O DEVER - Leila Parreira [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 17/05/2025 (há 10 meses) 44:51 389 visualizações

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Transcrição

buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Senhor, estou aqui para agrade-feiras, onde podemos desfrutar da alegria da presença de Jesus. E quando todos nós irmanados no único propósito, elevamos o nosso pensamento às esferas superiores e comungamos com as vibrações do mais alto. Antes de nós fazermos a nossa a nossa de lermos a nossa mensagem de harmonização, a casa nos pediu para divulgar a campanha do agasalho, porque o friozinho chegou, né? E aí eles pedem que nós doemos cobertores, agasalhos, femininos e masculinos, infantis, calçados, meia, toucas e bonés, tá? Para entregar onde? No almoxarifado, no horário de funcionamento do almoxarifado, tá? Toda e qualquer doação será muito bem-vinda, especialmente para aquelas pessoas que vivem em situação de rua. Então, a nossa mensagem de harmonização é aqui do livro O Evangelho Segundo o Espiritismo e é sobre o dever. O dever é a obrigação moral da criatura. Perdão. O dever é a obrigação moral da criatura para consigo mesmo primeiro e em seguida para com os outros. O dever é a lei da vida. Com ele deparamos nas mais ínfimas particularidades como nos atos mais elevados. Quero aqui falar apenas do dever moral e não do dever que as profissões impõem. Na ordem dos. O dever é muito difícil de cumprir-se por se acharem antagonismo com as atrações do interesse e do coração. Não têm testemunhas as suas vitórias e não estão sujeitas à repreensão, a repressão suas derrotas. O dever íntimo do homem fica entregue ao seu livre arbítrio. O aguilhão da consciência, guardião da probidade interior, o adverte e sustenta, mas muitas vezes mostra-se impotente diante dos sofismas e da paixão. Fielmente observado, o dever do coração eleva o homem. Como determiná-lo, porém, com exatidão, onde começa ele? Onde termina? O dever principia para cada um de vós exatamente no ponto em que ameaçais a felicidade ou a tranquilidade do vosso próximo. Acaba no limite que não desejais, ninguém transponha. Com relação à vós, elevemos o nosso

ipia para cada um de vós exatamente no ponto em que ameaçais a felicidade ou a tranquilidade do vosso próximo. Acaba no limite que não desejais, ninguém transponha. Com relação à vós, elevemos o nosso pensamento até Jesus, que nos convida ao dever incessante do bem, ao dever de distribuir a todos aqueles que se encontram caídos à margem do caminho, os nossos braços afetuosos e o nosso convite de que juntos podemos caminhar cada vez mais fortalecidos pelo pelos elos do amor. Que Jesus, que hoje nos inspira para que possamos fazer as melhores escolhas na nossa trajetória encarnada, possa também nos acompanhar em todos os instantes de nossas existências. Que assim seja. A Leila hoje nos falará sobre o dever. Então, fiquemos atentos. Boa tarde a todos. Jesus nos abrace, nos envolva e nos conceda a sua paz. paz necessária, muito importante, para que a gente possa dormir bem, para que a gente possa repousar e ter saúde. Quando a gente tá brigando com a gente mesmo, é quando a gente não tem aquela paz construída, desejada, cultivada, cuidada, zelada por nós. Então, para se ter paz, é preciso que a gente cultive a retidão em nossos pensamentos, sentimentos e ações. é quando a gente procura ser correto, a gente se ajustar, se adaptar aos ensinos do nosso mestre, guia e modelo de toda a humanidade, que é Jesus, o embaixador de Deus, o representante do Pai, que a todos nos criou simples e ignorantes do saber. Mas a vida tem um propósito claro e definido que é o nosso aprimoramento. Estamos aqui para trabalhar no sentido de alcançar essa meta, esse objetivo maior, que é iluminar o nosso íntimo, nos tornarmos mais humanos, dignificarmos a nossa humanidade. E isso não se faz deitados vendo televisão, isso se faz com trabalho, com uma atenta observação de nós mesmos. Então, buscando lá no nosso íntimo vislumbrar esse terreno do nosso coração, do nosso sentimento, como é que nós estamos em relação àquilo que nos compete realizar? Como é que eu estou fazendo uso das minhas horas, das concessões que a vida

mbrar esse terreno do nosso coração, do nosso sentimento, como é que nós estamos em relação àquilo que nos compete realizar? Como é que eu estou fazendo uso das minhas horas, das concessões que a vida tem me ofertado? E que concessões são essas? o estar vivos, o poder refletir, o poder escolher, o poder agir, o poder criar, inventar, reinventar, refazer, porque nós somos capazes de tudo isso. Nós temos um potencial riquíssimo em nós, que já trazemos de muitas outras experiências. Então, nós somos espíritos muito antigos, que já vivenciamos muitas lições, já aprendemos muito e sabemos que Deus, nosso pai, ao nos criar, nos oferece os instrumentos para o nosso próprio crescimento que deve ser alcançado por nós. Não há ninguém que possa fazer no nosso lugar aquilo que precisamos fazer. Então, não dá para delegar a nenhum guru, a nenhum papa, a nenhum padre, a nenhum pastor, a nenhum orador, a nenhum palestrante, a nenhum sábio aquilo que nos compete a nós realizar. Então, nós dissemos há pouco que a vida tem um propósito claro, bem definido e esse propósito deve ser cultivado por nós. Quais seriam os instrumentos oferecidos por Deus para que nós alcancemos esse desiderato? São as leis divinas. E aí o codificador da terceira revelação, Allan Kardec, lá no livro dos espíritos, terceira parte, coloca as leis morais com minúcias bem explicadas. E nós que somos interessados na nossa evolução, devemos frequentar o livro dos espíritos na terceira parte para conhecer melhor as leis que nos regem. Deus se faz presente nesse mundo, nesse mundo coletivo de expiação e provas, mas também nos mundos felizes, nos mundos primitivos, nos mundos individuais que somos cada um de nós. Ele se faz presente através das suas leis. Então, é muito inteligente da nossa parte buscarmos conhecer essas leis. E ele pergunta, Allan Kardec pergunta aos espíritos que auxiliaram ou que conduziram junto com ele e todos os outros irmãos aqui na terra que estavam apostos para poder realizar esse grande projeto da doutrina

gunta, Allan Kardec pergunta aos espíritos que auxiliaram ou que conduziram junto com ele e todos os outros irmãos aqui na terra que estavam apostos para poder realizar esse grande projeto da doutrina espírita. Ele pergunta aos espíritos: "Onde está escrita a lei de Deus? Será na Bíblia? Será num livro sagrado? Será que é no Bagavatagita? Ou será no Zendavesta, num livro sagrado do Oriente ou do Ocidente? Onde onde está escrita a lei de Deus? E a resposta vem, está escrita na consciência de todos nós. Então ela está na nossa consciência. E como o bem é regra imutável do criador, as leis também são imutáveis, perfeitas. Não há favoritismo na lei divina e o dever faz parte. faz parte da lei, tá intimamente ligado com a lei. Não é possível alcançarmos a felicidade e a paz de espírito para dormirmos bem e para termos saúde sem cumprimento do dever. O cumprimento do dever é fundamental para que a gente cresça em sabedoria e para que a gente treine. Vá se ajustando, vá aprendendo a amar melhor. Por o que nos impede de amar melhor? O que nos impede de nos tornarmos santos? A santidade é o objetivo que Jesus teve. Jesus, o Cristo, teve ao descer dos patamares divinos aqui na terra para nos ensinar como mestre a sermos bons, justos e santos, purificar os nossos pensamentos, os nossos sentimentos. Para que isso aconteça, precisamos imitar as qualidades de Jesus, as qualidades divinas que Jesus exemplificou aqui quando esteve entre nós. Então, é no cumprimento do dever que nós vamos nos ajustar aos ensinos evangélicos, aos ensinos do nosso mestre, guia e modelo Jesus. E que ensinos são esses que podem nortear a nossa jornada, a nossa caminhada para a frente e para o alto alto? Esses ensinos, ele sintetizou-os todos lá no sermão do monte, quando fez para nós, homens de todos os tempos, o sermão das bem-aventuranças. começa assim: "Felizes, bem-aventurados os pobres em espírito, porque deles é o reino dos céus". Então Jesus coloca como fundamento da ascensão humana que começa com a

, o sermão das bem-aventuranças. começa assim: "Felizes, bem-aventurados os pobres em espírito, porque deles é o reino dos céus". Então Jesus coloca como fundamento da ascensão humana que começa com a humildade, a própria humildade é qualidade primeira, é a base, a pedra angular desse projeto de ascensão, de iluminação. Jesus é espírito puro. Não só ele, mas uma multidão, outra, porque Deus cria de todos os tempos. E nós vamos como Jesus, como aconteceu com Jesus o Cristo, como aconteceu com os outros Messias, todo esse trabalho gradativo de crescimento, de aprimoramento. Então, todos os seres humanos, todos os seres pensantes que aproveitam as a oportunidade que estamos tendo, a oportunidade de conviver, a oportunidade de aprender, a oportunidade de nos aprofundarmos nesses ensinos libertadores, estaremos sim caminhando paraa frente, iluminando a nossa intimidade, iluminando os nossos pensamentos, nos despojando de tudo aquilo que nos faz que nos faz esquecer da dignidade de filhos de Deus. Porque todos nós temos parentesco com ele, somos filhos e ele não quer nos sentenciar, ele não quer nos castigar, jamais nos pune. Ao contrário, ele propõe para nós que nós nos conscientizemos da nossa realidade, que é uma realidade espiritual. Aqui na matéria estamos, mas provisoriamente por um tempo, só para favorecer o espírito que veste essa roupagem material para que haja experiências cada vez mais importantes, mais libertadoras, mais iluminativas. Então, o espírito que habita esse corpo se serve dessa desse corpo para realizar experiências com os outros semelhantes nessa terra, desenvolvendo as suas potencialidades para se libertar, para se conhecer melhor, para se autoeducar, para se autoconduzir, para ser o dono da sua própria casa, que somos nós, aquele que se embaraça pela opinião do outro ou pelas falsas aparências ou pelas ilusões das paixões, com certeza está se atrasando e causando para si mesmo sofrimentos desnecessários. Por quê? O que é mesmo inteligente e sensato é que nós

outro ou pelas falsas aparências ou pelas ilusões das paixões, com certeza está se atrasando e causando para si mesmo sofrimentos desnecessários. Por quê? O que é mesmo inteligente e sensato é que nós aproveitemos essa encarnação para trabalharmos o nosso íntimo e não dá para trabalhar a nossa intimidade sem realmente nos autoconhecermos. Então vai depender de uma atenta observação sobre nós mesmos para que possamos corrigir os nossos as nossas inclinações menos apaixonadas, menos viciosas e busquemos cultivar aquelas luzes que com certeza todos nós já temos na nossa intimidade. Hoje nós temos o poder de perceber a vida num seu sentido muito mais amplo do que há 100 anos atrás. Quando nós éramos movidos muito mais pelo medo, pela superstição, pelo dogmatismo, pelas ilusões, nós vivíamos amedrontados, muitas vezes muito mais aflitos do que nos dias de hoje. O discernimento que podemos ter hoje é muito mais amplo do que antigamente, porque muitos dos nossos irmãos abnegados trabalharam para que nós tivéssemos uma melhor qualidade de vida. exemplificaram para nós e deixaram um rastro luminoso na sua passagem pela terra, oferecendo para nós uma exemplificação de dedicação, de cumprimento do dever. Então, a gente tem deveres, muitos, temos direitos também, mas importa considerar que o primeiro dos nossos deveres somos nós mesmos. Herdamos da vida, das experiências passadas, o que somos hoje. Em primeiríssimo lugar, como primeira tarefa e mais importante, é cuidar da nossa iluminação interior. No capítulo 17 do Evangelho Segundo o Espiritismo, Sede perfeitos, há um parágrafo que diz assim: Conhece-se o verdadeiro espírita? Todos nós somos espíritas ou simpatizantes, alguns vamos dizer: "Conhece-se o verdadeiro seguidor de Cristo, o verdadeiro cristão". Ah, mas e os muçulmanos? Não podem ser pessoas do bem? Podem. Então, vamos trocar. Conhece o verdadeiro homem do bem? pela sua transformação moral, pelos esforços que faz para domar as suas más inclinações. Quem é que não tem má

podem ser pessoas do bem? Podem. Então, vamos trocar. Conhece o verdadeiro homem do bem? pela sua transformação moral, pelos esforços que faz para domar as suas más inclinações. Quem é que não tem má inclinação ou que nunca teve? Todos nós estamos nesse patamar. A questão de número 100 do livro dos espíritos faz um quadro assim, mostrando didaticamente a classificação dos espíritos em três ordens e as ordenações todas de 1 a 10. Nós nos classificamos como espíritos interessados no bem, porque há espíritos muito atrasados que se comprazem ainda com o mal. gostam de praticar a calúnia, a maledicência, mas nós temos outras aspirações. Então, a gente tá situado naquela ordem que diz que já estamos inclinados para o bem, porque com certeza todos nós, porque já compreendemos um pouco a mensagem da terceira revelação, a mensagem de Allan Kardec, a mensagem do cristianismo moderno, Rede Vivo, dessa doutrina dos espíritos que vem a ser o consolador prometido por Jesus. Nós já compreendemos um pouco e é importante que a gente visite, revisite o nosso campo íntimo e passemos a avaliar o que deve ser cultivado e o que deve ser minimizado. E esse trabalho ao qual nós nos entregamos nos favorece a caminhada, nos favorece a evolução, nos favorece a libertação do quê? da animalidade, nos liberta da dos sentimentos menores e nos favorece para que nós não nos amesquinhemos, para que nós valorizemos. Cada um de nós é luz. Então, podemos brilhar mais ou menos ou não brilhar, porque temos o dever de cuidar de nós, mas temos o direito, pelo livre arbítrio, de recusar, de estacionar, de não querer progredir até que compulsoriamente lá na frente sejamos obrigados a retroceder. de tão cansados que nós ficaremos pelos nossos desvios dos resultados das consequências que nós mesmos armamos para nós. Não é Deus que nos castiga. Somos nós que provocamos situações agradáveis ou desagradáveis. Porque tudo, todas as consequências, aflições ou alegrias são subprodutos das nossas escolhas, das nossas

s. Não é Deus que nos castiga. Somos nós que provocamos situações agradáveis ou desagradáveis. Porque tudo, todas as consequências, aflições ou alegrias são subprodutos das nossas escolhas, das nossas motivações. Então, por isso o dever está associado à compreensão das leis divinas, a ao acatamento dessas leis que devem nos nortear, que revela a nossa compreensão, o nosso ajustamento à vontade de Deus e como consequência a confiança que devemos cultivar cada vez mais na administração de Deus. Ele pode tudo. Ele criou tudo. Ele é o governador de tudo. Nós não temos nem o nosso corpo físico é emprestado. Essa terra não é nossa. Nós somos hóspedes e devemos nos portar como hóspedes zelosos, cuidando da terra, cuidando desse patrimônio físico para termos saúde e cumprirmos todo o nosso planejamento reencarnatório. Quando nós negligenciamos a nossa saúde, quando desvalorizamos as oportunidades, as concessões divinas, quando utilizamos mal a fala, quando utilizamos mal o pensamento que tem peso, e quando lançado no oceano fluídico da vida vai se somar com pensamentos de igual teor, estaremos engrossando fileiras, as fileiras do bem, se pensamos o bem, ou as fileiras do mal, se pensamos o mal. E responderemos por isso, porque uma das leis que nos rege a todos é a lei da causa e do efeito, a lei da ação e da reação. Então, é muito inteligente da nossa parte se pudermos mentalizar esses três aspectos do viver bem. Viver bem é comunhão consagrado. Primeiro item. Então, é preciso reverenciar aquele que nos criou, aquele que nos dá oportunidade de nos construirmos e também nos faz entender a importância de nós abraçarmos também o projeto de desconstrução para colocar no lugar uma construção positiva. Temos velhos costumes, velhos hábitos que nos atrapalham. Então é preciso desconstruir para colocar coisa nova, renovando, trazendo novos patamares, novas oportunidades, novos entendimentos, novas interpretações e percepções. Então, a primeira coisa que devemos fazer quando nos erguemos da cama é

ar coisa nova, renovando, trazendo novos patamares, novas oportunidades, novos entendimentos, novas interpretações e percepções. Então, a primeira coisa que devemos fazer quando nos erguemos da cama é reverenciar o criador. É como filhos. Antigamente a gente falava bça pai, bença, mãe. Então basta uma palavrinha ou um pensamento: "Senhor, estou aqui grato porque estou vivo, grato porque tenho oportunidades." Então, sentimento de gratidão é uma reverência que a gente faz ao Pai. O segundo ponto que devemos observar é a prática do bem. Por quê? Porque quando nós fomos colocados nessa terra, nessa humanidade, ficou muito claro para todos nós que somos interdependentes, precisamos uns dos outros. Ninguém evolui sozinho. Então é preciso que a gente desenvolva cortesia no trato com nosso semelhante, mansidão na nossa fala para não magoar ninguém. Desenvolvamos a capacidade de apoiar, de acolher, de amparar, porque no isso é próprio do ser humano. Amparar, acolher, tornarmo-nos cada vez mais fraternos, mais solidários, mais irmãos. Por quê? Porque Jesus, o mestre, nos ensinou. Sereis reconhecidos, sereis conhecidos como meus discípulos, se vos amardes uns aos outros. Então, é uma um convite, um convite que nos ajuda a crescer em sabedoria. E o terceiro ponto que devemos fixar em nossa mente, em nossa memória, é a retidão. Percorrer o caminho reto, não terdiversar, não ceder a nenhuma pressão, mesmo que seja contrário ao nosso interesse imediato. Mas o cumprimento do dever deve estar acima de tudo. E isso significa retidão. É por isso que Paulo fazendo a epístola a Timóteo afirmou: "Procura apresentar-te a Deus como operário que não tem nada do que se envergonhar. Quando a gente cumpre o nosso dever, não temos do que nos envergonhar. Mesmo que percamos a popularidade, os aplausos, porque deixamos de engrossar as opiniões de um grupo, mesmo que sejamos diferentes daqueles interessados em projeção pessoal, em ganho material, nós estaremos em paz com a nossa consciência, porque sabemos que

ixamos de engrossar as opiniões de um grupo, mesmo que sejamos diferentes daqueles interessados em projeção pessoal, em ganho material, nós estaremos em paz com a nossa consciência, porque sabemos que fizemos o correto, O certo. Nós não temos os as obrigações, o dever apenas conosco. Ficou claro que nós temos o dever para com o próximo e para com Deus, mas também para a coletividade. Vivemos sob a lei de sociedade. Somos interdependentes. Precisamos uns dos outros. Moramos num ambiente, então não podemos jogar rimba de cigarro na rua, não podemos sujar as calçadas, nem jogar casca de banana, nem colocar a moto naquele barulhão para atormentar as pessoas. Nós temos que respeitar o direito do nosso próximo. Então essa questão tem a ver com a autoeducação e a autoeducação tem a ver com autoconhecimento. Lá no livro dos espíritos, numa das últimas questões, Allan Kardec afirma que a educação, quando bem compreendida, é a chave do progresso moral. Ora, quem é que não quer progredir? Todos nós queremos progredir. Todos nós queremos alcançar a meta do aprimoramento. Todos nós queremos ser libertos, livres e não escravos de nenhum vício, de nenhuma circunstância. Então aí nós nos lembramos de pessoas, de irmãos nossos que abriram mão do do comodismo, do horizonte de conforto, às vezes até da riqueza material e puderam realizar com grande elevação e cumprindo a missão que lhes cabia, missão equiparada a verdadeiros focos de luz, a verdadeiros rastos luminosos nessa terra e que marcaram com a sua passagem o seu tempo, ilustrando o que vem a ser a humanidade altruísta com seu devotamento. Então, nós nos lembramos, por exemplo, de uma ratma grande que nunca cedeu a violência, porque a paz é um valor. Nós nos lembramos da Madre Teresa de Calcutá, que por onde ela passasse naquela cidade e visse um murimbundo, moribundo na rua, ela não passava ao largo, não. Ela se aproximava e movia atitudes, providências para que aquele fosse colhido em respeito à superioridade da vida, a soberania da

visse um murimbundo, moribundo na rua, ela não passava ao largo, não. Ela se aproximava e movia atitudes, providências para que aquele fosse colhido em respeito à superioridade da vida, a soberania da vida, para que aquele ser humano tivesse, nem que fosse, na hora da sua despedida aqui na terra, tivesse a dignidade de ser humano, de ser acolhido, de ser amparado, de tomar um caldo, de tomar um remédio. e de ouvir palavras amorosas. Isso é próprio do ser humano. Tem um caso da Madre Teresa que é assim: ela colheu uma senhora moribunda na rua lá da da cidade e a mulher, já de olhos bugalhados, desnutrida completamente, perguntou para ela: "Mas por que a senhora faz isso?" Eu já tô quase morrendo mesmo. Ela falou porque a Madre Teresa falou para ela, já deitada num colchão sobre um lençol limpinho, falou para ela: "Porque eu te amo". Aí ela chora, a mulher chora e fala: "Fala de novo, porque eu te amo." Ela nunca na vida dela tinha ouvido nenhuma manifestação de amor. Então, não percamos tempo. Vamos amar os nossos semelhantes. Vamos manifestar, vamos expressar misericórdia, bondade simples, benevolência, paciência, tolerância, porque tudo isso representa aprimoramento do nosso íntimo. Vem a ser uma das virtudes colocadas por Jesus no sermão do monte, a mansidão. É preciso que a gente se torne manso, pacífico e pacificador. Por quê? A mansidão é passaporte para o reino dos céus. Então, pensando nisso, né, vamos nos entregar a esse projeto de autoaprimoramento, de autoconhecimento e com muita gratidão vamos aprendendo a ser mais alegres, mais felizes, desaprendendo o queixume, a infelicidade, a não resignação, a inconformação. Vamos aproveitar cada momento da nossa vida para vivenciarmos essa oportunidade rica de nos conhecermos como obras primas, originais, únicas, porque não há ninguém que se repete nesse mundo. Nós somos únicos, originais, obras de Deus. Muito obrigada pela atenção. Uma boa tarde. O nosso Muito obrigada. Tá funcionando. Eh, nosso, muito obrigada a

ue não há ninguém que se repete nesse mundo. Nós somos únicos, originais, obras de Deus. Muito obrigada pela atenção. Uma boa tarde. O nosso Muito obrigada. Tá funcionando. Eh, nosso, muito obrigada a Leila que nos trouxe reflexões tão importantes e ela tocou num ponto ali sensível na minha vida. É a história das motos barulhentas. quer me ver padecer verdadeiramente. É quando passa aquela moto que você não quer matar não, porque nós somos cristãos. Mas toda vez que acontece isso, eu tenho muita dificuldade com barulho. Eu falo assim: Deus, cuide desse nosso irmão e não deixe que ele volte, que é para ele passar ao largo de nós. Vivemos a era do barulho, onde o silêncio nos perturba, onde o silêncio nos deixa confusos em relação à nossa mente, porque nos acostumamos com o turbilhão de barulhos que nos cercam, não é? Então, é, como disse a Leila, é um reeducar-nos para aquilo que verdadeiramente nos traz saúde física e espiritual. Elevemos o nosso pensamento até Jesus, que sempre falou ao nosso coração de maneira branda, mansa, sem que gritasse, nem mesmo quando nos apresentava a sua palavra de bem-aventurança. Era sempre uma voz que acolhia, que confortava, que distribuía a todos aqueles sedentos da justiça de Deus, um lenitivo para todos aqueles sofrimentos que os atordoavam. Então, neste sentimento com Jesus, que nós possamos no nosso dia a dia, no momento de silêncio, dizer ao divino mestre: "Senhor, faz de mim um instrumento da tua paz. Que Jesus possa levá-los em segurança de retorno aos seus lares. Que na próxima sexta-feira que estejamos juntos com Jesus. Glória a Deus nas alturas, paz na terra a toda a humanidade. Fiquem com Deus. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual. substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o

sica, mental e espiritual. substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu

ra continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja. M.

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