O Duelo: Ainda existe nos dias de hoje?
O Duelo: Ainda existe nos dias de hoje? Heber Carlos de Oliveira 🎙️ Novo na transmissão ou querendo melhorar? Confira o StreamYard e ganhe $10 de desconto! 😍 https://streamyard.com/pal/d/4876899936894976
Maria, mãe de Jesus, nos dê força e coragem. Que bom que você tá aqui. Eu senti sua carregar sacr >> para carregar nossa cruz. Sacramento rompe o vé. Sacramento rompe o véu. Vai. Sacramento rompe o vé. Consolador prometido, do Brasil central, o cristianismo redo, és tudo que nos cabe Ó irmão, amigo, pelo Cristo por ideal, >> eu limpedre querido, Vieste do céu, >> de muito além das estrelas. >> Anjo em forma de hombre. Ó mensageiro de Maria, >> vieste do céu, >> de muito além das estrelas. Anjo em forma de homem. Eu lhe pediz, mestre querido. reunido em nome do Senhor, em um só pensamento e coração, desligados lá do mundo exterior, nesse templo de fé e oração. Procuremos entrar em sintonia com os nossos mensageiros do além. >> Pelas ondas do amor e da harmonia. Tão somente para a prática do bem. Elevemos ao mestre uma prece, implorando amparo e proteção >> por aqueles que laboram nessa messe procurando regeneração. Procuremos entrar em sintonia com os nossos mensageiros no além, >> pelas ondas do amor e da harmonia. Tão somente para a prática do bem, pelas ondas o amor e na harmonia, tão somente para a prática do bem. Quem desligou foi eu. Olhe os cristalinos azuis da cor do céu. >> Barba tão branquinha qual Papai Noel ilumina. São os irmãos na terra no sofrer, no sorrir, no chorar. Olhe cristalinos azuis da cor do céu. Barba tão branquinha qual Papai Noel ilumina seus irmãos na terra no sofrer. No sorrir, no chorar, bezerra de Menezes, apóstolo do bem. Receba as nossas preces e o coração também. Bezerra menes, apóstolo da luz. Depon as nossas dores aos pés de Jesus. Sintonizados com o Dr. Bezerra de Menezes, que estamos evocando por meio da música, vamos, por intermédio dele, glorificar a Deus, louvar o seu nome e agradecer pelas bênçãos que temos recebido, pela bendita oportunidade da vida, da reencarnação, do conhecimento da doutrina espírita, a bênção do grupo espírita mensageiros da luz nas nossas vidas. por este instante de oração, por todos que nos encontramos reunidos.
ade da vida, da reencarnação, do conhecimento da doutrina espírita, a bênção do grupo espírita mensageiros da luz nas nossas vidas. por este instante de oração, por todos que nos encontramos reunidos. Agradeçamos pela pátria, família, amigos, companheiros da Ideal, trabalho que nos dignifica a vida, saúde às vezes relativa, o dia de hoje e ao lado do louvor e do agradecimento, com muita humildade, continuemos buscando a presença amorável de Dr. de Menez, para suplicar a ele que por acréscimo de misericórdia interceda por nós junto ao nosso mestre Jesus, para que ele nos fortaleza na sabedoria, na humildade e na fé, concedendo-nos saúde e paz, nos fazendo espíritas, divulgadores da doutrina pela nossa ação, pelo amor que tivermos nos nossos corações. Bçãos pedimos para os aflitos da terra, pelas condições climáticas, por toda violência, para os enfermos, os que não conseguiram atendimento médico, medicamento, outros que, embora socorridos, passam por grandes agonias, aflições e dores para os trabalhadores da área da saúde. Nós vamos irradiar também para o Brasil, para o povo brasileiro, que somos todos nós, pedindo a Ismael que nos conceda a esperança, a dignidade da vida através do trabalho, da alimentação, da habitação, da segurança dignas. Que as nossas autoridades se fortaleçam na sabedoria, na humildade, na compaixão para com a população, respeita as leis, a responsabilidade administrativa, a importância de darem bons exemplos. Mas vamos pedir também para o movimento espírita que as nossas lideranças se fortaleçam na sabedoria, na humildade, no sentimento de união e unificação do movimento, abençoando cada dirigente, trabalhador, frequentador de casa espírita nesse nosso imenso Brasil, para as nossas federativas, para a Federação Espírita Brasileira, o Conselho Espírita Internacional, a Federação Espírita do Estado de Goiás, a sua diretoria executiva, o nosso 32º congresso que será realizado no próximo ano, mas vamos pedir também para o nosso grupo espírita mensageiros da luz com
, a Federação Espírita do Estado de Goiás, a sua diretoria executiva, o nosso 32º congresso que será realizado no próximo ano, mas vamos pedir também para o nosso grupo espírita mensageiros da luz com todas as nossas unidades e frentes de trabalho. Vamos buscar a presença da espiritualidade amiga para abençoar a nossa casa. Lares enutados com pessoas enfermas, cirurgiadas, hospitalizadas, aguardando para se submeterem às cirurgias, mas também para aquelas pessoas vitimadas pela depressão, pânico, obsessão, fascinação, drogadição, alcoolismo, vícios morais, encarcerados, desempregados, endividados, qualquer que seja a aflição da nossa casa, nós estamos pedindo misericórdia. Bçãos pedimos para as nossas crianças e jovens. Conceda a todos eles amor à vida, preservando as suas vidas com dignidade através do estudo do trabalho, da religião, livrando os vícios, da preguiça, das ciladas, dos desequilíbrios, das más companhias encarnadas e desencarnadas, fazendo esses jovens servidores da sociedade, espíritos entristecidos, enfermos, aflitos, estiverem nas nossas casas levando o desassossego, o sentimento de solidão, a enfermidade, os que aqui vierem em qualquer lugar que estiverem, todos possam ser acolhidos, esclarecidos e encaminhados às colônias espirituais. Você que nos honra com a presença, nos assistindo pelas redes sociais, que Deus te abençoe, te envolve muita paz. Nós estamos transmitindo da sede do grupo Espírita Messageiros da Luz. e os que aqui se encontram, que Deus nos abençoe a todos, abençoe o Éber com o trabalho dele, a família dele, para que continue sempre disponível para atender as nossas solicitações. Que Jesus os abençoe a todos. Seja muito bem-vindo. Deus te abençoe. Evangelho segundo Espiritismo, capítulo 12. Amai os vossos inimigos. O duelo. Só é verdadeiramente grande aquele que, considerando a vida como uma viagem que deve conduzi-lo a um fim, faz pouco caso das asperezas do caminho. Não se desvia um só instante do caminho reto. O olhar, sempre dirigido ao termo, pouco lhe
e, considerando a vida como uma viagem que deve conduzi-lo a um fim, faz pouco caso das asperezas do caminho. Não se desvia um só instante do caminho reto. O olhar, sempre dirigido ao termo, pouco lhe importa que as sarças e os espinhos das sendas amecem causar-lhe ranhadouras. Roçariamo, mas sem atingi-lo. E nem por isso ele deixaria de prosseguir seu curso. Expor seus dias para vingar-se de uma injúria é recuar diante das provas da vida. É sempre um crime aos olhos de Deus. E se não fossseis enganado por vossos preconceitos como o sois, vingar-se seria uma ridícula e suprema loucura aos olhos do homem. Há crime no homicídio por duelo e vossa própria legislação o reconhece. Ninguém tem o direito, em caso algum de atentar contra a vida de seu semelhante. Sempre será crime aos olhos de Deus que vos traçou vossa linha de conduta. Aqui, mais do que em qualquer lugar, sois juízes da vossa própria causa. Lembrai-vos de que vos será perdoado, conforme tiverdes perdoado. Através do perdão aproximam-se da divindade. Pois a clemência é irmã do poder. Enquanto uma gota de sangue de humano porrer na terra pela mão dos homens, o verdadeiro reino de Deus ainda não terá chegado. Este reino de pacificação e de amor, que deve banir para sempre do vosso globo a animosidade, a discórdia e a guerra. Então, a palavra do elo não mais existirá em vossa língua, senão como uma distante e vaga lembrança de um passado que não existe mais. Os homens não conhecerão entre si outro antagonismo, senão a nobre rivalidade do bem. Adolfo, bispo de Argel, Marmé, 1861. Prezados irmãos e irmãs, compensa del espírita, que a paz do Senhor continue desenvolvendo a todos e nos permita nesta noite eh em que retornamos a esta casa cumprindo um compromisso mensal de refletirmos sobre um tema do evangelho com os irmãos, sempre procurando trazer algum tema que possa ter uma relevância, não apenas eh no aspecto literário, no aspecto do evangelho em si, ou de uma referência apenas de uma passagem ou de um livro, mas que possa vibrar no nosso
er algum tema que possa ter uma relevância, não apenas eh no aspecto literário, no aspecto do evangelho em si, ou de uma referência apenas de uma passagem ou de um livro, mas que possa vibrar no nosso interior, que possa fazer com que a nossa vida de relação externa cotidiana seja tocada por esse conhecimento. E hoje, né, aleatoriamente nós resolvemos falar sobre o duelo que está aqui. São cinco lições nesse capítulo 12. Amai os vossos inimigos. É a última delas, subscrita por cinco espíritos diversos. O primeiro é esse Adolfo, bispo e Argel, uma psicografia do ano de 1863, um ano antes da publicação do Evangelho que nós demos aqui, que é de abril de 1864 e que compõe, né, Kardec escolheu, certo? ele teve dificuldade, ela achou cinco boas sobre o mesmo assunto, ele trouxe cinco eh de espíritos diversos, mas sobre o mesmo assunto, sobre o duelo, que era um tema muito importante, muito recorrente na França do século XIX, porque era uma prática eh socialmente muito difundida o duelo. Certamente que a gente lê isso aqui e fala, mas o que que tem a ver esse assunto com os dias de hoje em pleno 2025? O que que tem a ver falar sobre duelo? Até o tema é do ele ainda existe nos dias de hoje. Esse é o tema que eu sugeri para que fosse divulgado aí nas redes sociais do centro e para que a gente possa discorrer sobre isso, já buscando contextualizar esse assunto, trazendo para hoje. Mas como referência histórica é digno de nota. Nós vemos que o espírito desse bispo, né, Adolfo, bispo de Argel, ele fala que a vossa lei considera, né, o duelo um crime, porque a lei da época já a considerava. Há crime no homicídio por duelo, diz o espírito, e vossa própria legislação o reconhece. O Código Penal Francês do ano de 1836 passou a considerar o duelo como crime, como crime até de homicídio, digamos assim, porque um normalmente sairia morto desse dessa luta, dessa contenda que podia ser por espada ou podia ser por arma de fogo. Então ali em 1836 passou a ser considerado crime na França. esse tipo de prática já muito
malmente sairia morto desse dessa luta, dessa contenda que podia ser por espada ou podia ser por arma de fogo. Então ali em 1836 passou a ser considerado crime na França. esse tipo de prática já muito antiga, de prática muito antiga, mas já sobre os ares da civilização, da civilidade, que a França é o berço desse renascimento também, né? o o o os movimentos espirituais e materiais e filosóficos que começaram a retirar a terra daquele período triste da Idade Média, 1 1000 anos, né, de de treva e de atraso, não foi só de treva, só de atraso, porque ainda diante da treva que se impunha, muita muito progresso a a humanidade fez. Mesmo combatida, a ciência caminhou muito, né? os filósofos também nunca se calaram por completo, mas oficialmente a Idade Média foi um período muito triste. O renascimento trouxe então, como o próprio nome diz, um ressurgimento, um renascimento pra Terra. E a França colaborou decisivamente para isso, até com o próprio Espiritismo, já no final desse período de renascimento, veio também colaborar com uma mudança de mentalidade na Terra. Então, em 1836, o duelo já era considerado oficialmente um crime pela lei francesa. Eh, essa lição aqui é de 1863, então tinha 27 anos quando o espírito eh trouxe essa mensagem Kardec a utilizou no Evangelho, que o duelo já era considerado o crime. Por isso que o espírito de forma contemporânea disse: "A vossa lei já considera o duelo como um crime". E quando o Evangelho foi publicado em 1864, então já tinha 28 anos, né? quase três décadas que o duelo era considerado como crime, mas o fato é que embora crime ainda haviam muitos duelos e ainda aquele tempo. tanto tinha, né, que o espírito se preocupou, já que a doutrina espírita é uma doutrina de progresso, de renovação, de transformação, de evolução constante, né, tentou já trazer também ali uma informação importante para que o homem fosse rompendo com essas barreiras primitivas de sangue, de ódio e de violência. Tudo contrário ao Cristo. E tudo que é contrário ao Cristo, o
zer também ali uma informação importante para que o homem fosse rompendo com essas barreiras primitivas de sangue, de ódio e de violência. Tudo contrário ao Cristo. E tudo que é contrário ao Cristo, o Espiritismo enfrenta com altivez. Esse é o seu papel. Se o espiritismo não divulgar o Cristo, ele pode fechar as portas. Se o Espiritismo não falar de Jesus, esquece. Casa espírita que não fala de Jesus, esquece. A Márcia é presente de federação, né, Márcia? E tem, né, assim, a tem de tudo, mas que às vezes enaltece mais vultos carnais e falhos como nós mesmos. Talvez uma virtude aqui ali melhor, mas na média como nós, eu acho bom demais falar aqui tendo Jesus na retaguarda. Eu sinto bem de falar aqui e ao mesmo tempo responsabilidade, porque eu estou falando aqui por ele, cumprindo o que ele disse. Abre a boca, alguém falará por ti. Não pelo meu mérito, não tenho nenhum. Exatamente. Porque acredito que falar do Cristo é algo que a humanidade precisa falar e ouvir a respeito e de Jesus. Então o espiritismo vem confirmar o Cristo, vem falar de Jesus, que é totalmente contrário à violência. Ele falou para Pedro embanhar a espada, que não não o defendesse pela espada, uma forma de duelo de tentar defendê-lo da prisão quando ele foi preso já para cumprir o seu suplício, para subir ao gol, ser crucificado, como foi. Então Pedro tenta duelar com os soldados ou com os soldados que vieram para prendê-lo. E ele os pacificou, dizendo para que ele não fizesse aquilo, embanhasse sua espada. E já falando sobre a lei de causa e efeito, aquele que mata pela espada por ela perecerá. Então é muito importante, muito relevante vermos isso. Então o espiritismo já veio para reforçar o que a lei francesa já determinava e falava que era um crime, que era o duelo. Mas como eu disse, ainda durante muito tempo, o duelo existiu, talvez não chegando às vias de consequência final de matar, mas ainda como um desafio social. E curiosamente, né, o o último duelo em território francês que se tem notícia
uito tempo, o duelo existiu, talvez não chegando às vias de consequência final de matar, mas ainda como um desafio social. E curiosamente, né, o o último duelo em território francês que se tem notícia histórica aconteceu bem depois, agora em 1967, onde Gastron defer e e um desafeto, foge o nome aqui agora, eram parlamentares que se ofenderam e se desafiaram para um duelo. E foi inclusive filmado. No YouTube tem, se colocar lá o último duelo na França vai encontrar. Foi filmado. Durou pouco tempo e não houve morte. Porque esse Gaston, ele acabou por ferir o seu oponente, mas não de morte, e o duelo se encerrou por ali. Mas para ver, né, muito tempo depois, agora já em 1967, ainda se registrou um duelo e registro formal com filmagem e tudo e tá e tá no no YouTube. Então, mostrando que ainda depois de muito tempo, desde lá de 186, 1967, mais de 100 anos, 120 tantos anos, se praticando essa prática, digamos assim, totalmente abominável, que é o duelo. OK? Mas já não se fala em duelo, oficialmente na França desde 1967. poderíamos falar então a lição trazida por Adolfo, bispo de Argel, perdeu sentido, já que nós não temos mais oficialmente os duelos. Nós não temos o duelo, mas nós temos aquilo que está por trás do duelo, porque o duelo ele era justificado porque alguém teve a sua honra atingida, a sua honra ferida. E a honra naquele, naquela percepção era algo que estava extremamente alicado em outro sentimento, que é o o do orgulho e da vaidade. Então, é um nome bonito para orgulho e vaidade, é honra às vezes para justificar esse tipo de coisa. Então, para não dizer que o meu orgulho foi feridos e a minha honra foi ferida. E honra é algo importante. Honra é é um é um é um sentimento, é um valor positivo e não negativo. Mas eu não posso tomar a honra apenas como uma comparação ou ou como um sinônimo de orgulho e vaidade, porque já o orgulho e a vaidade, lendo esse mesmo evangelho que nós fizemos a leitura inicial, eh os espíritos falam que é a maior chaga da humanidade.
ção ou ou como um sinônimo de orgulho e vaidade, porque já o orgulho e a vaidade, lendo esse mesmo evangelho que nós fizemos a leitura inicial, eh os espíritos falam que é a maior chaga da humanidade. Exatamente. Orgulho barra vaidade é a maior chaga, ou seja, a maior doença, é a maior enfermidade, é a mãe de todas as enfermidades, é o pai de todos os males, de todos os atrasos, é o orgulho e a vaidade, que é exatamente o que nós mais temos no nosso interior. Então, nós somos seres abençoados nesta existência por estarmos reencarnados numa oportunidade de recuperação, de aprendizado, não de dor e de sofrimento. Nós devemos, não podemos negativar essa experiência tão importante, mas de aprendizado, de crescimento espiritual que nós temos. E exatamente para isso, para trabalharmos aquilo que nós temos de negativo, de primitivo no nosso interior. Para isso serve a reencarnação, não serve para mais nada. A gente veio a esse mundo para aprendermos, para progredirmos, para nos libertarmos dos nossos sentimentos mais primitivos, mais atávicos, mais, sabe assim, que nos aprisionam a um a um passado de erros, de equívocos, de delitos, dê-se o nome que quiser, mas de experiências que não nos fizeram felizes, pelo contrário, experiências que nos aniquilaram de certa forma. E aí a gente tem essa oportunidade de reencarnar. Então, se hoje nós não temos mais o duelo oficial, nós temos o que o duelo representa, que são as disputas. Alice disputava a honra eh através de de uma de uma eh violência física, tiro, espada, alguém deveria morrer. E agora vencido isso. E eu não vou nem falar que hoje continuam morrendo pessoas, sendo agredidas, sendo mortas, sendo chassinadas, trucidadas. Pai mata filho, filho mata pai. Não vou nem falar por esse lado. Aliás, o espírito de Adolfo estava extremamente otimista e ao mesmo tempo pessimista, porque ele dizia que o reino de Deus só vai se implantar na terra definitivo quando nenhum sangue correr da mão de alguém, né, de um sangue de seu irmão.
emamente otimista e ao mesmo tempo pessimista, porque ele dizia que o reino de Deus só vai se implantar na terra definitivo quando nenhum sangue correr da mão de alguém, né, de um sangue de seu irmão. Eu não acredito que vai ser tão rápido, né, pelo que se vê aí, a não ser que a natureza dê um salto, mas como Emmanuel fala que não dá, então não vai dar. Então a gente tem que ir amarrando as coisas. Emanuel fala: "A natureza não dá saltos". E o que a gente via aí, guerras transmitidas ao vivo pela TV, pela internet, como aqui agora se transmite uma palestra, se transmitem guerras, países sendo bombardeados. Não vai demorar. Ah, então vou desistir, não, vamos prosseguir, só que sem aquele fanismo, já vai resolver, vai acabar, não vai. A COVID vai transformar, não transformou. Não transformou. E se vier outra Covid também não vai transformar. O que transforma não é doença. O que transforma vem de dentro, é do interior. É uma reforma, aliás, é um pilar do espiritismo, a reforma íntima. Então, o que é de bom vem de dentro para fora, porque isso faz parte do nosso meio, do nosso processo. Não adianta querermos, é porque nós somos imediatistas, né? A gente acha que uma coisa para hoje, para amanhã, não é? Não é. Ah, mas então a humanidade não tá progredindo. Tá progredindo e muito. Isso é visível. O fato de abolir o duelo, esse físico ostensivo já é um progresso. Ah, mas tem o duelo íntimo. Mas é assim mesmo. A gente vai rompendo as cascas de fora. A gente vai rompendo aquilo que é mais grosseiro. É normal. É igual quando você vai fazer uma obra, uma escultura, quando o artista plástico que vai fazer uma uma obra de arte, uma obra prima, o Michelângelo fez várias ao ponto de falar, fala Moisés, parla música. Então, o tanto tava perfeito, ele pegou um bloco de pedra, ele já não, ele não deu acabamento na escultura dele. Ele foi fazendo entalhe após entalhe, ele foi rompendo a rigidez da pedra para dar formas rudimentares daquilo que estava na cabeça dele. E com o tempo aquilo foi tomando uma
amento na escultura dele. Ele foi fazendo entalhe após entalhe, ele foi rompendo a rigidez da pedra para dar formas rudimentares daquilo que estava na cabeça dele. E com o tempo aquilo foi tomando uma forma. E na fase final, certamente para esculpir o olhar da expressão no olhar, que o cara consegue pôr expressão no olhar de algo esculpido na pedra, dá o movimento do cabelo, as veias, todo o corpo humano ali de uma forma perfeita, perfeita, perfeita, perfeita. com o cinzel batendo na pedra. No final é o requinte, é o acabamento. Fala Moisés tão perfeito. Quase que ele estraga. Conta a história que bateu. Fala Moisés. Perfeito. Ele começou do mais grosso, mais rudimentar e deu acabamento. Assim somos nós. Assim é a humanidade. Nós não temos agora, de forma oficial com aceitação coletiva e pública as arenas sangrentas. Nós não temos. O que nós temos que representa um pouco e a coisa também vai devagar, são as lutas. Eu fico imaginando essas lutas em octógono hoje, onde as pessoas podem de gladiadear, lutar e se machucam muito. É algo parecido com as arenas romanas, mas já mais leve, já melhorou. Ah, mas não tá bom. Quem falou que tá bom? Tá longe de ficar bom, mas vai ficar bom. Nós estamos caminhando para que fique bom. Só que ainda não tá pronto. É um processo. Nós não vamos amanhecer um dia falar: "Estou bom, sinto que eu estou bom". Não, não, isso não acontece. Seria tão bom se acontecesse, né? A humanidade se transformou, não vai transformar. Então, um processo, não temos as arenas sangrentas, mas ainda temos as lutas em octógico, essas lutas livres aí, tá bom? Já é um progresso, é porque você não tira de uma vez. É um pouco do sentimento de violência coletiva, mas mais arrefecido e vai se arrefecendo e vai diminuindo. É igual o cigarro. Antigamente você fumava em qualquer lugar e tem diminuído. Isso é por índices oficiais. Os jovens estão fumando menos. Se fumava dentro de um avião, dá para pensar um negócio desse normal. O máscaras fazia assim, banco de fumante. Grande diferença. Um fumante
Isso é por índices oficiais. Os jovens estão fumando menos. Se fumava dentro de um avião, dá para pensar um negócio desse normal. O máscaras fazia assim, banco de fumante. Grande diferença. Um fumante aqui, eu digo, sou fumante. O avião é bem ventilado, né? Então funciona bem. Fumar em restaurante não se fuma mais. Isso é lento. Acabou o cigarro? Não, em alguns lugares é o polimento, é o acabamento, é o refinamento. Vai mudando assim o Espiritismo nos mostra o mundo, um mundo em constante transformação. E esse tema foi atual para aquela época, contexto da época, falando de um duelo, do elo mesmo. E hoje, já que nós nos propusemos e tentaremos contextualizar esse assunto duelo nos dias de hoje. Ainda tem duelo, poxa, agora só que é refinado, né? é requintado e mais sórdido. Se eu se eu acreditasse que o ser eh que o espírito regride, eu ia falar que nós regredimos. Mas eu não vou falar isso porque é um é um pilar do Espíritismo que o espírito não regride, mas eh fica ali camuflado às vezes. Hoje o duelo se faz de forma sem honra. Essa honra de encarar, falar, vamos pro duelo, não, rede social. Pronto, né? Hoje a arena é a rede social. O duelo está na rede social, mas não é na rede social. Então vamos acabar com a rede social, porque nós nesse momento estamos na rede social falando de algo positivo, construtivo, que tem uma proposta de ajudar as pessoas se tornarem melhores. Então, não é a rede social que deve ser censurada, é o ser humano que trabalha a rede social naquele momento que quer duelar como uma arena e transforma a internet numa arena de impropérios, de agressões, de desrespeito à honra, a nome, a profissões. E ali se estabelece uma contenda de duelo, onde muitas vezes a pessoa cria um perfil falso para se manifestar. Hoje você pega qualquer notícia, qualquer uma de qualquer assunto, aí vem os comentários. Os comentários eu leio para perceber como que nós estamos. E vejo assim, eh, quando é a pessoa já não é muito boa, aí é tipo assim, tomara que morre, o capeta
qualquer assunto, aí vem os comentários. Os comentários eu leio para perceber como que nós estamos. E vejo assim, eh, quando é a pessoa já não é muito boa, aí é tipo assim, tomara que morre, o capeta carregue. É o, é o mínimo que tá na rede social. Quando a pessoa faz uma coisa boa, ainda assim alguém vai lá para falar, fez para aparecer e acha ou procura achar um defeito para confrontar, mas até uma uma coisa boa, uma coisa positiva. Isso é apenas uma revelação no anonimato da rede social, naquilo que nós sentimos. A pessoa, o homem que vai se transformar pelo contato daquilo que é positivo, que espiritismo é uma das janelas para esse processo, não é o único, mas é um deles e nós nos apegamos a ele também. Ele nos propõe que sejamos melhores. Por quê? Porque nessa contenda nós temos que entender que a pessoa equilibrada, que nós devemos ser, ela agrada. A pessoa desequilibrada que nós somos sem fazer força, ela agride. Então, nós precisamos deixar de ser pessoas que agridem para serem pessoas que agradam. Não é agradar qualquer eh preço também não. Porque às vezes a pessoa é agradável por pura dissimulação. Ah, não sei o qu. Cuidado com esse bigo também, né? Porque a gente é tem que ter um pouco de personalidade também. ficar o tempo todo subserviente, quem tá nagradável, pode ser uma estratégia até para nos atingir. Então, não é isso. Jesus não quer o nosso simulacro de bondade, o nosso simulacro de verdade. quer que nós sejamos verdadeiros, tenhamos um bom coração, uma boa postura diante do próximo, com respeito, com empatia, com sensibilidade, na medida do possível, agradar sim, porque pode ser que se eu fizer algo que é o correto, eu não vou agradar, mas eu não faço com a intenção de desagradar, porque, infelizmente, muitas vezes, nós somos desagradáveis deliberadamente e somos desagradáveis e para justificar fal assim: "É, eu sou desagradável, mas é com essa pessoa". Aí, por quê? Não, porque ela pisou no meu calo. Então, nós somos pessoas cheias de calo. Nós somos
e e somos desagradáveis e para justificar fal assim: "É, eu sou desagradável, mas é com essa pessoa". Aí, por quê? Não, porque ela pisou no meu calo. Então, nós somos pessoas cheias de calo. Nós somos pessoas cheias de quinas e dizemos: "Eu até que sou bom, mas não pisa no meu caro não. Ou seja, não confronta o meu ego. Quando eu digo: "Não pise no meu eu sou bom". Eu poderia dizer com quem é bom comigo. Vamos voltar lá em Jesus. Que que Jesus falou sobre ser bom? Com quem é bom com a gente? Ele falou sobre isso. Amai o inimigo. Amar quem te ama, disse Jesus. Até as pessoas de uma vida fazem isso. Os ladrões, os salteadores, as pessoas ruins fazem isso. Amam aqueles que estão próximos dela. Então, parece que pelo Cristo não adianta dizer isso. Olha, eu sou uma pessoa boa. Eu não confronto ninguém. Eu não estabeleço duelo com ninguém, apenas com quem pisa no meu calo, ou seja, com quem enfrenta o meu ego. Então, parece, meus irmãos, que a vida hoje é um constante desafio de duelo. Nós aceitamos ou não duelar. provocados para duelo, somos a todo dia, a toda hora, a todo instante. Eu creio que não há nenhum dia que nós abrimos o olho após despertar, que, aliás, ao fazermos isso, agradeçamos a Deus pelo despertar, porque muitos não despertam e um dia também não despertaremos. Mas enquanto estivermos despertando no corpo físico, parece que a doutrina nos ensina que esse é um momento de gratidão. Primeira coisa, agradecer essa oportunidade e lançar-se no mundo para suas atividades do dia. Cada um vai cumprir aquilo que lhe cabe fazer na vida naquele dia. Mas certamente que até ao final do dia nós teremos a oportunidade de duelar com alguém, porque isso é próprio do ambiente terrestre que vivemos. de um mundo de provas e expiações. E para não pensar que somos pessoas tão boas assim que vão evitar duelar, nós também incitamos, provocamos sentimentos negativos em outras pessoas que poderiam inclusive começar a partir dessa minha provocação um duelo. Então, tanto eu sou chamado a doelar
ão evitar duelar, nós também incitamos, provocamos sentimentos negativos em outras pessoas que poderiam inclusive começar a partir dessa minha provocação um duelo. Então, tanto eu sou chamado a doelar quanto eu chamo outras pessoas para doelar. Mas vamos falar de mim, vamos falar da da nossa pessoa no que diz respeito de sermos provocados para o duelo, já que é inevitável nós sermos provocados para o duelo. A postura, qual deve ser? O que que o Espiritismo nos ensina numa situação dessa? Parece-nos que ele nos ensina a não reagirmos a essa provocação, a termos a consciência de que nós não temos o menor controle sobre a ação das pessoas. A única pessoa que nós podemos controlar, mas não controlamos ainda somos nós. Por que eu disse ainda? Porque um dia vamos controlar. Quando será? Quando formos puros. É pur agora? Não vai demorar. Vai. Pouco ou muito? Muito. Muito para os padrões da terra. Ah, mas eu achei que só porque eu vou no centro eu já tô controlado. Tudo bem. Então, desafie-se, lance-se ao desafio, faça o teste, conviva com pessoas difíceis, tanto quanto somos pessoas difíceis, porque o amigo, o ambiente selecionado nos dá falsa impressão de que nós somos bons. Às vezes, pela nossa gentileza momentânea, alguém se aproxima de nós e acha que a gente é bom daquele jeito o tempo todo e fala assim: "Não é tão bom que perto de você, né? Você me dá paz." Hum. Vamos ver, né, quanto tempo dura essa paz. Paz é a do Cristo. Minha paz vos deixo, minha paz vos dou. O resto é ilusão. Basta que nós nos mostremos e tenhamos tempo de desagradar. Porque quando você fala pra pessoa só coisa boa, agradável, ela vai amar você. Mas a vida de sociedade, a vida de convivência, o casamento, a paternidade, onde foi dia dos pais, parabéns aos pais. Como é difícil ser pai. Difícil ser filho porque ele tem convivência, surgem os desafios e aí se percebe que começam a ser travados duelos. O duelo, meus irmãos, ele acontece na sociedade, ele começa dentro de casa. É de casa que a coisa se
o porque ele tem convivência, surgem os desafios e aí se percebe que começam a ser travados duelos. O duelo, meus irmãos, ele acontece na sociedade, ele começa dentro de casa. É de casa que a coisa se inflama para o bairro, para a cidade, para o país, para o continente, para o planeta todo. Mas nós duelamos em nossas casas também. Há duelos estabelecidos entre cônjuges que se detestam, que se agridem, pais e filhos. O duelo da morte não é nem duelo, é assassinato daquele daquele filho que matou os pais e a e o irmão por um amor que não estava autorizado. E 14 anos mata o pai e a mãe, o irmãozinho de 4 anos joga numa cisterna, joga produto químico para que os corpos pudessem ser decompostos rapidamente. E a filha lá do Mato Grosso não matou os pais porque a polícia chegou antes. Plano era o mesmo. Isso é mais do que um duelo. Então, será que nós estamos já na condição de pensar assim: "A humanidade está pronta, não haverá mais derramamento de sangue?" O momento profetizado por Adolfo, bispo de Agel, já chegou? Não. Isso é o motivo de redobrar os nossos esforços para sermos pessoas melhores. Não querer mudar o outro. Como aquele pai que estava carregando um filho num carrinho, o menino chorava, gritava. Sabe aquelas biras de menino que você não atulera mais, não aguenta aquilo? Ah, mas eu sou pai. O pai nunca se se estressa, estressa sim. Para de mentir. Um grita atordoante o menino sua cabeça o dia inteiro, de noite, noite e dia, estressa. E ele falava: "Calma, Arnaldo, calma, Arnaldo. Viia aquele me chorar e calma". Aí alguém viu de novo falou: "Nossa, que coisa linda! Vou parabenizar esse pai, que coisa linda, né? Pai podia estar nervoso, ele tava lá, calma, ó, quero dar os parabéns. Por quê? Você tá calma, né? com seu filho. Não, meu nome é o o meu menino chama Miguel. Arnaldo sou eu. Então ele tava falando era para ele, né? Calma, Arnaldo, calma. Ele tava com vontade de pegar o menino. Na verdade não era, era para ele. Ah, mas é um pai. Um pai não perde a paciência.
rnaldo sou eu. Então ele tava falando era para ele, né? Calma, Arnaldo, calma. Ele tava com vontade de pegar o menino. Na verdade não era, era para ele. Ah, mas é um pai. Um pai não perde a paciência. perde. Nós perdemos paciência em qualquer lugar, em qualquer situação. O como nós vamos ser, o que nós vamos transformar está em nós. Todo o bem está em nós. Todo o mal está em nós. Nós viemos de Deus e somos luz. Mas até compreendermos Deus tem uma treva que nos envolve, porque é é filha da nossa ignorância. Jesus falou: "Pai, perdoa, eles estão me matando aqui, ó. Estão me chicoteando, tão me crucificando, mas perdoe". Eles não sabem o que fazem. Se ele ele podia falar: "Pai, eles são maus para caramba, povo ruim, manda fogo nesse povo." Se fosse o Deus do Velho Testamento, mandava fogo, pau e pedra. Mas Jesus veio para mudar, falou: "Não, pai, eles não sabem o que fazem. Por muito menos do que isso, ixe, só porque tem uma passagem no Velho Testamento, alguém chamou de careca, é, meio que pediu a Deus, mandou o urso, foi lá e devorou as crianças lá porque estavam chamando ele de careca." Não, uns negócios meio maluco, né? no Velho Testamento. Mas Velho Testamento é história, respeite mais. Mas aquele que eu procuro seguir é o Cristo e ele não compactua com isso. Ele falou: "Pai, perdoa eles não sabem o que fazem". É isso aí. Então, conta-se, né, eh, de um líder indígena que se dirigindo aos membros daquela tribo, os encontrou em discussão e coisa muito acelerada, os ânimos acirrados. E ele tentou pacificar e disse: "Olha, vocês estão brigando. Na verdade é o seguinte, todos nós temos um um cachorro raivoso, um cão raivoso e um cão dócil eh dentro de nós. Todos todos nós temos, indistintamente. Todos nós temos. Nenhum de nós é diferente, né? E eles estão numa luta constante, eles não param. Eles lutam o tempo todo. Eles se engladiam o tempo inteiro. Dia e noite, noite e dia, eles não param. E aí um perguntou: "Mas qual vai vencer?" Ele falou: "Aquele que você alimentar mais,
s não param. Eles lutam o tempo todo. Eles se engladiam o tempo inteiro. Dia e noite, noite e dia, eles não param. E aí um perguntou: "Mas qual vai vencer?" Ele falou: "Aquele que você alimentar mais, aquele que você der mais alimento." Então eu acho que isso é tudo, né? Então nós temos em nós um cão raivoso e um cão dócil. E eles brigam o tempo todo. Qual vai vencer? o mais preparado, o mais nutrido, o mais alimentado. E quem alimenta? Nós mesmos. Então é uma escolha pessoal. Ser agradável, agradar ou agredir, compreender ou discutir, ter razão ou ter paz de consciência. Porque muitas vezes a pessoa quer ter razão e quer o tempo todo debater. Sempre tem um parente da família que todo assunto ele entra no meio e vira uma polêmica. Todo mundo tem, cada um tem o seu. Vamos lembrar quem é, como é que ele chama. E aí você entra na pilha dele, tá brigando. Às vezes é você que faz também. Então não vamos, né, colocar uma aurela na nossa cabeça, não. Tenta identificar naquele momento. Você tá, porque quando você começa uma discussão, quando você começa uma contenda, às vezes você tem um limite, aí eu vou começar isso aqui, ali eu paro. E a outra pessoa como é que ela reage? Às vezes ela não tem o mesmo limite seu. Começa uma discussão pequena, de repente as pessoas estão se ofendendo, estão duelando na época da política, a última eleição, pesso, as pessoas duelaram em família por candidatos. O atual presidente da República tem um vício que detestava ele e hoje é víe dele. E há 15 anos atrás, quando estava em partidos opostos, pessoas talvez podem ter brigado por isso e hoje eles estão juntos. E nós vamos brigar por política. Nós vamos brigar por religião, vamos brigar por times de futebol? Não. Procuremos ver na nossa frente uma pessoa igual a nós, em evolução, um irmão que pensa diferente, que não tem o mesmo pensamento que eu, mas que merece o meu respeito, a minha consideração, a minha solidariedade. Isso nos faz pessoas melhores. Aí não importa quem é o duelo, portanto, é um
ferente, que não tem o mesmo pensamento que eu, mas que merece o meu respeito, a minha consideração, a minha solidariedade. Isso nos faz pessoas melhores. Aí não importa quem é o duelo, portanto, é um resquício primitivo, vencido pelo tempo e pela lei, mas que por trás dele há sentimentos negativos que nós ainda alimentamos. é o cachorro violento, agressivo, é o lobo feroz e se nós o alimentarmos, ele cresce e pode vencer a luta. Mas saibamos de uma coisa, o Cristo está vigilante, sempre esteve e sempre estará. Se nós buscarmos refúgio nas suas palavras, naquilo que ele nos inspira, certamente que se não vencermos hoje e não pararmos de lutar, um dia certamente haveremos de vencer e estaremos rompidos definitivamente com os laços de sangue que conspurcam a terra e que são motivo ainda de atraso e primitivismo. Mas a luz do progresso é para todos nós hoje e sempre. Que Jesus nos abençoe. >> Obrigada, Éber. Eu vou contar o segredo do Éber para vocês aqui que eu fiquei sabendo. Ele foi fazer palestra num outro centro espírita e elogiou esse Jesus lá. >> Você lembra disso? >> Lembro. elogiou esse Jesus lá, falou: "Ah, no mensageiros da luz eu faço palestra, não sei o quê, tem um Jesus." E aí a pessoa que não tinha o Jesus tava procurando um Jesus para pô lá no centro. Fazer uma campanha para ter Jesus ter outras coisas, né? Mas tanto estamos fazendo que o nosso congresso é Jesus e Kardec para os tempos atuais. Próximo congresso e todas as reuniões que a gente faz com o presidente da Federação Espírita Brasileira, que é toda semana, ele nos fala também da importância de trazer Jesus para dentro da casa espírita. Portanto, tá aí seu segredo revelado, viu? >> E depois te conto. Que Jesus nos abençoe, envolv muita paz. você que nos honra com a presença, vamos passar para o trabalho do passe. Estará também recebendo. Coloca a sua água aí para fluidificar os nossos médiuns, por favor, em condição de transmitir o passe. que eu passe a transmissão de energia. É importante que descruzemos braços e
rá também recebendo. Coloca a sua água aí para fluidificar os nossos médiuns, por favor, em condição de transmitir o passe. que eu passe a transmissão de energia. É importante que descruzemos braços e pernas. Não é um ritual, então somente para as energias fluirem melhor. Am. Melhor oração é o amor. A melhor oração é o amor. Tu precisas orar, mas tu deves lembrar que a melhor oração é o amor. Caridade é também oração. >> Gentileza, auxílio e perdão. >> São as preces sublimes do teu coração. Gentileza, auxílio e perdão. Jesus nos abençoe, nos envolve muita paz. Tem alguém vindo pela primeira vez à nossa casa? Todos já são habituais aqui. Márcia, tem alguma informação? Não, só o congresso. Que dia que vai ser? Caral. >> No carnaval. Cadeira numerada. R$ 120 o ingresso por enquanto. Metade do auditório já vendido. >> Estão se fazendo as inscrições aí na porta e quem quem fizer a inscrição hoje agora ganha um livro. No mais nós vamos continuar que se quiserem estar conosco, o Júnior, o Éber vão continuar com as músicas. A gente só pede a caridade do silêncio e os nossos méduns, por favor, se posicion
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