O EMBLEMA DOS CRISTÃOS - Carla Daniela [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 21/04/2026 (há 1 mês) 321 visualizações

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Transcrição

[música] Vibrando luz, buscando a ti. Senhor, [música] [canto] mesmo tão longe de atingir [música] a perfeição, [canto] aqui [música] eu entendi qual o valor dessa missão. [música] Foi nessa [canto] casa que aprendi [música] toda a beleza de viver, doando amor, [canto] vibrando luz, buscando a [canto] ti, [música] buscando a ti. Obrigado. Comunhão [canto][música] espírita de Brasília. Boa tarde, amigos. Que a doce paz de Jesus esteja com todos nós. Sejam muito bem-vindos a esse momento das 18 horas. Vocês que estão nos assistindo também sejam bem-vindos. Os que irão nos assistir também sempre é muito bem-vindo ao canal da comunhão. Vamos começar a fazer fazendo nossa Já estamos preparados, não? Já quando a gente chega, senta aqui, a gente já recebe essa carga de energia muito boa. Mas vamos fazer uma leitura pra gente começar terminar esse momento para depois passar a palavra pra Carla, que hoje a palestra é dela. Esse livro pequenininho, né, grandioso, é do Vittor Ronaldo Costa, Otimismo verso e pros e ele fala de ser útil. É, todo mundo quer ser útil, né? Mas será que a gente tá esforçando para ser útil? Mas vamos ver o que que ele diz. Se o desânimo te invade e a força te desfalece, disposição em ser útil medida que fortalece. Aí ele vem falando, o ânimo é a energia interna que impulsiona os seres no sentido realizador. Aqueles que possui disposição de espírito e coragem de enfrentar os problemas existenciais, sem perder alegria de viver, reflete na face saudável o equilíbrio interior. Dependendo das circunstâncias, pode acontecer que o indivíduo, diante de uma emergência sinta-se surpreendido pelo abatimento e se deixe invadir por desagradável sensação de desânimo. Sua energia espiritual se mostrará bloqueada, impedida de se manifestar, e ele, em consequência, ficará desmotivado e sem forças para reagir ao desfalecimento gradual da própria vontade. Portanto, ao menor sinal de desânimo, desperta para a necessidade de uma reação imediata e coloca-te na posição de servidor pronto para o

rças para reagir ao desfalecimento gradual da própria vontade. Portanto, ao menor sinal de desânimo, desperta para a necessidade de uma reação imediata e coloca-te na posição de servidor pronto para o trabalho. A disposição em servir opera milagres no psiquismo, anulação da energia em desequilíbrio e facilita o retorno do bom ânimo e da alegria. Então vamos ser úteis, né? Vamos ser úteis. Então vamos nesse momento, é o momento sempre que eu falo de agradecimento e hoje em agradecimento a oportunidade que Deus tem nos dado de sermos úteis. A todo momento ele nos presenteia com uma possibilidade da gente ser útil. às vezes até primeiro para nós, né, que às vezes nós entramos no inutilidade e essa inutilidade ela nos destrói, não é? Então fica como uma planta que tá murcha, que tá perdendo a a as energias, aquela beleza. Então, todo momento nós aqui estamos sendo úteis para nós nesse momento. Aquele que pede por alguém tá sendo útil porque ele tá pedindo por alguém. E assim é todos os dias. Então a gente pede muito que esse pai amoroso não deixa, não nos deixa desfalecer diante das pedras do caminho, diante das dificuldades que aparecem, diante dos adversários que a gente encontra sempre, diante de uma série de situações que faz a gente falar: "Não, não vou ajudar mais, já cansei". Nós não temos, não temos por cansar. Porque nós viemos para trabalhar em prol do nosso benefício, do nosso crescimento. É por isso que a gente sempre agradece, mas não deixamos de pedir coragem. Coragem todos os dias para nós enfrentarmos aquilo que nos é presenteado, porque tudo que Deus nos dá são é presente do alto para que nós possamos melhorar. Então, que a gente fique firme na nossa vontade e que a gente esteja, tenha coragem de ser útil por todos os dias, por todos os dias. Que assim seja. Bom, amigos, hoje nós temos a Carla Daniela, né, falando aqui pra família das 18 horas. Ela vai falar o emblema dos cristãos. Vamos ver o que que é esse emblema dos cristãos. Tá com você, Carla? Sua alguinha tá aqui, se você quiser.

rla Daniela, né, falando aqui pra família das 18 horas. Ela vai falar o emblema dos cristãos. Vamos ver o que que é esse emblema dos cristãos. Tá com você, Carla? Sua alguinha tá aqui, se você quiser. >> Obrigada. Boa noite, gente. É sempre uma alegria estar aqui falando um pouquinho do Evangelho à luz da doutrina espírita, trazendo reflexões que são sempre para nós, para as nossas vidas e que nos auxiliam, né, no nosso caminho. Hoje esse tema que vem do livro Emorno do Mestre do Vinícius, né, Pedro de Camargo, é muito interessante. Ele nos leva a refletir sobre quem nós somos, quem somos cristãos. E ele começa a dizer que todos os credos, todos os eh as coletividades, os grupos têm suas características e tem também os seus emblemas, né? Quem vê os times de futebol, cada time tem o seu esculto. Cada estado tem a sua bandeira, cada país tem a sua bandeira que é formada por símbolos. E aquilo distingue, né? Se eu torço para um determinado time, eu uso aquela camiseta do time e me identifico por meio dessa camiseta como eh pertencente à aquele grupo. Eu posso usar uma determinada cor, usar um determinado escudo. Agora vai ser a Copa do Mundo e muitos, a maioria, eu acredito, vai usar aquela blusa que tem a o símbolo, né? Os símbolos às vezes vão mudando e se atualizando com o tempo, né? A, o marketing usa uma um conceito chamado rebranding, né, que é a modificação por coisas que vão sendo agregadas ou por ideias que vão sendo modificadas ao longo do tempo, né? A gente vê quando eu era criança, a o escudo da seleção brasileira tinha três estrelas, hoje tem cinco, né? Porque dois dois campeonatos, né? duas Copas do Mundo foram adicionadas, esperando que em breve sejam seis, né, que vão que a gente vai atualizando. E aí ele para para pensar, né? Ele nos leva a pensar como o que nos leva, o que é que marca os cristãos, né? Se o que marca eu torcer para um determinado time é usar aquela camisa com aquele símbolo, se o que marca eu viver num país é também a bandeira e certas características, o

é que marca os cristãos, né? Se o que marca eu torcer para um determinado time é usar aquela camisa com aquele símbolo, se o que marca eu viver num país é também a bandeira e certas características, o modo de falar, o modo de me expressar, às vezes o modo de me vestir, o que distingue a gente como cristãos, até mesmo como seres humanos, né? Tem um personagem da filosofia grega que era muito interessante. O nome dele era Diógenes, um filósofo chamado Cínico, né? Cínico vem de cão. E ele era chamado cínico porque ele dizia que deviam viver como os cães, ou seja, viver daquilo que a natureza dava. Eu costumo brincar, né, que não sei a partir de que momento que chamar alguém de cão, de cachorro, virou um xingamento, né? Eu acho que isso devia ser considerado um grande elogio, porque os cachorros eles sabem viver bem, eles são seres leais, são amorosos, os que eu conheço, né? Eu não vejo razão nenhuma pra gente considerar isso como algo pejorativo. Então, se um dia alguém foi chamado por mim de de cão, pode ter certeza que eu vou estar fazendo um grande elogio. E esse filósofo cínico, ele pregava que devia se viver como os cães, como os seres da natureza de uma forma geral. Ele não tinha quase nada. Ele tinha a roupa com que ele se vestia e uma caneca que ele usava para beber água e uma colher também que ele usava para comer um prato. Aí um determinado dia ele viu uma criança pegando água numa fonte com as mãos em concha e ele descobriu que não precisava também de caneca, que ele podia pegar a água também com as mãos em concha. Então ele pregava isso, que não precisava de nada. E esse filósofo era conhecido, né? Era tido como louco, claro, né? pela sociedade daquela época. E ele era conhecido porque ele saía pela cidade ao meio-dia eh com a lanterna e saía perguntando para todo mundo: "Onde eu encontro um ser humano? Onde eu encontro um ser humano? Onde eu encontro um ser humano?" E ele dizia que jamais havia encontrado um ser humano. E aí a filosofia vem se perguntando. Já perguntava, mas a partir

um ser humano? Onde eu encontro um ser humano? Onde eu encontro um ser humano?" E ele dizia que jamais havia encontrado um ser humano. E aí a filosofia vem se perguntando. Já perguntava, mas a partir de Diógenes mais ainda, né? O que que eu preciso para me considerar como um ser humano? O que é que me caracteriza como ser humano? Não é ter duas pernas, dois braços, né? Mas o que é a humanidade? O que é essencial à humanidade? E isso a gente vem se perguntando há milhares de anos, né? O que me caracteriza como ser humano? Na doutrina espírita também Kardec fez a mesma pergunta, né? O que nos caracteriza como espíritas? E ele diz lá no livro dos espíritos que e no Evangelho também ele coloca isso ainda com mais profundidade, que os que nos caracteriza como espíritas é a caridade, que inclusive a caridade é o que nos caracteriza também como cristãos, né? que a gente que ele jamais diria que fora do espiritismo não há salvação, mas que fora da caridade não há salvação. E o espírita é aquele que age com caridade. E aí Vinícius Pedro de Camargo nos pergunta, né, o que que nos caracteriza como cristãos? O que que a gente precisa para ser chamado de cristão, né? Se alguém viesse como Diógenes com a lanterna e perguntasse: "Você é cristão? Onde eu encontro um cristão aqui? Será que a gente, o que que a gente precisaria para dizer sim, eu sou cristão? E ninguém para melhor para responder isso do que o nosso mestre. Jesus só aceitou esse título de mestre. Foi o único que ele aceitou. Ele não aceitou outros títulos. Ele disse que era o mestre. E diga-se de passagem, ele foi considerado, ele foi dito por Pilatos como o ser humano. Talvez respondendo até a pergunta de de Diógenes, né? Quando Pilatos mandou lá naquele momento do julgamento, trouxe o Cristo já coroado de espinhos e e já com a com o manto, ele apresentou ele pra multidão e disse: "Eis o homem". E isso é tido pelos filósofos e pelos filósofos cristãos de uma forma geral como uma resposta à pergunta de Geódenes. Quem é

com a com o manto, ele apresentou ele pra multidão e disse: "Eis o homem". E isso é tido pelos filósofos e pelos filósofos cristãos de uma forma geral como uma resposta à pergunta de Geódenes. Quem é um ser humano? Quem é o modelo de ser humano? O Cristo estava ali. Eis o homem, aquele por quem Diógenes tanto procurava. E aí também no livro dos espíritos é dito, né, que o maior modelo de ser humano, modelo e guia para nós na nossa humanidade é o Cristo. Então Pilatos não imaginava que estava respondendo tão profundamente essa questão, que o ser humano por excelência, aquele que ele encontraria no meio-dia com a sua lanterna é o Cristo. Esse é o homem, esse é o ser humano por excelência. E aí Vinícius pergunta, né? E para ser cristão e para ser seguidor do Cristo, ele como mestre se dispôs a nos ensinar o caminho, a nos mostrar o caminho que nos leva ao Pai, a nos guiar durante essa vida pelo caminho que nos torna os espíritos que chegarão aquela que é a nossa destinação, aquela destinação de ser felizes, de ser perfeitos, de viver em comunhão com o Pai. E ele nos dá várias pistas, como ele é o mestre, o professor, aquele que ensina tudo o que ele fez, tudo o que ele falou, tudo o que ele pensou e cada pequeno gesto dá esses ensinos pra gente, nos serve como norte, nos serve como caminho, verdade e vida. Então, cada gesto, cada história que ele conta, cada cura que ele faz, cada passo que ele dá, é um caminho, é um roteiro seguir seguro para nos aproximar. Então ele fala das parábolas, fala da parábola do filho pródigo, em que ele fala daquele que dá a volta inteira e volta pra casa do pai. Fala da parábola dos talentos, que são aqueles que investem, que colocam o valor, o talento em movimento e multiplicam os seus talentos. fala do semeador, que são aquela aqueles que semeiam, né, e que são terrenos férteis. Esses que são terrenos férteis são aqueles que já se colocam, né? Fala da casa sobre a rocha que nós precisamos conhecer, mas também precisamos praticar. Fala do fariseu e do

que são terrenos férteis. Esses que são terrenos férteis são aqueles que já se colocam, né? Fala da casa sobre a rocha que nós precisamos conhecer, mas também precisamos praticar. Fala do fariseu e do publicano, também ressaltando que não são as palavras que nos vão garantir, né? Nem todo aquele que me diz: "Senhor, Senhor", ganhará o reino dos céus, mas aquele que faz a a vontade do meu pai. E ele vai nos dizendo, e ali no sermão da montanha está também o grande gabarito, né? Quando ele fala das bem-aventuranças, ele nos dá o caminho para que nós sejamos felizes, ou seja, para que nós cheguemos a perfeição e a felicidade. Se cumprirmos aquilo tudo que ele fala, buscarmos a justiça, buscarmos a termos o olhar, os olhos de ver que ele fala, né? Bem-aventurados os puros, porque verão a Deus. Se mantivermos o nosso coração puro, se seguirmos aquilo que ele segue, nós conseguiremos avançar nesse caminho, conseguiremos chegar claramente nessa destinação. Mas onde ele coloca cada vez mais esse destino e que ele fala pros seus discípulos, é um momento em que João narra, ele tá aqui e é um encontro que o Cristo teve com os seus discípulos que aconteceu, começou na última ceia e se estendeu por um período em que ele teve aquele momento reservado, né? era a Páscoa e todos comemoravam a Páscoa com a sua família, com os seus amigos. Eram grandes celebrações, muito embora fosse um dia de reflexão, as pessoas se reuniam em suas famílias e o Jesus sentiu necessidade de encontrar os seus discípulos, os seus amigos e fazer uma comemoração. Como isso não poderia ser feito no dia da Páscoa? E ele, já sabendo do que se avizinhava, ele chamou eles para que eles comemorassem antecipadamente a Páscoa e pudessem se reunir apenas eles, apenas Jesus e os 12, para fazer essa reflexão. E muitas coisas aconteceram naquela noite, né? Inclusive o anúncio da traição de Judas começou quando eles chegaram e não tinha servos porque era um encontro reservado e eles não tinham quem lavasse os pés, que era o costume.

am naquela noite, né? Inclusive o anúncio da traição de Judas começou quando eles chegaram e não tinha servos porque era um encontro reservado e eles não tinham quem lavasse os pés, que era o costume. E cada passo foi uma lição de Jesus que foi dada. Mas depois que Judas saiu, ele começou uma conversa com os seus com seus amigos e começou uma prece também, que em João 17 há uma prece que ele faz pelos seus eh discípulos. A hoje em dia a gente compreende que ele falou com os 11 naquele momento, né? Judas já havia saído. Mas esse discurso de Jesus, essa conversa de Jesus e essa prece serve para todos aqueles que um dia seriam seus discípulos, um dia se colocariam e seriam aqueles que hoje nós consideramos como cristãos, que não foi uma palavra cunhada pelo Cristo, né? Foi Lucas que começou a designar os seguidores do Cristo de cristãos. Antes eles eram chamados de os homens do caminho, tiveram várias designações até que Lucas teve essa ideia de dar essa denominação de cristãos. Mas Jesus fala dos seus discípulos e fala do que os caracteriza e fala muitas coisas. E o que é a essência? Tá aqui nessa nessa passagem, né, que tá em João 13, logo no começo, ele coloca aqui uma das frases mais belas cunhadas aqui por Jesus na Bíblia, né, em que ele fala qual é a característica essencial. E ele diz, né, tá em João 13:35, nisso vós sereis reconhecidos como meus discípulos, se vos amardes uns aos outros. Então isso ele diz que é a característica central, essencial do cristão, amar uns aos outros. Então o cristão é aquele que ama, o cristão é aquele que vivencia o amor. E ele já tinha dito isso em outras ocasiões também. Ele já tinha dito quando ele fala que todo o ensinamento se resume em duas sentenças, né? Amai a Deus sobre todas as coisas e amai o próximo como a ti mesmo. E aqui ele reafirma isso. Os meus discípulos serão conhecidos por muito se amarem, por amarem uns aos outros e por viverem esse amor. Nós podemos dizer assim. Então é aquilo que caracteriza os cristãos. Se eu quiser me

a isso. Os meus discípulos serão conhecidos por muito se amarem, por amarem uns aos outros e por viverem esse amor. Nós podemos dizer assim. Então é aquilo que caracteriza os cristãos. Se eu quiser me chamar de cristã, eu tenho que vivenciar esse amor. E vivenciar esse amor como? Quando? Em todas as circunstâncias da vida. Tem um um momento mais adiante no século XI, quando a gente tá em plena idade das trevas, em que é escrita uma carta que fala de várias coisas. E entre as cois, uma das coisas que fala é identificar o que são os cristãos. Isso já 12 séculos depois de Jesus, né? Depois, mais de 1000 anos depois de Jesus. Então, essa pessoa que escreveu essa carta falou assim: "Os cristãos, de fato, não se distinguem dos outros homens, nem por sua terra, nem por sua língua ou costumes. Com efeito, não moram em cidades próprias, nem falam uma língua diferente, nem t algum modo especial de viver. Sua doutrina não foi inventada por eles graças aos talento e à especulação de homem curiosos, nem professam, como outros, algum ensinamento humano. Pelo contrário, vivem em casas gregas e bárbaras, conforme a sorte de cada um, e adaptando-se ao costume do lugar, quanto à roupa, ao alimento e ao resto, testemunham o modo de vida admirável e, sem dúvida, paradoxal. Vivem na sua pátria, mas como forasteiros. Participam de tudo como cristãos e suportam tudo como estrangeiros. Toda pátria estrangeira é a pátria deles e cada pátria é estrangeira. Casam-se como todos e geram filhos, mas não os abandonam. Põe a mesa em comum, mas não o leito. Estão na carne, mas não vivem segundo a carne. Moram na terra. mas tem sua cidadania no céu. Obedecem as leis estabelecidas, mas com a sua vida ultrapassam as leis. Amam a todos e são perseguidos por todos. São desconhecidos e, apesar disso, condenados. São mortos e deste modo lhes é dado a vida. São pobres e enriquecem a muitos. carecem de tudo e tê abundância de tudo. São desprezados e no desprezo tornam-se glorificados. São amaldiçoados e depois

. São mortos e deste modo lhes é dado a vida. São pobres e enriquecem a muitos. carecem de tudo e tê abundância de tudo. São desprezados e no desprezo tornam-se glorificados. São amaldiçoados e depois proclamados justos. São injuriados e bendizem. São maltratados e honram. Fazem o bem e são punidos como malfeitores. São condenados e se alegram como se recebessem a vida. Então essa é a característica do cristão. E Jesus fala nesse mesmo encontro, um pouquinho adiante, ele fala que os discípulos dele foram enviados por Deus para ele e que esses discípulos foram para o mundo, estão no mundo, mas eles não são do mundo, que é justamente é o que essa carta consegue pegar com precisão, né? Eles estão no mundo. Eles vivem nas cidades como todos os outros. Eles vivem nos lugares. Eles se casam, eles comem e bebem como todos os outros. Eles vivem a vida comum de todas as pessoas, mas eles são diferentes porque eles não agem segundo as leis, mas transcendem essas leis. Por quê? Porque o cristão tem uma lei que se sobrepõe a todas as outras leis, que é a lei do amor. Então eles não negam o mundo que existe. E Jesus fala isso a Paulo, quando Paulo encontra com ele ali e aceita Jesus ali na estrada de Damasco. Paulo pergunta para ele: "Senhor, o que queres que eu faça?" E aí Jesus responde a ele: "Vai até a cidade e ali eu te direi o que fazer. Então ali nesse momento ele fala para Paulo que não quer que ele se distancie do mundo, não quer que ele saia, viva uma vida monástica, uma vida distante de todas as pessoas, muito embora ele tenha tido que passar pelo período do deserto para que ele pudesse cumprir a sua missão. Mas a missão de Paulo, assim como a missão do cristão, é no mundo e é onde a luz é necessária. O papel do cristão é acender a luz e levar essa luz. Vós sois a luz do mundo. Então, nós devemos iluminar os lugares em que nós estamos. E essa luz não deve ficar embaixo da mesa, ela deve se colocar sobre a mesa. Ela deve iluminar. Vós sois o sal da terra, aquele sal que

undo. Então, nós devemos iluminar os lugares em que nós estamos. E essa luz não deve ficar embaixo da mesa, ela deve se colocar sobre a mesa. Ela deve iluminar. Vós sois o sal da terra, aquele sal que dá tempero ao ambiente, né? Que dá tempero a a a refeição, né? Quem já comeu uma refeição em sem sal, o sal ele tempera e ajuda a conservar também, né? Carne de sol é isso, né? Uma carne que é salgada para durar durante um período de mais tempo em que não havia geladeira, em que se fazia longas viagens e precisava se manter aquilo, né? Então, nós somos a luz do mundo, nós somos o sal da terra. E nós não nascemos para brilhar apenas entre nós, não nascemos para viver apenas entre os cristãos ou viver nos mundos pequenos. Nós nascemos para ir pro mundo, para ir pra cidade, para habitar os lugares e para nos misturar com as pessoas. Então, nós não somos cristãos apenas aqui na comunhão, apenas nos templos, porque o templo é apenas um lugar de pedra, né? Quando Natã fala com Davi, Davi queria fazer o maior templo que já havia existido para honrar a Deus. Natã diz a Davi, o templo de Deus, eh, Deus, ele tem a cabeça nos céus e coloca os pés sobre a terra, ou seja, ele é muito maior do que isso. Não há templo de de pedra que possa caber Deus. O templo de Deus é o espírito, são os nossos corações. E é isso que Jesus fala também. Nós não somos cristãos no templo de pedra. Nós não somos espíritas aqui somente na comunhão. Nós somos cristãos no mundo. E o templo de Deus é o nosso coração, é o nosso espírito. Em outro momento, ele fala das propriedades. Ele diz que o espírito é a grande obra prima de Deus. Porque tudo o que existe de material vai perecer, vai acabar. Até mesmo as maiores coisas do mundo, como as estrelas, as galáxias, os impérios que passam, mas os espíritos permanecerão. Então, a luz que existe dentro de nós, que é a presença divina dentro de nós, permanecerá para sempre, porque nós somos espíritos imortais. E esses espíritos imortais se aperfeiçou no amor, porque o amor é o destino de

xiste dentro de nós, que é a presença divina dentro de nós, permanecerá para sempre, porque nós somos espíritos imortais. E esses espíritos imortais se aperfeiçou no amor, porque o amor é o destino de todos nós. Ele é aquilo que nos envolve que nos engloba. Tem um livro que eu gosto muito de filosofia também. Ele se chama Pequeno Tratado das Grandes Virtudes. E ele coloca 18 virtudes. A primeira virtude é a polidez. E ele fala que é uma ordem quase que crescente, né? A polidez não é uma virtude ainda, é uma aparência de virtude, mas que se transforma, é um caminho para uma virtude. Então ele diz que nós somos polidos porque nós cumprimos socialmente o papel de demonstrar uma virtude mesmo quando nós não. Então eu desejo bom dia mesmo sem que o meu coração deseje bom dia mesmo de verdade, mas é porque aquilo é o socialmente esperado. Mas com o exercício daquilo, eventualmente eu começo a desejar mesmo esse bom dia, né? Eu cedo o meu o lugar no metrô porque aquilo é esperado socialmente que eu faça, muito embora eu vá reclamando a vida inteira, a o trajeto inteiro de ter que ir de pé, mas a gente vai exercitando isso e o nosso corpo vai se preparando. E a última virtude que ele coloca é o amor, que ele diz que o amor é mais do que uma virtude e que ele contém todas as virtudes. Porque se você ama, você não precisa. de virtudes. Você simplesmente se deixa guiar pelo amor, você tem a sabedoria e consegue fazer tudo. Tem um outro filósofo que chama Cloves de Barros, que ele fala, né? ele é professor de ética e ele pega e sintetiza várias eh definições de ética e ele fala que ética é agir como se amasse. Então ele diz que se a gente quiser agir para o bem, que a ética é a ciência de agir pro bem, a gente pode agir como se amasse. Simular um amor. Mas se a gente ama, é como diz Santo Agostinho, ama e faz o que fizeres. Porque quando a gente ama, a gente consegue dar a melhor solução para cada questão. A gente consegue acender a luz, a gente consegue agir de forma a fazer

diz Santo Agostinho, ama e faz o que fizeres. Porque quando a gente ama, a gente consegue dar a melhor solução para cada questão. A gente consegue acender a luz, a gente consegue agir de forma a fazer que essa que essa lei divina se cumpre. A gente consegue ser aquele emissário do bem. Então, a gente a cada momento, a cada circunstância da nossa vida, em cada lugar, em cada momento, cabe a nós perguntar: "Qual é a escolha de quem ama? Qual é a escolha que eu faria se eu já fosse capaz de amar? Quando eu for capaz de amar? E aí eu posso ser me considerar, eu posso me considerar uma verdadeira cristã quando eu amo, quando eu consigo ter essa sabedoria de compreender. Tem uma amiga minha da comunhão que ela dizia exatamente isso, né, que ela quando queria saber o que fazer numa determinada situação e ela imaginava que fosse alguém que ela ama que estava vivendo essa situação. Então ela dizia uma coisa que a gente pergunta: "E se fosse com meu filho? E se fosse com meu pai? E se fosse com meu marido? E se fosse com alguém que eu realmente amo? Como eu faria? E isso ajudava ela a tomar as melhores escolhas, a fazer a coisa certa, porque o caminho do amor é o caminho mais certo. E nós estamos aqui para aprender a amar. A família, como ela anteviu, é o nosso aprendizado do amor. Porque quando eu estou próximo daquelas pessoas que já significam muito para mim e que eu já consigo amar, eu vou aprendendo a amar cada vez mais. Eu vou aprendendo a exercitar esse amor e a transcender esse amor. E aí eu vou colocando isso e vou ampliando isso e vou aumentando a minha família espiritual. Quando eu consigo agir com outras pessoas, como se fosse o meu amor, e quando eu consigo amar cada vez mais pessoas, eu tô acendendo cada vez mais a minha luz. E é claro que a nossa luz não começa como olor forte, não começa como aquela luz forte e poderosa que ilumina todo o ambiente. Ela pode começar apenas como uma pequena vela que faz um pouquinho, que cumpre um pouquinho, né? Mas se a gente tiver, por

rte, não começa como aquela luz forte e poderosa que ilumina todo o ambiente. Ela pode começar apenas como uma pequena vela que faz um pouquinho, que cumpre um pouquinho, né? Mas se a gente tiver, por exemplo, numa escuridão terrível, se a gente apagar todas as luzes aqui e eu acender uma pequena vela, a gente não vai estar totalmente claro, mas a gente já não vai estar nessa escuridão. E a vela é algo que vai acrescentando. Então, se eu tenho uma vela e eu acendo a vela da Rute, a minha vela não diminui por acender a dela. Pelo contrário, as duas velas quando se encontram fazem uma chama maior ainda e a partir daí a gente tem duas chamas. E essas duas chamas podem gerar infinitas chamas que vão alimentando cada vez mais outras e outras velas. E quando a gente vai aumentando o nosso potencial de ação, aí a gente vai acendendo cada vez mais luzes. Então, se nós quisermos ser considerados cristãos, nós precisamos viver esse amor, viver a palavra do Cristo, que ele mostra como agir em cada pequena situação da vida. Agir com confiança, agir com fé, agir com coragem. Ag coragem é o sentimento do coração, agir de acordo com aquilo que vem do nosso coração e aprender a seguir o Cristo, seguir esse amor onde quer que nós estejamos, não apenas aqui nesses templos de pedra, mas transformando o nosso coração, transformando o nosso espírito num verdadeiro templo em que pulsam as palavras do Cristo, em que pulsa o verdadeiro significado do amor, que a gente consiga acender e manter a nossa pequena vela. E quando a nossa vela tiver se apagando, que a gente consiga enxergar a vela dos nossos irmãos e pedir, quando for o caso, o auxílio para que a nossa vela seja acesa também, vendo a chama do irmão como um recurso auxiliar, não como ameaça, mas como algo que vai me ajudar a crescer e a aproximar. Acendamos as nossas luzes. Sejamos os verdadeiros discípulos. Sejamos aqueles que serão conhecidos por muito se amar. Muito obrigada a todos. É sempre uma alegria estar aqui. Obrigada.

e a aproximar. Acendamos as nossas luzes. Sejamos os verdadeiros discípulos. Sejamos aqueles que serão conhecidos por muito se amar. Muito obrigada a todos. É sempre uma alegria estar aqui. Obrigada. Toda quarta-feira eu fico encantada com Pedro de Camargo, que é Vinícius, né? Porque não foi psicografia. Ele escreveu as lições e pediu que quando ele desencarnasse, que a FEB publicasse todas as lições. E a gente tem seguido o livro dele. Daqui a pouco a gente tá terminando em torno do mestre e vamos começar outro, né, Carla? Então, já tem a turma que fala. >> Senti saudade desse livro. a gente sente o primeiro, a gente sentiu saudade, depois esse. Então a gente, algumas lições a gente deixou para trás porque não era talvez no momento para o público que a gente precisa de saber qual o nosso emblema de como cristão. A Carla tava falando e eu lembrei que logo no começo que eu entrei pro espiritismo e a gente vê muitas fam muitas pessoas reclamando, os filhos ficava observando tudo que a gente fazia que não tava de acordo com a vontade deles. Eu fale assim: "Espera aí, mas você diz que não é espírita lá, você não é cristã, como que você tá fazendo isso?" O que era em benefício deles, né? Entendeu? Às vezes a gente estava sendo extremamente cristã em eu em falar: "Não, não é desse jeito e pronto", né? Então, de vez em quando eu eu ouvia isto, mas eles cresceram, né? Cresceram em idade, cresceram em estatura, cresceram também em compreensão. E agora eu vejo eles falando a mesma coisa. Eu falei: "Sim, tá vendo, né?" Então, que a gente possa realmente talvez até criar o emblema para nós, né, Carla? É, às vezes aquele ali de amor ou de caridade, fala: "Não, mas eu posso fazer falar de coragem, meu emblema vai ser o de coragem". Mas aquilo que satisfaz o nosso coração e que a gente consegue realmente eh dar continuidade naquele comportamento nosso de pessoas boas, né? de pessoas que realmente entende que só através da bondade, da docilidade, nós vamos conseguir dar o primeiro passo ou vamos

lmente eh dar continuidade naquele comportamento nosso de pessoas boas, né? de pessoas que realmente entende que só através da bondade, da docilidade, nós vamos conseguir dar o primeiro passo ou vamos conseguir ter uma luzinha mesmo que seja fraca, né? Então vamos terminando esse nosso momento que nossa amiga Antônia já tá ali, né, para nos levar pro passe. Então esse momento eu sempre acho que todos os dias é dia de gratidão. Eu acordo agradecendo. Eu vou mais tarde, eu agradeço mais tarde. Agora eu agradeço junto com vocês, né, aqui presente, vocês que estão nos ouvindo. quando eu vou me deitar, né? A último pensamento que eu tenho de gratidão de poder estar repousando, né? Mesmo que às vezes não durmo, mas pelo menos eu estou ali na minha cama, no meu conforto do lar, o conforto de ter uma cama, de ter um um alguma coisa para me cobrir, de ter um alimento. Então isso tudo é um agradecimento a esse pai bondoso, esse pai caridoso, esse pai que nos ama indistintamente, nos ama porque somos criaturas dele, filhos dele, criatura que ele nos fez com todas as possibilidades de progresso. Então, que se nós não estamos tendo essa esta essa consciência de que viemos para progredir e viemos com todos os recursos, a gente tem que realmente ficar mais um tempo, né, aqui na comunhão ou qualquer lugar para nós aprendermos. Então, Pai amado, nós aqui estamos te agradecendo por tudo que você nos tem fornecido para esse nosso crescimento, toda a ajuda que o Senhor tem nos dado nesse nosso caminhar, pelas coisas que às vezes nós não gostamos, mas são educativas, são coisas que é uma pedra que tá no caminho, é um adversário que nós às vezes não suportamos, é uma doença que apareceu de repente que vai nos educar. Então, por tudo isso, te agradecemos e mas rogamos sempre, esteja conosco nessa nossa caminhada para que nós possamos ter bom ânimo e fazer o melhor que pudermos. Que assim seja e graças a Deus, amigos. Um beijo no coração. Até quarta-feira que vem. Vocês que não nos assiste também,

sa caminhada para que nós possamos ter bom ânimo e fazer o melhor que pudermos. Que assim seja e graças a Deus, amigos. Um beijo no coração. Até quarta-feira que vem. Vocês que não nos assiste também, um beijo no coração e até quarta-feira. E agora nós passamos vocês para o nosso amigo aqui para ele acompanhá-los até o passe. Uma boa noite. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade [música] auxiliar a recuperação física, mental e espiritual. Substituindo os fluidos [música] deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, [música] temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando [música] sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de [música] forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso [música] mestre amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental [música] e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido [música] do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar [música] os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, [música] trazendo a alegria de viver, a

rio necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar [música] os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, [música] trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. E também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e [música] a serenidade. Que esses bons fluidos [música] se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. >> a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso [música] passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no [música] céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. [música] O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa [música] as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente [música] com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos [música] ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta [música] casa, damos graças [música] a Deus, [roncando] graças a Jesus e assim seja.

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