O BOM COMBATE - Márcia Ramos

Grupo Espírita Mensageiros da Luz - GEML 08/07/2025 (há 10 meses) 33:21 110 visualizações

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Transcrição

para suplicar a ele que por acréscimo de misericórdia interceda por nós junto ao nosso mestre Jesus, para que ele nos fortaleça na sabedoria, na humildade e na fé, concedendo-nos saúde e paz, nos fazendo espíritas, divulgadores da doutrina, pela nossa ação, pelo amor que tivemos dos nossos corações. Noss pedimos para os aflitos da terra pelas condições climáticas, por toda a violência, para os enfermos, os que não conseguiram atendimento médico, medicamento, outros que, embora socorridos, passam por grandes agonias, aflições e dores para os trabalhadores da área da saúde, mas vamos irradiar também para o povo brasileiro, que somos todos nós, pedindo a Ismael que nos conceda a esperança, a dignidade da vida através de um trabalho da habitação, da alimentação, da educação, da segurança dignas. Que as nossas autoridades se fortaleçam na sabedoria, na humildade, na compaixão para com a população, o respeito às leis, a responsabilidade administrativa, a importância de dar bons exemplos. Mas vamos pedir também para o movimento espírita, para cada dirigente, trabalhador, frequentador de casa espírita nesse nosso imenso Brasil, para as nossas federativas, a Federação Espírita Brasileira, o Conselho Espírita Internacional, Federação Espírita do Estado de Goiás, a sua diretoria executiva. Nós vamos pedir também para o nosso grupo espírita mensageiros da Luz, com todas as nossas unidades e frentes de trabalho, Dr. Bezerra de Menezes, conceda a todos nós a perseverança para continuarmos a nossa atividade na proposta da unificação do movimento e união dos espíritas. Nós vamos pedir para os nossos lares, lares enlutados, com pessoas enfermas, hospitalizadas, cirurgiadas, aguardando para se submeter às cirurgias. também para aquelas pessoas vitimadas pela depressão, pânico, obsessão, fascinação, drogadão, alcoolismo, vícios morais, encarcerados, desempregados, endividados, qualquer que seja a aflição da nossa casa, nós estamos pedindo misericórdia. Bçãos pedimos para as nossas crianças e

ção, drogadão, alcoolismo, vícios morais, encarcerados, desempregados, endividados, qualquer que seja a aflição da nossa casa, nós estamos pedindo misericórdia. Bçãos pedimos para as nossas crianças e jovens. Conceda a todos eles amor à vida, preservando as suas vidas com dignidade através do estudo, do trabalho, da religião, livrando os vícios, dos desequilíbrios, das ciladas, da preguiça, fazendo desses jovens servidores da sociedade, espíritos aflitos, enfermos, entristecidos, equivocados, que estiverem dentro das nossas casas, levando o desassossego, o sentimento de solidão. Que esses espíritos possam ser amparados. esclarecidos e encaminhados às colônias espirituais, os que aqui vieram. Que a bênção de Deus possa envolvê-los em muita paz, em qualquer lugar que houver espírito entristecido, equivocado, perdido, que todos possam ser atendidos e encaminhados às colônias espirituais. Você que nos honra com a presença pelas redes sociais, estamos transmitindo da sede do Grupo Espírita Mensageiros da Luz. Que Deus te abençoe e te envolva em muita paz. e a todos nós que aqui nos encontramos, que também possamos ser envolvidos em muita paz. Com esses pedidos, agradecimentos, louvor, nós passamos aqui as nossas colocações à luz da doutrina espírita. O livro dos espíritos é o primeiro livro da codificação, trazido por Allan Kardec, o professor Eva aqui, na verdade o nome dele era Hipolite Leon Denis Rivaio. E depois quando ele começa a escrever os livros, que a gente chama os livros básicos da doutrina espírita, que são cinco livros, ele adota um nome que ele tinha tido em outra encarnação, como um druida, na região sul da França, de Allan Kardec. que daí a gente vê a codificação da doutrina espírita trazida por Allan Kardec, que era uma pessoa de muito preparo, um cientista, um educador, uma pessoa muito preparada que existia na França naquela época, estudou juntamente com foi aluno de Pestalose na Suíça. E ele traz, então, depois de muitas observações, porque tudo que ele trouxe

dor, uma pessoa muito preparada que existia na França naquela época, estudou juntamente com foi aluno de Pestalose na Suíça. E ele traz, então, depois de muitas observações, porque tudo que ele trouxe foi através das observações. Foi um período em que a França e muitos outros países da Europa e também a América do Norte, eles passavam por um momento de muitos fenômenos mediúnicos, que a gente chamou depois as mesas girantes, as mesas rodavam, os armários, os lustres, as cortinas, eram muitos efeitos físicos. E ele começa a pesquisar esses efeitos, porque aconteciam nas nos restaurantes, nos bares, nas festas. Eram ali que aconteciam esses fenômenos. E ele começa a estudar e vê que aquilo era algo muito mais sério do que as pessoas imaginavam. E daí através das dos médiuns e muitas eram jovens, meninas de 12, 13, 14 anos trouxeram a codificação. Ele vai fazendo as perguntas e as os médiuns, os espíritos através dos médiuns iam respondendo. E o livro dos espíritos, ele tem 1019 perguntas. E ele dividiu esse livro aqui em quatro livros, em quatro partes. Nós vamos ver a terceira parte que tá falando sobre lei e tudo na vida é regido por lei. Nós vamos observar Moisés com decálogos, 10 mandamentos, que é a base de toda a justiça do mundo. Vamos ver as 613 leis que existem na Torá, que são cinco primeiros livros da Bíblia, tudo dentro de lei. Tanto é que Jesus chega e diz: "Eu não vim destruir a lei". E ele acrescenta que a lei de Deus é a lei do amor, a lei da fraternidade, amar Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a nós mesmos. Cadém vai trazer as leis. E aqui a primeira lei que ele intitula é a lei natural. E ele começa assim, ó. A questão, essas leis vão dos das perguntas 614 a 919 livro dos espíritos, pra gente ter uma ideia de quantas perguntas foram feitas para os espíritos e eles responderam. Então ele vai falar sobre a lei lei natural, a lei de adoração, a lei do progresso, a lei do trabalho, a lei de reprodução, a lei de destruição. São as leis que ele está falando.

s e eles responderam. Então ele vai falar sobre a lei lei natural, a lei de adoração, a lei do progresso, a lei do trabalho, a lei de reprodução, a lei de destruição. São as leis que ele está falando. E ele pergunta, nessa primeira pergunta a respeito das leis, ele diz: "O que se deve entender por lei natural?" E os espíritos vão responder a ele. A lei natural é a lei de Deus, a única, verdadeiramente necessária, a felicidade do homem. Vamos observar que as leis mudam de acordo com o clamor da sociedade. No Brasil, nós tivemos leis do império, tivemos leis da primeira república, depois tivemos outras leis, tivemos leis trabalhistas, temos leis trabalhistas e depois veio a Constituição de 1988 que traz um regime, rege toda a sociedade, todo toda a administração do país. A soberania do país se ampara na Constituição. que 100, 200 anos, pode ser que essas leis mudem, talvez até antes. Porém, as leis naturais, elas são perenes, elas não mudam. Então, ele vai dizer, a lei natural é a lei de Deus, a única verdadeiramente necessária a felicidade do dos homens. Indica-lhe o que lhe deve ou não deve fazer. E ele só é infeliz porque afasta dessa lei, a lei de Deus, né? E ele vai dizer que a lei de Deus é eterna e mutável. Quer dizer, ela não muda assim como o próprio Deus. E depois Kardec vai perguntar onde é que estava escrito a lei de Deus. E os imortais, os espíritos vão responder a ele que a lei de Deus está escrita na nossa consciência. Mas mais para frente aqui nós vamos ver também uma outra colocação muito interessante que serve para todos nós que às vezes imaginamos que estamos fazendo, ajudando muitas pessoas, ajudando a família, ajudando a sociedade. E ele vai perguntar, Kardec 646, o mérito do bem que se faz está subordinado a algumas condições, quer dizer, tem alguma condição pra gente ter mais mérito no bem que a gente está fazendo? Ou seja, há diferentes graus no mérito do bem. Olha a resposta sábia, como toda a obra da codificação. O mérito do bem está na dificuldade

ão pra gente ter mais mérito no bem que a gente está fazendo? Ou seja, há diferentes graus no mérito do bem. Olha a resposta sábia, como toda a obra da codificação. O mérito do bem está na dificuldade e ele acrescenta: "Não há mérito em fazer o bem sem sofrimento e quando ele nada custa". Deus tem mais consideração pelo pobre que reparte o seu único pedaço de pão do que pelo rico que só dá o seu supérflo. Jesus disse isso a propósito do óbvulo da viúva. Quer dizer, quanto mais dificuldade a gente tiver para fazer o bem, mais esse bem é reconhecido no plano espiritual. E quando nós vimos todas essas colocações, nós nos lembramos dos apóstolos. a dificuldade que eles tinham, que eles tiveram para divulgar o cristianismo primitivo. Vamos imaginar, vamos pensar como é que foi o início desse apostolado sem Jesus, porque Jesus é martirizado, ele se manifesta aos apóstolos, se manifesta nas na estrada de Maú, aos 500 da Galileia. Então, em alguns momentos ele se manifesta, mas depois ele vai. E quando ele se manifesta pela primeira vez ali no cenáculo, onde os apóstolos estavam trancados com chaves, com ferrolhos, com taramelas, porque eles corriam realmente risco de vida, ele se manifesta e diz: "Paz seja convosco". Ele fortalece a fé, a esperança, consola aqueles apóstolos e eles começam o trabalho na casa do caminho ali na cercanas de Jerusalém. E a gente sempre diz que o primeiro centro espírita oficialmente que nós temos é a Sociedade Parisense de Estudos Espeitas. No entanto, a casa do caminho dirigida por Pedro, Thago e João, ela tinha todas as características de uma casa espírita, de um centro espírita, porque acolhia as pessoas. Lá foi acolhido o apóstolo Estevão, que até então se chamava Jesiel. tinha o pneumatismo, que é o trabalho da mediunidade, porque essa palavra médium só vai surgir com Allan Kardec, mas a comunicabilidade dos espíritos sempre existiu. Tanto que Paulo de Tarso diz que o cristianismo sem o pneumatismo seria um corpo sem alma. Quer dizer, a necessidade da

ai surgir com Allan Kardec, mas a comunicabilidade dos espíritos sempre existiu. Tanto que Paulo de Tarso diz que o cristianismo sem o pneumatismo seria um corpo sem alma. Quer dizer, a necessidade da manifestação mediúnica. E quando Paulo de Tro já retorna ali de Damasco, que ficou 3 anos no deserto, e vai caminhando até chegar ali a casa do caminho, era o nome da casa de Pedro, Thago e João, ele pergunta a Pedro como é que tinha sido a vida deles naquele período de 3 anos que ele ficou no deserto. E Pedro vai dizer a ele: "Olha, nem te conto, porque foi difícil demais". Por quê? Porque os judeus eles continuaram perseguindo aqueles que tinham outras ideias, no caso, a ideia do cristianismo. Quantos e quantos depois, nesses 300 anos de cristianismo, cristianismo primitivo, quantos e quantos foram martirizados? Eles iam para as arenas. A isso já em Roma iam para as arenas cantando, porque eles tinham a certeza da imortalidade da alma. Eles tinham certeza da misericórdia de Deus, porque esta é a proposta de Jesus para com todas as suas criaturas. Quando Paulo de Tar então pergunta a Pedro e Pedro vai dizer: "Nem te conta a dificuldade que foi e ele vai retrucar. Mas como que você conseguiu conviver? Vocês conseguem conviver com esses judeus? Todos eles eram judeus. Jesus, Paulo, Pedro, todos eles eram judeus." E Pedro responde sabiamente a ele, a Paulo, porque só assim, só através da convivência, nós poderemos apresentar a eles, os nossos irmãos judeus, Jesus. Então, a proposta era apresentar Jesus à comunidade. E foi nesta proposta que Paulo de Taro, depois daquele momento em que ele se encontra eh na emancipação da alma, quando ele cochila e ele vê Abigail e Estevão, ele se ajoelha em espírito. Está no livro Paulo Estevão. Ele se ajoelha em espírito e começa a chorar. E Abigail, que era a noiva dele, diz assim: "Mas você chora?" A luta nem começou. E daí ele entende a importância do trabalho da divulgação do cristianismo primitivo. E ele anda nas colocações trazidas pelo professor

ra a noiva dele, diz assim: "Mas você chora?" A luta nem começou. E daí ele entende a importância do trabalho da divulgação do cristianismo primitivo. E ele anda nas colocações trazidas pelo professor Severino, 12.800 km. Nas documentários que a gente vê sobre a vida de Paulo, os documentários falam que foi 16.000 1000 km. Portanto, de 12800 a 16 é quilômetro demais. Se a gente imaginar que daqui a São Paulo tem 900 km a pé, enfermo, envelhecido, desiludido em muitas e muitas situações, preso, massacrado pelas pessoas. Então, quer dizer, esta era a situação que se apresentava a Paulo de Tarso. E nós só temos a beleza do cristianismo no ocidente graças a ele, porque ele teve uma visão de estadista. Ele sabia que se ele chegasse a Roma e ele era um cidadão romano, embora judeu, ele era cidadão romano, se ele chegasse em Roma, o cristianismo haveria de espargir por todo o ocidente e fato que ocorreu realmente. Mas em determinado momento em que ele estava imaginando que todos os lugares por onde ele passou, ele constituí uma igreja, um núcleo do cristianismo. Lugares pequenos, duas, três pessoas, mas era um núcleo do cristianismo. E num determinado momento ele estava imaginando como é que eu vou a ferir, como é que eu vou conferir o que que aconteceu nessas igrejas. Não tem como voltar. E Jesus se manifesta a ele também no livro Paulo Estevão, Jesus se manifesta a ele e diz: "Fisicamente será impossível você retornar, mas você pode escrever as cartas. Eu, Jesus vou intuir Estevão, que te intuirá e você escreverá as cartas." Portanto, as cartas de Paulo são da esfera crística e sabemos que depois a ordem é Jesus, Estevão, Paulo, Emanuel, interpretando as cartas, Chico Xavier na sua mediunidade abençoada. E Paulo escreve 14 cartas, mas vamos imaginar que não tinha um lápis, não tinha um papel, não tinha nada. Era carvão, pedra, papiro, pele de animal. Às vezes gastava dias e dias para escrever uma carta. Ele escreveu 14. E não são cartas curtas, não. São cartas longas, de grande sabedoria. E em muitos

ada. Era carvão, pedra, papiro, pele de animal. Às vezes gastava dias e dias para escrever uma carta. Ele escreveu 14. E não são cartas curtas, não. São cartas longas, de grande sabedoria. E em muitos momentos ele utilizava aqueles aquelas pessoas que escreveu e ele ia anotando e as pessoas iam escrevendo essas cartas. Quando ele está preso já em Roma, ele foi martirizado em Roma, foi ficou preso muito tempo numa prisão que hoje é um ponto turístico de Roma, chama Bentina e depois ele é cortado a cabeça dele ali em Roma. Quando ele estava preso, ele recebeu em alguns momentos a visita de Lucas, o evangelista Lucas, que era um médico grego. E ele motiva o amigo Lucas, mais jovem a escrever o Evangelho de Lucas e também Atos dos Apóstolos. Isso foi escrito por motivação do próprio Paulo de Tarso, mas ele tinha um grande amigo e esse amigo era Timóteo e ele escreveu cartas para mandar para Timóteo. Ele escreveu duas cartas. Vamos lembrar que não tinha lápis, não tinha caneta, não tinha bic, não tinha papel chamex, não tinha nada. Ele escreveu duas cartas para Timóteo. E numa das cartas, na verdade, a segunda carta, ele vai falar como se ele tivesse dando uma satisfação. O que que aconteceu? Como é que foi essa história? E aí ele diz assim uma frase que nós conhecemos bastante, porém não na interpretação trazida pelo espírito Emanuel, pela psicografia do Chico. Ele disse assim: "Combati o bom combate". Terminei a minha carreira. Tô despedindo mesmo. Tô indo embora. Guardei a fé. Olha que colocação belíssima. Combati o bom combate. Quer dizer, ele começa lá com uma pessoa muito importante. Era orgulho e esperança de uma raça. Raça dos dos judeus. membro do Sinédrio era uma autoridade judaica, era o orgulho e a esperança de uma raça. Aluno de Gamaliel, que era por sinal filho de Ilo, aquele da nossa pomada, que também era um rabeno, uma pessoa de grande destaque ali em Israel, no templo de Jerusalém. E ele então fala: "Combati o bom combate, terminei a minha carreira, guardei a fé". Qual foi esse combate

que também era um rabeno, uma pessoa de grande destaque ali em Israel, no templo de Jerusalém. E ele então fala: "Combati o bom combate, terminei a minha carreira, guardei a fé". Qual foi esse combate dele? o orgulho, o egoísmo, a vaidade, a soberba e outros tantos que ele era possuidor. Tanto era possuidor que quando ele ouve Estevão defendendo o cristianismo, a ação dele foi exatamente de mandar apedrejar Estevão por ato e ação de Paulo de Tarso. O apedrejamento era para as pessoas infiéis. Portanto, ele tava dizendo para a sociedade judaica e romana também, que estava ali e dominando essa região, que ele era infiel à lei de Moisés. Quando ele pretende, quando ele tem a proposta de ir para Damasco, também foi pelo mesmo motivo. Ele ficou sabendo que lá em Damasco tinha um cidadão que era cristão. Eu fale, mas eu vou lá acertar as contas com ele, não vai ficar desse jeito não? e foi atrás do Ananias para acertar as contas. Quer dizer, acertar as contas é tirar a vida do Ananias mesmo. Então essa era a figura, a personalidade de então Saulo de Tarso, soberbo, orgulhoso, a última palavra é a minha e de acordo com a lei de Moisés. Então era essa. E aí ele disse: "Combati o bom combate". E Emanuel vai nos interpretar da seguinte maneira, nas lides da evolução, e tudo é um processo de evolução espiritual e processo de evolução material. Se nós lembrarmos há um século como é que eram os meios de comunicação, nem precisa de um século há 20 anos, eh os meios de comunicação, a ciência, enfim, a sociedade, de um modo geral, a gente vai entender a diferença que existe para hoje. Daqui 5, 10 anos, tudo isso que nós estamos vendo, fazendo, já está também obsoleto. E aí ele vai dizer na nas leades da evolução, há combate e bom combate. Nós estamos vendo a quantidade de combates que estão tendo agora físicos com guerras, guerrilhas em várias e várias partes do mundo, mas também os combates das ideias, porque qualquer coisa que você fala, você pensa, você coloca em algum lugar, se

estão tendo agora físicos com guerras, guerrilhas em várias e várias partes do mundo, mas também os combates das ideias, porque qualquer coisa que você fala, você pensa, você coloca em algum lugar, se não for de acordo com o pensamento do outro, vem o combate que a gente tá vendo a dificuldade que as pessoas estão de conviver na família, brigas, desentendimentos, porque o outro não respeita as ideologias. nas casas espíritas, também na sociedade de um modo geral. E Emanuel vai seguir aqui no combate visamos os inimigos externos. Qualquer pessoa que não pensar como eu, é meu inimigo. Até no time de futebol. Brandimos armas, inventamos ardis, usamos astúcia, criamos estratégia e por vezes saboreamos a derrota de nossos adversários. A gente fica tão feliz quando não deu certo pro outro, sobretudo quando a gente tem inveja e vê que o outro não foi bem-sucedido em determinada situação, a gente fica muito feliz com aquela com aquele fato. Derrota de nossos adversários entre alegrias falsas, ignorando que estamos dilapidando a nós mesmos. Quer dizer, todas as vezes que nós temos esses pensamentos de inveja, maldade, despeito ou qualquer outra coisa semelhante, primeiramente nós ficamos pessoas infelizes. Segundo, porque nós atraímos os espíritos semelhantes à aqueles nossos pensamentos. Quem quiser saber também mais sobre pensamento e vida, é um livro Emanuel com Francisco Cândido Xavier, que ele vai falar a importância do nosso pensamento, a importância da nossa vontade para realizarmos as nossas ações. Mas ele segue aqui no bom combate, dispo-nos a lutar contra nós próprios. Então, aí já podia até parar por aqui. No bom combate, nós vamos lutar contra nós mesmos. E aí, para lutarmos contra nós mesmos, nós temos que ir lá na 919 do livro dos espíritos, que faz parte dessas leis ainda, quando Kardec vai perguntar aos espíritos como é que a gente poderia ser feliz. E ele vai responder da seguinte maneira. No aspecto material é a posse do necessário. E às vezes a gente estica mais um

quando Kardec vai perguntar aos espíritos como é que a gente poderia ser feliz. E ele vai responder da seguinte maneira. No aspecto material é a posse do necessário. E às vezes a gente estica mais um pouquinho porque a gente quer mais alguma coisa que não, às vezes não vai nem usar, mais uma vasilhinha, mais uma bolsa, mais um uma viagem, mais alguma coisa que na grande maioria das situações não traz serenidade e paz para ninguém. Mas o o os espíritos orientam assim: no aspecto material é a posse do necessário, no aspecto moral é a paz da consciência. Então quer dizer, a pessoa para ter o bom combate ela tem que ter paz de consciência. É deitar à noite e imaginar tudo que eu podia fazer para conviver bem com o fulano, com o cicrano, com belrano, eu fiz. Não deu certo, mas a minha consciência está tranquila. Isso servindo para os nossos relacionamentos familiares e e sociais e profissionais ou qualquer outro tipo de relacionamento que tenhamos. No bom combate dispo-nos a lutar contra nós próprios. O combate chumba-nos o coração à crosta da Terra em aflutivos processos de reajuste na lei de causa e efeito. Quer dizer, quando a gente não pratica o bom combate, a gente se expõe à lei de ação e reação. E essa lei de ração, ação e reação, nós vamos também ver com muita, com muito destaque a obra de André Luiz, os 13 livros de André Luiz, começando com o nosso lar, a vida continua, Missionários da Luz, evolução em dois mundos, mensageiros, obreiros da vida eterna. Então a gente vai ver toda essa lei de ação e reação na obra de André Luiz, mas a gente vai ver também isso no livro Céu e Inferno, que é uma obra de Allan Kardec, que tá completando este ano 160 anos. E o que que aconteceu nesse livro Céu e Inferno. Vamos imaginar que no século XIX as igrejas tradicionais diziam que tinham um seu de contemplação, um inferno de penas eternas. Aí chega Kardec, fala: "Não, mas não é bem desse jeito não o céu eh não pode ser um céu de contemplação. O céu tem que ser uma conquista da paz. Pode ser em qualquer

ação, um inferno de penas eternas. Aí chega Kardec, fala: "Não, mas não é bem desse jeito não o céu eh não pode ser um céu de contemplação. O céu tem que ser uma conquista da paz. Pode ser em qualquer lugar. E o inferno não pode também ter um inferno, porque não pode ser pior a lei de Deus, não pode ser pior do que a lei dos homens. Se a lei dos homens tem uma dosometria da pena, quer dizer, dependendo do tipo de crime, é, é a quantidade de tempo que a pessoa vai ficar na prisão. E existem também outros atenuantes ou agravantes relacionados às às penas no direito penal. Agora vamos imaginar Deus suprema, inteligência suprema, causa primária de todas as coisas. Uma pessoa cometeu um delito, ela vai para o inferno o resto da vida. Mas aí tem um detalhe. Se ela arrepender nos últimos momentos, ela tá salva. Então, quer dizer, ela fez todas as barbaridades e no último momento ela arrependeu, ela está salva. Então, Kardec vem trazendo o livro Céu e Inferno e contando, porque lá ele evoca alguns espíritos, espíritos felizes, espíritos infelizes, para eles contarem como é que é a chegada deles no plano espiritual. E essa chegada no plano espiritual, a a sobrevivência do do espírito, ela está sendo cada dia mais eh estudada pela ciência. A coisa de duas semanas houve um congresso em São Paulo, o Mednesp, que é um um congresso científico, médicos, cientistas para discutirem a sobrevivência do espírito, a pluralidade dos mundos, a comunicabilidade dos espíritos. Existem faculdades, universidades na Europa, nos Estados Unidos, estudando mediunidade. Podem ir lá no Netflix, procura lá a vida depois da morte, vão achar uma porção de informações a respeito. E tem que ser a si mesmo, porque nós nós não podemos admitir que morreu acabou e que todas as pessoas têm um mesmo destino. Quer dizer, e aquele que fez mais eh ajudou mais as pessoas, mas tem um parente que não ajudou, como é que vai ser? Um vai pro céu, outro vai pro inferno. Então, Kardec trouxe essa questão com muita precisão no livro Seu

que fez mais eh ajudou mais as pessoas, mas tem um parente que não ajudou, como é que vai ser? Um vai pro céu, outro vai pro inferno. Então, Kardec trouxe essa questão com muita precisão no livro Seu Inferno. Mas aqui ele vai dizer: "O combate chumba-nos o coração à crosta da Terra em aflutivos processos de reajuste na lei de causa e efeito." É o que a gente acabou de dizer. O bom combate liberta-nos o espírito para a ascensão dos planos superiores. Então, por uma questão de sabedoria, a gente tem que eh admitir e praticar o bom combate, porque ele vai nos trazer serenidade, vai nos trazer alegria, vai nos trazer paz. Paulo de Tasse, escrevendo aos Timóteos nos últimos dias de experiência terrestre, forneceu-nos preciosa definição nesse sentido. Ele que andara em combate até o encontro pessoal com Jesus passou a viver no bom combate desde a hora da entrevista com o mestre. ao término, porém, da carreira de semeador da verdade. Olha o detalhe de semeador da verdade, porque por onde ele andou nesses 12.800 ou 16.000 km, ele foi semeando a verdade. Qual foi essa verdade que ele foi semeando? A orientação trazida por Jesus. Qual que é a orientação trazida por Jesus? Princípios da doutrina espírita. A misericórdia de Deus através da paternidade de Deus. A comunicabilidade dos espíritos. a pluralidade dos mundos, a lei de ação e reação que passa pela pelo processo da reencarnação. Então, tudo isso trazido por Jesus e disseminado através das palavras e do exemplo do apóstolo Paulo. Ao término, porém, da carreira de semeador da verdade, o ex-conselheiro do Sinédrio, quer dizer, já não era mais nada lá em Jerusalém, era ex-conselheiro do Sinédrio, aparentemente arrasado e vencido, preso, doente, mais envelhecido, com muitas desilusões, muitas decepções, saiu da terra na condição de verdadeiro triunfador que ele, Paulo de Tarso, nos abençoe, nos ilumine, nos proteja juntamente com Emanuel, o grande Emanuel educador do Brasil. Com esses com essas colocações, nós estamos convidando os

dadeiro triunfador que ele, Paulo de Tarso, nos abençoe, nos ilumine, nos proteja juntamente com Emanuel, o grande Emanuel educador do Brasil. Com esses com essas colocações, nós estamos convidando os nossos companheiros médios para se posicionarem e você que nos assiste pelas redes sociais, que Deus te abençoe, te envolva em muita paz e vai receber o passe também. Coloca a sua água aí para fluidificar. Passe é uma transmissão de energias. estão todos recebendo a importância de descruzarmos braços e pernas, lembrarmos do espírito da nossa devoção, santo da nossa veneração, pedir misericórdia, amparo e proteção para os encarnados e os desencarnados que aqui se encontram. A benção de Deus esteja conosco. de luz. Benção de nosso Jesus, gesto tão puro de amor de nossas mãos para outras mãos. Em nome de nosso Senhor. no caminho. Ameniza alma, alegria e reconforta como sabador. Paz e emanação de luz. Bênçãos de nosso Jesus. Gesto tão puro de amor de nossas mãos para outras mãos. Em nome de nosso Senhor. Fortalece no caminho. Ameniza cura a alma. alivia e reconforta como balsa fortalece no caminho. A mesa pur alma alegria e reconforta. como balsangador. Jesus nos abençoe, nos envolve muita paz. Quem tá chegando aqui pela primeira vez, levanta a mão aí. M.

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