O CARÁTER EDUCATIVO DAS DIFICULDADES - Leila Parreira [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 07/02/2026 (há 1 mês) 41:51 433 visualizações

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Transcrição

Uma boa tarde a todos. Sejam todos muito bem-vindos. E queremos cumprimentar também a todos aqueles que nos assistem pelos canais da internet, pela televisão, pelo YouTube. Hoje nós estudaremos juntos uma lição importante. Trata-se da nossa condição de aprendizes que de quando em quando nós nos resvalamos do caminho, nós nos desviamos da lei divina e por conta desses desvios, muitas vezes sofremos. Mas antes de entrar nos estudos da tarde de hoje, nós vamos fazer uma leitura rápida paraa harmonização do ambiente e depois faremos a prece inicial e daremos continuidade com o estudo propriamente dito. Todos nos conhecem. Meu nome é Leila Parreira e eu trabalho aqui na comunhão já há algumas décadas. O livro que eu escolhi a mensagem é o Bilhetes Fraternais da Sodec por diversos espíritos. Então o título ergue-te e caminha. Levanta o espírito com balido ante a provação redentora. Aprende a ver nas vicissitudes a mão divina que liberta. Ergue-te quando o fragor da batalha aturde o espírito, ameaçando-te fazer cair nas armadilhas do orgulho, da vaidade ou do apego desesperado aos interesses humanos. O espírito que se ergue na agonia da prova revela as características das almas nobres, que já compreendem a lei do amor como fundamento da vida. Ergue-te, portanto, e busca os novos horizontes que sempre se abrem diante dos apelos da sinceridade e da fé. Não te deixes empolgar pelo orgulho de não errar, mas aproveita no erro a lição da humildade, aprendendo com a experiência a não mais agir em desacordo com os ditames da sua consciência. Convido a todos então a elevar os pensamentos, a sentarem-se confortavelmente e a nos unirmos lá do nosso íntimo, nossa mente, sentimento, emoções e coração, a espiritualidade amiga que nos favorece em nosso caminhar constantemente, porque todos nós somos sabedores que nunca estamos sozinhos. A espiritualidade amiga interessada em nosso progresso nos acompanha, busca nos ajudar, nos inspirar a cada passo que damos. Então, importa muito perceber a

somos sabedores que nunca estamos sozinhos. A espiritualidade amiga interessada em nosso progresso nos acompanha, busca nos ajudar, nos inspirar a cada passo que damos. Então, importa muito perceber a ajuda que vem do alto em nosso favor. E hoje que aqui estamos nessa casa de oração, com certeza todos que viemos buscar um pouco de calma, serenidade, fé, fortalecimento íntimo, vamos encontrar essas vibrações amorosas que virão em nosso favor para que a nossa saúde também seja fortalecida. Saúde em todos os níveis, saúde espiritual, saúde emocional, saúde mental e saúde física também. Porque quando Deus nos cria, quando Deus nos criou, ele nos criou para sermos felizes, vitoriosos, capazes de celebrar a vida, de compreendê-la e de ampará-la em todos os momentos, porque faz parte dos nossos potenciais, esses potenciais de cuidar de nós próprios e também do que nos cerca. com a natureza e com as outras pessoas que porventura precisem de apoio, precisem de ajuda. Então vamos elevar o nosso pensamento, mentalizar a figura branda de Jesus a nos abençoar e vamos mentalizar mais especialmente ainda Francisco de Assis, o poverelo, aquele pobrezinho que tornou-se tão rico, tão brilhante aos olhos de Deus, porque imitou em todos os sentidos Cristo, o mestre aquele que é para nós caminho e guia, modelo e guia. Então, Francisco de Assis é atribuída a ele uma prece que diz exatamente como é que ele viveu, o que ele ansiou, quais as suas aspirações mais profundas. Diz assim: "Senhor, fazei de mim um instrumento de vossa paz. Onde houver ódio, que eu leve o amor. Onde houver discórdia, que eu leve à união. Onde houver dúvidas, que eu leve à fé. Onde houver erros, que eu leve a verdade. Onde houver ofensa, que eu leve o perdão. Onde houver desespero, que eu leve a esperança. Onde houver tristeza, que eu leve à alegria. Onde houver trevas, que eu leve à luz. Ó mestre, fazei com que eu procure mais consolar que ser consolado, compreender que ser compreendido, amar que ser amado, pois é dando que se

eu leve à alegria. Onde houver trevas, que eu leve à luz. Ó mestre, fazei com que eu procure mais consolar que ser consolado, compreender que ser compreendido, amar que ser amado, pois é dando que se recebe, é perdoando que se é perdoado, e é morrendo que se vive para a vida eterna. Essa é a prece de Francisco e ela resume todo um comportamento, uma conduta cristã, que a gente procure penetrar no sentido dessas palavras, buscando realizar ou efetivar a paz em nós, dentro de nós, a harmonia, o entendimento, a compreensão, a verdadeira caridade, a prática do amor. que estamos no mundo, nesta reencarnação, como nas outras passadas, para obedecer ou seguir um único propósito, porque a vida tem um propósito claro e definido que é o aprimoramento. aprimoramento esse que não virá de fora, mas que é construído dentro por meio da atenção, de uma atenta observação sobre nós mesmos. Por quê? Porque na condição de aprendizes, todos sabemos que aquele que está no processo de aprendizado pode acertar, mas pode também errar. Quando erramos, será que tudo tá perdido? Não, o erro também pode ser transmutado em lição. É o caráter educativo das dificuldades, das aflições, das dores. Quem é de nós ou quem é na humanidade inteira que não tenha passado por dificuldades, por aflições, por algum sofrimento? Não há ninguém no mundo que não tenha passado por dificuldades. Então, essas dificuldades que chegam até nós representam a nossa condição ainda de necessitados de aprender. E só aprendemos de verdade quando dói em nós. Se não doer, não aprendemos. Então, vamos acolher aquelas situações em que somos colocados à prova. Ao invés de ficarmos utilizando o livre arbítrio, que é uma prerrogativa nossa só dos seres humanos, de toda a criação, só nós, os seres humanos, temos essa prerrogativa, o poder de escolher isso ou aquilo. Então, quando ocorre uma mágoa, alguém nos ofendeu, aquilo nos machucou, qual é a minha reação? Eu posso guardar essa mágoa comigo, porque afinal de contas eu considerava tanto aquela

isso ou aquilo. Então, quando ocorre uma mágoa, alguém nos ofendeu, aquilo nos machucou, qual é a minha reação? Eu posso guardar essa mágoa comigo, porque afinal de contas eu considerava tanto aquela pessoa e ela me machucou com ações ou com palavras e eu fiquei ofendido. Aí vou ficar preso a essa circunstância. Vou ficar magoado, ressentido e abro mão da espontaneidade, da alegria de viver. abro mão de caminhar paraa frente, para o alto, porque estou preso aquele acontecimento negativo. Então, quando Jesus, o nosso mestre, leciona a necessidade e a importância do perdão incondicional, é uma medida preventiva, terapêutica, para que a gente não se destrua, não crie em nós próprios tumores malignos, para que a gente possa experimentar com muito maior leveza a interação com o nosso semelhante, oferecendo sempre a compreensão, a tolerância, a benignidade, a indulgência, o perdão. que acontece que a gente ama muito uma pessoa e essa pessoa morre, desencarna. Então nós temos dois caminhos. Um deles é nos sentirmos muito mal com aquela ocorrência. É nos rebelarmos contra a lei da vida. Porque morrer faz parte do viver. É um novo ciclo que se iniciará e será sempre um passo à frente de progresso, progresso no conhecimento geral na nossa espiritualidade. Mas ocorre que às vezes nós ficamos tão ressentidos até com a pessoa que morreu, acreditando que aquela que morreu nos abandonou. nos deixou sozinhos, nos deixou sem a sua presença, sem o seu afeto. E se ficamos presos, rebelados com esse tipo de acontecimento, nós nos privamos de reconstruir em outras bases a nossa convivência com outros seres humanos. Esse livrinho aqui, As Bênçãos do meu avô, da Raquel Naomi Rem, que é uma médica naturalizada americana. Ela é judia e sofria de uma doença muito grave. Esse sofrimento que ela teve desde a infância era localizado nos intestinos, aprimorou o seu jeito de pensar a vida. deu-lhe força para lutar e ela formou-se em medicina em situações difíceis, desafiadoras, para vencer. E ela se tornou também escritora porque

o nos intestinos, aprimorou o seu jeito de pensar a vida. deu-lhe força para lutar e ela formou-se em medicina em situações difíceis, desafiadoras, para vencer. E ela se tornou também escritora porque desenvolveu uma sensibilidade diferente, uma compreensão muito mais ampla a respeito dos sofrimentos dos semelhantes. E em certa ocasião, ela foi visitada por uma senhora chamada Enid. A dona Enid fazia do anos que ela perdera o marido e ela emburrou de tal maneira que ela nunca mais varreu a casa, nunca mais fez comida, nunca mais conversou com as outras duas filhas, com as filhas. Ficou ficava sentada, vestida com um roupão, em frente à janela. todos os dias sem se mexer. A filha muito triste disse para Raquel: "Doutora, no dia que meu pai morreu, eu perdi os dois, a minha mãe e meu pai, porque ela está mais morta do que a cadeira onde ela tá sentada". E era verdade. Tal o mutismo, tal a entrega para o sofrimento que ela escolheu vivenciar, achando que assim ela estaria homenageando, reverenciando a memória do marido. E as filhas estavam sofrendo muito com esse comportamento. Então, na primeira visita, nessa que foi uma única, elas Raquel conseguiu conversar com ela perguntando se ela não gostaria de falar a respeito da do acontecido. Ela disse: "Para que falar ele: "Não vou trazê-lo de volta". Então, no decorrer do tempo, ela dando razão para Enid, disse: "É verdade, não adianta, porque só ele e você sabem, né, de como é que foi a vida de vocês. O que você diria a ele se ele pudesse te ouvir?" Então ela abriu, ela se abriu, chorou e reclamou com ele como é que ele a tinha deixado com todas as tarefas que ele fazia na casa e agora ela tinha que fazer sozinha. e foi enumerando, passear com cachorro, cuidar do bujão de gás, isso ou aquilo. E ela se sentia abandonada, mas presa e já tinha 2 anos. Aí a terapeuta Raquel diz para ela: "O que é que ele, o seu marido, diria para você se ele pudesse? E ela disse, parece que ela despertou nessa hora. Ele disse: "Como que eu, Enid, poderia

nha 2 anos. Aí a terapeuta Raquel diz para ela: "O que é que ele, o seu marido, diria para você se ele pudesse? E ela disse, parece que ela despertou nessa hora. Ele disse: "Como que eu, Enid, poderia construir em torno da minha memória, a memória dele, esse templo de dor, de sofrimento? Sendo que toda a minha vivência foi de amor, de amparo, de acolhimento a tudo que a vida oferece." Então ela termina o comentário a respeito desse desse episódio dando o nome de A mulher de Ló. Todos sabemos que no Antigo Testamento tem o trecho quando a mulher de Ló, um personagem bíblico, olha para trás na no episódio de de Sodoma e Gomorra e ela fica presa, petrificada. Ao olhar para trás, a mesma coisa. En ao olhar para trás a grande perda sofrida, ela se recusa a caminhar para a frente. Então, cada grande perda, na verdade, cada grande dificuldade, cada grande conflito, traz para nós a oportunidade de reconstrução, reconstruir novos valores. E ela conclui assim: "Cada grande perda exige que façamos uma nova opção pela vida. Para tanto, precisamos sofrer e lamentar." É verdade. A dor que não é sofrida transforma-se numa barreira entre nós e a vida. Quando não sofremos a dor, uma parte nossa fica presa ao passado, como a mulher de Ló, que no relato da Bíblia, ao olhar para trás, transformou-se numa estátua de sal. Sofrer a dor. A dor da perda não significa esquecer. é a maneira pela qual conseguimos sarar, recordar com amor e não com sofrimento. É um processo de escolha. Vamos saltando um a um os momentos do passado e choramos por eles. Uma a uma nos apoamos das coisas que passaram, a compor uma parte daquilo que somos e damos início à reconstrução. Então, observem. que a proposta da vida é toda de refazimento, de reciclar, de reconstruir. Cerca de um ano após o nosso encontro, diz Raquel, Enid me enviou um recorte de jornal, de jornal local, sobre um grupo de viúvas que ela tinha formado para ajudar pessoas idosas e sozinhas com as tarefas de casa. Junto ao recorte, não havia nenhum

l, Enid me enviou um recorte de jornal, de jornal local, sobre um grupo de viúvas que ela tinha formado para ajudar pessoas idosas e sozinhas com as tarefas de casa. Junto ao recorte, não havia nenhum bilhete, apenas um curto poema que ela tinha escrito e assinado. Esse poema dizia assim: Dor, dificuldade, aflição. Levanto a âncora e me deixo levar pelo vento. Vejam que é uma lição em que nós somos convidados a tomar os freios da nossa própria vida, a continuar valorizando o sagrado de existir, a aproveitar as oportunidades reencarnatórias que estamos tendo para nos transformarmos em pessoas melhores. melhores. Em que sentido? No jeito de falar, no trato com semelhante, no autorrespeito a nós mesmos. Por o que nós herdamos somos nós mesmos e nós somos a nossa principal tarefa. É preciso que a gente se ilumine, é preciso que a gente se torne seres humanos qualificados. Para isso, temos que observar dentro de nós o que pensamos, o que elegemos como fazendo parte do nosso campo mental. O que elegemos para fazer parte dos nossos sentimentos? Os nossos sentimentos estão sendo devidamente educados? Nós estamos sabendo como reagir? Estamos sabendo como agir? Estamos sabendo que caminho trilhar, estamos nos poupando de ilusões, de aspirações inferiores que nos desqualificam, que nos amesquinham, que nos trazem para baixo, que nos fazem esquecer da nossa grandeza de filhos de Deus. É muito importante que a gente procure desenvolver o nosso caminhar de uma forma particularmente autêntica, cuidando da nossa própria vida com autonomia interior. Aqui dentro, eu que vou decidir se é isso ou se é aquilo que me cabe realizar. Porque quando nós passarmos para outra dimensão, não seremos questionados a respeito do que fizemos ou deixamos de fazer com o outro. Mas em primeiro lugar, o que fizemos para o nosso próprio crescimento íntimo, a nossa própria valorização como seres humanos. Estamos aproveitando essa vivência aqui na Terra, esse planeta maravilhoso que nos foi concedido com essa gente toda que nos seca,

o crescimento íntimo, a nossa própria valorização como seres humanos. Estamos aproveitando essa vivência aqui na Terra, esse planeta maravilhoso que nos foi concedido com essa gente toda que nos seca, que podem ter sido sim adversários em outro tempo, mas que a proposta de hoje é que a gente transforme sentimentos negativos em sentimentos positivos. é um trabalho que nos cabe realizar para que haja harmonia na coletividade a qual pertencemos. Então, as dificuldades têm sempre um caráter educativo que nós saibamos tirar proveito dessas oportunidades, sabendo triar, ocorreu algo conflituoso, algo negativo? Então, que eu não reaja instintivamente, mas que eu penseela circunstância, aquela situação. nossa maior responsabilidade. Então, já podemos perceber, somos nós próprios que vivemos cada dia em construção. O amadurecimento do ser humano começa quando? Quanto que nós podemos observar que estamos amadurecendo espiritual, moral, intelectualmente, quando nós cessamos de acusar o mundo pelas nossas decepções, quando deixamos de pôr a culpa nos outros pelos nossos fracassos, então significa que é quando assumimos, quando tomamos as rédias da nossa própria vida. Porque somos e devemos compreender que somos enormemente responsáveis pela nossa existência. Hoje colhemos os frutos que semeamos ontem e amanhã colheremos os frutos que sememos hoje. A cada um, disse Jesus, segundo as suas obras. Então, de acordo com as nossas motivações, com as nossas escolhas, nós vamos percorrer com mais felicidade ou com mais aflições a vida que nos cabe viver. O homem, o ser humano adulto se caracteriza pelo fato de que ele próprio, o ser humano, delimita seu código de conduta moral, quando ele alcança independência de interpretar, de perceber, de de observar tudo aquilo que lhe diz respeito. feito e ele faz, reage sempre de acordo com aquilo que ele considera realmente vivo, verdadeiro, salutar para o seu próprio desenvolvimento. Então, os seus julgamentos, as suas escolhas vão se tornar cada vez

ele faz, reage sempre de acordo com aquilo que ele considera realmente vivo, verdadeiro, salutar para o seu próprio desenvolvimento. Então, os seus julgamentos, as suas escolhas vão se tornar cada vez mais conscientes, porque ele, o ser humano adulto de verdade, não o adulto infantil, não o adulto birrento, não o adulto frustrado, mas o adulto assumido, eu sou o resultado das minhas escolhas. Então, conscientemente eu não vou me rebelar. E a parte de aceitar não será uma aceitação passiva, será uma aceitação ativa que será fará parte da minha autoeducação transformadora. Allan Kardec, na questão 217 do livro dos espíritos, esclarece que a chave do progresso humano, tanto progresso espiritual, quanto material, quanto emocional, reside na autoeducação. Agora, para se autoeducar, nós não podemos ficar só deitados na rede ou assistindo televisão. Vai exigir de nós esforço, disciplina, propósito. Então, a questão é desenvolver as qualidades diferentes daqueles daquele conteúdo que nos amolenta, daquele conteúdo que nos impelicita. Que conteúdo é esse? Ciúme nos traz para baixo. Mágoa, ressentimento, inveja, ambição desmedida, medo, não aceitação de si mesmo. Então vamos olhar para nós com um olhar generoso, porque assim como o próximo necessita e merece amor, nós também merecemos amor. Então, é preciso desenvolver esse espaço de merecimento em nós para que nos sintamos fortalecidos, para que realmente consideremos a nossa vida como sagrada, que é preciso abraçar e acolher e abençoar, porque somos todos convidados a vivê-la em plenitude, em abundância. Então, por isso importa muito que a gente aprenda, que a gente aprenda a fazer, que aprenda a conviver, que aprenda a ser. Nós precisamos valorizar o potencial que temos, os talentos que temos para desenvolver ou realizar esse projeto de automelhoramento, de autoeducação, de autoiluminação. Então, quando a gente se entrega ao medo, perdemos a espontaneidade. Mas se a gente procura enfrentar as dificuldades de frente, sem

se projeto de automelhoramento, de autoeducação, de autoiluminação. Então, quando a gente se entrega ao medo, perdemos a espontaneidade. Mas se a gente procura enfrentar as dificuldades de frente, sem nos acovardarmos, isso servirá de base pra nossa autoconfiança, pra nossa autoestima. Então, arrepender-se, tomar consciência de quê? arrepender-se dos do dos desvios, tomar consciência de que somos apenas seres humanos, somos falíveis, podemos errar, mas que a gente não fique no patamar do desvio, que a gente encontre dentro de nós forças para nos erguermos e reconstruirmos e recomeçarmos em novos ciclos, desenvolvendo esse saber de que nosso valor pessoal é grande aos olhos de Deus. Então, aos olhos de Jesus, o nosso mestre Guelo, que que traduziu para nós que ele é o bom pastor e que nenhuma das ovelhas deixa de ter importância. Ele vai em busca daquela que se desvou, desviou e atrás no ombro. Então vamos encerrar essa reflexão da tarde de hoje com essa imagem de Jesus a trazer em seu ombro, amparando aqueles que se desviam do caminho. Que não sejamos nós a dar esse trabalho pro mestre, pro nosso pastor. nós saibamos utilizar os nossos talentos para arrebanhar também aqueles que se aqueles próximos, mais próximos, que porventura se desviem do caminho, do caminho que felicita, que nos deixa gratificados, felizes. Diz Allan Kardec na questão 614 do livro dos espíritos, que há uma única coisa nos faz infelizes, uma única coisa nos torna infelizes, sofridos. É quando nós optamos por nos desviar da lei divina. Procuremos aplicá-la em nossa vida. E a súmula síntese de todas as leis de Deus é o amor, o amor incondicional para conosco, para com o próximo e para com a fonte de todas as bênçãos que é Deus. Uma boa tarde a todos. Obrigada pela atenção. Boa tarde. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual [música] da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade [música] auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por

à nossa sala de passe virtual [música] da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade [música] auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos [música] que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus [música] de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e [música] amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, [música] do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos [música] amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo [música] a alegria de viver, a paz, a harmonia [música] e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para [música] cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que

de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para [música] cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. >> a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no [música] céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. [música] Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse [música] momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz [música] e vibrações fraternais. E agradecidos [música] que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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