EU NÃO MERECIA - Leila Parreira [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 25/07/2025 (há 8 meses) 40:56 436 visualizações

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Transcrição

Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a obrigada. Comunhão espírita de Brasília. Uma boa tarde a todos. Que Jesus nos envolva em sua paz. Nós também cumprimentamos todos aqueles que mesmo distantes estão presentes nessa hora junto conosco, reservando seu tempo, esse tempo de encontro para um aprofundamento, para um estudo do cristianismo rede vivo ou do cristianismo primitivo, dos ensinos de Jesus, dos ensinos da doutrina espírita. Então, para fazermos a harmonização do ambiente, leremos um trecho do Evangelho Segundo o Espiritismo de Allan Kardec. Tá no capítulo sexto, um trecho assinado pelo Espírito Verdade, que é o próprio Jesus Cristo. Embordou essa essa instrução em 1861, assim: "Sou o grande médico das almas e venho trazer-vos o remédio que vos há de curar. Os fracos, os sofredores e os enfermos são os meus filhos prediletos. Venho salvá-los. Vinde, pois, a mim, vós que sofreis e vos achais oprimidos e sereis aliviados e consolados. Não busqueis auris a força e a consolação, pois que o mundo é impotente para dá-las. Deus dirige um supremo apelo aos vossos corações por meio do espiritismo. Escutai-o. Estirpados sejam de vossas almas doloridas a impiedade, a mentira, o erro, a incredulidade. São monstros que sugam o vosso mais puro sangue e que vos abrem chagas quase sempre mortais. Que no futuro, humildes e submissos ao Criador, pratiqueis a sua lei divina. Amai e orai. Sede dóceis aos espíritos do Senhor. Invocai-o do fundo de vossos corações. Ele então vos enviará o seu bem, o seu filho bem amado, para vos instruir e dizer estas boas palavras. Eis-me aqui, venho até vós, porque me chamastes com espírito de verdade. Elevemos então os nossos corações. busquemos livrar a nossa mente de qualquer preocupação, de qualquer ansiedade e vamos nos entregar com muita alegria, com muita gratidão nessa hora para realizarmos uma comunhão estreita com nosso pai do céu, com Jesus, nosso irmão maior, que nos ama e nos quer muito bem, quer nos ver

nos entregar com muita alegria, com muita gratidão nessa hora para realizarmos uma comunhão estreita com nosso pai do céu, com Jesus, nosso irmão maior, que nos ama e nos quer muito bem, quer nos ver lutadores, vencedores e felizes. Então, amado Mestre, Senhor Jesus, abençoa-nos, abençoa os nossos entes queridos, abençoa os nossos amigos, benfeitores e também adversários. Abençoa, Senhor, todos os nossos irmãos em humanidade que passam por dores maiores que as nossas. Inspirai-nos, Senhor, no caminho do bem. Fortaleça-nos e ampara-nos hoje e sempre. Graças a Deus, graças a Jesus. Então, hoje vimos uma um convite de Jesus, que nós nos aproximássemos dele. Por quê? Porque todos nós aqui na Terra somos aprendizes. Então, muitas vezes sofremos e muitas vezes até pensamos que não merecemos aquele sofrimento que nos bate à porta. Muitas vezes a dor vem tão aguda e nós nos perguntamos por quê? O que é que eu fiz para merecer isso? Então Jesus nos recomenda muita calma, muita paciência e muita reflexão, porque não há no mundo nada que não tenha um propósito, uma um motivo. Nada é por acaso. Sempre que a dor nos chegar à aflição, à crise, devemos nos perguntar: "O que é que a vida está nos dizendo? O que é que eu preciso pensar a respeito?" E aí a gente busca pensar, refletir sobre aquilo, porque já temos o conhecimento que a lei divina é justa e é pelas leis divinas que Deus se faz presente neste mundo e em todos os outros mundos. Deus governa os mundos através das suas leis, que são perfeitas e mutáveis. Sabemos também que não há favoritismo na lei divina. Não há como nós oferecermos presentes para Deus. Deus não precisa de nada. Ele é o dono de tudo. Barganhar com Deus. Ah, eu faço isso para ter aquilo. Não, isso não existe. O que Deus quer de nós? Quer nos que nós nos conscientizemos da nossa realidade, que não é apenas uma realidade material, física, de aparência, mas é uma realidade espiritual. E ele nos concede mais uma vez uma existência terrena para que nós em aproveitando as oportunidades que nos

e não é apenas uma realidade material, física, de aparência, mas é uma realidade espiritual. E ele nos concede mais uma vez uma existência terrena para que nós em aproveitando as oportunidades que nos surjam, irmos corrigindo aqueles desvios que perpetramos em outras existências, em outros tempos em que a nossa ignorância era maior. Hoje todos nós temos a oportunidade de conhecer melhor o significado da vida, mas mesmo assim, muitas vezes temos a inclinação de nos desesperarmos diante dos acontecimentos. Por exemplo, eu amo muito uma pessoa. Faço ou digo para ela algo que mexeu com os nervos dela, que ela não estava num momento bom. Então, ela interpretou mal e devolveu para mim aquela má interpretação. Me machucou a alma. E eu posso ter ficado muito triste, muito amargurada, com vontade de desistir da luta, porque me senti desamada, desamparada, mal interpretada, sem nenhum significado para aquela pessoa que eu amo tanto. Eu tenho duas escolhas. Eu posso pensar, orar e tomar uma atitude de resiliência e não levar imediatamente para o lado pessoal. Posso contornar a situação pedindo à espiritualidade amiga, ao meu anjo da guarda, Maria Santíssima, que me inspire. Qual seria a melhor conduta para eu compreender aquela situação tão negativa e para eu poder solucionar, contornar? já que eu não quero de forma alguma perder o vínculo que eu tenho com aquela pessoa. E sempre Maria Santíssima ou o anjo da Guarda podem nos inspirar uma uma conduta adequada pra gente encontrar uma saída para essa para esse conflito, para essa dificuldade. e a gente encontra. E se a gente se ancorar naquela inspiração sempre dá certo. Aí você vai falar palavras amenas para aquela pessoa. Dizer que não quis ofender e que lamenta muito aquela interpretação negativa. E eu tenho certeza que quando isso acontece, a gente amolece o coração do outro. a gente propicia uma possível um um uma possível reconciliação e aí tudo entra na calma novamente. Por quê? Qual é o propósito disso? Muitas vezes a vida nos testa

a gente amolece o coração do outro. a gente propicia uma possível um um uma possível reconciliação e aí tudo entra na calma novamente. Por quê? Qual é o propósito disso? Muitas vezes a vida nos testa e nos oferece ocasião para um crescimento. Quando nós nos descobrimos capazes de contornar situações e de optar pela pela amizade, pela reconciliação para o bom andamento harmonioso do relacionamento, nós crescemos, nós alcançamos um pouco de sabedoria e evitamos a mágoa que nos destrói. Evitamos o ressentimento porque estamos praticando a boa vontade, a indulgência para com o outro. Quando se pratica a indulgência, a boa vontade para com o outro que muitas vezes nos ofende porque está num mau momento, significa que estamos praticando a caridade conforme a entendia Jesus. Allan Kardec questionou os espíritos numa das questões do livro dos espíritos. Ele perguntou: "Como é que Jesus entendia a caridade?" E eles responderam: "A caridade, indulgência para com todos, benevolência para com todos, indulgência para com as falhas alheias e perdão das ofensas". Isso é a prática do amor, da caridade. Então, nós sabemos que neste mundo, conforme disse Jesus, nós teremos muitas aflições. Mas é preciso não desanimar. Não se turbe os vossos corações, porque eu venci o mundo, mostrando para nós que como a nossa essência é igualzinha a essência dele, do nosso mestre maior, de Jesus, que ele também saiu da vontade do Pai, assim como nós, nós podemos reverter situações. Nós podemos vencer através de uma qualidade treinada, observada a cada dia. Nós nos reconhecermos capazes, nós sabermos do nosso potencial, nós frequentarmos o nosso mundo íntimo e descobrirmos os nossos poderes. Ninguém, ninguém está desprovido do poder de crescer. E quando acontece algo muito triste, algo muito negativo em nossa vida, é para que nós possamos refletir e buscar qual o propósito disto. E quando encontramos, passamos a nos corrigir, a nos ajustarmos às leis divinas que em algum momento nós esquecemos de

em nossa vida, é para que nós possamos refletir e buscar qual o propósito disto. E quando encontramos, passamos a nos corrigir, a nos ajustarmos às leis divinas que em algum momento nós esquecemos de praticar. Então, importa muito que nós nos tornemos enormemente responsáveis pelas nossas escolhas, pelos nossos pensamentos, pelas nossas palavras, pelos nossos sentimentos e emoções. Porque assim, vamos trilhando caminhos de autogoverno, de autonomia, que é o que todos nós desejamos. Porque com o autogoverno, a autonomia, nós nos sentimos livres, livres de amarras que nos prendem para trás. Então, buscando isso, nós vamos desenvolvendo uma virtude. Se nós somos ainda aprendizes, vivemos num mundo que é escola, mas que é também hospital para as almas doentes. É um grande educandário, mas é um grande hospital e é uma prisão também para aqueles endurecidos. Então, se é assim, nós sabemos que aqui teremos muitas aflições, muitas crises e muitas vezes nos entregamos ao vitimismo. Vitimismo que é aquela postura de transferir para o outro, para circunstância, para a sociedade, para a educação que eu tive. o resultado daquilo que estamos colhendo. Mas é preciso lembrar e Jesus nos disse que a semeiadura é livre. Nós podemos fazer o que quisermos, mas há algo obrigatório por causa da lei que regula a harmonia dos mundos, a lei de causa e efeito. Nós vamos colher tão somente aquilo que searmos. Então, não há por dizer ou sentir: "Ah, eu não mereço isso". Mesmo que seja uma dor muito grande ou uma perda, um sofrimento enorme, nós não podemos acreditar que não merecemos aquilo. Pode ser uma oportunidade que nos favorece a meditação, o entendimento, uma melhor compreensão e que nos faça promover uma transformação íntima no sentido de um crescimento efetivo. Por quê? O crescimento, que é a mesma coisa de evolução, não pode ser terceirizado. Ninguém fará por nós. É alguma coisa que representa um trabalho consciente, contínuo, atento da nossa parte. Não dá para atribuir a ninguém

que é a mesma coisa de evolução, não pode ser terceirizado. Ninguém fará por nós. É alguma coisa que representa um trabalho consciente, contínuo, atento da nossa parte. Não dá para atribuir a ninguém esse feito. A evolução é tarefa pessoal indelegável. Então, muitas vezes o que acontece de muito ruim, muito difícil, é para nos favorecer um entendimento que vai nos facultar um passo à frente na evolução, porque o Pai nos ama, ele, até o pai da terra não dá cobra ao invés de pão quando o filho pede. Então, nosso Pai do céu nos favorece as oportunidades, tantas quantas são necessárias para o nosso crescimento. E que tenhamos todos a convicção de que, mesmo que sejam fatos desagradáveis, conflitos difíceis, nós sempre se trouxermos para esse campo do aprendizado, estaremos oferecendo para nós mesmos a oportunidade de crescimento, de alegria, de autosuperação. Então, é preciso cuidar de nós mesmos. Eh, precisa atenta a observação do que se passa dentro de nós, eliminar da nossa mente tudo que for negativo para podermos sentir bem, livres. Aquelas emoções, aqueles, aquelas ocorrências que nos entristecem e que temam em vir à nossa mente. Sempre precisamos eliminar. Façamos o que Jesus nos convida, né? Antes de oferecer a nossa dádiva ao altar de Deus, pensa se há alguém que tem algo contra você. Procura regenerar, procura restabelecer, procura reconciliar, porque assim estará livre e a sua oferta será pura. Então, a esse texto nós buscamos como inspiração no livro de Francisco do Espírito Santo Neto, renovando atitudes na página que se denomina Eu não merecia. Eu anotei aqui, grifei aqui algumas anotações que ele faz, que eu considero de enorme importância paraa nossa reflexão hoje e peço licença para ler. Então ele reflete assim, retirando do Evangelho, capítulo 5º. Porque uns nascem na miséria e outros na opulência, sem nada terem feito para justificar essa posição. Porque para uns nada dá certo, enquanto para outros tudo parece sorrir. As visticissitudes da vida têm, pois uma

em na miséria e outros na opulência, sem nada terem feito para justificar essa posição. Porque para uns nada dá certo, enquanto para outros tudo parece sorrir. As visticissitudes da vida têm, pois uma causa. E uma vez que Deus é justo, essa causa deve ser justa. Eis o que cada um deve compenetrar-se bem, então a cada um segundo suas obras. Mas isso não significa culturo da cultura da culpa. Não, não devemos nos paralisar na culpa, substituir a culpa por responsabilidade e buscar refletir para retomarmos os freios da nossa própria vida. É preciso buscar esse autogoverno, essa autonomia dentro dos fundamentos que vão nos felicitar, que são o cumprimento do dever, a comunhão consagrado com Deus, com Jesus, e a prática do bem. Quando realizarmos esses três desideratos, com certeza nós caminharemos com mais liberdade. Ele anota assim: "É preciso assumir total responsabilidade por todas as coisas que acontecem em nossas vidas, incluindo sentimentos e emoções. É um passo decisivo em direção à nossa maturidade e crescimento interior. Então, mais uma vez, é preciso lembrar é assumir os as consequências, os resultados daquilo que se fala, daquilo que se sente, da nossa emoção e das nossas ações. A tendência em acusar a vida, as pessoas, a sociedade, o mundo, é tão antiga quanto o primeiro homem, né? lá na humanidade mais antiga, nós acreditamos que raciocinando dessa maneira, censurando todos e tudo, nunca examinando o nosso próprio comportamento que na verdade decide a vida em nós e fora de nós. Então são as nossas escolhas, as nossas motivações, o nosso comportamento é que vai decidir a vida que nós queremos ter. Então, o que que é favorecedor? O que que é inteligente? O que é inteligente é nós fazermos o bem, nós não nos comprometermos com a ilusão, com o mal. É nós nos colocarmos na nossa verdadeira situação de espíritos imortais. Porque há uma fatalidade, há um destino que nenhum de nós poderá fugir. O nosso destino de filhos de Deus é a felicidade. Não há como fugir disso.

s na nossa verdadeira situação de espíritos imortais. Porque há uma fatalidade, há um destino que nenhum de nós poderá fugir. O nosso destino de filhos de Deus é a felicidade. Não há como fugir disso. Favorecendo, colaborando ou não, um dia nós nos tornaremos espíritos plenos, livres, felizes. Então, é preciso cultivar esse tipo de pensamento, porque é da nossa essência a natureza divina que Jesus, que Deus colocou em nós. A marca dele está em cada um de nós. Por isso nos convida a vida a vigiarmos não o outro, mas as nossas palavras, que sejam palavras humanas, boas, sem malícia, sem maldade, sem censura, respeitando o nosso semelhante, mesmo que ele seja criança rebelde. Vamos aprender a escutar o outro. Vamos oferecer as nossas ferramentas naturais. para favorecer o ambiente em que vivemos. A mansidão foi recomendada por Jesus quando ele disse: "Bem-aventurados os mansos e pacíficos, porque deles é o reino dos céus". Então, vamos largar a ira, a violência de lado e vamos amansando o nosso espírito. Por quê? Sabemos que nós ainda trazemos muitos resquícios, muitas, muitas marcas das nossas vivências anteriores, em que precisávamos em outro tempo ser mais egoístas do que hoje somos. Então, muitas vezes nós nos brutalizamos em tempos mais remotos, mas hoje o convite é a harmonização com a vida, com os ensinos evangélicos, conosco próprios, tenhamos caridade para conosco, com o próximo. Isso nos humaniza e dá dignidade à nossa humanidade. Façamos isso. Vamos experimentar a doçura, a mansidão, a cortesia, a gentileza, a boa vontade, a indulgência, por aí nos livraremos desse pensamento e dessa postura de vitimismo que não nos permite ir pra frente, que não nos permite reconhecer como a alguém que necessita ajuda. Se nós não nos reconhecemos doentes, quando estamos doentes da alma, como é que vamos receber a ajuda? Aí nós nos lembramos de uma grande personagem que foi autor de uma outra escola de psico de psiquiatria, a logoterapia Vctor Franco, que percebeu lá na Áustria, no tempo de

que vamos receber a ajuda? Aí nós nos lembramos de uma grande personagem que foi autor de uma outra escola de psico de psiquiatria, a logoterapia Vctor Franco, que percebeu lá na Áustria, no tempo de estudante de medicina, quantos colegas, quantos companheiros de estudo se entregavam ao suicídio. Ele observou e começou um programa novo, um programa de extensão. Que que ele fez? Ele promoveu junto com os professores um programa de escuta, inclinar o ouvido para escuta, dar atenção ao outro. E a partir daí da prática dessa extensão, acabaram-se os suicídios. Então o que que o ser humano busca? Busca não estar só. Busca amparo, busca escuta, busca boa vontade, o conforto de um semelhante que um semelhante possa dar. Então, é muito consolador e é muito próprio de nós, seres humanos, nos ampararmos uns aos outros. Ele, quando esteve no campo de concentração, observou também que muitos que não encontravam sentido na vida não buscavam um esforço para libertar-se do campo de concentração nazista. E ele percebeu que aqueles que procuravam manter a vida é porque tinham alguém esperando alguma motivação para continuar vivo. Diferente daqueles que se jogavam muitas vezes nos arames farpados e eletro promovendo a elecutração, morrendo nesses acidentes porque perderam a motivação de viver. Então, que a gente procure valorizar aqueles aos ao nosso lado, que a gente procure aprimorar a nossa forma de relacionar uns com os outros. que nós procuremos oferecer a nossa escuta para quem está desesperado ou até quem não está, só para promovermos um ambiente de paz, de harmonia entre nós, com os com aqueles com quem convivemos. Isso é muito importante. Parece que não é nada, parece que é coisa boba, pequena, mas não é. Começamos com o primeiro passo, que é esse, um passo simples, um passo bem humano, mas que não é raso, que tem grande significação, porque o outro, o nosso semelhante, pode se amparar, fazer dos nossos braços um ninho, um ninho de afeto, um ninho de consideração, um ninho de troca.

mas que não é raso, que tem grande significação, porque o outro, o nosso semelhante, pode se amparar, fazer dos nossos braços um ninho, um ninho de afeto, um ninho de consideração, um ninho de troca. Então, importa muito nós observarmos que a escolha da indiferença é algo perigoso para nós. A escolha da censura irrefletida, cruel é algo perigoso paraa nossa evolução. E ao contrário disso, nós sermos do jeito que pudermos, fortes, corajosos, resilientes diante da dor e do sofrimento, podemos afetar positivamente aquele que também sofre. Víctor Franco, com certeza, lá no campo de concentração, amparou os seus próximos, oferecendo escuta, oferecendo ajuda, trocando palavras que faziam lembrar os valores imarsíveis da vida. Nós podemos ser instrumentos de elevação do nosso próximo, de amparo. Podemos oferecer exemplos de amor, de solidariedade para aqueles que nos cercam. Então, quando assimamos o mito do vitimismo nas mais remotas religiões politeístas, então aí nós nos lembramos que isso é um costume muito antigo. As pessoas que acreditam ser vítimas da fatalidade continuam a apontar o mundo exterior como culpado dos seus infortúnios. são influenciados pelas velhas crenças e muitas vezes se viciam, porque o ganho secundário de ser vítima, chamando atenção constantemente, é um equívoco, porque não nos deixam crescer, não nos deixam dar passos à frente para o alto, para a nossa própria evolução, além de não nos garantir a felicidade que merecemos. buscar. Então, sendo um impeditivo, o vitimismo nos faz retrogradar no sentido de não assumirmos a responsabilidade pessoal diante das nossas escolhas. Então, que o nosso falar seja sim, sim, não, não. Que a nossa postura seja a postura cristã, sempre nos inspirando no modelo Jesus, o nosso mestre e guia. Então, que nós busquemos apurar, aprimorar a nossa humanidade, porque temos a dádiva da vida, a oportunidade de crescer, de evoluir, de nos amarmos uns aos outros. O objetivo máximo dessa vida estamos terminando, é exatamente esse, a prática

r a nossa humanidade, porque temos a dádiva da vida, a oportunidade de crescer, de evoluir, de nos amarmos uns aos outros. O objetivo máximo dessa vida estamos terminando, é exatamente esse, a prática do bem. Tá lá na questão 668 do livro dos espíritos. A prática do bem é que vai nos libertar daquelas amarras que trazemos de outras existências e dos compromissos que fizemos em outros tempos. Então, que a gente possa nos amparar no no modelo Jesus, que possamos nos amparar nas nossas próprias ferramentas, nos nossos potenciais, que são pensamento raciocinado, sentimento amoroso, as virtudes que sabemos que são aquelas que vão nos elevar, que vão aprimorar o nosso espírito imortal. Que Jesus então nos abençoe, nos ilumine sempre e nos fortaleça nesse propósito de crescermos em sabedoria e de aprendermos a amar melhor sempre. Vamos então depois agradecemos a atenção de todos e convidamos a todos a fazermos então a nossa prece de encerramento e nos prepararmos para o passe na certeza de que bênçãos maiores de alegria e de saúde chegarão para os nossos corações. Amado Mestre Jesus, queremos te louvar, Senhor, e dizer a prece que nos ensinaste. Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia nos dai hoje. Perdoai, Senhor, as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido. E não nos deixeis cair em tentação. Livrai-nos de todo mal, Senhor. Assim seja. Graças a Deus. Graças a Jesus. Muito obrigada a todos. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim

e energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje.

Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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