitindo esse conteúdo. Então, fica aqui o nosso agradecimento à equipe da TV SECAL Florianópolis, Santa Catarina. Valeu demais, muito obrigado. Suzi Prudente, Lar de Jesus, aqui de Goiânia. Valeu demais, Suzi. Obrigado por mais uma vez estar conosco. Presença internacional Selma Denmark, direto dos Estados Unidos, nos acompanhando também. Valeu, Celminha. Obrigado, viu? Mais uma vez está conosco, grande parceira do Iges, Rui Meirelles, Federação Espírita do Estado de Goiás, Conselho de Administração. Valeu demais, Rui. Obrigado. Que bom que você está aqui, meu irmão. José da Costa, outra pessoa bacanésima que eu tive o prazer de conhecer no Encontro Espírita no congresso aqui de Goiás. José da Costa, de Goianesa, Goiás. Valeu demais, Zé. Muito obrigado por mais uma vez estar prestigiando o Ig falando de espiritismo. Então é isso. Eh, vou

Encontro Espírita no congresso aqui de Goiás. José da Costa, de Goianesa, Goiás. Valeu demais, Zé. Muito obrigado por mais uma vez estar prestigiando o Ig falando de espiritismo. Então é isso. Eh, vou colocar aqui, ó, para que vocês vejam. Então, o Lucas vai falar pra gente acerca desse tema, o erro antiespírita, né? Deixa eu colocar mais uma vez aqui a capa da obra, só para que vocês tenham noção aí. E aí eu vou até te pedir, Lucas, para você já começar já falando aí como é que o pessoal já já já está nas nas bibliotecas virtuais aí, já o pessoal já encontra. >> Sim, eu agradeço muito ao CCDPE pela pela oportunidade que me deu de editar essa obra. É uma das obras de natureza de temática espírita que tem uma editora. Você citou alguns dos meus livros que nós lançamos em matéria de espiritismo, mas dois deles são lançamentos independentes, né? O primeiro que é o Espiritismo perante seus inimigos e desafios contemporâneos é um lançamento independente que você encontra nas lojas virtuais, mas não tem uma editora própria. Nós lançamos os três autores independentemente e o progresso à luz do Espiritismo também é um lançamento independente. Você encontra no site do Clube dos Autores na Amazon, mas não tem uma editora. Esse livro, assim como o História Geral do Espiritismo de 2023, é um lançamento do CCDPE, o Centro de Cultura, Documentação e Pesquisa do Espiritismo Eduardo Carvalho Monteiro, na figura da sua diretora, Júlian Nezu, a quem agradeço muito a parceria nesse lançamento. E o livro já está em, assim como agradeço também a revisão do Orlando que mais uma vez foi o revisor do História Geral também, o AJ Orlando mais uma vez colaborando. E a capa do André Estênico, eu adorei essa capa, achei uma capa maravilhosa. Então, do ponto de vista estético, fica também aí a meu agradecimento. O livro está eh disponível na livraria do CCDPE, na livraria virtual do CCDPE também. você consegue o livro impresso por lá, diretamente na editora, mas na Amazon você também consegue a versão

imento. O livro está eh disponível na livraria do CCDPE, na livraria virtual do CCDPE também. você consegue o livro impresso por lá, diretamente na editora, mas na Amazon você também consegue a versão eletrônica, né? O ebook já está disponível também na Amazon. São as maneiras que eu tenho conhecimento de que você pode adquirir essa obra. Meu irmão, eu tenho é aquele link que você me mandou, não é? Por aquele link chega no no chega no na sua obra aí. Deixa eu ver aqui. >> Então, eu confesso que já não me lembro de de ter. >> Eu acredito que sim. Aqui, ó, só pra gente confirmar. Deixa eu ver aqui, porque aí eu já coloco no comentário aqui pro pessoal, para o pessoal buscar, quem tiver interesse. Quer ver? Ó, deixa eu colocar aqui para nós. Vou colocar aqui para nós, só para você. Eu acho que você vai confirmar para mim. Acho que é isso mesmo. Quer ver aqui, ó? Eu acredito que por esse link aqui, sim. Chega sim. >> Ah, exatamente. É o é o link para obter o livro impresso >> na livraria do CCDP. Exatamente esse. >> Tá. Eu vou colocar aqui, pessoal, quem tiver interesse, eu vou colocar como comentário aqui, só clicar que você chega então lá na obra do Lucas Berlza, o erro ante espírita. Tá bom, meu irmão? Então é contigo agora para você explorar esse tema pra gente. >> Bom, primeiro lugar, agradeço, reitero meu agradecimento aos que permitiram que esse livro existisse e o agradecimento também ao Igio por nós podermos utilizar eh essa data dos nossos encontros marcados. essa oportunidade que tenho, como disse o Adriano, tenho muitas dificuldades de agenda, mas eh é um prazer estar aqui, uma satisfação e poder usar esse momento que nós conseguimos e um dever também, né, estar aqui e nós podermos usar esse momento que nós reservamos para poder falar dessa obra, do que que tem nesse livro, qual é a proposta dele, né? Eu agradeço a todos que estão acompanhando, que estão assistindo e espero que desperte alguma reflexão e talvez o interesse de eh se aprofundar no conteúdo que o livro

vro, qual é a proposta dele, né? Eu agradeço a todos que estão acompanhando, que estão assistindo e espero que desperte alguma reflexão e talvez o interesse de eh se aprofundar no conteúdo que o livro contém. E como é que esse livro surgiu? Há uns bons anos, vocês talvez conheçam o grupo Apologética Espírita. Há uns bons anos eu travei contato com esse grupo na internet. Eles tinham um site, encontrei o site, e era um grupo que se dedicava basicamente a responder a críticos do espiritismo, adversários do pensamento espírita, adversários tanto do ponto de vista da ciência formal, pessoas que achavam que eh a o espiritismo era inverídico, que as suas bases experimentais são questionáveis, etc. espiritual, como também adversários do ponto de vista teológico, religioso, críticos de do clero católico ao espiritismo. Lembro de respostas que o grupo Apolog Espírita fazia, por exemplo, aos artigos da Monfort, que é uma associação tradicionalista católica, criticando Kardec, falando em racismo, em Kardec, aquelas polêmicas que volta e meia se suscitam para descredibilizar não apenas a doutrina espírita em si mesma, mas também a própria pessoa do nosso fundador, do nosso sistematizador Allan Kardec, o famoso Adióni, né? E o grupo Apologética Espírita se dedicava a responder a essas críticas, a fazer uma refutação em nome do pensamento espírita. E eles chamavam isso de apologética. Porque a palavra apologética, ela nasceu eh originalmente ela era usada no seio da Igreja Católica, né, como significando a defesa argumentativa dos dogmas da igreja, dos pontos de vista da igreja, mas ela foi generalizada para qualquer outra doutrina ou sistema de pensamento. Então, qualquer doutrina ou sistema de pensamento que que cujos adeptos exerçam uma defesa argumentativa dos seus princípios, está fazendo uma atividade apologética. Muitas vezes os espíritas acham que o espiritismo não precisa de defesa. Nós não temos que defender o espiritismo dos seus críticos. Não temos que argumentar que a a vitória da doutrina espírita é

ca. Muitas vezes os espíritas acham que o espiritismo não precisa de defesa. Nós não temos que defender o espiritismo dos seus críticos. Não temos que argumentar que a a vitória da doutrina espírita é fatal, né? Como se nós não fôssemos cada um dentro das suas competências. cada um dentro do seu patamar, das suas aptidões, convocados também enquanto beneficiados diretos pela mensagem espírita, a tomar a nossa parte na ação espírita, a tomar a nossa parte também, portanto, na reflexão filosófica, no sentido de defender os fundamentos da doutrina contra as críticas que lhe são levantadas. E o o a introdução desse livro eh intitulada Introdução e Propósito deste trabalho, a introdução do meu trabalho, o erro antiespírita, ela eh tenta demonstrar através dos exemplos eh da própria obra de Kardec, como ele se dedicou sim a atividades apologéticas. Kardec dizia que não era razoável eles se intrometerem polêmicas que fossem estéreas, que fossem vazias, o puro adióne, né? Uma uma mera tentativa de provocar bafafá, de provocar bateboca. Mas quando se tratasse de uma distorção séria, de um princípio sério do espiritismo, o Kardec se prontificava a refutar e a defender a doutrina tanto de críticos do ponto de vista científico, a mais de um confrontado nas páginas da revista espírita, quanto críticos do ponto de vista religioso. Todo o esforço que Kardec empreende no fim das contas para ele sustentar o ponto de vista espírita para explicação dos fenômenos com os quais ele se defronctava é um esforço de refutar as outras explicações que se levantavam. A gente vê isso com clareza no capítulo de O livro dos Médiuns intitulado dos sistemas, onde a gente vê várias hipóteses que eram levantadas na época para explicar a fenomenologia dita mediúnica sem recorrer à explicação espírita. E Kardec vai e demonstra, porque cada uma dessas hipóteses tinha fragilidades, porque cada uma dessas hipóteses caía por terra diante do que a experiência e as considerações racionais em cima do que se observava permitiam

tra, porque cada uma dessas hipóteses tinha fragilidades, porque cada uma dessas hipóteses caía por terra diante do que a experiência e as considerações racionais em cima do que se observava permitiam depreender. Então, Kardec faz a atividade apologética no livro dos médiuns, faz a atividade apologética na introdução de O livro dos espíritos, que se intitula, na verdade, Introdução ao estudo da doutrina espírita. Ele faz uma atividade claramente apologética nas páginas de o que é o Espiritismo, onde ele transcreve ali diálogos com o cético, diálogos com o sacerdote, que estão ali trazendo argumentos, são personagens que Kardec criou para para criar aquele diálogo fictício, aqueles diálogos fictícios que compõem boa parte da obra. Mas aqueles personagens que Kardec criou são inspirados em opiniões reais que existiam na sociedade e que eram suscitadas para confrontar o paradigma espírita de pensamento. Então, Kardecou um diálogo em que ele está respondendo a essas críticas, ou seja, é um diálogo de natureza essencialmente apologética. E nas páginas da revista espírita, então, nem se fala o quanto que há nas páginas da revista espírita de respostas de Kardec a artigos de críticos eh da doutrina. E para demonstrar isso, eu reservo a introdução do meu livro, a boa parte dela, a transcrever e elencar eh a maioria dessas atividades apologéticas que Kardec desenvolveu, mostrando inclusive por citações textuais da própria obra, principalmente da revista espírita, mostrando que Kardec se preocupou sim em exercitar a atividade apologética e não há por eh os espíritas abandonarem essa preocupação. E eu vi isso sendo feito pelo grupo Apologética Espírita. Depois a página dele saiu do ar. Já tive a informação de que está de volta. Nós temos um novo site do grupo Apologético Espírita no ar hoje. E nó e nós nos dedicamos em algumas circunstâncias a atividades apologéticas. O nosso livro O Espiritismo, perante seus inimigos e desafios contemporâneos é um livro essencialmente apologético, embora ele

e nós nos dedicamos em algumas circunstâncias a atividades apologéticas. O nosso livro O Espiritismo, perante seus inimigos e desafios contemporâneos é um livro essencialmente apologético, embora ele faça também em alguns aspectos uma apologética interna. Quer dizer, ele procura responder também algumas distorções internas ao próprio movimento espírita. É uma preocupação um pouquinho diferente. O livro O progresso à luz do Espiritismo, não é um livro apologético pura e simplesmente, mas ele tem um componente apologético também no seu conteúdo. E esse livro é essencialmente apologético. O título já diz isso, o erro antiespírita, o que significa dizer que a nossa intenção é demonstrar como a filosofia espírita é capaz de resistir aos ataques que lhe vêm sendo desferidos. O problema é que o próprio Kardec recomendou no catálogo racional de obras para se fundar uma biblioteca espírita publicada em 1869, ele recomendou uma série de obras contra o espiritismo, dizendo que o espírita não deve temer essas obras, não deve temer se debruçar sobre os seus argumentos. E eu diria que isso tem uma importância, não apenas no sentido de responder a eles e e dar oferecer ao público espírita ou interessado no espiritismo uma resposta a distorões que estejam sendo difundidas pelos adversários do pensamento espírito, o que é a função eh eh precípo de qualquer divulgador. É não apenas isso, mas eu também considero que a apologética é uma atividade importante para nós mesmos espíritas, na nossa reflexão pessoal sobre a doutrina, fortalecermos a nossa fé. Porque se a nossa fé ela é eh convidada a ser uma fé raciocinada, como Kardec diz em o Evangelho Segundo o Espiritismo, ela precisa se basear em argumentos sólidos e esses argumentos precisam trabalhar com aquelas aqueles argumentos que são levantados em crítica à suas bases fundantes. Então, a apologética, ela tem tanto o objetivo de oferecer ao público em geral uma resposta a mentiras, a deformações, eh uma demonstração ao público do que que o

os em crítica à suas bases fundantes. Então, a apologética, ela tem tanto o objetivo de oferecer ao público em geral uma resposta a mentiras, a deformações, eh uma demonstração ao público do que que o Espiritismo tem a dizer sobre os pontos que os críticos levantam contra ele, como também ela tem um papel individual de fortalecer a nossa fé através da reflexão. Por isso achei importante que novas atividades apologéticas fossem desenvolvidas. Mas acontece que boa parte das obras que Kardec recomendou que fossem lidas pelos espíritas da sua época no catálogo racional, apresentando-as como sendo obras contrárias ao espiritismo, são obras que não t hoje grande penetração. São livros que não são reimpressos, livros que não tem nem tradução em português, são do francês da época dele. São obras que não têm mais impacto. Eu não tô dizendo que eh não é válido nós pesquisarmos historicamente, levantarmos essas obras as quais Kardec respondeu. Eh, maioria delas ele respondeu na própria revista espírita, então a resposta já foi dada diretamente a elas, né? Kardec ele ele elenca no catálogo racional as obras para serem lidas, mas ele nas páginas da revista espírita, a maior parte dos livros que ele elenca ali, ele já responde em artigos eh mais aprofundados eh nas próprias edições da revista, né? Mas essas obras elas estão fora de catálogo hoje, né? No Brasil você não vai encontrar essa literatura. Acontece que depois da morte de Kardec, a gente sabe muito bem, a gente aborda um pouco isso no nosso livro sobre a história geral, mas não é o foco aqui. E o espiritismo no mundo, ele sofreu uma queda relevante de de significado, de expressão enquanto movimento social. Ele foi ganhar corpo no Brasil. A gente tem outros países do mundo que têm movimentos espíritas antigos com continuidade histórica, embora não tenham tido o mesmo peso, o mesmo impacto social quantitativo que o espiritismo teve no Brasil, né? Mas a o fato que não não podemos negar, não podemos ignorar é que o Espiritismo

istórica, embora não tenham tido o mesmo peso, o mesmo impacto social quantitativo que o espiritismo teve no Brasil, né? Mas a o fato que não não podemos negar, não podemos ignorar é que o Espiritismo decaiu de expressão e de relevância no mundo, né? na própria França, na Europa, de maneira geral, ele decaiu. É um fato. Isso pode ter desestimulado naturalmente a realização de novas obras de ataque ao espiritismo. Porque se você não identifica no espiritismo um movimento social presente no teu meio, no teu debate público, eh, e que tem relevância ao ponto de você de merecer uma resposta tua, de você querer atacá-lo, né, você acaba não tendo obras sendo desenvolvidas, eh, no sentido de criticar a doutrina espírita. Mas desde Kardec até hoje, na minha opinião, do que eu pude perceber, eu identifico duas obras que eu vejo como mais abrangentes ou sistemáticas na sua crítica ao espiritismo e que nos permitem, portanto, ao desenvolver uma resposta a elas, ao exercitar uma atividade apologética em relação a elas, aprender um conjunto maior de temas, de pontos que podem favorecer até a nossa própria reflexão. doutrinária enquanto espíritas. Eu identifico duas obras que têm essa posição, a meu ver. A primeira delas chama-se O erro espírita e foi publicada em 1923 por um autor também da França chamado Renê Guenon, uma obra, portanto, do começo do século XX. E a o título do livro do meu livro erro antes é uma provocação bem humorada ao título da obra do Renê Guon. Como muitos espíritas desconhecem a obra de Guenom, pode passar despercebido que o título é por isso, né? Por isso a importância de explicar. Eh, então, a obra do Renegon, o erro espírita de 1923 e o trabalho apologético desenvolvido no Brasil pela Igreja Católica contra os fundamentos da doutrina. Eh, nesse trabalho eu destacaria a obra do Frei Boaventura Clopurg, cujo trabalho mais recente que procura condensar de maneira mais objetiva eh todas as críticas que ele desenvolveu ao longo da vida ao Espiritismo, é o livro

tacaria a obra do Frei Boaventura Clopurg, cujo trabalho mais recente que procura condensar de maneira mais objetiva eh todas as críticas que ele desenvolveu ao longo da vida ao Espiritismo, é o livro Espiritismo, orientação para os católicos, que foi publicado em 1991, né? Essas duas obras, na minha opinião, do que eu pude aprender, elas são as obras mais abrangentes de crítica ao espiritismo. E, portanto, o meu trabalho, o erro antiespírita, é uma tentativa de responder às críticas contidas dessas duas obras, o erro espírita e o espiritismo, orientação para os católicos. Essa é a intenção do trabalho e ao mesmo tempo em que eu respondo, procuro responder a essas críticas, estimulando naturalmente os espíritas que travem contato com a obra a fazerem também os seus próprios esforços apologéticos, quem sabe trazendo argumentos que complementam ou até melhorem muito o que eu escrevi aqui. É um convite realmente que eu faço aos nossos amigos é que deem continuidade a esse trabalho. Nós somos chamados à ação, nós não somos chamados à inércia. Então, também é da nossa responsabilidade responder a a as investidas que se fazem ainda hoje ao espiritismo. Ainda que muitas dessas investidas se façam reciclando o que Kardec havia respondido ao seu tempo, essas reciclagens dão novas formatações às críticas que podem eh erroneamente eh dar a impressão de que se descobriu a pólvora. Então, cabe aos espíritas de hoje articularem através do texto escrito, da palavra falada, uma resposta a a esses a essas dinásticas que os críticos realizam contra a doutrina. Eu até no livro agradeço a esses críticos pela crítica que fizeram ao espiritismo, porque nos dão essa oportunidade de nós robustecermos a nossa fé através desse exercício racional, desse exercício argumentativo. Então eu digo aqui que o nosso livro se constituirá de duas abordagens centrais. A primeira examinará o livro O erro espírita de autoria do pensador francês Genon, cuja crítica do começo do século XX continua a ser mobilizada.

osso livro se constituirá de duas abordagens centrais. A primeira examinará o livro O erro espírita de autoria do pensador francês Genon, cuja crítica do começo do século XX continua a ser mobilizada. curiosamente, por certa intelectualidade católica brasileira para combater o espiritismo. O trabalho desse autor, no entanto, consiste em uma crítica muito mais formulada do ponto de vista filosófico e histórico do que do ponto de vista teológico, não sendo ele sequer católico. Inclusive, Renegen não era católico, ele ele era vinculado ao misticismo islâmico, por incrível que pareça, né? E é um trabalho que efetivamente se debruçou sobre a vida e obra de Kardec e dos pioneiros espíritas que o circundaram, o que justifica sobre maneira o seu exame. Por muito tempo eu vi uma uma certa militância intelectual eh eh oriunda do movimento católico, da Igreja Católica, usando esse livro e dizendo claramente: "Olha, os espíritas só são espíritas porque eles não leram o erro espírita de reagão". Porque se lem esse livro, o espiritismo ia pro lixo. Não tem resposta, não tem argumento. E de fato a gente encontra algumas argumentações isoladas de espíritas citando a obra do Guen e refutando esse ou aquele ponto. Mas eu nunca tomei conhecimento de uma refutação sistemática do livro inteiro, ponto a ponto, tentando discutir com os os raciocínios que Guen desenvolveu. Nunca encontrei isso, por isso resolvi fazer. Essa foi a ideia do livro. O livro surgiu por isso, né, para eu fazer essa resposta a essa obra que eu via e continuo vendo, sendo citada pelos adversários do Espiritismo, principalmente uma certa militância intelectual católica no Brasil, que não obstante o autor não fosse católico, levanta a obra dele como a demolição final, o argumento definitivo que soterrou a doutrina espírita. Eu procuro no livro demonstrar que não é bem assim. né? A pessoa achasse o contrário, não seria mais espírito. Na segunda parte do livro, gostaríamos, que é menor, né? Gostaríamos de examinar algumas críticas

ro no livro demonstrar que não é bem assim. né? A pessoa achasse o contrário, não seria mais espírito. Na segunda parte do livro, gostaríamos, que é menor, né? Gostaríamos de examinar algumas críticas ao espiritismo propriamente do ponto de vista religioso, que embora os católicos estejam usando a crítica de Guenom, vocês vão ver, se vocês lerem o livro, eu vou vou fazer uma breve explanação do conteúdo, né, aqui para vocês, vocês vão ver que a maior parte das críticas do Genon não é teológica, não é religiosa, não. São críticas do ponto de vista histórico, conceitual, filosófico, experimental. Então, eh, ela elas permitem abarcar um outro escopo de pontos de vista pelos quais o espiritismo pode ser atacado, ensejando reflexões de nossa parte do que ele tem de fortaleza, do que ele tem de argumento para se eh para robustecer a nossa fé. Então, na segunda parte do meu livro, eu vou responder uma crítica que é realmente do ponto de vista religioso, o que nos permitirá abordar brevemente o tema polêmico das relações entre a doutrina espírita e a religião, bem como especificamente o cristianismo, abordagem que já tocamos sutilmente em outros trabalhos, mas na qual aqui nos deteremos de forma mais direta. Essa apreciação do tema unirá o que consta da obra cardeciana acerca desse assunto a ponderações e opiniões de ordem mais pessoal que tomaremos o cuidado de indicar como tais e que nos julgamos no direito de expor como autor, rogando ao leitor que não atribua à doutrina a responsabilidade por elas. Eu tomo esse cuidado. Tem algumas algumas considerações que eu faço nessa segunda parte que são mais de uma ordem pessoal. a minha posição sobre o que eu tô observando, eu tomo o cuidado de apontar como tais para que o leitor entenda que eu não tô falando em nome da doutrina espírita. Não que eu esteja falando em nome da doutrina espírita em qualquer parte do livro, sempre tem uma carga de subjetividade. Não é Kardec escrevendo, não é uma obra que seja montada com base no controle universal do ensino dos

do em nome da doutrina espírita em qualquer parte do livro, sempre tem uma carga de subjetividade. Não é Kardec escrevendo, não é uma obra que seja montada com base no controle universal do ensino dos espíritos, obviamente. Mas eh eh existe aí um um que maior de subjetividade que eu aponto nessa parte pro leitor ficar atento. Para representar esses ataques ao espiritismo do ponto de vista religioso, optamos por nos concentrar no trabalho do bispo brasileiro Carlos José Boaventura Copenburg, que faleceu em em 2009. Na verdade, ele não nasceu no Brasil, mas a vida dele toda foi no Brasil. A sua a sua atuação pública foi no Brasil. A sua vivência como sacerdote da Igreja Católica foi no Brasil, cujas obras a respeito se notabilizaram junto à militância católica desejosa de combater as ideias espíritas. lançando mão da mais recente publicação Espiritismo, orientação para os católicos de 1991, na qual o autor procurou sistematizar o conteúdo que julgava mais pertinente a sua contemporaneidade. Então, a partir daqui, eu vou mostrar para vocês sinteticamente o que é que tem cada capítulo, em cada sessão do livro, né? Primeiro, a crítica de um erro espírita de Renê Genon, a primeira grande sessão do livro, que é a maior disparado, cujo primeiro subtítulo é quem foi Renê Genon. É óbvio, eu preciso apresentar, embora a intenção não seja analisar a na sua completude o pensamento genoniano, eu preciso apresentar quem foi o sujeito, em linhas gerais, qual foi o ponto de vista a partir do qual ele eh desenvolveu a sua crítica à doutrina, né? Renegueron era um autor francês que defendia a chamada filosofia perenialista. Segundo essa filosofia, existiu uma tradição religiosa primordial na humanidade, a partir da qual todas as outras tradições religiosas se desenvolveram. E quanto mais tradicional for uma concepção, uma estrutura religiosa, doutrinária, teológica, mais próxima ela estará desse fundamento real, subjacente a todas as tradições. Henegen com isso se desenvolveu como um autor extremamente

a concepção, uma estrutura religiosa, doutrinária, teológica, mais próxima ela estará desse fundamento real, subjacente a todas as tradições. Henegen com isso se desenvolveu como um autor extremamente crítico à modernidade, ao mundo moderno, crítico, por exemplo, à democracia moderna, as instituições políticas modernas, a própria ideia de liberdade individual, igualdade perante a lei. Ele foi um grande crítico de tudo isso e ele enxergava o espiritismo como de fato o espiritismo é, embora tenha antecedentes, embora seja a repercussão de fenômenos e leis naturais que existem desde a Aurora dos tempos, a formatação da doutrina espírita é uma formatação que só seria possível no mundo moderno, no século XIX, em que o Espiritismo nasceu. E o Guou, como é um crítico de todo esse caudo cultural moderno, ele coloca o espiritismo nesse bojo. O espiritismo seria já problemático na raiz apenas pelo fato de ser moderno, de Kardec ser um professor do século XIX. Só por isso o Espiritismo já seria motivo eh de descrédito. Genon tem uma série de ideias excêntricas. Por exemplo, ele acreditava eh na ideia mística de Agarta, de um mundo eh dentro da Terra. Enfim, eu ten uma série de ideias esotéricas eh em Guen no pensamento perenalista dele e embora ele fosse um crítico de outros movimentos esotéricos e ocultistas, como a própria teosofia, por exemplo, que contaminou durante um certo tempo o movimento espírita francês pós Kardec, né, na época da liderança de Lemari, houve uma grande penetração da teosofia no movimento espírita francês. Então, muita gente poderia ler essa apresentação na sequência. Eu eu tenho uma sessão intitulada Breves Considerações sobre a crise do mundo moderno, que é uma das obras mais populares de Genon, em que ele e eh sistematiza mais ou menos as bases do seu pensamento antimoderno, né? Muitos poderiam ler isso aqui e dizer: "Bom, mas isso é óbvio que esse autor era um cara biruta, que não há porque perder tempo com a leitura de uma para em refutar alguma coisa que ele escreveu

, né? Muitos poderiam ler isso aqui e dizer: "Bom, mas isso é óbvio que esse autor era um cara biruta, que não há porque perder tempo com a leitura de uma para em refutar alguma coisa que ele escreveu sobre o espiritismo, porque ele era biruta, mas é um autor que conquistou uma grande influência eh em na área de religiões comparadas, por exemplo. Ele foi lido por Melé Eliad, embora Eliad tenha criticado alguns pontos da sua abordagem, é um autor que encontrou uma uma recepção relevante na intelectualidade, apesar desses absurdos que ele escreveu. E ele realmente, se você se dedicar a ler o erro espírita, você vê que ele realmente leu pelo menos alguma coisa. O quanto ele absorveu da leitura dele de Kardec é é questionável, mas ele leu, ele cita Kardec, ele tem informações sobre a biografia de Kardec e é como disse o Kardec, o próprio Kardec, né? Nós não vamos perder tempo com um crítico que claramente não leu nada do que tá falando, não sabe nada do que tá falando. Não é exatamente o caso de Reneguen para fazer justiça a ele. A obra dele tem abrangência suficiente para merecer a nossa atenção e merecer o nosso esforço em respondê-la, apesar de todas as características outras do autor que a gente possa considerar que o desabono, né? Eu já começo a analisar capítulo a capítulo do livro do Bien. Numa sessão inicial, prefácio, capítulo um, definição de espiritismo. E capítulo dois, origens do espiritismo. Eu vou trabalhar como é que Genon conceitua o espiritismo. Ele alternativamente usa a palavra espiritismo, como a gente vai encontrar em em uma muita literatura sendo feito dessa maneira. Ele usa a palavra espiritismo alternativamente como uma referência específica à obra de Kardec, mas também muitas vezes como um sinônimo do movimento espiritualista moderno como um todo. Aquele movimento nascido em 1848 com as irmãs Fox oficialmente, do qual o espiritismo, a obra de Kardec é uma subdivisão, é um desdobramento. E Kardec, por muito tempo entendeu que a filosofia contida nas suas obras poderia

o em 1848 com as irmãs Fox oficialmente, do qual o espiritismo, a obra de Kardec é uma subdivisão, é um desdobramento. E Kardec, por muito tempo entendeu que a filosofia contida nas suas obras poderia ser acolhida pelo movimento espiritualista moderno inteiro, mas na prática isso não aconteceu até hoje. De maneira que esses dois movimentos, o anglo-americano originado com as irmãs Fox e o Franco latino iniciado por Kardec, esses dois movimentos se desenvolveram com uma certa separação, uma certa autonomia na prática, né? Até hoje é assim. Houve um tempo em que havia uma interação maior entre eles, mas eh os dois movimentos ainda existem, mas estão relativamente dissociados na prática, embora tenham muitos pontos em comum e sejam duas escolas de uma mesma grande árvore eh proporcionada pela revelação dos espíritos. Então, o Guen usava a palavra espiritismo para se referir a essas duas coisas, né? tanto o espiritualismo anglo-americano quanto o espiritismo especificamente. Eu aproveito essa sessão, eh, deixando isso claro, para explicar primeiro que eu, pessoalmente, como autor, uso a palavra espiritismo especificamente para se referir para me referir à doutrina fundada por Kardec. é a minha preferência, né, que é uma preferência que também é, por exemplo, a preferência de um autor eh britânico do começo do século XX, o próprio Arthur Conandoy escreveu no seu história do espiritualismo que a palavra espiritismo era preferência de Kardec, era o movimento dele, o que mostra que sempre foi um termo marginal fora desse ciclo. Ele ganhou mais penetração nos países onde a obra de Kardec teve mais efeito, teve mais repercussão, né? Eu aproveito essa sessão para contar um pouquinho resumidamente da história do espiritualismo moderno e do espiritismo, que é também um argumento, um instrumento que Guen usa para criticar o espiritismo, mostrar as divergências que existiram entre as escolas do espiritualismo. Isso para Genon seria um argumento suficiente para mostrar sua fragilidade. E Kardec responde isso na

criticar o espiritismo, mostrar as divergências que existiram entre as escolas do espiritualismo. Isso para Genon seria um argumento suficiente para mostrar sua fragilidade. E Kardec responde isso na doutrina também, quando ele fala que as ciências nascentes desenvolviam escolas distintas. E a gente poderia também devolver ao próprio Guenom, já que ele louva tanto as chamadas religiões tradicionais, como que existem decisões e dissidências dentro dessas mesmas religiões tradicionais, muito mais do que o espiritismo eh teve tempo para para produzir dissidências e divisões, né, embora nós as tenhamos. Então, eh, eu aproveito a a necessidade de confrontar esse argumento do Guen para contar um pouquinho dessa história, resumidamente, um pouco do conteúdo que está muito mais desenvolvido no nosso outro livro, A história geral do Espiritismo, e discutir essa questão da da do sentido da palavra espiritismo a depender da obra para a qual nós olhamos. A segunda, a sessão seguinte, eh, confrontando a obra de Guenon, eu chamo de O perespírito e a concepção espírita do ser humano. Segundo Reneguen Reneguen era muito crítico da ideia de perespírito. Ele achava que, por exemplo, aqui simplificando muito, né, o que eu desenvolvo nesse nessa sessão, né, ele achava que se o espírito tem um perespírito e através do perespírito ele consegue produzir um fenômeno mediúnico ligando-se a um médium, por que que ele não consegue produzir fenômenos por si mesmo, eh, independentemente a qualquer momento? Ele achava que isso era um absurdo. Reneguilon achava achava que isso não fazia sentido. Se era matéria ou perespírito, independentemente da sua consistência, ele deveria ser capaz de produzir eh efeitos materiais diretos. E aí ele afasta toda a consideração moral. Se o perespírito, se o mundo espiritual fosse exatamente a mesma coisa que o mundo material e tivesse o mesmo acesso a à matéria densa que nós encarnados temos, se fosse possível que o espírito comesse como nós comemos, que o espírito jogasse

sse exatamente a mesma coisa que o mundo material e tivesse o mesmo acesso a à matéria densa que nós encarnados temos, se fosse possível que o espírito comesse como nós comemos, que o espírito jogasse bola como nós jogamos, que o espírito se reproduzisse como nós nos reproduzimos. Se fosse possível isso, para que diabos a encarnação? Para que diabos se Deus entende? Se Deus considera, é um verbo ruim para usar em relação a Deus, né? Mas se Deus considera que é positivo para nós como criaturas que nós vivenciemos uma experiência de obstrução dos nossos sentidos mais amplos, em que nós vamos poder promover reajustes morais e, portanto, nós esquecemos o passado. Se Deus considera que assim ou é, né, que sentido haveria em vida espiritual ser exatamente igual a esta experiência? Então esse é só um dos pontos que eu enfrento da crítica que Guenon faz ao perespírita. Eu aproveito essa parte também para rebater críticas que não são necessariamente do Genon, embora ele também faça em parte, mas que a gente vê por aí também circulando, apontando o espiritismo como se o Espiritismo fosse materialista ou panteísta. Não obstante, o livro dos espíritos, logo no capítulo um, já traga uma refutação objetiva ao panteísmo. Mas isso não é o bastante para muitos críticos que até vão pegar obras de outros autores, por exemplo, Leon e vão pegar trechos que parecem sugerir uma visão panteísta, imputando aquilo ao espiritismo, quando a gente sabe muito bem que a nossa fonte autorizada é a obra de Kardec. Elas ali estão as nossas obras fundamentais, ali estão os nossos alicerces. O espírita como indivíduo, incluindo o autor espírita, ele erra. Ele não é uma fonte autorizada para determinar o que é o espiritismo e o que não é. Essa fonte é a obra fundamental, a obra de Kardec. Então eu discuto esses pontos aqui na sequência também discuto um pouco sobre a concepção de natureza humana à luz do espiritismo. A nossa concepção de natureza humana confronta um paradigma, por exemplo, aristotélico tomista, que a

ui na sequência também discuto um pouco sobre a concepção de natureza humana à luz do espiritismo. A nossa concepção de natureza humana confronta um paradigma, por exemplo, aristotélico tomista, que a atrela a forçosamente a alma ao corpo e não consegue entender a ideia do espírito separado do corpo, porque não discute um pouco isso na obra dele também. E esse esse paradigma aristotélico tomista, que é o que leva, por exemplo, ao dogma da ressurreição da carne, a ideia que muitos eh cristãos tem, católicos têm, de que a alma ela precisa estar ligada a esse mesmo corpo ou a uma a um corpo muito parecido com ele, que vai ter que se recompor eh no juízo final, etc. e tal, né? E e eles usam isso para criticar a ideia de reencarnação, que a alma poderia se associar a vários corpos, né? O espiritismo, por sua vez, ele se sustenta numa concepção dualista, com uma concepção platônica, que justifica ali uma divisão entre a alma, o espírito em si e a matéria e o corpo. uma uma divisão que não é absoluta, porque o espírito tá sempre em relação com algum tipo de matéria, mas que forçosamente faz sentido para nós, até porque não tem lógica o corpo se decompor para depois aquele mesmo corpo, aquela mesma forma necessariamente e forçosamente ter que se reconstituir. É sinal de que a criação divina perde tempo. Para que então destruir aquele corpo se ele vai ter que se recompor depois, né? a visão reencarnacionista faz muito mais sentido. Então, eu discuto essa questão aqui nessa sessão em maiores detalhes, o papel do fluido do médium na produção do fenômeno, que é o motivo pelo qual eh o espírito não pode, o motivo material pelo qual o espírito não produz os fenômenos independentemente de médium a torto e à direita. No capítulo três, começos do espiritismo na França. Esses são os títulos dos capítulos do erro espírita. E aí eles intitulam também as sessões do meu livro, onde eu vou responder a cada um desses capítulos. Então, nessa sessão, eu dedico uma sessão a responder isoladamente ao capítulo três, começos

rita. E aí eles intitulam também as sessões do meu livro, onde eu vou responder a cada um desses capítulos. Então, nessa sessão, eu dedico uma sessão a responder isoladamente ao capítulo três, começos do espiritismo na França, eh, que eu mostro ali algumas críticas que que Guen faz, por exemplo, ao fato de que Kardec era mesmerista, praticava o magnetismo animal. E Genon fala que Kardec estava produzindo toda a atividade mediúnica dele, mesmerizando os médiuns, como se isso significasse que eles os estaria hipnotizando e, portanto, provocando a força, a manifestação mediúnica, artificialmente, a manifestação mediúnica. Primeiro lugar, eh, não há nada que prove, embora Kardec fale que o médium psicógrafo iniciante, ele pode ser auxiliado por um impulso do magnetismo de um médium mais experimentado, não há nada que prove que o exercício da psicografia que embasou a maior parte das obras de Kardec foi realizado mediante sessões de magnetismo animal por e simplesmente não há nada que prove isso. Ao que tudo indica, eram essencialmente médiuns psicógrafos. O mecanismo pelo qual Kardec espíritos é a psicografia, né? Ah, ainda mais da extensão que era necessária para o desenvolvimento da obra do tamanho que ele realizou. E e a questão do idioma dos espíritos também, a gente coloca lá eh como é que os o Espiritismo vê o livro dos médiuns explica a a manifestação dos espíritos em outras línguas, né? que o espírito, na verdade, não tem eh idioma. A língua dos espíritos é o pensamento e que os espíritos se comunicam através do material que encontram no cérebro do médium, né? Tudo isso a gente discute aqui respondendo as críticas de Genon sobre esse assunto. Também a associação que Guen faz da teoria reencarnacionista com o pensamento dos socialistas utópicos franceses. também enfrenta um essa questão aqui, mas eu também já enfrentei essa questão tanto eh no livro O Espiritismo perante seus inimigos e desafios contemporâneos, quanto num artigo que eu publiquei em coautoria com

renta um essa questão aqui, mas eu também já enfrentei essa questão tanto eh no livro O Espiritismo perante seus inimigos e desafios contemporâneos, quanto num artigo que eu publiquei em coautoria com o nosso amigo Marco Milani da US, intitulado Charles Furrier e Allan Kardec, simetrias e assimetrias, que se encontra na revista Horizonte, uma revista acadêmica, né? A sessão seguinte, capítulo 4, o caráter moderno do Espiritismo e capítulo 5, espiritismo e ocultismo, né? Ah, eu reconheço um mérito na obra de Guena, que é o mérito de de admitir as diferenças profundas entre o espiritismo e o ocultismo, o quanto o espiritismo não se sustenta em sociedades iniciáticas, o espiritismo não tem liturgias, tudo isso, rituais iniciáticos, né, propriamente ditos, tudo isso o Genon sabe e eu elogio o Guen por ele reconhecer isso, mas aí ele ele faz das suas em dizer, por exemplo, que a própria ideia de comunicação dos espíritos, que o espiritismo preconiza, era uma coisa moderna, que os antigos não tinham similares, né? Ele ele ele vai dizer, se o espiritismo era visto por ele, aí sou eu dizendo, como um caminho de origem experimental e desdobramento analítico filosófico para investigar a espiritualidade, como Kardec viu o espiritismo, seria natural que considerasse as diversas apreensões da espiritualidade em todos os tempos como reflexos da verdade subjacente ao pensamento espírito. Há positivamente inúmeras referências mitológicas a personagens que se comunicam com as almas daqueles que morreram, sem qualquer reparo da natureza do que fez Genon, pontificando que seriam apenas vestígios e não o próprio ser individual se comunicando. Ele acreditava que em vez de espíritos, até até os fenômenos mediúnicos são reais na opinião do Guen Mas não são mediúnicos. São manifestações de algo parecido com que a Blavatsk, na teosofia, que o Guon critica, eh, chamava de cascões astrais. É um resquício da personalidade de uma pessoa que morreu, que fica antado na Terra e se manifesta através do médium.

om que a Blavatsk, na teosofia, que o Guon critica, eh, chamava de cascões astrais. É um resquício da personalidade de uma pessoa que morreu, que fica antado na Terra e se manifesta através do médium. Essa era uma das hipóteses que Genon levava a sério para explicar o fenômeno eh mediúnico. Como exemplo, nós podemos figurar as visitas de heróis ao Ades na mitologia grega, como a lenda de Orfeu e Eurídice. Era Orfeu indo ao mundo dos mortos falar com o indivíduo que era sua esposa Eurídice. Não é um cascão, não é um vestígio. Então, os gregos, apesar da ideia ser que um herói foi ao inferno visitar, ao mundo dos mortos, ao ades visitar a alma da pessoa querida que morreu, existe a ideia de que o indivíduo morto pode falar com o indivíduo vivo. Essa ideia tá lá na antiguidade, não é uma ideia que Kardec inventou, que os espíritas e os espiritualistas modernos inventaram. O texto de nosso autor Genon não destacou as atuações dos oráculos, das cibilas e de outras figuras que desde a antiguidade se considerava comunicarem-se com deuses ou demônios, nesta acepção, sem uma conotação exclusivamente negativa. O que o Espiritismo passou a entender como comunicações de espíritos, a exemplo do Dimonion de Sócrates, força invisível a qual esse filósofo atribuía orientações que recebia durante sua vida. Com efeito, o espiritismo enxerga como uma das causas do politeísmo as apropriações de comunicações mediúnicas, tomando por divindades o que não eram mais do que espíritos. Há que acrescentar as práticas de chamanismo, mediante as quais, ainda que em algo similar a estados alterados de consciência, os adeptos se comunicavam com entidades ou espíritos ancestrais. A possibilidade de contato direto com seres de um mundo transcendente ao nosso, de maneira geral, foi lida pelo Espiritismo como sua antecessora, mesmo que não se fizesse uma ideia clara do que estava acontecendo eh do que efetivamente eram os habitantes desse mundo, seria necessária uma dissimulação muito grande dos fatos históricos para negar a

smo que não se fizesse uma ideia clara do que estava acontecendo eh do que efetivamente eram os habitantes desse mundo, seria necessária uma dissimulação muito grande dos fatos históricos para negar a antiguidade dessa expectativa. Além disso, ainda que religiões, como o shintoísmo, por exemplo, o paganismo japonês, né, o politeísmo japonês, não envolvam uma evocação e diálogo eh direto, né, articulado com os espíritos daqueles que já morreram. As oferendas aos antepassados visam a estabelecer alguma relação com eles, pedindo ajuda e orientação, assim como a relação dos católicos com os santos, né, interpretem os católicos como desejarem. É uma relação com pessoas que viveram nesse mundo e o deixaram. O que os católicos fazem quando eles oram aos santos? Santo Agostinho existiu na terra, foi uma pessoa que morreu. Eles estão se dirigindo a espíritos. Não importa como eles pensem sobre isso, é o fato. Eles estão se dirigindo a espíritos, estão fazendo muitas vezes, né, promessas a espíritos e são os santos. O que o espiritismo faz de diferente é positivar e articular esse contato. Mas não é honesto negar que o princípio motor estava por aí há muito tempo, como parece pretender Guen fazer, né? Negar negar isso. Na sequência tem uma sessão, a ciência e a filosofia no espiritismo. Capítulo 6, espiritismo e psiquismo. E capítulo 7, a explicação dos fenômenos. E o outro mérito do Guen é que ele reconhece que ele precisa enfrentar não apenas a teoria espírita, mas também os fenômenos, os fatos nos quais o espiritismo se baseia. Isto porque o espiritismo não é uma teologia que tenha sido criada por um grande revelador religioso. Não é um um um conjunto de dogmas apresentados por um guru ou qualquer coisa do gênero. Ele se baseia em fatos empiricamente constatados, em fenômenos observados por quem o fundou, os fenômenos mediúnicos. Então, é preciso, se você quer destruir o espiritismo ou se você quer defendê-lo, você precisa destruir ou defender os fenômenos. Sem o fenômeno não existe o espiritismo.

dou, os fenômenos mediúnicos. Então, é preciso, se você quer destruir o espiritismo ou se você quer defendê-lo, você precisa destruir ou defender os fenômenos. Sem o fenômeno não existe o espiritismo. Apesar de Kardec dizer que eh a força do Espiritismo mesmo está na sua filosofia, essa filosofia se sustenta no fato de que existe um fenômeno mediante o qual os próprios seres que habitam o mundo espiritual vieram nos revelar, testemunhar a vida que eles experimentam lá. E é com base nisso que a doutrina se constrói e que constrói toda a sua solidez argumentativa. Então o fato espírita está na base, subjacente à filosofia e não pode ser afastado. Então o Guen vai discutir as hipóteses explicativas do fenômeno. E h oportunidade que eu encontrei no livro também de discutir um pouquinho, começar a discutir um pouquinho, talvez a questão mais polêmica do movimento espírita de todos os tempos, que são os aspectos constitutivos da doutrina. Alguns espíritas consideram o espiritismo ciência, filosofia e moral. Alguns consideram só ciência e filosofia. Outros consideram ciência, filosofia e religião. Outros ainda vão dizer que é só religião. Enfim, você tem inúmeras opiniões no movimento espírita historicamente sobre essas sobre essa questão. É uma questão sensível, é um debate que os espíritas eh enquanto movimento, não resolveram em definitivo ao longo de mais de 150 anos de movimento espírita, né? Eu trago um pouco do meu ponto de vista sobre isso aqui, mas a ideia foi embasar, e isso eu acho que não pode haver discussão, embasar essa esse fundamento experimental do espiritismo, tá bem claro na obra de Kardec e que em base à necessidade de nós eh discutirmos o fenômeno, como Guen meritoriamente fez, ele fez, ele discutiu o fenômeno. Resta saber se as teorias que ele levantou tem alguma coisa de novo e tem alguma coisa de forte que possa explicar melhor os fatos do que o espiritismo. A minha intenção foi demonstrar no capítulo e eu argumento muitas eh faço muitos argumentos, porque os argumentos do Guon

alguma coisa de forte que possa explicar melhor os fatos do que o espiritismo. A minha intenção foi demonstrar no capítulo e eu argumento muitas eh faço muitos argumentos, porque os argumentos do Guon também são muitos, né? Eh, e trago muita coisa de Kardec também para demonstrar que não, que a a teoria que ele levanta não refuta o ponto de vista espírito. Depois tem uma sessão sobre o capítulo três, imortalidade e sobrevivência. Eh, é o capítulo três da segunda parte, perdão, do livro do Genon. E não começa, tem uma segunda parte que ele ele recomeça a numeração dos capítulos, Exame das Teorias espíritas, em que já passou o capítulo um, diversidade das escolas espíritas e capítulo dois, a influência do meio, que ele vai levantar que o meio que os espíritas vivem, que os médiuns vivem, influencia as mensagens mediúnicas. Enfim, outro argumento que Kardec também já respondeu, então eu eh lanço luz para isso. E aí vem imortalidade, sobrevivência, que é um capítulo em que eh Genon vai discutir a ideia de que, na verdade, o espiritismo não prova a imortalidade da alma, né? E aí eu discuto um pouco essa essa essa alegação dele. O espiritismo prova a imortalidade da alma? Não prova? Em que medida ele prova? De que maneira ele prova? Eu discuto isso nessa sessão aí, no capítulo 4ro, as representações da sobrevida e capítulo 5, a comunicação com os mortos. Eu me concentro no capítulo 5, a comunicação com os mortos, que é uma tentativa filosófica que Guen desenvolve. Eh, muito interessante a tentativa dele, embora eu considere absolutamente falha, naturalmente, mas é muito interessante, muito sofisticada na aparência, pelo menos, né? em que ele procura demonstrar que é metafisicamente, filosoficamente impossível, incoerente a comunicação dos espíritos conosco. E a gente tem que demonstrar que o argumento dele tá errado. É o que eu tento fazer nessa sessão. Ah, e eu me concentro nisso porque o capítulo quatro sobre as representações da sobrevida traz uma série de relatos eh

e demonstrar que o argumento dele tá errado. É o que eu tento fazer nessa sessão. Ah, e eu me concentro nisso porque o capítulo quatro sobre as representações da sobrevida traz uma série de relatos eh de autores espiritualistas modernos sobre como é a vida após a morte, que não interessa pra gente defender do da crítica que ele faz, porque o que me interessa defender é a obra de Kardec. Então eu me concentro nisso. Na sessão seguinte, capítulo 6, A reencarnação. Capítulo 7, Extravagâncias Reencarnacionistas. E capítulo oito, Os limites da Experimentação. Eu são três capítulos em que Genon, no seu livro ele de ele critica a teoria da reencarnação. E eu me dedico a responder a críticas que ele faz lá. eh, que muitos dos espíritas, os poucos espíritas que responderam alguma coisa a Genon, eles se concentraram nessa crítica que Guen faz a reencarnação. E não é tudo que Genon escreveu contra o espiritismo, mas é uma parte realmente importante. Então, dedico um bom espaço a argumentar nesse sentido também a discutir de maneira geral outras críticas que se faz a ideia da reencarnação, a a reencarnação destruindo os laços de família, que Kardec responde no Evangelho Segundo o Espiritismo. Eh, eh, aqueles que dizem que criticam o esquecimento do passado, eh, que se você não se lembra de nada, é porque você eh surgiu uma nova personalidade. Não é possível que haja uma mesma alma por trás disso. Ah, o que a gente pode refutar facilmente se a gente se lembrar que tem pessoas que perdem a memória ah aqui mesmo numa mesma vida material e que parece quase que se tornam outras pessoas. O que que dirão os espiritualistas sobre isso, os católicos sobre isso? O genom sobre isso? Eh, criou-se uma nova alma e a alma anterior daquele corpo morreu, né? Então, discuto e essa questão aí. Depois tem uma sessão dedicada ao capítulo 9, o evolucionismo espírita, em que eu reproduzo um pouco das críticas, da da das explicações que eu já fiz no meu livro sobre o progresso, que a gente já apresentou aqui também no Igese

a ao capítulo 9, o evolucionismo espírita, em que eu reproduzo um pouco das críticas, da da das explicações que eu já fiz no meu livro sobre o progresso, que a gente já apresentou aqui também no Igese anteriormente. Capítulo 10, aí tem uma sessão que junta capítulo 10, a questão do satanismo. Capítulo 11, videntes e curandeiros. de capítulo 12, o antonismo. Para quem não sabe, antonismo é a doutrina de Luis Joseph Antuan, que foi um homem que um um militar belga e mineiro belga, nascido em 1846 e desencarnado em 1912, que se apaixonou pelas obras de Kardec, mas criou uma religião própria em cima daquilo, né, o antonismo. Então, obviamente essa sessão é muito pequena, porque não tem muito o que falar sobre quem ainda acha que o Espiritismo é só uma obra do demônio, né? A questão do satanismo, eu digo aqui, eh, nosso autor Renegen fez o favor de ressaltar no capítulo 10 a questão do satanismo, que os espíritas espiritualistas modernos, nós, né, nós espíritas espiritualistas modernos, rejeitam a tese da existência real do ser a que se chama Satanás, como de resto, de forma geral, de qualquer ser que esteja fora do âmbito da humanidade e da linha comum de ascensão dos espíritos. já nos ocupamos de todas essas questões e seria inútil retomarmos. Considerava, no entanto, o Renê Guenon, que as diversas doutrinas que, de alguma maneira, invertiam a ordem universal e deformavam a ideia de Deus poderiam ser consideradas, em certo sentido, como formas de satanismo inconsciente. O mesmo se poderia dizer das doutrinas que produzem inversões indevidas de símbolos e legados da tradição tão ouvada por Genô. chegou a dizer, ainda que a pondo reservas, que abre aspas, alguns quiseram ver símbolos invertidos na figura da cepa de vinha desenhada pelos espíritos que Allan Kardec colocou sob ordem deles na capa do livro dos espíritos. A disposição dos detalhes é em efeito bastante estranha para dar lugar a tal hipótese, mas não é de uma nitidez suficiente para que façamos estado disso e não assinalamos

capa do livro dos espíritos. A disposição dos detalhes é em efeito bastante estranha para dar lugar a tal hipótese, mas não é de uma nitidez suficiente para que façamos estado disso e não assinalamos isto mais que a título puramente documental. Fecha aspas. O capítulo chegou a especular que a participação em atividades espíritas, ainda que não houvesse relação forçosa entre uma e outra coisa, poderia facilitar a perturbação por demônios ou potências malignas quejandas, citando a influência de criaturas chamadas íncubos e súcubos sobre mulheres virgens e casos de vampirismo provocados por bruxaria. Não há que perder tempo, com todo respeito, com um capítulo tão repleto de bobagens. Então, quando eu acho que não vale a pena, que o Guen resolveu meter um monte de besteira, eu não comento. Eu digo: "É, é isso, isso, isso que ele diz. Não vale a pena nem falar sobre esse assunto. Tem capítulos que, infelizmente, foram assim na obra dele, mas tem outros que não, em que ele se esforçou". E aí eu eu achei por bem valeria a pena refutar a crítica por ele desenvolvida. E eu fecho essa sessão eh com uma parte que fala sobre o capítulo eh 13, a propaganda espírita, capítulo 14, os perigos do espiritismo. E conclusão em que eu vou dizer basicamente o seguinte: em síntese, encontramos no clássico de René Genon uma vasta quantidade de capítulos que não oferecem mais do que subsídios destinados a satisfazer a uma legítima curiosidade histórica, mas que pouco ou nada trazem de substancial para a proposta central, isto é, a de criticar a essência do espiritismo. O texto desperdiçou longo tempo em problemáticas absolutamente secundárias. Os capítulos que efetivamente se dedicaram ao propósito oferecem leitura proveitosa para testar a capacidade reflexiva do estudante espírita ainda hoje, mas em boa medida reciclam investidas que já eram feitas de maneira fragmentária pelos críticos da doutrina desde a época de Kardec e não se encontra aí absolutamente nada, por engenhoso que pareça, que só terre os fundamentos da

vestidas que já eram feitas de maneira fragmentária pelos críticos da doutrina desde a época de Kardec e não se encontra aí absolutamente nada, por engenhoso que pareça, que só terre os fundamentos da revelação dos espíritos. Reconhecemos-lhe, a Genon, o mérito raro de ter pretendido executar, porém, uma análise crítica de abrangência mais sistemática, envolvendo uma consulta efetiva, ainda que se possa discutir exatamente com que grau de profundidade a obra cardeciana e produzir, com isso uma oportunidade preciosa para que repensemos uma série de alicerces sobre os quais o edifício da obra de Allan Kardec está assentado. E assim eu concluo a primeira parte do livro e a segunda que é bem menor, como vocês podem ver, né, que essa aqui é a crítica do espiritismo, orientação para os católicos de Boaventura Copenburg. começa com a biografia dele, quem foi Boaventura Kopenberg, uma breve apresentação do problema do espiritismo perante o problema religioso, que tem, como eu disse, um q de subjetividade da minha parte aqui. Quem lê o livro vai entender o que que eu tô dizendo. Ah, também tem uma sessão, o espiritismo perante o cristianismo, que é importante, já que nós estamos falando da crítica que vem de um sacerdote católico, e o resto são sessões que vão analisar eh pontos específicos da crítica de Klopenberg ao Espiritismo sobre esse ponto de vista teológico, religioso, a gente já falou aqui no Iges, se não me falha a memória, eh senão eu apresentei em outros canais uma uma exposição sobre eh o o Copenberg, mas eu acho que a gente falou aqui sim eh uma exposição sobre o Copenberg, sobre eh algumas das críticas centrais dele e que é basicamente o que eu desenvolvo na sessão, o conceito de espiritismo, segundo o Copenberg. Depois tem a sessão a evocação, que que o que que Klopenberg fala sobre a evocação, defendendo, no meu caso, eh, o a visão espírita da evocação, o fundamento espírita da doutrina, também uma sessão que o o Copenberg coloca eh quatro coisas que para ele são fundamentais pro

evocação, defendendo, no meu caso, eh, o a visão espírita da evocação, o fundamento espírita da doutrina, também uma sessão que o o Copenberg coloca eh quatro coisas que para ele são fundamentais pro Espiritismo ser verdadeiro. Que a evocação dos espíritos seja real, que os médiuns sejam fidedignos no que eles produzem, que os próprios espíritos que se comunicam sejam bons e corretos no que eles dizem e que Kardec seja bom e correto no seu trabalho. Se uma dessas quatro coisas for mentira, o espiritismo é mentira. Segundo o Genon, segundo o Copenberg, perdão. Por exemplo, só para ficar num exemplo, já que a gente já tá ultrapassando aí o nosso tempo, só para ficar num exemplo, eh, o Klopenberg, ele ele tá errado quando ele fala que a moralidade dos espíritos que ditam mensagens é um fundamento para que o Espiritismo seja verdadeiro. Não é, não é verdade. Afinal de contas, para Kardec montar a sua obra, ele precisou do testemunho dos espíritos inferiores também. Não é porque um espírito veio e disse: "Olha, existem espíritos maus, existem espíritos que querem te enganar, existem espíritos que querem te obsidiar, que Kardec acreditou e publicou. Não, ele entrevistou espíritos nessas condições. Ele ele verificou casos em que isto se produziu. Então, o testemunho dos espíritos inferiores é tão importante quanto o testemunho dos superiores na montagem da obra doutrinária, porque é uma obra que resulta de um estudo, eh, adaptando o termo, né, a a a ao contexto de que se trata a espíritos, né, é um estudo quase que etnográfico, antropológico dos espíritos que Kardec fez. Ele não podia olhar só um lado do mundo espiritual. Então tá errado o o Copenb quando ele fala: "O espiritismo só é verdadeiro se todas as mensagens que Kardec publicou forem de espíritos superiores?" Não, absolutamente não. Já é um ponto frágil da crítica dele, né? E fecha o livro, uma sessão sobre a visão do Copenberg a respeito da reencarnação, né? o fluido e a psicografia. também algumas críticas que o Copenberg faz procurando

onto frágil da crítica dele, né? E fecha o livro, uma sessão sobre a visão do Copenberg a respeito da reencarnação, né? o fluido e a psicografia. também algumas críticas que o Copenberg faz procurando refutar o espiritismo utilizando argumentos da parapsicologia moderna, que eu eu tento demonstrar no livro que basicamente reciclam teorias que Kardec já tinha respondido no livro dos médiuns. E a conclusão do livro, né, que eu vou encerrar lendo essa conclusão, né, para vocês. Todas as doutrinas e sistemas de pensamento têm o direito de expressarem seu ponto de vista, criticarem as doutrinas e sistemas que considerarem opostas ao seu modo de ver e se defenderem das críticas alínias. Qualquer legítimo amante da liberdade de pensamento e expressão deve concordar com essa premissa. Este livro foi redigido com o propósito de defender o ponto de vista espírita das críticas mais abrangentes que podemos localizar ao espiritismo, as suas bases teóricas e de legitimidade. O erro espírita de René Genon é até hoje bastante empregado pelos adversários do pensamento espírita, ainda que não comunguem plenamente de sua concepção filosófica perenialista ou de sua perspectiva muito particular de esoterismo, porque seu autor empreendeu uma abordagem ampla, servindo-se genuinamente de citações dos textos fundamentais e ancorando sua tentativa de demolição e uma reconstrução histórica. Espiritismo, orientação para os católicos, é a versão mais recente, didática e consolidada da crítica do Frei Boaventura Cemberberg à doutrina, de um ponto de vista típico do clero católico, inspirando ou personificando muitos dos argumentos que vemos paraem dos teólogos e sacerdotes dessa religião, com todos os respeitos que lhes devemos. Acreditamos, por isso, que essas obras merecem uma atenção maior dos espíritas, representando objeto fecundo de estudo do ponto de vista apologético. Gostaríamos de encerrar registrando uma homenagem aos dois autores que aqui criticamos em destaque, que proporcionam ao espírita

, representando objeto fecundo de estudo do ponto de vista apologético. Gostaríamos de encerrar registrando uma homenagem aos dois autores que aqui criticamos em destaque, que proporcionam ao espírita até a atualidade um desafio proveitoso ao raciocínio empreendido no esforço de confrontar suas alegações. Deixamos este trabalho à disposição de outros espíritas que certamente poderão aprofundar a análise crítica de um ponto de vista apologético, elaborar argumentos melhores que os nossos e, quem sabe empreender novas investidas nesse campo da defesa dos fundamentos da doutrina espírita, que não se confunde com a disseminação do ódio ou da beligerância, ao contrário, é necessária ao robustecimento da inteligência, inerente à proposta de fé raciocinada, propug Ada por Allan Kardec e tarefa inafastável do movimento espírita na Terra. Eu agradeço o espaço mais uma vez e encerro por aqui. >> Bacana demais. Ó, tem mensagens aí. Neurali, Neurali da Conceição Santos, lá do Fonte Viva. Ela que tá sempre com a gente lá no Jardim do Serrado, né? É da nossa diretoria lá do Fonte Viva. Valeu demais, Neurinha. Obrigado, viu, por estar nos prestigiando. Grande abraço a você, aos seus aí e a toda a equipe do Grupo Espírita Fonte Viva. Lucas, o Rui, Rui, que é meu companheiro de conselho de administração da Federação Espírita do Estado de Goiás, ele ele fez uma pergunta e uma colocação aqui. Vamos lá. pergunta assim, ó: "Amigo Lucas, há uma tendência no movimento espírita de não resposta às críticas ao espiritismo? Como você vê essa situação? Você quer que eu já já coloque tudo para paraendar? Pode ser? >> Vamos lá. Vamos lá. >> Aí depois ele fala assim, ó: "Lucas, para responder a uma crítica sobre espiritismo, necessário é conhecê-lo. Como você analisa a falta de conhecimento do espiritismo? pela grande maioria dos espíritas, isto por falta de estudo. Eh, na pergunta fala da falta de conhecimento de uma maneira geral. Aí ele faz uma última colocação aqui. Eh, Lucas, fique à vontade para

? pela grande maioria dos espíritas, isto por falta de estudo. Eh, na pergunta fala da falta de conhecimento de uma maneira geral. Aí ele faz uma última colocação aqui. Eh, Lucas, fique à vontade para responder ou não. Instituições religiosas, grupos diversos publicam críticas ao espiritismo, eh, e são levadas à sociedade, né? A FEB aos olhos dos espíritos é omissa na resposta. Então ele fez essas colocações. Se você quiser que eu coloque uma por uma, aí eu eu coloco sem problema. >> Não, vamos lá. Agradeço a a a colaboração aí do nosso amigo com essas questões e também as palavras gentis que que nos dirigiu. Eh, existe um existe um problema de formação geral dos brasileiros. Eu diria que não é só um problema do movimento espírita em específico, mas existe também, especificamente no movimento espírita, um problema de aculturação do nosso movimento, que não não eh trouxe exatamente pro Brasil, apesar do movimento espírita brasileiro ter crescido eh gigantescamente em comparação com outros movimentos espíritos, eu acho que isso teve um papel histórico, cumpriu um papel histórico. A gente fala em espiritismo hoje muito em função do que aconteceu no Brasil. Então, a gente tem que reconhecer esse mérito do movimento espírita brasileiro, mas nós cometemos muitos erros ao longo da trajetória do nosso movimento que nos levam a a levar eh orientações individualizadas deste ou daquele espírito, por exemplo, ou desta ou daquela instituição humana, como se fossem a representação do ponto de vista doutrinário, como se prevalecessem sobre as orientações reiteradas que o próprio Kardec nos deixou. Isso é um problema do movimento espírita brasileiro desde a sua formação e que, portanto, se no Brasil é que nós conseguimos eh para usar uma expressão no popular em boa medida, segurar a peteca do movimento espírito, é natural que os nossos vícios também se exportem para os movimentos espíritas internacionais. É um cuidado, uma responsabilidade que nós assumimos. Eu acho que eh boa parte realmente do do

espírito, é natural que os nossos vícios também se exportem para os movimentos espíritas internacionais. É um cuidado, uma responsabilidade que nós assumimos. Eu acho que eh boa parte realmente do do problema na formação dos espíritas está nessa facilidade com que se aceitam conteúdos que não têm a mesma consistência da obra cardeciana, que não passaram pelos mesmos processos mediante os quais o conteúdo doutrinário adquiriu a sua autoridade e que, no entanto, são aceitos simplesmente porque é como se nós estivéssemos ouvindo um guru, é como se nós estivéssemos ouvindo um um enviado divino que complementou o pensamento espírita com base apenas na sua opinião individual. Isso é um problema generalizado no movimento do espírito há muito tempo. Infelizmente criou-se essa cultura e é uma cultura que tem uma matriz eh rustenguista. Rustin, basicamente foi um sujeito que na própria França acreditou numa revelação que ele recebeu diretamente através de um único médium, como se fosse a revelação da revelação. Isso é até o subtítulo da obra dos quatro evangelhos. Isso influencia o movimento espírita. Essa essa matriz cultural influencia o movimento espírita desde a sua formação, inclusive a instituição mais representativa do movimento espírita brasileiro, que é a Federação Espírita Brasileira, que até hoje, se você for na sede da FEB, você vai ver lá o estudo dos quatro evangelhos. Tá lá, eu fui ver em Brasília, tá lá na parede da FEB, da sede da FEB em Brasília, eles fazem periodicamente estudos da obra de Gustin. E não é um estudo para criticar a obra, é um estudo que a consagra como se ela fosse realmente uma complementação do espiritismo, quando obviamente é uma uma obra cheia de de prolixidade, cheia de características esdrúxulas, uma obra que faz da vida de Jesus uma comédia, né, uma simulação. Uma obra que eh defende que os espíritos puros eles têm sempre uma diferença uns em relação aos outros, dependendo da trajetória que eles percorreram. um absurdo. Uma obra que fala que a

ma simulação. Uma obra que eh defende que os espíritos puros eles têm sempre uma diferença uns em relação aos outros, dependendo da trajetória que eles percorreram. um absurdo. Uma obra que fala que a reencarnação não é uma necessidade para todos os espíritos e separa entre espíritos que reencarnam, que encarnam e espíritos que não. É uma obra claramente afrontosa e de um autor que desafiou o Kardec, que inclusive há registros de de desinteligências expressas a respeito de Kardec. E no entanto, se a gente tem um movimento espírita que a gente ainda tem um endosso a essa obra, eh é óbvio que existe um problema de de formação eh crítica dos espíritas em relação à própria natureza da proposta que Kardec organizou. Se você não consegue nem se defender de uma eh estupidez como aquela que a gente encontra na obra de Rustém, quanto mais você articular argumentos para se defender de uma crítica mais fundamentada, de uma crítica aparentemente mais robusta, então acho acho sim que há um problema de de desinteresse, há um problema de despreparo, há também um problema de ouvindo essas essas opiniões individuais, espíritas acharem que não é para criticar, baixa, vamos nos amar. Não critique nada, não analise nada, vamos nos amar. E aí os isso acaba repercutindo no campo da apologética. >> Passa, reza que passa. >> Exatamente. Vamos, vamos só nos amar, vamos só fazer o bem. E nós não precisamos pensar, nós não precisamos raciocinar, não precisamos analisar nada. Isso vale para a reflexão do espírita em relação à própria doutrina, como vai valer também, consequentemente paraa apologética. Como é que o sujeito vai raciocinar para responder uma crítica se ele não quer raciocinar? Ele não quer raciocinar. Realmente você falou: "Fique à vontade para responder ou não, mas não tem problema, meu amigo. Os fatos são fatos. A história tá aí. Como eu disse, nós, o nosso movimento espírita brasileiro tem um grande mérito histórico de ter mantido a chama acesa. Ele segurou, foram essas pessoas que

amigo. Os fatos são fatos. A história tá aí. Como eu disse, nós, o nosso movimento espírita brasileiro tem um grande mérito histórico de ter mantido a chama acesa. Ele segurou, foram essas pessoas que seguraram o espiritismo até hoje. Apesar de nós termos continuidade, repito, de movimentos espíritas em outros países, o movimento espírita brasileiro segurou a peteca. Reconheço isso. Muita caridade foi feita em nome do movimento espírita brasileiro. Reconheço isso. Mas nós também temos problemas de formação que ficaram muito enraizados e que tá na hora de nós chamarmos a atenção para esses problemas, de nós revermos essas questões, de nós criticarmos esses pontos e isso vai nos deixar preparados para nós exercitarmos a apologética. Então eu eu acho sim que tem um problema de formação, um problema de de ideias que ficaram enraizadas no movimento espírita no sentido de que a crítica é ruim. Você pensar em em em escrever um artigo para refutar alguém, meu Deus do céu, não. Você tá atacando a pessoa. Confunde-se a discussão das ideias com uma agressão individual, personalista. Então, esse esse esse monte de manias, de idiossincrasi que se enraizaram no nosso movimento espírita atrapalha a que haja uma atividade apologética e a que haja qualquer atividade daquelas que Kardecendava que o movimento espírita se dedicasse a fazer. Então, acho sim que é um problema. Acho sim que a gente tem que que prestar atenção a isso. Não sei se respondia a todas as perguntas. >> É isso aí. É isso aí. Respondeu sim. Respondeu sim. E a tendência, não sei, viu, Lucas, a tendência é piorar um pouco, porque nós estamos vivendo tempos em que mais de três parágrafos ninguém nem ninguém lê, né? Então assim, é o raso do raso mesmo em termo de conhecimento, né? Enfim, vamos vamos ver o que que o futuro nos reserva >> e fazer a nossa parte, né, que é importante. >> Exatamente. É isso aí. E é por isso que nós estamos aqui, né, devagarinho com a com dentro das nossas possibilidades. Essa é a função. Esse é o objetivo aqui,

r a nossa parte, né, que é importante. >> Exatamente. É isso aí. E é por isso que nós estamos aqui, né, devagarinho com a com dentro das nossas possibilidades. Essa é a função. Esse é o objetivo aqui, por exemplo, do Igzi, esse é o objetivo seu, tenho certeza, com as suas obras. Enfim, é dar essa contribuição, por pequenina que seja, mas dá essa contribuição para que a gente possa pensar, raciocinar, enfim. Afinal de contas, o espiritismo é a fé raciocinada, né? Então, a gente precisa raciocinar mesmo, meu irmão. Quero te agradecer mais uma vez. Obrigado, obrigado aí por ter estado conosco. Obrigado por essa apresentação. Pessoal curtiu demais. Eh, te agradecer e dizer que o GZ tá aqui sempre portas abertas para você, viu? Valeu demais. Obrigado. >> E aí, eu vou alegri >> eu vou pedir para você então suas considerações finais. se você tiver, se quiser reforçar aí a a divulgação da obra, enfim, suas considerações finais e eu vou te pedir a nossa prece de encerramento, por favor. Então vamos lá, só convidar naturalmente os interessados nesse esforço que é um esforço apologético, mas que também ao longo dos capítulos eu acabo discutindo algumas questões propriamente doutrinárias, né, dos fundamentos constitutivos da doutrina, o erro antiespírita, edição do CCDPE, o Centro de Cultura, Documentação e Pesquisa do Espiritismo Eduardo Carvalho, Monteiro, lançado agora em 2026, você já encontra no site oficial do CCDPE a opção de compra do exemplar impresso na Amazon você encontra a opção eh do exemplar eletrônico do formato ebook. Eu agradeço a todos pela audiência ness nesse encontro. Agradeço ao Ines como sempre pelo carinho, pela pela disposição, pela oportunidade que nos deu de divulgar a obra. E vamos então as nossas a elevar o nosso pensamento para nós fazermos a nossa prece. Mestre Jesus, Deus Pai, espíritos amigos que nos amparam em todas as dificuldades e suprem as nossas imensas deficiências. Agradecemos imensamente por essa oportunidade que tivemos de estarmos

prece. Mestre Jesus, Deus Pai, espíritos amigos que nos amparam em todas as dificuldades e suprem as nossas imensas deficiências. Agradecemos imensamente por essa oportunidade que tivemos de estarmos reunidos, pensando, refletindo, interagindo com os nossos irmãos de causa, procurando elementos que nos ajudem no exercício da nossa fé, que a nossa fé se robusteça, a fim de que ela seja capaz de enfrentar as adversidades do caminho. E que nós possamos galgar degraus da nossa caminhada espiritual, que os encarnados e desencarnados envolvidos neste encontro sejam alcançados pelos melhores fluidos que os espíritos superiores nos possam dirigir. Que esses fluidos nos acompanhem no dia a dia, diante das tribulações, diante dos desafios e provas que nos cabe enfrentar. Agradecidos mais uma vez por essa chance que tivemos, pelo amparo que recebemos, nós solicitamos anuência para darmos por encerrada a nossa reunião dessa noite. >> Graças a Deus. Graças a Deus. É isso aí, pessoal. Nós vamos ficando por aqui. Então, lembrando que o link para você eh chegar lá na a na a obra do Lucas está aí nos comentários do IG, tá? No canal do IG está o link. Aliás, deixa eu só fazer uma coisa aqui para Vou fazer o seguinte, Lucas. Eu tinha colocado só no canal do Jes. Eu vou jogar para todos os comentários de todos os canais. Deixa eu fazer isso aqui rapidinho. Ver onde que eu coloquei aqui porque aí fica mais fácil do pessoal encontrar. Pera aí. Eu vou fazer isso agora porque se eu fechar a janela aqui acaba o programa aí. Não vai. Mas vamos lá. Todos os destinos. Deixa eu colocar aqui, ó. Pronto. Então, fiz um comentário aí que foi para foi para todos os canais, tá? Então, o link está aí à disposição de todos vocês, quem quiser adquirir a obra. Então, tá fácil aí eh seguir esse caminho. Lucas, valeu demais. Obrigado. Beijo no coração, meu irmão. >> Grande beijo, grande abraço. >> Ficamos aí à sua disposição, tá? >> Valeu, pessoal. É isso. É isso aí. Nós vamos encerrando, agradecendo demais o

aleu demais. Obrigado. Beijo no coração, meu irmão. >> Grande beijo, grande abraço. >> Ficamos aí à sua disposição, tá? >> Valeu, pessoal. É isso. É isso aí. Nós vamos encerrando, agradecendo demais o Lucas por mais essa participação e e dizendo que todo esse trabalho é feito com muito amor, com muito carinho para vocês, por vocês, tá bom? Até a próxima segunda-feira, se Deus quiser. Beijo nos corações.

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