O BEM E O MAL/DIVISÃO DA LEI NATURAL - QTS. 629 a 648 - Fernando Torres [O LIVRO DOS ESPIRITOS]
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Senhor >> Estou aqui para agradecer [canto][música] de coração a paz dentro de mim que encontrei [música] na comunhão. Foi nessa [música] casa que aprendi [canto] toda a beleza de viver, doando [canto] amor, vibrando luz, buscando a ti. >> Senhor, mesmo tão longe. >> Olá, pessoal. Boa noite. Mais uma vez nos reunimos para o estudo do livro dos espíritos, noite de quarta-feira, né? Vamos então fazer desse encontro uma oportunidade de desenvolvermos paz, fortaleza íntima e ampliar os nossos conhecimentos das leis da vida, das verdades eternas. Saudamos a todas as pessoas presentes neste salão, Pezerra de Menezes, aos que estão agora nos acompanhando pela TV e Rádio Comunão e aqueles que nos assistirão quando puderem, porque os trabalhos ficam gravados em cinco redes sociais disponíveis para as pessoas estudarem, pesquisarem, consoante as suas possibilidades. A todos e todas o nosso imenso abraço fraterno. em nome da comunhão espírita de Brasília. Uma leitura preparatória, livro Fonte Viva de Emanuel, eh, psicografia de Chico Xavier. Nós vamos ler apenas alguns trechos, porque os textos costumam ser um pouquinho grandes. É o capítulo 76 de Fonte Viva chamado fermento espiritual. Eh, na verdade, man vai comentar carta de Paulo a primeira, a primeira carta de Paulo a Coríntios, capítulo 5º, versículo sexto, que diz: "Não sabeis que um pouco de fermento leveda a massa toda?" E Emânia vai trazer o seguinte comentário exegésico. O fermento é uma substância que excita outras substâncias e nossa vida é sempre um fermento espiritual com que influenciamos as existências alheias. Ninguém vive só. Temos conosco milhares de expressões do pensamento dos outros e milhares de outras pessoas nos guardam atuação mental inevitavelmente. Os raios de nossa influência entrosam-se com as emissões de quantos nos conhecem direta ou indiretamente e pesam na balança do mundo para o bem ou para o mal. O tema de hoje, hein, Fernando, abrimos ao acaso e ao tema de hoje, o bem e o mal. Nossas atitudes e atos criam atitudes e
direta ou indiretamente e pesam na balança do mundo para o bem ou para o mal. O tema de hoje, hein, Fernando, abrimos ao acaso e ao tema de hoje, o bem e o mal. Nossas atitudes e atos criam atitudes e atos do mesmo teor enquanto nos rodeiam, porquanto aquilo que fazemos atinge o domínio da observação alheia, eh, interferindo no centro de elaboração das forças mentais de nossos semelhantes. O único processo, portanto, de reformar edificando é aceitar as sugestões do bem e praticá-las intensivamente por intermédio de nossas ações. Mas origem nossas determinações, porém reside a ideia. A mente em razão disso é a sede de nossa atuação pessoal onde estivermos. Pensamento é fermentação espiritual. Em primeiro lugar, estabelece atitudes, em segundo, gera hábitos. e depois governa expressões e palavras através das quais a individualidade influencia na vida e no mundo. Regenerado, pois, o pensamento de um homem, o caminho que o conduz ao Senhor se lhe revela reto e limpo. Abrimos o acaso, mas veio uma mensagem extremamente em paridade com o tema de hoje, que é o bem e o mal, na exposição do nosso querido irmão Fernando Torres. Vamos agradecer a Deus então por esse encontro, essa oportunidade, que esse encontro seja profío para todos nós, nos traga paz, renovação, que esses esse tempo dentro dessa instituição nos permita uma conexão maior com o mundo maior, com o mundo espiritual, para que nós possamos ser renovados nas nossas vibrações, as nossas energias e sobretudo no nosso pensamento, que é uma grande força criadora do universo. Que Jesus nos abençoe neste encontro, em todos os momentos de nossa vida. Na terra estamos sobre a tutela do nosso mestre amado. Que ele nos guarde e que nós possamos aprender com Jesus, com humildade, abrir o nosso coração a ele, que é uma grande luz, e acolhermos tudo que ele nos oferece para o nosso progresso individual e coletivo. Saudamos os mentores amigos, os guardiães da casa. Temos Bezer de Menezes, mael guardião do Brasil, instrutor Alexandre é o patrono desse
ele nos oferece para o nosso progresso individual e coletivo. Saudamos os mentores amigos, os guardiães da casa. Temos Bezer de Menezes, mael guardião do Brasil, instrutor Alexandre é o patrono desse grupo. Que todos eles possam nos abençoar também hoje com todos os amigos que aqui estão desencarnados, nos assessorando, nos tratando, nos curando e nos renovando. Que possamos ter a partir de hoje um crescimento significativo no caminho da luz, da paz e do progresso, desejando bem a todos os irmãos, a todas as criaturas. Vamos então agradecer a Deus e darmos iniciado este encontro. Então, conforme já anunciado, o tema de hoje, estudando as leis divinas e naturais, estudamos as características, o conhecimento das leis divinas ou naturais, que são as leis de Deus, né? Nosso irmão vem falar sobre o bem e o mal, um questionamento sobre essa dualidade da nossa existência. Fernando, por favor. Meus amigos, boa noite. Eu vou contar para vocês um caso que aconteceu muito tempo atrás. Eu tinha 9 anos de idade quando esse caso aconteceu e eu sempre fui uma pessoa assim ligada às notícias. Desde pequeno eu via meu avô lendo jornais e me interessei muito por noticiários numa idade bem tenra ainda, né? Mas esse caso que aconteceu em 1972, eu tinha apenas 9 anos de idade. Eu, embora tenha sabido desse caso na época, eu não entendi as consequências, os desmembramentos do caso que eu vou contar para vocês. Muitos de vocês já devem saber quando eu começar a contar o caso do que se trata. um caso sério, que volta e meia ele é lembrado e sempre quando ele é lembrado ele é acompanhado de uma comoção inevitável porque se trata de um dos casos mais dramáticos que aconteceu no século XX. E esse caso aconteceu aqui na América do Sul, né, quando um grupo de 19 jogadores de rugby uruguaios, eles alugaram um avião para ir até Santiago do Chile participar de um torneio e eles convidaram seus familiares, as mães, pais, namoradas, eh, noivos, irmãs, de modo que o avião estava com 45 passageiros.
alugaram um avião para ir até Santiago do Chile participar de um torneio e eles convidaram seus familiares, as mães, pais, namoradas, eh, noivos, irmãs, de modo que o avião estava com 45 passageiros. A rota é até Santiago do Chile atrás sueira, porque ela tem que passar sobre os andes. E nem todos os pilotos têm experiência, ou pelo menos tinham experiência para realizar tal viagem. Lembre-se que nós estamos falando de 1972, mais precisamente no dia 13 de outubro de 72, quando as a tecnologia de navegação não era tão avançada como nós temos hoje em dia com auxílio de satélites e por aí vai. Pois esse avião saiu de Montevidel rumo a Santiago e quando estava sobre os Andes, o piloto perdeu o controle do avião. O avião caiu num lugar chamado Vara das Lágrimas. 29 pessoas ainda conseguiram sobreviver a queda do avião, mas com o tempo os feridos, um a um, foram morrendo e sobraram 16 pessoas. Os 45 sobraram 16 pessoas. Lembre-se que é uma viagem que dura apenas algumas horas. Ninguém estava preparado para ficar vários dias isolado do resto da civilização. E eles estavam isolados no meio dos andes, cheio de neve em volta. Eles viam os aviões de socorro passarem, mas não tinham contato. O rádio não funcionava. E os alimentos, o alimento que eles, o pouco alimento que eles tinham eram bar de chocolate, coisas assim pequenas que eles tinham levado para comer durante o voo. Depois de algumas alguns dias, a situação ficou tão desesperadora, porque um deles tinha um radinho de pilha em que ele escutou que as buscas haviam sido encerradas, não havia mais eh chances de terem sobrevivido à queda. E foi então que dois desses eh passageiros na faixa dos 20 anos de idade, 20, 20 e poucos anos de idade, um chamado Fernando Parrado ou Nando Parrado, como era o período dele, e Roberto Canessa, eles tomaram uma atitude corajosa, digna sim de heróis que se entregam para salvar a vida dos outros. Eles decidiram ir a pé em direção ao sempre direção oeste, para ver se encontrava alguma cidade, alguma,
omaram uma atitude corajosa, digna sim de heróis que se entregam para salvar a vida dos outros. Eles decidiram ir a pé em direção ao sempre direção oeste, para ver se encontrava alguma cidade, alguma, algum povoado onde eles pudessem pedir ajuda. O fato é que ele eles conseguiram depois de muito esforço chegar a uma fazenda de lá pediram ajuda e o socorro veio. Só que o socorro veio 72 dias depois da queda do avião. E lembre-se que eles só tinham barra de chocolate. Então, como é que eles sobreviveram durante 72 dias? Quando eles foram levados até eh Santiago, é óbvio que a imprensa ficou curiosa. Como é que vocês sobreviveram durante tanto tempo? No início havia um certo constrangimento em dizer o que realmente tinha acontecido nos no meio dos Andes. E foi então que um deles, como fosse um porta-voz do grupo, falou que eles tinham durante algum tempo se alimentado dos corpos daqueles que haviam morrido após do ocidente. necessário dizer o choque que isso causou no mundo inteiro, como até hoje causa choque. O que aconteceu depois desse caso, eu vou contar no final da palestra, mas nós estamos diante de uma situação em que a gente pode perguntar, eles fizeram bem ou fizeram mal? Eles estavam certos ou estavam errados em consumir os corpos dos seus colegas, de pessoas que eles nem conheciam? Porque o ato do canibalismo é um ato que é condenável em praticamente todas as sociedades. São poucos grupos humanos onde isso é aceito e mesmo assim quando é aceito em condições muito, mas muito especiais. Mas a gente tá a gente tá lidando aqui com pessoas que eram de origem católica, muito católicos. Tanto é que e o nome do time deles era Old Christian Club. Eram católicos praticantes, mas que haviam cometido aos olhos da maioria das pessoas um pecado horrível. Eles estavam certos ou estavam errados? Essa questão toda nos leva ao tema da aula de hoje, desculpa, da palestra de hoje, que é sobre o bem ou mal. Como é que o espiritismo explica o que que é certo, o que que é errado, o que
avam errados? Essa questão toda nos leva ao tema da aula de hoje, desculpa, da palestra de hoje, que é sobre o bem ou mal. Como é que o espiritismo explica o que que é certo, o que que é errado, o que que é bem e o que que é mal. Bom, esse assunto é tratado pela moral. A moral é um estudo que se faz dos costumes, das tradições dos povos que ditam o que é certo e o que é errado. A moral depende de cada grupo étnico, depende do tempo em que você analisa esse comportamento, mas ela varia de grupo para grupo, mas existem coisas em comum que a gente não pode considerar. A ética, ao contrário da moral, ela entende, ela procura, a ética é um ramo da filosofia que procura, dar uma explicação por que isso é errado e por que isso é certo, por que mentir é errado? Eu não conheço nenhum povo onde mentir seja uma coisa corriqueira, natural, espontânea e que não é condenada. Quase todas as civilizações, todos os povos condenam a mentira. A ética procura saber por que que se condena a mentira, por que é errado mentir. É isso que a ética, é sobre isso que a ética se debruça. Bom, e o que que é o bem e o que que é o mal? A definição punitiva que pareça é muito simples. Bem é algo que está associado à felicidade, a virtude, ao bem-estar, enquanto que o mal é algo associado com a destruição, com a privação e com qualquer ato que seja considerado agressivo a outro ser humano. E da onde é que vem a origem disso, desse conceito de que é certo, que que é errado? Bom, alguns teóricos atribuem a esse conceito de bem ou mal como um germe que nós temos dentro de nós e que em determinado momento ele nos alerta: "Olha, isso tá fazendo é errado, isso é certo". É como se fosse uma ideia inata, já nasce com a gente, enquanto que outros tentam interpretar isso, a origem do bem e do mal, como uma como resultado de uma de um de uma de um aprendizado ao longo do tempo, como uma maneira de medir recompensas e riscos para a autres paraa sobrevivência de cada espécie, de cada indivíduo. é uma construção que é feita ao longo do
e uma de um aprendizado ao longo do tempo, como uma maneira de medir recompensas e riscos para a autres paraa sobrevivência de cada espécie, de cada indivíduo. é uma construção que é feita ao longo do tempo. Emanuel, num dos meus livros eh favoritos, né, da da doutrina espírita chamada Caminho da Luz, ele fala que todas as religiões têm um ponto em comum. Ele diz o seguinte: "A verdade é que todos os livros e tradições religiosas da antiguidade guardam entre si a mais estreita unidade substancial". Ele chama de isso de unidade substancial das religiões. Todas elas têm alguma coisa em comum. Embora tenham surgido em pontos diferentes do globo, sem nenhum contato físico entre os seus adeptos, elas cultivam valores em comum. Poderíamos dizer, são valores universais. É isso que emano chama de unidade substancial das religiões. E isso, segundo Emanua, é algo que vem dentro do espírito há milênios e milênios. Emanu chega aí a vários milênios atrás quando ele nos relata a umas tradições no mundo espiritual que dizem que as grandes raças que formaram a a nossa civilização foram constituídas por espíritos degredados de capela. Lá aí vem aquela história que vocês conhecem bem dos exelados de capela, espíritos que se que que reencarnaram na terra em diversos pontos, mas todos eles tinham todos esses povos egípcios, os indo europeus, os ah sumérios, a o povo de Israel, eles tinham eh pontos de contato. Eles guardavam ainda dentro de si uma lembrança lá de Priscas Eas quando eles erraram. quando eles caíram e tiveram que reencarnar aqui na Terra. E essa lembrança se manifestou de diversas maneiras na forma de mitologias, na como se fosse um sonho, um sonho que sempre por trás de um sonho tem algum fundo de realidade, embora esquisito que pareça, tem alguma verdade por trás de um sonho. Daí surgiram os mitos, monstros eh eh criaturas estranhas. Então, todas as civilizações tinham deuses estranhos. Se a gente olha na na mitologia dos do hinduísmo, existe deuses ali com um aspecto assim bastante
am os mitos, monstros eh eh criaturas estranhas. Então, todas as civilizações tinham deuses estranhos. Se a gente olha na na mitologia dos do hinduísmo, existe deuses ali com um aspecto assim bastante estranho, né, de coloração azul, vários braços, alguns com várias cabeças, mas no fundo tudo isso eh faz referência a uma lembrança que eles tinham. E a saudade que eles tinham de voltar paraos seus, pro seu mundo era tão grande que de todos esses povos, a a o ramo da ciência que que eles mais envolveram foi exatamente a astronomia. os igurates na na Babilônia, na na Suméria, as pirâmides e tantos observatórios eh eh construídos pelos antigos refletiam a saudade que eles sentiam inexplicavelmente dentro de siquele desejo de voltar ao paraíso perdido que eles haviam se eh eh deixado para trás. E um desses povos, mais precisamente ali, os indo europeus que surgiram, os indos e eh a eh esse povo que surgiu ali no planalto do Irã, depois migrou pro pro Planalto de Pamir ali no Paquistão, dera origem a duas grandes civilizações, uma ali na Pérsia e outra depois na Índia, mas todas elas tinham ponto em comum. São civilizações que têm muitas lendas e mitos em comum. E uma dessas tradições do do mais especificamente do povo persa, falava que o mundo havia o mundo visível, invisível, ele havia sido criado por um deus chamado Aruraida, que era a fonte do bem, criador do universo, da terra e do homem, mas ele tinha um rival chamado Arimã ou então Angra Mainu, Manil, que personificava o mal, as trevas. E toda a mitologia peça é baseada numa guerra, literalmente uma guerra entre o bem e o mal. Eram 12 deuses e eh distintos que estavam guerreando entre si e os homens no meio disso. E nessa tradição persa, os homens tinham o livre arbítrio de acreditar ou não nas mentiras de Arimã. que animal era mentiroso, ligado ao mal. Ele era mentiroso. Mas se você seguisse o outro Deus, que era o Deus do bem, você levaria uma vida tranquila, equilibrada com a natureza e com seus semelhantes. Enquanto se você seguisse o Deus Arimã,
Ele era mentiroso. Mas se você seguisse o outro Deus, que era o Deus do bem, você levaria uma vida tranquila, equilibrada com a natureza e com seus semelhantes. Enquanto se você seguisse o Deus Arimã, a sua vida era uma vida confusa, cheia de discórdia. Então, cabia os homens utilizar o seu livre arbítrio para decidir qual Deus eles iriam seguir. Mas nessa mitologia havia uma cobrança também. Quando eles morriam, segundo a tradição espessas, a alma ficava durante três dias pairando sobre o corpo e depois elas eram convocadas, convocadas a atravessar um rio cham essa travessia chamada travessia do separador. E eles eram eram julgadas de acordo com seus ah com as suas decisões, decisões que sido tomadas fruto do seu livre arbítrio. ou então elas iam pro paraíso ou então pro inferno. Quando eu começo, quando eu comecei a a a ler essa mitologia dos persos, falei: "Meu Deus, é muito parecido com o que os egípcios acreditavam no tribunal de Osires, onde você colocava o coração num prato da balança e uma pena do outro lado. Ou então com a tradução dos gregos lá no no submundo de Ades, onde eles tinham que atravessar também um rio, rio Caronte, tinham que pagar aquela moeda pro pro navegador e também eram julgados, podiam ir pros campos eles ou então ir pro inferno. É tudo muito parecido. É isso que que que o que o Emano quis dizer com a unidade substancial da da religiões. E notem que quando a gente observa com mais detalhes essa mitologia peça, a gente encontra figuras ali muito semelhantes ao cristianismo. O a lenda do não é lenda do da arca de Noé, da enchente da arca de Noé, é muito parecida com a hipopédia de Gilgames dos persas. Eram poemas épicos. A a própria líder de Homero também tem sintonia com as tradições cristãs. A expulsão do paraíso, Adão e Eva, o pecado original, tudo isso que a gente vê no Antigo Testamento tá lá nas tradições dos peças, escrito de outra maneira, é claro. Alguns no século II e essa tradição, essa mitologia peça aconteceu 3000 anos atrás.
nal, tudo isso que a gente vê no Antigo Testamento tá lá nas tradições dos peças, escrito de outra maneira, é claro. Alguns no século II e essa tradição, essa mitologia peça aconteceu 3000 anos atrás. Mas no século II, era já na era cristã, houve um um filósofo chamado Manique ou Mani, que ele criou um sistema filosófico que ficou conhecido pelo seu nome, maniqueísmo, em que havia o bem e o mal. Eram as duas forças do universo foram criadas separadamente. Então você escolhe ou um ou outro. O santo, o próprio Santo Agostinho, ele era adepto do manequeísmo antes de se tornar eh cristão. E o que que é Bíblia? Ah, então a gente viu que o bem e o mal vem de deuses. Tem o Deus do bem e o Deus do mal na na tradição dos povos antigos. E que que a Bíblia fala sobre essa origem do bem e do mal? Curiosamente, lá em Isaías 457, Antigo Testamento, é Deus é descrito como criador de todas as coisas, incluindo a luz, a paz e as trevas. E esse versículo especial diz o seguinte: "Eu formo a luz e crio as trevas. Eu faço a paz e crio o mal. Eu, o Senhor faço todas essas coisas. A gente tomar o pé da letra, dá a impressão de que Deus é que cria o mal. Criou tanto bem quanto criou o mal. Parece uma contradição, mas isso tá lá. Então, a gente tem que interpretar isso de outra maneira. Mais adiante, o próprio Santo Agostinho que se converteu, saiu do maniqueísmo, se converteu ao cristianismo, ele já avança nesse nessa análise do bem e do mal e diz o seguinte: ele define o bem como tudo que foi criado por Deus, sendo Deus o sumo bem, enquanto o mal não é uma substância, mas a privação ou ausência do bem. Então, para ele não existem duas forças. brigando no universo, bem e mal. O que existe é o bem. E quando o bem não existe, é que se revela o mal. É como o frio é a ausência do calor. E o mal, segundo Santo Agostinho, surge do uso incorreto do livre arbítrio humano, quando a vontade se afasta de Deus para buscar bens inferiores. E no Antigo Testamento, a essa definição de bem e o mal, ela se
egundo Santo Agostinho, surge do uso incorreto do livre arbítrio humano, quando a vontade se afasta de Deus para buscar bens inferiores. E no Antigo Testamento, a essa definição de bem e o mal, ela se materializa na forma de leis. Existem dois tipos de leis. As leis, vamos dizer assim, a lei mosaica do dia a dia e a lei de Deus. São os 10 mandamentos. Aquelas, o código de Moisés era um código para note, como é que elas deveriam tratar as suas esposas, como é que eles deveriam rezar, enfim, são códigos de de conduta, são pro dia a dia, enquanto que a lei, os 10 mandamentos são um código divino que deveria iluminar aquelas almas até a chegada do do mestre Jesus. O EAN coloca de uma forma muito bonita. Ele diz o seguinte, ele ele diz que o Antigo Testamento é uma prece, é um apelo dos homens a Deus. E o Novo Testamento é a resposta de Deus aos homens. Muito bonita essa essa imagem que ele coloca. E veio Jesus. Então Jesus pegou os 10 mandamentos, primeiro, extraiu uma coisa só. Amai a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo. Aí estão todos os profetas. Simplificou, nos deu um uma dica de como da felicidade, de como praticar o bem, amando a Deus e ao próximo como a si mesmo. É uma revolução que a gente não tem capacidade de perceber porque isso aconteceu 2000 anos atrás. Ah, mas a julgar pelo comportamento daquele povo ainda embrutecido, o impacto deve ter sido devastador. Quem é essa pessoa que fala em oferecer uma face quando se bate na outra? num período em que predominava o princípio de Talião, de olho por olho, dente por dente. Até no diz de hoje, até os dias de hoje em dia, nos parece chocante isso. Se alguém te ofender, retribua o mal com bem. Não deveria ser chocante, mas é é a forma correta que que tem que ser tratada a a a questão da do relacionamento das pessoas. amar o próximo como a si mesmo. O pastorino que vocês conhecem muito bem naquele livrinho, né, Minuto de Sabedoria, ele foi um profundo estudioso da do evangelho, né? Não sei se vocês sabem, o
essoas. amar o próximo como a si mesmo. O pastorino que vocês conhecem muito bem naquele livrinho, né, Minuto de Sabedoria, ele foi um profundo estudioso da do evangelho, né? Não sei se vocês sabem, o o eu não conhecia o pastorino pessoalmente, mas ele ele frequentava aqui na comunhão, ele fazia palestra aqui na comunhão no sábado, né? e ele tinha assim uma formação muito poderosa no na na nas línguas clássicas, na nos conceitos do cristianismo, né? E sobre Jesus, ele tem um livro chamado ã eh eh impermanência imortalidade, que ele assim se refere a Jesus e a revolução que ele causou. Foi Jesus que apresentou o amor como fundamental para a vida, dando início aos ao primado do dever e da moral como essenciais da felicidade humana. Antes dele, os princípios da ética moral eram graves, especialmente em Israel, atados as leis severas, estabelecidas por homens cruéis, mais interessados em punir, em vingar-se do que em educar e corrigir. Seja pena de Talião que ele substituiu pela do perdão, mediante o qual é concedido ao infrator a reabilitação, não ficando isento da responsabilidade do erro e das suas consequências, mas facultando-lhe a possibilidade de retribuir a sociedade em bens os males que praticou. Então, e essa a o cristianismo a a mensagem de Jesus, ela de certa forma influenciou até os nossos códigos. Hoje em dia, as leis elas levam em consideração, existe até antes em que, por pior que seja o crime, vamos ver o que que se qual era a intenção da pessoa, qual eram quais eram os motivos. Tudo isso é levado em consideração. E as portas do arrependimento sempre tm que tá abertas. É cruel a gente enterrar uma pessoa viva quando ela comete um crime. Eu não tô dizendo com isso que a gente tem que abrir a porta dos perdíos. Ó, todo mundo sai daqui, vamos pr as ruas. Não, não tô falando isso. Eu tô falando que a pessoa tem que ser preparada para retornar no ser da sociedade. Porque a pessoa que comete um crime, ela é uma pessoa que tem alguma doença, uma doença mental,
não tô falando isso. Eu tô falando que a pessoa tem que ser preparada para retornar no ser da sociedade. Porque a pessoa que comete um crime, ela é uma pessoa que tem alguma doença, uma doença mental, uma doença às vezes moral e precisa ser tratada de uma forma cristã. Mas isso não impede que ela seja punida. Ela tem que se afastada da sociedade, se a presença dela é motivo de terror, é motivo de sofrimento. E Jesus no sermão da montanha, aquele hino de amor que ecoou por toda a humanidade, ele apresenta a nós a recompensa de sermos bons, de praticar o bem, de ser sermos misericordiosos, tolerantes, amar os inimigos. Ali ele nos dá uma esperança, um consolo para a prática do bem. Porque se fosse para praticar o bem pelo bem, qual é a vantagem que você vai ter? Que vantagem você teria? As pessoas têm que praticar o bem pelo prazer de fazer o bem, porque é a coisa correta. A gente se sente bem quando a gente pratica o bem. E sabendo ainda mais que todas as nossas dores serão consoladas após a morte, é um motivo a mais para praticarmos o bem. E o Paulo de To, São Paulo, ele vai além. quando se dirige aos seus ah aos seus amigos em diversas colônias no no Oriente Médio, quando eles se dirigem aos Romanos e diz o seguinte: "Não te deixe vencer do mal, mas vence o mal com o bem". reafirmando aquilo que Jesus nos trouxe. E lembre-se bem, Paulo de Tarso não conheceu Jesus pessoalmente. Ele só foi ter contato com ele naquele episódio da estrada de Damasco. Foi aí que ele conheceu a teve aquela imagem magnífica de Jesus, né? Saulo, Saulo, porque me persegues, né? Essa história vocês conhecem. Depois, aos Coríntios, ele diz o seguinte: "Todas as coisas são lícitas, mas nem todas convém". Todas são lícitas, mas nem todas edificam, que é muito importante. Você pode fazer tudo. O livre arbítrio permite que você faça tudo, mas nem tudo convém. Por quê? porque tem alguma consequência, porque tá ultrapassando o limite de uma outra pessoa. A visão espírita do bem e do mal, ela não pode ser eh descrita sem nós
cê faça tudo, mas nem tudo convém. Por quê? porque tem alguma consequência, porque tá ultrapassando o limite de uma outra pessoa. A visão espírita do bem e do mal, ela não pode ser eh descrita sem nós falarmos antes como surgiu o espírito e o que é Deus. Eu sei que esse nessas palestras de quarta-feira esse assunto já foi tratado, mas nunca é t para reafirmarmos a a visão espírita de Deus. que é de um criador supremo e fonte do bem, a origem do bem que existe no universo. E que os espíritos dizem que Deus imprimiu em cada um uma lei na consciência das pessoas. É como um um um uma espécie de pintor que assina a sua obra. Então, a assinatura de Deus tá na nossa consciência. É só vasculhar a nossa consciência. nós saberemos se estamos no caminho correto ou não. É claro que isso depende em que aonde nós nascemos, em que época a gente nasceu, mas a lei tá lá, tá ali escrita, tá ali escrita. E no início, segundo a a teoria espírita, os os espíritos são criados simples e ignorantes, ou seja, eles não têm nenhuma propensão em particular para ir para ir para esse caminho ou para outro caminho. Eles têm um livre arbítrio, eles podem seguir para qualquer caminho. É muito difícil que uma pessoa desde a sua o seu surgimento como espírito tenha sempre seguido aquele caminho que nós chamamos do bem, porque ele geralmente é mais difícil. Fazer o bem não é fácil, fazer o mal é é mais fácil. Construir é muito mais difícil que destruir. Então, quando os espíritos dizem, quando Kardec pergunta, ah, os quer dizer que os espíritos todos passam pela fieira do mal? É isso que vocês querem dizer? Os espíos respondem: "Não, eles passam pela fieira da ignorância." Ou seja, o mal para nós, em determinado ponto, a nossa evolução, é fruto da nossa ignorância. A gente tá aprendendo ainda. A gente cai, cai, levanta, cai, levanta até que a gente aprenda a lição. E vocês podem notar que a a as lições nós aprendemos quando nós caímos, elas se consolidam muito mais. Eu, por exemplo, não consigo deixar de esquecer de lembrar da
ta até que a gente aprenda a lição. E vocês podem notar que a a as lições nós aprendemos quando nós caímos, elas se consolidam muito mais. Eu, por exemplo, não consigo deixar de esquecer de lembrar da do momento que eu que errei, caí e me levantei. Eu lembro muito bem disso, porque foi uma uma experiência e consolidou, ficou pro resto da minha vida. Eu aprendi a lição. E com espírito é a mesma coisa. Se ele esqueceu, ele vai ter que ser relembrado. E quem é que nos relembra sempre no caminho correto a ser seguido? é aquilo que nós chamamos a nossa irmã dor. Aí é uma outra questão, podia falar muito tempo aqui sobre isso, né? Mas as pessoas que não conhecem bem o espiritismo acem que acham que o espírita faz uma apanagem, um uma celebração da ludo é dor, tudo é dor no espiritismo. Não acho que vocês adoram a dor. Não, não é isso não. A a dor é uma realidade, ela acontece, mas se ela for bem compreendida, bem suportada, ela nos ensina, ela nos edifica. E por que que a gente tem essa consciência? Porque a gente tem sabe o que nos espera após a morte. Lembre-se que Jesus falou das bem-aventuranças. Jesus falava da de um novo mundo que nos esperava após a morte, de uma vida que nos esperava após a morte, onde todas as dores iriam se cessar. Essa abstração no espiritismo se tornou uma realidade. Isso chama mundo espiritual. Eu, alguns autores dizem que a maior contribuição do espiritismo para as religiões foi a noção da vida futura. Aquilo que Jesus não poôde entrar em detalhes, porque aquele povo não estava preparado ainda para entender aquilo que ele tava falando, na doutrina espírita virou algo quase que palpável diante do relato dos espíritos. As penas e gozos dos espíritos após a morte foram relatados por eles mesmos. Kardec foi como se fosse, trabalhou como se fosse um entrevistador, perguntando para eles, ó, o que que aconteceu com você? Que que você fez? Ah, qual o destino que você teve, você vai voltar? Como é que você voltou? Então, o o livro o livro Céu Inferno, que é um livro
erguntando para eles, ó, o que que aconteceu com você? Que que você fez? Ah, qual o destino que você teve, você vai voltar? Como é que você voltou? Então, o o livro o livro Céu Inferno, que é um livro assim praticamente ignorado por muito pelo maioria dos espíritas, ele é importantíssimo porque é um livro de depoimentos onde os espíritos viram o que é o céu e viram o que que é o inferno. É claro que céu e inferno são abstrações da da criada para religião, um estado da da alma, na verdade. E Kardec colocou isso pra gente explicando por é que vale a pena fazer o bem. Vale a pena fazer o bem. Além de um de um de um processo interno nosso de que nos faz ficar mais aliviados, mais leves, tranquilos e e serenos perante as vicitudes da vida, ela nos aponta o nosso verdadeiro destino, que não é aqui na terra, é no mundo espiritual. O local onde nós vamos habitar, o que que nós vamos fazer, quais são as nossas nossas missões, as próximas reencarnações, se forem necessárias. Tudo isso tá escrito de acordo com a nossa conduta aqui na Terra e nessa compreensão do bem e do mal. Então, a a nós espíritas, o bem eh o mal eh segue muito a tradição de Santo Agostinho. Ele não é uma força, um Deus que existe no universo brigando contra outro Deus. Ele é um estado de ignorância. Então, uma pessoa que pratica o mal, ela do ponto de vista espiritual, ela tá ainda engatinhando. É como uma criança mesmo. Quando uma criança faz uma travessura, a gente não pune ela. Da mesma forma que nós e eh punimos um adulto, o tratamento é diferente e não pode ser diferente do que isso. É uma criança e tem um adulto. O adulto já compreendeu o que deve, pelo menos deveria compreender o que que é certo, o que que é errado. Então a punição sobre ele recai com maior força, né? E aí vem uma questão importante, o bem e o mal que que que o Kardec coloca para os espíritos, o bem e o mal, então, são valores eh absolutos? E os espíritos eh nos dão uma das respostas que eu mais gosto é o seguinte: a lei de Deus é a mesma,
mal que que que o Kardec coloca para os espíritos, o bem e o mal, então, são valores eh absolutos? E os espíritos eh nos dão uma das respostas que eu mais gosto é o seguinte: a lei de Deus é a mesma, mas o mal depende sobretudo da vontade que se tenha de fazê-lo. Aí vem o importante, tem que ser sublinhado. O bem é sempre bem e o mal sempre mal. Qualquer que seja a posição do homem, a diferença está no grau de responsabilidade. Significa o seguinte, você pode encontrar povos na em outros lugares, na selva, então nas grandes cidades que praticam atos que seriam condenáveis do nosso ponto de vista moral. Mas para aquelas pessoas que estão vivendo ali, é uma tradição, é um, é um uma algo que é aceitável na cultura deles. Então, a responsabilidade que cai sobre eles é mínima. Eles vão ter que aprender uma hora ou outra, mas a responsabilidade é proporcional ao grau de conhecimento, né? A gente costuma falar no espiritismo. A que muito foi dado, muito será cobrado. A gente sempre escuta essa frase. Quando a gente aprende muito, é por isso que eu falo sem espírita não é fácil, não. É muito difícil. É muito difícil porque a cobrança que a gente até tem sobre nossa nossa conduta é muito grande, porque a gente lê muito, a gente aprende muito. Então é a cobrança é muito grande. Tanto é que o e a Kardec define o bom espírita como aquele que se esforça para se melhorar. É esse que é o verdadeiro espírita que ele tá sempre se procurando se melhorar, tentando praticar a lei da a lei da caridade, que para nós é essencial, é é é aquilo que nos leva à salvação, é a prática da caridade. Então, aquela caridade de jogar uma moeda na rua para um mendigo, mas algo maior do que isso é benevolência, como a gente trata as pessoas, como a gente trata a natureza, os animais, tudo isso e poderia ser chamado de uma caridade. Então, quando a gente segue essa essa essa linha de conduta, eh, nós construímos um futuro melhor. Então, o espírita tem essa consciência e ele sabendo da onde nós viemos e para onde
de uma caridade. Então, quando a gente segue essa essa essa linha de conduta, eh, nós construímos um futuro melhor. Então, o espírita tem essa consciência e ele sabendo da onde nós viemos e para onde nós vamos, ele tem uma responsabilidade muito grande. Ele tem, eu sempre falo isso, não, não é fácil, espírita. Não é fácil. A gente cobra muito e as pessoas de fora também cobram muito. Eu já vi pessoas dizer assim, ó, quando você vê um espírita caindo, p fazer, ah, ó, vocês, vocês espíritas estão aí, estão errando. Então, já falam assim como se cair uma coisa que não acontece com a gente. Todo mundo cai. Nós somos seres humanos, é falíveis. Não é pelo fato de gente ser espírita, católico, protestante, que nos torna melhores que as outras pessoas. Nós temos momento de queda, mas também a gente tá consciente de que a o melhor momento da gente se recuperar da queda é agora. Não deixar para amanhã, não empurrar com a barriga e nem procurar a morte antecipada. É agora o o momento de regeneração. É agora, nesse momento. Bom, como é que a gente distingue então o que que é certo, o que é errado? Clar, os espíritos falaram basta dar uma olhada, vascolhar a nossa consciência, mas concretamente, como é que eu posso saber se uma decisão que eu vou tomar agora é certo ou errado? Os espíritos eh deram uma dica muito importante que nós deveríamos saber pela lei da reciprocidade que Jesus já tinha dado, nos ensinado. Faça aos outros aquele gostaria que te fizesse. Eu iria além. Eu iria ler essa a dica que eu vou dar para vocês agora é uma dica que eu pessoalmente eh sigo e que é derivada dessa que eu acabei de dar para vocês. Eu me pergunto o seguinte, de uma diante de uma situação confusa que eu não sei o que que é o que que é o certo, que é errado, eu tô indeciso, eu eu me faço a seguinte pergunta: o que é que Jesus faria no meu lugar? O que que ele faria? Eu sei, a gente não é Jesus, a gente não tá no mesmo, na mesma posição que Jesus tá, mas se ele tivesse aqui agora, gente, na
uinte pergunta: o que é que Jesus faria no meu lugar? O que que ele faria? Eu sei, a gente não é Jesus, a gente não tá no mesmo, na mesma posição que Jesus tá, mas se ele tivesse aqui agora, gente, na mesma situação que nos causa dúvida, o que que ele, qual a decisão que ele tomaria? Aí a gente sabe qual é a resposta, que a resposta tava dentro de nós o tempo inteiro. A gente não sabia botar para fora isso. Então nos convencer de que isso era o caminho correto. Então é essa é uma dica que que a gente pode seguir na hora da dúvida. O que que é certo? O que que é errado? O que que Jesus faria no meu lugar? É infalível. Isso é infalível. Mas Deus nos ofereceu e isso que eu tô falando para vocês, tá na pergunta eh 625 de livros dos espíritos. Quando Kardec pergunta pros imortais qual o tipo perfeito que Deus ofereceu ao homem para lhe servir de guia e de modelo? E a resposta é a mais curta de toda a codificação cardequiana. A resposta é: de Jesus. Não precisou dizer mais nada. É um modelo por Jesus e não Buda, confúcio, Maomé, Porri, Lauté, porque Jesus e não esses outros profetas que o antecederam. E em Eman não fala porque a trajetória de Jesus ela é inigualável. Inigualável. Quando a gente compara, todos esses profetas maravilhosos trouxeram ensinamentos fantásticos, estão em sintonia na maior parte das vezes com Jesus, mas Jesus ele é um guia para todos nós, é um modelo segundo os espíritos de distinguir o certo, o errado, o bem e o mal. e de todos os nossos vícios, de tudo aquilo que pode nos levar ao mal. Existe um vício em particular que os espíritos enfatizam e cobram muito e nos exortam a extirpar, que é o egoísmo. Tanto é que no no no Evangelho Segundo Espiritismo, desculpe, perdão, no livro dos Espíritos, na questão 913, tem a seguinte frase: "Estudai todos os vossos vícios e vereis que no fundo de todos há egoísmo." Pensa, pensem nisso. Quem quiser desde essa vida ir aproximando-se da perfeição moral, deve expurgar o seu coração de todo sentimento de de egoísmo. Visto ser
vereis que no fundo de todos há egoísmo." Pensa, pensem nisso. Quem quiser desde essa vida ir aproximando-se da perfeição moral, deve expurgar o seu coração de todo sentimento de de egoísmo. Visto ser egoísmo incompatível com a justiça, o amor e a caridade, ele neutraliza todas as outras qualidades. Agora vamos parar um pouquinho. Digo, isso é condenável, é um é um ato que ninguém consegue o eh assim passar a mão, né? Dizer não, egoísmo é bom, não sei o quê. Mas pensa o seguinte, existe um aspecto biológico que a gente tem que levar em consideração. Estando biológico. O egoísmo fez parte da nossa evolução. Fez. Porque como é que você pode amar o próximo se não ama a si mesmo? É compreensível então que a pessoa ame a si mesmo em primeiro lugar e a sua família ao mesmo tempo. Até hoje em dia a gente tem esse instinto de é isso é derivado do instinto de conservação. A gente quer primeiro proteger a nós mesmos e a nossa família e depois a gente pensa no outro, nos outros. Não é assim que as coisas funciona? É assim, primeiro os meus, depois eu vejo os outros. Se a gente tem essa noção, é uma noção que tá de acordo com o nosso nível evolutivo. Poucos são aqueles que se despem totalmente do egoísmo e se entregam ao próximo esquecendo-se a si mesmo, se anulando e pensando mais no próximo. Isso é uma próxima etapa que nem todo mundo tá preparado para isso. Será que você tá pronto para para para esse tipo de sacrifício entre aspas, né? Eu sempre me lembro aquela da história lá do do São Francisco de Assis, né, que ele no na no momento em que ele decide modificar sua vida radicalmente, ele pega as roupas, as roupas que o pai rico deu para ele, jogou pela janela, cortou o cabelo e decidiu levar uma vida simples. Ele se despi de tudo que era material para, segundo ele, estar mais conforme com a lei de Deus. Largou tudo. Quem é que tá preparado para isso? Nem todo mundo tá preparado para isso. Nós vamos ser punísimo, por pensar o contrário, não. Mas nós vamos aprender. Uma hora ou outra, nós vamos ver que o
rgou tudo. Quem é que tá preparado para isso? Nem todo mundo tá preparado para isso. Nós vamos ser punísimo, por pensar o contrário, não. Mas nós vamos aprender. Uma hora ou outra, nós vamos ver que o caminho é por aí. Mas nem todo mundo tá preparado para isso. Stelon, ainda no livro dos eh dos espíritos, ele é de uma forma admirável, ele ele se refere assim ao egoísmo. De todas as imperfeições humanas, o egoísmo é a mais difícil de erradicar-se. E é verdade isso. O egoísmo se enfraquecerá a proporção que a vida moral for predominando sobre a vida material e sobretudo com a compreensão que o espiritismo vos faculta do vosso futuro real e não de figurado por ficções alegóricas. Ele tá certíssimo. Ele tá certíssimo. Agora, como é que se cobate o egoísmo? Kardec, que era um educador, ele nos deu outra dica. Aí é Kardec mesmo, como quando ele fala o seguinte, pela educação, não por essa educação que tende a fazer homens instruídos, mas pela que tende a fazer homens de bem. A educação convenientemente entendida constitui a chave do progresso moral. Será que os nossos filhos estão recebendo essa educação? O ideal é que elas recebam em casa, porque pedir que nas escolas se ensine isso é é é é difícil. Então ela tem que começar em casa. Tá certo? A educação tem que envolver conhecimento, estudos, matemática, pudo que seja lá o que for, mas também uma educação que construa hábitos. Os pais têm que dar o exemplo do que é certo, que é errado. Quando os pais falham nisso, a tendência é os filhos acharem isso normal, isso natural. Se meu pai faz assim, então vou fazer assim também. Então, Kardec, que era educador, ele ele sabia bem do que tava falando quando ele falava dessa educação, não essa educação de conhecimentos, mas é uma educação que incute hábitos dentro das pessoas, né? Essa questão é tão importante que no eh nos livros espíritas, eles geralmente exortam a gente a prática do bem. Tem até um livrinho do do André Luiz chamado conduta espírita, né? É um livrinho de chamado conduta
o é tão importante que no eh nos livros espíritas, eles geralmente exortam a gente a prática do bem. Tem até um livrinho do do André Luiz chamado conduta espírita, né? É um livrinho de chamado conduta espírita e que ele ele dá dicas de como a gente tem que proceder, como devemos agir em diversas situações da vida. É um livro bacana pra gente ler assim todos os dias, dá uma umas dicas assim de importantes de de de perdão, de de valores e cristãos que podem ser aplicados no dia a dia, porque é nesse dia a dia, nas coisas pequenas que se constróem o nosso caráter, a nossa reputação. E para finalizar, eu queria eh convidar vocês a ler um um trecho do Evangelho Segundo Espiritismo, o capítulo 17. Quando se chegarem em casa, vocês vão se lembrar de mim. Capítulo 17 do Evangelho Segundo Espiritismo. Sede perfeitos. Por que que eu tô falando para vocês lerem esse trecho em particular? Chama-se O homem de Bem. Eu não vou ler porque é um pouco longo, mas segundo Pires, que é um é um escritor que eu sempre cito para vocês aqui, foi um filósofo espírita respeitadíssimo, conhecia Kardec com tal profundidade que Chil Xavier dizia que Herculon Pires era o maior cardeciologista do mundo. E ele era assim, ele conhecia profundamente a obra de Kardec, estudou muito. E o Hérculon Pires dizia o seguinte: "Existem dois textos de Kardecir obras primas de lógica e de moral". Uma tá lá no livro dos espíritos, é um capítulo inteiro chamado considerações sobre a pluralidade das existências. Ali não é um uma um capítulo mediúnico, não. É Kardec. É Kardec com a lógica dele, com o bom senso dele, escrevendo sobre a reencarnação. Bercolampires chama atenção para para esse capítulo, esse capítulo em particular do livro dos espíritos, não me lembro que capítulo é esse, mas chama-se considerações sobre a pluralidade das existências. E o segundo texto que ele chama atenção é esse o homem de bem, que é a coisa mais linda. É, é assim, é arrepiante quando a gente lê isso aqui, porque eh a gente vê que
e a pluralidade das existências. E o segundo texto que ele chama atenção é esse o homem de bem, que é a coisa mais linda. É, é assim, é arrepiante quando a gente lê isso aqui, porque eh a gente vê que Kardec é uma pessoa que compreendeu o que é o bem. A gente sempre imagina Kardec uma pessoa cisuda, que poucas vezes ouviram rir, como diziam os biógrafos dele, uma pessoa fria. Não, ele era uma pessoa amorosa e apaixonada pelo evangelho. E nesse livro, o O homem de Bem, ele nos dá o roteiro para nós sermos pessoas de bem. E é por isso que se chama o homem de bem. E por isso tá num capítulo chamado sede perfeitos. Então eu convido a vocês a lerem esse esse esse trecho em eu tenho, por exemplo, no meu trabalho, eu coloco isso na minha frente, eu tirei uma cópia, coloco na minha frente para eu sempre me lembrar dos meus compromissos. E isso tem que ser eh eh observado. E finalizando, vamos voltar lá aos nossos sobreviventes dos Andes. Quando eles voltaram, né? Ah, o que aconteceu com eles com aquele escândalo todo, né? né? Praticavam, praticaram canibalismo, tava certo, tá errado isso, né? Por incrível que pareça, Kardec tratou do assunto na pergunta 637. Ele pergunta o seguinte: "O selvagem que cede a seu instinto comendo carne humana é culpado?" Resposta: Eu disse que o mal depende da vontade. Pois bem, o homem é tanto mais culpado quanto melhor sabe o que faz. Resposta simples e que disse tudo. E em seguida o Kardec em cima disso escreveu o seguinte: "A circunstâncias dão ao bem e ao mal uma gravidade relativa. O homem comete frequentemente faltas que, sendo, embora decorrentes da posição em que a sociedade o colocou, não são menos repreensíveis, mas a responsabilidade está na razão dos meios que ele tiver para compreender o bem e o mal. E é assim que o homem esclarecido que comete um simples, uma simples injustiça, é mais culpável aos olhos de Deus que o selvagem que se entrega aos instintos. E foi o que aconteceu com os 16 sobreviventes dos anes. O papa ah Papa Paulo VI na época em 72,
s, uma simples injustiça, é mais culpável aos olhos de Deus que o selvagem que se entrega aos instintos. E foi o que aconteceu com os 16 sobreviventes dos anes. O papa ah Papa Paulo VI na época em 72, os perdoou imediatamente, né? os livou de qualquer condenação. Não havia por condenar aquelas pessoas. Na verdade, eles eram um símbolo de heroísmo e de fé, porque em todos os momentos eles não deixaram de rezar, de pensar no no ato que eles tinham que cometer. Foi se coloca na posição deles. E a prova de que eles estavam de certa forma bem com bem resolvidos com relação ao assunto é que um dos ah um daqueles dois que eu falei para vocês que eh eh deixou o grupo para achar a civilização, ele diz o seguinte: "O pecado não foi a gente ter se alimentado dos corpos nossos amigos. O pecado teria sido se a gente não lutasse até o fim para sobreviver. Esse seria o pecado deles. E que Jesus nos abençoe, dorm nos ampare hoje e sempre. O pessoal assim que reencarnou mais recentemente, né, que chegou a pouco do mundo maior, talvez não conheça essa história, me lembro muito bem do fato. E é um filme, quem quiser conhecer essa história, o filme chama-se Os sobreviventes dos antes. é um filme mexicano de 1976, produzido, dirigido por um cineasta mexicano com atores mexicanos. E foi assim o impacto mundial na época, uma questão de ética, de fé, algo que comoveu o mundo na época, 1976, sobrevivente dos antes. Quem quiser pode conhecer essa história, porque lá, na verdade, eh, >> Netflix também tem, ó, eh, recente Netflix, é o Sociedade da Neve. >> Sociedade da Neve. Tem uma tem uma reprod um >> fizeram uma uma versão >> uma versão mais recente. Eu sou mais antigo, então tô lá em 76. Mas Fernando tá dizendo que a sociedade na Nef uma uma versão atual e nos coloca diante dessas situações que nos leva a pensar e consequentemente crescer, né? essa questão da da ética, os limites da ética, os princípios, o que nos leva a agir. Aliás, a própria ética nos manda fazer a justiça, mesmo que a gente
s leva a pensar e consequentemente crescer, né? essa questão da da ética, os limites da ética, os princípios, o que nos leva a agir. Aliás, a própria ética nos manda fazer a justiça, mesmo que a gente esteja indo contra leis, né? A gente vê, por exemplo, heróis aí no mundo mais moderno, mais recente, mais próximo a nós, que enfrentaram ditaduras, sistemas de injustiça, discriminação, dizendo que todos os homens são iguais, homens no sentido ser humano. Então, a ética nos propõe também a buscar a justiça que nem sempre está refletida nos códigos humanos, na legislação humana. Então esse é um assunto que nós tivemos em três encontros, né, hoje, o anterior e o da semana retrasada, que nos deu uma introdução sobre as leis divinas, leis naturais ou leis morais. Repare o tripé, Deus, moral e divindade. E aí nós vamos, a partir do encontro que vem estudar um grupo de 10 leis, que não são a totalidade das leis que existem, mas é uma forma didática da gente poder apreciar o tema. E o primeiro será a lei de adoração, que nós vamos a partir então estudar. Vamos encerrando o nosso trabalho hoje, agradecendo a presença, a audiência de todos os irmãos e irmãs que estão conosco, desejando que uma atmosfera de amor e paz esteja nos unindo e que possamos compartilhá-la com todas as pessoas. Lembrando que na leitura inicial vimos que o nosso pensamento projeta o bem quando queremos e nos forçamos para isso. Então, que a nossa mente, nosso pensamento, o nosso ser sempre leve o bem às pessoas. Tenhamos um excelente final de noite, um bom transcurso de semana até quarta-feira de vem que vem quando nos reencontramos. Em nome de Deus, Jesus espirituais, encerramos os trabalhos dessa noite. As pessoas que desejarem o passe, é só aguardar que serão conduzidos à cabine. Até o nosso próximo encontro. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade [música] auxiliar a recuperação física. mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por
m-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade [música] auxiliar a recuperação física. mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos [música] uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas [música] pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que [música] em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos [música] sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo [música] de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental [música] e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem [música] nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do [música] bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a [música] caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo [música] a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada [música] um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. que também os mentores espirituais possam visitar os nossos [música] ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares,
tar os nossos [música] ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para [música] continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. [música] O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que [música] nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. [música] Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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